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Depois de prometer que se desfaria de boa parte dos seus bens físicos, Elon Musk desistiu de colocar à venda sua “última casa restante”. A palavra “casa” na realidade é um eufemismo, já que o imóvel é uma mansão de US$ 37,5 milhões na região da baía de São Francisco.

Registros da empresa imobiliária Zillow mostram que a residência foi listada como “à venda” pelo proprietário em 13 de junho, mas removida em 11 de setembro. De acordo com o anúncio, a propriedade foi construída em 1961, tem 1,4 mil metros quadrados de espaço interno e ocupa um terreno de 19 hectares em Hillsborough, na Califórnia.

A casa tem garagem para 11 carros, salão de festas, 10 banheiros e (apenas) seis quartos. “É um lugar especial”, descreveu Musk em um tweet. O bilionário prometeu no ano passado vender “todas as posses físicas” para financiar a colonização de Marte, o que inclui um portfólio de US$ 100 milhões em imóveis.

Um dos cômodos da mansão de Elon Musk na Califórnia. Imagem: Zillow/Reprodução
Um dos cômodos da mansão de Elon Musk na Califórnia. Imagem: Zillow/Reprodução

Em junho, Musk disse que vendeu todas as suas casas – exceto a mansão em questão, que ele alugou para eventos. Ele originalmente comprou a propriedade por pouco mais de US$ 23 milhões em 2017 do aristocrata Christian de Guigne IV, cuja família possuía a propriedade por mais de um século.

Dono de uma fortuna estimada de US$ 196 bilhões, o CEO da SpaceX e da Tesla mora atualmente em uma casa pré-fabricada de U$ 50 mil, com apenas 36 metros quadrados. Sua “humilde residência” fica nas instalações de teste da SpaceX, em Boca Chica, no sul do Texas, EUA.

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Minimalismo

Elon Musk já havia falado algumas vezes sobre o desejo de vender seus imóveis e boa parte dos seus bens físicos. Segundo ele, o objetivo é realizar o sonho de viver uma vida minimalista, além de financiar sua empreitada para tornar a humanidade uma espécie multiplaneta, estabelecendo a primeira colônia humana em Marte.

Um dos imóveis havia pertencido ao ator Gene Wilder, que viveu Willy Wonka na versão original de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, de 1971. Por conta disso, a casa não poderia ser demolida ou passar por reformas que fizessem com que ela “perdesse sua alma”. Até o momento, Musk já teve sucesso na venda de quatro casas, tendo arrecadado nada menos do que US$ 356,2 milhões (aproximadamente R$ 1,8 milhões).

Via: Business Insider

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Depois de três dias no espaço, a nave Crew Dragon Resilience retornou para o planeta Terra às 20h06 (horário de Brasília) deste sábado (18), concluindo com sucesso a missão Inspiration4 com a primeira tripulação totalmente civil.

O Olhar Digital transmitiu ao vivo o retorno. Confira como foi:

“Sabemos como somos afortunados por estarmos aqui”, confidenciou Isaacman, comandante do Inspiration4 durante a transmissão feita pela tripulação nesta sexta-feira (17). “Estamos dedicando todo o nosso tempo agora para pesquisas científicas, tocar ukulele e tentar aumentar a conscientização para uma causa importante para nós na Terra”.

Confira o momento exato do splash:

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A programação abaixo foi concluída com sucesso:

O que os astronautas fizeram?

Durante sua estada no espaço, os astronautas aproveitaram para admirar o universo através de uma cúpula criada exclusivamente para esse voo. Não é para menos, além da vista incrível, trata-se da maior janela já vista no espaço. Como a Inspiration4 não iria para a Estação Espacial Internacional, foi possível substituir a porta de ancoragem no nariz por essa cúpula gigante.

“Temos passado muito tempo nesta cúpula”, disse Arceneaux durante a mesma transmissão. “Podemos colocar nossas cabeças e encaixar vários membros da tripulação e ver todo o perímetro da Terra. E a vista, devo dizer, é de outro mundo”, completou.

Além de admirar a beleza da Terra, a equipe realizou uma série de experimentos para estudar o corpo humano. Como parte das tarefas da missão, os tripulantes também tocaram o sino de fechamento na Bolsa de Valores de Nova York e fizeram apostas no Super Bowl.

Ao longo dos dias, os astronautas têm se alimentado com comidas conhecidas nossas: pizza fria, massa à bolonhesa, edamame assado e cordeiro mediterrâneo. Para a sobremesa, eles têm aproveitados Skittles, M&Ms e copos de manteiga de amendoim.

Fonte: Space.com

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A cápsula Crew Dragon, da SpaceX, que levou a primeira tripulação 100% da história à órbita da Terra na missão Inspiration4, passou pelo céu da Europa na noite desta quinta-feira (16). Imagens da nave foram capturadas de diferentes lugares, mas o melhor ponto de visualização foi a Holanda.

O arqueólogo holandês Marco Langbroek conseguiu flagrar a passagem da nave pelo Observatório Old Leiden, na cidade de Leiden, na Holanda. Para conseguir capturar a passagem da Crew Dragon com precisão, o arqueólogo teve que capturar 37 fotos, com intervalo de um segundo de uma para outra.

Langbroek também conseguiu capturar um vídeo, que foi publicado no Vimeo, o vídeo foi feito por meio de uma gravação automática, sem que ninguém operasse a câmera no momento da passagem da Crew Dragon, que passou voando “baixo” pelo céu holandês.

Por baixo de uma estrela

Um outro vídeo, capturado por um astrônomo amador identificado como Kevin Fetter, é ainda mais especial. Fetter conseguiu capturar o exato momento em que a Crew Dragon que leva a tripulação da Inspiration4 passa por baixo da estrela Markab.

Também conhecida como Alpha Pegasi, Markab é uma estrela de magnitude 2.48, a terceira mais brilhante da constelação de Pegasus. A estrela fica a uma distância de 133,4 anos-luz da Terra e frequentemente pode ser vista a olho nu de locais sem muita poluição luminosa.

Primeiros movimentos

Se foi possível ver a nave da Inspiration4 da Terra, a recíproca é verdadeira e também foi possível ver algumas imagens espetaculares do nosso planeta através da Crew Dragon. Isso foi possibilitado por uma redoma de vidro reforçada, que é a maior janela em peça única de uma nave espacial.

A redoma, que ganhou tem sido chamada de “domo” ou “cúpula”, permite uma visão em 360° da Terra do ponto de vista da nave, o que gera algumas das mais belas imagens do nosso planeta já feitas do espaço.

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No primeiro dia da viagem espacial, os tripulantes da Inspiration4 completaram mais de 15 órbitas ao redor da Terra, o que possibilitou a eles utilizar toda a cúpula da Crew Dragon. Em uma mensagem no Twitter, a equipe descreveu o primeiro dia no espaço como incrível.

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A Nasa precisou cancelar os planos de uma caminhada do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS) que estava marcada para esta semana. De acordo com a agência, o motivo foi um mal estar de Mark Vande Hei, um dos astronautas que ia participar da caminhada espacial. A Nasa descreveu a indisposição como uma “questão médica menor”.

De acordo com a Nasa, o problema não é uma emergência médica e não exige um retorno do astronauta à Terra. Vande Hei caminharia no espaço nesta terça-feira (24) junto com seu companheiro de ISS Akihiko Hoshide, que é astronauta da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa). A caminhada seria para preparar o posto avançado para receber um novo painel solar.

A caminhada planejada para Vande Hei e Hoshide consistiria em instalar um kit de modificação à esquerda da estrutura principal do posto avançado. O kit permitirá a instalação de uma nova asa solar para reforçar a rede elétrica da estação. A nova matriz será a terceira de seis, que terão a função de atualizar o sistema de energia da Estação Espacial Internacional.

Sem previsão

O engenheiro de voo Victor Glover, da Nasa, em caminhada espacial durante reparo na Estação Espacial Internacional. Imagem: Nasa/Divulgação
Caminhada espacial ainda não tem uma nova data prevista para acontecer. Imagem: Nasa/Divulgação

Como a caminhada não depende do tempo, outros membros da tripulação seguirão com outras etapas da missão e continuarão avançando com outras atividades que envolvem a preparação para a instalação do painel solar. Agora, as equipes da Nasa estão trabalhando para determinar uma nova data para a caminhada, já que este é um período bem movimentado na estação espacial.

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No próximo sábado (28), uma espaçonave SpaceX Cargo Dragon será lançada para a missão de reabastecimento CRS-23. Além disso, a Rússia planeja enviar cosmonautas para uma série de caminhadas espaciais a partir da semana que vem, a fim de concluir os trabalhos de instalação do módulo Nauka, que atracou na ISS no início deste mês.

Via: Space.com

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Os tripulantes da Inspiration 4, primeira missão espacial totalmente civil da SpaceX, voaram em gravidade zero pela primeira vez. O experimento foi realizado a bordo de um Boeing 727 da Zero Gravity Corporation, e preparou 4 os tripulantes para a missão de três dias em órbita da Terra a bordo da Crew Dragon.

O voo foi o último exercício do treinamento dos quatro astronautas.

A missão é financiada pelo bilionário Jared Isaacman, fundador e CEO da Shift4Payments. Um dos objetivos é apoiar o trabalho do centro de pesquisa pediátrica Saint Jude, especializado no tratamento de leucemia e outros tipos de câncer.

Entre os tripulantes estão o próprio Isaacman e a enfermeira Hayley Arceneaux, que trabalha no St. Jude Children’s Research Hospital, onde foi tratada aos 10 anos devido ao um câncer ósseo. Os outros dois são o engenheiro de dados Chris Sembroski, veterano da Força Aérea dos Estados Unidos e a geocientista, comunicadora científica e artista Dra. Sian Proctor.

A missão Inspiration 4 deve decolar no dia 15 setembro deste ano, a bordo da Crew Dragon da SpaceX. E os tripulantes não vão à passeio: enquanto estiverem em órbita, eles têm o compromisso de realizar experimentos científicos.

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A balsa-drone da SpaceX “Of Course I Still Love You” (OCISLY) está de casa nova. A embarcação saiu do Porto Canaveral, no estado americano da Flórida, na Costa Leste do país, no último dia 10 de junho, com destino ao Porto de Long Beach, no estado da Califórnia, na Costa Oeste. O objetivo da mudança é apoiar o número cada vez maior de lançamentos de foguetes da empresa.

A viagem da balsa-drone teve várias semanas de duração, já que foi necessário praticamente cruzar o país, contudo, a jornada foi bastante tranquila, sendo que o único grande desafio foi a passagem pelo Canal do Panamá, que faz a ligação entre o Oceano Atlântico e o Pacífico. Para a travessia, foi necessário o auxílio de  navio de transporte semissubmersível.

Após 26 dias, a balsa-drone da SpaceX finalmente chegou ao seu destino. Para atracar no porto, a OCISLY navegou sobre um convés de um navio ainda maior que ela, o Mighty Servant 1. A chegada aconteceu a tempo para a primeira missão de satélite polar da Starlink, que deve acontecer ainda no mês de julho.

Por que mudar?

Durante sua estadia na Flórida, a balsa-drone OCISLY deu excelentes resultados para a SpaceX, somente em 2020, a empresa lançou nada menos do que 25 foguetes do estado sulista. Para os próximos anos, a SpaceX pretende aumentar o número de lançamentos de suas instalações da Costa Oeste, a fim de concluir sua constelação de satélites Starlink.

Recentemente, a SpaceX anunciou que lançaria alguns foguetes da Base Aérea de Vandenberg, de propriedade das Forças Espaciais dos EUA. Contudo, atualmente, o único meio para recuperação de reforço em Vandenberg é o pouso do primeiro estágio de volta em terra, o que requer uma grande reserva de combustível.

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Para facilitar esse processo, seria necessária a presença de uma balsa-drone na Costa Oeste, o que motivou a transferência do OCISLY de uma costa para a outra. Atualmente, a SpaceX conta com mais uma balsa, a “Just Read the Instructions”, que está atracada no estado da Flórida. Além das delas, outras duas estão em construção, uma na Flórida e outra na Louisiana.

Com informações do Space

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Não satisfeita com toda a poluição dentro do planeta, a humanidade também deixa rastros ao redor da Terra. Cada vez mais a quantidade de lixo aumenta em órbita. Para tentar mitigar o problema, o bilionário sul-africano Elon Musk sugeriu uma nave espacial.

No último sábado (3), um seguidor questionou o CEO da SpaceX se a empresa pensou em algum modo de recolher fragmentos da órbita. Afinal, o excesso de lixo espacial pode prejudicar o lançamento de foguetes no futuro, além do perigo que representam para os astronautas.

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“Nós podemos voar com a Starship pelo espaço e engolir os destroços com a porta da carenagem em movimento”, respondeu Elon Musk. A espaçonave citada pelo CEO é justamente a que está sendo desenvolvida para levar os primeiros seres humanos até o planeta Marte.

Quando em órbita, a Starship pode abrir duas portas gigantescas, como o bico de um pássaro, para liberar cargas úteis de dentro. É justamente esse mesmo mecanismo que poderá ser usado para recolher o lixo espacial. Esse local para armazenamento tem cerca de 9 metros de diâmetro.

Essa não foi a primeira vez que a ideia foi lançada. Em outubro do ano passado, Gwynne Shotwell, presidente e COO da SpaceX, afirmou que poderia ser possível lançar a nave para chegar até esses restos vagando em órbita e recolher o lixo.

Starship SN15 é mostrada alçando voo em teste feito pela SpaceX
A Starship é desenvolvida para levar missões até Marte. Imagem: SpaceX/Divulgação

“Não vai ser fácil, mas acredito que a Starship oferece a possibilidade de ir e fazer isso e estou muito animada com isso”, destacou a COO da SpaceX, em entrevista à revista Time.

Atualmente, a órbita da Terra tem mais de 27 mil fragmentos de variados tamanhos rastreados pela rede de vigilância espacial global do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Recentemente, um desses destroços atingiu um braço robótico da Estação Espacial Internacional (ISS).

Via: Futurism

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A SpaceX decidiu adiar o lançamento de sua próxima missão para a realização de mais checagens pré lançamento. A missão, que foi denominada como Transporter-2, consiste no lançamento de um foguete Falcon 9, que fará uma viagem à órbita da Terra para o envio de mais de 100 satélites.

A previsão era de que a viagem ocorresse no fim da tarde desta sexta-feira (25), mas a SpaceX deve anunciar uma nova data de lançamento em breve. “A equipe está reservando um tempo adicional para verificações de pré-lançamento antes da missão da Transporter-2; anunciaremos a nova data de lançamento prevista, uma vez confirmada”, escreveu a companhia no Twitter nesta quinta-feira (24).

Histórico das missões Transporter

O Falcon-9 usado será o “B1060”, que fez o voo da missão Transporter-1, além de outras seis viagens à órbita do nosso planeta, retornando com sucesso em todas elas. Algumas contas no Twitter traziam um vídeo com o teste de disparo estático do foguete:

Na última segunda-feira (22), o Falcon 9 B1060 foi preenchido com oxigênio líquido e querosene para foguetes, acionando com sucesso os seus nove motores Merlin 1D, como parte de um último teste antes do lançamento oficial. Entende-se por “teste de disparo estático” a ignição completa dos motores, mas sem a propulsão do foguete, que fica preso ao chão.

Com a aprovação no teste, a SpaceX agora já colocou o foguete na horizontal, guardando-o em seu hangar de integração no Cabo Canaveral, na Flórida, onde ele terá instalada a carga com os satélites no segundo estágio de seu corpo – esta parte é descartável e não será recuperada pela SpaceX. Depois disso, o foguete será novamente transportado à base de lançamento e “verticalizado” para lançamento.

Ainda não se sabe se, com esse lançamento, a SpaceX posicionará novos satélites Starlink, relacionados ao seu serviço de internet; ou se o conteúdo se trata de instrumentos de observação e pesquisa.

Apesar do conteúdo do foguete não ter sido divulgado, nem tampouco para quais empresas a SpaceX está oferecendo essa “carona”, a missão Transporter-2 trará um processo de retorno diferente de sua antecessora. 

Enquanto na Transporter-1 o foguete pousou em uma balsa autônoma (droneship) no Oceano Atlântico, desta vez o Falcon 9 B1060 fará o pouso de volta em Terra, na mesma base de onde ele será lançado. Por isso, estima-se que o volume de carga seja consideravelmente mais leve desta vez.

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Um momento importante na história da SpaceX está cada vez mais próximo, a empresa se prepara para realizar o primeiro teste orbital do foguete Starship Mars. Um protótipo da nave espacial passou por um voo de teste de altitude no mês passado, saindo cerca de 10 quilômetros do chão da “Starbase”, da SpaceX, que fica em Boca Chica, no sul do estado americano do Texas, pousando com segurança logo em seguida, e voltando às instalações da empresa.

Este foi o primeiro de cinco veículos de teste que conseguiu realizar o pouco, porém, mesmo antes de atingir esse marco, a SpaceX já havia começado o planejamento do primeiro voo da Starship Mars para a órbita da Terra. Em março deste ano, o CEO e fundador da empresa, Elon Musk, tuitou que este voo seria realizado até julho deste ano.

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Este teste exigirá os dois elementos do sistema da nave estelar reutilizável, que consistem no estágio superior, que também se chama Starship, e tem nada menos do que 50 metros de altura, e do propulsor de primeiro estágio, conhecido como Super Heavy, ou, em tradução livre, “Super Pesado”.

Super Heavy não estreou

O voo de teste, que atingiu 10km de altura, não contou com a participação do Super Heavy, tendo empregado apenas um protótipo de estágio superior da nave espacial, que foi equipado apenas com três dos motores Raptor. Segundo planos que foram divulgados pela Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos, em maio deste ano, a dupla Super Heavy-Starship vai decolar da Starbase e, seis minutos depois, o Super Heavy descerá a 32km dali, no Golfo do México.

Elon Musk compartilhou recentemente mais uma foto do Super Heavy

Enquanto isso, o Starship seguirá para a órbita da Terra, retornando para um mergulho suave a cerca de 100km da costa noroeste da Ilha de Kauai, no Havaí. A SpaceX ainda não divulgou em qual data ocorrerá o teste orbital, contudo, faltando apenas pouco menos de duas semanas para o mês de julho, é prudente imaginar que este teste não será realizado no início do mês.

Com informações do Space.com

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A Starship SN16, protótipo de nave espacial da SpaceX, ainda pode ter mais um voo para fazer. Mais especificamente, um teste de voo hipersônico, segundo o CEO da empresa, Elon Musk.

Recentemente, diversos sites e vários usuários das redes sociais registraram o transporte do foguete para uma estrutura de armazenamento que é uma espécie de “retiro” para os artefatos tecnológicos que não serão mais usados.

Musk, respondeu, via Twitter, a um desses canais. E citou um teste hipersônico como uma das viagens que o protótipo ainda “pode” fazer. Se as palavras do bilionário se confirmarem, a SpaceX vai explorar um espaço desconhecido para um modelo Starship.

Até hoje, nenhum de seus protótipos foi além de algumas centenas de quilômetros por hora de velocidade durante as fases de ascensão (ou seja, empurrada pelos motores durante a subida).

Mais além, a velocidade máxima possível para a embarcação só teria sido atingida durante o momento de queda livre, após atingir a órbita da Terra (ou seja, puxada pela força gravitacional, sem motores ligados).

Diante deste quadro, usar o protótipo para testar – e, com sorte, atingir – velocidades hipersônicas seria algo inédito para a SpaceX. Não são muitas as embarcações capazes de chegar neste volume.

Para se atingir a velocidade hipersônica, a embarcação deve ser construída de forma diferente dos métodos comuns e usar materiais como como níquel resfriado ou titânio, para resistir a temperaturas mais altas ou choques súbitos de alto padrão. Afinal, “velocidade hipersônica” é aquela que supera em grande escala a velocidade do som.

Elon Musk, não ofereceu nenhuma previsão para usar a Starship SN16 em qualquer teste hipersônico. Então, por ora, tudo fica no universo de possibilidades não confirmadas da SpaceX.

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