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A empresa de artefatos robóticos Ghost Robotics criou um cão robô com um rifle de precisão acoplado na parte superior. Já de cara dá para ver que ele é bem diferente dos amigáveis artefatos que podem ser vistos na internet.

A aparência ameaçadora pelo uso como arma provocou muitas críticas na internet. Um professor de inteligência artificial da Universidade New South Wales, na Austrália, disse que isso cruza uma linha moral, legal e técnica, além de nos levar para um mundo escuro e perigoso. Ele levanta a possibilidade desse robô ser usado por terroristas e estados rebeldes.

Segundo especificações técnicas, o robô e a arma são criações separadas: o “cão robô” é produzido pela Ghost Robotics, e o rifle foi desenvolvido pela SWORD International. De acordo com o site oficial da empresa, a arma tem um alcance de quase mil e 200 metros.

Mas pelo jeito esse é mais uma forma de uso militar para essas máquinas.
A fabricante já tem modelos para usos diversos, como a busca por tropas inimigas e até a localização de bombas.

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Como olhar nos “olhos” de um robô poderia afetar as suas decisões? Cientistas desenvolveram um experimento para encontrar essa resposta.

A proposta foi fazer com que as pessoas jogassem contra um humanoide. E os pesquisadores descobriram que quando o robô olhava para os jogadores humanos durante a sessão, isso acabava alterando o comportamento e a estratégia dos participantes.

Durante o teste, os voluntários foram monitorados por eletroencefalografia e houve mudanças significativas na atividade neural sempre que eram encarados pelo dispositivo.

Ao todo, 40 participantes sentaram-se em frente a um robô humanoide iCub, competindo em um jogo em uma tela de computador horizontal, na qual dois carros simulados corriam de frente um para o outro.

Pouco antes do momento do impacto, o jogo parava e os participantes eram solicitados a olhar para o robô – que encontraria seu olhar ou desviaria o olhar. Nesse instante, os participantes tiveram que decidir se deixavam seus carros andar à frente ou se desviariam para o lado.

Os resultados do experimento mostraram que o olhar de retorno do robô não influenciou as escolhas feitas por jogadores humanos individuais, mas os participantes geralmente responderam mais rápido no jogo quando o iCub desviou os olhos.

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A Segway anunciou o lançamento do Navimow, seu primeiro cortador de grama robô, que usa GPS para percorrer a área delimitada e não precisa, portanto, de fio.

O usuário define a área na qual o robô deverá cortar a grama usando seu aplicativo para smartphone. De acordo com a empresa portuguesa, o algoritmo do Navimow “determina um caminho de corte sistêmico”, inclusive, não passando novamente por áreas já cortadas.

Leia mais:

“O sistema de localização mantém o robô em posições precisas e com padrões de corte sistemáticos”, afirma a Segway, que informa que se o sinal de GPS estiver temporariamente fraco, o Navimow possui sensores que o manterão cortando a grama.

Confira o vídeo divulgado pela Segway:

Lâminas param de funcionar se robô encontrar obstáculos

Segundo a Segway, a tecnologia Blade Halt do Navimow faz com que as lâminas parem de funcionar se o robô encontrar obstáculos como crianças, animais e brinquedos. O Navimow pode lidar com inclinações de até 45 graus em gramados e mantém sua posição precisa dentro de dois centímetros, conforme delimitação do usuário.

A empresa também diz que o robô funciona a 54 dB, relativamente silencioso, e que pode “suportar chuvas, respingos pesados ​​e jatos de água de alta pressão”. O sensor de chuva orienta o Navimow a voltar para a estação de recarga caso detecte o início da chuva.

Robô cortador de grama Navimow
Robô cortador de grama Navimow. Créditos: Divulgação/Segway

Confira abaixo os quatro modelos do Navimow e seus valores:

  • H500E (para gramados de até 500 metros quadrados): € 1199 (R$ 7.363)
  • H800 (para gramados de até 800 metros quadrados): € 1499 (R$ 9.205)
  • H1500E (para gramados de até 1.500 metros quadrados): € 1.999 (R$ 12.275)
  • H3000E (para gramados de até 3.000 metros quadrados): € 2.499 R$ 15.346)

A Segway ainda não informou quando o Navimow estará disponível para venda.

Robô cortador de grama Navimow
Robô cortador de grama Navimow. Créditos: Divulgação/Segway

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A gigante chinesa de e-commerce Alibaba tem planos ousados para agilizar as entregas. A empresa anunciou que deseja lançar cerca de mil robôs de entrega em todo o território da China.

Mas o que chamou mais atenção foi uma “alfinetada” nos entregadores humanos. Segundo a Alibaba, um dos pontos em favor dos robôs é o fato de nenhum deles fumar.

Pode parecer brincadeira, mas está longe disso: o tabagismo é um problema sério na China. Dos 1 bilhão e 400 milhões de habitantes do país, mais de 300 milhões fumam, ou seja, mais de 20% da população.

Segunda a empresa, as “paradinhas” para fumar podem causar atrasos indesejáveis para os negócios.

Os robôs de entrega do Alibaba já estão sendo testados no percurso entre o armazém e a casa do cliente. Este processo é o que mais está sujeito a problemas, como o tráfego, erro humano ou outros imprevistos.

A empresa defende que os robôs não correm o risco de se perder tentando encontrar um apartamento em uma torre ou um conjunto habitacional, além de serem capazes de compreender os arredores.

As máquinas são capazes de prever os próximos cinco a dez segundos de movimentos de pessoas e veículos próximos. Segundo os desenvolvedores da tecnologia, essa capacidade de prevenção evita colisões com outros veículos ou atropelamentos em 99,9999% das ocasiões.

Mas o interesse do Alibaba nos robôs não é só porque eles não fumam. A empresa diz que o envelhecimento da população chinesa pode tornar mais difícil a contratação de entregadores no futuro.

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Pesando apenas 88g, quase o mesmo que um grão de arroz, RoBeetle – um pequeno robô apressado – entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, como o menor robô rastejante do mundo.

Desenvolvido por Néstor O. Pérez-Arancibia e seus colegas da Universidade Estadual de Washington, o “besouro robô” é movido a álcool, especificamente metanol. Assista no vídeo abaixo essa coisinha se movimentando:

Menor robô do mundo pode carregar quase três vezes seu próprio peso

De acordo com o site Boing Boing, o RoBeetle é exclusivamente alimentado pela combustão catalítica de metanol e pode subir encostas, navegar em várias superfícies e transportar objetos que pesam até 2,6 vezes seu próprio peso.

Os pesquisadores usaram válvulas pneumáticas e fluxo de ar para permitir ao micro robô coordenar seus músculos sem depender de um sistema de controle baseado em eletrônica.

Leia mais:

Pérez-Arancibia espera que seus robozinhos possam algum dia ser usados ​​para resolver problemas complicados de engenharia, emulando criaturas como lulas ou ratos, que podem se espremer como líquido em lugares apertados. 

Obviamente, os insetos ainda superam seus equivalentes robóticos em quase todos os aspectos, mas o pesquisador espera ainda desenvolver robôs, na próxima década, que sejam significativamente melhores em imitar sistemas naturais.

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O robô Perseverance, que atualmente explora a superfície de Marte, virou garoto-propaganda do Google. Ele aparece em um novo anúncio do serviço de fotos da plataforma, mostrando como organiza as milhares de imagens que capturou no planeta vermelho.

Nos seis primeiros meses em Marte, o Perseverance já tirou mais de 125 mil fotos, que podem ser vistas livremente pelo público no site da missão.

O video serve para mostrar as possibilidades de criação de categorias, como selfies, rochas, fotos com sombras, paisagens e até “bichos de estimação”, onde aparece o helicóptero Ingenuity.

Os recursos de busca do Google Fotos também aparecem: o Perseverance procura por “água” e “marcianos” e não encontra nada, mas uma busca por “Dunas” rende várias fotos.

O comercial termina com a frase “Look back on a world of memories”, algo como “reveja um mundo de lembranças.”

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Com o avanço da tecnologia e da automação, os robôs têm se tornado cada vez mais realistas, e, além disso, as peles artificiais também estão mais parecidas com a pele humana. Isso nos permite pensar que as tecnologias e design para robôs sexuais devem se tornar mais populares nos próximos anos, o que levanta uma questão importante: como os legisladores vão tratar o sexo com robôs?

Um artigo recente publicado na revista especializada em direito The Bulletin, da região do sul da Austrália, tentou responder, em partes, esta questão. Os pesquisadores jurídicos, que são da Universidade Flinders, analisaram uma série de fatores que poderão ser considerados pelos legisladores australianos em relação à posse, aquisição e importação dos chamados “sexbots”.

Elogios

Por um lado, alguns legisladores defendem que robôs sexuais podem ser benéficos, principalmente para capacitar pessoas mais velhas ou com algum tipo de deficiência, abordando questões que são relacionadas a ansiedade que têm o sexo como gatilho, podendo tratar disfunções com a criação de um ambiente seguro para pessoas LGBTQIA+ que se sentem inseguras com sua sexualidade.

Em um estudo recente, pesquisadores descobriram que robôs sexuais podem ser benéficos para pessoas com ansiedade social, pessoas com problemas para conseguir um parceiro ou parceira sexual, mas não se sentem confortáveis em recorrer à prostituição e homens com problemas de ejaculação precoce.

Críticas severas

Um sexbot masculino
Os rob^s sexuais masculinos também estão ganhando um aspecto cada vez mais realista. Crédito: Youtube/Andrea Morris

Já os críticos, argumentam que os robôs sexuais objetificam mulheres e têm o potencial de aumentar a violência sexual contra mulheres e podem aumentar o risco de violência de gênero por dessensibilizar pessoas quanto à forma que elas enxergam e tratam outros seres humanos. Isso é especialmente preocupante, já que alguns robôs podem ser programados para não consentir com o sexo.

Especificamente para os legisladores australianos, os avanços na tecnologia de sexbots e a crescente demanda por esses robôs significa que os legisladores devem ser confrontados com pedidos por regulamentação desses dispositivos em um futuro próximo, segundo Madi McCarthy, que realizou uma pesquisa sobre esse tópico para a Escola de Negócios, Lei e Governança.

Novos problemas

Segundo ela, os legisladores precisarão equilibrar interesses individuais e públicos, que não necessariamente se conversam, mas são bastante complexos e apresentam desafios éticos, regulatórios e legais conforme a tecnologia avança. Hoje, nenhuma lei regula os sexbots, mas existem leis na Austrália que proíbem que bonecas eróticas tenham aparência infantil, por exemplo.

Leia mais:

Os autores do artigo acreditam que regulamentos parecidos serão impostos para os robôs sexuais no futuro, mas existem novos fatores que precisam ser considerados, como a questão do consentimento e outros fatores que possam ter como resultado a dessensibilização ou a desumanização de outros seres humanos.

Com informações do Phys

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O famoso cão-robô Spot, da empresa de engenharia robótica Boston Dynamics, aprendeu a urinar cerveja graças à engenhosidade do youtuber Michael Reeves. O programador adicionou algumas partes ao cão metálico para que ele não apenas “expelisse” cerveja, mas que isso seja feito diretamente em um copo.

O projeto foi divulgado através de um vídeo no YouTube e fez sucesso na rede. Para desenvolver a habilidade no robô, Michael precisou criar uma uretra para o cão, com uma mangueira automatizada para os líquidos passarem, e uma câmera de segurança para criar um sensor de mapeamento de ambiente para o robô encontrar o copo. Além disso, adaptou um cilindro nas costas do pet futurista para carrega a estrela do projeto: a cerveja gelada.

Segundo o youtuber, ele tentou contato com a Boston Dynamics para conseguir aprimorar o projeto, já que de acordo com os testes em vídeo, não é sempre que Spot consegue acertar a mira no copo. Ele acaba derrubando a cerveja e escorregando. Mas o programador não obteve resposta da companhia.

Por isso, Reeves decidiu “se vingar” pela falta de retorno e viajou até Boston com o pet metálico. Já no local e de forma bem-humorada, Michael colocou Spot para fazer xixi na porta da empresa.

A “brincadeira” não é para qualquer um. O cão-robô Spot custa 75 mil dólares, ou cerca de 428 mil reais na conversão direta.

Mas que é divertido, isso é.

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Para tentar tornar os aviões mais seguros contra o vírus da Covid-19 (e qualquer outra patologia do tipo), a empresa suíça Uveya está testando uma tecnologia que utiliza robôs com luz ultravioleta (UV) para desinfetar as aeronaves. O objetivo é mostrar para os passageiros que o ambiente foi totalmente limpo antes de fazer uma nova viagem.

Robôs ultraviolenta
Imagem: Dnata Divulgação

A companhia está testando a tecnologia em modelos da Helvetic Airways e os robôs são capazes desinfetar completamente aviões de um corredor em 13 minutos usando ultravioleta.

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“É uma tecnologia bem antiga, mas bem perigosa. Por isso queremos tirar o trabalhador do alcance da luz. Por isso fizemos um robô, porque há algumas soluções quando você está perto da luz, mas isso é perigoso. Então, nós tivemos que fazer um sistema realmente autônomo”, disse o cofundador da Uveya, Jodoc Elmiger.

Robôs com ultravioleta

“Nós o ligamos, deixamos a máquina para fazer a desinfecção em todo o avião e, então, ela para automaticamente, para o trabalhador não estar em contato com a máquina. Também verá se não há nenhum resquício, nem químico. Logo, isso também é muito importante para o viajante, saber que tem um local seguro e que não há resíduos químicos nos assentos, em lugar algum”, completou ainda.

“Esta é uma tecnologia comprovada, usada há mais de 50 anos em hospitais e laboratórios, é muito eficiente”, disse Elmiger também. “Não deixa nenhum vestígio ou resíduo,” finalizou.

A Dnata, empresa de serviços aeroportuários que também participa dos testes com a Uveya, planeja vender os robôs com ultravioleta para aviões e outros ambientes por 15.000 francos suíços (algo na faixa de R$ 90 mil). “Estávamos procurando uma solução sustentável e ecologicamente correta para atender a essas solicitações”, disse Lukas Gyger, diretor de operações da Dnata na Suíça.

O robôs possuem luzes montadas em forma de crucifixo e lançam o ultravioleta em uma luz suave nos aviões. Lentamente os aparelho avançam dentro da aeronave até o fim do corredor. O processo não deve demorar mais de 13 minutos por compartimento em modelos de médio porte e desinfeta completamente o ambiente.

Via Reuters

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