Auto Added by WPeMatico

Um meteoro explodiu no céu da Noruega ao cair em uma floresta a 60 km da cidade de Oslo. O local é de difícil acesso, mas moradores da região contam que ouviram um alto som explosivo, seguido por uma forte corrente de ar.

O episódio, ocorrido no último dia 25, marca o terceiro incidente mais notável envolvendo um objeto do espaço entrando na Terra este ano. Em março, um meteoro cruzou os céus da Inglaterra, País de Gales e o norte da França, além de outro passar por Vermont, nos EUA, no mesmo mês.

Nas imagens registradas por diversos moradores, o meteoro que iluminou o céu noturno da Noruega é “estranhamente grande” e deixou uma trilha de flashes de luz em torno de 1h da manhã, antes de cair na região conhecida como “Finnemarka”, com densas florestas e de difícil acesso. Por causa disso, especialistas estimam que a recuperação de fragmentos possa levar até 10 anos.

Segundo um pesquisador da Rede Norueguesa de Meteoros, o objeto chegou a uma velocidade média de 72 mil quilômetros por hora, e deixou um rastro de luz denso o suficiente para iluminar a noite por algo entre 3 e 5 segundos.

Milhares de episódios desse tipo ocorrem todo dia, mas normalmente são pequenos demais para serem vistos a olho nu, ou passam por regiões inabitadas.

Aqui no Brasil, duas chuvas de meteoros devem movimentar o céu noturno nos próximos dias. Na madrugada entre quinta-feira e sexta-feira ocorre a máxima da Alfa Capricornídeas e, na noite seguinte, entre sexta e sábado, a máxima da Delta Aquáridas do Sul.

Esse ano, a Lua em fase minguante deve atrapalhar a visualização, mas até ela nascer por volta da meia noite, o céu vai estar escuro o suficiente para se observar uma boa quantidade de meteoros.

O ideal é procurar um local afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Se o tempo estiver bom, sem muitas nuvens no céu, essa vai ser uma boa oportunidade para todos aqueles que gostam de assistir esse fenômeno brilhante da natureza.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Noite virou dia: meteoro de fogo explode no céu da Noruega apareceu primeiro em Olhar Digital.

Você já imaginou ter um videogame portátil, daqueles mais simples e baratos, mas com uma bateria nuclear que pode durar pelos próximos 100 anos? O engenheiro Ian Charnas, de Ohio, nos Estados Unidos, está rifando essa invenção digna de um cientista maluco para ajudar crianças da região próxima a Chernobyl, na Ucrânia.

Ele mostra como adaptou o game para funcionar com energia nuclear em um video muito divertido. E nem dá para se importar com o acabamento, que não ficou assim tão legal, já que a energia vem de uma placa colada de jeito improvisado atrás do minigame… Charnas usou um gerador nuclear fotovoltaico de trítio, um isótopo raro de hidrogênio.

Mas graças ao tipo de armazenamento, o elemento emite radiação do tipo beta de baixa energia, incapaz de penetrar na pele. Assim, ele não é perigoso. Mas pode oferecer riscos se inalado ou ingerido através de água ou alimentos.

Apesar de ter uma boa durabilidade, a bateria leva muito tempo para carregar. Para cada 30 minutos de jogo, é preciso esperar um mês de carregamento!

Fica claro que a ideia dele é rifar o portátil por uma boa causa. Todo o dinheiro arrecadado vai ser doado para uma organização sem fins lucrativos, a Chernobyl Children International. Ela existe para ajudar crianças que vivem perto de Pripyat, cidade ucraniana onde aconteceu o desastre da Usina Nuclear de Chernobyl, em 1986.

Quem se interessar em colaborar nessa campanha, é só acessar o site da Rally Up. É possível concorrer ao videogame nuclear comprando bilhetes a partir de 10 dólares. As rifas seguem à venda por mais dez dias.

Veja mais detalhes desse leilão no nosso site, o olhardigital.com.br

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Rifa atômica: engenheiro cria videogame com bateria nuclear para ajudar crianças de Chernobyl apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Roscosmos, agência espacial federal russa, anunciou que a saída do módulo Pirs da Estação Espacial Internacional, primeiramente programada para exta sexta-feira, foi adiada para sábado. O Pirs vai abrir uma vaga para o módulo Nauka, que foi lançado na última quarta feira para aumentar o volume de pesquisas dos tripulantes da ISS.

Mas o Nauka apresentou alguns problemas, motivando a mudança de planos. Ainda não se sabe ao certo a natureza e a gravidade da situação, já que a Roscosmos não revelou muitos detalhes até o momento.

Mas observadores externos, como Anatoly Zak do RussianSpaceWeb, dão conta de que os motores principais de Nauka não teriam funcionado corretamente.

Oficialmente, a agência espacial russa afirmou que o teste de ativação do sistema de propulsão do módulo Nauka e o impulso de formação de órbita foram realizados normalmente.

O que se sabe é que o projeto já passou por muitas dificuldades.
Com 13 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e pesando mais de 20 toneladas, o Nauka deveria ser lançado em 2007, mas uma série de problemas, incluindo a descoberta de lascas de metal no sistema de combustível, atrasaram a missão.

Esse é o maior módulo espacial já lançado pela Rússia, e foi projetado para servir principalmente como uma instalação de pesquisa. “Nauka” significa “ciência” em russo.

Se os problemas forem contornados, a previsão é que o acoplamento à estação espacial internacional ocorra na próxima quinta-feira.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Problemas no céu: módulo ‘Nauka’ apresenta falhas e pode atrasar programa espacial russo apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Campus Party é um dos maiores festivais de tecnologia, empreendedorismo, criatividade e networking do mundo e, pela segunda vez, tem uma edição digital acontecendo no Brasil.

O evento começou nesta quinta-feira e vai seguir até sábado, com diversas atrações que podem ser acompanhadas ao fazer a inscrição gratuita no site oficial.

Nesta edição de 2021, a Campus Party Digital conta com seis palcos divididos entre: mercado de trabalho e economia; energia limpa e meio ambiente; entretenimento e cultura digital; educação e gov tech; saúde e ciência.

Saiba tudo sobre as principais atrações da Campus Party 2021 em nosso site, olhardigital.com.br.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Campus Party 2021: um dos maiores festivais de tecnologia do mundo é 100% online apareceu primeiro em Olhar Digital.

O corpo de um foguete descartado no espaço há 48 anos deve reentrar na atmosfera terrestre neste final de semana. É o segundo estágio do foguete soviético Kosmos-3M, que foi lançado em 26 de dezembro de 1973.

O foguete colocou em órbita o satélite Aureole-2, para investigar a atmosfera superior da Terra em latitudes elevadas e estudar a natureza das auroras polares.

Quando foi lançado, o segundo estágio do Kosmos-3M tinha mais de 20 toneladas, mas depois de queimar o combustível, ele ficou com “apenas” cerca de 1 tonelada e meia. É uma peça cilíndrica com 6 metros de comprimento e 2,4 metros de diâmetro. Nada tão pequeno e nem tão leve ao ponto de não causar preocupação ao se saber que vai cair na Terra a qualquer momento.

A boa notícia é que a reentrada na atmosfera deve vaporizar até 80% do material metálico do objeto, e se espera ver apenas um belo show de luzes no céu.

A reentrada está prevista para ocorrer entre a tarde da próxima sexta e a manhã do sábado.

Quando estiver em queda mais acelerada, o corpo do foguete deve completar 17 órbitas ao redor da Terra, e 4 delas passam sobre o Brasil. Isso significa que há uma pequena possibilidade da reentrada ocorrer sobre o território brasileiro.

A gente, claro, vai ficar de olho!!!

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post De olho no céu!: foguete russo deve cair na Terra nos próximos dias apareceu primeiro em Olhar Digital.

Após anos de atrasos, a Rússia finalmente enviou nesta quarta-feira o módulo científico Nauka rumo à Estação Espacial Internacional. O novo componente decolou a bordo de um foguete Proton-M a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

Se tudo correr como o planejado, daqui a oito dias o Nauka deve realizar a operação de acoplamento à ISS.

Mas antes, o atual módulo Pirs vai ser desconectado pela espaçonave de carga Progress MS-16. Ela também vai ser carregada com lixo produzido pelos tripulantes da estação, e junto com o Pirs, vai ser incinerada durante a reentrada na atmosfera, quatro horas após a separação.

O novo módulo de 22 toneladas vai passar a ser a maior ala da ISS.
Com 13 metros de comprimento e 4,3 metros de diâmetro, ele abriga um laboratório de pesquisa e também uma cama extra para um cosmonauta, além de banheiro, sistema de regeneração de oxigênio e equipamento para reciclagem de urina e produção de água.

O Nauka foi programado para ser lançado em 2007, mas a missão enfrentou atrasos no projeto e montagem, e mais recentemente teve problemas ligados à pandemia do coronavírus. Ele inclui um braço robótico que vai ser usado para manipulação de equipamentos e experimentos no exterior da estação.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Ciência no espaço: após anos de atraso, Rússia envia o módulo ‘Nauka’ para a ISS apareceu primeiro em Olhar Digital.

Acabou um mito que servia só para desencorajar consumidores na hora de optar por veículos elétricos: Um novo estudo mostrou que os carros elétricos continuam sendo mais limpos e emitindo menos gases de efeito estufa do que os automóveis movidos a combustão.

O boato tentava espalhar a noção que as recargas são feitas na maior parte em redes de energia “suja”. Além disso, citavam que a mineração de materiais para as baterias é poluente, mas não é bem assim.

O estudo que desmente esses boatos foi publicado pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo, um grupo de pesquisa sem fins lucrativos. Segundo o conselho, existe lobby de partes da indústria automotiva contra os veículos elétricos.

O relatório estimou as emissões de carros elétricos de médio porte na Europa, Índia, China e Estados Unidos, que representam 70% das vendas de carros novos no mundo. Eles constataram que ao longo da vida de um automóvel à bateria, as emissões são de 66 a 69% mais baixas do que um carro a gasolina na Europa, por exemplo.

Como votar no Olhar Digital no segundo turno do Prêmio Influency.me

Os números variam de acordo com a região. A Índia é o lugar com menor percentual, mas ainda assim têm um resultado interessante, com 19% a 34% menos poluição por parte dos veículos elétricos.

O estudo leva em consideração carros novos, emplacados em 2021 e com estimativa de 18 anos de circulação. Os autores ainda observaram a matriz energética de cada região, assim como as projeções da Agência Internacional de Energia sobre as futuras fontes de eletricidade.

A conclusão do estudo aponta a necessidade de eliminar globalmente os carros com motor de combustão, para acabar com uma das maiores fontes poluidoras do planeta.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Estudo confirma: carros elétricos são muito menos poluentes do que os movidos à combustão apareceu primeiro em Olhar Digital.

A nave New Shepard, que vai levar Jeff Bezos à órbita da Terra na próxima terça-feira, já está liberada para lançamento, segundo comunicado emitido pela Blue Origin.

De acordo com a companhia, liderada pelo próprio Bezos, todos os testes confirmaram que os equipamentos estão em perfeitas condições. Até mesmo o clima deve ser favorável na hora do lançamento, apesar de haver uma pequena possibilidade de chuva.

Ao todo, o foguete já realizou 15 vôos de teste, mas esse vai ser o primeiro lançamento com tripulação humana.

A New Shepard, vai levar Jeff Bezos e o irmão dele, Mark, à órbita da Terra. Os outros passageiros são a piloto Wally Funk, de 82 anos e Oliver Daemen, de 18. A dupla representa a pessoa mais velha e a mais jovem a viajar ao espaço.

O lançamento da New Shepard está previsto para ocorrer às 10 horas da manhã, pelo horário de Brasília, mas a partir das 8 e meia da manhã, você vai poder acompanhar todos os preparativos em uma edição especial do Olhar Espacial.

O nosso editor de ciência e espaço Rafael Rigues vai apresentar o programa junto com o comentarista Wharrysson Lacerda no canal do Olhar Digital no YouTube e em nossos perfis no Facebook, Instagram, TikTok, Twitter e LinkedIn.

Não perca, que vai ser histórico e inesquecível!

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Tudo pronto: Blue Origin faz preparativos finais para primeiro voo turístico. Olhar Digital mostra tudo ao vivo! apareceu primeiro em Olhar Digital.

Depois de levar mais de um mês para descobrir a raiz dos problemas apresentados pelo telescópio espacial Hubble, a Nasa identificou que a causa estava na Unidade de Controle de Energia.

A peça garante que cada componente do hardware receba um suprimento constante de energia. Ainda bem que existe um sistema de backup, que foi ativado nesta quinta-feira.

Só que ainda vai levar alguns dias para se saber se o procedimento deu resultado, já que outras peças de hardware a bordo do Hubble também foram trocadas para as interfaces alternativas.

Agora, a equipe monitora o sistema para garantir que tudo esteja funcionando corretamente. Também começa agora o processo de recuperação dos instrumentos científicos fora da configuração de modo de segurança.

Toda essa atividade leva um tempo considerável, já que a equipe executa várias tarefas e garante que os instrumentos estejam em temperaturas estáveis. Finalmente, os cientistas vão poder realizar algumas calibrações iniciais dos instrumentos antes de retomar as operações científicas normais.

A gente fica de olho e conta tudo para vocês logo que esse precioso instrumento da exploração espacial esteja de volta à ativa!

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Suspense no espaço: Nasa repara telescópio Hubble, mas resultado só daqui a alguns dias apareceu primeiro em Olhar Digital.

Um novo estudo sugere que a imagem da capa de gelo que cobre o polo sul de Marte, não esconde lagos de água líquida em condições potencialmente habitáveis.

Cientistas apontam que isso exigiria um aquecimento geotérmico contínuo, capaz de manter a água em condições subglaciais.

Além disso, seria necessário existir um reservatório de magma subterrâneo para manter toda a área aquecida, mas não foi detectada atividade vulcânica no planeta.

Vale lembrar que a possibilidade de encontrar lagos em Marte foi levantada pela primeira vez em 2018, quando a Mars Express explorou a calota polar sul do planeta. Na época, o orbitador detectou uma série de pontos brilhantes, sugerindo a presença de um grande corpo de água líquida de cerca de 20 km abaixo de uma camada de 1 quilômetro e meio de gelo.

Uma das explicações possíveis é que minerais congelados podem gerar reflexos brilhantes no radar, e levar a conclusões erradas.

Ainda faltam evidências de cenários plausíveis para encontrar água líquida no polo sul de Marte, mas os pesquisadores sugerem que se os lagos existissem, eles seriam provavelmente extremamente frios e compostos por 50% de sal, condições nas quais nenhum organismo conhecido poderia sobreviver.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Água salgada demais: novos estudos sobre Marte diminuem as chances da existência de vida no planeta apareceu primeiro em Olhar Digital.