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Na quinta-feira, o atual duque de Edimburgo, Príncipe William, fez duras críticas às empresas que se dedicam ao turismo espacial. E nessa sexta o ator William Shatner, que voou ao espaço pela Blue Origin na quarta-feira, respondeu às declarações do provável futuro Rei do Reino Unido.

O membro da família real britânica disse que é realmente crucial focar neste planeta, em vez de desistir e ir para o espaço experimentar e pensar em soluções para o futuro.

Ele ainda afirmou que existe uma “questão fundamental” sobre a emissão de carbono pelos voos espaciais.

O agora astronauta William Shatner afirmou em um programa da TV americana que o príncipe entendeu tudo errado.

O ator alegou que viagens como a dele são como um “passo de bebê” em direção à transferência de indústrias poluentes para o espaço. E ainda acrescentou: “O príncipe está perdendo o ponto”.

O eterno Capitão Kirk de Star Trek, que aos 90 anos se tornou a pessoa mais velha da história a ir ao espaço, disse que uma base de geração de energia poderia ser construída a mais de 400 km acima da Terra.

Para isso, tudo o que precisa é “alguém tão rico como Jeff Bezos dizer ‘Vamos lá para cima’.

Parece que o Capitão Kirk ainda tem tempo para mais uma aventura.

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A Virgin Galactic decidiu adiar o voo comercial que faria em parceria com a Força Aérea Italiana (FAI) para meados de outubro.

A missão suborbital, intitulada “Unity 23”, estava agendada para o fim deste mês. No entanto, um fornecedor alertou para um possível “defeito de fabricação” no sistema de acionamento do controle de voo.

Ainda não há detalhes se a avaria afetou todos os veículos da Virgin ou se serão necessários apenas reparos. De qualquer forma, a empresa disse estar apenas adiando a viagem, que terá três membros da FAI para estudarem os efeitos biológicos da microgravidade no corpo humano.

A Virgin Galactic ainda acrescentou que está realizando inspeções com o fornecedor, que não foi identificado.

Hoje, a empresa do magnata Richard Branson tem duas espaçonaves suborbitais: a VSS Unity, utilizada no voo do bilionário em julho, e a VSS Imagine, apresentada no início deste ano. Uma terceira espaçonave, chamada VSS Inspire, foi anunciada, porém ainda não começou a ser construída.

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Investigação da FAA não vai comprometer a missão

A Virgin também fez questão de esclarecer que o adiamento não tem a ver com uma recente investigação anunciada pela Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês).

De acordo com o órgão, o veículo que conduziu Richard Branson ao espaço em julho teria desviado do espaço aéreo designado durante o voo. Por conta disso, o governo americano proibiu na semana passada a Virgin de voar na VSS Unity até que a agência aprovasse o relatório final das apurações.

Vale lembrar que a Virgin já viveu um grave acidente quando uma nave suborbital explodiu no ar durante um voo de testes no deserto da Califórnia, em outubro de 2014. Na queda, o copiloto Michael Alsbury morreu, enquanto o piloto Peter Siebold ficou seriamente ferido.

Via Engadget e Reuters

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A nave New Shepard passou pelo primeiro teste de pouso lunar desde quando levou o fundador da Blue Origin, Jeff Bezos, ao espaço, em julho deste ano. O voo, foi feito a partir da base de West Texas da empresa, após mais de uma hora de atraso devido a preparação de carga.

Mas tudo ocorreu bem. Ao contrário do lançamento de julho, este voo da New Shepard não foi tripulado, e serviu apenas como transporte para uma série de sensores da Nasa acoplados ao exterior da cápsula. O equipamento serve para ajudar naves como a New Shepard em pousos lunares.

Foi o voo de número 17 da nave, que subiu a uma altura aproximada de 106 quilômetros, seis acima da Linha de Karman, mundialmente reconhecida como a “fronteira” entre a Terra e o espaço.

Além dos sensores instalados na New Shepard para avaliar a capacidade de pouso lunar, a nave também levou diversos 18 experimentos científicos, na maioria estudos apoiados pela agência espacial americana.

Um deles, intitulado “OSCAR”, testa converter lixo espacial em gases úteis, como vapor de água. Outro, intitulado “Medidor Modal de Propelente”, demonstrou novas formas de medir o volume de combustível restante de uma nave, o que é complicado de se avaliar em ambientes de microgravidade.

Além da ciência, a missão também apoiou as artes: a cobertura dos paraquedas traziam um retrato de três partes do artista Amoako Boafo, de Gana.

Finalmente, a New Shepard também levou dezenas de cartões postais feitos por crianças e adolescentes do projeto “Club for the Future”, mantido pela Blue Origin.

Com o sucesso da New Shepard no teste de pouso lunar, representantes da empresa já esperam realizar mais voos tripulados. Segundo eles, a empresa já passou dos 100 milhões de dólares em vendas de viagens suborbitais. Se tudo correr como esperado, o serviço de turismo espacial deve começar ainda este ano.

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Após o bem-sucedido voo inaugural, que levou o fundador Richard Branson e mais três funcionários à fronteira do espaço, a Virgin Galactic iniciou a venda de passagens para voos turísticos suborbitais.

A empresa espera iniciar os voos comerciais no ano que vem. Além dos assentos individuais, que vão custar a partir de 450 mil dólares, ou cerca de 2 milhões e 300 mil reais, a empresa também oferece pacotes e o fretamento de voos até a base lançamento, no Novo México.

No primeiro voo com passageiros, a espaçonave VSS Unity chegou a 86 km de altitude acima do nível do mar. Isso já representa uma viagem espacial, pelo menos no padrão reconhecido pelos Estados Unidos. Os americanos determinam que o “limite do espaço” fica a 80 km. Mas o índice adotado no resto do mundo é conhecido como “Linha Kárman”, que fica a 100 km de altitude.

De qualquer maneira, a aventura é sensacional, com uma paisagem de tirar o fôlego e ainda com alguns minutos de gravidade zero, que sempre rendem boas risadas para os viajantes.

Quem se interessar, pode pagar um depósito para ter prioridade na hora da chamada para os voos.

Quem se habilita??

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A nave New Shepard, que vai levar Jeff Bezos à órbita da Terra na próxima terça-feira, já está liberada para lançamento, segundo comunicado emitido pela Blue Origin.

De acordo com a companhia, liderada pelo próprio Bezos, todos os testes confirmaram que os equipamentos estão em perfeitas condições. Até mesmo o clima deve ser favorável na hora do lançamento, apesar de haver uma pequena possibilidade de chuva.

Ao todo, o foguete já realizou 15 vôos de teste, mas esse vai ser o primeiro lançamento com tripulação humana.

A New Shepard, vai levar Jeff Bezos e o irmão dele, Mark, à órbita da Terra. Os outros passageiros são a piloto Wally Funk, de 82 anos e Oliver Daemen, de 18. A dupla representa a pessoa mais velha e a mais jovem a viajar ao espaço.

O lançamento da New Shepard está previsto para ocorrer às 10 horas da manhã, pelo horário de Brasília, mas a partir das 8 e meia da manhã, você vai poder acompanhar todos os preparativos em uma edição especial do Olhar Espacial.

O nosso editor de ciência e espaço Rafael Rigues vai apresentar o programa junto com o comentarista Wharrysson Lacerda no canal do Olhar Digital no YouTube e em nossos perfis no Facebook, Instagram, TikTok, Twitter e LinkedIn.

Não perca, que vai ser histórico e inesquecível!

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As viagens para o espaço, ainda mais as turísticas, podem até parecer coisa de filme, só que agora se aproximam da realidade. Inclusive, se por acaso pensou que seria em um foguete, saiba que há outras opções. A empresa Space Perspective anunciou que fará uma viagem até a “beirada” do espaço com um balão gigante.

Após o primeiro teste, o qual chegou a uma altitude de 33 quilômetros, a empresa de viagens espaciais disse que oferecerá o passeio a partir de 2024. O valor da passagem será de US$ 125 mil, ou R$ 613,5 mil, na cotação atual.

O custo pode soar caro e inclui o transporte de outras sete pessoas durante seis horas no balão, chamado de Spaceship Neptune. A estrutura conta com um bar e banheiro, com expectativa de que chegue a altura de 30 quilômetros, que é quase três vezes a de um avião normal.

Protótipo da tecnologia do Spaceship Neptune 
Crédito: Space Perspective
Protótipo da tecnologia do Spaceship Neptune
Crédito: Space Perspective

A empresa explicou que o lançamento será feito a partir do Aeroporto Regional da Costa Espacial, na Flórida, próximo do Kennedy Space Center, que é de onde saem os foguetes da Nasa e da SpaceX. Porém, o destino ainda é incerto e depende de como os ventos vão se comportar na ocasião.

Já a aterrissagem poderá acontecer no oceano Atlântico ou próximo ao Golfo do México, local onde o teste realizado pela Space Perspective no último 18 de junho parou.

Ao site “Space News”, a cofundadora da empresa, Jane Poynter, revelou que foram registradas 25 inscrições de pessoas interessadas durante um evento online de anúncio da novidade e que o número total já seria “muito maior”.

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Se você estiver interessado, saiba que não precisa pagar tudo de uma vez. Neste momento, a empresa pede um primeiro pagamento de US$ 1 mil, que seria cerca de R$ 4,9 mil.

A ideia de ter o passeio pelo espaço é mais uma na disputa pelo mercado de turismo espacial. Tanto que pela Blue Origin, Jeff Bezos (CEO da Amazon) anunciou que irá viajar para o espaço no próximo dia 20 de julho junto do irmão.

Ademais, o Spaceship Neptune chegará a cerca de 30 quilômetros, enquanto as empresas com foguetes alcançarão a linha de Kármán (100 quilômetros), que define o limite entre a atmosfera da Terra e o espaço.

Mas, cá entre nós, dessa altitude, já vai dar para ver a curvatura da Terra e a cor real do espaço profundo, podendo ser considerado como “espaço” para muita gente.

Fonte: UOL

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A Coreia do Sul se tornou o décimo país a assinar o acordo Artemis, que consiste em um conjunto de princípios que estabelecem a exploração responsável da Lua. O nome do acordo se dá por conta do programa Artemis, da Nasa, que tem o objetivo de restabelecer a presença humana na Lua e em sua órbita até o final da década de 2020.

“Estou emocionado que a República da Coreia se comprometeu com os acordos Artemis. Sua assinatura demonstra o forte impulso em todo o mundo no apoio à nossa abordagem de exploração Lua-Marte”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, ao Space.com.

Além dos sul-coreanos e dos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Itália, Japão, Luxemburgo, Ucrânia, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos já haviam assinado os acordos. A Coreia do Sul, no entanto, é o primeiro país a assinar o acordo durante o mandato do democrata Joe Biden.

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O interesse da Coreia do Sul por chegar à lua tem crescido nos últimos meses, principalmente após uma declaração do presidente, Moon Jan-in, feita no mês de março. Na ocasião, o mandatário declarou que pretende enviar seu próprio módulo de pouso para nosso satélite natural até 2030. Para isso, eles pretendem usar um foguete desenvolvido internamente para lançar uma sonda robótica.

“Vamos promover ativamente projetos desafiadores de exploração espacial que se baseiam na base alcançada pelo desenvolvimento de um veículo de lançamento coreano”, disse Moon. “Em 2030, alcançaremos nosso sonho de pousar na lua usando nosso próprio veículo de lançamento. A proeza tecnológica, a experiência e a confiança que serão adquiridas com a exploração da lua, o primeiro passo na exploração espacial, fornecerão uma base sólida para desenvolvimento do espaço”.

A Coreia do Sul no espaço

Primeiro estágio do novo Veículo de Lançamento Espacial da Coreia. Crédito: KPLO

O presidente sul-coreano também anunciou que planeja estudar a viabilidade de uma missão para estudar o asteroide Apophis, que fica próximo à Terra. Porém, o político deu poucos detalhes, tanto sobre o pouso lunar, quanto sobre a missão no Apophis.

O país trabalha em um foguete de combustível de três estágios conhecido como Veículo de Lançamento Espacial da Coreia, também conhecido como Nuri, e seu primeiro voo está planejado para acontecer em outubro deste ano.

O Instituto de Pesquisa Aeroespacial da Coreia (Kari) também está trabalhando no desenvolvimento do Satélite Desbravador Lunar da Coreia (KPLO), que será lançado em um foguete Falcon 9, da SpaceX, em agosto de 2022, como parte dos planos de exploração lunar do país.

A KPLO levará uma câmera com resolução de 5 metros, uma polarizada de campo amplo, um sensor de campo magnético, um sensor de raios gama e uma carga útil de teste de internet espacial, todos desenvolvidos na Coreia. O sexto dispositivo, uma ShadowCam, será fornecida pela Nasa e terá a função de observar a luminosidade de regiões permanentemente sombreadas para mapear possíveis depósitos de água congelada.

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A espaçonave da Virgin Galactic, VSS Unity, completou seu primeiro voo espacial de sucesso em mais de dois anos neste sábado (22). A tripulação da aeronave sobrevoou uma altitude de mais de 13,4 mil metros antes de pousar com segurança.

A empresa já tentou um voo da espaçonave Unity a partir do Espaçoporto América, no Novo México (EUA), em dezembro do ano passado. Levada pela “nave mãe” VMS Eve, a Unity chegou a 15 km de altitude, como planejado, mas não conseguiu ligar o propulsor que iria levá-la pelos 85 km restantes até o espaço. Apesar da falha, os pilotos C.J. Sturckow e Dave Mackay aterrissaram a espaçonave sem incidentes.

VSS Unity, espaçonave suborbital da Virgin Galactic

Tanto Sturckow quanto Mackay participaram desta nova tentativa. A decolagem da espaçonave ocorreu novamente no Espaçoporto América por volta das 10h35, com a Unity a bordo. Aproximadamente 10 minutos antes de seu lançamento, a Unity ligou sua própria bateria e conduziu o controle de voo e verificações elétricas.

Uma vez liberada do VMS Eve, os pilotos acenderam o motor da espaçonave e o desligaram alguns minutos depois, fazendo com que o impulso da espaçonave mantivesse a Unity viajando em direção ao ponto mais alto.

Era quase 11h30 quando o foguete da Virgin Galactic fez uma curva lenta e voltou para a atmosfera da Terra, pousando cerca de 13 minutos depois na mesma pista de decolagem. O voo de teste também carregou cargas úteis de pesquisa para o programa de Oportunidades de Voo da NASA.

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O plano da Virgin Galactic com a espaçonave VSS Unity

Se tudo correr como planejado, a Virgin Galactic espera começar a operar voos turísticos suborbitais no início de 2022. Vale lembrar que a previsão original da empresa era de iniciar voos em 2015, mas o acidente com a VSS Enterprise durante um teste sobre o deserto de Mojave em 2014, que resultou na morte de um dos pilotos, fez com que a empresa redesenhasse o cronograma.

A espaçonave tem uma cabine interna luxuosa, capaz de levar seis passageiros por vez. Usando trajes customizados, eles experimentarão “vários minutos” de gravidade zero no ápice do voo, podendo apreciar a beleza de nosso planeta e a escuridão do espaço a partir de uma das várias janelas na cabine. 

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Um projeto de lei nos EUA pode complicar a Nasa, que tem um contrato bilionário com a SpaceX na construção de um novo módulo de pouso (“lander”) – favorecendo a Blue Origin no processo. O contrato em questão tem valor de US$ 2,9 bilhões (R$ 15,29 bilhões na conversão direta) para a empresa de Elon Musk, que venceu a companhia de Jeff Bezos em licitação nos EUA.

No mês de abril, a Nasa escolheu a SpaceX para construir o seu primeiro módulo de pouso lunar desde 1972, o que levou a uma onda de protestos por parte de legisladores, bem como das duas empresas derrotadas – Blue Origin e Dynetics. Segundo as reclamações a Nasa deveria ter escolhido duas empresas ao invés de uma. As manifestações foram vocais o suficiente para que o governo decretasse uma pausa emergencial no contrato vencido pela SpaceX.

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Imagem mostra fachada da empresa parceira da Nasa, a SpaceX, que recentemente venceu a concorrente Blue Origin em uma licitação nos EUA
Embora a SpaceX (foto) tenha vencido contrato bilionário com a Nasa, um novo projeto de lei no senado americano pode forçar agência a favorecer a concorrente Blue Origin. Imagem: Sundry Photography/Shutterstock

Pelo novo projeto, proposto pela senadora democrata Maria Cantwell, da Califórnia (mesmo estado onde fica a sede da empresa de Jeff Bezos), a Nasa teria a obrigação de reabrir o processo de licitação e usar todo o seu orçamento de US$ 10 bilhões (R$ 52,72 bilhões) para contratar uma segunda empresa, que construiria uma segunda opção de módulo de pouso.

Vale lembrar que a agência espacial deveria, segundo as normas, ter escolhido duas empresas. Pelos processos de licitação impostos, uma segunda opção deveria ficar de prontidão caso a primeira selecionada, por qualquer razão, ficasse indisponível. Neste caso, porém, a Nasa ficou apenas com a SpaceX – seu orçamento pedido era a metade do proposto pela Blue Origin -, o que irritou legisladores e competidores.

“Era o melhor interesse da Nasa que, com base no orçamento disponível, nós selecionássemos apenas uma [empresa]”, disse a chefe de voos espaciais de tripulação humana da Nasa, Kathy Lueders, que liderou a decisão em favor da SpaceX em abril.

A agência ainda argumenta que o projeto de lei não facilita a continuidade do projeto: “Não é algo simples como escolher a próxima [empresa] da fila”, disse uma fonte ao The Verge. Segundo ela, reabrir uma licitação deste tipo não só colocaria em risco a parceria já firmada com a SpaceX, mas poderia atrasar um esperado projeto da Nasa de retornar à Lua até 2024. A Blue Origin, porém, argumenta que justamente a não escolha de um segundo construtor é que coloca o projeto em risco.

O contrato da Nasa com a SpaceX prevê duas missões à Lua, ambas usando a nave Starship da empresa, que emprega um sistema de propulsores reutilizável. A primeira missão seria com uma nave não tripulada, enquanto a segunda embarcação levaria astronautas.

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Após 45 anos sem pousos na Lua, a Rússia está se programando para o lançamento da Luna 25, a primeira espaçonave russa a retornar à superfície da Lua. A última espaçonave lançada pela Rússia se chamava Luna 24 e ocorreu em 9 de agosto de 1976, quando o país ainda era conhecido como União Soviética.

O novo projeto tem como objetivo levar uma sonda autônoma para estudar a água congelada abaixo das superfícies no Polo Sul da Lua. A decolagem da nave está marcada para 1º de outubro de 2021.

E ao que tudo indica isso é só o começo. O projeto prevê cinco missões lunares no decorrer dos próximos anos.

Além da Rússia, países como Estados Unidos, China, Israel e Índia também compartilham de diversas missões lunares. A China, por exemplo, transportou as primeiras amostras lunares frescas para a Terra em décadas em uma série de missões ainda em andamento chamada de Chang’e.

Pelo jeito, vai ter congestionamento de trânsito na Lua.

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