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Os Estados Unidos declararam, nesta quinta-feira (4), a varíola dos macacos uma emergência de saúde pública. O anúncio foi feito durante um briefing com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês), segundou informou a CNN

A decisão vem após críticas e pressão ao governo, que segundo especialistas em saúde, não estaria se posicionando da forma correta diante do surto. De acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o número de casos confirmados ou suspeitos de varíola dos macacos já ultrapassou os 6.600, colocando o país à frente da Espanha, Alemanha e Reino Unido. 

Varíola dos Macacos
Varíola dos macacos: Estados Unidos declaram emergência de saúde pública. Imagem: Shutterstock/Tatiana Buzmakova

As infecções foram identificadas em todos os estados, exceto em Montana e Wyoming. A ação pode acelerar a distribuição de vacinas, liberar fundos e estabelecer medidas e protocolos em combate e prevenção à doença. 

Na terça-feira (2), o presidente dos EUA, Joe Biden, nomeou Robert Fenton como coordenador nacional de resposta à varíola da Casa Branca. 

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Declaração segue decreto da OMS 

No último sábado (30), a governadora Kathy Hochul declarou emergência no estado de Nova York. Os estados da Califórnia e Illinois também declararam suas próprias emergências para a doença. 

Todas os estados e cidades seguem o decreto da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considerou, em julho, o surto de varíola dos macacos uma situação de emergência. 

Até domingo (31), três mortes relacionadas à doença foram relatadas. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), uma foi registrada no Brasil e as outras duas na Europa

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A varíola do macaco é, oficialmente, uma “emergência global de saúde”, segundo declaração mais recente da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ao todo, são mais de 16,5 mil casos confirmados em mais de 70 países.

No Brasil, a varíola do macaco também vem incomodando as autoridades sanitárias: são 592 casos confirmados, com a maior parte deles vinda de São Paulo – o estado conta com 429 situações analisadas, segundo o G1.

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Erupções da pele são o principal sintoma da varíola do macaco, mas não o único. OMS declarou "estado de emergência global de saúde", recomendando a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço da doença
Erupções da pele são o principal sintoma da varíola do macaco, mas não o único. OMS declarou “estado de emergência global de saúde”, recomendando a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço da doença (Imagem: Irina Starikova3432/Shutterstock)

Um estado de emergência global não é uma “pandemia”, mas é ela o que vem em seguida em caso de piora da situação. Basicamente, a classificação de “emergência global” significa que a OMS recomenda a tomada de ações mundialmente coordenadas para conter o avanço de uma determinada doença, segundo explicou a Al-Jazeera.

“Nós temos um surto que se espalhou pelo mundo rapidamente, por meio de novas formas de transmissão, sobre as quais temos pouco conhecimento”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. “Por todos esses motivos, eu decidi que o surto global da varíola do macaco representa uma emergência de saúde pública de preocupações internacionais”.

De acordo com dados divulgados pela própria OMS, a varíola do macaco apresentou aumento de 77% no volume de infecções entre junho e julho de 2022.

Ao contrário da COVID-19, a varíola do macaco tem sintomas bem visíveis, com erupções cutâneas evidentes – espinhas mais contundentes, na prática – aparecendo no rosto no terceiro dia de infecção. Essas erupções se espalham pelo corpo nos dias seguintes. Em cerca de duas semanas, o paciente já está melhor.

Antes disso, porém, o paciente já sente outros sintomas nada fáceis: febre, dores musculares e de cabeça, calafrios, um sentimento generalizado de exaustão e o fechamento de linfonodos, o que compromete o sistema imunológico. Assim como se faz com a COVID-19, as melhores prevenções são o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização constante de mãos com água e sabão ou álcool em gel.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, disse a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao G1.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) intensificou os alertas sobre o risco de uma possível “catástrofe absoluta” por conta da explosão de casos de sarampo em diferentes partes do mundo. De acordo com o órgão, é urgente reverter o cenário de queda na cobertura vacinal de crianças para a doença.

De acordo com a OMS, o número de casos de sarampo saltou assustadores 79% nos dois primeiros meses de 2022, no comparativo com o mesmo período do ano passado. Porém, é possível que haja subnotificação nos casos de 2021, já que a pandemia da Covid-19 prejudicou os sistemas de vigilância.

Nos últimos 12 meses, houve pelo menos 21 epidemias de sarampo, a maior desses surtos aconteceu em países da África e do Mediterrâneo Oriental. As epidemias mais sérias ocorreram na Somália, Iêmen, Nigéria, Afeganistão e Etiópia.

Um mau sinal

Vacina criança
Reaparecimento do sarampo pode ser sinal do retorno de outras doenças contagiosas no futuro. Créditos: Ast Shutterstock

De acordo com a OMS, o reaparecimento do sarampo é um sinal perigoso, já que pode representar uma baixa cobertura vacinal para outras doenças. Acontece que como o sarampo é extremamente contagioso, é a primeira doença a ter um aumento significativo de casos quando a cobertura vacinal cai.

“O sarampo é mais do que uma doença perigosa e potencialmente mortal. É também um dos primeiros sinais de que existem lacunas na cobertura de imunização”, declarou a diretora-geral do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Catherine Russell.

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De acordo com Russell, muitas crianças não foram vacinadas desde o início da pandemia da Covid-19, muito por conta de problemas em sistemas de saúde, que atrasaram ou cancelaram as campanhas de vacinação, principalmente em países do chamado terceiro mundo.

Só em 2020, mais de 23 milhões de crianças não receberam as vacinas básicas para suas respectivas faixas etárias, Segundo OMS e Unicef, este é o menor índice de vacinação infantil desde 2009. Em 2019, o número de crianças sem as devidas vacinas foi 3,7 milhões menor.

Via: IstoÉ Dinheiro

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (15) que está monitorando os casos de hepatite de causa desconhecida que afeta crianças na Europa. Até o início de abril foram identificados 74 casos no Reino Unido, mas nenhuma morte foi registrada.  

Seis crianças diagnosticadas com a doença tiveram que passar por um transplante de fígado. A Espanha confirmou outros três casos, enquanto a Irlanda realiza uma investigação sobre possíveis suspeitas.  

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Todas as infecções foram analisadas e nenhuma delas eram de hepatites A a D, os cinco tipos mais comum da doença.  Os pacientes tinham idade entre 11 meses e 5 anos.  

A maior parte dos casos passam por sintomas que incluem enzimas hepáticas elevadas. Os pacientes também apresentaram icterícia (pele e/ou olhos amarelos), alguns sintomas gastrointestinais, como diarreia, vômito e dor abdominal.  

“Estamos trabalhando com parceiros para aumentar a conscientização entre os profissionais de saúde, para que quaisquer outras crianças que possam ser afetadas possam ser identificadas precocemente e os testes apropriados realizados”, relatou a Meera Chand, diretora de infecções clínicas e emergentes da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA). 

Hepatite
OMS anuncia que está monitorando casos de hepatite misteriosa que afeta crianças na Europa. Imagem: Alona Siniehina/Shutterstock

Chand apontou que estão sendo realizadas investigações para entender o que está motivando essa onda de infecção. Acredita-se que a Covid-19 e “outras infecções” podem ser considerados como causa.   

A agência de saúde do Reino Unido ressaltou que o problema não possui nenhuma ligação com a vacinação contra o SARS-CoV-2, basta notar que muitas crianças afetadas ainda não são elegíveis para a imunização.   

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O fundador da Microsoft, bilionário e filantropo Bill Gates escreveu um livro, com lançamento previsto para maio deste ano, sobre como prever novas pandemias. Com o título bastante direto de “Como Prevenir a Próxima Pandemia”, o livro tem lançamento mundial previsto para 3 de maio.

No livro, Gates conta sobre as pesquisas das vacinas da Moderna e AstraZeneca contra a Covid-19, das quais foi financiador. Bill Gates também narra histórias sobre conversas que teve com representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo com o diretor-geral, Tedros Adhanom.

O pior está por vir?

Fundação de Bill Gates e sua ex-esposa, Melinda French, fez uma doação milionária para ajudar no desenvolvimento de novas vacinas. Crédito: Divulgação

Bill Gates também traça alguns cenários possíveis para pandemias no futuro, tanto positivos, quanto negativos. Segundo o filantropo, uma eventual pandemia futura deve ser bem pior que a da Covid-19, por isso, é necessário que os governos adotem medidas para diminuir os riscos de novas epidemias.

Bill Gates pediu que as principais economias contribuam com bilhões de dólares, a fim de se preparar para uma eventual nova pandemia. “Quando se trata de gastar bilhões para salvar trilhões em danos econômicos e dezenas de milhões de vidas, eu diria que é uma apólice de seguro muito boa”, disse Gates.

O filantropo acrescenta que é importante investir em inovação para encontrar vacinas para doenças que já existem, como HIV, tuberculose e malária. Segundo ele, isso pode ter uma grande importância para acelerar o processo de desenvolvimento para vacinas contra patógenos que possam surgir no futuro.

Vacinas em 100 dias

A Fundação Bill & Melinda Gates, em conjunto com o Wellcome Trust, do Reino Unido, fez uma doação de US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,6 bilhão) para a Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (Cepi). A coalizão ajudou a formar o convênio Covax Facility, que forneceu vacinas para países de baixa renda.

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No momento, a organização busca reduzir o tempo necessário para o desenvolvimento de novas vacinas para apenas 100 dias. O pensamento é de que, caso não seja possível prever novas epidemias, os governos possam agir mais rápido no desenvolvimento de imunizantes.

“Foi o dinheiro em risco que fez com que os testes ocorressem. Portanto, houve um enorme benefício global. Estamos todos muito mais inteligentes agora. E precisamos de mais capacidade para a próxima vez”, disse Bill Gates em uma postagem em seu blog pessoal sobre o livro.

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Depois de dois anos de pandemia da Covid-19, muitas pessoas já estão cansadas e considerando seriamente conviver com um vírus que já matou mais de 5,7 milhões de pessoas. Além disso, alguns governos veem a variante ômicron como um ponto de virada de uma pandemia para uma endemia.

Especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) dizem que ainda é bastante prematuro para encarar a Covid-19 como uma endemia. Os especialistas defendem que a variante ômicron está causando um boom de casos, além de aumento no número de mortes, principalmente entre os não vacinados.

Endemia, epidemia e pandemia

Em uma epidemia, uma doença se espalha de maneira rápida e inesperada em um determinado local, como um país ou continente, por exemplo. Quando essa doença se espalha por todos os locais do mundo, como é o caso da Covid-19, nós temos uma pandemia. Ou seja, uma pandemia é uma epidemia mundial.

Quando uma determinada doença se torna endêmica, ela está constantemente presente em uma determinada área. Pode até haver um certo nível de flutuação nos casos sob certas condições, como acontece, por exemplo, com a gripe durante o inverno ou com a dengue no verão em países tropicais.

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Os cientistas esperam que a Covid-19 se torne uma endemia no futuro, mas, para isso, é necessário que um alto número de pessoas tenha algum nível de proteção contra o vírus. Para isso, seria necessário aumentar bastante a cobertura vacinal, algo que não tem acontecido.

Somente com o aumento nos níveis de vacinação, principalmente no continente africano e em regiões da Ásia, haverá um impedimento da propagação do vírus e do surgimento de novas variantes, além da redução das hospitalizações e mortes em decorrência da Covid-19.

A endemia da Covid-19

Homem sendo vacinado
Fim da desigualdade vacinal é a chave para que a Covid-19 se torne endêmica. Imagem: PanyaStudio/Shutterstock

Em momentos diferentes, cada região do mundo se verá livre da Covid-19, com o decaimento da condição de pandemia para epidemias, e depois, endemias. Cada país passará a considerar a Covid-19 como endêmica em diferentes momentos, com base, principalmente, nos níveis de imunidade coletiva.

Mas para que esse cenário se torne realidade, será necessário que os países façam um esforço conjunto para reduzir a desigualdade vacinal. Para se ter uma ideia, enquanto em Portugal, 89% das pessoas já tomou as duas doses da vacina, mais de 85% do continente africano não tomou sequer a primeira.

Via: Bloomberg

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A variante Ômicron pode infectar 60% dos europeus antes do mês de março e isso dá espaço para uma nova fase da pandemia causada pela Covid-19. Isso também poderá acelerar o seu fim, segundo o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa.

“É plausível que a região esteja se aproximando do fim da pandemia”, explicou à AFP Hans Kluge, diretor regional da OMS para a Europa, aproveitando para pedir cautela, pela versatilidade do vírus. De acordo com ele, assim que a onda da Ômicron recuar, haverá imunidade por algumas semanas e até meses, graças à vacina e porque as pessoas terão sido imunizadas pela infecção.

Pelo fato de estar localizada no hemisfério Norte, neste momento, a Europa está passando pelo inverno, que é o período em que as doenças respiratórias são transmitidas com uma facilidade bem maior.

Só que a Europa não está em uma ‘era endêmica’: “Endêmico significa […] que podemos prever o que vai acontecer; esse vírus surpreendeu mais de uma vez, então temos que ter cuidado.”

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Além disso, com a Ômicron se espalhando, o diretor alertou que outras variantes ainda podem surgir. Tanto que na região da OMS Europa, que engloba 53 países, a variante representou 15% dos novos casos no diaa 18 de janeiro, em comparação com 6,3% na semana anterior, informou o órgão de saúde.

A Ômicron é a variante dominante na União Europeia e no Espaço Econômico Europeu (EEE, ou Noruega, Islândia e Liechtenstein). Pela disseminação rápida, Kluge pontuou que o foco deveria estar em “minimizar a interrupção de hospitais, escolas e economia e fazer grandes esforços para proteger os vulneráveis”, em vez de medidas para interromper a transmissão.

Já sobre a necessidade de uma quarta dose de vacina para acabar com a pandemia, Kluge respondeu que apenas sabem “que essa imunidade aumenta após cada injeção da vacina”.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que desistiu de classificar a velhice como uma doença listada na edição de 2022 da Classificação Internacional de Doenças (CID 11). A decisão foi anunciada na última quinta-feira (16) e põe fim à polêmica sobre se a idade avançada por si só é uma doença.

A proposta da OMS era de substituir o termo “senilidade”, que já consta no CID, por “velhice sem menção de psicose; senescência sem menção de psicose; debilidade senil”. A proposta recebeu uma enxurrada de críticas de organizações científicas que lutam pelos direitos dos idosos.

Aumento do preconceito

O temor era de que a inclusão do termo “velhice” na CID pudesse mascarar problemas de saúde que são desencadeados pela idade, além de aumentar o preconceito contra idosos em alguns ambientes, principalmente no mercado de trabalho.

Além dessas associações, uma série de sociedades médicas e governos, incluindo o brasileiro, pediram que a OMS não incluísse o termo em um dos códigos da lista de doenças. Segundo esses órgãos, a inclusão também poderia impedir o registro correto de causas de mortes de pessoas com idade avançada.

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Agora, o CID 11 terá a expressão “declínio da capacidade intrínseca associado ao envelhecimento”, ao invés de apenas “velhice”. A mudança, apesar de sutil, evita que a velhice, propriamente dita, seja classificada por médicos como uma doença, e não um facilitador de condições debilitantes.

O que é a CID

Próxima atualização da CID entrará em vigor em janeiro de 2022. Crédito: Arquivo/Olhar Digital

A Classificação Internacional de Doenças foi introduzida em 1900 e consiste em um conjunto de mais de 55 mil códigos que são utilizados por profissionais de saúde, médicos e formuladores de políticas públicas na área da saúde.

A CID é usada para classificar as causas de internação de pacientes, afastamentos do ambiente de trabalho e as causas de morte nos atestados de óbito. Em janeiro de 2022, passará a valer a 11ª edição da lista, que havia sido atualizada pela última vez em 1992.

Via: Folha de S. Paulo

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Para evitar preconceitos e estigmatização, a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de nomear as variantes da Covid-19 com o nome do país que elas surgiram, e passou a usar letras do alfabeto grego. Porém, ao nomear a mais nova variante de preocupação, a Ômicron, em tese, deveria se chamar “Nu”.

Nu é a 13ª letra do alfabeto grego, enquanto Xi é a 14ª e Ômicron é só a 15ª. O alfabeto grego conta com 24 letras, partindo de Alfa e terminando em Ômega. Mas qual foi o motivo de a Organização Mundial da Saúde ter pulado duas letras dentro do critério que foi escolhido por eles para nomear as variantes?

Sem risco de confusões

O motivo é o mesmo que fez o órgão adotar o alfabeto grego: evitar estigmatização, confusões e preconceitos. A 13ª letra, Nu, tem sua pronúncia facilmente confundida com a palavra “new”, que significa “novo” em inglês. Ou seja, o nome seria facilmente confundido com “variante nova”, em inglês.

Já Xi é um sobrenome bastante comum em alguns países, como a China, sendo, inclusive, o sobrenome do presidente do país asiático, Xi Jinping. “As melhores práticas da OMS para nomear novas doenças sugerem evitar ofender quaisquer grupos culturais, sociais, nacionais, regionais, profissionais ou étnicos”, diz a OMS.

OMS quer evitar estigmas

Xi, 14ª letra do alfabeto grego, é facilmente confundida com o sobrenome chinês Xi, que é, inclusive, o sobrenome do presidente do país. Kaliva – Shutterstock

A China, inclusive, já sofreu bastante com especulações sobre a origem do vírus da Covid-19. A versão mais aceita é de que o vírus pulou de animais para humanos em um mercado de animais silvestres na cidade chinesa de Wuhan.

Porém, teorias da conspiração apontam que o Sars-CoV-2 teria sido criado em laboratório e seria uma espécie de “arma biológica” desenvolvida pelo governo chinês. Portanto, é compreensível que a OMS queira evitar a polêmica de ter uma variante com o nome parecido com o do presidente da China.

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Caso surjam novas variantes, a OMS ainda tem nove opções para nomeá-las: pi, rho, sigma, tau, upsilon, phi, khi, psi e ômega. Mas a torcida é que não seja necessário utilizar mais letras do alfabeto grego ou qualquer outro critério para nomear novas variantes do vírus da Covid-19.

Via: CNN Brasil

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou nesta terça-feira (30) que não concorda com as proibições de viagens que estão sendo impostas pela nova variante ômicron, que causa a Covid-19. O órgão ainda pediu que qualquer medida imposta seja baseada em evidências.

De acordo com a OMS, medidas como triagem e quarentena de passageiros internacionais são métodos viáveis, mas proibições generalizadas não evitarão a propagação da nova variante. “As proibições generalizadas de viagens não impedirão a disseminação internacional e representam um fardo pesado para vidas e meios de sustento”, disse.

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A Organização Mundial da Saúde afirma que 56 países estavam implementando medidas restritivas de viagem desde o dia 28 de novembro com o intuito de adiar a chegada da variante ômicron.

No comunicado, a OMS ainda pediu que pessoas do grupo de risco, aqueles com mais de 60 anos e comorbidades, devem adiar suas viagens internacionais

Brasil precisa adotar medidas sérias para reverter pandemia, diz OMS
Covid-19: OMS critica proibições de viagens devido a variante ômicron. Créditos: Reuters

Dois casos da variante Ômicron são confirmados no Brasil

O laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, confirmou dois casos da variante Ômicron da Covid-19. Os casos são o primeiro da nova cepa a serem confirmados no Brasil. As vítimas são um homem de 41 anos e sua esposa, de 37.

Um dos resultados é do passageiro que desembarcou em Guarulhos no último dia 23 de novembro voltando da África do Sul. Existe um terceiro caso suspeito, de um passageiro que veio da Etiópia para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, mas este ainda está em investigação.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já foi notificada sobre os resultados positivos dos testes. A agência enviou os dados para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, que já confirmou que os casos realmente são da variante Ômicron.

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