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Nesta segunda-feira (15), o Twitter anunciou que irá aumentar o acesso aos dados da rede social para ajudar desenvolvedores de softwares na criação de ferramentas e produtos que possam proporcionar mais segurança às conversas online e selecionar conteúdos.

Twitter anunciou medidas importantes que beneficiam desenvolvedores de aplicativos. Imagem: Konstantin Savusia – Shutterstock

Segundo Amir Shevat, diretor global de relacionamentos com start-ups do Twitter, a medida é parte de seus esforços crescentes desde o último ano para descentralizar a empresa, com o objetivo de fornecer aos usuários mais controle sobre o que veem em no feed, além de novas maneiras de compartilhar conteúdo no site.

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Esforço do Twitter e outras redes sobre controle de conteúdo

Conforme ressalta a Agência Brasil, a iniciativa de aumentar o acesso de desenvolvedores acontece enquanto o microblog, a Meta e outras empresas de redes sociais enfrentam uma pressão global sobre como seus algoritmos favorecem certos tipos de conteúdo, em especial a circulação de desinformação ou discurso de ódio.

A partir de agora, desenvolvedores poderão acessar dados em até 2 milhões de tuítes mensalmente por meio da interface de programação do Twitter (API), de forma gratuita. Em comunicado à imprensa, a empresa afirma que está removendo as restrições de sua política de desenvolvedor sobre “como você constrói com os recursos principais do Twitter e limita o número de usuários aos quais você pode oferecer suporte por meio de seu aplicativo”.

Segundo Shevat, a nova política deixará claro o que é permitido e tornará mais fácil para os desenvolvedores competirem com o Twitter de maneiras sem precedentes.

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O Flow Podcast, um dos mais ouvidos e rentáveis do Brasil, esteve no centro de uma polêmica durante as últimas semanas. As controvérsias se deram por conta de comentários feitos por um de seus apresentadores, Bruno Aiub, conhecido do grande público como Monark, no Twitter.

Após uma série de tuítes abordando a liberdade de expressão, que foram mal recebidos por uma parcela considerável da opinião pública, o iFood, um dos principais parceiros do Flow Podcast, resolveu retirar o patrocínio do programa.

Decisão do iFood

Segundo o site Propmark, a decisão se deu porque a empresa alega ter assumido um compromisso público de “ser protagonista na promoção de mudanças urgentes que favoreçam a diversidade e a inclusão”. Para o iFood, as declarações de Monark não casam com as declarações de Monark.

Em nota, o iFood declarou que acredita não ser mais possível ser parte de uma sociedade desigual, além de repudiar qualquer tipo de preconceito ou ato de descriminação.

O iFood é uma das empresas que mais apoiam podcasts no Brasil, incluindo programas com um cunho mais politicamente progressista como o Foro de Teresina, da revista Piauí. O apoio ao Flow Podcast incluía algumas promoções, como oferecimento de cupons de desconto para novos clientes.

Entenda a polêmica

Desde o início do mês, após a entrevista do deputado federal Marcelo Freixo (Psol/RJ), que teve uma discussão acalorada com Monark sobre liberdade de expressão. Desde então, o apresentador tem usado seu Twitter para emitir opiniões tidas como polêmicas sobre liberdade de expressão.

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Após a remoção da live do presidente da república, Jair Bolsonaro, que teve o conteúdo retirado de Facebook, Instagram e YouTube por associar as vacinas da Covid-19 à Aids, a discussão se intensificou. Nisso, alguns tuítes de Monark foram lidos como protecionistas ao crime de racismo.

Contudo, na manhã da última quinta-feira (28), Monark voltou ao Twitter e alegou ter sido mal interpretado sobre o que havia dito em seu perfil na rede social e afirmou ser contra o racismo e a homofobia. “Todo discurso de ódio é maléfico à sociedade”, escreveu o apresentador.

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Na tarde deste domingo (24), o ator conhecido por ter vivo Gunther em ‘Friends’ morreu aos 59 anos. James Michael Tyler lutava contra um câncer de próstata e teve a sua morte confirmada pela família, segundo o TMZ. O site noticiou que ele morreu ‘tranquilamente’ em sua casa, localizada em Los Angeles.

“O mundo o conhecia como Gunther, da série de sucesso “Friends”, mas os entes queridos de Michael o conheciam como ator, músico, defensor da conscientização sobre o câncer e marido amoroso”, homenageou um comunicado divulgado por sua família.

O artista já havia contado que estava com a doença em estágio avançado e falou sobre isso durante participação no “Today Show”, na NBC: “É um câncer em estágio IV, o câncer em estágio avançado. Então, eventualmente, você sabe, ele provavelmente vai me pegar.”

O ator de 59 anos foi o grande responsável por interpretar o gerente do Central Perk que era admirador de Rachel na famosa série ‘Friends’. O personagem Gunther arrancou risadas durante gerações e fez com que diversos fãs se divertissem com suas cenas.

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

Na internet, seu nome está nos assuntos mais comentados no Twitter e diversas pessoas lamentam sua partida. Confira alguns tuítes em homenagem ao ator e sua eterna vivência como Gunther de ‘Friends’:

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A “TRUTH Social”, a rede social do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem sequer entrou em fase de testes direito e já foi alvo de um defacement — uma depredação virtual.

O endereço, que estava fechado, recebeu um acesso de um usuário que criou a conta “donaldjtrump” e publicou na linha do tempo a imagem de um porco defecando, de acordo com o Washington Post.

A rede social, que deveria ser o parquinho particular de Donald Trump após seu banimento em massa da maioria das plataformas, estava prevista para inauguração em 2022, com a abertura do beta em novembro deste ano. O ex-presidente foi banido por fomentar a insurreição que levou ao ataque ao Capitólio no dia 6 de janeiro.

Em seu anúncio de publicação, a equipe responsável alega que o movimento é uma espécie de contra-corrente para enfrentar “as Big Techs do vale do Silício, que usaram seus poderes unilaterais para silenciar vozes opositoras na América.”

Nova rede social de Trump é um clone do Twitter

De acordo com as imagens de modelo na loja da Apple, a TRUTH Social é um clone do Twitter. Os usuários da rede social de Donald Trump publicarão suas “TRUTHS” (“VERDADES”) e podem dar “RE-TRUTHS” (“RE-VERDADEAR[?]”) nas mensagens ao redor, tal qual na ex-favorita. O próprio feed de publicações e notificações é similar ao do passarinho azul.

A TRUTH Social é programada em Mastodon, uma linguagem de código aberto que, segundo o fundador, Eugen Rochko, pode ser usada gratuitamente — desde que se conceda os créditos de autoria. Em entrevista à Vice, o desenvolvedor afirma que não recebeu crédito algum da Trump Media & Technology Group.

O grupo de Trump afirma que a TRUTH Social é uma rede para que “famílias com opiniões variadas” consigam “se reunir e se divertir”. Os termos de serviço afirmam também que é proibido o abuso de publicações totalmente escritas em caixa-alta, o que é uma regra estranha de se ter quando o próprio ex-presidente era entusiasta de escrever desta maneira.

Ainda não há previsão se a rede social de Donald Trump terá distribuição global ou chegada ao Brasil.

Imagem: Drop of Light/Shutterstock

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O Twitter oficializou a compra da plataforma britânica de bate-papo em grupos Sphere nesta quarta-feira (20). A aquisição é mais um movimento da rede social na busca de ampliar sua gama de produtos disponíveis aos usuários e se manter relevante dentro do mercado.

A Sphere foi fundada pela conhecida dupla de desenvolvedores Tomas Halgas e Nick D’Alonso, que também são os responsáveis pela criação do aplicativo para resumo de notícias Summly. O app foi vendido ao Yahoo.

Estima-se que o acordo entre o Twitter e a Sphere gire em torno de US$ 30 milhões (cerca de R$ 168, na cotação atual). Um porta-voz do Twitter confirmou a aquisição ao TechCrunch, mas não forneceu muitos detalhes sobre a compra além do valor que foi investido.

Captura de tela da plataforma Sphere
Plataforma Sphere foi comprada por cerca de US$ 30 milhões. Crédito: Twitter/Divulgação

“Vendidos”, mas animados

Em uma postagem no blog da empresa, um representante da Sphere se mostrou bastante animado com a aquisição. Segundo a startup, assim como outros players do mercado, eles têm acompanhado os esforços de expansão do Twitter, como o lançamento das ferramentas Comunidades e Spaces.

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“Quando conhecemos a equipe, ficamos ainda mais impressionados com a seriedade com que eles estão buscando a comunidade baseada em interesses e com o quanto eles acreditam em seu impacto potencial”, dizia a postagem.

Com a aquisição, a Sphere deixa de ter um aplicativo independente já em novembro. A equipe que trabalha na startup continua a mesma, porém, pelo menos 20 funcionários do Twitter passarão a integrar o time da startup. O número de usuários da plataforma não foi revelado.

Twitter “sedento”

A compra da Sphere acontece em um momento em que o Twitter se mostrou como um player muito mais agressivo no mercado de tecnologia. A fim de expandir sua oferta de produtos e serviços, a rede tentou comprar o Clubhouse, que foi um enorme fenômeno no início de 2021.

Sem sucesso, a plataforma lançou uma ferramenta própria com um fim parecido, o Twitter Spaces, que obteve relativo sucesso dentro de algumas bolhas. Porém, com a compra do Sphere, a rede pode se tornar uma opção realmente relevante para troca de mensagens pessoais e grupos de conversa.

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Você se incomoda com algum seguidor ou acha irritante demais? O Twitter está lançando um novo recurso que permite que qualquer usuário na web remova um seguidor e ainda sem bloquear o perfil da pessoa em questão, como se fosse um “bloqueio suave”.

Para remover um internauta é só acessar o seu perfil, clicar em seguidores e depois no menu de três pontos ao lado do perfil do seguidor e depois, clique na opção “Remover este seguidor”.  Inclusive, a pessoa não será notificada que foi removida no aplicativo.

Twitter agora permite remover sem bloquear pela web - Crédito: Twitter
Twitter agora permite remover sem bloquear pela web – Crédito: Twitter

Sendo assim, um bloqueio indireto é mais tranquilo do que de fato um bloqueio no Twitter, pois permite que um usuário ainda veja seus tuítes e envie mensagens diretas, porém, não verá seus tuítes em seu feed. Além disso, há a possibilidade de após removido, voltar a seguir.

Se você não quiser bloquear, o recurso pode ser útil, ainda mais se a meta é afastar aquele usuário. O novo método do Twitter é mais fácil do que o anterior, em que exigia que a pessoa bloqueie e desbloqueie alguém manualmente.

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Portanto, a possibilidade de remover um seguidor é o recurso mais novo do Twitter com o objetivo de dar aos usuários um controle maior sobre sua experiência na plataforma e também ajudar a combater o abuso e o assédio

Ainda em setembro de 2021, a empresa começou a testar um recurso chamado ‘modo de segurança’ que bloqueia automaticamente contas abusivas temporariamente, mas não se sabe quando isso poderá ser implementado de forma mais ampla e eficaz.

Fonte: The Verge

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O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está tentando de todas as maneiras retomar seu perfil no Twitter. Desta vez, esse recorreu a um juiz federal, solicitando que o magistrado obrigue a rede social a aceitá-lo de volta à plataforma.

O Twitter baniu permanentemente a conta de Trump em janeiro deste ano, porque a plataforma entendeu que a conta @RealDonaldTrump promovia “risco de mais incitação à violência”. O ato se deu após a invasão de apoiadores do presidente ao Capitólio, em Washington, durante as eleições presidenciais de 2021, que resultaram na eleição do democrata Joe Biden.

Como argumento, o ex-presidente afirma que o Twitter foi “coagido por membros do Congresso dos Estados Unidos” para suspender a conta e que a proibição violaria a Primeira Emenda e a nova lei de mídia social da Flórida.

Ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, busca vias legais para retomar sua conta no Twitter. Crédito: Evan El-Amin/Shutterstock

Vale lembrar que a iniciativa do Twitter não foi a única. Depois de banir o ex-presidente, o Facebook seguiu os passos da plataforma vizinha e também bloqueou Trump não apenas da sua plataforma homônima, como também do Instagram – rede social que pertence ao mesmo grupo.

A Twitch foi outra das redes sociais que bloqueou o ex-presidente após o episódio ocorrido no Capitólio. Os motivos foram similares: incitação à violência.

“Devido ao ataque chocante de ontem ao Capitólio, desativamos o canal Twitch do presidente Trump”, disse à época um porta-voz da empresa, em um comunicado. “Dadas as atuais circunstâncias extraordinárias e a retórica inflamatória do presidente, acreditamos que este é um passo necessário para proteger nossa comunidade e evitar que Twitch seja usado para incitar mais violência.”

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As redes sociais são reconhecidamente ferramentas que auxiliam na divulgação de propostas e de posicionamentos políticos, tendo elas desempenhado papel crucial em diversas eleições.

O Twitter também foi essencial para Trump conseguir alcançar apoiadores durante sua presidência, bem como durante as eleições de 2016 e 2020.

Crédito da imagem principal: kovop58/Shutterstock

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A baixa – ou ruim – qualidade de vídeo do Twitter costuma ser uma frustração antiga para os usuários da plataforma. Na última sexta-feira (24), a empresa compartilhou a novidade que garante melhorar a usabilidade da rede social.

Agora, os vídeos “parecerão menos pixelizados para uma melhor experiência de visualização”, disse o Twitter em um tuíte de sua conta de suporte. Além disso, a empresa comentou que teria removido uma etapa de pré-processamento que pode torná-lo mais fiel ao original.

Neste cenário, a pesquisadora Jane Manchun Wong testou a qualidade dos vídeos para saber um pouco mais sobre a possível ver melhora. A parte ruim é que não é nada comparado a um vídeo de alta qualidade no YouTube, por exemplo.

Ademais, Manchun também descobriu que o Twitter está desenvolvendo o recurso em velocidades alternativas para a reprodução de vídeos, disponibilizando em 0,5x, 1,5x e 2x.

Por mais que o controle de velocidades de reprodução dos vídeos esteja em desenvolvimento, os vídeos em maior resolução já foram implementados no Twitter. Mas não são suportadas no Twitter Media Studio, que é o que Wong usou para enviar o vídeo. Ou seja, é benéfico que a rede social foque em melhorar a sua experiência de vídeo.

Fonte: The Verge

Twitter lança novo recurso para o Spaces para usuários do Android, veja o que muda

O Spaces é a menina dos olhos do Twitter no momento, mesmo após a febre do Clubhouse já ter passado há algum tempo. A mais recente novidade da ferramenta é um recurso para facilitar a vida dos usuários na hora de encontrar uma sala, a adição de tópicos.

A intenção do Twitter é fazer com que os usuários possam definir tópicos, com tags pré-definidas. O recurso vai permitir que pessoas com pensamentos semelhantes possam encontrar salas de áudio no Spaces com base em interesses, mas, por enquanto, os temas são bastante limitados.

Inicialmente, o Twitter liberou apenas dez tópicos, os principais são “entretenimento”, “notícias do mundo” e “games”. Os brasileiros monoglotas, ou que não dominam o inglês, vão precisar esperar mais um pouquinho, já que os tópicos, por enquanto, serão apenas para salas no idioma da Terra da Rainha.

Por seu caráter bastante limitado, o recurso ainda está em fase de testes. Além da limitação de idioma e de assuntos, os tópicos no Twitter Spaces também possuem uma disponibilidade reduzida, já que só foram liberados para poucos usuários do aplicativo em aparelhos com o sistema operacional Android.

Contudo, segundo o Twitter, o novo recurso deve chegar em breve aos aparelhos com iOS. A empresa também vai, aos poucos, ir adicionando mais temas disponíveis nos tópicos, além de indexar salas que estejam em outros idiomas. Segundo a rede, o recurso será construído junto com os usuários.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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O Twitter planeja fazer algumas mudanças na plataforma que podem impedir que os tuítes desapareçam enquanto você estiver lendo, de acordo com a empresa em sua conta de suporte. Isso porque se você estivesse lendo um tuíte na sua timeline e ao mesmo tempo, outra pessoa que você segue respondesse, o aplicativo seria atualizado, enquanto a mensagem desaparecia. 

A ideia é que isso não aconteça, então o Twitter planeja fazer mudanças nos próximos dois meses para corrigir o problema. Em um tweet respondendo a um usuário, a rede social colocou o que está tentando consertar de forma mais simples e prática.

“Queremos que você seja capaz de parar e ler um tweet sem que ele desapareça de vista”. O cronograma de dois meses significa que uma correção não será implementada logo de imediato. Então, você ainda pode se deparar com o problema antes que o Twitter faça as mudanças. 

Além disso, não está claro quais mudanças o Twitter quer fazer, só que um ponto é fato: as correções serão bem-vindas para as pessoas que foram afetadas pelo desaparecimento dos tuítes.

Leia mais:

Fonte: The Verge

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O Twitter está fazendo diversas modificações no visual da plataforma e agora começou a testar uma nova linha do tempo, com fotos de tela inteira e não mais deslocadas na direita. O formato é semelhante ao utilizado em outras redes sociais, como o Instagram.

Segundo o Twitter, a mudança visual coloca fotos, vídeos e gifs na tela inteira, facilitando a visualização. Além disso, o modelo evita o uso do algoritmo de recorte da plataforma, que já causou problemas como acusações de racismo em outras ocasiões.

Visual do Twitter

Por enquanto, o formato está disponível apenas por um grupo selecionado de usuários no iOS. O modo ainda deve ser testado para ver a reação do público, que não costuma ser favorável a mudanças drásticas na rede social.

Recentemente o Twitter alterou a fonte principal dos tweets e enfrentou uma enxurrada de críticas até que mudou novamente o visual para ficar mais próximo do que era antes. Nesse caso, o novo posicionamento já está enfrentou críticas de usuários que afirmam que o novo layout é confuso e causa dor de cabeça.

Leia mais:https://s.dynad.net/stack/928W5r5IndTfocT3VdUV-AB8UVlc0JbnGWyFZsei5gU.html

Além do visual, o Twitter também está adicionando mais uma forma de monetização na plataforma, o Super Follow, que permite os usuários cobrarem por tweets exclusivos. Por enquanto, o modelo ainda está em testes, sendo disponibilizado para algumas contas selecionadas no iOS.

O formato segue a premissa de outros sistemas de assinatura, com pagamento mensal em troca de conteúdos exclusivos para quem estiver assinando. Os criadores podem definir seus tweets para serem enviados apenas para Super Follow, e os tweets aparecerão nas linhas do tempo apenas desses assinantes no Twitter.

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