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A Tesla sequer aperfeiçoou o nível 3 do modo FSD (Full Self Driving) e o prosador CEO da montadora, Elon Musk, já promete para 2022 um pulo para o nível 4 do sistema. Nesse degrau de automação, o carro teria um nível de automatização avançada, permitindo até que o motorista pudesse tirar um cochilo enquanto o veículo se move.

Musk deu a declaração durante entrevista ao pesquisador Lex Fridman, na última terça (28). Ele se diz confiante no avanço para o nível 4 pois a tendência é de que, em 2022, a probabilidade do FSD proporcionar um acidente com um Tesla será menor do que a de um ser humano.

“E, então, significativamente menor do que a média de um ser humano”, completou Musk. “Então, haverá o caso em que teremos que provar isso para as agências reguladoras. Queremos um padrão que não seja apenas equivalente a um humano, mas muito melhor do que o humano médio. Acho que [o sistema] deve ser pelo menos dois ou três vezes mais seguro do que um humano.”

A bravata de Musk, no entanto, não combina com a vida real. Já há relatos de um acidente sério com pessoas utilizando o modo beta do FSD na Califórnia e há uma investigação aberta pelo NHTSA (Administração Nacional de Segurança Rodoviária) para apurar 23 acidentes com motoristas adotando outro serviço de direção da montadora, o Autopilot.

Gargalo conceitual

Outro problema quanto à promessa de Musk é o gargalo semântico em torno do nome full self driving (“autocondução completa”). Esse título implica recursos que o sistema não fornece e leva o consumidor menos atento a presumir que o carro tenha atingido um patamar tecnológico que, na verdade, a Tesla sequer está ciscando.

Por ora, só para falar no FSD, o sistema da Tesla se encontra no nível 2 de automação, conforme definido pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos, na sigla em inglês), em que o veículo consegue acelerar e desacelerar, mas ainda requer a intervenção humana. Para chegar ao nível 4, portanto, falta um passo que a Tesla parece ainda estar longe.

O retrospecto, na verdade, depõe contra a confiabilidade de Musk. Ainda no ano passado, o executivo afirmou em evento em Xangai (China) que a Tesla entregaria carros 100% autônomos no fim de 2020 — o que nunca aconteceu. Isso sem contar a enxurrada de modelos em estado permanente de adiamento, como o supercarro Roadster e a caminhonete Cybertruck.

Via Carbuzz

Imagem: Naresh777/Shutterstock

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O Wall Street Journal publicou uma matéria afirmando que Elon Musk não mora somente em casa de 36 metros quadrados nas instalações de teste da SpaceX, em Boca Chica, no sul do Texas, EUA.

Segundo o jornal, o CEO da SpaceX e da Tesla também mora em uma mansão à beira-mar em Austin, também no Texas, de propriedade de Ken Howery, um bilionário que conhece Musk há décadas. A estada do homem eleito ‘Personalidade do Ano’ pela revista Time é tão secreta que alguns amigos de Kenny, como é conhecido, disseram ao Wall Street Journal não saber do assunto.

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Howery foi co-fundador da PayPal Holdings Inc. – empresa na qual Musk foi executivo no início de sua carreira – ao lado do famoso investidor Peter Thiel, co-fundador do Founders Fund, fundo de capital de risco que apoiou várias empresas de Elon.

Em 2021, Musk ultrapassou Jeff Bezos e se tornou o homem mais rico do mundo. O patrimônio do bilionário é estimado em cerca de US$ 188 bilhões – aproximadamente R$ 1 trilhão. Em junho, ele decidiu se mudar para uma casa pré-fabricada de U$ 50 mil.

Boxabl Casita – o novo lar de Elon Musk

Ocupando um modesto espaço de 6 por 6 metros, a casinha de Musk é chamada “Boxabl Casita”. Foi o próprio bilionário quem comunicou, via Twitter, como sempre, que essa seria, sim, sua principal morada.

Apesar de pequena, Musk parece gostar de viver nela. “É meio incrível, no entanto,” ele acrescentou. Segundo o site Teslarati, a casa é tão leve que pode ser rebocada por um Tesla Model X. 

Modelo de casa box pré-moldada da Boxabl. Elon Musk está morando em uma desse estilo. Imagem: Boxabl

Obviamente a Boxabl, responsável pela casa pré-moldada de Musk, está encantada com a “propaganda” de uma das pessoas mais ricas do mundo. Em um vídeo promocional, a empresa exibiu um “Space-Boxabl” que poderia abrigar astronautas na superfície da Lua ou Marte.

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Como diz o ditado: “toda brincadeira tem um fundo de verdade”, e quando a brincadeira vem do Twitter de Elon Musk, é bem difícil não se lembrar da sabedoria popular. Desta vez, o bilionário disse que estaria pensando em abandonar o posto de CEO da Tesla e da SpaceX para se dedicar à vida de influenciador digital.

“Pensando em largar meus empregos e me tornar um influenciador em tempo integral [o que vocês acham?]”, escreveu Musk para sua legião de mais de 65 milhões de seguidores. São os cargos de CEO que mantêm Elon Musk no topo da lista da Forbes, logo, é fácil pensar que ele não largaria isso para ser um “blogueirinho”.

Porém, ser executivo desse porte não deve ser algo muito saudável física e mentalmente. Por isso, algumas pessoas levaram a pensata do bilionário a sério, já que não é incomum que ele use seu Twitter como uma espécie de “balão de ensaio” para algumas ideias que acabam sendo levadas a sério posteriormente.

Querido diário, ops, Twitter…

Uma dessas ideias foi a de vender ações da Tesla para escapar de pagar uma quantia bilionária em impostos ao governo dos Estados Unidos. Além disso, e-mails vazados da SpaceX apontam que a empresa não vai muito bem das pernas e pode chegar à falência no médio ou longo prazo.

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Influenciador digital, Elon Musk já é. Ele tem mais seguidores em seu Twitter do que a Juliette tem no Instagram, por exemplo. Além disso, não foram poucas as vezes que o mercado financeiro e, principalmente, das criptomoedas, sofreu grandes variações após tuítes do bilionário.

Então, Elon Musk não é apenas um influenciador digital, é um influenciador real, já que seus tuítes mudam mercados inteiros. Porém, quando resolveu atacar de músico, o resultado não foi lá muito bom, portanto, podemos pensar que, com tempo para se dedicar a isso, Musk poderia se tornar melhor em seus hobbies.

Via: Futurism

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A fábrica da Tesla em Fremont, na Califórnia, foi atingida por um novo processo de assédio sexual em menos de um mês. No fim de novembro, o Olhar Digital noticiou o caso da funcionária Jessica Barraza, 38. Agora, soma-se a esse caso o processo de Erica Cloud.

Cloud abriu um processo na última quarta-feira (8), acusando a montadora de carros elétricos de retaliação e falha em evitar “um padrão de assédio sexual contínuo e generalizado” em sua fábrica de Fremont.

Ela, que já trabalhou como operária de linha de montagem na fábrica da Tesla, entrou com uma ação no Tribunal Superior do Condado de Alameda, na Califórnia, nos Estados Unidos. No processo, ela acusa Tesla e outros réus, incluindo um ex-gerente, de permitir que o trabalhador seja continuamente sujeito a assédio e avanços indesejados.

De acordo com o processo, Cloud enfrentou “assédio sexual quase diário” de seu ex-gerente. Ainda segundo o texto, o gerente ficou “de joelhos e a pediu em casamento”, também a “abraçou e massageou” e ela rejeitou os avanços em várias ocasiões.

O documento também relata que, durante a primavera de 2020, o gerente falou em diversos momentos sobre a raça de Cloud e fez referência ao tamanho do seu pênis, dizendo que ele “é grande lá”.

Por fim, o processo afirma que as ações do gerente foram altamente agressivas e fizeram a funcionária “temer por sua segurança”.

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RH demorou para agir

O processo destaca ainda a demora de resposta do departamento de Recursos Humanos da Tesla. Depois que Cloud denunciou o gerente à equipe, levou de dois a três meses para o departamento atender às reclamações.

E, ainda assim, houve retaliação após relatar o suposto assédio – mesmo sem trabalhar com o gerente. Segundo o documento, Cloud disse ter sido submetida a “um ambiente de trabalho hostil”, sendo mandada para casa mais cedo ou solicitada a não trabalhar em várias ocasiões por “motivos arbitrários” e, como resultado, perdeu salários, bônus e benefícios.

Não há duvidas de que a reputação da Tesla está sendo testada. Além desses dois processos, a montadora foi condenada a pagar US$ 137 milhões a um ex-funcionário da fábrica de Fremont após perder um processo sobre abuso racial em outubro.

Via Business Insider.

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Jonathan McDowell, que trabalha no Center for Astrophysics da Universidade de Harvard, corrigiu um tuíte publicado por Elon Musk no último sábado (4). “Meu carro está orbitando Marte”, afirmou o fundador, CEO e CTO da SpaceX, ao citar o Tesla Roadster enviado ao espaço em 2018.

“Bem, não. Ele está orbitando o Sol e, ocasionalmente, passa pela órbita de Marte. Não é a mesma coisa”, respondeu McDowell na rede social.

O carro foi usado como uma carga de teste, no primeiro lançamento do foguete Falcon Heavy. A iniciativa visou ressaltar o potencial do ônibus espacial de transportar objetos para Marte. A operação, no entanto, não teve sucesso em posicionar o veículo na órbita do planeta.

A primeira aproximação de Marte feita pelo veículo e seu passageiro, o manequim Starman, aconteceu em outubro de 2020. “Starman, visto pela última vez saindo da Terra, fez sua primeira aproximação com Marte hoje – a 0,05 unidades astronômicas, ou menos de 5 milhões de milhas, do planeta vermelho”, disse a SpaceX, na época, em publicação no Twitter.

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Pessoas que responderam o tuíte de Musk neste sábado (4) disseram estar preocupadas com a possibilidade de o Roadster cair em Marte ou na Terra. A ciência, no entanto, aponta que há apenas 6% de chance de o carro cair em qualquer um dos planetas nos próximos um milhão de anos. No caso da Terra, o veículo queimaria ao reentrar na atmosfera do planeta.

“Determinamos os elementos orbitais logo após o lançamento. As leis de Kepler nos permitem propagá-las até os dias atuais”, explicou Jonathan McDowell.

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As melhorias são sutis, mas são parte de um longo caminho até a coisa fazer jus a seu nome. O modo Full Self Driving da Tesla acaba de ganhar nova atualização, a pouco mais de duas semanas da anterior.

Imagem: Reprodução/Reddit

Traduzindo as notas de atualização da versão 10.6 do beta Tesla FSD, temos:

  • Melhoria na arquitetura de rede para a detecção de objetos para não VRUs (ex.: carros, caminhões, ônibus). 7% maior recall. 16% menor erro de profundidade e 21% menor erro de velocidade para veículos cruzando. [Nota: VRU vem de vulnerable road user, “usuário da estrada vulnerável”: pedestres e veículos pequenos, como motos]
  • Nova rede de visibilidade com erro relativo de mediana 18,5% menor.
  • Nova rede geral de objetos estáticos com 17% de precisão de movimentos em alta curvatura e casos noturnos.
  • Melhoria na posição de parada em curvas à esquerda desprotegidas enquanto dando preferência a objetos se aproximando, usando de predição de objetos além do ponto de cruzamento.
  • Permitir mais espaço para alinhamento longitudinal durante confluências pela incorporação de modelagem do fim da região de confluência.
  • Melhoria no conforto quando compensando por objetos que estão atravessando sua faixa.

Se a linguagem soa técnica e árida demais, é porque não há realmente muito a ser entendido do ponto de vista do usuário comum. São melhoras graduais explicadas de forma objetiva, que devem ser percebidas pelo motorista como um sistema mais responsivo e rápido. Mas sem reinventar a roda.

E é algo necessário: ainda que em geral o sistema cumpra o prometido de guiar um carro sozinho, não é sem erros, e erros perigosos. Já aconteceram acidentes sérios e, na versão 10.4, o sistema ainda estava tentando colocar um carro na contramão.

A Tesla inclusive vem enfrentando problemas legais por causa do nome: Full Self Driving quer dizer “autodireção plena”, o que o sistema absolutamente não é: com autonomia nível 2, o motorista deve ficar com as mãos ao volante o tempo inteiro.

Apenas motoristas com score de direção segura de 98 ou mais podem testar o beta. O Tesla FSD em geral ainda não está disponível para proprietários brasileiros.

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Os motoristas da Tesla contaram que seus carros foram bloqueados após uma falha de energia que atingiu o app da montadora. Dezenas de proprietários usaram as redes sociais para reportar sobre uma mensagem de erro no aplicativo móvel que acabava impedindo de se conectar aos veículos.

O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, respondeu a uma reclamação de um motorista da Coreia do Sul, e falou que estava “verificando”. Um pouco depois, ele disse que o sistema estava voltando a ficar online.

O aplicativo Tesla é usado como uma chave pelos motoristas para poder destravar e dar partida em seus carros. Além disso, os proprietários postaram uma série de reclamações online sobre a impossibilidade de usar seus veículos. “Estou preso a uma hora de distância de casa porque normalmente uso meu telefone para ligar [meu] carro”, tuitou um proprietário, por exemplo.

Homem segurando volante de um automóvel da Tesla
Lucesysombras/Shutterstock

De acordo com o site de rastreamento de interrupções DownDetector, cerca de 500 usuários relataram um erro no aplicativo da Tesla na sexta-feira (18). E cinco horas depois, houve pouco mais de 60 relatos de um erro.

“Desculpe, vamos tomar medidas para garantir que isso não aconteça novamente”, tuitou Musk. Além disso, o aplicativo não é a única forma de acessar os carros, segundo Stuart Masson, editor do site The Car Expert.

“A tecnologia torna as coisas convenientes, mas depende de um servidor funcionando 100% do tempo. É o mesmo que sair de casa sem meus cartões de crédito, esperando pagar as coisas com meu smartphone. Se dependemos de um mecanismo o tempo todo, podemos ser apanhados”, afirmou sobre o problema que ocorreu com o sistema da Tesla.

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Fonte: BBC

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O CEO da Tesla, Elon Musk, vendeu cerca de US$ 1,1 bilhão em papéis da empresa na última segunda-feira (8), enquanto exercia pouco mais de 2 milhões de opções de ações que recebeu como parte de seu pacote de compensação, e isso a um preço de US $ 6,24, segundo com um documento apresentado à Securities and Exchange Commission.  

As opções que Musk disse exercer em um documento regulatório divulgado nesta desta quarta-feira (10), em que foram avaliadas em cerca de US$ 2,5 bilhões.

“As ações ordinárias foram vendidas exclusivamente para satisfazer as obrigações fiscais retidas na fonte do declarante relacionadas ao exercício das opções de compra de 2.154.572 ações”, indicou o documento. As vendas de ações variaram de preço, enquanto as ações da Tesla fecharam US$ 1.067,95 nesta quarta-feira.

Além disso, Musk disse que honraria os resultados da pesquisa, que surgiu em meio a discussões contínuas sobre um “imposto de bilionário”. “Muito se fala ultimamente de ganhos não realizados serem um meio de evasão fiscal, então eu proponho vender 10% de minhas ações da Tesla”, escreveu no Twitter.

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Elon Musk possui uma razão preocupante para querer vender ações da Tesla

Ele repercutiu no fim de semana quando anunciou que tomaria a possível decisão de vender cerca de US$ 21 bilhões em ações da empresa com base nos resultados de uma pesquisa do Twitter, que inclusive terminou com a maioria das pessoas votando para ele vender. 

Apesar dele sugerir que estava vendendo as ações para “pagar impostos”, a sua mudança deixou muitos com a pulga atrás da orelha. Porém, o bilionário tem algumas motivos, de acordo com o The New York Times, Musk é obrigado a pagar pesados ​​impostos sobre as ações se não as vender. 

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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O CEO da Tesla, Elon Musk, repercutiu no fim de semana quando anunciou que tomaria a decisão de vender cerca de US$ 21 bilhões em ações da empresa com base nos resultados de uma pesquisa do Twitter, que inclusive terminou com a maioria das pessoas votando para ele vender. 

Apesar dele sugerir que estava vendendo as ações para “pagar impostos”, a sua mudança deixou muitos com a pulga atrás da orelha. Porém, o bilionário tem algumas motivos, de acordo com o The New York Times, Musk é obrigado a pagar pesados ​​impostos sobre as ações se não as vender. 

Ou seja, há uma razão pela qual ele colocou tudo isso exposto nas redes sociais. “Eles são uma bomba relógio tributária”, explicou Brian Foley, um consultor de remuneração de executivos, e complementou que “de imediato, não consigo pensar em nenhuma maneira de ele contornar o pagamento do imposto.”

Tudo isso porque Musk recebeu quase 23 milhões de opções de ações em 2012, e as ações devem expirar no próximo ano. E Quando isso acontecer, ele pode precisar pagar até US$ 10 bilhões em impostos devido à forma como as opções foram estruturadas. 

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Pesquisa de Elon Musk no Twitter aponta que ele deveria vender ações da Tesla

Ele tweetou uma pesquisa no sábado, perguntando a seus quase 63 milhões de seguidores no Twitter se ele deveria vender 10% de suas ações da montadora, aparentemente para pagar mais impostos. Quando a pesquisa foi encerrada no domingo à tarde, 57,9 por cento dos mais de 3,5 milhões de participantes votaram “sim” e 42,1 por cento votaram “não”.

“Ultimamente, muito se fala em ganhos não realizados serem um meio de evasão fiscal, então proponho vender 10% de minhas ações da Tesla”, Musk tuitou no sábado. Ele disse em um tweet subsequente que obedeceria aos resultados da pesquisa “de qualquer maneira”.

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O CEO da Tesla, Elon Musk, afirmou nesta terça-feira (2) que o acordo com a locadora de veículos Hertz Global, que anunciou na semana passada ter comprado 100 mil veículos elétricos da montadora, ainda não foi finalizado.

De acordo com informações da Bloomberg, o negócio renderia cerca de US$ 4,2 bilhões (em torno de R$ 23,9 bilhões) à Tesla, o que faria da montadora americana a primeira na história a atingir um valor de US$ 1 trilhão. No entanto, Musk negou, em uma publicação no Twitter, que o acordo tenha sido assinado e sugeriu que a compra de 100 mil unidades do Model 3 não teria impacto financeiro (positivo) na sua companhia.

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“A Tesla tem muito mais demanda do que produção, portanto, só venderemos carros para a Hertz pela mesma margem do que para os consumidores”, disse o bilionário. “O acordo da Hertz tem efeito zero na nossa economia.”

Isso não significa, porém, que o acordo entre Tesla e Hertz esteja próximo de um desfecho negativo. Somente que os Model 3 para locação irão entrar no negócio pelo preço do varejo padrão, isto é, como se fosse uma venda simultânea para um grupo de 100 mil consumidores.

Hertz aposta em contrato bilionário para sair da bancarrota

Caso o acordo com a Tesla seja confirmado, 20% da frota da Hertz será movida a bateria até o final de 2022. A empresa americana, que quase faliu durante a pandemia de Covid-19 no ano passado, também irá instalar milhares de carregadores para veículos elétricos em sua rede.

“Veículos elétricos agora são mainstream e estamos começando a ver o aumento da demanda e do interesse globais”, disse o CEO interino da Hertz, Mark Fields. “A nova Hertz vai liderar o caminho como uma empresa de mobilidade, começando com a maior frota de aluguel de veículos elétricos na América do Norte”, acrescentou o executivo.

Via Autocar

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