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De forma discreta, o Facebook vem experimentando reduzir a quantidade de conteúdo político que coloca nos feeds dos usuários. Isso porque a mudança é uma maneira com que os algoritmos e engajamento da empresa funcionam e que podem ser um problema.

A principal questão é a distinção entre conseguir provocar uma resposta e fornecer o conteúdo que as pessoas desejam. Por isso, o engajamento é atrelado ao algoritmo de mídia social, que nada mais é do que as regras qu o sistema segue para decidir qual conteúdo você vê, dependendo do comportamento das pessoas, através de compartilhamento e curtidas.

Isso porque a tecnologia permite que as pessoas acessem sinais de comportamento de um número muito maior de pessoas, até de quem não conhece. Os aplicativos de inteligência artificial fazem uso intenso desses sinais de popularidade, o que é muito conhecido como “engajamento”.

O engajamento funciona desde a seleção de resultados de mecanismos de pesquisa até a recomendação de músicas e vídeos, além da sugestão de amigos até a classificação de postagens em feeds de notícias. Então, os aplicativos são orientados por pistas como engajamento e o viés de popularidade pode causar consequências.

Mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e TikTok dependem de algoritmos de inteligência artificial para classificar e recomendar conteúdo. Esses algoritmos tomam como entrada o que você “gosta”, comenta e compartilha. 

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O objetivo dos algoritmos é maximizar o envolvimento, descobrindo do que as pessoas gostam e de onde vem o engajamento do público. Sendo assim, se as pessoas gostam de notícias confiáveis, opiniões de especialistas e vídeos divertidos, esses algoritmos devem identificar esse conteúdo de alta qualidade. 

Por outro lado, a sabedoria das multidões faz uma suposição fundamental que recomendar o que é popular ajudará o conteúdo de alta qualidade a crescer. Em geral, o viés de popularidade tem mais probabilidade de diminuir a qualidade geral do conteúdo. Já que o engajamento não é um indicador confiável de qualidade quando poucas pessoas foram expostas a um item. 

Os algoritmos não são os únicos afetados pelo viés de engajamento, aliás, as pessoas também são afetadas. Ou seja, quanto mais vezes alguém é exposto na internet, maior é a probabilidade do consumo. Quando a mídia social diz às pessoas que um item está se tornando viral, seus preconceitos cognitivos surgem e se traduzem no desejo de prestar atenção.

Gravvity, a plataforma sem likes que promete ser uma rede social 'anti-Facebook'
Imagem: Cristian Dina (Pixels)

A movimento das multidões acaba falhando porque é construída sobre a suposição de que o público é composto de fontes diversas e independentes. Isso se deve a três fatores:

  • Em primeiro lugar, pela tendência das pessoas de se associarem a pessoas semelhantes. A facilidade com que um usuário pode afastar de quem discorda empurra as pessoas para comunidades homogêneas;
  • Em segundo lugar, porque os amigos de muitas pessoas são amigos uns dos outros, eles influenciam uns aos outros;
  • E em terceiro, os sinais de popularidade podem sim ser manipulados. Os mecanismos de busca desenvolvem técnicas sofisticadas para combater esquemas que manipulam algoritmos de busca.

As pessoas com o objetivo de manipular o mercado de informações criaram contas falsas solidificando uma teoria e enganando o engajamento da plataforma. Mas o que fazer? Denúncias de fake news ou perfis que disseminam desinformação, por exemplo.

Fonte: The Next Web

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A verificação de contas do Instagram é um mecanismo criado para dar credibilidade a contas de pessoas públicas, empresas ou alguém considerado notável pela rede social. A intenção do selo azul é prevenir que perfis fakes enganem usuários e até mesmo obtenham vantagens, como parcerias e outros golpes.

Qualquer usuário pode fazer a solicitação de verificação ao Instagram, e todos os pedidos passam por uma avaliação rígida da rede social, que envolve analisar a importância e a autenticidade do perfil. 

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Nesta quarta-feira (1°), o Facebook anunciou o lançamento de seus Fantasy Games — Jogos de Fantasia, em tradução livre — para o app da rede social no iOS e no Android. Descritos como “jogos gratuitos e simples de previsão”, os recursos pretendem unir comunidades de fãs de TV,  cultura pop e esportes.

Por enquanto, os games são exclusivos dos usuários nos Estados Unidos e no Canadá. Eles podem ser encontrados em notificações no feed de notícias ou no menu de favoritos.

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A China é um dos países que mais restringe o acesso a internet de seus cidadãos. Isso é feito através de leis de controle que impedem o funcionamento de determinadas redes sociais e sites do ocidente. Agora, o próximo passo do governo local são os algoritmos de consumo.

De acordo com o TechCrunch, basicamente a nova regulamentação visa minimizar a ação de algoritmos que incentivem o consumo em excesso em compras online. O argumento é de que isso pode causas dano na ordem pública e incentivar mobilizações da população.

O alvo principal são algoritmos que mostram um determinado conteúdo com o foco em vender um produto exibido para o usuário. O governo acredita que o aumento do consumismo online no país esteja acontecendo por conta disso.

Internet na China

Boa parte das redes sociais ocidentais, como o Facebook, já não estão presentes no país asiático. No entanto, a nova regulamentação de internet visa as empresas da própria China, como o TikTok, que pertence da ByteDance e usa um algoritmo do tipo.

Como o governo chinês costuma ser muito duro com essas regras, é improvável que haja uma desistência. As empresas agora precisam mostrar ferramentas para coibirem a ação desses algoritmos e evitar a presença de contas falsas. O prazo para a apresentação de soluções é até o dia 26 de setembro.

Só o anúncio da China já foi suficiente para mexer com o mercado de internet. Como os algoritmos são uma das principais fontes de renda de alguns serviços, empresa como Alibaba e a gigante Tencent já viram as suas ações caírem.

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A Snap, empresa responsável pelo aplicativo Snapchat, anunciou a chegada de uma nova função na plataforma. Trata-se de um redesign completo do Scan, o recurso de Realidade Aumentada da câmera do serviço, que agora será capaz de identificar uma série de elementos em tela.

A partir da nova atualização, você pode ligar o Scan direto da interface principal do app e apontar a câmera do seu smartphone para uma série de objetos para identificá-los.

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O Facebook removeu mais de 36 páginas relacionadas a pessoas e grupos antivacinação que são consideradas as fontes mais influentes sobre esse tipo de conteúdo. 

A revelação veio em uma postagem da rede social que defende as práticas da plataforma em relação ao controle de postagens que ferem as diretrizes da comunidade, como é o caso de propaganda contra a imunização da covid-19. Os nomes não foram detalhados pela plataforma

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Você já foi recebido com muita raiva e sarcasmo ao abrir seus aplicativos das redes sociais? Um novo estudo mostra como a internet está nos encorajando a expressar mais indignação ao longo do tempo. Isso porque as curtidas, compartilhamentos e interações que recebemos estão reforçando as expressões.

O estudo mostra é que a aprendizagem por reforço é evidente nos extremos da discussão política online, de acordo com o psicólogo social computacional William Brady, da Universidade de Yale, um dos pesquisadores por trás do trabalho.

“Os incentivos da mídia social estão mudando o tom de nossas conversas políticas online. Esta é a primeira evidência de que algumas pessoas aprendem a expressar mais indignação com o tempo porque são recompensadas pelo design básico da mídia social”, disse.

A equipe usou um software de computador para analisar 12,7 milhões de tuítes de 7.331 usuários do Twitter, coletados durante vários eventos polêmicos, incluindo debates sobre crimes de ódio, a audiência de Brett Kavanaugh e uma altercação em uma aeronave.

Os pesquisadores descobriram que obter mais curtidas e retuítes nas redes sociais tornava as pessoas mais propensas a postar mais indignação moral em suas postagens posteriores. Dois outros experimentos controlados com 240 participantes corroboraram essas descobertas e também mostraram que os usuários tendem a seguir as ‘normas’ das redes das quais fazem parte em termos do que é expresso.

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A influência da indignação nas redes sociais foi maior sobre os usuários politicamente moderados, aqueles que já estão na extremidade mais extrema do espectro tendem a se preocupar menos com o feedback social quando se trata de decidir o quão indignado deve ser.

“Nossos estudos descobriram que pessoas com amigos e seguidores politicamente moderados são mais sensíveis ao feedback social que reforça suas expressões de indignação”, explicou a psicóloga Molly Crockett,  da Universidade de Yale.

O que os pesquisadores querem ver é mais consciência de como as redes sociais podem treinar comportamentos, como qualquer outro tipo de interação social, seja online ou offline. “A ampliação da indignação moral é uma consequência clara do modelo de negócios da mídia social, que otimiza o engajamento do usuário”, afirma Crockett.

Fonte: Science Alert

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O número de usuários do Linkedin no Brasil chegou a marca de 50 milhões, anunciou a plataforma nesta segunda-feira (16). A rede social, que chegou ao país em 2011, mudou a forma como os brasileiros buscam emprego online. O país agora fica atrás apenas dos Estados Unidos, da Índia e da China em números absolutos.

Ao contrário de outras redes sociais, como o Facebook e o Instagram, o foco do Linkedin nunca foi em amigos e familiares, mas sim em contatos profissionais. A plataforma funciona como um tipo de currículo virtual, onde também é possível se cadastrar para vagas de emprego.

Usuários do Linkedin

“Desde o começo, o LinkedIn ajuda a derrubar barreiras que afastam os profissionais do trabalho dos seus sonhos, seja ele qual for. Temos advogados, engenheiros e médicos, mas também cantores, produtores de conteúdo, jogadores de futebol e astronautas. Estamos aqui para aqueles que estão buscando seu primeiro emprego e também para os que já viveram boa parte de suas vidas profissionais, os que querem fazer negócios e os que estão pensando em uma mudança de carreira”, disse Milton Beck, diretor-geral do Linkedin para América Latina.

“Do norte ao sul do país, temos pessoas com os mais diferentes objetivos, mas com a certeza de que há um LinkedIn para cada uma delas”, completou.

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Esse ano o Linkedin anunciou algumas novidades para seus usuários, como o Cover Story, que permite a apresentação do perfil por um vídeo. Além de um modo para criadores e conteúdo e uma página dedicada a freelancers. No total, a rede social conta com 774 milhões de usuários em todo o mundo. Em 2016 a plataforma foi adquirida pela Microsoft.

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Nesta sexta-feira (13) o Facebook anunciou novos recursos para o Messenger. A partir de agora, as chamadas de voz e vídeo pelo aplicativo contarão com a tecnologia de criptografia ponta a ponta, além de controles atualizados para o uso de mensagens temporárias.

Utilizada desde 2016 nas mensagens de texto, a tecnologia auxilia na segurança, concedendo mais controle aos usuários. A conversa é criptografada e somente os envolvidos nas mensagens têm acesso ao conteúdo, evitando que os dados vazem para terceiros, incluindo o próprio Facebook.

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Nem mesmo uma rede social voltada para médicos está livre de desinformação: de acordo com a CNBC, a plataforma Doximity, usada por profissionais de saúde dos EUA, está cheia de comentários com fatos contestados e fake news relacionadas a vacinas e ao combate ao coronavírus.

Os termos de uso do Doximity restringem bastante a circulação de conteúdo de procedência duvidosa – apenas veículos de mídia estabelecidos e publicações científicas respeitadas podem ser compartilhados dentro da rede social. Mas isso não impede que muito dos médicos e profissionais da saúde que fazem parte da plataforma questionem as informações postadas.

Apesar de só poderem postar notícias de sites e revistas científicas selecionados, os membros da rede social também conseguem deixar comentários em postagens – e é aí que mora a desinformação.

mascara covid-19
Em rede social, fake news em comentários questiona eficácia do uso de máscaras. Imagem: The Harvard Gazette

Postagens sobre eficácia e estudos de vacina, ou que ressaltam a necessidade do uso de máscaras, por exemplo, acompanham comentários feitos por médicos identificados e com credenciais verificadas questionando as informações originais e divulgando fake news.

O Doximity diz que, além da restrição dos veículos que podem ser compartilhados, também conta com um processo “rigoroso” de análise de comentários para barrar conteúdos duvidosos. À CNBC, a rede social afirmou não permitir nenhum tipo de conteúdo contrário às diretrizes de saúde públicas definidas, incluindo material anti-vacinação. Mas, aparentemente, o processo não está funcionando como devia.

Campanha pagou YouTubers para espalharem fake news sobre vacinas

Uma agência de marketing teria pago YouTubers de diversos países do mundo, incluindo o Brasil, para espalharem fake news sobre a vacina da Pfizer contra a Covid-19. A denúncia foi feita por influenciadores que foram contatados pela agência e revelada em uma matéria da BBC.

Mirko Drotschmann, um YouTuber e jornalista alemão, disse que recebeu um e-mail de patrocínio em maio desse ano. A agência pedia que ele divulgasse supostas informações vazadas de que a taxa de mortalidade entre pessoas que recebiam a vacina da Pfizer era quase o triplo do que entre quem tomou o imunizante da AstraZeneca. Os dados são falsos.

Para ler mais sobre o caso, confira o artigo completo produzido pelo Olhar Digital.

Via: CNBC

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