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Após um ano ruim, em que vendeu menos de 100 mil unidades, a Jaguar quer retornar aos holofotes com um trio de SUVs elétricos que será lançado em 2025. Com o lançamento, a montadora britânica planeja se aproximar de rivais como Aston Martin e Bentley, que vêm apostando em utilitários a bateria para ingressar no mercado de EVs.

Segundo informações da revista britânica Autocar, o trio terá versões intermediárias de duas e quatro portas, que serão posicionadas como modelos separados, e uma de tamanho normal. O preço de entrada deve estar acima de 80 mil libras (R$ 503 mil, em conversão direta). Um conceito pode ser lançado pela Jaguar no fim de 2024 para demonstrar o aspecto tecnológico dos SUVs.

De acordo com a publicação, a Magna, que auxilia a Jaguar no I-Pace, desenvolverá os componentes do trem de força, enquanto a Nvidia ajudará com aplicativos de conectividade e direção autônoma. Os três carros terão uma plataforma em comum, a Panthera, que será desenvolvida internamente, porém com a consultoria das duas empresas.

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Modelo com entre-eixos longo para atender demanda chinesa

O mais caro dos SUVs da Jaguar terá uma distância entre-eixos longa e será configurado para aproveitar a demanda na China e nos EUA por carros elétricos espaçosos. Segundo a Autocar, o modelo premium deve ter motor duplo e tração nas quatro rodas como disposição padrão. Já o preço ficará em torno de 120 mil libras (aproximadamente R$ 755 mil).

A Jaguar foi significativamente afetada pela pandemia. Em 2021, a montadora britânica vendeu apenas 86.270 unidades, um recuo de 15,8% em comparação ao ano anterior.

Crédito da imagem principal: Petr Podrouzek/Shutterstock

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A Mozilla lançou nesta semana a versão 102 do navegador Firefox, agora capaz de bloquear rastreadores de sites. Os detalhes completos da atualização estão disponíveis na página da empresa.

De acordo com a empresa americana, o novo Firefox pode mitigar o “rastreamento de parâmetros de consulta” durante a navegação. Parâmetros de consulta são conjuntos de caracteres que aparecem em uma URL após um ponto de interrogação e podem ser usados para rastrear pessoas pela internet — por exemplo, com a intenção de exibir anúncios direcionados.

Para atualizar o Firefox, basta acessar o menu do navegador e localizar “Sobre” para iniciar o procedimento. O recurso contra rastreadores está disponível na guia Privacidade e Segurança nas Configurações do Firefox. Em Proteção Aprimorada contra Rastreamento, altere o nível de segurança de padrão para “restrito” e então, o procedimento estará completo.

O Firefox vai ainda exibir um aviso informando que a navegação em modo restrito faz com que alguns sites não funcionem corretamente. Se isso acontecer, o usuário terá que voltar ao padrão.

É possível, no entanto, ativar o recurso antirrastreamento em janelas privadas com o comando “about:config” na barra de endereços e digitando “strip” na nova barra de pesquisa. Defina “privacy.query_stripping.enabled.pbmode” de false para true e o recurso estará ativado.

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Outras atualizações

Fora o recurso contra rastreadores, a Mozilla também ajustou a segurança do Firefox. A lista completa de vulnerabilidades corrigidas pode ser encontrada na página de segurança da empresa e varia de gravidade baixa a alta.

O desenvolvedor também retificou um problema de compatibilidade nos leitores de tela do Windows. Aparentemente, os leitores identificavam um caractere errado em uma página ou falhavam completamente. Por último, a empresa adicionou a capacidade de desativar a abertura automática do painel de downloads no início de uma transferência.    

Via: Techradar

Crédito da imagem principal: Rostylav Andreychuk/Shutterstock

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Em meio às sanções econômicas promovidas contra a Rússia por causa dos conflitos na Ucrânia, o governo russo deve fazer um investimento bilionário em sua indústria de aviação. Até o final da década, conforme traz a agência Reuters, os planos em valores estão em 770 bilhões de rublos, que seriam em conversão direta cerca de R$ 75 bilhões.

Esse montante será aplicado no aumento de participação local de aeronaves fabricadas no país, em um movimento para diminuição de dependência externa no segmento. Com as sanções impostas pelo Ocidente à Rússia, houve um cenário de “colapso” no setor de transporte aéreo russo.

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Dentre os problemas enfrentados pela Rússia junto à sua indústria de aviação, houve fabricantes se recusando a fornecer peças de reposição e empresas de leasing tentando retomar seus jatos. Fora grande parte do mundo negando o acesso russo ao seu espaço aéreo.

Sem depender do que vem de fora

O movimento de agora procura um crescimento acima de 80% na participação de aeronaves russas no país até 2030, operadas por companhias locais. Atualmente, apenas a aeronave regional Sukhoi Superjet é produzida em massa dentro da Rússia, com um número significativo de seus componentes sendo importados.

Antes do início da atual guerra com a Ucrânia, a Rússia já vinha trabalhando em uma forma de não ser tão dependente de fornecimento externo. Um exemplo nesse sentido é a aeronave MC-21-300, de médio curso e com asas feitas de materiais desenvolvidos inteiramente no país (trabalhadas para serem mais leves que as de outras aeronaves de mesma categoria). Em fevereiro deste ano, o avião realizou com sucesso um importante teste em temperaturas extremamente frias (como é comum na Rússia).

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Imagem: Pavel Muravev/iStock

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Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou na terça-feira (28) uma tentativa de derrubar as acusações contra um ex-funcionário da Uber denunciado por encobrir um ataque virtual. Para o magistrado, o ex-chefe de segurança da Uber, Joe Sullivan, deve enfrentar acusações de fraude eletrônica pelo golpe que expôs cerca de 57 milhões de dados de usuários e motoristas em 2016.

Em setembro de 2020, Sullivan — que também trabalhou para o Facebook e o PayPal — foi acusado de obstrução de justiça e detenção (ocultar o conhecimento de um crime) pela procuradoria distrital dos EUA para o norte da Califórnia. Três meses depois, uma terceira acusação (fraude eletrônica) foi acrescida ao processo, algo que foi protestado pela defesa do ex-chefe de segurança. A decisão, no entanto, foi mantida nesta semana.

“Embora a acusação substitutiva não afirme que Sullivan fez declarações falsas a esses motoristas, ela alega que as declarações falsas feitas a outros faziam parte do esquema para defraudá-los”, diz a decisão da terça-feira (28), proferida em um tribunal de San Francisco. “Isso é suficiente para que as acusações de fraude eletrônica continuem. A moção foi negada.”

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Sullivan pagou hackers para encobrir golpe

Os promotores do caso acusam Sullivan de pagar aos hackers US$ 100 mil em bitcoins para encobrir o golpe no Uber. Além disso, o ex-diretor de segurança é acusado de obrigar os cibercriminosos a assinar acordos de confidencialidade em que afirmavam falsamente que não tinham roubado dados.

Em novembro de 2017, Sullivan e Craig Clark, advogado sênior da Uber, foram demitidos por encobrir o golpe, mas a empresa só expôs publicamente o caso no ano seguinte. À época, a Uber pagou US$ 148 milhões em indenizações para liquidar reivindicações dos 50 estados norte-americanos e de Washington (distrito federal) de que havia demorado demais para revelar o problema.

Segundo especialistas, este é o primeiro executivo de segurança a ser denunciado criminalmente por esconder um ataque hacker.

Crédito da imagem principal: David Tran Photo/Shutterstock

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O francês Alexander Danton, especialista em customização de veículos, deixou um Rolls-Royce Phantom ano 2005 com seis rodas enormes, para um perfil off-road gigantesco. Apesar de se parecer com algo motorizado que estaria presente em um cenário apocalíptico, não faltaram toques de luxo na criação.

Para a estrutura de 6,3 metros de comprimento e 2,3 metros de largura, Danton precisou cortar o Rolls-Royce logo atrás das portas traseiras e emendar com a parte de trás de um BMW Série 7 da geração E65. O modelo da marca alemã foi importante porque compartilha o mesmo chassi básico do Phantom VII.

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Phantom 6x6 perto de um castelo
Imagem: Divulgação/Danton arts kustoms/Facebook

Com o procedimento, foi possível obter os dois eixos extras para a composição das respectivas rodas a mais. Por sua vez, o porta-malas do veículo foi alongado, servindo como armazenamento de equipamentos off-road, como placas antiderrapantes e um galão de combustível.

Rolls-Royce modificado 6x6
Imagem: Divulgação/Danton arts kustoms/Facebook

Detalhes em ouro e couro de crocodilo

Danton também ampliou a pista do Phantom e criou para-lamas dianteiros e traseiros totalmente feitos sob medida, moldados à mão e usando folhas nuas de alumínio para caber nas enormes rodas de 24 polegadas e pneus para todo terreno. Detalhe, as pinças dos freios receberam uma camada em ouro, para manter o espírito luxuoso do Rolls-Royce.

Detalhe da pinça de freio do Phantom
Imagem: Reprodução/Supercar Blondie/YouTube

E por falar no precioso metal, mais ouro serviu como enfeite sobre a tampa do motor. Peça original do Phantom 2005, o componente é um V12 de 6,7 litros naturalmente aspirado com potência de 570 cv. O canal Supercar Blondie, no YouTube, mostra um pouco do Phantom 6×6 rodando sob os trabalhos desse motor:

Na frente, uma grade frontal foi escurecida e faróis de neblina amarelos foram implementados, combinando com a barra de luz LED amarela montada no teto. Já um enorme bagageiro de teto e um engate de reboque reforçaram ainda mais a identidade off-road do Phantom 6×6. Diante do comprimento alongado do Rolls-Royce em preto fosco, o escapamento precisou ser construído sob medida.

O interior personalizado do veículo substituiu o couro original por um couro laranja brilhante enquanto a tampa do airbag do volante foi estofada em couro de crocodilo. Para os apoios de braço, o material escolhido pelo francês foi pele de cobra. Ao que tudo indica, o rapaz espera vender o Phantom com seis rodas por 5 milhões de euros, algo acima dos R$ 27 milhões em conversão direta hoje (29).

Detalhe do volante do veículo
Imagem: Reprodução/Supercar Blondie/YouTube

Essa criação levou três meses para nascer, mas houve um ano para o planejamento. Tudo foi realizado no castelo do rapaz, localizado em Ardèche, na França. Desde que começou com suas artes, há 15 anos, Danton já fez 47 criações personalizadas. Em sua coleção, há um Defender 6×6, uma Ferrari Modena transformada em SP2 e um Lamborghini Espada estilo rat rod (e mais outros brinquedos).

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O FBI divulgou nesta terça-feira (28), uma informação um tanto quanto curiosa: pessoas estão utilizando deepfakes para enganar recrutadores em entrevistas de emprego remoto. Segundo o órgão norte-americano, cada vez mais companhias vêm reportando o caso para as autoridades.

Um deepfake, mesmo que amador, não é a coisa mais fácil do mundo para reconhecer. Em um dos casos recentes, o entrevistador percebeu que seu entrevistado tossiu, mas seus lábios não se mexeram, e foi assim que descobriu estar sendo vítima de um golpe.

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No tempo em que a regra era o trabalho presencial, desconectar do trabalho era relativamente fácil. Bastava sair pela porta do escritório e pronto. Hoje, é bem diferente. Se é verdade que o trabalho remoto gerou inúmeras facilidades, surgiram também desafios

Passou a ser normal que os colaboradores, estejam onde estiverem, tenham de estar ligados em diversos canais de comunicação. A casa, tradicional refúgio dedicado à família e atividades de cunho pessoal, foi de certo modo invadida pelo reino do trabalho. 

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O Nubank anunciou hoje (29) duas novidades para clientes da conta PJ, incluindo o Buscador de Boletos. Como o nome sugere, a ferramenta permite que boletos emitidos pelo CNPJ do usuário sejam encontrados no aplicativo.

Também chamado de Débito Direto Autorizado (DDA), o recurso promete garantir mais autonomia e controle financeiro aos empreendedores.

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A HTC anunciou nesta terça-feira (28) o Desire 22 Pro, celular que tem como foco o “Viverse”, versão do metaverso desenvolvida pela companhia. O modelo, de configuração intermediária, possui tela LCD de 6,6 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz.

Sucessor do Desire 21 Pro, o novo telefone oferece acesso a recursos exclusivos na plataforma de realidade virtual/aumentada. Para uma experiência mais imersiva, ele possui compatibilidade com headsets VR, entre os quais o HTC Vive Flow.

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Quando a Supermassive Games lançou Until Dawn em 2015, confesso ter batido uma certa dúvida se o game realmente seria assustador, principalmente pelo fato de seguir o estilo de uma narrativa interativa, mais semelhante a um filme do que aos modelos tradicionais de survival horror.

Obviamente, muitos sustos, gritos e momentos segurando o controle com extremo cuidado provaram que não havia motivos para preocupações, e logo me tornei fã de outros trabalhos da desenvolvedora, fazendo questão de jogar todas as histórias da antologia The Dark Pictures lançadas posteriormente.

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