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O número total de casos de pessoas que contraíram o vírus da Covid-19 chegou a 21.612.237 no Brasil. Só nas últimas 24 horas, foram registrados 14.288 novos casos da doença, enquanto ontem, o sistema registrou 21.597.949 casos acumulados em todo o país.

Segundo as autoridades de saúde, há 251.541 casos em acompanhamento, de pacientes que tiveram o quadro de Covid-19 confirmado. Com isso, o total de vítimas da Covid-19 subiu para 602.099, sendo que há 3.131 óbitos em investigação.

As informações estão na atualização do Ministério da Saúde, que foi divulgada na noite da última quinta-feira (14). O balanço organiza e calcula as informações sobre casos e mortes obtidas pelas secretarias municipais e estaduais de saúde.

Além disso, até agora, 20.758.597 pessoas se recuperaram da Covid-19. O número corresponde a 96% das pessoas que foram infectadas desde o princípio da pandemia e conseguiriam se salvar.

Imagem: karegg – Shutterstock

Covid-19 nos estados

O balanço do Ministério da Saúde também informa o ranking de estados com mais mortes por Covid-19 e até o momento a ordem segue desta maneira: São Paulo (150.938), Rio de Janeiro (67.342), Minas Gerais (55.064), Paraná (39.654) e Rio Grande do Sul (35.118).

Por outro lado, os estados com menos óbitos ao longo pandemia são Acre (1.841), Amapá (1.986), Roraima (2.006), Tocantins (3.825) e Sergipe (6.020).

Boletim da Covid-19 – Imagem: Ministério da Saúde

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Fonte: Agência Brasil

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A Pesquisa do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) apontou uma taxa considerada alta de mortalidade hospitalar (42%) em pacientes com Covid-19 que possuem problemas cardíacos em decorrência da doença.

Os dados revelaram que 71% desses pacientes necessitaram de terapia intensiva durante a internação e 54,2% apresentaram lesões no músculo cardíaco.

A pesquisa identificou como fatores de agravamento do quadro clínico e morte, a insuficiência cardíaca prévia, presente em 12,6% dos participantes, alterações no ecocardiograma (6%), síndromes coronárias agudas (5,7%) e arritmias (4,5%).

O estudo foi conduzido pelo presidente do Conselho Diretor do Incor, Roberto Kalil Filho, e também pela pesquisadora Patrícia Guimarães. Chamada de ‘CoronaHeart’, a pesquisa foi feita baseada na avaliação de 2.546 pessoas com idade média de 64 anos, internadas em 21 unidades hospitalares, do período de junho a outubro de 2020. 

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“Primeiro na América do Sul, esse estudo passa agora a compor o conjunto mundial de informações sobre intercorrências cardíacas em pacientes com Covid-19, ao lado de pesquisas da Itália, dos Estados Unidos e da Inglaterra. Como cada população tem sua especificidade, é importante que tenhamos esse estudo como um recorte brasileiro”, comentou o médico Roberto Kalil.

Outra particularidade observadas no Brasil foi o risco aumentado de mortes em pacientes com algum tipo de câncer, por conta da fragilidade do sistema imune. O dado é parecido aos resultados de pesquisas na China e não há nada registrado em estudos do continente europeu.

Por fim, o estudo mostrou que no Brasil foi notada uma equalização entre o número de mortes de homens e de mulheres. Enquanto em outros países, verificou-se a prevalência do sexo masculino no registro de óbitos.

Fonte: Agência Brasil

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O Brasil teve 243 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste domingo (26).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 243 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 8.668 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 594.443 mortes acumuladas;
  • 21.351.972 casos confirmados no total.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 230 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil. Dessas, mais de 85 milhões já receberam as duas doses ou dose única das vacinas aplicadas no Brasil: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

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Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 231 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,6 milhões.

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Os representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberam informações do Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo que negam a relação entre a morte de uma adolescente e a sua vacinação contra Covid-19. Segundo a Anvisa, os dados apresentados foram considerados “consistentes e bem documentados”.

Sete dias depois de ter tomado a vacina contra o vírus, uma adolescente de São Paulo morreu. A causa provável, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, foi relacionada ao diagnóstico de doença autoimune, chamada de púrpura trombótica trombocitopênica (PPT), a qual é identificada com base no quadro clínico e em exames complementares.

“O relatório de investigação elaborado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo foi recebido pela agência na noite deste domingo, 19 de setembro, contendo detalhes de todo o processo de avaliação que concluiu não ser possível atribuir diretamente o óbito à vacinação”, informou a Anvisa através de uma nota.

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Com isso, a agência notificará a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as investigações para avaliação de segurança. A Anvisa afirmou que manterá a sua posição sobre os benefícios das vacinas e também de sua importância no combate à pandemia.

“Até o momento, os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus risco para todas as vacinas autorizadas no Brasil, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

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O Brasil teve 935 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (18).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 935 de óbitos nas últimas 24 horas;
  • 150.106 de casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 590.508 de mortes;
  • 21.230.325 de casos confirmados no total.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 220 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 227 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,6 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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O Brasil teve 698 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (21).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 698 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 28.388 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 574.209 mortes;
  • 20.556.487 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 176,6 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela Covid-19, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 211 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,4 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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O Brasil tem 1.108 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (24).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 1.108 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 38.091 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 549.448 mortes;
  • 19.670.534 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 131 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela covid-19, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 193 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 18 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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O Brasil tem 739 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste domingo (27).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 739 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 33.704 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 513.474 mortes;
  • 18.420.598 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 89,7 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela covid-19, atrás apenas dos EUA.

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 180,9 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 16 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 3,9 milhões. Por outro lado, mais de 94 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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O post Covid-19: Brasil tem mais de 700 mortes nas últimas 24 horas; total ultrapassa 513 mil apareceu primeiro em Olhar Digital.

O Brasil tem 1.593 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (26).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 1.593 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 64.134 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 512.735 mortes;
  • 18.386.894 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 89,3 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela covid-19, atrás apenas dos EUA.

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 180,5 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 16 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 3,9 milhões. Por outro lado, mais de 94 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Há uma espécie de comportamento em que os pacientes em estado grave melhoram pouco antes de morrer. Os termos mudam de acordo com os idiomas e segue sendo inexplicável para a ciência, podendo ser chamado: melhora da morte, o último adeus, a iluminação antes da morte (da era vitoriana no Reino Unido), a melhora do fim da vida, a visita da saúde, a melhora da despedida, o último uhul!, episódios de lucidez, a lucidez paradoxal, a lucidez terminal ou o último raio de Sol (de origem chinesa).

A dúvida é por que alguns pacientes de doenças crônicas ou recentes como a Covid-19 apresentam uma melhora súbita antes de morrer? E esse questionamento existe desde Hipócrates, médico grego considerado o pai da Medicina, que nasceu quatro séculos antes de Cristo.

“Eles acreditavam que, durante e após a morte, a alma foi libertada das limitações materiais, recuperando todo o seu potencial. A mente humana seria mais do que um mero produto da fisiologia do cérebro, talvez envolvendo até mesmo um tipo de ‘sujeito transcendental’ ou ‘vida interior oculta’”, explicou à BBC News Brasil o biólogo alemão Michael Nahm, que estudou sobre relatos históricos do tipo feitos ao longo de centenas de anos.

Com isso, existem diversas hipóteses que tentam explicar o fenômeno, mas nenhuma delas foi comprovada até agora. Por exemplo, uma reação química do corpo que funcionaria como um instinto de sobrevivência, o acaso, a persistência da consciência durante a morte e o viés de confirmação, ou seja, pessoas morrem o tempo inteiro, mas acabamos lembrando de histórias surpreendentes de quem melhorou antes de morrer.

Pesquisadores e especialistas afirmam serem comuns oscilações de consciência em pacientes com demência nas fases iniciais e moderadas da doença. Além disso, os casos ligados a esse fenômeno tratam especificamente de episódios inesperados de lucidez em pessoas que haviam perdido a capacidade de se comunicar de forma compreensiva. Por isso, a maioria dos estudos e relatos sobre esse tema se concentram em pacientes com doenças neurodegenerativas.

coronavírus

No ano de 2009, Michael Nahm e Bruce Greyson, pesquisador do departamento de psiquiatria e ciências neurocomportamentais da Universidade da Virgínia (EUA), levantaram 49 casos descritos na literatura médica.

A amostra não permite conclusões profundas sobre o tema, mas dá algumas pistas do fenômeno ou da tendência dos pesquisadores de relatarem mais casos com essas características. Dos 49 casos, 43% foram de melhora súbita 1 dia antes da morte, 41% de 2 a 7 dias e 10% de 8 a 30 dias.

Portanto, a maioria dos pacientes tinha demência, cuja forma mais comum é o mal de Alzheimer. Ao todo, essa síndrome tem um quadro de atrofia gradual do cérebro, perda de sinapses e neurônios e acúmulo de substâncias tóxicas associado a um declínio cognitivo que compromete diversas áreas, como memória, linguagem e raciocínio.

A prevalência da demência entre pacientes com melhora súbita às vésperas da morte aparece também em estudo produzido pelo filósofo e cientista cognitivo Alexander Batthyány, pesquisador de instituições da Hungria, Aústria, Rússia e Liechtenstein.

Porém, até o momento, não há estudos que apontem quantos casos de fato existem por ano dessa melhora antes da morte. Por mais que existam diversos relatos de casos publicados, nenhum que de fato quantifique ou investigue o que está acontecendo no cérebro durante esses episódios em, por exemplo, pacientes com demência.

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Fonte: UOL

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