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Um pronunciamento da Nasa informou que o Ingenuity, o simpático helicóptero solar de exploração da Nasa capaz de voar por meses, está com cada vez mais dificuldades para sair do solo de Marte. A aeronave, que concluiu suas missões principais em 4 de maio, estava sendo utilizada para auxiliar o rover Perseverance dos céus, porém está apresentando dificuldades para voar após mudanças na densidade do espaço aéreo do planeta vermelho.

Segundo o piloto chefe do Ingenuity, Havard Grip, a densidade da atmosfera da cratera Jezero está cada vez menor. Esta flutuação, que pode ocorrer com mudanças de clima e estação, afeta a necessidade de empuxo que o helicóptero autônomo precisa gerar (e girar) para sair do ar.

Na prática, o Ingenuity (“Ginny”, para os íntimos) foi desenvolvido para operar em uma atmosfera em Marte com uma densidade entre 1,2 a 1,5% da Terra, à nível do mar. Ao que parece, o helicóptero viveu para ver uma mudança nas condições.

14º voo deve ocorrer para calibrar nova rotação do Ingenuity (Imagem: Mack Crawford/Nasa)

Ingenuity terá de ter mais de 2,800 RPM para levantar outra vez

No entanto, isto está longe de ser a aposentadoria de Ginny. Para decolar de Marte outra vez, o helicóptero Ingenuity precisará atingir uma rotação superior ao que vinha utilizando.

“Existe uma maneira de lidar com este problema, porém ele envolve girar os rotores mais rápido do que nós viemos fazendo até agora”, avisa Grip. “Na verdade, eles terão de girar mais rápido do que nós já tentamos com o Ingenuity ou qualquer um de nossos helicópteros de teste na Terra.”

Na data de hoje (17), a Nasa realizou um teste com o helicóptero marciano girando os rotores a 2,800 rpm, e afirma que está preparada para conduzir o próximo voo. O teste será de confirmação se o nível de rotações está adequado para corresponder ao ajuste de densidade atmosférica de Marte.

O 14º vôo do helicóptero autônomo ainda não tem data confirmada.

Via CNet

Imagem: Divulgação/Nasa

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No início de setembro, a Nasa ficou bastante empolgada com as amostras coletadas pelo rover Perseverance em Marte, e com razão: segundo a agência americana, análises preliminares indicam que os dois núcleos rochosos armazenados pelo veículo podem ter origem vulcânica.

Graças a isso, as amostras podem ter estimativas de data mais precisas, e elas também apresentam um teor considerável de sais, o que é um indício de alteração por água. Se a informação for confirmada, vai ampliar a possibilidade de que Marte já tenha sido berço de vida antiga.

Atualmente, o rover está a pouco mais de dois quilômetros da posição de pouso, em uma área da cratera nomeada “Séítah Sul”, onde a Nasa acredita que as rochas presentes sejam muito antigas. Outras amostras vão ser coletadas na área antes do rover seguir em direção norte, onde devem estar os sedimentos mais evidentes das vidas passadas de Marte.

Mas a confirmação dessas especulações ainda demora: as amostras coletadas pelo Perseverance vão ficar armazenadas na superfície do planeta, onde vão ser recolhidas por uma missão futura. Por enquanto, os planos são de mandar um foguete para lá em 2030…

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O veículo de lançamento 006 da startup norte-americana Astra, da Califórnia, também conhecido como Foguete 3.3, está programado para decolar do Complexo do Espaçoporto do Pacífico na Ilha Kodiak, no Alasca, durante uma janela de duas semanas que vai de hoje até 11 de setembro.

No entanto, segundo o anúncio mais recente feito via Twitter, o lançamento deve acontecer ainda neste sábado (28), a partir das 17h45, pelo horário local (18h45 no horário de Brasília).

Quem quiser assistir, basta acompanhar as transmissões ao vivo pelo site oficial da Astra ou no YouTube da Nasa Spaceflight.

Foguete 3.3 da Astra terá segundo lançamento ainda em 2021

Com 13 metros de altura, o veículo de lançamento 006 levará uma carga útil de teste de simulador em massa para o Programa de Teste Espacial do Departamento de Defesa, que não será implantado durante a missão. Esse lançamento é o primeiro de dois que a Força Espacial dos EUA reservou com o Astra. Segundo o site Space.com, ; o segundo deve ocorrer ainda neste ano.

Veículo de lançamento 006, conhecido como Foguete 3.3, no pátio da Astra. Imagem: Astra – Vídeo de Divulgação

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“Estamos entusiasmados com a parceria com a Astra nesta missão e acreditamos que isso demonstra capacidade crítica de lançamento de baixo custo, móvel e responsivo”, disse o coronel Carlos Quinones, diretor do Programa de Teste Espacial, em um comunicado no início deste mês, quando o contrato foi anunciado.

Astra acumula duas tentativas fracassadas de lançamento ao espaço

A Astra, que foi criada em 2016, fez duas tentativas de testes orbitais até o momento. O primeiro, em setembro de 2020, não conseguiu chegar ao espaço depois que o foguete Astra sofreu um problema de orientação no início do voo. 

Três meses depois, o foguete 3.2 do Astra chegou ao espaço, mas ficou sem combustível antes de atingir a velocidade orbital. O sucesso total nesta nova missão, portanto, seria um grande marco para a empresa.

A Astra alcançará marcos adicionais em rápida sucessão, se tudo correr conforme o planejado. A empresa planeja conquistar uma grande fatia do mercado de lançamento de pequenos satélites com seus foguetes produzidos em massa, econômicos e em constante evolução. 

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A Nasa precisou cancelar os planos de uma caminhada do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS) que estava marcada para esta semana. De acordo com a agência, o motivo foi um mal estar de Mark Vande Hei, um dos astronautas que ia participar da caminhada espacial. A Nasa descreveu a indisposição como uma “questão médica menor”.

De acordo com a Nasa, o problema não é uma emergência médica e não exige um retorno do astronauta à Terra. Vande Hei caminharia no espaço nesta terça-feira (24) junto com seu companheiro de ISS Akihiko Hoshide, que é astronauta da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa). A caminhada seria para preparar o posto avançado para receber um novo painel solar.

A caminhada planejada para Vande Hei e Hoshide consistiria em instalar um kit de modificação à esquerda da estrutura principal do posto avançado. O kit permitirá a instalação de uma nova asa solar para reforçar a rede elétrica da estação. A nova matriz será a terceira de seis, que terão a função de atualizar o sistema de energia da Estação Espacial Internacional.

Sem previsão

O engenheiro de voo Victor Glover, da Nasa, em caminhada espacial durante reparo na Estação Espacial Internacional. Imagem: Nasa/Divulgação
Caminhada espacial ainda não tem uma nova data prevista para acontecer. Imagem: Nasa/Divulgação

Como a caminhada não depende do tempo, outros membros da tripulação seguirão com outras etapas da missão e continuarão avançando com outras atividades que envolvem a preparação para a instalação do painel solar. Agora, as equipes da Nasa estão trabalhando para determinar uma nova data para a caminhada, já que este é um período bem movimentado na estação espacial.

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No próximo sábado (28), uma espaçonave SpaceX Cargo Dragon será lançada para a missão de reabastecimento CRS-23. Além disso, a Rússia planeja enviar cosmonautas para uma série de caminhadas espaciais a partir da semana que vem, a fim de concluir os trabalhos de instalação do módulo Nauka, que atracou na ISS no início deste mês.

Via: Space.com

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“A estrela d’alva no céu desponta.” Há mais de 80 anos, Braguinha compôs a marchinha que tem na voz de Dalva de Oliveira sua melhor interpretação. Mas, em 1937, o compositor dificilmente imaginaria uma imagem tão linda daquela estrela que é, na verdade, o planeta Vênus. Na última segunda-feira (9), o Orbitador Solar da Agência Espacial Europeia (ESA) e da Nasa passou pertinho do vizinho da Terra e captou belos retratos.

Assim como a lua tonta da letra de ‘As Pastorinhas’, a imagem é de tirar o fôlego. A espaçonave passou a menos de 8 mil quilômetros da superfície de Vênus e o telescópio capturou uma visão brilhante do planeta, uma luminosidade tão intensa que pode mesmo confundir aqueles que apelidam o planeta de estrela. Confira:

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Mas, vamos aos fatos: o que acontece na incrível sobreposição é que Vênus vem se aproximando da esquerda, enquanto o Sol está fora do quadro, no canto superior direito. Assim, o lado noturno do planeta, a parte escondida do Sol, aparece como um semicíruclo escuro, cercado por um crescente de luz, o lado “incrivelmente brilhante” (palavras da Nasa, não de Braguinha) de Vênus iluminado pelo astro.

“Idealmente, teríamos sido capazes de resolver algumas características no lado noturno do planeta, mas havia sinais demais do lado diurno. Apenas uma fatia do lado diurno aparece nas imagens, mas reflete luz solar suficiente para causar o crescente brilhante e os raios difratados que parecem vir da superfície”, explicou Phillip Hess, astrofísico do Laboratório de Pesquisa Naval em Washington DC, ao site da Nasa.

Além do planeta vizinho, duas estrelas brilhantes são visíveis no fundo da sequência. Do lado direito está Omicron Tauri, estrela da constelação de Touro, e, do lado esquerdo acima, Xi Tauri, um sistema estelar quádruplo da mesma constelação.

Este foi o segundo sobrevoo do Orbitador Solar em Vênus. Outras seis passagens da espaçonave sobre o planeta estão programadas para acontecer entre 2022 e 2030. O equipamento da ESA e da Nasa usa a gravidade da “estrela dalva” para chegar mais perto do Sol e inclinar sua órbita, girando para cima e para fora, de modo que veja o astro do Sistema Solar quando olha para baixo. Assim, o orbitador deve capturar as primeiras imagens dos polos norte e sul do Sol.

Com o trabalho do Orbitador Solar, com certeza as pastorinhas cantariam lindos versos de amor na rua.

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A Nasa está lançando uma nova ferramenta online que permite que qualquer pessoa consiga ver como estará o nível do mar em qualquer lugar do mundo nos próximos anos. A ferramenta foi criada pela equipe de mudança de nível do mar da agência e tem como objetivo demonstrar como as mudanças climáticas podem afetar áreas que são densamente povoadas.

A ferramenta é alimentada com dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e também busca facilitar o acesso do público a esses dados e ajudar o poder público, em diferentes esferas, a se planejar e tentar diminuir os efeitos das mudanças climáticas nessas áreas. A ferramenta está hospedada no Portal do Nível do Mar da Nasa.

A ferramenta conta com recursos de interatividade, que permitem aos usuários clicar em qualquer lugar do oceano global e na costa e escolher o ano a ser monitorado entre as décadas de 2020 e 2150. A ferramenta entregará um relatório detalhado para a localização escolhida, tendo como base o Sexto Relatório de Avaliação do IPCC, lançado nesta segunda-feira (9).

Leitura facilitada

Projeção de aumento do nível do mar
Mapa completo da Ferramenta de Projeção do Nível do Mar, da Nasa. Crédito: Reprodução/Nasa

A cada cinco ou sete anos, o IPCC fornece avaliações em escala global do clima da Terra, com os relatórios sendo divulgados desde 1988. O foco dos documentos são as mudanças de temperatura, da cobertura de gelo, emissões de gases de efeito estufa e as variações do nível do mar em todo o planeta, tendo como base dados de satélite, de instrumentos de solo e simulações em computador.

Porém, pela primeira vez, o relatório ganha uma dimensão gráfica e um acesso facilitado para o público geral, permitindo uma visualização localizada com auxílio de uma ferramenta online. Segundo a Nasa, esse tipo de ferramenta pode facilitar o processo de leitura e entendimento dos relatórios do IPCC.

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Além de fornecer uma visualização facilitada das projeções dos relatórios do IPCC, a ferramenta trabalha com diferentes variáveis, que envolvem mudanças no cenário socioeconômico das nações e as emissões de gases do efeito estufa, sendo possível, por exemplo, aplicar um cenário em que o Acordo de Paris é cumprido integralmente, ou um cenário em que as emissões continuam iguais.

Como utilizar a ferramenta:

A nova ferramenta da Nasa é bastante intuitiva e fácil de usar. Para checar os possíveis cenários em uma determinada área, basta:

Acessar a ferramenta de projeção do nível do mar, em seguida, escolha um local no mapa. Ao clicar em determinado ponto, um pop-up mostrará o aumento médio para aquela área. Para obter dados mais detalhados, é só clicar em “full projection”.

Projeção de aumento do nível do mar em Salvador
Crédito: Reprodução/Nasa

Ao clicar nesta opção, o usuário é redirecionado para uma outra página, onde é possível navegar pelos diferentes cenários, que têm como base os Caminhos Socioeconômicos Compartilhados (SSP), que vão desde cenários com pouca ou nenhuma mudança nas emissões de gases de efeito estufa, até cenários com reduções significativas nas emissões.

Projeção de aumento do nível do mar em Salvador
Crédito: Reprodução/Nasa

Com informações da Nasa

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Se você está cansado do nosso mundo e quer fugir de tudo e de todos, preste atenção: a Nasa está procurando voluntários para uma missão de um ano em “Marte”.

Na verdade, não vai ser preciso ir tão longe: os candidatos selecionados vão viver em um hábitat que vai imitar as condições do planeta vermelho, que vai ser impresso em 3D pela empresa norte-americana Icon Technology e montado no Centro Espacial Johnson, próximo a Houston, no Texas.

O espaço, batizado de Mars Dune Alpha, vai ter 160 metros quadrados. Os escolhidos vão ser remunerados para trabalhar em uma missão de exploração marciana simulada. As atividades são simples: por exemplo, caminhar na “superfície marciana“, suportar a comida ‘esquisita’, e lidar com recursos restritos e comunicação limitadas com o resto dos habitantes da Terra.

A NASA está planejando três desses experimentos, com o primeiro começando no outono do próximo ano. Os candidatos devem ser cidadãos norte-americanos ou ter visto de residência permanente, ter entre 30 e 35 anos de idade e mestrado em áreas específicas.

Além disso, devem ter 2 anos de experiência profissional no setor, ou experiência de pelo menos 1.000 horas no comando de aeronaves a jato. Ah, e, claro, devem ser capazes de passar pela avaliação física de astronautas para missões de longa duração.

Pois é, não é nada fácil. Mas a experiência certamente vai ser de outro mundo”

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Esta sexta-feira é dia de celebração para a Nasa: a agência espacial norte-americana comemora 10 anos do lançamento da sonda espacial Juno.

Originalmente lançada em 5 de agosto de 2011, a sonda chegou a Júpiter cinco anos depois e, desde então, vem orbitando e estudando o gigante gasoso.

A sonda coleta todo tipo de informações do astro, principalmente as relacionadas à água, atmosfera, e campos gravitacionais e magnéticos.

Juno vai continuar na órbita de Júpiter pelo menos até 2025, já que a Nasa decidiu estender a missão para coletar mais informações do planeta e dos muitos satélites naturais que ele atraiu. Já foi confirmada a existência de pelo menos 79 luas em torno de Júpiter! As mais famosas são Io, Ganimedes, Europa e Calisto.

Trabalho é o que não vai faltar.

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A Nasa tem um veterano trabalhando em Marte: o Curiosity completa nesta quinta-feira 9 anos de pesquisas no nosso vizinho mais próximo dentro do sistema solar.

A resistência do equipamento é surpreendente: originalmente, a missão foi programada para durar 1 ano marciano, pouco menos de dois anos terrestres. Durante esse tempo o Curiosity percorreu quase 26 quilômetros, perfurou rochas e coletou seis amostras de solo que nos deram informações valiosas sobre a geologia e história de Marte.

Ele também detectou “nuvens” de metano na superfície do planeta, e produziu imagens sensacionais. O robô fez a maior foto panorâmica da paisagem marciana até hoje, fotografou a Terra e Vênus nos céus do planeta e chegou a fazer uma selfie antes de escalar um monte.

Mais importante ainda, o rover descobriu que a Gale Crater, cratera de 154 quilômetros de largura onde pousou, tinha abrigado um sistema de lagos e riachos em eras passadas. Observações adicionais sugeriram que esse ambiente foi habitável por longos períodos, talvez centenas de milhões de anos de cada vez.

Ma os rigores do clima marciano sempre desafiaram o Curiosity: entre várias panes, ele chegou a ficar desorientado em janeiro deste ano. Ele normalmente armazena na memória a posição de todas as partes do veículo, direção dos instrumentos e detalhes da paisagem local. Esses dados ajudam o rover a saber exatamente onde está em Marte e como se mover com segurança. Nessa pane, ele chegou a travar, mas não por muito tempo. Dois dias depois, já operava normalmente.

Durante sete anos, o Curiosity teve a “companhia” do Opportunity, um rover mais antigo da Nasa que pousou em Marte em 2004 e ficou ativo até meados de 2018. Depois de um curto período de “solidão”, ele ganhou a companhia do lander InSight, que chegou em novembro de 2018 com a missão de estudar o interior do planeta.

Em fevereiro deste ano chegaram o rover Perseverance e o helicópetro Ingenuity, e em maio o rover chinês Zhurong.

A vida útil do Curiosity é limitada apenas pela durabilidade dos componentes mecânicos, que estão em bom estado, e da fonte de energia, um gerador termoelétrico chamado RTG que funciona à base de plutônio. Se não ocorrer alguma falha mecânica mais séria, ele deve continuar explorando o planeta por ao menos mais cinco anos, até 2026.

Com certeza, ele vai descobrir mais fatos importantes sobre Marte, e a gente vai mostrar tudo, claro!!

Então, parabéns Curiosity!!

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A Boeing divulgou uma nota na noite desta terça-feira (3) com mais informações sobre o novo adiamento do lançamento da Missão de Teste de Voo Orbital 2 (OFT-2), que levará a cápsula CST-100 Starliner para a órbita da Terra. Segundo a empresa, ainda não há uma nova data para o lançamento da Starliner, e eles estão trabalhando para entender o que causou a falha de hoje.

O lançamento da Starliner foi cancelado pela segunda vez consecutiva, desta vez, a alegação foi de indicadores inesperados da posição de válvulas no sistema de propulsão. de acordo com a Boeing, os problemas foram detectados pela primeira vez durante checagens, depois que tempestades elétricas atingiram o Centro Espacial Kennedy, na última segunda-feira (2).

No comunicado, a Boeing informou que as equipes de engenharia já fizeram testes com as válvulas do sistema de propulsão do Módulo de Serviço com o Starliner e o Atlas V na plataforma de lançamento. Com isso, várias causas em potencial para a falha foram descartadas, entre elas, um problema de software.

Não sai na quarta

Porém, ainda é necessário um tempo adicional para a conclusão da avaliação, por isso, a Nasa e a Boeing já confirmaram que o lançamento não vai ocorrer nesta quarta-feira (4). O vice-presidente do Commercial Crew Program, da Boeing, John Vollmer, disse que pretende deixar os dados conduzirem todo o trabalho das equipes da empresa e da agência espacial dos EUA.

“Nossa equipe trabalhou diligentemente para garantir a segurança e o sucesso desta missão, e não lançaremos até que nosso veículo tenha um desempenho normal e nossas equipes estejam confiantes de que ele está pronto para voar”, disse Vollmer em um comunicado da empresa à imprensa.

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Nesta noite, a espaçonave será desligada e a cápsula será levada de volta para a Instalação de Integração Vertical nesta quarta-feira (4) para mais inspeções e testes para informar as próximas etapas. Segundo a Boeing, todas as atualizações serão fornecidas assim que eles e a Nasa tenham qualquer novidade.

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