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Como parte do programa da Nasa que visa levar o ser humano de volta à Lua, a missão Artemis I levará a nave Orion não tripulada para contornar nosso satélite natural, em um voo que deve durar pouco mais de três semanas. 

Até então programada para fevereiro de 2022, a missão Artemis I – que será o primeiro voo do foguete Sistema de Lançamento Espacial (SLS) da Nasa – vai sofrer um atraso, segundo comunicado da agência espacial norte-americana, que agora tem como meta um lançamento em março ou abril de 2022.

O foguete SLS e a espaçonave Orion para a missão Artemis 1 da Nasa, dentro do Vehicle Assembly Building no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Imagem: NASA / Cory Huston

E o problema está exatamente no foguete. “Depois de realizar uma série de inspeções e solução de problemas, os engenheiros determinaram que o melhor curso de ação é substituir o controlador do motor, retornando o foguete à funcionalidade total e redundância enquanto continuam a investigar e identificar a causa raiz”, disseram funcionários da Nasa em comunicado.

“A Nasa está desenvolvendo um plano e uma programação atualizada para substituir o controlador do motor enquanto continua os testes integrados e analisa as oportunidades de lançamento em março e abril”, revelou o comunicado.

O foguete SLS inclui um impulsionador central equipado com quatro motores RS-25, cada um com um controlador de voo independente que a agência descreve como o “cérebro” do motor. Cada um desses controladores de voo pode operar em dois canais para oferecer redundância ao sistema. 

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Sistema Artemis I completo já está no Centro Espacial da Nasa na Flórida

No início deste ano, o foguete Artemis 1 testou com sucesso seu procedimento de lançamento completo enquanto ancorado no lugar, mas agora um dos canais de um dos controladores está agindo de forma irregular, daí a decisão da agência de substituir o sistema.

O sistema Artemis 1 completo, incluindo o foguete SLS e a cápsula Orion, está no Centro Espacial Kennedy da Nasa, na Flórida, passando por testes finais antes do lançamento. Entre os testes concluídos estão procedimentos que verificam como os sistemas de solo se comunicam com cada parte do hardware da missão. 

Vários testes ainda devem ocorrer antes que a Nasa defina a data de lançamento. Esses itens pendentes incluem simular o procedimento de contagem regressiva, encher os tanques do foguete com combustível e instalar os sistemas que irão abortar o voo se algo der errado.

De acordo com o site Space, o ponto culminante dos testes da missão Artemis 1 antes do lançamento será o que os engenheiros de foguetes chamam de ensaio geral molhado, (WDR, Wet Dress Rehearsal) – quando o foguete é abastecido com combustível e são testados os sistemas responsáveis pela ignição, como bombas e compressores. Anda segundo o site, a Nasa está esperando que o teste seja bem-sucedido antes de se comprometer oficialmente com uma data de lançamento.

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A Nasa anunciou na noite desta terça-feira (14) o adiamento da data de lançamento do Telescópio Espacial James Webb. Segundo a agência, o lançamento não deve passar do dia 24 de dezembro, mas a nova data e o novo horário ainda não foram divulgados pela Nasa.

Em um comunicado curto divulgado em seu site e nas redes sociais, a Nasa informou que o adiamento se deu por conta de um problema de comunicação entre o observatório e o sistema do veículo de lançamento. A nova data deve ser confirmada até a próxima sexta-feira (17).

Outros adiamentos

Esse não é o primeiro adiamento de lançamento do James Webb. A previsão inicial era que o telescópio fosse lançado em 31 de outubro. Porém, por conta de processos logísticos, já em junho essa previsão foi alterada para novembro ou dezembro.

Em setembro, porém, a Nasa bateu o martelo e confirmou o lançamento para o mês de dezembro, mais precisamente, para o dia 18, um sábado. Agora, com o novo adiamento, é possível que o lançamento do telescópio acabe ficando apenas para 2022.

Sucessor do Hubble

O James Webb é o maior telescópio espacial já produzido pelo homem, o observador é uma parceria da Nasa com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a empresa de engenharia aeroespacial Arianespace. Esta última será responsável pelo lançamento, que será feito a bordo de um foguete Ariane 5.

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O lançamento do telescópio espacial James Webb será realizado da base de lançamento de Kourou, na Guiana Francesa. O novo telescópio é classificado como o “sucessor do Hubble”, e é fruto de um investimento de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 57 bilhões, na cotação atual).

O James Webb promete ser pelo menos 100 vezes mais aprimorado que o seu antecessor, o que deve permitir a observação de galáxias antigas, quase primordiais.

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Depois de 42 dias com seus instrumentos científicos em modo de segurança, o telescópio espacial Hubble voltou a ficar totalmente operacional. Segundo a Nasa, na segunda-feira (6), a equipe responsável pelo observatório conseguiu recuperar o Espectrógrafo de Imagens, o único instrumento que faltava ser colocado novamente online.

Nasa conseguiu recuperar todos os instrumentos científicos do telescópio Hubble. Imagem: AleksandrMorrisovich – Shutterstock

“A equipe continuará trabalhando no desenvolvimento e teste de mudanças no software dos instrumentos que lhes permitiriam conduzir operações científicas, mesmo se encontrarem várias mensagens de sincronização perdidas no futuro”, afirmou a agência em comunicado publicado nesta terça-feira (7).

Em 25 de outubro, o Hubble experimentou uma falha na sincronização de suas comunicações internas. Isso deixou todos os seus instrumentos científicos fora do ar e o tornou temporariamente inoperante. 

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Quando o primeiro instrumento foi recuperado, a Câmera Avançada para Pesquisas  (ACS), em 7 de novembro, as operações científicas do telescópio puderam ser retomadas, mesmo com os outros instrumentos ainda em “modo seguro”.

Depois, foi a vez do equipamento mais usado pelo Hubble, a Wide Field Camera 3 (Câmera de Amplo Campo, em tradução literal), recuperada no dia 21, seguida do Cosmic Origins Spectrograph (Espectrógrafo de Origens Cósmicas).

Telescópio Hubble receberá reforço em suas pesquisas espaciais: o James Webb

Segundo a Nasa, a equipe do Hubble continuará trabalhando para evitar que os problemas voltem a acontecer, e a primeira atitude nesse sentido será uma atualização de software programada para ser instalada ainda este mês no Espectrógrafo de Origens Cósmicas. A agência afirma que, assim como esse, todos os instrumentos científicos do telescópio serão atualizados.

Telescópio espacial James Webb sendo abastecido. Ele será lançado no próximo dia 22 e ajudará Hubble em suas pesquisas, realizando observações em infravermelho. Crédito: ESA / CNES / Arianespace

Em breve, o Hubble será acompanhado no espaço por outro telescópio poderoso, o Telescópio Espacial James Webb, uma colaboração entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense. Webb observa em infravermelho para que possa fazer observações únicas que complementem as pesquisas do Hubble. 

“Com o lançamento do telescópio Webb planejado para o final de dezembro, a Nasa espera que os dois observatórios trabalhem juntos nesta década, expandindo nosso conhecimento do cosmos ainda mais”, disseram representantes da agência.

Hubble passou 33 dias em modo seguro da última vez

Há pouco mais de cinco meses, o Hubble se manteve em modo de segurança por 33 dias. Na ocasião, chegou-se a cogitar a possibilidade de o observatório ter “morrido de vez“, o que (ainda bem) não foi o caso. Os problemas estavam na Unidade de Controle de Energia (PCU) de backup e também na Unidade de Comando / Formatador de Dados Científicos (CU/SDF) de backup do outro lado da unidade de Instrumento Científico e de Comando e Manuseio de Dados (SI C&DH). Enquanto a PCU distribui energia para os componentes SI C&DH, a CU/SDF envia e formata comandos e dados.

Já o problema mais recente, totalmente resolvido nesta semana, começou no dia 23 de outubro, mas a equipe da missão conseguiu reiniciar os instrumentos e retomar as operações científicas na manhã seguinte. No entanto, horas depois, os instrumentos científicos emitiram novamente códigos de erro, indicando múltiplas perdas de mensagens de sincronização. Como resultado, eles entraram de forma autônoma em estados de modo de segurança conforme programado.

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A Nasa anunciou nesta sexta-feira (3) a construção da “Gateway: The Deep Space Launch Complex”, uma nova atração que será aberta à visitação pública dentro do complexo de visitantes do Centro Espacial Kennedy, operado pela agência americana, na Flórida, EUA.

“A atração de mais de 4,6 mil metros quadrados [m²] e de vários andares, atualmente em construção na área sombreada do Rocket Garden, vai engajar e inspirar visitantes por meio de diversas experiências únicas, artefatos e exibições”, disse a Nasa em comunicado. “Trazendo uma abrangente coleção de espaçonaves contemporâneas, a Gateway vai oferecer a oportunidade de explorar o futuro das viagens espaciais de forma nunca antes vista”.

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Ilustração mostra como será a apresentação do hall de entrada da Gateway, nova atração da NASA a ser aberta para visitantes na Flórida em 2022
Ilustração mostra como será a apresentação do hall de entrada da Gateway, nova atração da NASA a ser aberta para visitantes na Flórida em 2022 (Imagem: NASA/Divulgação)

O comunicado ainda menciona “educação imersiva”, “efeitos atmosféricos” e “um cinema em 4D” como parte da estrutura. A ideia é, de forma resumida, passar para os visitantes uma experiência vívida “do que é viajar pelo espaço”.

Pelas informações divulgadas, logo na entrada visitantes poderão ver de perto modelos em escala de naves espaciais mais recentes – tanto modelos replicados como as embarcações reais (e, evidentemente, aposentadas) -, tais como a EFT-1 Orion de 2014, a cápsula do CST-100 Starliner da Boeing, o primeiro estágio do foguete Falcon 9 (modelo 1023 da SpaceX) de 2016, uma réplica do foguete da nave cargueira Dream Chaser, da Sierra Space, e um modelo em escala do propulsor principal do SLS – este último, o novo sistema de lançamento da Nasa para o Programa Artemis.

Um foguete Falcon-9 será parte das atrações da Gateway, da NASA
Um foguete Falcon-9 será parte das atrações da Gateway, da NASA (Imagem: NASA/Divulgação)

No segundo andar, os visitantes poderão ficar “cara a cara” – literalmente – com um foguete Falcon 9. No terceiro andar, um painel de 360º exibirá informações sobre mais de 40 satélites e sondas, bem como o telescópio espacial James Webb.

Finalmente, dessa estrutura, os visitantes poderão se dirigir ao “Spaceport KSC”, o “primeiro e único aeroporto do futuro”, segundo a NASA. Neste local, uma estrutura de simulação 4D permitirá que as pessoas “embarquem” em direção a um entre quatro destinos possíveis: Cosmic Wonders, Daring Explorers, Red Planet e Uncharted Worlds – cada um levando a um destino não informado pelo comunicado (apesar que, convenhamos, “Red Planet”, ou “planeta vermelho”, provavelmente se refere a Marte).

A NASA estima que a nova atração seja oficialmente aberta em março de 2022.

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Mais uma vez, a missão Crew-3, que seria lançada na madrugada desta quarta-feira (3) rumo à Estação Espacial Internacional (ISS), foi adiada. Devido a um “pequeno problema médico” ela agora está programada para as 0h36 do próximo sábado, 7 (horário de Brasília).

Originalmente, o lançamento deveria ter ocorrido no último domingo (31/10), saindo do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida, mas a primeira tentativa foi adiada devido ao mau tempo. O objetivo da missão é levar quatro astronautas à estação a bordo de uma cápsula Crew Dragon – recentemente batizada Endurance – além de alguns suprimentos extras como comida, combustível e material para estudos científicos.

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A missão Crew-3 é comandada pelo norte-americano Tom Marshburn e levará ao espaço outros dois astronautas da Nasa, Raja Chari e Kayla Barron, além do alemão Matthias Maurer, da Agência Espacial Europeia (ESA). A Nasa não detalhou a natureza do problema médico, nem tampouco informou qual dos quatro tripulantes foi afetado por ele. Entretanto, a agência espacial assegurou não ter nenhuma relação com a Covid-19 – por isso o adiamento ser de apenas quatro dias.

Na Crew-3 a SpaceX irá estrear uma nova cápsula Crew Dragon, a terceira em sua frota. Se bem-sucedida, ela marcará o 129º voo de um foguete Falcon 9 e a 93ª recuperação de seu primeiro estágio.

Durante um período muito breve, os quatro “novos inquilinos” da ISS encontrarão seus predecessores da Crew-2: Shane Kimbrough, Megan McArthur, Akihiko Hoshide da JAXA (Agência de Exploração Aeroespacial do Japão) e o astronauta Thomas Pesquet da ESA. Mas o encontro não deve durar muito tempo – eles voltarão à Terra ainda no início de novembro.

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Um dos equipamentos mais preciosos da Nasa está offline. De acordo com a agência espacial norte americana, os instrumentos científicos do Hubble tiveram problemas de sincronização com as comunicações internas da espaçonave, e entrou em modo de segurança.

Os técnicos da Nasa estão investigando o problema, mas pode ser que a causa do desligamento seja a mesma que deixou o Hubble fora do ar por mais de 30 dias, entre junho e julho deste ano. A boa notícia por enquanto é que os instrumentos permanecem com “boa saúde”, segundo o órgão.

No dia 13 junho, um dos computadores do telescópio espacial parou de funcionar, depois de 31 anos de atividade. O computador de carga útil, que controla e coordena os instrumentos científicos a bordo do observatório, travou, o que levou o sistema a entrar em estado de hibernação.

Uma grande operação foi montada na Nasa para resolver o problema, e o equipamento de backup foi acionado com sucesso. Em 16 de julho, o Hubble retomou as operações científicas normais.

A gente fica de olho para dar novas notícias. Por enquanto, fica a torcida para que o Hubble surpreenda mais uma vez e ainda registre muitas imagens espetaculares da galáxia.

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A Nasa decidiu manter a homenagem a um antigo administrador e o telescópio espacial mais poderoso até agora vai continuar se chamando James Webb.

A decisão foi tomada mesmo com apelos da opinião pública, de diversos astrônomos e até de funcionários, para que o nome do telescópio que promete revolucionar a astronomia fosse trocado. Até uma uma petição assinada por mais de 1.200 críticos foi enviada à agência.

James Edwin Webb, acusado de praticar homofobia, foi administrador da Nasa entre 1961 e 1968. Ele teria permitido que a segurança da agência espacial americana interrogasse funcionários no passado por serem homossexuais.

O atual administrador da Nasa, Bill Nelson, declarou que não foram encontradas evidências, até este momento, que justifiquem a mudança do nome. Foi realizada uma investigação sobre o histórico de Webb, mas não foram divulgados detalhes.

A organizadora da petição que pedia a mudança de nome, Chanda Prescod-Weinstein, afirmou que na melhor das hipóteses, o histórico de Webb é complicado, e na pior das hipóteses, basicamente estamos enviando para o céu este instrumento incrível com o nome de um homofóbico.

Com a decisão da Nasa, parece que o assunto foi encerrado. Mas fica uma sombra sobre o telescópio espacial que pode durar muito tempo…

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Uma jovem de 18 anos, moradora de Contagem, em Minas Gerais, localizou um novo asteroide em um projeto virtual da Nasa. Laysa Peixoto Sena Lage fez a descoberta em agosto deste ano, durante a campanha “caça asteroides“, feita em parceria com a The International Astronomical Search Collaboration.

A estudante, que está no 2º período de física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), frequentou escolas públicas durante a vida inteira e diz que sempre se interessou pelo espaço.

Asteroide encontrado por brasileira

Para achar o novo asteroide, Laysa observou pelo computador imagens registradas pela Nasa e fez uma análise dos elementos para identificar o objeto espacial.

“Desde o início do ano, participo da caçada aos asteroides da Nasa. Eu vejo as imagens pelo telescópio e estudei o sistema solar do instituto no Havaí. Analiso pixel por pixel da imagem, percebo algumas características e valores. Aí fui enviando relatório para eles. Depois de um tempo, eles comprovaram que era um asteroide mesmo e, por enquanto, ele terá as iniciais do meu nome. Ganhei até certificado”, explicou a jovem para o G1.

asteroide encontrado
Imagem: Divulgação Nasa

Se engana quem pensa que essa foi a primeira experiência da estudante com a astronomia. Laysa já ficou com a medalha de prata durante a edição de 2020 da Olimpíada Brasileira de Astronomia e ainda ficou na terceira posição da Competição Internacional de Astronomia e Astrofísica.

“É uma experiência indescritível, sempre foi meu sonho poder contribuir com a física, com a ciência (…) sempre fui apaixonada pelas estrelas e o que me deixa mais feliz é que estudei a vida inteira em escola pública, então, independentemente de onde a pessoa estudou, ela pode realizar sonhos e conseguir o que quiser”, finalizou a jovem.

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Um pronunciamento da Nasa informou que o Ingenuity, o simpático helicóptero solar de exploração da Nasa capaz de voar por meses, está com cada vez mais dificuldades para sair do solo de Marte. A aeronave, que concluiu suas missões principais em 4 de maio, estava sendo utilizada para auxiliar o rover Perseverance dos céus, porém está apresentando dificuldades para voar após mudanças na densidade do espaço aéreo do planeta vermelho.

Segundo o piloto chefe do Ingenuity, Havard Grip, a densidade da atmosfera da cratera Jezero está cada vez menor. Esta flutuação, que pode ocorrer com mudanças de clima e estação, afeta a necessidade de empuxo que o helicóptero autônomo precisa gerar (e girar) para sair do ar.

Na prática, o Ingenuity (“Ginny”, para os íntimos) foi desenvolvido para operar em uma atmosfera em Marte com uma densidade entre 1,2 a 1,5% da Terra, à nível do mar. Ao que parece, o helicóptero viveu para ver uma mudança nas condições.

14º voo deve ocorrer para calibrar nova rotação do Ingenuity (Imagem: Mack Crawford/Nasa)

Ingenuity terá de ter mais de 2,800 RPM para levantar outra vez

No entanto, isto está longe de ser a aposentadoria de Ginny. Para decolar de Marte outra vez, o helicóptero Ingenuity precisará atingir uma rotação superior ao que vinha utilizando.

“Existe uma maneira de lidar com este problema, porém ele envolve girar os rotores mais rápido do que nós viemos fazendo até agora”, avisa Grip. “Na verdade, eles terão de girar mais rápido do que nós já tentamos com o Ingenuity ou qualquer um de nossos helicópteros de teste na Terra.”

Na data de hoje (17), a Nasa realizou um teste com o helicóptero marciano girando os rotores a 2,800 rpm, e afirma que está preparada para conduzir o próximo voo. O teste será de confirmação se o nível de rotações está adequado para corresponder ao ajuste de densidade atmosférica de Marte.

O 14º vôo do helicóptero autônomo ainda não tem data confirmada.

Via CNet

Imagem: Divulgação/Nasa

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No início de setembro, a Nasa ficou bastante empolgada com as amostras coletadas pelo rover Perseverance em Marte, e com razão: segundo a agência americana, análises preliminares indicam que os dois núcleos rochosos armazenados pelo veículo podem ter origem vulcânica.

Graças a isso, as amostras podem ter estimativas de data mais precisas, e elas também apresentam um teor considerável de sais, o que é um indício de alteração por água. Se a informação for confirmada, vai ampliar a possibilidade de que Marte já tenha sido berço de vida antiga.

Atualmente, o rover está a pouco mais de dois quilômetros da posição de pouso, em uma área da cratera nomeada “Séítah Sul”, onde a Nasa acredita que as rochas presentes sejam muito antigas. Outras amostras vão ser coletadas na área antes do rover seguir em direção norte, onde devem estar os sedimentos mais evidentes das vidas passadas de Marte.

Mas a confirmação dessas especulações ainda demora: as amostras coletadas pelo Perseverance vão ficar armazenadas na superfície do planeta, onde vão ser recolhidas por uma missão futura. Por enquanto, os planos são de mandar um foguete para lá em 2030…

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