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As vendas do grupo Renault caíram 4,5% em 2021 na comparação com o ano anterior, segundo números divulgados na última segunda-feira (17). Este é o terceiro ano consecutivo que o conglomerado fecha em baixa, ainda pressionado pelos impactos da pandemia e pela crise de fornecimento de chips.

No ano passado, o grupo Renault vendeu 2.696.401 automóveis, cerca de 250 mil unidades a menos do que em 2020. As vendas da marca Renault caíram 5,3% — o correspondente a 62,8% grupo —, totalizando 1.693.609 exemplares. O tour de force da fabricante foi o modelo eletrificado E-Tech, que representou 30% das transações na Europa (acima dos 17% em 2020). As vendas da marca popular Dacia subiram 3,1%, enquanto a Lada fechou em alta com 0,3% e a esportiva Alpine avançou 74%.

“A Renault atingiu o resultado de um terço dos veículos vendidos serem equipados com motorizações E-Tech e metade de seu total de vendas realizadas a clientes pessoa física”, disse Fabrice Cambolive, vice-presidente de vendas e operações da marca francesa, em comunicado à imprensa. “A Renault conta com estes bons resultados obtidos em 2021 para consolidar sua trajetória positiva e se posicionar novamente no segmento C em 2022, baseando-se nos lançamentos de seus novíssimos modelos Megane E-Tech Electric e Austral.”

Brasil fecha com a quarta colocação na lista dos principais mercados

A França continua sendo o mercado principal da Renault, com participação de 18% nas vendas (um total de 393.688 unidades). O Brasil, por sua vez, fechou em 4º lugar, com 6,5% de parcela nas comercializações e alta de 15% na venda de carros (comparando a 2020).

Os outros três países na lista dos líderes de venda são a Alemanha em segundo lugar, com 134.029 unidades, a Rússia em terceiro lugar, com 131.550, e a Índia em quinto, com 95.878.

Imagem: Sergio Photone/Shutterstock

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A chefe de clientes e produtos da BP, Emma Delaney, afirmou à Reuters que as estações de recarga estão “à beira” de se tornarem mais lucrativas para a empresa do que os postos de gasolina.

Números recentes da multinacional constatam que, na margem, sua rede de reabastecimento elétrico BP Pulse, baseada no Reino Unido, vem se aproximando do lucro obtido pelo combustível oferecido para as distribuidoras de gasolina.

Por conta disso, em breve, segundo o conglomerado britânico, a divisão elétrica pode se tornar lucrativa por conta própria.

“Estamos chegando a um ponto em que os indicadores do negócio para recarga rápida serão melhores do que os de combustível”, disse Delaney.

A executiva preferiu não divulgar quando as estações de recarga da BP vão superar as tradicionais. Mas informou que o lucro no Reino Unido com fornecimento de eletricidade para carros movidos a bateria cresceu, somente entre o segundo e o terceiro trimestre de 2021, em 45%.

“No geral, estamos vendo uma grande oportunidade no carregamento rápido para consumidores e empresas, bem como serviços de frota”, explicou. “É aí que vemos o crescimento.”

BP promete 70 mil estações de recarga até 2030

Até 2030, a BP planeja aumentar o número de estações para carregamento rápido dos atuais 11 mil para 70 mil. Ao contrário da rival Shell, que possui sua própria unidade de recarga, a companhia britânica manterá o foco no carregamento rápido, na faixa de 50 a 150 kW. “Fizemos a escolha de realmente ir atrás da alta velocidade, do carregamento em movimento, em vez de um carregamento lento para postes de luz”, explicou Delaney.

A BP começou a oferecer carregamento para veículos elétricos em 2010. Somente a partir de 2017, no entanto, a gigante do petróleo passou a considerar a ampliação de sua rede para carros movidos a bateria, conversando com fabricantes de EVs e considerando formas de entrar no mercado. Desde então, a companhia tem investido em tecnologias de bateria auxiliar e carregamento rápido como as criadas pela empresa israelense StoreDot.

Imagem: Phillip Brookes/Shutterstock

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A fabricante chinesa de veículos elétricos Eleksa apresentou o veículo elétrico CityBug na África do Sul. O Eleksa CityBug custa US$ 14.945, o equivalente a R$ 82.719, e é o EV mais acessível a chegar ao mercado sul-africano. O modelo pesa cerca de 450kg, é compacto, de duas portas, e pode acomodar quatro pessoas, oferecendo algumas características dentro de sua cabine para justificar o preço.

O Eleksa CityBug já está presente no Reino Unido e outras partes do mundo, embora esteja chegando à África pela primeira vez. A fabricante diz que o veículo é o ideal para quem quer economizar, já que promete custos mínimos de carregamento, em torno de 15 centavos de dólar por quilômetro.

CityBug

O automóvel tem uma bateria de 9kWh e um motor elétrico de 4kW, que dão ao veículo uma autonomia de 100km com uma única carga, apesar de uma velocidade máxima de cerca de 60km/h. O CityBug pode transportar cargas de até 300 kg e seu alcance pode ser dobrado para 200 km por meio de uma atualização.

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Além disso, o carro pode ser usado como um pequeno veículo de entrega. Mas, pensando nesse setor da economia, a Eleksa vai revelar outros carros elétricos voltados somente para o serviço. Isso inclui uma van de entrega bakkie e um SUV compacto familiar.

Eleksa CityBug

O CityBug oferece alguns recursos padrão, como vidros elétricos, sistema de ar condicionado, sistema de navegação integrado, painel de instrumentos digital e um hub de infoentretenimento com sistema operacional Android. Por enquanto, esse modelo não tem previsão de desembarcar no Brasil.

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A Volvo lançou na América do Norte uma versão aprimorada do seu caminhão VNR Electric, com acréscimo de 85% no alcance e carregamento mais rápido. Atualmente, o VNR Electric é um dos seis modelos de caminhões pesados 100% elétricos da montadora sueca.

Lançada no fim de 2020, a primeira geração do Volvo VNR Electric apresentava uma autonomia operacional de até 240 quilômetros. Já a nova versão do caminhão elétrico traz um alcance de 440 km com armazenamento de energia de até 565 kWh. Segundo a montadora, a melhora na performance pode ser atribuída a um aprimoramento no design e a uma nova opção de pacote de seis baterias.

O novo modelo da Volvo também reduz o tempo de carregamento. Isso se deve, segundo a montadora, à capacidade do conjunto de 250 kW, que permite carregar 80% do veículo em 90 minutos — para o pacote de seis baterias — ou em até uma hora — para a versão de quatro baterias.

A produção do Volvo VNR Electric revisado começa no segundo trimestre deste ano na fábrica da empresa em New River Valley, na Virgínia (sudeste dos Estados Unidos). O caminhão é projetado exclusivamente para o país.

Volvo VNR Electric
Volvo/Divulgação

50% dos caminhões da Volvo serão elétricos até 2030

Incidentalmente, a nova versão do Volvo VNR Electric faz parte dos planos da montadora sueca em eletrificar metade de sua frota de caminhões até 2030. No presente, além do VNR, a Volvo conta com cinco modelos de caminhão elétrico: Volvo FH, Volvo FMX, Volvo FM, Volvo FL e Volvo FE.

“Estamos determinados a liderar a transformação da indústria de transportes”, disse o presidente da divisão de caminhões da Volvo, Roger Alm, em comunicado à imprensa. “Em apenas oito anos, nosso objetivo é que metade das nossas vendas globais de caminhões sejam elétricos. O interesse entre os clientes é alto e está rapidamente se tornando uma vantagem competitiva para os transportadores oferecerem transportes elétricos e sustentáveis.”

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Uma das feiras mais tradicionais no comércio internacional, a CES (Consumer Electrics Show, na sigla em inglês) em Las Vegas (EUA) tem sido uma ótima vitrine para as montadoras anunciarem novidades relativas à transição elétrica nos últimos tempos.

Em 2022, o evento foi bastante afetado pela pandemia de Covid-19, mas ainda assim as marcas, de forma presencial ou virtual, exibiram uma série de novos conceitos de carros e tecnologias — de carros com ultra-alcance a patinetes. Todos com eletricidade como base energética, vale frisar.

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Com base nisso, o Olhar Digital fez um pequeno resumo sobre os carros que mais chamaram a atenção na CES 2022. Confira abaixo.

Chrysler Airflow

Chrysler Airflow
Chrysler/Divulgação

O nome é antigo e remonta ao primeiro carro nos Estados Unidos a incorporar um design aerodinâmico — em outras palavras, o primeiro streamliner lançado por lá, em 1934. O projeto em si, no entanto, não tem nada de vintage. Trata-se do tour de force da Chrysler em tecnologia autônoma e eletrificada, a base para uma futura geração de EVs da fabricante americana, hoje pertencente ao megaconglomerado Stellantis.

As especificações também impressionam: são dois motores montados em eixo duplo que gerarão 200 cavalos, cada um. É energia suficiente para o SUV conseguir rodar entre 560 e 645 km com uma única recarga.

Chevrolet Silverado

Chevrolet Silverado
GM/Divulgação

A picape elétrica da Chevrolet pode não ter tantos atributos tecnológicos quanto os outros modelos listados aqui, mas definitivamente é uma das máquinas mais marcantes da CES 2022 por oferecer ao consumidor médio um vislumbre sólido da transição elétrica. À primeira vista, aliás, ela sequer parece uma picape movida a bateria — tamanha a robustez.

Por dentro, a Silverado não faz feio: são 664 cavalos de potência, 644 km de autonomia, carregamento rápido e uma caçamba que aguenta mais de 4.350 quilos. Tudo por US$ 40 mil (cerca de R$ 220 mil), um preço não tão assustador para os padrões americanos.

Sony Vision S-02

Sony Vision S-02
Sony/Divulgação

Dois anos após mostrar o sedã Vision-S na CES, a Sony retornou em 2022 com um carro igualmente elegante porém mais numa pegada utilitária. O design, de fato, impressiona, ainda mais se a marca japonesa ousar na versão de série tudo o que prometeu no protótipo: dois motores elétricos com 268 cv, conexão 5G e capacidade de quatro a sete passageiros, dependendo da configuração escolhida pelo usuário.

O preço e a autonomia ainda são um mistério e a Sony não tem, por enquanto, uma experiência automotiva confiável, mas somente pelo projeto, é impossível deixar de elogiar os nipônicos.

Mercedes-Benz Vision EQXX

Mercedes-Benz Vision EQXX
Mercedes-Benz/Divulgação

O Vision EQXX, da Mercedes-Benz, foi um dos carros mais impressionantes na CES 2022 por estabelecer um novo paradigma (ao menos no papel): 1.000 quilômetros de autonomia — o suficiente, por exemplo, para ir de São Paulo a Goiânia ou Berlim a Paris com uma única carga. Se o leitor tomar o Tesla Model S como o benchmark da indústria nesse sentido, o EQXX o supera em quase 100 quilômetros.

De qualquer forma, como se trata de um conceito, temos apenas as palavras da montadora alemã como informação. Fica o desejo de que a tecnologia seja desenvolvida e, pelo alto investimento anunciado pela Mercedes-Benz em elétricos até 2030, não há muito motivo para duvidarmos dela.

BMW iX Flow

BMW iX Flow
BMW/Divulgação

A BMW lançou uma série de coisas interessantes na CES 2022, que incluíram o promissor SUV elétrico iX M60 e um modo de arte digital, criado pela artista chinesa Cao Fei. O destaque, no entanto, ficou para o iX Flow, um utilitário que pode mudar de cor em tempo real.

Literalmente, é apertar um botão no painel que o carro alterna entre os tons cinza, branco e preto. A alternância é possível porque o iX Flow é revestido por uma tecnologia de papel eletrônico chamada E-Ink, usada em e-readers como o Kindle. Por coincidência, aliás, a empresa chinesa Vivo também lançou um celular que muda de cor na CES 2022, os V23 e V23 Pro.

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A BMW convidou a artista visual chinesa Cao Fei para criar um modo de arte digital para seu novo SUV, o iX M60, apresentado na semana passada durante a CES 2022. O modo especial, afirma a montadora alemã, foi idealizado como forma de comemorar os 50 anos de aniversário do Grupo de Engajamento Cultural da BMW. Com o programa, a empresa diz ter estabelecido “mais de 100 iniciativas de longo prazo nos campos da arte moderna e contemporânea, música clássica, jazz, arquitetura e design”.

BMW iX M60 com modo de arte digital ativado
Painel de bordo do BMW iX M60 com o modo de arte digital ativado (Fabian Kirchbauer/BMW/Divulgação)

Cao Fei já havia trabalhado anteriormente para a BMW, participando da confecção do M6 GT3 Art Car. Já no novo projeto, a artista chinesa afirma ter se inspirado na mudança contínua de um mundo globalizado e interconectado para produzir a obra Quantum garden (“jardim quântico”). Nela, Fei procurou representar galáxias de espaços pictóricos que são preenchidas com nebulosas e feixes de luz. Ao ativar o modo de arte digital no BMW iX M60, esses elementos se aproximam e se afastam uns dos outros em diferentes velocidades enquanto crescem e encolhem.

“Hoje vemos arte dentro do carro”, explica Cao, sobre a obra multimídia. “Não é mais uma decoração de hardware. Ela se desenvolveu a ponto de ser integrada ao software do carro e atualizada no futuro. [Nesse sentido] a ideia geral desta criação é que eu quis desenhar uma forma de interligar múltiplos universos. Pois acho que o universo é uma espécie de consciência, que pode ser refletida em luz, cor e som.”

Disponibilidade em série

O modo de arte digital foi criado especialmente para a CES 2022, mas a BMW afirma que vai disponibilizar o recurso para os veículos de série — não apenas o iX M60, aliás. De acordo com a montadora alemã, alguns modelos terão o modo disponível para seleção padrão, enquanto outros poderão adaptá-lo à interface por meio de atualizações de software. A BMW não especificou quais modelos receberão, além da nova SUV.

“Pela primeira vez, tornamos a arte digital parte integrante da experiência de condução moderna em um carro e usamos tecnologia inovadora para transformar a mobilidade em uma experiência individual, altamente exclusiva e emocional”, disse o vice-presidente sênior de carros digitais da BMW, Christoph Grote.

Crédito da imagem principal: BMW/Divulgação

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Acompanhando o salto nos valores dos carros usados em 2021, o preço do IPVA, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, também subiu este ano. A cobrança do tributo (que varia de estado para estado) pesa mais no bolso dos paulistas, já que a alíquota adotada pelo estado é a maior possível: 4% sobre o valor tabelado de um veículo.

Logo, não surpreende que os valores mais caros do país venham de lá. O maior imposto cobrado em São Paulo ficou para a lista seleta de donos do veículo Porsche 918 Spyder. São apenas duas unidades emplacadas em todo o estado.

Porsche 918 Spyder estacionado na Park Lane Road, no centro de Londres.
Porsche 918 Spyder estacionado na Park Lane Road, no centro de Londres. Imagem: dimcars/Shutterstock

Considerando o valor atual do modelo, que se aproxima dos R$ 13,2 milhões, o IPVA é calculado acima dos R$ 525 mil para 2022. Se o tributo for pago de uma só vez, o valor final cai para cerca de R$ 480 mil por conta do desconto de 9%.

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Além do valor do IPVA, outros números do Porsche 918 são igualmente impressionantes, tanto que o colocam em uma prateleira acima dos superesportivos. Parte da categoria dos chamados hipercarros, o modelo foi apresentado pela primeira vez em 2013 na Alemanha.

Porsche 918 Spyder
A produção do modelo foi encerrada em 2015. Em alusão ao seu nome, foram apenas 918 unidades produzidas. Imagem: Fingerhut/Shutterstock

O Porsche 918 Spyder foi desenvolvido com motorização híbrida, composta por um motor principal a combustão V8 de 4.6L capaz de entregar 608 cv de potência e 55 kgfm de torque. Em conjunto, a marca alemã incluiu mais dois motores elétricos: um de mais 129 cv no eixo dianteiro e outro de 156 cv na traseira. No total, o veículo oferece 887 cv e 93,5 kgfm de torque ao motorista. 

Com transmissão automatizada de dupla embreagem com sete velocidades e tração integral, o Porsche 918 mantém números que são difíceis de bater até hoje no seu segmento. A aceleração de 0 a 100 km/h, por exemplo, se dá em 2,6 segundos e a velocidade máxima é de 345 km/h.

Via: CNN

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A Indy Autonomous Challenge (IAC), uma competição que visa o avanço da tecnologia necessária para o desenvolvimento de carros autônomos, concluiu uma de suas principais competições na última sexta-feira (7). A corrida foi realizada no Las Vegas Motor Speedway, durante a CES 2022.

O objetivo do IAC é aumentar substancialmente a tecnologia necessária para termos veículos totalmente autônomos, melhorando aspectos como segurança e o desempenho em esportes motorizados em circuitos fechados. Os avanços alcançados também servem para automóveis de consumo em vias públicas.

Como foi a competição

Carros não podiam receber controles dos boxes, com exceção de um comando para uma meta de velocidade. Crédito: IAC/Divulgação

Os carros autônomos que participaram do IAC usam um chassi modificado da Indy Lights, categoria de acesso da IndyCar Series, a principal categoria de automobilismo de monopostos dos Estados Unidos. Os chassis são construídos pela Dallara, construtora italiana de carros de corrida.

Normalmente, os carros seriam operados por motoristas humanos, porém, no lugar dos pilotos, os carros contam com ferramentas como lidar, radar, GPS e câmeras ópticas. Os equipamentos foram instalados de forma idêntica nos carros, com a diferenciação sendo feita nos softwares e computadores de bordo.

O IAC foi disputado por nove equipes, que foram compostas por universidades com profissionais de oito países diferentes. A equipe Juncos Hollinger Racing, que competirá na IndyCar, é a responsável pela montagem e manutenção dos veículos da competição.

O que muda?

O software que dirige cada um dos carros autônomos é projetado para reagir ao ambiente a intercorrências por conta própria. Os carros não podem ser controlados remotamente dos boxes, a única ação dos programadores é a definição de uma meta de velocidade, que é enviada ao carro.

Durante uma das sessões do IAC, de tomada de tempo, cada carro deu uma volta lançada pela pista. Os primeiros colocados atingiram nada menos do que 170 km/h. A segunda sessão consistiu em corridas com dois carros, que tinham a função de tentar chegar na frente do outro, em velocidades cada vez maiores.

Vencedores

As sessões foram as primeiras realizadas por veículos autônomos em um autódromo homologado, o que é um marco importantíssimo para essa tecnologia. E pode-se dizer que foi um sucesso, já que, com exceção de uma colisão com a barreira de proteção, a maior parte da competição ocorreu sem problemas.

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No fim, a equipe vencedora foi a PoliMove, composta por alunos da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, e da Politécnica de Milão, da Itália. As duas dividiram um prêmio de US$ 150 mil (cerca de R$ 845 mil, na cotação atual).

Via: Motorsport Week

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O principal gargalo na fabricação de carros elétricos é a autonomia, o que tem levado as montadoras a buscarem componentes diferentes do convencional íon-lítio para as baterias. Uma saída para o problema são as bateria de estado sólido, que armazenam mais energia e fornecem um tempo de carregamento mais rápido para o veículo. De olho na solução, e já tendo realizado testes, a Toyota anunciou na última quinta-feira (6) que planeja construir um carro com bateria de estado sólido até 2025.

Mas não será, como esperado, um veículo elétrico. Sim, a Toyota vai combinar a bateria de estado sólido com um carro a combustão interna. Segundo Gill Pratt, cientista-chefe da montadora japonesa, a ideia é tirar proveito da nova bateria para produzir uma tecnologia híbrida que mantenha os custos de um modelo de produção a um preço baixo.

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Pratt também afirmou que as baterias de estado sólido carregam e descarregam de uma forma diferente das convencionais. Logo, utilizá-las primeiramente num contexto híbrido pode fornecer à Toyota uma visão mais abrangente antes de acoplá-las a um automóvel 100% elétrico. Para Pratt, os híbridos vão fornecer um teste perfeito para a tecnologia.

“Um dos motivos pelos quais a Toyota está começando com os híbridos é porque deseja introduzir no mercado as baterias de estado sólido o mais rápido possível, obter feedback do cliente e continuar a desenvolvê-las”, disse o cientista, em entrevista à Autoline, durante a CES 2022.

Em setembro, a Toyota confirmou o primeiro teste de um protótipo com bateria de estado sólido. No vídeo divulgado à época (ele pode ser visto acima), o veículo parece ser autônomo, estampando um decalque com os dizeres powered by all-solid state battery (“movido a bateria totalmente de estado sólido”, em tradução livre). À primeira vista, o carro se parece com o LQ Concept, exibido em 2019 no Salão do Automóvel de Tóquio, e utilizado em diversos comerciais para os Jogos Olímpicos.

Imagem: Sergej Lebedev/Shutterstock

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A Honda lançou nesta semana no Brasil uma série de vídeos que narram sua trajetória de 50 anos no país. Dividido em cinco episódios de seis minutos, o projeto “Cada sonho, uma história” busca retratar os principais acontecimentos da marca japonesa de 1971 até aqui. O primeiro episódio da websérie está disponível desde o último dia 27 nos canais da Honda no YouTube e nas redes sociais (Facebook e Instagram).

“A websérie que produzimos busca trazer curiosidades e histórias que muitas pessoas não conhecem sobre o legado da Honda Motos, ao longo dos 50 anos em que estamos presentes no Brasil”, explica Pedro Rezende, gerente geral de comunicação e brand da Honda, em comunicado à imprensa. “Contamos histórias de diferentes gerações e, dentre todas elas, pudemos perceber o quanto as motocicletas estão presentes na vida das pessoas e contribuem para a mobilidade de milhares de brasileiros.”

A produção da websérie é assinada pela agência Publicis e pela produtora Big Bonsai e conta com a participação de jornalistas, clientes e pilotos que participaram da história da montadora japonesa no Brasil.

Episódios

O primeiro capítulo na série comemorativa aos 50 anos da Honda no Brasil acompanha a história da primeira corrida da montadora no motociclismo internacional em 1954. Curiosamente, uma prova válida por um festival de velocidade em comemoração ao 4º Centenário da cidade de São Paulo, no autódromo de Interlagos.

No segundo capítulo, que vai ao ar na semana que vem, os desafios da construção da fábrica de Manaus, nos anos 1970, e uma insólita jornada da capital do Amazonas a São Paulo a bordo de uma CG125.

O terceiro episódio contará a história da célebre CBX750F, um dos modelos mais populares da Honda em seus 50 anos no Brasil, enquanto o quarto fala sobre pessoas que concretizaram seu sonho de ter um veículo próprio ao adquirir a motocicleta japonesa.

Por último, o episódio final falará sobre as histórias por trás da pista de testes da Honda, em Manaus, e como esse campo de provas convive com 802 hectares de cultivo de espécies ameaçadas de extinção.

Imagem: Siyanight/Shutterstock

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