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O final de tarde deste domingo (24) não é nada agradável para quem é apaixonado por ‘Friends’. O ator James Michael Tyler, mundialmente conhecido por ter interpretado Gunther na famosa série norte-americana, morreu hoje, aos 59 anos. O ator lutava contra um câncer de próstata e teve a morte confirmada pela família. De acordo com o site TMZ, ele faleceu em sua casa, localizada em Los Angeles.

Através de um comunicado oficial, a família prestou homenagem a James Michael Tyler: “O mundo o conheceu como Gunther (o sétimo ‘amigo’), de Friends, mas os entes queridos de Michael o conheceram como ator, músico e marido amoroso. Michael amava música, torcia pelos Clemson Tiger, e frequentemente se via em aventuras divertidas e não planejadas. Se você o conhecia uma vez, você fazia um amigo para a vida”. 

O personagem de James fez muito sucesso nas telinhas e conquistou gerações – Imagem: Twitter

Em junho deste ano, James Michael Tyler revelou que havia sido diagnosticado com câncer de próstata e estava em estágio avançado. Infelizmente, a descoberta foi tardia e a doença já se espalhou para seus ossos, tanto que naquele período, o artista não conseguia mais andar. 

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

“Meu objetivo no último ano era comemorar meu aniversário de 59 anos. Eu fiz isso. Agora, minha meta é ajudar a salvar ao menos uma vida”, contou ator. Na internet, seu nome está nos assuntos mais comentados no Twitter e diversas pessoas lamentam sua partida.

Com responsabilidade, James Michael Tyler também alertou os espectadores – antes de partir – para que deem mais atenção aos exames de próstata quando fizerem um check up, pois ele disse que “poderia ter descoberto antes”.

Vale lembrar que além de ‘Friends’, ele fez participações em séries como: ‘Scrubs’, ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’ e ‘Episodes’. Além disso, estrelou os curtas ‘Processing’ e ‘The Gesture and The Word’.

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Cerca de 85% dos militares que foram expostos a eventos traumáticos os colocou em risco elevado de transtorno de estresse pós-traumático ( também chamado de PTSD). Embora muitos deles sejam resilientes, um novo estudo descobriu que as pessoas com exposição ao trauma experimentam maiores memórias e sintomas de estresse quando se aproximam da morte.

“Quando o estresse e uma doença grave ocorrem ao mesmo temo, o PTSD pode afetar o tratamento, o enfrentamento e os sintomas comuns do fim da vida”, explicou a autora, Anica Pless Kaiser, psicóloga de pesquisa clínica do National Center for PTSD at the VA Boston Healthcare System.

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Em um esforço para entender melhor quais sintomas de estresse foram experimentados, os pesquisadores conduziram 10 grupos de foco com médicos de cuidados paliativos e hospícios que prestam cuidados aos pacientes

Os médicos relataram observar muitos sintomas e comportamentos nesta população consistentes com a revivência de eventos traumáticos, como memórias ruins, pesadelos e sofrimento psicológico.Além disso, eles também observaram que a revivescência às vezes ocorria em conjunto com demência ou delírio.

De acordo com os pesquisadores, o trabalho é importante porque pouco se sabe sobre a aparência do estresse pós-traumático em pessoas que estão no fim de suas vidas, sendo por isso que pesquisas futuras são necessárias, para compreender e avaliar os cuidados.

 “Alguns provedores podem não reconhecer o estresse pós-traumático ou não serem treinados em como avaliar e responder apropriadamente. As abordagens terapêuticas existentes podem precisar ser modificadas para abordar as preocupações morais, espirituais e existenciais que são frequentemente encontradas quando a morte se aproxima”, concluiu Pless Kaiser .

Fonte: Medical Xpress

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Na semana passada, 63 pinguins sul-africanos – que são ameaçados de extinção – morreram após um ataque de diversas abelhas durante um ataque à colônia em Simon’s Town, na África do Sul. Enquanto alguns afirmam que é improvável que o incidente anormal provoque a extinção da espécie, a Reuters relata que a perda de dezenas de adultos pinguins saudáveis ​​coloca as aves em uma posição de risco.

Os pinguins mortos foram encontradas pela primeira vez – ainda com váriias picadas de abelha na pele – na manhã da últma sexta-feira, de acordo com a CNN. Depois disso, os pesquisadores também encontraram abelhas mortas na costa. 

Com isso, na ausência de outros ferimentos ou causas de morte avaliadas durante as análises, os cientistas estavam confiantes de que o ataque das abelhas foi responsável pelas mortes em massa. “Esta é uma ocorrência muito rara. Não esperamos que isso aconteça com frequência, é um golpe de sorte ”, explicou David Roberts, veterinário da Fundação Sul-Africana para a Conservação das Aves Costeiras (SANCCOB), para a Agence France-Presse .

A morte de tantos pinguins representa uma perda que tornará a manutenção da espécie viva mais difícil, segundo disse à Reuters Katta Ludynia, gerente de pesquisa do SANCCOB. Isso porque eram adultos saudáveis ​​que poderiam ter ajudado a população da ave em extinção a se recuperar.

“A razão pela qual é tão trágico é que o pinguim africano está altamente ameaçado de extinção e temos tão poucos pássaros na natureza”, acrescentou Ludynia. De acordo com ela, uma população saudável pode lidar com um incidente anormal como este, porém, como existem tão pouco na natureza, então “estamos basicamente tentando salvar cada um deles e perder esse número de pássaros é obviamente horrível ”

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Fonte: Futurism

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Uma equipe internacional de cientistas fez um estudo que mostra previsões sobre como e quando o Sistema Solar vai deixar de existir.
Segundo a pesquisa publicada na revista Nature Astronomy, o astro-rei vai morrer daqui a aproximadamente 10 bilhões de anos.

O Sol já tem cerca de 4,6 bilhões de anos, assim como outros objetos do Sistema Solar. A maior probabilidade é que a nossa estrela vai se transformar em uma gigante vermelha daqui a 5 bilhões de anos. Até lá, o núcleo da estrela vai encolher, mas as camadas externas vão se expandir até a órbita de Marte, absorvendo a Terra no processo. Isso se até lá nosso planeta ainda estiver no mesmo lugar.

Como o brilho do Sol aumenta cerca de 10% a cada bilhão de anos, a vida humana tem aproximadamente um bilhão de anos restantes.

Depois da fase de gigante vermelha, o Sol deve se tornar uma anã branca e, em seguida, explodir e terminar como uma nebulosa planetária, que é o destino da vida ativa de 90% de todas as estrelas do universo conhecido.

Se a humanidade durar até lá, é bom que já se tenha descoberto como viver em outros planetas, e como chegar até eles!!

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Mais uma vez, elefantes africanos de Botsuana, país da África Austral, morreram misteriosamente. No primeiro trimestre de 2021, 39 animais faleceram na Reserva de Caça Moremi, norte do país, que fica a quase 100 quilômetros da região do Okavango Delta, onde 350 elefantes morreram entre maio e junho de 2020.

Os cientistas não sabem explicar as mortes dos bichos e pedem investigações completas, enquanto o governo do país manda mensagens contraditórias sobre as causas. Até agora, antraz, uma doença bacteriana rara e grave, e outras infecções foram descartadas nas novas mortes.

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“Mais análises laboratoriais estão em andamento”, informou o Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais de Botsuana. O comunicado, porém, é antigo. Do dia 24 de março.

Acredita-se, com base em resultados preliminares, que as 39 mortes de elefantes recentes estão ligadas às mesmas toxinas de cianobactérias culpadas pela morte em massa do ano passado, segundo a ministra do Meio Ambiente Conservação de Recursos Naturais e Turismo do país, Philda Kereng. Mas essa resposta também já tem mais de um mês. O discurso da ministra aconteceu no dia 30 de março, na televisão estatal.

Elefantes africanos
A Botsuana abriga um terço da população de elefantes do continente africano. Imagem: Pixabay

“A mortalidade de 2021 é novamente específica de elefantes, como foi o caso em 2020”, disse o cientista veterinário Shahan Azeem, da Universidade de Veterinária e Ciências Animais em Lahore, Paquistão. Assim, evidências apontam para o mesmo patógeno, pois outros animais teriam morrido se a causa fosse antraz. Caça também foi descartada, pois os corpos dos elefantes estavam intactos, com as presas ainda no lugar.

Botsuana é o lar de um terço da população de elefantes do continente africano, com cerca de 130 mil animais da espécie. Tanto a redução do habitat natural dos bichos como a mudança climática podem expô-los a patógenos mortais. Os elefantes da região estão em situação vulnerável, ameaçados de extinção.

Via: Science News

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Um dos pioneiros da viagem à Lua, o astronauta Michael Collins morreu nesta quarta-feira, aos 90 anos de idade. O ex-piloto que integrou a missão Apollo 11 até o satélite natural da Terra lutava contra um câncer, informou a família.

Collins nasceu em Roma, na Itália, filho de um general do exército norte-americano. Ele passou parte da adolescência em Porto Rico, retornando aos Estados Unidos quando o país entrou na Segunda Guerra Mundial. Collins ingressou na Força Aérea em 1952 e serviu até 1982.

O site da Nasa exibe um especial sobre Collins. Em 1969, ele foi o piloto do módulo de comando da Apollo 11, e ficou em órbita enquanto os colegas Neil Armstrong e Buzz Aldrin pousaram na superfície da Lua. Por iso, alguns o chamam de ‘o homem mais solitário da história’.

Collins é o segundo astronauta do trio que foi à Lua em 1969 a falecer. Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar no satélite, morreu em 2012, aos 82 anos, após complicações de uma cirurgia de ponte de safena. Buzz Aldrin é o único ainda vivo. Em janeiro, ele completou 91 anos de idade.

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