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Nesta segunda-feira (25), o governo do estado de São Paulo atingiu a importante marca de 100% da população adulta com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Os dados são da Secretaria de Saúde, que divulgou também que o percentual de pessoas totalmente imunizadas no estado é de 86%.

Seringa com a vacina para a Covid-19
Governo do estado de São Paulo divulgou que o número equivalente ao total da população já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

De acordo com a Agência Brasil, a contagem se baseia em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e indica 35,3 milhões de pessoas vacinadas. Isso quer dizer que a marca não significa, necessariamente, que todos os paulistas tomaram a vacina, mas sim que o número de doses aplicadas é equivalente ao tamanho da população estimada pelo IBGE para o estado. Pessoas de outras partes do país também podem ter se vacinado em São Paulo.

Ao todo, foram aplicadas mais de 70,4 milhões de doses até as 16h48 desta segunda-feira, sendo mais de 37,4 milhões com a primeira dose e pouco mais de 29,5 milhões com a segunda. Cerca de 1,17 milhão de pessoas foram imunizadas com dose única

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Também foram administradas mais de 2,354 milhões de doses extras, no público previsto no Plano Estadual de Imunização (PEI), que inclui idosos, imunossuprimidos e profissionais de saúde. Segundo o governo estadual, a aplicação de doses adicionais já estava autorizada desde 6 de setembro. 

Primeiro estado a começar a vacinação no Brasil, São Paulo deu início à campanha de imunização em 17 de janeiro deste ano.

De acordo com a Secretaria de Saúdo do estado, ainda há 4 milhões de pessoas que não compareceram aos postos para tomar a segunda dose na data marcada.

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Nesta sexta-feira (22), o Brasil recebeu uma nova remessa com 1,7 milhão de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. Esse é o oitavo lote do segundo contrato do governo brasileiro com a fabricante norte-americana.

De acordo com a Agência Brasil, o avião, que veio de Amsterdam, na Holanda, pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) às 6h55. As próximas entregas do imunizante estão previstas para a próxima semana.

Brasil recebeu 1,7 milhão de doses da vacina da Pfizer nesta sexta-feira (22) e deve receber mais 100 milhões até dezembro. Imagem: Seda Yalova/Shutterstock

Segundo o Ministério da Saúde, desde o início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus, em janeiro de 2021, mais de 102 milhões de doses da vacina da Pfizer já foram aplicadas. 

Com 100 milhões de doses previstas para serem entregues até dezembro, a Pfizer informou que desde que foram iniciadas as entregas das doses referentes ao segundo contrato com o governo federal, mais de 13 milhões já foram distribuídas. 

Vacina da Pfizer tem 90% de eficácia em crianças com mais de 5 anos

Já liberado para uso em adolescentes acima de 12 anos no Brasil, o imunizante da Pfizer, de acordo com a fabricante, demonstrou 90% de eficácia em crianças acima de 5 anos.

A Pfizer já havia informado em setembro que o imunizante é seguro para crianças, mas a taxa de eficácia ainda não havia sido anunciada. A pesquisa foi feita com 2.268 crianças de 5 a 11 anos de idade. 

De acordo com a Pfizer, as doses ministradas nesse grupo tinham o equivalente a 1/3 da quantidade aplicada em adultos, e uma parte do grupo recebeu placebo.

Segundo os resultados, apenas três crianças que tomaram a vacina da Pfizer testaram positivo para Covid-19, contra 16 do grupo do placebo, o que demonstra a alta eficácia do imunizante nessa faixa etária.

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Na quinta-feira (21), o Ministério da Saúde divulgou dados que revelam que mais de 20 milhões de pessoas ainda não voltaram ao posto de vacinação e completaram o esquema vacinal contra a Covid-19 em todo os estados do Brasil.

O levantamento considera apenas casos em que o prazo dado para a segunda dose já venceu. Isso porque se todos tivessem cumprido o prazo, o Brasil teria mais de 80% do público-alvo, que encaixa 12 anos ou mais, completamente vacinado.

As pessoas que vão ao posto de vacinação tomar a primeira dose já sabe quando precisa voltara para completar a imunização contra a Covid-19. A data de retorno é anotada no próprio cartão de vacina. Além disso, em comunicado, o Ministério da Saúde reforçou a importância dessa ação dentro do intervalo recomendado: “Só assim as vacinas irão atingir a efetividade necessária contra a Covid-19.”

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Até agora, o Ministério da Saúde enviou aos estados e ao Distrito Federal mais de 320 milhões de doses de vacina contra Covid-19, somatizando que 151,9 milhões de pessoas receberam a primeira dose. O número de indivíduos com o esquema vacinal completo chega a 111,8 milhões, o que é mais da metade da população.

Segundo os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelo governo federal, a média móvel de óbitos registrou uma redução de 87% se comparado com auge da pandemia, em março e abril de 2021.

Mulher se nega a ser vacinada contra a Covid-19
Crédito: Ivan Nadaski/iStock

Fonte: Agência Brasil

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Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Saúde se pronunciou para garantir que o esquema vacinal completo contra a Covid-19 ocorrerá em todos os estados do Brasil. O comunicado ocorreu durante audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF).

A audiência foi convocada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que é o relator da ação na qual o governo da Bahia afirma que há defasagem de aproximadamente 1 milhão de doses para o estado. Junto disso, a procuradoria estadual disse que as doses da CoronaVac que foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e não foram repostas.

Em reunião, ficou acordado que o governo federal dará andamento no prazo de dez dias: “O Ministério da Saúde compromete-se a assegurar o esquema vacinal completo ao estado da Bahia, bem como aos demais estados, conforme definido em consenso tripartite, observando os cálculos de envio de quantitativos de seus informes técnicos.”

homem sendo vacinado
A vacinação é o único método conhecido até o momento para proteger contra o vírus e suas variantes. Imagem: Shutterstock

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Fonte: Agência Brasil

São Paulo diminui intervalo entre doses da vacina da Pfizer

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB/SP), anunciou por meio de suas redes sociais na tarde desta segunda-feira (18) que o intervalo entre doses da vacina da Pfizer será reduzido no estado. Agora, a segunda dose poderá ser aplicada em adultos apenas 21 dias após a primeira.

A nova regra só vale para os maiores de 18 anos, contudo, a medida deve beneficiar pelo menos dois milhões de paulistas, segundo estimativas da administração estadual.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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O Brasil ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas com o ciclo vacinal contra a Covid-19 completo. Esse termo é usado para nominar os indivíduos que já receberam duas doses da vacina oferecidas no país ou a dose única da vacina Janssen.

Apesar da marca expressiva, o país ainda não atingiu metade da população totalmente vacinada e neste momento conta com 47% das pessoas com o ciclo completo. Ao todo, foram aplicadas 249,7 milhões de doses na população, em que 149,7 milhões receberam a primeira dose e 100 milhões tiveram a aplicação das duas doses ou dose única.

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No quadro internacional, o Brasil ocupa a 62ª posição no ranking de países na vacinação contra a Covid-19 em relação à população de cada lugar, de acordo com a Universidade Johns Hopkins, com sede nos Estados Unidos.

No entanto, o país está acima da média mundial, que é um pouco mais de 35%. Ao considerar o número absoluto, o Brasil fica na quarta posição como país com mais pessoas com o ciclo vacinal completo, atrás dos Estados Unidos (187,7 milhões), da Índia (272,6 milhões) e da China (1,047 bilhão).

Fonte: Agência Brasil

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O astro do basquete dos EUA e medalhista de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, Kyrie Irving, não vai poder jogar ou treinar com a equipe do Brooklyn Nets por não compartilhar seu status de vacinação. A imunização é obrigatória para a participação em eventos públicos na cidade de Nova York.

Irving tem permissão para continuar realizando atividades nas instalações da equipe e, teoricamente, poderia seguir treinando e até mesmo jogando em partidas fora de casa. Porém, para o gerente-geral da franquia, Sean Marks, não é viável ter um atleta “trabalhando apenas meio período”.

Vacinação é “assunto privado”

Kyrie Irving joga como armador e é um dos principais jogadores da NBA. Aos 29 anos, o atleta já conquistou um título da liga, na temporada 2015/2016 com os Cleveland Cavaliers. Iving não confirmou se tomou ou não a vacina contra a Covid-19, segundo ele, este tema é de foro privado.

Porém, a liga informou que as exigências de vacinação para acompanhar os jogos nas cidades de Nova York e San Francisco também se estendiam para os jogadores. Com isso, os atletas de New York Knicks, Brooklyn Nets e Golden State Warriors, teriam que se vacinar para jogar.

Sem meio período

Jogadores do Brooklyn Nets
Com nomes como James Harden e Kevin Durant, o Brooklyn Nets é um dos favoritos ao título da NBA. Crédito: Reprodução/Instagram

Em comunicado à imprensa, Marks disse que a escolha de Kyrie Irving foi pessoal e que a franquia respeitava seu “direito individual de escolha”. Porém, essa escolha restringia sua participação na equipe em tempo integral e não seria permitido que nenhum membro da equipe trabalhasse meio período.

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Apesar de Irving ser um dos melhores jogadores da equipe, para Marks, sua ausência não muda em nada os objetivos do Brooklyn Nets na temporada. O time é considerado um dos mais fortes da NBA e um dos grandes favoritos ao título.

A temporada da NBA começa na próxima terça-feira (19), o Brooklyn Nets estreia contra o atual campeão, o Milwaukee Bucks, em uma reedição das finais da Conferência Leste da última temporada.

Via: CNN Brasil

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Nesta quarta-feira (6), o Ministério da Saúde informou que distribuiu um lote de 2,6 milhões de doses da vacina da Pfizer para a segunda aplicação. Com isso, o objetivo é acelerar o cumprimento do ciclo vacinal da população, jáa que pelos cálculos da pasta, cerca de 17 milhões de brasileiros já deveriam ter tomado a segunda dose e ainda não tomaram.   

“A falta da segunda dose prejudica o efeito esperado das vacinas na proteção contra o vírus e aumenta o risco de sintomas mais graves e óbitos pela doença. A segunda dose deve ser tomada mesmo se houver atraso no intervalo recomendado pelos laboratórios”,disse a pasta. 

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Além disso, os lotes da Pfizer serão entregues para todos os estados e para o Distrito Federal a partir desta quarta-feira e a distribuição será contínua até sexta-feira (8). Inclusive, os detalhes desta distribuição constam no 55º Informe Técnico da pasta. 

Segundo o Ministério da Saúde, até este momento, foram distribuídas mais de 300 milhões de doses para todo Brasil. Desse total, de 147 milhões de brasileiros tomaram a primeira dose, representando quase 94% dos 158 milhões de brasileiros adultos e mais de 95 milhões completaram o ciclo vacinal. 

Fonte: Agência Brasil

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Até segunda-feira (4), cerca de 133.747 idosos com 80 anos ou mais já tomaram a dose de reforço contra a Covid-19, no Rio de Janeiro. Isso corresponde a 61%, enquanto 69.939 pessoas da mesma faixa etária estão com o esquema de vacinação completo, incluindo a primeira e segunda doses da vacina.

Nesse cenário, as pessoas ainda não receberam a dose de reforço, enquanto a aplicação da segunda dose da vacina foi há, pelo menos, três meses.

Os dados são de acordo com o Painel Rio Covid-19, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital carioca. Com isso, as pessoas com 80 anos ou mais imunizadas somente com a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus alcançam 7.454, enquanto as não vacinadas somam 9.126.

Na faixa de 75 anos a 79 anos, 24.997 pessoas tomaram a terceira dose da vacina contra a Covid-19 (16%) e 121.475 estão apenas com a primeira e segunda doses, representando que 79% faltam receber a dose de reforço.

Além disso, até o próximo sábado (9), o calendário de vacinação da prefeitura do Rio de Janeiro prevê a aplicação do imunizante da Covid-19 de maiores de 73 anos com a terceira dose.

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Fonte: Agência Brasil

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A cidade do Rio de Janeiro fará uma repescagem geral para todos os cariocas que ainda não receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 nesta sábado (25). As aplicações acontecerão em postos espalhados por toda a cidade entre as 8h e 17h.

Como o Rio de Janeiro tem um bom estoque das vacinas de duas doses, CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer, os cariocas que ainda não tomaram a primeira dose poderão escolher o imunizante que vão receber. A escolha, porém, só será permitida para quem se imunizar durante a repescagem.

Os postos de vacinação também aplicarão a segunda dose de todas as vacinas, porém, somente nos casos em que o intervalo entre as aplicações já tenha sido cumprido. Para tomar a segunda dose, será necessário levar o comprovante da primeira para a conferência dos dados.

Cartaz da repescagem de vacinação no Rio de Janeiro
Cariocas poderão escolher qual vacina tomar no caso da primeira dose. Crédito: Prefeitura do Rio de Janeiro/Divulgação

Sommeliers permitidos?

A prática da escolha de imunizantes, que ganhou o apelido jocoso de “sommelier de vacinas”, foi bastante criticada durante o início da campanha de vacinação no Brasil. Muitas cidades, inclusive, tomaram medidas incisivas para evitar esta prática.

Em diversos locais, pessoas que se negavam a tomar a vacina por conta do imunizante aplicado em determinado posto, precisavam assinar um termo de responsabilidade, que fazia com o cidadão fosse colocado no final da fila de vacinação e só pudesse se imunizar depois de todos os demais.

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Porém, a permissão da escolha nesta repescagem é mais uma ação da Prefeitura do Rio de Janeiro para acelerar e incentivar a imunização na capital fluminense. Outra ação do tipo é a adoção do passaporte de vacina, que tem sido cobrado para a entrada em locais como cinemas e teatros.

Nesta sexta-feira (24), o Rio concluiu o calendário de vacinação de todas as faixas etárias, com a vacinação dos adolescentes entre 12 e 13 anos. A partir de agora, a capital fluminense deve focar os esforços na aplicação das doses de reforço em idosos e imunossuprimidos.

Via: G1

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Os representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberam informações do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo que negam a relação entre a morte de uma adolescente e a sua vacinação contra Covid-19. Segundo a Anvisa, os dados apresentados foram considerados “consistentes e bem documentados”.

Sete dias depois de ter tomado a vacina contra o vírus, uma adolescente de São Paulo morreu. A causa provável, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, foi relacionada ao diagnóstico de doença autoimune, chamada de púrpura trombótica trombocitopênica (PPT), a qual é identificada com base no quadro clínico e em exames complementares.

“O relatório de investigação elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo foi recebido pela agência na noite deste domingo, 19 de setembro, contendo detalhes de todo o processo de avaliação que concluiu não ser possível atribuir diretamente o óbito à vacinação”, informou a Anvisa através de uma nota.

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Com isso, a agência notificará a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as investigações para avaliação de segurança. A Anvisa afirmou que manterá a sua posição sobre os benefícios das vacinas e também de sua importância no combate à pandemia.

“Até o momento, os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus risco para todas as vacinas autorizadas no Brasil, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

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