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Seja o mistério em volta do senhorzinho ou da música da boneca gigante, ‘Round 6’ tomou conta das telinhas de pessoas de todo o mundo. Com tamanho sucesso e repercussão, a Netflix anunciou que a série foi assistida por 111 milhões de telespectadores e assim, consagrou a produção como o maior lançamento da plataforma.

Um dos diretores executivos e também diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, disse que isso poderia acontecer, pois já suspeitava do grande sucesso e que tinha uma “chance muito boa” de se tornar o maior programa da empresa de todos os tempos. 

No primeiro dia de outubro, ele revelou que ‘Round 6’ era o número 1 em todos os país e com isso, seria “definitivamente” o seu “maior programa em língua não inglesa do mundo, com certeza”.

Além disso, ‘Round 6’ é a primeira série da Netflix a ultrapassar 100 milhões em seus primeiros 28 dias de lançamento e esse tempo é a régua principal para a marca medir o desempenho de um título em sua plataforma.

De acordo com um porta-voz, os dados compartilhados são baseados no número de contas que assistiram à série por pelo menos dois minutos, que é a sua métrica padrão para as produções.

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Viralizada por todos os cantos do mundo, ‘Round 6’ é atualmente um sucesso nas telinhas e se estreitar a série até o próximo ano, pode ser o melhor cenário para os executivos da Netflix. Isso arriscaria a chance de uma indicação inédita ao Primetime Emmy Awards, que é o principal prêmio da televisão norte-americana, no lugar de sua edição internacional. 

Segundo a Variety, que esteve em contato com a Academia de Artes e Ciências Televisivas, responsável pela premiação, a série está elegível ao prêmio por se tratar de um título co-produzido nos Estados Unidos. Sendo assim, seria mais indicado que a famosa plataforma de streaming apostasse as fichas na versão global do prêmio, o Emmy Internacional.  

Round 6
Youngkyu Park/Netflix

Por outro lado, se a plataforma decidir inscrever a produção coreana na principal versão dos prêmios – a Primetime – e ‘Round 6’ seja de fato indicada, ela se será a primeira série internacional nomeada da história. 

A criação de Dong-hyuk Hwang conta com Jung-jae Lee e Lee Beyung-hyun no elenco para contar a trama de um grupo de pessoas que possuem problemas financeiros é são escolhidos para participar de um jogo de sobrevivência por um prêmio em dinheiro. A série está disponível na Netflix.

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Se da última sexta-feira (1º) para cá você já apertou o “play” na Netflix para assistir à icônica sitcom ‘Seinfeld’, provavelmente notou que a série está no formato widescreen, a proporção 16:9. Mas, essa alteração não agradou aos fãs da produção de comédia, isso porque algumas piadas acabam se perdendo, já que usavam também imagens na proporção original, 4:3.

O detalhe foi alvo de reclamação dos fãs nas redes sociais. Um dos espectadores de ‘Seinfeld’ aproveitou, inclusive, para demonstrar que a nova proporção prejudica o desenvolvimento dos episódios, usando uma cena da oitava temporada para exemplificar.

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Brandon, o usuário @Thatoneguy64 no Twitter, lembrou o episódio “The Pothole”. O buraco na via aparecia em baixo do quadro em uma cena. O crop 16:9 excluiu o protagonista daquele momento, em que Jerry e George apontam para o problema na rua.

O problema já foi alvo de reclamações em outras séries em outros streamings. Um momento de indignação foi quando ‘Os Simpsons’ aportaram na plataforma de streaming da Disney. Com a proporção errada, piadas inteiras ficaram sem sentido ou contexto.

A série ‘Seinfeld’ teve nove temporadas e somou 180 episódios. Todos eles estão disponíveis na Netflix, que adquiriu os direitos da produção depois que a sitcom deixou a plataforma de streaming Hulu.

O acordo para que a produção dos anos 1990 fique no serviço dura, pelo menos, cinco anos. Os detalhes do contrato, porém, não foram divulgados. O que se sabe, de acordo com o site Mashable, é que a Netflix pagou bem caro, supostamente mais de US$ 500 milhões, pelos direitos do programa.

Julia Louis-Dreyfus como Elaine Benes, na série 'Seinfeld'
‘Seinfeld’ chegou à Netflix no dia 1º de outubro. Imagem: Divulgação

A série ‘Seinfeld’ estreou em 1989, na rede NBC, sendo encerrada em 1998. O show foi criado por Larry David e Jerry Seinfeld, que interpretou uma versão fictícia de si mesmo na produção. A série se passa em Manhattan e acompanha um grupo de amigos e parentes de Jerry.

Além dele, um humorista de stand-up, o elenco principal contou com Jason Alexander como George Constanza, o melhor amigo de Jerry; Julia Louis-Dreyfus como Elaine Benes, ex-namorada de Jerry; e Michael Richards como Cosmo Kramer, o vizinho do protagonista.

Via: Deadline / GamesRadar

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O fenômeno ‘Round 6’, da Netflix, gerou uma disputa entre a gigante do streaming e uma operadora sul-coreana. A SK Broadband decidiu processar a Netflix devido ao aumento no tráfego da sua rede causado por tantos espectadores da série, pedindo um pagamento extra da Netflix para cobrir custos de manutenção causados por sobrecarga de rede.

A informação foi divulgada pela Reuters. Segundo o artigo, a SK Broadband estima que a Netflix deve o equivalente a US$ 22,9 milhões de dólares só pelos transtornos causados em 2020. A operadora alega que, por segundo, cerca de 1.200 Gigabits de dados processados em suas redes eram vinculados à Netflix.

O que a SK Broadband está pedindo, especificamente, é que empresas como a Netflix paguem uma “taxa de largura de banda” para compensar eventuais aumentos de custos de manutenção causados a operadoras quando o tráfego de serviços do tipo passam por qualquer tipo de aumento repentino.

A Netflix já negou as acusações e fez um post em seu blog oficial detalhando números que, de acordo com a empresa, mostram que o serviço de streaming é benéfico para a economia sul-coreana e também para difundir a cultura do país pelo planeta – ‘Round 6’, por exemplo, foi a primeira produção coreana a atingir o posto de mais assistido na Netflix dos Estados Unidos.

No entanto, a justiça sul-coreana parece estar do lado da SK Broadband – em junho, um tribunal local se posicionou contra a Netflix quando a empresa questionou as motivações para a cobrança da “taxa de largura de banda”. A corte disse, na época, que era “raozável” que a Netflix fosse obrigada a oferecer esse tipo de pagamento.

Saiba mais sobre ‘Round 6’

Um homem sul-coreano chamado Seong Gi-hun (Lee Jung-jae) cuja vida financeira está em apuros aceita o convite para participar de um jogo com o prêmio bilionário para quem chegar até o final. Além dele, está um grupo de mais de 400 pessoas competindo pelo dinheiro. Porém, ao chegar lá, o protagonista descobre que apenas um sobreviverá. Este é o enredo de ‘Round 6′, a série sangrenta e sádica de nove episódios que é o mais novo hit da Netflix. A produção foi aclamada pela crítica e conta com 100% de aprovação, segundo o site Rotten Tomatoes.

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Icônica. Maravilhosa. Rainha. Lendária. Esta é Elvira. A anfitriã das trevas se uniu à Netflix para uma espécie de série semanal durante a temporada de Halloween, o Dia das Bruxas, em português. Isso acontece uma semana depois de apresentar a maratona de filmes do 40º aniversário de Elvira no serviço de streaming Shudder.

A personagem interpretada pela igualmente icônica Cassandra Peterson. A parceria com a Netflix rendeu o especial ‘Doutora Elvira’. A cada domingo do mês de outubro, um novo vídeo será disponibilizado nas contas da plataforma de streaming nas redes sociais, incluindo o canal no YouTube. Mesmo ainda sendo sexta-feira (1º), um vídeo já foi publicado.

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“Assistir a filmes de terror e thrillers é bom para sua saúde. Não acredita em nós? Escute o que a doutora Elvira tem a dizer”, diz a publicação da Netflix na conta de filmes do serviço, no Twitter.

A ideia da parceria com os vídeos da ‘Doutora Elvira’ é promover a programação Netflix & Chills, um trocadilho em inglês usando a gíria comumente aplicada em encontros românticos, quando o casal assiste junto a filmes na plataforma. Entenda “juntos” como quiser. “Chills” também significa arrepios.

A hashtag da programação conta também com um emoji da Rainha das Trevas. Além de #NetflixandChills, as marcações #Elvira, #DrElvira e #DoctorElvira também exibem a clássica personagem na rede social do passarinho azul.

Elvira a Rainha das Trevas
Imagem: Netflix/Divulgação

Tanto a parceria com a Netflix como o especial no Shudder marcam uma reviravolta para Cassandra Peterson. Em 2018, a atriz, que recém completou 70 anos, revelou que as duas plataformas de streaming haviam recusado uma proposta para uma série de terror com a personagem. Na última semana, ela lançou seu livro, chamado ‘Elvira: Memórias da Rainha das Trevas’.

Cassandra assumiu a persona de palco Elvira no programa ‘Movie Macabre with Elvira, Mistress of the Dark’, quando apresentava uma programação de filmes B de terror na televisão, de 1981 a 1986. Em 1988, ela ganhou o próprio filme, a comédia ‘Elvira, a Rainha das Trevas’, em que ela herda uma mansão em uma pequena cidade. Em 2001, ela estrelou ‘As Loucas Aventuras de Elvira’.

Via: JoBlo / Bloody Disgusting

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Você é apaixonado por Netflix? O famoso ‘Tudum’ que conquistou as pessoas do mundo inteiro revelou uma curiosidade sobre a sua audiência. Durante uma conferência, o diretor de conteúdo da plataforma, Ted Sarandos, compartilhou os dados sobre alguns dos principais títulos da marca de streaming.

Em um slide, a Netflix compartilhou os números sobre quantas contas viram seus 10 principais filmes e séries com base no número de perfis que assistiram a pelo menos dois minutos da produção original durante os primeiros 28 dias em que estavam no app.

Por exemplo, a primeira temporada de ‘Bridgerton’ liderou a lista da série principal com 82 milhões de contas vendo o título, depois, pela primeira parte de ‘Lupin e The Witcher’, com 76 milhões. Além disso, ‘Extraction’ ficou no topo da lista de filmes principais com 99 milhões de contas, seguida por ‘Bird Box’ com 89 milhões e ‘Spenser Confidential’ com 85 milhões.

Ao longo da apresentação, a Netflix classificou os 10 melhores filmes e séries com base no total de horas assistidas durante os primeiros 28 dias no serviço. E mesmo assim, ‘Bridgerton’ seguiu na frente com 625 milhões de horas assistidas. 

Já a produção ‘Money Heist’ seguiu com 619 milhões, enquanto a terceira temporada de ‘Stranger Things’ bateu 582 milhões de horas de exibição. Por outro lado, ‘Bird Box’ liderou a lista de filmes mais populares com 282 milhões de horas assistidas. Em segundo lugar ficou ‘A extração’ com 231 milhões de horas e em terceiro, ‘The Irishman’ com 215 milhões.

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“Estamos tentando ser mais transparentes com o mercado, o talento e todos”, disse Sarandos. A decisão de compartilhar ocorreu em um momento crucial para as pessoas criativas e talentosas em streaming. Isso porque os serviços gerais oferecem poucas informações sobre o desempenho das produções em suas plataformas.

Inclusive, tal questão é encarada como um problema que se tornou algo frustrante e instável, pois muda rapidamente e é visto até por produções para o cinema. Os dados também mostram que existem muitas maneiras de definir um “hit”. 

Os números da Netflix foram rastreados pelo total de horas de exibição e pelo tempo que as pessoas passaram assistindo durante o primeiro mês. Até porque as empresas podem estar mais interessadas na quantidade de vezes que um título foi visto do início ao fim ou quantas pessoas no total, não sendo necessariamente o número de contas.

Fonte: The Verge

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Uma das séries mais populares da história da Netflix, The Witcher foi amplamente mostrado hoje (25), durante o evento global Tudum da empresa de streaming. Como a produção que fecharia o evento, a série ganhou nada menos que três vídeos em antecipação à segunda temporada.

A ocasião foi apresentada pelo ator Henry Cavill, protagonista da série, que ressaltou de forma breve o quão contente estava de ter finalizado as filmagens da segunda temporada. Como já falamos aqui no Olhar Digital, durante o início da produção, a Netflix sofreu alguns desfalques notáveis – adiamentos causados pela pandemia da Covid-19, que chegou a tirar temporariamente um ator do elenco (Kristofer Hivju, o Tormund de Game of Thrones), além de lesões sofridas pelo próprio Cavill.

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Tudo isso ficou para trás, felizmente, e a Netflix não deixou esses obstáculos transparecerem durante a apresentação de The Witcher no Tudum.

No primeiro vídeo, Geralt de Rivia (Henry Cavill) aparece primeiramente em um jogo amigável com um amigo – o javali humanóide Nivellen (vivido por Hivju) -, enquanto discutem a relação do protagonista com Ciri (Freya Allan), após os eventos da primeira temporada.

Em seguida, noutro vídeo, Ciri é acordada por Geralt às pressas, com o bruxo pedindo que ela deixe o local onde estão vivendo pois um monstro está na casa.

Finalmente, no terceiro vídeo, há um resumo dos eventos da primeira temporada, focado nas interações entre Yennefer de Vengerberg (Anya Chalotra) e Fringilla Vigo (Mimi Nidweni) após o seu encontro nos episódios finais e – ao menos ao que parece – o que se sucede imediatamente em seguida.

Felizmente, a exibição também contou com algumas outras novidades: a terceira temporada da série já está confirmada, bem como uma produção animada (Nightmare of the Wolf) baseada no mesmo universo será feita (e liderada por Lauren Schmidt Hissrich, showrunner da série). Ah, sim, e um vídeo dedicado a The Witcher: Blood Origin, a série spin off derivada da produção principal, também ganhou um vídeo, onde os atores detalham um pouco das filmagens e bastidores.

A segunda temporada de The Witcher tem estreia prevista para 17 de dezembro de 2021.

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A série de sucesso ‘O Gambito da Rainha’ saiu do patamar de bênção para a Netflix para o de dor de cabeça. Isso porque a enxadrista georgiana Nona Gaprindashvili processou a plataforma de streaming por causa de um comentário machista referindo-se a ela na produção. O serviço pode pagar até US$ 5 milhões pelos danos.

Gaprindashvili, atualmente com 80 anos de idade, foi a primeira mulher a receber o título de Grande Mestre de Xadrez, no ano de 1978. A enxadrista apresentou queixa ao Tribunal Distrital dos Estados Unidos, Distrito Central da Califórnia, Divisão Oeste, por invasão de privacidade e difamação.

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A menção à enxadrista da Geórgia (o país, não o estado norte-americano) aconteceu no último episódio da primeira temporada de ‘O Gambito Rainha’. Na cena, um comentarista de xadrez compara Nona Gaprindashvili à personagem central da série, a fictícia Beth Harmon, interpretada por Anya Taylor-Joy.

“A única coisa incomum sobre ela (Harmon), realmente, é seu gênero. E mesmo isso não é único na Rússia. Há Nona Gaprindashvili, mas ela é a campeã mundial feminina e nunca enfrentou homens. Meu palpite é que Laev esperava uma vitória fácil, e nem um pouco a surra de 27 golpes que Beth Harmon acabou de dar a ele”, diz o comentarista.

A alegação não é real. Nona Gaprindashvili ganhou diversos campeonatos, derrotando alguns dos melhores jogadores de xadrez do mundo. O episódio em questão se passa em 1968 e, naquela época, no mundo real, a enxadrista russa já havia competido contra quase 60 jogadores homens.

Gaprindashvili, hoje aos 80 anos, foi a primeira mulher a receber o título de Grande Mestre de Xadrez. Imagem: Jack de Nijs/Anefo (CC0)

“A Netflix mentiu descarada e deliberadamente sobre as conquistas de Gaprindashvili com o propósito barato e cínico de ‘intensificar o drama’, fazendo parecer que sua heroína fictícia conseguiu fazer o que nenhuma outra mulher, incluindo Gaprindashvili, fez”, diz o processo.

O documento contra a plataforma de streaming acrescenta ainda que “a alegação de que Gaprindashvili ‘nunca enfrentou homens’ é manifestamente falsa, além de ser grosseiramente sexista e depreciativa”. A enxadrista questionou também o fato de ser citada como russa e lembrou que a Geórgia sofreu com o domínio da União Soviética.

A série ‘O Gambito da Rainha’ é baseada no romance homônimo de Walter Tevis. Beth Harmon é uma órfã prodígio do xadrez que ascende ao topo em um meio dominado por homens, nas décadas de 1950 e 1960. A produção foi lançada em 2020 e, pouco depois, a Netflix revelou que foi assistida por mais de 62 milhões de famílias, a maior audiência de uma minissérie no streaming.

Via: CBR

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No sugestivo dia 6 de setembro (6/9) é celebrado o Dia do Sexo, um assunto que ainda é tabu para muita gente, mas é sinônimo de saúde e bem-estar quando feito com responsabilidade. Para quem pode, a melhor opção é fazer o que a data pede, mas criar uma boa atmosfera não é uma má ideia.

Para ajudar a dar um clima, nada melhor que uma playlist animada, um bom vinho, chocolates e, por que não, um bom filme, seja ele um clássico ou uma produção moderna. Por isso, o Olhar Digital preparou uma lista especial com filmes para esquentar o clima dos casais apaixonados nesta data.

Instinto Selvagem

Para abrir a lista, nada melhor que um clássico de 1992. Dirigido por Paul Verhoeven, o longa conta a história de uma aclamada escritora que usa a sedução como uma arma para tentar se livrar de uma acusação de assassinato. O filme pode ser alugado no YouTube por R$ 9,90.

Closer – Perto Demais

Dan, um escritor de obituários que deseja lançar um romance, é seduzido por Anna, uma fotógrafa que acabou de se divorciar, mas se casou de novo em seguida. Para viver seu amor proibido, ele usa Alice, uma stripper, para se tornar confiante para ir atrás do amor de sua vida. O filme está disponível na Netflix.

Cisne Negro

Neste longa de 2010, a rivalidade entre Nina e Lily, duas bailarinas com personalidades antagônicas desemboca em uma amizade disfuncional. Ao mesmo tempo, um rígido diretor artístico tenta liberar um lado sensual e malicioso de uma delas. O filme está disponível no Star+.

Magic Mike

Mike é um consagrado stripper que decide se aposentar, mas não antes de ensinar a arte de seduzir mulheres para Adam, um rapaz jovem e promissor. Também vale a pena conferir a continuação, “Magic Mike XXL”, que mostra a volta de Mike aos palcos para um show de despedida. Os dois filmes estão disponíveis no YouTube por R$ 7,90 cada.

Azul é a Cor Mais Quente

Vencedor de três Palmas de Ouro no Festival de Cannes, o filme de 2013 mostra a jornada de Adèle, uma adolescente que se apaixona por Emma, uma garota encantadora de cabelos azuis. Juntas, as duas se jogam em uma viagem de prazer e descobertas. O filme está disponível no Telecine Play.

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Me Chame Pelo Seu Nome

O que parecia ser só mais um verão na casa de veraneio dos pais em uma bela paisagem na Itália, se torna um divisor de águas na vida de Elio, um jovem LGBT, após a chegada de Oliver, um companheiro de pesquisa de seu pai. O filme está disponível na Netflix.

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Foi em 2020 que a Netflix anunciou que teria no catálogo a série adolescente dos anos 1990 ‘Dawson’s Creek’. A chegada empolgou os fãs até a página dois. Logo que deram o play nos episódios, sentiram falta de algo. Agora, não vão mais. A plataforma de streaming anunciou em sua conta oficial no Twitter que restaurou a música tema original da série, de Paula Cole, chamada ‘I Don’t Want to Wait’.

“Fãs de ‘Dawson’s Creek’, estou emocionada em anuncia que – finalmente – vocês vão ouvir a icônica música ‘I Dont Want to Wait’ de Paula Cole quando assistirem aos créditos de abertura”, publicou o serviço, justamente com o vídeo da abertura da série com a canção.

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A música tema de Paula Cole voltou à série após a cantora assinar um novo contrato com a Sony. Isso gerou uma curiosidade: será que a companhia vai readquirir os direitos de outras canções que tocaram em ‘Dawson’s Creek’ agora que a série está na Netflix?

De acordo com o site ScreenRant, parece improvável que cheguem a esse ponto. Mas, caso a restauração da música tema na produção aumente a audiência da série, existe a possibilidade de uma renegociação.

‘Dawson’s Creek’ chamava atenção no final dos anos 1990 e início dos 2000 muito também por causa da trilha sonora, com muitas músicas do rock independente e alternativo. Mas, a Sony falhou em garantir os direitos através da Sony Music para a reprodução em VHS, DVD e streaming.

Elenco de Dawson's Creek
‘Dawson’s Creek’ passou de 1998 a 2003. Imagem: Sony/Divulgação

A série protagonizada por James Van Der Beek estreou em janeiro de 1998 e teve seis temporadas, somando 128 episódios, com o final em maio de 2003. ‘Dawson’s Creek’ foi um drama adolescente criado por Kevin Williamson (‘Pânico’). ela apresentava um grupo de amigos do ensino médio na cidade de Capeside, Massachusetts.

Além de Van Der Beek como Dawson, a série contava no elenco principal com Katie Holmes como Joey, única personagem a aparecer em todos os episódios da produção, Michelle Williams como Jen e Joshua Jackson como Pacey. Também atuaram na produção Mary-Margaret Humes, John Wesley Shipp, Mary Beth Peil e Nina Repeta.

Via: ScreenRant

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