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Você se acha uma pessoa chata? Ou melhor, uma pessoa tediosa? Talvez não seja. A menos que se enquadre nesta descrição: alguém religioso, que trabalha com análise de dados, gosta de assistir à televisão e mora em uma cidade pequena. Quem disse isso foi um estudo da Universidade de Essex, no Reino Unido.

A pesquisa sobre a ciência do tédio já foi revisada por pares. Ela descobriu hobbies, empregos e características que são consideradas de pessoas entediantes. Foram cinco experimentos com mais de 500 pessoas examinadas. Então, os pesquisadores descobriram e montaram a lista do que é considerado chato.

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Publicado no Boletim de Personalidade e Psicologia Social, o artigo descobriu que, além de análise de dados, profissões de pessoas tediosas são contabilidade, limpeza e serviços bancários. Entre os hobbies foram listados religião, assistir TV, observar pássaros e fumar.

A pesquisa foi liderada por Wijnand Van Tilburg, do Departamento de Psicologia da Universidade de Essex, que quis observar o estigma do tédio e como isso afeta percepções. Ele percebeu, no estudo, que pessoas estereotipadas como chatas são comumente odiadas e evitadas, por preconceito alheio.

Aqueles que precisam passar um dia com as pessoas tediosas esperam alguma recompensa para isso. Como não conseguem provar que as pessoas estão erradas e quebrar os estereótipos, aqueles tidos como chatos acabam em um ostracismo social, sendo mais solitários e sofrendo um impacto negativo na vida.

contador tédio
Contadores são tidos como pessoas tediosas. Imagem: pattarawat/Shutterstock

“A ironia é que estudar o tédio é realmente muito interessante e tem muitos impactos na vida real. Este artigo mostra como as percepções do tédio são persuasivas e que impacto isso pode ter nas pessoas”, disse Van Tilbirg. As pessoas consideradas chatas estão em maior risco de danos, vícios e problemas de saúde mental.

“Foi interessante para mim ver que o estudo mostrou que pessoas chatas não eram vistas como competentes. Eu teria pensado que os contadores seriam vistos como chatos, mas eficazes e a pessoa perfeita para fazer um bom trabalho em sua declaração de imposto. A verdade é que pessoas como banqueiros e contadores são altamente capazes e têm poder na sociedade – talvez devemos tentar não perturbá-los e estereotipá-los como chatos”, completou o pesquisador.

Por outro lado, alguns empregos foram tidos como os mais interessantes entre as pessoas que foram examinadas durante o estudo. São eles: artes performáticas, ciência, jornalismo, profissional de saúde e de ensino.

Confira a lista de características tidas como de uma pessoa tediosa:

Cinco empregos mais chatos:

  1. Análise de dados
  2. Contabilidade
  3. Imposto/seguro
  4. Limpeza
  5. Bancário

Cinco hobbies mais chatos:

  1. Dormir
  2. Religião
  3. Assistir TV
  4. Observação de animais
  5. Matemática

Via: Phys

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O Nubank está oferecendo R$ 450 para seus clientes caso estes se disponham a participar de uma pesquisa de opinião relativa ao IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) que seleciona para um estudo online. Porém, não se anime muito: não há como se candidatar voluntariamente à iniciativa, já que é o próprio banco quem seleciona os participantes e decide se eles irão participar ou não.

Com a pesquisa de opinião remunerada, o Nubank espera “adquirir diferentes percepções no processo de declaração de imposto de renda”. Em comunicado ao site Seu Crédito Digital, o banco afirma estar “visando a melhoria contínua de serviços e processos”.

O convite feito pelo Nubank é feito por e-mail. A pesquisa dura cerca de 10 minutos e o selecionado pelo banco responde perguntas relativas a renda mensal, declaração de IRPF, investimentos, contratação de contabilidade e serviços afins e se a dedução ou isenção dos impostos são determinantes para suas aplicações. O Nubank, entretanto, não libera os R$ 450 somente pela participação na pesquisa.

“Se o seu perfil se encaixar para a pesquisa que estamos fazendo, vamos te convidar para um estudo online de alguns dias”, diz a mensagem do banco. “Participando do estudo até o final, como agradecimento pelo seu tempo, você receberá R$ 450.”

Pesquisa do Nubank oferece R$ 450
Cliente precisa responder teste para entrar em seleção para estudo do Nubank e receber seus R$ 450 (Reprodução/Seu Crédito Digital)

Ou seja, mesmo se você receber o e-mail solicitando a participação na pesquisa, espere um pouco mais. Os únicos clientes remunerados com R$ 450 serão aqueles que forem aprovados pelo Nubank depois de responder à pesquisa.

Fase de queda

No início do ano, após um momento de ascensão, o Nubank deixou de ser o banco mais valioso da América Latina. A queda se deu após a expectativa de um aumento de juros mais intenso nos Estados Unidos, um efeito que foi sentido especialmente pelas companhias de tecnologia.

Apesar disso, o banco segue um dos mais fortes no mercado, mesmo no período de retração na economia brasileira. Atualmente, o Nubank é o maior emissor de cartões de crédito no Brasil, com mais de 760 mil clientes.

Crédito da imagem principal: Miguel Lagoa/Shutterstock

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O site GamesIndustry.biz publicou uma pesquisa apresentando as tendências e motivações do mundo gamer no ano de 2022.

Em 2021, devido à pandemia da Covid-19, um grande número de novos jogadores entraram no mundo dos games. Agora, de acordo com o site, o crescimento vem se mantendo, abrindo novas oportunidades para companhias de games encontrarem novos fãs e consumidores.

O GamesIndustry.biz publicou um relatório chamado “The Evolving Gaming Landscape”, apresentando uma pesquisa com as tendências comportamentais dos “novos gamers”, aqueles que começaram a jogar de 2019 para cá, e dos “gamers estabelecidos”, ou seja: aqueles que já jogavam antes da pandemia.

O relatório inclui quatro dos maiores mercados gamers do mundo: os Estados Unidos, o Reino Unido, a Alemanha e a Coreia do Sul.

Grande parte dos novos gamers está na faixa mais jovem, um número maior do que no caso de jogadores já estabelecidos. A exceção é a Coreia do Sul, em que os jogadores estabelecidos ocupam mais a coluna dos mais jovens do que no caso de novos gamers.

pesquisa gamer
Imagem: Divulgação

Quando o assunto é tempo de jogo, as coisas ficaram diferentes em relação a 2021. A pesquisa deste ano indica que novos gamers passam menos tempo jogando por semana do que jogadores estabelecidos.

pesquisa gamer
Imagem: Divulgação

Além de jogar por mais tempo, os jogadores estabelecidos nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha gastam mais dinheiro em jogos do que novos gamers.

pesquisa gamer
Imagem: Divulgação

Apesar de alguns dados serem contrastantes entre audiências novas e estabelecidas, há pontos em comum. Por exemplo: os dois grupos preferem jogos gratuitos e suportados por anúncios do que qualquer outro tipo de monetização em games.

Outro ponto considerado pela pesquisa são transmissões ao vivo e Gaming Groups, que vêm tendo um grande aumento em engajamento, com o tempo de streaming em plataformas alcançando novos marcos. O Twitch passou de 6,3 bilhões de horas assistidas em 2020 para 6,5 bilhões em 2021, e Facebook Gaming subiu de 0,8 para 1,2 bilhões de horas assistidas.

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Além disso, a pesquisa busca verificar a questão da diversidade entre gamers, com foco em grupos pouco representados como a comunidade LGBTQ+, mulheres e pessoas que se identificam como não-binárias, para dar um norte para os que buscam inclusão nos games e também na publicidade para eles.

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Smartwatches, monitores eletrônicos de saúde e outros dispositivos de Internet das Coisas (IoT) podem obter um aumento significativo na vida útil da bateria graças a novas pesquisas de energia ambientalmente corretas do Instituto de Tecnologia Avançada (ATI) da Universidade de Surrey, na Inglaterra, e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Brasil.

Em um artigo publicado no periódico científico Nanoscale, os autores do estudo mostram como um supercapacitor pode ser fabricado em um dispositivo de armazenamento de energia de alto desempenho e baixo custo que pode ser facilmente integrado em calçados, roupas e acessórios.

Supercapacitor flexível em uma forma de U criado por cientistas para otimizar bateriais de dispositivos de Internet das Coisas. Crédito: Universidade de Surrey

Supercapacitor tem potencial para ser aplicado em veículos autônomos

“Os supercapacitores são fundamentais para garantir que as tecnologias 5G e 6G atinjam todo o seu potencial”, disse o professor Ravi Silva, diretor do ATI e chefe do Centro de Nanoeletrônica da Universidade de Surrey. “Embora os supercapacitores possam certamente aumentar a vida útil das tecnologias de consumo vestíveis, eles têm o potencial de ser revolucionários quando você pensa sobre seu papel em veículos autônomos e sensores inteligentes assistidos por Inteligência Artificial que poderiam nos ajudar a economizar energia”. 

Segundo Silva, aí está a importância de se criar uma maneira de baixo custo e ambientalmente amigável para produzir essa tecnologia de armazenamento de energia “incrivelmente promissora”. 

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Recarga de baterias fica muito mais rápida com a nova tecnologia

Um supercapacitor, de acordo com os pesquisadores, é um meio de armazenar e liberar eletricidade, como uma bateria típica, mas que o faz com tempos de recarga e descarga muito mais rápidos. 

A nova abordagem trata de um novo procedimento para o desenvolvimento de supercapacitores flexíveis baseados em nanomateriais de carbono. Esse método, que é mais barato e menos demorado para fabricar, envolve a transferência de matrizes alinhadas de nanotubos de carbono (CNT) de um disco de silício para uma matriz de polidimometiloxano (PDMS).

Então, isso é revestido em um material chamado polianilina (PANI), que armazena energia através de um mecanismo conhecido como “pseudocapacitância”, oferecendo excelentes propriedades de armazenamento de energia com excepcional integridade mecânica.

Segundo a equipe, seu supercapacitor aprimorado e fino retém a maior parte de sua capacitância (a quantidade de carga elétrica separada que pode ser armazenada) após inúmeros ciclos em diferentes condições de dobra, demonstrando sua robustez, longevidade e eficiência.

“Trabalhar na ATI em um projeto que poderia ter um impacto positivo na indústria e nosso ambiente tem sido incrivelmente gratificante”, declarou Raphael Balboni, doutorando na UFPel. “Meu supervisor, professor Silva, e toda a equipe da Surrey me fizeram sentir como um membro valioso da equipe e tive a sorte de aprender com colegas excelentes. Esta é uma experiência que eu nunca vou esquecer”.

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Diante de milhões de contas e publicações, como encontrar o que realmente você deseja no vasto universo do Instagram? Ou como aparecer primeiro quando um usuário digita determinada palavra? Criada para ajudar os usuários a localizar tópicos de interesse e também contas correlacionadas, as pesquisas são relevantes desde que você siga algumas dicas imprescindíveis. É o que vamos mostrar ao longo deste tira-dúvidas. Confira!

Como obter sucesso nas pesquisas no Instagram? 

O Instagram não prioriza apenas o texto digitado na pesquisa, mas também hashtags e lugares, também conhecidos como sinais, para classificar os resultados. 

Assim, os sinais mais importantes para você obter sucesso em uma pesquisa no Instagram são: 

Texto na pesquisa    

É o conteúdo que você insere na barra de pesquisa, sendo o aspecto mais importante. Com ele, a rede social apresenta usuários, bios, legendas, hashtags e lugares relevantes que correspondem com as palavras-chaves. 

Sua atividade 

Trata-se das contas que você segue. Também entram nesse rol as publicações vistas e a sua interação com as contas no passado. 

As contas e hashtags que você segue ou acessa são exibidas acima das outras. 

Informações sobre os resultados da pesquisa  

Se houver muitos resultados em potencial, o Instagram analisa sinais de popularidade. Entre eles, estão número de cliques, curtidas, compartilhamentos e seguidores de uma conta, hashtag ou lugar. 

Pessoa curtindo uma foto no Instagram
Para que mais pessoas tenham acesso aos seus conteúdos, é preciso ficar atento as regras que influenciam em um melhor ranqueamento nas buscas no Instagram Crédito: Wachiwit/iStock

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Que dicas seguir para aparecer nas pesquisas? 

Para a sua página ter destaque nas pesquisas de amigos ou fãs, você deve seguir algumas práticas que estão sintonizadas com o universo do marketing digital

Use um nome de usuário e de perfil adequado 

Como os resultados são encontrados com base nos textos, a principal dica é utilizar um nome de usuário ou de perfil que tenha relação com os conteúdos das suas publicações. 

Inclua palavras-chave e localizações na sua bio 

É importante você sempre utilizar na sua bio palavras-chave relacionadas aos conteúdos do seu perfil, sempre divulgando a localização do seu negócio. Dessa maneira, fica mais fácil sua empresa ser encontrada pelos clientes potenciais que vivem em sua região.  

Crie legendas com palavras-chave e hashtags relevantes 

As publicações que mais se destacam nas pesquisas são aquelas que incluem palavras-chave e hashtags na legenda e não nos comentários. As palavras-chaves também são fundamentais para destacar fotos, vídeos e stories postados. 

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Segundo pesquisa feita pelo Instituto Datafolha e encomendada pela farmacêutica AbbVie, o brasileiro é bastante desinformado quando o assunto é psoríase, doença autoimune que causa placas espessas, avermelhadas e escamosas na pele e atinge cerca de 5 milhões de pessoas no país e 125 milhões em todo o mundo.

Embora seja considerada uma enfermidade relativamente comum, a falta de informação faz com que haja um grande preconceito com quem tem psoríase.

Pesquisas mostram dados sobre a informação que o brasileiro tem sobre a psoríase e o quanto pacientes com a doença são discriminados. Imagem: Martyna87 – Istockphoto

De acordo com a pesquisa, intitulada “Psoríase: conhecimento entre a população brasileira”, 49% da população acredita que a doença é contagiosa. Além disso, 53% acham que o problema de saúde acontece devido a determinados hábitos alimentares.

Isso sem falar que 90% dos 2.080 entrevistados desconhecem a doença. Outro dado alarmante é que 88% acreditam que pessoas com psoríase não podem trabalhar no manejo de alimentos. O estudo aponta que 39% dos brasileiros atribuem as lesões da psoríase a maus hábitos de higiene.

Para 66% dos entrevistados, quem tem psoríase não pode ter contato com crianças, e 67% acham que nem com o público em geral. Aqueles que acreditam que a doença oferece risco à vida são 65%. 

Segundo a pesquisa, as lesões da psoríase são muitas vezes confundidas com outras doenças: alergias (18%), câncer de pele (18%), hanseníase (11%) e micoses (7%).

Os entrevistados foram moradores de 130 cidades do Brasil inteiro, na faixa etária média de 42 anos. A maioria (53%) era composta por mulheres com renda mensal familiar acima de R$3 mil.

“O desconhecimento facilita ainda a disseminação de inverdades sobre a psoríase, o que pode atrasar o diagnóstico e o tratamento adequado”, disse o médico Paulo Oldani em entrevista ao site VivaBem. “E o preconceito e estigma contra a doença e seus pacientes podem aumentar o impacto negativo psicológico dos pacientes”, destaca Oldani, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Brasil é o segundo país que mais humilha pessoas com psoríase

Outro estudo, realizado pela Clear 7 Consultance, entidade do Reino Unido, o Brasil é o segundo país onde as pessoas são mais humilhadas e discriminadas por causa da psoríase. 

De acordo com o Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, 96% dos pacientes brasileiros entrevistados pela pesquisa britânica relataram que já sofreram algum tipo de preconceito em função da doença, enquanto a média mundial é de 85%.

O estudo revela que a discriminação pode ocorrer em diversos ambientes e setores da sociedade: 27% dos pacientes brasileiros afirmaram que tiveram atendimento recusado em salões de beleza, cabeleireiros, barbearias e lojas – dado significativamente maior no Brasil quando comparado à média mundial, que é de 16%.

Pessoas com a doença também sofrem discriminação na vida afetiva. A pesquisa aponta que 23% dos brasileiros já tiverem um relacionamento terminado por causa das lesões da psoríase e 40% evitam sexo ou relações íntimas também em função delas.

Quando o assunto é trabalho, os brasileiros com psoríase moderada a grave têm mais medo de perder o emprego do que a média mundial (28% contra 18%). Além disso, mais brasileiros são alvos de “brincadeiras” no ambiente de trabalho (33%) do que a média global de pessoas com a doença (23%).

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Uma reportagem da Business Insider aponta que o Google está acionando seus advogados para moverem ações contra pesquisadores internos da própria empresa numa tentativa de censura judicial. As pesquisas envolvem os mecanismos de busca e inteligência artificial do grupo Alphabet.

A censura não se trata de uma medida para impedir vazamentos de segredos industriais, mas sim, pesquisas que fazem o próprio Google “ficar mal na foto”.

Os pesquisadores recebem ordens para retirar termos como “justiça” e “tendência” dos resultados, bem como chegar a modificar os dados coletados, numa prática que não apenas é antiética, mas também incrivelmente perigosa.

“Você tem dezenas de advogados — e sem dúvida, advogados altamente treinados — que ainda assim conhecem muito pouco dessa tecnologia… e eles estão vasculhando suas pesquisas como se fossem graduandos de Língua Inglesa lendo um poema.”

Censura do Google visa evitar crise pública para empresa

Os primeiros episódios de censura do Google ocorreram após a demissão da pesquisadora em ética de Inteligência Artificial, Timnit Gebru. A pesquisadora foi demitida após apontar políticas e tendências racistas dos algoritmos da Big Tech.

Na prática, os pesquisadores sabem que a inteligência artificial do Google, por mais fantástica que seja, não funciona também para outras pessoas que não sejam como a maioria do quadro de funcionários da empresa — homens e brancos.

Descobertas como essa, que são grandes problemas do setor, podem levar a uma crise de opinião pública. Milhões de pessoas confiam nos resultados do gigante de busca, e isso poderia ser severamente afetado ao descobrir que o sistema não é capaz de apresentar os melhores resultados com base na sua raça ou gênero.

No entanto, a má fama do Google já se espalha no meio da inteligência artificial. O ex-pesquisador do OpenAi — algoritmos de machine learning abertos — Jack Clark, afirmou em um tweet:

“Eu gostaria de colaorar com as pessoas nas pesquisas e eu faço uma quantidade enorme de trabalho em medidas/asserções/sínteses/análises de IAs. Por que eu tentaria colaborar com pessoas no Google se eu sei que háu m grupo invisível de pessoas que vai tentar se meter na nossa pesquisa?”

Imagem: Vladimir Sukhachev/Shutterstock

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Uma nova pesquisa publicada no Journal of Counseling & Development encontrou uma diferença na tolerância em relação a indivíduos com esquizofrenia e isso dependendo se os conselheiros e profissionais em saúde mental e em treinamento receberam uma análise usando o termo “esquizofrênico” ou “pessoa com esquizofrenia”.

Sendo assim, os participantes que receberam a versão com o termo “esquizofrênico” tinham atitudes mais autoritárias e também mais restritivas socialmente, ou seja menos benevolentes.

“A linguagem é importante. As palavras que usamos podem reduzir o estigma e melhorar a qualidade do atendimento que nossos clientes recebem, ou nossas palavras podem tornar os conselheiros menos propensos a tratar seus clientes com dignidade humana básica e respeito”, explicou o autor principal Darcy Haag Granello, da The Ohio State University. 

De acordo com ele, “a mensagem para levar para casa é clara – todas as pessoas, até mesmo profissionais de saúde mental, são afetadas pelas palavras e rótulos que usamos”, com isso, há evidências empíricas de que “reservar um tempo para pronunciar mais algumas sílabas e incluir a palavra ‘pessoa’ tem potencial real para fazer a diferença na vida de nossos clientes “

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Fonte: The Verge

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O “Planeta Nove” pode estar entre os 461 novos objetos que uma pesquisa recente identificou na região do Cinturão de Kruiper, uma área do espaço que fica além de Netuno. Essa região é tão escura, fria e misteriosa que nosso conhecimento sobre ela é bem reduzido.

O planeta nove é, hoje, um objeto hipotético, ou seja, nós nunca conseguimos fazer uma observação direta, nem mesmo uma comprovação. Mas o comportamento de outros objetos na região onde ele teoricamente está posicionado é explicado principalmente pela existência de uma grande influência gravitacional, causado por um planeta massivo.

As conclusões do novo estudo vão agora passar pela revisão de astrônomos antes de serem aceitas como um fato.

Então isso ainda não é a prova da existência de um nono planeta no nosso sistema solar, mas aponta para novos caminhos que podem levar a esse descobrimento.

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O núcleo de Saturno pode ter traços sólidos, com rochas, gelo e metal em alta atividade, apesar de ser classificado como um “gigante gasoso” e não ter uma superfície própria.

Pelo menos é o que indica um novo estudo de cientistas da Caltech, instituição ligada ao Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, que usaram dados da sonda Cassini, que orbitou Saturno por 13 anos.

A surpresa veio com a identificação mais aprofundada do núcleo de Saturno: ao contrário da natureza gasosa do restante do planeta, o interior parece ter um aspecto mais “pastoso”, como a consistência de um creme dental.

O núcleo pastoso de Saturno também parece abranger cerca de 60% do planeta, e isso é aproximadamente 55 vezes o tamanho do planeta Terra.

Isso não significa que ele tem uma superfície sólida o suficiente para suportar o pouso de uma nave, mas é uma mudança de paradigma bastante notável frente ao conhecimento que tínhamos antes.

Além disso, as variações de um dos anéis do planeta foram usados como o relatório de um sismógrafo, aparelho que registra movimentos do solo. Eles constataram que o anel apresentava vibrações e flutuações que não eram inteiramente explicadas pela gravidade.

A superfície do planeta se move cerca de um metro a cada duas horas, como se fosse um lago com ondas. Assim como é feito com um sismógrafo, os anéis de Saturno captam essas perturbações gravitacionais, e as partículas se movem.

O estudo sugere a formação dos planetas gasosos pode ser bem diferente do que se acreditava até agora.

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