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Na noite da última quarta-feira (7), a Câmara dos Deputados aprovou – por 296 votos a favor e 121 contrários – proposta que prevê o retorno presencial ao trabalho de mulheres grávidas. Agora enviado ao Senado, o texto altera a medida aprovada durante pandemia que garantiu o afastamento delas sem impacto na remuneração.

Entre as condições previstas para o retorno presencial estão a vacinação das gestantes – incluindo as doses necessárias para imunização – ou o fim do estado de emergência de saúde pública.

goodluz/Shutterstock

Por mais que tenha tido um trecho contestado por parlamentares durante a votação, também foi permitido a volta ao trabalho das grávidas que “optaram” por não se vacinar. Só que elas terão que assinar termo de responsabilidade ao recusarem o imunizante.

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Além disso, o projeto estabelece que as grávidasa que ainda não tomaram a segunda dose e não têm condições de realizar o trabalho remoto terão sua gravidez considerada de risco. Desta forma, receberão um salário-maternidade até que a imunização seja completa.

Fonte: O Globo

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Se você trabalha em casa e não consegue dormir, pode ser por conta de seus ritmos circadianos estejam fora de sincronia na pandemia, indica um novo estudo. Isso porque o ciclo de sono-vigília pode estar fora de sintonia, de acordo com Randy Nelson, diretor do Centro da Universidade de West Virginia para Pesquisa e Educação Básica em Neurociência.

Segundo Nelson em um comunicado à imprensa da universidade, “durante o curso da evolução, o ritmo temporal de nosso planeta em rotação foi internalizado em nossos corpo” e então, todos os organismos do planeta têm relógios biológicos internos autossustentáveis.

Desta forma, nossos os aspectos de fisiologia e comportamento, variando do sono à secreção de hormônios , à regulação da temperatura corporal, metabolismo e ingestão de alimentos, são mediados por nossos relógios internos.

“Além das viagens a jato e da exposição noturna à luz artificial, uma maneira comum de prejudicarmos o funcionamento de nossos relógios internos é chamada de ‘jet lag social’. O jet lag social é a fase de atraso em seu relógio interno e sono que ocorre quando você fica acordado até tarde nas noites de sexta e sábado para socializar e depois dorme nos dias seguintes para recuperar o atraso “, explicou Nelson.

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Sendo assim, ao realizar a transição do trabalho de casa para o retorno ao escritório, requer uma mudança nos horários para permitir a preparação e também o deslocamento: “A chave para uma boa higiene circadiana é a consistência no funcionamento diário.”

mulher dormindo
Imagem: Shutterstock

Como dormir melhor na pandemia?

Além disso, ele recomendou deixar o quarto totalmente escuro (durante o dia, se você estiver trabalhando no turno da noite) e assim, iluminar o local de trabalho durante o dia (ou se for no turno da noite). Ou seja, acompanhe os ciclos naturais do dia e da noite em casa e no escritório.

“Se possível, obtenha mais de 30 minutos de exposição à luz solar pela manhã [dê uma caminhada ou corra]. Use iluminação forte durante o dia para imitar a luz do dia e use cortinas blackout ou uma máscara para dormir à noite”, concluiu Nelson.

Fonte: Medical Xpress

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Nos EUA, Venom: Tempo de Carnificina estreou neste último final de semana e já conseguiu quebrar recordes de arrecadação na pandemia. Segundo o The Wrap, o segundo filme da produção somou em apenas três dias US$ 90,1 milhões no país.

Com isso, superou até o desempenho de Viúva Negra, que faturou US$ 80,3 milhões. O filme é dirigido por Andy Serkis e fez mais sucesso do que o original, de 2018. Naquele ano, o longa fez US$ 80 milhões no seu primeiro final de semana.

A expectativa é que Venom 2 acompanhe Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, sendo uma das produções com maior potencial de passar da marca dos US$ 200 milhões no mercado doméstico após toda a mudança de consumo e distanciamento social por conta da pandemia da Covid-19.

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Já em segundo lugar do ranking do final de semana ficou o outra produção em estreia, A Família Addams 2. A animação somatizou US$ 18 milhões, que é três vezes o valor maior que o terceiro colocado neste mesmo período, Shang-Chi.

Ademais, no Top 5 ainda ficou o filme de Família Sopranos, The Many Saints of Newark arrecadou US$ 5 milhões, e o musical Dear Evan Hansen fez US$ 2,45 milhões.

Fonte: Omelete

‘Venom: Tempo de Carnificina’ terá classificação para maiores de 13 anos

Fãs dos quadrinhos da Marvel podem ficar chateados ao saber que ‘Venom: Tempo de Carnificina’ chegará com classificação PG-13, ou seja, apenas para maiores de 13 anos de idade. De acordo com a descrição da Motion Picture Association (MPAA), a decisão ocorreu após serem observadas no filme ‎”intensas sequências de violência e ação, alguma linguagem forte, material perturbador e referências sugestivas”.

De forma semelhante, o longa original lançado em 2018 também foi classificado com o mesmo selo “por sequências intensas de violência e ação sci-fi”, além de “forte linguagem”.

Embora um selo PG-13 faça sentido para fins financeiros, uma vez que amplia o público-alvo que pode assistir a produção, muitos fãs estavam esperando por um filme mais voltado para adultos e com classificação restrita – dado o fato de que o vilão Cletus Kasady, também conhecido como Carnificina, é um serial killer extremamente violento e explícito nas páginas de HQs da editora, algo que seria mais bem abordado em um longa com selo +18.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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O Brasil teve 506 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (2).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 225 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 9.004 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 597.948 mortes acumuladas;
  • 21.468.121 casos confirmados no total.

Por conta de problemas técnicos no acesso às bases de dados dos sistemas de informação, o Conass não conseguiu obter os dados referentes ao estado de Rondônia. Por conta disso, foram mantidos os dados da última quinta-feira (30). A previsão é que a situação se normalize na próxima segunda-feira (4). Os estados do Mato Grosso do Sul e Tocantis mantiveram os dados do sábado (2), enquanto o Acre não registrou nenhum caso nem óbito no período.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 240 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil. Dessas, mais de 92 milhões já receberam as duas doses ou dose única das vacinas aplicadas no Brasil: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 234 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,8 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Alguns pesquisadores estão desenvolvendo uma pílula que, segundo eles, deve tratar a Covid-19. De acordo com o site Futurism, o medicamento pode ficar pronto até o final do ano.

Três tratamentos antivirais para a doença estão atualmente em testes clínicos, de acordo com a rede de notícias NBC. O tratamento com remédios seria uma espécie de regime de pílulas diárias tomadas oralmente logo após o diagnóstico da Covid-19. Os pesquisadores se basearam nos tratamentos de antivirais usados ​​para combater infecções de hepatite C, HIV e influenza.

Imagem: Bohbeh/Shutterstock

Os três medicamentos orais analisados como potenciais tratamentos para o coronavírus são: da Merck & Co. e Ridgeback Biotherapeutics, da Pfizer e da Roche e Atea Pharmaceuticals.

“Acho que teremos respostas sobre o que essas pílulas são capazes nos próximos meses”, disse o diretor da divisão de AIDS do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Carl Diefenbach, à NBC.

Caso os resultados sejam positivos, “a distribuição pode começar rapidamente”, segundo Dieffenbach, se o pedido de uso emergencial for aprovado.

Mas antes de receber aprovação e ser colocado à venda, os cientistas precisam enfrentar uma barreira: encontrar voluntários dispostos a tomarem as pílulas. Isso porque cada ensaio clínico necessita de centenas de participantes que tiveram o teste positivo para Covid-19 dentro de cinco dias. Os pacientes também não podem ser vacinados.

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“De modo geral, há muita desconfiança sobre o processo científico”, disse a Dra. Elizabeth Duke, pesquisadora que supervisionou um dos testes. “Algumas pessoas, inclusive, respondem dizendo coisas desagradáveis ​​para nós.”

Os testes, contudo, estão prestes a serem finalizados e, se o uso emergencial for aprovado, as pílulas poderão estar à disposição ainda no final de 2021.

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O Brasil teve 537 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (25).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 537 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 15.688 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 594.200 mortes acumuladas;
  • 21.343.304 casos confirmados no total.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 230 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil. Dessas, mais de 85 milhões já receberam as duas doses ou dose única das vacinas aplicadas no Brasil: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 231 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,6 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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O CEO da farmacêutica estadunidense Moderna, Stéphane Bancel, declarou que a pandemia da Covid-19 pode acabar em um ano. Segundo o executivo, o fim da pandemia será garantido pelo aumento na produção e na distribuição de vacinas ao redor do mundo.

Em entrevista ao jornal suíço Neue Zuercher Zeitung, Bancel disse que se olharmos para a expansão da capacidade da indústria nos últimos seis meses, em breve, teremos número de doses suficiente para ter toda população mundial vacinada até meados do ano que vem.

Vacina para todos

Para Bancel, em breve, as vacinas estarão disponíveis até mesmo para crianças sem comorbidades, que é considerado um público não prioritário para a imunização. Otimista, o Stéphane Bancel acredita que até mesmo as doses de reforço serão possíveis para todos em um curto espaço de tempo.

“Quem não se vacinar vai se imunizar naturalmente, porque a variante Delta é muito contagiosa. Dessa forma, vamos acabar em uma situação parecida com a da gripe”, declarou Bancel.

“Você pode se vacinar e ter um bom inverno. Ou você não faz isso, corre o risco de ficar doente e, possivelmente, até acabar no hospital, completou”. O executivo disse acreditar que, a partir da última quinta-feira (23), ele presume que daqui um ano a situação estará normalizada.

Doses de reforço

Vacina da Moderna contra a Covid-19
Dose de reforço da vacina da Moderna deve consistir em apenas metade da dose original. Imagem: Shutterstock

O CEO da Moderna disse que espera que os governos aprovem as doses de reforço para pessoas que já receberam as duas doses, mas que estejam em grupos de risco. Para ele, idosos e imunossuprimidos precisarão de uma atualização já no começo do ano que vem.

Bancel defendeu que a dose de reforço da Moderna será mais acessível, já que é composta por apenas metade da dose original. Segundo ele, isso permitirá que a empresa tenha três bilhões de doses disponíveis para reforço já para o ano que vem.

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As vacinas da Moderna para doses de reforço também devem ser otimizadas para a variante Delta, essas novas versões já estão em ensaios clínicos e devem formar a base para programas de imunização ao redor do mundo em 2022.

Via: CNN Brasil

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O Brasil teve 935 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (18).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 935 de óbitos nas últimas 24 horas;
  • 150.106 de casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 590.508 de mortes;
  • 21.230.325 de casos confirmados no total.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 220 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 227 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,6 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Um levantamento da empresa Serasa Experian constatou que, a cada oito segundos, um brasileiro sofre uma tentativa de fraude.

Na pesquisa, que levou em conta os primeiros seis meses de 2021, foram registradas em torno de 1,9 milhão de tentativas. Trata-se de um crescimento de 15,6% em relação ao mesmo período em 2020 e pior: o índice mais alto já registrado desde 2011.

O principal motivo do aumento, segundo a pesquisa, se deve ao fato de o brasileiro ter aderido com maior intensidade às compras online nos últimos meses. De acordo com Jaison Reis, diretor de soluções de identidade e prevenção de fraudes da Serasa Experian, foi uma mudança de comportamento digital que foi acelerada pela pandemia de covid-19 e pelas medidas de distanciamento social.

As ocorrências de movimentações suspeitas se deram principalmente no setor financeiro: bancos e serviços de cartões tiveram 1,2 milhão de tentativas, enquanto as financeiras tiveram 205 mil. Em comparação a 2020, o setor que viu o maior crescimento de ocorrências foi o do varejo, com alta de 89,5% e 167 mil. Já os setores de telefonia e serviços tiveram queda no índice, registrando, respectivamente, 79 mil e 258 mil tentativas.

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Região Sudeste foi a mais afetada

Ainda segundo a pesquisa, o Sudeste foi a região mais atingida pelas tentativas de golpes, com cerca de um milhão. No segundo lugar, ficou o Nordeste, que teve 347 mil e a maior variação no recorte de tempo avaliado (20,9%). Já em termos de faixa etária, os jovens de até 25 anos são os mais vitimados pelas fraudes.

A Serasa Experian explica que a pesquisa é o resultado do cruzamento de dois conjuntos de informações de bancos de dados: o total de consultas de CPFs efetuados mensalmente na empresa e a estimativa do risco de fraude, um cálculo baseado na aplicação de modelos de probabilidade.

Crédito para imagem principal: wk1003mike/Shutterstock

Via UOL

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O Brasil tem 1.108 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (24).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 1.108 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 38.091 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 549.448 mortes;
  • 19.670.534 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 131 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela covid-19, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 193 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 18 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

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