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Acabou um mito que servia só para desencorajar consumidores na hora de optar por veículos elétricos: Um novo estudo mostrou que os carros elétricos continuam sendo mais limpos e emitindo menos gases de efeito estufa do que os automóveis movidos a combustão.

O boato tentava espalhar a noção que as recargas são feitas na maior parte em redes de energia “suja”. Além disso, citavam que a mineração de materiais para as baterias é poluente, mas não é bem assim.

O estudo que desmente esses boatos foi publicado pelo Conselho Internacional de Transporte Limpo, um grupo de pesquisa sem fins lucrativos. Segundo o conselho, existe lobby de partes da indústria automotiva contra os veículos elétricos.

O relatório estimou as emissões de carros elétricos de médio porte na Europa, Índia, China e Estados Unidos, que representam 70% das vendas de carros novos no mundo. Eles constataram que ao longo da vida de um automóvel à bateria, as emissões são de 66 a 69% mais baixas do que um carro a gasolina na Europa, por exemplo.

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Os números variam de acordo com a região. A Índia é o lugar com menor percentual, mas ainda assim têm um resultado interessante, com 19% a 34% menos poluição por parte dos veículos elétricos.

O estudo leva em consideração carros novos, emplacados em 2021 e com estimativa de 18 anos de circulação. Os autores ainda observaram a matriz energética de cada região, assim como as projeções da Agência Internacional de Energia sobre as futuras fontes de eletricidade.

A conclusão do estudo aponta a necessidade de eliminar globalmente os carros com motor de combustão, para acabar com uma das maiores fontes poluidoras do planeta.

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O aumento da atividade digital, estimulado pela atual pandemia de Covid-19, alimentou o debate sobre os danos ambientais causados pelo uso da internet. Esse debate tem se amplificado através das mídias sociais. Um estudo realizado na Califórnia indica, porém, que os avisos alarmantes sobre os perigos da tecnologia são, de certa forma, exagerados.

A pesquisa divulgada pelo The New York Times recebe o título de “Não computa: evitando erros na avaliação dos impactos de energia e carbono na internet” e foi realizada pelos cientistas Jonathan Koomey e Eric Masanet, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley.

Eles afirmam que o objetivo do estudo foi corrigir equívocos presentes na discussão pública de danos ambientais causados pelo uso da internet e não necessariamente tranquilizar a população quanto a utilização indiscriminada da eletricidade.

Segundo a avaliação dos cientistas, fazer projeções muito longas dos impactos ambientais provocados pela tecnologia não é aconselhável. Créditos: Shutterstock

Internet e consumo de energia

Ao contrário do que algumas pessoas alegam, limitar a definição de vídeos da Netflix, por exemplo, não resulta na diminuição do consumo de energia. Isso porque, depois que uma rede está funcionando, a dose de energia que ela usa é a mesma, esteja fluindo muita ou pouca quantidade de dados.

Os data centers sim consomem grandes quantidades de eletricidade. Esses centros concentram todos os recursos necessários para o funcionamento das empresas, como o armazenamento e gerenciamento de servidores, além da rede e telecomunicação.

Atualmente os centros de dados se dão, em maior parte, através da nuvem e são operados por empresas como Alibaba, Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft.

De 2010 a 2018, as cargas de trabalho de dados hospedadas pelos data centers em nuvem aumentaram 2.600% e o consumo de energia aumentou 500%. No entanto, no mesmo período o consumo de energia de todos os data centers aumentou menos de 10%.

O que aconteceu foi principalmente uma grande mudança das cargas de trabalho para data centers em nuvem maiores e mais eficientes, e longe dos centros de computação tradicionais, em grande parte pertencentes e gerenciados por empresas não tecnológicas.

“Sim, estamos usando mais serviços de dados, mas também estamos ficando eficientes muito mais rapidamente”, disse Koomey. 

Dessa forma, conforme aponta os pesquisadores, olhar para um setor de alto crescimento da indústria de tecnologia e assumir que o uso da internet está aumentando proporcionalmente é inadequado. Além disso, assumir que isso é representativo da indústria como um todo é uma armadilha.

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Segundo os pesquisadores, as projeções assustadoras costumam ser esforços bem-intencionados dos cientistas. Ocorre que grande parte deles não está familiarizada com a tecnologia de computação em rápida mudança – processamento, memória, armazenamento e redes. Portanto, eles tendem a subestimar o ritmo da inovação na economia de energia e como os sistemas funcionam.

Outro ponto são as pesquisas com projeções muito longas, como um recente documento relacionando criptomoeda (bitcoin) com o aquecimento global. De acordo com a dupla, a complexidade, o dinamismo e a imprevisibilidade do desenvolvimento de tecnologia e dos mercados exige previsões menos generalizadas e estudos constantes.

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A Tesla terá de pagar uma multa no valor de US$ 1 milhão para uma agência reguladora na Califórnia, nos Estados Unidos, por infringir as leis locais de qualidade do ar. Desde 2015, a fábrica da montadora, localizada na cidade de Fremont, tem operado em desacordo com a legilação, o que acarretou em 33 violações.

Além do montante referente às infrações cometidas, a penalidade também prevê a construção de um sistema de microrrede solar para encerrar o caso.

“Como parte deste acordo, a Tesla concordou em implementar um
projeto de microrrede comunitária, que alavanca a expertise tecnológica da empresa no desenvolvimento de energia da próxima geração aqui na Bay Area”, afirmou, em nota, Jack Broadbent, oficial executivo do Bay Area Air Quality Management District (BAAQMD), agência regional responsável por monitorar e regulamentar a poluição do ar em nove condados da área da baía de São Francisco.

Foto da cidade de Fremont, na Califórnia, onde fica localizada uma das fábricas da Tesla
A cidade de Fremont, na Califórnia, é onde fica localizada uma das fábricas da Tesla.
Crédito: John Roche/Shutterstock

Ainda segundo a BAAQMD, as violações cometidas pela Tesla incluem: emissões que excedem o limite permitido, instalações ou modificações de equipamento sem a devida autorização, falha na condução de testes de emissões exigidos pela instituição, bem como falhas em manter registros e relatar em tempo hábil informações ao órgão.

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O projeto de microrrede solar consiste na instalação de um sistema solar elétrico de aproximadamente 160 quilowatts, emparelhado com um sistema de armazenamento de dois pacotes de energia.

A expectativa é de que o sistema contribua consideravelmente com a melhoria da qualidade do ar e na saúde pública nas regiões mais impactadas da Bay Area, bem como reduzir custos com eletricidade.

Apesar do valor de US$ 1 milhão mencionado no comunicado oficial da BAAQMD, Ralph Borrmann, porta-voz da agência, teria dito ao jornal The Mercury News que a Tesla receberá um crédito no valor de US$ 250 mil após o término da instalação da microrrede – o que, no fim das contas, deixaria a empresa com uma penalidade total de US$ 750 mil.

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A Apple continua defendendo a decisão de não incluir carregadores de tomada nos novos modelos dos iPhones. De acordo com um relatório divulgado pela empresa, os efeitos ambientais da medida compensam a eventual dor de cabeça que a ausência do acessório pode causar aos usuários: com menos consumo de metais e com embalagens menores dos celulares, a Apple consegue transportar mais aparelhos gastando muito menos energia.

De acordo com o relatório 2021 Environmental Progress Report, que cobre dados relacionados ao ano fiscal de 2020, a Apple reduziu ao londo do ano passado as emissões de CO2 de 25,1 toneladas para 22,6 toneladas, além de cortar o consumo de energia em 13,9 milhões de kWh.

Isso sem contar as cerca de 800 mil toneladas de cobre, zinco e alumínio que deixam de ser usados na confecção dos carregadores. E como as caixas dos iPhones ficam menores sem o carregador, a Apple diz que consegue transportar 70% mais celulares em seus centros de logística, facilitando a distribuição do telefone e reduzindo custos para a empresa.

Adaptador tomada carregador iPhone Apple
Apple vende iPhone 12 sem carregador de tomada. Imagem: nodi.jpg/Shutterstock

O relatório ainda destaca outras conquistas ecológicas da Apple. “Em 2020, tivemos progresso real na nossa luta contra a mudança climática. A Apple se tornou neutra em carbono nas operações globais, e estamos comprometidos em nos tornar totalmente neutros em carbono até 2020 em todas as operações – da nossa cadeia de suprimentos aos produtos que fazemos. Esses mesmos produtos agora usam muito mais materiais reciclados do que antes, como os 40% de materiais reciclados encontrados no MacBook Air com tela Retina, e 99% de tungstênio reciclado aproveitado no iPhone 12 e Apple Watch Series 6.”

A Apple ainda garante que trabalha em seus laboratórios de pesquisa para desenvolver métodos de reutilizar elementos raros na Terra como aço e tungstênio em seus dispositivos novos.

Outras ações destacadas pela empresa incluem data centers alimentados por energia renovável, e um investimento recente de US$ 200 milhões para remover CO2 da atmosfera através de captura de carbono.

Via: Apple

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