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Conforme os números atualizados neste domingo (14) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 40 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e mais de 5 mil novos casos da doença.

Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:

  • 40 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 5.395 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 681.437 óbitos acumulados;
  • 34.170.286 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 206 mortes e 21.702 casos nos últimos 7 dias.

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Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 681 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 164 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e cerca de 104 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.

Covid-19: situação no mundo

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 560 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de dois anos e meio após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,3 milhões.

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Conforme os números atualizados nesta segunda-feira (25) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 179 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e mais de 30 mil novos casos da doença.

Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:

  • 179 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 30.609 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 677.143 óbitos acumulados;
  • 33.621.965 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 232 mortes e 40.307 casos nos últimos 7 dias.

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Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 675 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 160 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 95 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.

Covid-19: situação no mundo

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 560 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de dois anos e meio após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,3 milhões.

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A varíola do macaco é, oficialmente, uma “emergência global de saúde”, segundo declaração mais recente da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ao todo, são mais de 16,5 mil casos confirmados em mais de 70 países.

No Brasil, a varíola do macaco também vem incomodando as autoridades sanitárias: são 592 casos confirmados, com a maior parte deles vinda de São Paulo – o estado conta com 429 situações analisadas, segundo o G1.

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Erupções da pele são o principal sintoma da varíola do macaco, mas não o único. OMS declarou "estado de emergência global de saúde", recomendando a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço da doença
Erupções da pele são o principal sintoma da varíola do macaco, mas não o único. OMS declarou “estado de emergência global de saúde”, recomendando a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço da doença (Imagem: Irina Starikova3432/Shutterstock)

Um estado de emergência global não é uma “pandemia”, mas é ela o que vem em seguida em caso de piora da situação. Basicamente, a classificação de “emergência global” significa que a OMS recomenda a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço de uma determinada doença, segundo explicou a Al-Jazeera.

“Nós temos um surto que se espalhou pelo mundo rapidamente, por meio de novas formas de transmissão, sobre as quais temos pouco conhecimento”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. “Por todos esses motivos, eu decidi que o surto global da varíola do macaco representa uma emergência de saúde pública de preocupações internacionais”.

De acordo com dados divulgados pela própria OMS, a varíola do macaco apresentou aumento de 77% no volume de infecções entre junho e julho de 2022.

Ao contrário da COVID-19, a varíola do macaco tem sintomas bem visíveis, com erupções cutâneas evidentes – espinhas mais contundentes, na prática – aparecendo no rosto no terceiro dia de infecção. Essas erupções se espalham pelo corpo nos dias seguintes. Em cerca de duas semanas, o paciente já está melhor.

Antes disso, porém, o paciente já sente outros sintomas nada fáceis: febre, dores musculares e de cabeça, calafrios, um sentimento generalizado de exaustão e o fechamento de linfonodos, o que compromete o sistema imunológico. Assim como se faz com a COVID-19, as melhores prevenções são o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização constante de mãos com água e sabão ou álcool em gel.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, disse a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao G1.

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Conforme os números atualizados nesta sexta-feira (22) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 280 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas e mais de 49 mil novos casos da doença.

Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:

  • 280 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 49.799 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 676.766 óbitos acumulados;
  • 33.555.526 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 239 mortes e 43.630 casos nos últimos 7 dias.

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Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 675 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o país só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 160 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 95 milhões já tomaram pelo menos a primeira dose de reforço.

Covid-19: situação no mundo

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 560 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de dois anos e meio após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,3 milhões.

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Um novo tipo de coronavírus, que tem sido chamado informalmente de vírus Grimsö, foi encontrado em parte considerável de uma população de roedores. De acordo com os pesquisadores, este vírus pode se espalhar rapidamente entre os animais e até mesmo saltar para humanos.

Ainda não se sabe se o vírus Grimsö é ou não perigoso para os humanos, porém, segundo os cientistas, as descobertas são um bom lembrete de que é necessário monitorar esses patógenos na vida selvagem, em especial os que são transportados por animais que vivem próximos aos humanos.

“Com base em nossas observações e coronavírus anteriores identificados entre ratos do banco, há boas razões para continuar monitorando o coronavírus entre roedores selvagens”, diz o virologista Åke Lundkvist da Universidade de Uppsala, na Suécia.

Contato dos roedores com humanos tende a aumentar

Na Europa, não é incomum encontrar esses roedores tentando se abrigar do frio durante o inverno. Crédito: Frank Vassen/Shutterstock

As chamadas ratazanas do banco (Myodes glareolus) estão entre os roedores mais comuns do continente europeu e, por muitas vezes, seus caminhos se cruzam com o dos humanos. Além do Grimsö, eles também são hospedeiros do vírus Puumala, que causa uma febre hemorrágica em humanos.

Estes pequenos roedores costumam buscar refúgio em edifícios humanos quando experimentam condições adversas de temperatura, como o frio extremo. Isso aumenta significativamente o risco de contaminação por doenças que têm esses animais como hospedeiros.

Porém, por conta do ritmo acelerado das mudanças climáticas e da destruição do habitat das ratazanas do banco, é provável que a interação desses roedores com os humanos só aumente no futuro. Com isso em mente, desde 2015 os pesquisadores da Universidade de Uppsala têm observado esses animais.

3,4% de ratos infectados

Ao testar 450 ratazanas selvagens da região de Grimsö, a oeste de Estocolmo, 3,4% dos animais apresentaram resultados positivos para um tipo até então desconhecido de betacoronavírus. Este tipo de coronavírus, geralmente, é encontrado em roedores e morcegos, podendo pular para humanos.

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Os pesquisadores encontraram várias cepas distintas do vírus Grimsö circulando entre as populações de ratos do banco. Segundo os pesquisadores, há um mau sinal neste possível patógeno, já que ele apresenta características que o colocam como facilmente adaptável a novos hospedeiros e habitats.

Via: Science Alert

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A Amazon diminuiu de sete para cinco dias a licença médica voltada aos trabalhadores que estejam com Covid-19. A decisão foi publicada em um comunicado interno. A partir desta segunda-feira (2), a empresa começa a colocar a medida em prática. A licença também deixa de ser remunerada e deve ser justificada. 

Sem restrições

No início da pandemia, a Amazon destinava 14 dias de licença remunerada para quem estivesse com coronavírus, mas a política foi sendo quebrada ao longo dos meses.  

A companhia também cortou a dispensa de quem aguarda pelo resultado dos testes de Covid-19 e encerrou o programa de incentivo à vacinação. 

Antes, cada trabalhador recebia US$ 40 para cada dose de vacina. A Amazon cortou ainda a obrigatoriedade no uso da máscara e não vai mais notificar as autoridades de saúde sobre os casos confirmados a não ser que seja obrigada por lei. 

“O alívio sustentado da pandemia, a disponibilidade contínua de vacinas, tratamentos eficazes e as orientações atualizadas das autoridades de saúde pública sinalizam que podemos continuar a nos ajustar com segurança às nossas políticas pré-Covid”, informou o comunicado. 

“Estamos monitorando as condições de perto e continuaremos ajustando nossa resposta conforme apropriado.”, diz o documento. 

Amazon galpão logística
A partir desta segunda-feira (2), Amazon reduz a licença médica de sete para cinco dias para quem testar positivo para Covid-19. Imagem: Shutterstock

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Trabalhadores lutam pela sindicalização 

Enquanto a Amazon alivia as regras contra a Covid-19, funcionários do armazém em Staten Island, Nova York, estão em busca da sindicalização. 

A eleição foi realizada neste fim de semana e os votos devem ser contabilizados na segunda-feira (2). Caso seja aprovada, será a segunda unidade da empresa a contar com um Sindicato em defesa dos trabalhadores. 

Via: The Verge 

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Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) apontou que uma parcela cada vez maior da população mundial está exposta a água contaminada por antibióticos. De acordo com o documento, o descarte incorreto desses medicamentos pode provocar novas pandemias e matar 10 milhões de pessoas por ano até 2050.

Segundo o relatório, quanto mais os microrganismos são expostos aos compostos presentes nos antibióticos, maior fica sua capacidade de adaptação e sua resistência a eles. Isso pode levar ao desenvolvimento de superbactérias, que, atualmente, causam pelo menos um milhão de mortes por ano.

Possíveis riscos para o futuro

Exposição das bactérias aos antibióticos podem fazer com que os microrganismos se tornem cada vez mais resistentes aos medicamentos. Créditos: Shutterstock

Segundo a ONU, existem vários fatores que podem aumentar a resistência de microrganismos presentes no solo e na água aos antibióticos. Entre eles, estão resíduos de centros de saúde e saneamento precário em países de baixa e média renda, como é o caso do Brasil.

Também preocupam os efluentes de fabricação de medicamentos, a liberação da produção de proteína animal e o uso de antimicrobianos e esterco na produção agrícola. Esses antibióticos também são lançados no meio ambiente por meio do lixo hospitalar e residencial, o que afeta o meio ambiente e vários ecossistemas.

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Solução não é fácil

Diferente dos agrotóxicos, os medicamentos não passam por avaliações de impacto ambiental. A principal função dos antibióticos é especificamente matar microrganismos, por isso, seu impacto ao cair no leito de um rio, por exemplo, pode ser enorme.

Além disso, bactérias de locais diferentes trocam características entre si e evoluem a partir disso. Essa troca e a exposição a antibióticos pode tornar a resistência a essas substâncias uma característica cada vez mais comum nesses microrganismos.

Em entrevista à CNN Brasil, o pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) declarou que essa é uma questão de saúde pública importante e precisa ser analisada minuciosamente. Do contrário, poderemos ter surtos de doenças bacterianas sem medicamentos adequados para tratá-los. 

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O Ministério da Saúde informou que 18,1 milhões de brasileiros ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com os dados da pasta, o país já teria encerrado o esquema vacinal de 88% da população se essas pessoas tivessem tomado o imunizante no período correto.

Por enquanto, apenas 75% da população brasileira já tomou as duas doses da vacina, com 162 milhões de brasileiros totalmente imunizados contra o coronavírus. Com apenas a primeira dose, são 84,8%. Já 37,9% da pessoas já tomaram até a dose de reforço.

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Os estados e o Distrito Federal já receberam mais de 476 milhões de doses da vacina contra a Covid. O Ministério da Saúde destaca a necessidade de completar o esquema vacinal, garantindo a proteção máxima contra a doença que assola o mundo em uma pandemia há dois anos.

Criança sendo vacinada
A vacinação contra a Covid-19 já chegou também nas crianças. Imagem: Studio Romantic / Shutterstock

A vacinação é responsável pela queda no número de casos óbitos em decorrência da Covid. Nesta sexta-feira (8), por exemplo, foram registrados 30,2 mil casos da doença e 149 mortes. Na última semana, a média móvel de mortes foi de 200, número 33% menor que a média de duas semanas atrás. Isso indica tendência de queda.

Até agora, 404,9 milhões de doses da vacina contra a Covid já foram aplicadas no Brasil. A maioria dos imunizantes utilizados foram da Pfizer, seguido por AstraZeneca. Depois vêm Coronavac e Janssen.

Via: G1

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De acordo com a pesquisa do Comitê Gestor da internet (CGI.Br), houve um aumento do uso da rede para várias atividades durante a pandemia causada pela Covid-19. O levantamento foi divulgado na terça-feira (5) e mostrou que a a busca por serviços de saúde e as transações financeiras foram as duas mais populares entre os internautas no Brasil. 

O estudo “Painel TIC Covid-19 – 4ª edição” revelou que 77% dos entrevistados relataram ter buscado mais informações sobre consultas, procedimentos e outros serviços de saúde. Sendo que, as medidas de restrição, distanciamento social e a preocupação com o combate à pandemia contribuíram para o cenário. 

Além disso, 53% dos consultados afirmaram ter feito algum tipo de procedimento pela internet em serviços de saúde pública, marcação de consultas e outros serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo. As práticas mais comuns foram acesso a resultados de exames (33%), agendamento de consultas médicas (30%) e de exames (24%).

Enquanto nas classes A e B, o acesso remoto a exames foi feito por 59% dos ouvidos, nas classes D e E o índice caiu para quase um terço, com 21%. O agendamento de consultas foi relatado por 51% das pessoas das classes A e B, mas somente por 19% das classes D e E. Segundo o levantamento da pesquisa, entre os entrevistados, 26% relataram ter feito consultas pela internet e os aplicativos de mensagens foram o principal canal, utilizados por 59% dos entrevistados.

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Confira as demais buscas feitas na internet durante a pandemia:

  • Transações: 71% das pessoas disseram ter feito consultas, pagamentos e outras transações financeira na internet. Antes da pandemia, na pesquisa TIC Domicílio 2019, a taxa foi de 37%, quase metade. Já o índice dos que compraram produtos pela internet chegou a mais da metade, 51%.
  • Cursos: os cursos a distância chegaram a 33% e os participantes do levantamento disseram ter recorrido a essa alternativa. Em 2019, o índice foi de 13%. Entre os usuários de internet, 63% tiveram aulas totalmente remotas e 19% informaram que suas instituições de ensino adotaram sistemas híbridos.
  • Home office: do total de participantes da pesquisa, 38% disseram ter entrado em home office. A forma de trabalho foi em 66% das classes A e B e 16% das classes D e E. Além disso, das pessoas que trabalharam por aplicativos, 60% relataram ter começado durante a pandemia.
  • Produtos culturais: o consumo de produtos populares na internet, como músicas, filmes e séries, cresceu ainda mais, cerca de89%, disseram ter visto filmes e séries e 86% informaram ter ouvido música por meio de aplicativos.

Fonte: Agência Brasil

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O Painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgado neste domingo (20), apontou que o Brasil teve 103 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Também foram registrados 13.218 novos casos no mesmo período.

Os dados divulgados correspondem aos registros de todos os estados, que enviaram as informações ao Conass sem nenhuma intercorrência.

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 103 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 13.218 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 657.205 mortes acumuladas;
  • 29.630.484 casos confirmados no total.

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 150 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o vírus da Covid-19 já infectou mais de 470 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 27 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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