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Seja o mistério em volta do senhorzinho ou da música da boneca gigante, ‘Round 6’ tomou conta das telinhas de pessoas de todo o mundo. Com tamanho sucesso e repercussão, a Netflix anunciou que a série foi assistida por 111 milhões de telespectadores e assim, consagrou a produção como o maior lançamento da plataforma.

Um dos diretores executivos e também diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, disse que isso poderia acontecer, pois já suspeitava do grande sucesso e que tinha uma “chance muito boa” de se tornar o maior programa da empresa de todos os tempos. 

No primeiro dia de outubro, ele revelou que ‘Round 6’ era o número 1 em todos os país e com isso, seria “definitivamente” o seu “maior programa em língua não inglesa do mundo, com certeza”.

Além disso, ‘Round 6’ é a primeira série da Netflix a ultrapassar 100 milhões em seus primeiros 28 dias de lançamento e esse tempo é a régua principal para a marca medir o desempenho de um título em sua plataforma.

De acordo com um porta-voz, os dados compartilhados são baseados no número de contas que assistiram à série por pelo menos dois minutos, que é a sua métrica padrão para as produções.

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O filme ‘Duna’ ainda nem estreou nos cinemas, mas sua prequela já está sendo desenvolvida pela HBO Max. A série da plataforma de streaming terá Diane Ademu-John como showrunner. Ela também vai trabalhar como roteirista e produtora executiva da série, de acordo com a revista norte-americana Variety.

A série, chamada ‘Duna: A Irmandade’, teria Jon Spaihts, que escreveu os roteiros de ‘Doutor Estranho‘ e ‘Passageiros’, no lugar de Ademu-John. Ele é o roteirista do filme ‘Duna’ e, para se concentrar no roteiro da continuação cinematográfica, Spaihts deixou o cargo em novembro de 2019.

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Diane Ademu-John tem, entre os principais trabalhos, ‘A Maldição da Mansão Bly’, série de terror da Netflix. Nela, a profissional atuou como produtora executiva e roteirista. Ela também foi produtora executiva de ‘Empire: Fama e Poder’, da Fox, e de ‘Os Originais’, spin-off de ‘Diários de um Vampiro’, na qual também trabalhou.

A série ‘Duna: A Irmandade’ foi encomendada direto para o HBO Max em junho de 2019. Ela acontece no mesmo universo dos livros ‘Duna’, de Frank Herbert. A história da série é contada através do ponto de vista da Bene Gesserit, uma misteriosa ordem de mulheres.

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Essas mulheres têm habilidades extraordinárias de domínio do corpo e da mente, por isso elas tecem a política feudal e a intriga do Império. Para executar planos próprios, elas vão parar no planeta Arrakis, conhecido pelos habitantes como ‘Duna’.

O episódio piloto deve ser dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049” e ‘Sicario’). Ele será produtor executivo ao lado de Spaihts, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert, além de Scott Z. Burns, representando a propriedade do autor do livro. O coprodutor será Kevin J. Anderson.

Diane Ademu-John duna a irmandade

Diane Ademu-John será também roteirista e produtora executiva de ‘Duna: A Irmandade’. Imagem: Warner Bros

O filme ‘Duna’ deveria ter estreado nos cinemas no ano passado, mas, como muitos outros títulos, sofreu com o atraso por causa da pandemia da Covid-19. Agora, ele chegará às telonas no dia 22 de outubro nos Estados Unidos. A data brasileira ainda não foi definida. O longa também estará disponível no serviço HBO Max.

‘Duna’ tem roteiro de Spaihts e Villeneuve, junto com Eric Roth. O elenco conta com Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Josh Brolin, Stellan Skarsgård, Dave Bautista, Zendaya, Jason Momoa, Javier Barden e Charlotte Rampling.

Esta será a segunda adaptação do livro de Frank Herbert, publicado em 1965. O longa ‘Duna’ de 1984 foi roteirizado e dirigido por David Lynch (‘Twin Peaks’).

Via: Variety

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O antigo acordo da Universal com o HBO Max não vale mais. A partir de agora, os filmes do estúdio de cinema, pertencente à Comcast Corp., vão ser hospedados pelo serviço de streaming Peacock, da mesma empresa, após o lançamento nos cinemas. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6).

O Peacock, que ganhou o nome por causa do logotipo da NBC, também da Comcast, foi lançado em julho de 2020. Ao levar os filmes do Universal Studios para o serviço, a empresa deseja entrar na competição por espaço na indústria de mídia por vídeos online.

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O contrato entre Universal e Peacock é levemente incomum. Isso porque a distribuição dos filmes na plataforma de streaming vai acontecer em no máximo quatro meses após o lançamento nos cinemas, a partir de 2022. Esse período é bem mais curto do que o intervalo de seis a nove meses entre a estreia nas telonas e chegada às televisões.

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o contrato tem duração de cinco anos. O antigo acordo entre Universal e HBO havia sido renovado pela última vez há oito anos, em 2013. Mas, mesmo com a saída para o Peacock, o negócio atual também difere dos arranjos mais comuns.

Normalmente é feito um negócio conhecido como “Pay 1”. Os estúdios licenciam os filmes para uma rede a cabo ou serviço de streaming por um período de um ano e meio. Porém, o contrato permite que a Peacock tenha o direito de transmissão nos primeiros quatro meses. Depois, os longas podem ir a redes de terceiros por dez meses.

Espécies entram em confronto no primeiro teaser de 'Jurassic World 3: Dominion'. Imagem: Universal Pictures/Reprodução
‘Jurassic World 3: Dominion’ é um dos filmes rumo ao Peacock. Imagem: Universal Pictures/Reprodução

Nos quatro meses restantes, os filmes voltam para o Peacock. Os detalhes financeiros do acordo, contudo, não foram divulgados pela Universal. O serviço de streaming a Comcast tem uma versão gratuita e uma modalidade premium, que custa US$ 5 por mês, além de outro pacote sem comerciais, por US$ 10.

A Comcast revelou, recentemente, que sua plataforma conta com 42 milhões de inscritos, mas sem dizer quantos deles assinavam a modalidade paga. Agora, com o acordo com a Universal, filmes como ‘Jurassic World: Dominion’, ‘O Gato de Botas 2’ e ‘Minions 2: A Origem de Gru’ vão direto para o Peacock. O estúdio também vai produzir filmes originais para o serviço.

Via: Los Angeles Times

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A plataforma de streaming de música mais popular do mundo lançou nesta quarta-feira (31) o Spotify Mixes. O recurso oferece playlists personalizadas, baseadas nos humores e interesses, aos usuários tanto da versão gratuitas como da versão Premium. Segundo o próprio Spotify, a ferramenta é uma evolução da família Daily Mix.

O Spotify Mixes combina músicas que o usuário já tem entre as suas mais queridas com outras que a plataforma entende que ele vá gostar. São três categorias: mix de artistas, mix de gêneros e mix de décadas. Esses repertórios serão atualizados com frequência.

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“Todos os dias, meio trilhão de eventos – sejam eles pesquisas, ouvintes, curtidas e inúmeras outras ações – acontecem no Spotify, alimentando e orientando nosso sistema de machine learning. Isso nos dá a capacidade de conduzir a descoberta de uma forma que o áudio nunca viu antes”, explicou Gustav Söderström, diretor de P&D do Spotify.

A plataforma de streaming musical detalhou como vai funcionar o novo recurso. Os mixes são inicialmente criados de acordo com os hábitos de escuta e nos artistas, gêneros e décadas que o usuário mais escuta. Isso vai para a familiaridade, levando o assinante a não só artistas favoritos, mas também músicas favoritas desse artista específico.

Spotify sendo usado em duas telas, no tablet e no computador
O Spotify tem mais de 320 milhões de usuários. Imagem: Heidi Fin/Unsplash

Depois desta etapa, o Spotify adiciona músicas que o ouvinte repete com outras novas escolhas. Caso o usuário deseje, pode tocar um artista específico ou ouvir mais músicas de outra década. As playlists são projetadas para serem ampliadas ao longo do tempo, considerando o que já faz parte do hábito do ouvinte. Para acessar o Spotify Mixes basta clicar na pesquisa no hub “Feito para você“.

Criado em 2006, na Suécia, o Spotify foi lançado oficialmente em 2008. A plataforma fornece acesso a mais de 50 milhões de músicas, além de podcasts. Em outubro do ano passado, o serviço chegou à marca de mais de 320 milhões de usuários ativos. Desses, 144 milhões são pagantes.

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