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A “TRUTH Social”, a rede social do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem sequer entrou em fase de testes direito e já foi alvo de um defacement — uma depredação virtual.

O endereço, que estava fechado, recebeu um acesso de um usuário que criou a conta “donaldjtrump” e publicou na linha do tempo a imagem de um porco defecando, de acordo com o Washington Post.

A rede social, que deveria ser o parquinho particular de Donald Trump após seu banimento em massa da maioria das plataformas, estava prevista para inauguração em 2022, com a abertura do beta em novembro deste ano. O ex-presidente foi banido por fomentar a insurreição que levou ao ataque ao Capitólio no dia 6 de janeiro.

Em seu anúncio de publicação, a equipe responsável alega que o movimento é uma espécie de contra-corrente para enfrentar “as Big Techs do vale do Silício, que usaram seus poderes unilaterais para silenciar vozes opositoras na América.”

Nova rede social de Trump é um clone do Twitter

De acordo com as imagens de modelo na loja da Apple, a TRUTH Social é um clone do Twitter. Os usuários da rede social de Donald Trump publicarão suas “TRUTHS” (“VERDADES”) e podem dar “RE-TRUTHS” (“RE-VERDADEAR[?]”) nas mensagens ao redor, tal qual na ex-favorita. O próprio feed de publicações e notificações é similar ao do passarinho azul.

A TRUTH Social é programada em Mastodon, uma linguagem de código aberto que, segundo o fundador, Eugen Rochko, pode ser usada gratuitamente — desde que se conceda os créditos de autoria. Em entrevista à Vice, o desenvolvedor afirma que não recebeu crédito algum da Trump Media & Technology Group.

O grupo de Trump afirma que a TRUTH Social é uma rede para que “famílias com opiniões variadas” consigam “se reunir e se divertir”. Os termos de serviço afirmam também que é proibido o abuso de publicações totalmente escritas em caixa-alta, o que é uma regra estranha de se ter quando o próprio ex-presidente era entusiasta de escrever desta maneira.

Ainda não há previsão se a rede social de Donald Trump terá distribuição global ou chegada ao Brasil.

Imagem: Drop of Light/Shutterstock

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O Twitter oficializou a compra da plataforma britânica de bate-papo em grupos Sphere nesta quarta-feira (20). A aquisição é mais um movimento da rede social na busca de ampliar sua gama de produtos disponíveis aos usuários e se manter relevante dentro do mercado.

A Sphere foi fundada pela conhecida dupla de desenvolvedores Tomas Halgas e Nick D’Alonso, que também são os responsáveis pela criação do aplicativo para resumo de notícias Summly. O app foi vendido ao Yahoo.

Estima-se que o acordo entre o Twitter e a Sphere gire em torno de US$ 30 milhões (cerca de R$ 168, na cotação atual). Um porta-voz do Twitter confirmou a aquisição ao TechCrunch, mas não forneceu muitos detalhes sobre a compra além do valor que foi investido.

Captura de tela da plataforma Sphere
Plataforma Sphere foi comprada por cerca de US$ 30 milhões. Crédito: Twitter/Divulgação

“Vendidos”, mas animados

Em uma postagem no blog da empresa, um representante da Sphere se mostrou bastante animado com a aquisição. Segundo a startup, assim como outros players do mercado, eles têm acompanhado os esforços de expansão do Twitter, como o lançamento das ferramentas Comunidades e Spaces.

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“Quando conhecemos a equipe, ficamos ainda mais impressionados com a seriedade com que eles estão buscando a comunidade baseada em interesses e com o quanto eles acreditam em seu impacto potencial”, dizia a postagem.

Com a aquisição, a Sphere deixa de ter um aplicativo independente já em novembro. A equipe que trabalha na startup continua a mesma, porém, pelo menos 20 funcionários do Twitter passarão a integrar o time da startup. O número de usuários da plataforma não foi revelado.

Twitter “sedento”

A compra da Sphere acontece em um momento em que o Twitter se mostrou como um player muito mais agressivo no mercado de tecnologia. A fim de expandir sua oferta de produtos e serviços, a rede tentou comprar o Clubhouse, que foi um enorme fenômeno no início de 2021.

Sem sucesso, a plataforma lançou uma ferramenta própria com um fim parecido, o Twitter Spaces, que obteve relativo sucesso dentro de algumas bolhas. Porém, com a compra do Sphere, a rede pode se tornar uma opção realmente relevante para troca de mensagens pessoais e grupos de conversa.

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Você se incomoda com algum seguidor ou acha irritante demais? O Twitter está lançando um novo recurso que permite que qualquer usuário na web remova um seguidor e ainda sem bloquear o perfil da pessoa em questão, como se fosse um “bloqueio suave”.

Para remover um internauta é só acessar o seu perfil, clicar em seguidores e depois no menu de três pontos ao lado do perfil do seguidor e depois, clique na opção “Remover este seguidor”.  Inclusive, a pessoa não será notificada que foi removida no aplicativo.

Twitter agora permite remover sem bloquear pela web - Crédito: Twitter
Twitter agora permite remover sem bloquear pela web – Crédito: Twitter

Sendo assim, um bloqueio indireto é mais tranquilo do que de fato um bloqueio no Twitter, pois permite que um usuário ainda veja seus tuítes e envie mensagens diretas, porém, não verá seus tuítes em seu feed. Além disso, há a possibilidade de após removido, voltar a seguir.

Se você não quiser bloquear, o recurso pode ser útil, ainda mais se a meta é afastar aquele usuário. O novo método do Twitter é mais fácil do que o anterior, em que exigia que a pessoa bloqueie e desbloqueie alguém manualmente.

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Portanto, a possibilidade de remover um seguidor é o recurso mais novo do Twitter com o objetivo de dar aos usuários um controle maior sobre sua experiência na plataforma e também ajudar a combater o abuso e o assédio

Ainda em setembro de 2021, a empresa começou a testar um recurso chamado ‘modo de segurança’ que bloqueia automaticamente contas abusivas temporariamente, mas não se sabe quando isso poderá ser implementado de forma mais ampla e eficaz.

Fonte: The Verge

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O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está tentando de todas as maneiras retomar seu perfil no Twitter. Desta vez, esse recorreu a um juiz federal, solicitando que o magistrado obrigue a rede social a aceitá-lo de volta à plataforma.

O Twitter baniu permanentemente a conta de Trump em janeiro deste ano, porque a plataforma entendeu que a conta @RealDonaldTrump promovia “risco de mais incitação à violência”. O ato se deu após a invasão de apoiadores do presidente ao Capitólio, em Washington, durante as eleições presidenciais de 2021, que resultaram na eleição do democrata Joe Biden.

Como argumento, o ex-presidente afirma que o Twitter foi “coagido por membros do Congresso dos Estados Unidos” para suspender a conta e que a proibição violaria a Primeira Emenda e a nova lei de mídia social da Flórida.

Ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, busca vias legais para retomar sua conta no Twitter. Crédito: Evan El-Amin/Shutterstock

Vale lembrar que a iniciativa do Twitter não foi a única. Depois de banir o ex-presidente, o Facebook seguiu os passos da plataforma vizinha e também bloqueou Trump não apenas da sua plataforma homônima, como também do Instagram – rede social que pertence ao mesmo grupo.

A Twitch foi outra das redes sociais que bloqueou o ex-presidente após o episódio ocorrido no Capitólio. Os motivos foram similares: incitação à violência.

“Devido ao ataque chocante de ontem ao Capitólio, desativamos o canal Twitch do presidente Trump”, disse à época um porta-voz da empresa, em um comunicado. “Dadas as atuais circunstâncias extraordinárias e a retórica inflamatória do presidente, acreditamos que este é um passo necessário para proteger nossa comunidade e evitar que Twitch seja usado para incitar mais violência.”

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As redes sociais são reconhecidamente ferramentas que auxiliam na divulgação de propostas e de posicionamentos políticos, tendo elas desempenhado papel crucial em diversas eleições.

O Twitter também foi essencial para Trump conseguir alcançar apoiadores durante sua presidência, bem como durante as eleições de 2016 e 2020.

Crédito da imagem principal: kovop58/Shutterstock

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A baixa – ou ruim – qualidade de vídeo do Twitter costuma ser uma frustração antiga para os usuários da plataforma. Na última sexta-feira (24), a empresa compartilhou a novidade que garante melhorar a usabilidade da rede social.

Agora, os vídeos “parecerão menos pixelizados para uma melhor experiência de visualização”, disse o Twitter em um tuíte de sua conta de suporte. Além disso, a empresa comentou que teria removido uma etapa de pré-processamento que pode torná-lo mais fiel ao original.

Neste cenário, a pesquisadora Jane Manchun Wong testou a qualidade dos vídeos para saber um pouco mais sobre a possível ver melhora. A parte ruim é que não é nada comparado a um vídeo de alta qualidade no YouTube, por exemplo.

Ademais, Manchun também descobriu que o Twitter está desenvolvendo o recurso em velocidades alternativas para a reprodução de vídeos, disponibilizando em 0,5x, 1,5x e 2x.

Por mais que o controle de velocidades de reprodução dos vídeos esteja em desenvolvimento, os vídeos em maior resolução já foram implementados no Twitter. Mas não são suportadas no Twitter Media Studio, que é o que Wong usou para enviar o vídeo. Ou seja, é benéfico que a rede social foque em melhorar a sua experiência de vídeo.

Fonte: The Verge

Twitter lança novo recurso para o Spaces para usuários do Android, veja o que muda

O Spaces é a menina dos olhos do Twitter no momento, mesmo após a febre do Clubhouse já ter passado há algum tempo. A mais recente novidade da ferramenta é um recurso para facilitar a vida dos usuários na hora de encontrar uma sala, a adição de tópicos.

A intenção do Twitter é fazer com que os usuários possam definir tópicos, com tags pré-definidas. O recurso vai permitir que pessoas com pensamentos semelhantes possam encontrar salas de áudio no Spaces com base em interesses, mas, por enquanto, os temas são bastante limitados.

Inicialmente, o Twitter liberou apenas dez tópicos, os principais são “entretenimento”, “notícias do mundo” e “games”. Os brasileiros monoglotas, ou que não dominam o inglês, vão precisar esperar mais um pouquinho, já que os tópicos, por enquanto, serão apenas para salas no idioma da Terra da Rainha.

Por seu caráter bastante limitado, o recurso ainda está em fase de testes. Além da limitação de idioma e de assuntos, os tópicos no Twitter Spaces também possuem uma disponibilidade reduzida, já que só foram liberados para poucos usuários do aplicativo em aparelhos com o sistema operacional Android.

Contudo, segundo o Twitter, o novo recurso deve chegar em breve aos aparelhos com iOS. A empresa também vai, aos poucos, ir adicionando mais temas disponíveis nos tópicos, além de indexar salas que estejam em outros idiomas. Segundo a rede, o recurso será construído junto com os usuários.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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O Twitter planeja fazer algumas mudanças na plataforma que podem impedir que os tuítes desapareçam enquanto você estiver lendo, de acordo com a empresa em sua conta de suporte. Isso porque se você estivesse lendo um tuíte na sua timeline e ao mesmo tempo, outra pessoa que você segue respondesse, o aplicativo seria atualizado, enquanto a mensagem desaparecia. 

A ideia é que isso não aconteça, então o Twitter planeja fazer mudanças nos próximos dois meses para corrigir o problema. Em um tweet respondendo a um usuário, a rede social colocou o que está tentando consertar de forma mais simples e prática.

“Queremos que você seja capaz de parar e ler um tweet sem que ele desapareça de vista”. O cronograma de dois meses significa que uma correção não será implementada logo de imediato. Então, você ainda pode se deparar com o problema antes que o Twitter faça as mudanças. 

Além disso, não está claro quais mudanças o Twitter quer fazer, só que um ponto é fato: as correções serão bem-vindas para as pessoas que foram afetadas pelo desaparecimento dos tuítes.

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Fonte: The Verge

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O Twitter está fazendo diversas modificações no visual da plataforma e agora começou a testar uma nova linha do tempo, com fotos de tela inteira e não mais deslocadas na direita. O formato é semelhante ao utilizado em outras redes sociais, como o Instagram.

Segundo o Twitter, a mudança visual coloca fotos, vídeos e gifs na tela inteira, facilitando a visualização. Além disso, o modelo evita o uso do algoritmo de recorte da plataforma, que já causou problemas como acusações de racismo em outras ocasiões.

Visual do Twitter

Por enquanto, o formato está disponível apenas por um grupo selecionado de usuários no iOS. O modo ainda deve ser testado para ver a reação do público, que não costuma ser favorável a mudanças drásticas na rede social.

Recentemente o Twitter alterou a fonte principal dos tweets e enfrentou uma enxurrada de críticas até que mudou novamente o visual para ficar mais próximo do que era antes. Nesse caso, o novo posicionamento já está enfrentou críticas de usuários que afirmam que o novo layout é confuso e causa dor de cabeça.

Leia mais:https://s.dynad.net/stack/928W5r5IndTfocT3VdUV-AB8UVlc0JbnGWyFZsei5gU.html

Além do visual, o Twitter também está adicionando mais uma forma de monetização na plataforma, o Super Follow, que permite os usuários cobrarem por tweets exclusivos. Por enquanto, o modelo ainda está em testes, sendo disponibilizado para algumas contas selecionadas no iOS.

O formato segue a premissa de outros sistemas de assinatura, com pagamento mensal em troca de conteúdos exclusivos para quem estiver assinando. Os criadores podem definir seus tweets para serem enviados apenas para Super Follow, e os tweets aparecerão nas linhas do tempo apenas desses assinantes no Twitter.

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Na terça-feira (17), o Twitter anunciou que começará a testar um novo recurso de relatório para os usuários sinalizarem tuítes contendo possível desinformação. Agora, os usuários poderão relatar informações incorretas por meio do mesmo processo de assédio ou outro conteúdo prejudicial, com um menu suspenso no canto superior direito de cada tuíte. 

As pessoas serão solicitadas a selecionar se o comentário enganoso é político, relacionado à saúde ou se enquadra em outra categoria. A categoria de política inclui formas mais específicas de desinformação, como conteúdo relacionado a eleições. Já a categoria de saúde também incluirá uma opção para os usuários sinalizarem informações incorretas específicas da Covid-19.

O novo recurso estará disponível para a maioria dos usuários nos EUA, Austrália e Coreia do Sul. O Twitter disse que espera realizar esse experimento por alguns meses antes de decidir implementá-lo em outros mercados.

O Twitter informou que nem todos os relatórios serão analisados, pois a plataforma continua testando o recurso. Por outro lado, os dados obtidos por meio do teste ajudarão a empresa a determinar como pode expandir o recurso nas próximas semanas. Sendo que o teste pode ser usado para identificar tweets contendo informações incorretas que também têm o potencial de se tornarem virais.

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No mês passado, o governo Biden adotou uma postura mais rígida contra a desinformação, à medida que novas variantes da Covid-19 continuavam a se espalhar. O presidente norte-americano disse a repórteres em julho que plataformas de mídia social como o Twitter estavam “matando pessoas” com a desinformação sobre as vacinas.

A declaração ocorreu após uma campanha coordenada das plataformas de pressão da Casa Branca para remover a desinformação sobre o coronavírus. O escritório do Surgeon General dos Estados Unidos publicou um relatório delineando novas maneiras pelas quais as plataformas podem conter a desinformação sobre saúde.

 O relatório pediu “consequências claras para contas que violam repetidamente” as regras de uma plataforma e para empresas como Facebook e Twitter redesenhar seus algoritmos para “evitar amplificar” informações falsas.

Além disso, senadora Amy Klobuchar (D-MN)  apresentou um projeto de lei no início de 2021 que removeria o escudo de responsabilidade da Seção 230 do Facebook e de outras plataformas de mídia social caso ampliassem informações prejudiciais à saúde pública.

Fonte: The Verge

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Quando uma plataforma popular como o Twitter muda algo no design, a recepção nem sempre é das melhores. Após anunciar uma mudança na fonte do microblog, a empresa estuda outros ajustes, dessa vez nos botões de interação da rede social. O motivo foi o feedback negativo de uma parcela dos usuários.

Algumas pessoas relataram desde cansaço visual, dores de cabeça e até enxaquecas devido ao contraste aumentado nas novas cores dos botões e links das postagens. Em um comunicado oficial no perfil “Twitter Accessibility”, o microblog confirma que fará “alterações de contraste em todos os botões para torná-los mais agradáveis aos olhos”.

A falta de ajustes de acessibilidade é uma reclamação recorrente, já que ainda não existem opções mais específicas nas configurações do Twitter que permitam alterar alguns parâmetros segundo as preferências e necessidades de cada usuário.

O alto contraste, por exemplo, costuma ser útil para pessoas com problemas de visão, em contrapartida, pode ser doloroso para aqueles que têm sensibilidade a cores ou luzes mais brilhantes.

Atualmente, a rede social permite mudar alguns ajustes de exibição, além de escolher entre os temas claro, escuro ou redimensionar o tamanho do texto.

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Twitter pausa programa de verificação

selo de verificação do Twitter
O microblog decidiu pausar o seu programa de verificação de contas oficiais. Imagem: Twitter/Reprodução

A rede social também decidiu suspender as inscrições no seu programa de verificação, alegando que precisa trabalhar no processo de revisão que permite que os usuários consigam a famosa marquinha azul ao lado do perfil.

A mudança está ocorrendo após o Twitter admitir que contas falsas, supostamente parte de um rede botnet, foram verificadas de forma incorreta.

Ainda assim, a empresa disse que analisará os pedidos já existentes. O congelamento apenas impede que novas pessoas possam se inscrever.

Via: The Verge

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A China iniciou mais uma ofensiva contra o mercado da tecnologia, o alvo da vez são os equivalentes chineses às redes sociais ocidentais, como o WeChat e o Weibo. O WeChat é a rede de mensagens instantâneas da China, algo equivalente ao que são o WhatsApp e o Telegram por aqui. Já o Weibo, é uma rede de microblogs, como é o Twitter. As redes originais são bloqueadas na China.

A decisão do governo chinês se dá por um receio de que a juventude do país seja influenciada pela chamada cultura das celebridades. O medo dos comandantes do país é de que influenciadores e artistas populares, para isso, além dessas redes populares, os jogos online e até mesmo as empresas que distribuem músicas casas de karaokê foram atingidas pela decisão.

China x Celebridades do Weibo

Para atender às exigências da administração chinesa, o Weibo decidiu remover da plataforma uma espécie de lista que reunia as celebridades mais “em alta” dentro da rede. A decisão foi tomada depois de uma crítica publicada no jornal estatal Diário do Povo, que acusou a rede de apoiar personalidades que não representam os valores defendidos pela maior parte da sociedade chinesa.

De acordo com a publicação, adolescentes e jovens adultos do país são influenciados por essas listas a seguir perfis de celebridades com base na popularidade dessas pessoas nas redes sociais. As listas eram elaboradas de acordo com o número de interações das postagens das pessoas populares e também no número de seguidores que elas já tinham.

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Já o WeChat, está sendo processado por procuradores públicos da China, segundo as autoridades, um modo especial da aplicação, que é destinada a limitar o acesso de menores de idade a todas as funções do aplicativo. Os procuradores afirmam que o “youth mode” (modo jovem), não é suficiente para proteger as crianças chinesas.

“Drogas eletrônicas”

Frente do prédio da Tencent, na China
Tencent deve se tornar um alvo frequente do governo chinês em sua ofensiva contra monopólios no setor de tecnologia. Crédito: Getty Images

Na denúncia, os procuradores não dão detalhes sobre qual era a infração cometida pelo WeChat ou quais eram os aspectos do youth mode que estariam sendo prejudiciais às crianças chinesas. A Tencent, que é dona do WeChat, deve receber uma multa bilionária do governo chinês, como parte da recente ofensiva contra monopólios no setor de tecnologia do país.

A primeira das grandes empresas a ser vítima dessa ofensiva governamental chinesa foi a gigante do e-commerce, Alibaba, que recebeu uma multa de cerca de R$ 14 bilhões. A Tencent, que também atua no mercado dos games, foi acusada pela imprensa estatal de produzir conteúdos que são “ópio espiritual” ou “drogas eletrônicas”.

Via: Media Talks

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