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A Universidade de São Paulo (USP) será a primeira universidade pública do Brasil a ter uma sala de aula virtual dentro do metaverso. O projeto interdisciplinar é uma parceria entre a instituição de ensino e a Radio Caca, e deve proporcionar um ecossistema on-line e 3D que combina uma série de ambientes virtuais.

A entrada da USP no metaverso será coordenada pela Escola Politécnica da universidade e deve ser usado para a condução de pesquisas sobre aplicações práticas e aspectos técnicos, econômicos e legais do ambiente virtual. A intenção do projeto é a construção de uma “réplica da USP” dentro do universo digital.

Um ambiente aberto para todos

Objetivo dos pesquisadores e construir uma réplica exata da USP dentro do metaverso. Crédito: USP/Divulgação

De acordo com o professor do Departamento de Engenharia da Computação, Marcos Simplício, o projeto deve proporcionar um ambiente em que será possível ver o que acontece dentro da instituição em termos de pesquisa. Além de ter acesso com o que é produzido, também será possível interagir com as pesquisas. O Metaverso da USP será aberto para qualquer pessoa.

Do ponto de vista do ensino, uma das opções que deve ser testada é a aula no metaverso, que seria uma substituta da aula por videoconferência, que foi a opção adotada durante a pandemia da Covid-19. Para tornar isso possível, serão trabalhados aspectos técnicos, como a modelagem 3D.

Outros projetos

Um outro projeto, este comandado pelo professor Almir Almas, da Escola de Comunicações e Arte (ECA), envolve construir um memorial dentro do ambiente virtual. O objetivo é ajudar os alunos e docentes a lidar com o luto, de modo especial, parentes e amigos de vítimas da Covid-19, que não tiveram uma despedida adequada.

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Em relação às regras de convivência, os pesquisadores estão pensando em formas de impedir ataques verbais e outras violências comuns no ambiente virtual. De acordo com Simplício, esta é uma questão que está em discussão, e, no momento, o grupo está buscando pesquisadores interessados no metaverso para construir projetos pilotos.

Via: Jornal da USP

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Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram uma máscara facial capaz de inativar os vírus Sars-CoV-2, causador da Covid-19, e Influenza, que causa a gripe. O acessório pode ser uma arma importante no combate às doenças transmitidas pelo ar, principalmente durante o inverno.

A Máscara da USP será comercializada com o nome de Phitta Mask e conta com uma tecnologia batizada de Phtalox, que tem o poder de eliminar partículas virais assim que elas entram em contato com o tecido. Por conta dessa tecnologia, a camada externa do vírus pode ser destruída em poucos segundos, o que impede sua replicação.

Testes foram feitos no auge da pandemia

Máscaras desenvolvidas pela USP não precisam ser trocadas a cada 3 horas, como acontece com as máscaras cirúrgicas comuns. Crédito: ToKa74/Shutterstock

Segundo os pesquisadores da USP, os testes com a máscara foram feitos entre 2020 e 2021, durante a primeira e a segunda onda da doença no Brasil. Segundo os pesquisadores, a eficácia da máscara é de 99% contra o vírus da Covid-19, incluindo as variantes Delta, Gama, Ômicron e Zeta, além do vírus Influenza A e Influenza B.

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Para desenvolver a máscara, os pesquisadores contaram com o auxílio da empresa brasileira de tecnologia Golden Technology. Em comunicado, o coordenador das análises, Edison Luiz Durigon, declarou que ter este acessório é importante para prevenir uma doença com alto índice de mortalidade, principalmente entre gestantes e idosos.

Segundo o CEO da Golden Technology, Sérgio Bertucci, a nova máscara não precisa ser trocada a cada três horas, como é o caso da máscara cirúrgica comum, mas tem uma proteção de 12 horas. De acordo com o executivo, isso garante pode diminuir significativamente o descarte dos acessórios na natureza.

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) de Araraquara descobriram que o canabidiol (CBD), combinado com o antibiótico polimixina B pode ser eficaz no combate a superbactérias presentes no ambiente hospitalar.

Entre os alvos que foram atingidos com sucesso pelo CBD estão algumas bactérias extremamente resistentes a antibióticos, como a Klebsiella pneumoniae, que pode causar desde infecções no sangue até pneumonias e meningite.

Resultados surpreenderam os pesquisadores

O que mais surpreendeu os pesquisadores foi o fato de o canabidiol apresentou resultados promissores contra bactérias que eram resistentes à própria polimixina B. Além disso, usado sozinho, o CBD também teve ação antibacteriana.

O canabidiol foi especialmente eficaz contra as bactérias Streptococcus, Staphylococcus, Micrococcus, Rhodococcus, Mycobacterium, Neisseria e Moraxella. Esses patógenos podem causar infecções respiratórias, no aparelho digestivo e infecções sexualmente transmissíveis (IST).

CBD se mostrou eficaz contra uma gama de bactérias, incluindo quando foi usado sozinho. Crédito: Universidade de São Paulo/Divulgação

“Utilizamos diferentes metodologias que contribuíram para o entendimento de conceitos microbiológicos sobre a atividade antibacteriana da combinação do CBD com a polimixina B”, disse o autor principal do estudo, Leonardo Neves de Andrade, em comunicado à imprensa.

A equipe sugere que os canabinóides sejam mais explorados pela ciência, com novas formulações farmacêuticas, em ensaios pré-clínicos e testes clínicos em seres humanos. Segundo Andrade, isso pode, inclusive, reposicionar o canabidiol como um novo antibiótico contra superbactérias.

Um problema de saúde pública

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), infecções por bactérias hospitalares extremamente resistentes a medicamentos antibióticos, as chamadas superbactérias, são um enorme desafio para a saúde pública. Esses patógenos podem causar uma maior dificuldade para o tratamento de doenças infecciosas já conhecidas, o que causa um prolongamento da infecção, que pode levar até à morte.

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“Existem infecções hospitalares causadas por bactérias extremamente resistentes a praticamente todas as opções terapêuticas disponíveis no mercado. Dessa forma, o CBD surge como uma promessa, pois já tem uso licenciado e já demonstrou ser seguro para outras indicações clínicas”, declarou o médico infectologista e coautor do estudo, Fernando Bellissimo Rodrigues.

O infectologista explica que as próximas etapas incluem a realização de testes pré-clínicos e clínicos em modelos animais e, posteriormente, humanos. Só assim será possível avaliar se os resultados dos testes in vitro serão confirmados.

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A Covid-19 é uma doença predominantemente respiratória, porém, não é incomum encontrar vestígios do vírus nos tecidos de outros órgãos que não os pulmões e as mucosas. Estudos mostram, por exemplo, alterações no sistema circulatório, onde o vírus danifica uma membrana importantíssima conhecida como endotélio.

Essa membrana envolve o interior do coração e os vasos sanguíneos, desempenhando papel crucial para que o sangue seja irrigado da maneira adequada aos outros órgãos. Para investigar melhor como a Covid-19 pode atingir o sistema circulatório, uma equipe internacional de pesquisadores montou um estudo amplo e inédito.

No estudo, os pesquisadores monitoram o endotélio de pacientes com Covid-19 que haviam sido internados em diferentes unidades de terapia intensiva (UTI) em diferentes lugares do mundo. Para isso, eles usaram um dispositivo óptico infravermelho portátil, não invasivo e movido a bateria para observar a saúde microvascular.

Estudo envolveu o Brasil

Mapa dos locais onde o projeto Hemocovid foi realizado
Projeto contou com institutos de pesquisa de diferentes locais, como Brasil, México e Espanha. Crédito: Hemocovid/Divulgação

Os dados foram coletados em seis hospitais diferentes de três países, incluindo o Brasil. Os pesquisadores usaram um método conhecido como espectroscopia de infravermelho próximo (Nirs) para estudar a saturação de oxigênio nos tecidos dos órgãos e na corrente sanguínea, além da gravidade da doença.

No Brasil, o estudo foi conduzido por pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), do Instituto de Física Gleb Wataghin, também da Unicamp, e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

Comprometimento do sistema circulatório está ligado à gravidade da doença

Após a coleta de dados de mais de 100 indivíduos, a equipe encontrou alterações no sistema circulatório de pacientes com Covid-19 grave, principalmente no processo de circulação dentro dos microvasos de tecido. O grau dessas alterações estava diretamente associado à gravidade da doença.

“Esses resultados preliminares são altamente relevantes em vários aspectos”, diz Jaume Mesquida, clínico do Hospital Parc Tauli, em Barcelona, na Espanha. “Em primeiro lugar, reforçamos a ideia de que as formas graves de Covid-19 são uma doença sistêmica que afeta os microvasos do corpo”, completa.

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Os pesquisadores também reforçaram que as formas graves de Covid-19 são determinadas principalmente pelo envolvimento pulmonar. Isso se correlaciona com o comprometimento da resposta do sistema circulatório em algumas partes dos músculos.

Via: Medical Xpress

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Um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo revelou que 60% dos pacientes que tiveram Covid-19 ainda apresentam sequelas da doença cerca de um ano após a recuperação.

A pesquisa acompanhou 750 pessoas que contraíram o vírus no primeiro semestre de 2020 e que passaram pelo Hospital das Clínicas.

Os resultados mostram que pelo menos 30% ainda sofrem de alterações pulmonares sérias. Apesar disso, o estudo indica que esses casos ainda podem ser revertidos.

Outras sequelas da Covid-19 comuns incluem ansiedade, insônia, perda de memória, dificuldades cognitivas e problemas cardíacos.

Ainda de acordo com a pesquisa, quanto maior o tempo de internação e a gravidade das infecções, maior a tendência de haver mais sequelas a longo prazo.

É importante destacar que o estudo analisou os contaminados na primeira leva da Covid-19 e que, assim como muitos dos sintomas do vírus mudaram, as sequelas também podem ter sido alteradas durante esse período.

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Na última quarta-feira (12) foi celebrado o Dia Mundial da Fibromialgia. E não é apenas o nome da doença que assusta: seus sintomas e o caminho até fechar o diagnóstico correto também são atormentadores. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 5% das brasileiros são acometidos por essa incompreendida enfermidade.

Dores difusas por todo o corpo, cansaço extremo para realizar as atividades diárias, dores de cabeça, alterações de ritmo intestinal e sono não reparador (acordar cansado, como se não tivesse dormido) são alguns dos principais sintomas. “Cerca de 30 a 50% dos pacientes com fibromialgia apresentam depressão, ansiedade ou alterações de humor”, afirma a reumatologista Mariana Ortega Perez, especialista pela SBR e doutora pela Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde atua como pesquisadora, ao Olhar Digital.

Mariana Ortega Perez é reumatologista da Clínica Cobra Reumatologia e do HC-FMUSP. Especialista pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e doutora pela FMUSP, onde atua como pesquisadora.
Imagem: Arquivo Pessoal

Segundo a médica, a patologia não tem uma causa definida. “Não sabemos ao certo a causa da fibromialgia. Acredita-se que tenha componente multifatorial, com participação de fatores genéticos e ambientais. Alguns pacientes relatam que desenvolveram a doença após um gatilho ambiental, como trauma físico ou emocional, o que necessita ser sempre avaliado e abordado adequadamente”.

É o caso da professora Jaqueline Umezaki, 36, de Curitiba (PR). Ela conta que, em 2007, trabalhava como atendente de telemarketing e, por utilizar muito a mão direita para digitar no teclado numérico, com apenas 15 minutos de descanso por dia, acabou contraindo dores quase insuportáveis, que a levaram a procurar atendimento médico.

“Comecei a sentir muita dor na mão e procurei um clínico geral, que me deu remédio para tendinite e me encaminhou para um ortopedista”, recorda Jaqueline. “Tirei várias radiografias, fiz exames de sangue, tratamento com acupuntura, fisioterapia e nada resolvia. Fui em especialista em dedos da mão, depois ombro, cotovelo, braço. Até que um me encaminhou para um reumatologista, dizendo que era fibromialgia”.

Além do esforço repetitivo, Jaqueline conta que havia muita cobrança e pressão por cumprimento de metas no trabalho que realizava na época, o que lhe ocasionava um elevado grau de estresse. “Então, eu acredito que tenha um fundo emocional sim”, afirma.

O mesmo aconteceu com Patricia Alves Barbosa, 42, que é gestora em Recursos Humanos em Pindamonhangaba (SP). “Eu acredito que as dores podem ser psicossomáticas, pois meu trabalho é muito estressante e passei por muitas situações difíceis, como um relacionamento abusivo que chegou a situações extremas, minha mãe com câncer, entre outros problemas”, explica Patricia.

Ela relata que acabou ficando desempregada, o que, somado a outros fatores, a impediu de dar andamento às investigações e a fechar um diagnóstico preciso, mas que tudo indica que realmente é um caso de fibromialgia, de acordo com os médicos que a atenderam na época.

“Sinto muitas dores pelo corpo todo: braços, pescoço, pernas, tudo. Em uma consulta clínica, relatei sobre as dores, a vontade de não fazer nada e, muitas vezes, nem de levantar da cama. Parecem dores tensionais, mas podem ser por eu ter síndrome de Hashimoto, uma doença autoimune”, revela a paulista.

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Dificuldade em fechar diagnóstico

A psicóloga Marta Tiefensee, 57, de Santo Ângelo (RS) levou dez anos para descobrir o motivo de tantas dores pelo corpo. “Nesse tempo, fui a vários médicos. Sempre com reclamação de dores no corpo, cansaço, alterações no humor, interferência na qualidade do sono, depressão, ansiedade generalizada. Na maioria dos dias, me sentia sem energia para realizar qualquer atividade”.

De acordo com a doutora Mariana, por ser uma doença de diagnóstico clínico, para a qual não existe um exame laboratorial específico, realmente não é fácil de se identificar. “No entanto, devemos solicitar exames para afastar outros diagnósticos, isto é, outras doenças que também causam dor e podem ser confundidas com fibromialgia”, explica a médica.

Mulheres entre 30 a 50 anos são as mais acometidas

Segundo a reumatologista, a fibromialgia acomete, na maioria dos casos, mulheres por volta dos 30 a 50 anos, exatamente como as nossas entrevistadas. “Mas pode ocorrer, em menor frequência, em crianças, adolescentes e idosos”, afirma.

Patricia, 42. Marta, 57. Jaqueline, 36. Mulheres nessas três faixas etárias são as principais vítimas da fibromialgia. Imagens de arquivo pessoal cedidas pelas entrevistadas

Marta é uma das pacientes mais características, sendo mulher na casa dos 50 anos. Ela foi diagnosticada no ano passado, em plena pandemia de Covid-19. “Depois de uma crise muito forte, o médico queria me internar no hospital. Só não o fez devido ao grande número de contaminados pela Covid”, relata. “Ele me orientou a ficar em casa e fazer o tratamento. Quando me foi revelado o quadro, eu passei a pesquisar sobre o assunto.  Já li vários artigos a respeito. Alguns deles falam em conflitos emocionais, já outros falam em genética. Existem aqueles que citam um processo inflamatório em uma região específica do cérebro, a qual exacerba a dor”.

Fibromialgia não tem cura e exige tratamento constante

Por ser uma doença crônica, que exige tratamento contínuo, não se fala em cura, mas em controle. “O paciente com fibromialgia deve ser tratado de forma multidisciplinar, com terapia não-medicamentosa e medicamentosa. Deve-se dar muita atenção ao tratamento não-medicamentoso, que envolve atividade física aeróbica e abordagem psíquica cognitiva-comportamental. É comum o paciente com fibromialgia iniciar a atividade física e se sentir desmotivado, pois as dores podem piorar”, explica Mariana.

Ela orienta, no entanto, que o paciente não desista. “O exercício físico deve ser sempre insistido, uma vez que os ganhos e a sensação de melhora são muito grandes. A atividade física tem muitos benefícios na fibromialgia, como alívio da tensão muscular, ganho na qualidade do sono, redução do estresse e ansiedade e melhora da disposição física”.

Em relação ao tratamento medicamentoso, a reumatologista explica que a terapia envolve a associação de analgésicos comuns, opioides, relaxantes musculares e moduladores da dor. “Na rede pública, há tratamento com reumatologistas, que são os especialistas no tratamento da fibromialgia. Além disso, o SUS oferece alguns medicamentos, como os analgésicos e os moduladores da dor”, afirma. O tratamento correto e levado a sério pode reduzir as dores em até 80%, de acordo com a SBR.

Pacientes com fibromialgia podem tomar a vacina contra Covid-19

Mariana explica que, pela fibromialgia em si, não existe contraindicação para a realização da vacina contra a Covid-19, “porém, é muito importante que o paciente converse com seu reumatologista”.

Em relação aos fatores de risco para quem é infectado pelo novo coronavírus, a médica afirma que pacientes com fibromialgia não estão no grupo propenso a formas graves de Covid-19. “Por não ser considerada um fator de risco, até o momento, a fibromialgia não está enquadrada no grupo prioritário para a vacina”.

Entretanto, o momento pede atenção redobrada. Para o reumatologista André Marun Lyrio, os casos dessa patologia devem apresentar um considerável aumento neste momento de pandemia, devido aos impactos psicológicos e emocionais que a Covid-19 tem causado.

Lyrio acredita que é importante usarmos a data para informar as pessoas sobre a doença e o que ela causa. “Conheço, inclusive, médicos que não acreditam na patologia, o que é muito grave. Quem convive com uma pessoa que tem esse problema de saúde, precisa entender que a dor não é uma frescura”, disse o médico ao jornal Correio de Campinas.

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