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Astrônomos a serviço do Instituto de Tecnologia de Massachusetts descobriram duas rochas contendo “matéria orgânica complexa” no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. Segundo eles, essa matéria pode conter até mesmo elementos primários que levaram à formação da Terra há bilhões de anos.

Em exames mais detalhados do cinturão, os astrônomos identificaram que as duas rochas apareceram com altos tons de vermelho. A cor indica a presença ou ausência de matéria orgânica em um objeto celeste. Quanto mais matéria, mais vermelho, caso contrário, os objetos aparecem em tons azulados.

Ao que tudo indica essas rochas podem ter sido criadas no início da formação do nosso sistema solar, preservando a matéria daquela época até os dias atuais.

A matéria orgânica encontrada no cinturão de asteroides é mais uma descoberta que pode nos levar a um entendimento maior de como a “nossa casa” se formou há 4 bilhões e meio de anos.

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Um meteoro explodiu no céu da Noruega ao cair em uma floresta a 60 km da cidade de Oslo. O local é de difícil acesso, mas moradores da região contam que ouviram um alto som explosivo, seguido por uma forte corrente de ar.

O episódio, ocorrido no último dia 25, marca o terceiro incidente mais notável envolvendo um objeto do espaço entrando na Terra este ano. Em março, um meteoro cruzou os céus da Inglaterra, País de Gales e o norte da França, além de outro passar por Vermont, nos EUA, no mesmo mês.

Nas imagens registradas por diversos moradores, o meteoro que iluminou o céu noturno da Noruega é “estranhamente grande” e deixou uma trilha de flashes de luz em torno de 1h da manhã, antes de cair na região conhecida como “Finnemarka”, com densas florestas e de difícil acesso. Por causa disso, especialistas estimam que a recuperação de fragmentos possa levar até 10 anos.

Segundo um pesquisador da Rede Norueguesa de Meteoros, o objeto chegou a uma velocidade média de 72 mil quilômetros por hora, e deixou um rastro de luz denso o suficiente para iluminar a noite por algo entre 3 e 5 segundos.

Milhares de episódios desse tipo ocorrem todo dia, mas normalmente são pequenos demais para serem vistos a olho nu, ou passam por regiões inabitadas.

Aqui no Brasil, duas chuvas de meteoros devem movimentar o céu noturno nos próximos dias. Na madrugada entre quinta-feira e sexta-feira ocorre a máxima da Alfa Capricornídeas e, na noite seguinte, entre sexta e sábado, a máxima da Delta Aquáridas do Sul.

Esse ano, a Lua em fase minguante deve atrapalhar a visualização, mas até ela nascer por volta da meia noite, o céu vai estar escuro o suficiente para se observar uma boa quantidade de meteoros.

O ideal é procurar um local afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Se o tempo estiver bom, sem muitas nuvens no céu, essa vai ser uma boa oportunidade para todos aqueles que gostam de assistir esse fenômeno brilhante da natureza.

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Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Sorbonne, em Paris, determinou que nosso planeta “ganha peso” de uma maneira surpreendente: com milhares de toneladas de poeira espacial que caem sobre nós todos os anos.

A equipe do cosmoquímico Jean Duprat cavou três trincheiras na neve da Antártica em busca de micrometeoritos. O local escolhido foi o “Dome C”, um dos “picos” do platô Antártico, a cerca de 1.100 km do litoral do continente.

O material foi colhido a partir de dois metros de profundidade, ou seja, neve acumulada antes de 1995, quando a base francesa no local foi estabelecida. Assim, os cientistas podiam ter certeza de que o material encontrado não seria resultado de contaminação por atividade humana no local.

Usando ferramentas ultralimpas eles coletaram centenas de quilos de neve, derreteram o material e filtraram a água. Como resultado, encontraram quase 2.000 micrometeoritos. Mesmo assim, eles não pesam mais do que uma fração de grama…

Mas assumindo que partículas de poeira espacial caiam sobre a Antártica na mesma proporção que no resto do planeta, a equipe conseguiu estimar quanta poeira espacial cai em todo o planeta em um ano: cerca de 5.200 toneladas.

Os pesquisadores estimam que cerca de 80% dos micrometeoritos se originam de cometas que passam a maior parte de suas órbitas mais próximos do Sol do que Júpiter. O restante seria derivado de colisões com objetos no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter.

Duprat e seus colegas sugerem que estas partículas minúsculas entregam entre 20 e 100 toneladas de carbono para a Terra todo o ano, e podem ter sido uma fonte importante de compostos ricos em carbono durante o início da história do nosso planeta.

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Depois de uma seca nos três primeiros meses de 2021, a temporada de chuva de meteoros está de volta com a Líridas, que está prevista para começar dia 15 de abril e atingirá o pico na virada do dia 21 de abril até as primeiras horas da manhã de 22 de abril, de acordo com a American Meteor Society.

O fenômeno é causado por uma nuvem de detritos do Cometa Thatcher (C/1861 G1), que foi visto pela última vez no século 19 e não passará pelo sistema solar novamente por mais de dois séculos. A cada ano, porém, a Terra passa pela poeira.

A chuva de meteoros Líridas não produz muitos meteoros, média de 10 a 15 por hora, mas é mais propensa a ter mais bolas de fogo brilhantes do que outras chuvas importantes. A cada poucas décadas acontece uma explosão durante as Líridas que aumenta a taxa para cerca de 100 meteoros por hora. Não está previsto que isso aconteça em 2021, mas este fenômeno é difícil de ser previsto.

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Segundo o Cnet, este ano, como a lua estará mais de dois terços cheia no pico das Líridas, provavelmente será melhor tentar ver o show antes do amanhecer e depois que a lua se põe.

Para assistir ao espetáculo, o ideal é sempre tentar ficar o mais longe possível da poluição e encontrar um local como um campo aberto ou topo de colina com uma visão ampla e desobstruída do céu noturno.

Chuva de meteoros Líridas registrada em 2012 pelo astronauta Don Pettit a bordo da Estação Espacial Internacional. Créditos: Nasa
Chuva de meteoros Líridas registrada em 2012 pelo astronauta Don Pettit a bordo da Estação Espacial Internacional. Créditos: Nasa

Brasileiros descobriram chuva de meteoros de um perigoso asteroide

Pesquisadores brasileiros ligados à Bramon (Rede Brasileira de Observação de Meteoros) descobriram uma chuva de meteoros associada ao Asteroide 2019 OK, o mais perigoso asteroide descoberto também por brasileiros. O feito, anunciado previamente em uma live no Canal AstroNeos, foi oficializado no dia 15 de setembro de 2020 pela União Astronômica Internacional.

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