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Uma das principais dificuldades para o uso emergencial do tratamento para Covid-19 é o custo considerável alto para a população. O coquetel foi liberado na última terça-feira (19), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e recebeu o nome de Regn-CoV2. O valor estimado pode ter impacto no Brasil, já que pode ampliar as desigualdades no atendimento de pacientes entre as unidades públicas e privadas. 

A nova forma de tratamento é a combinação de dois anticorpos desenvolvidos em laboratório (batizados de casirivimabe e imdevimabe). A opção foi criado pela farmacêutica americana Regeneron em parceria com a suíça Roche, autora do pedido de autorização de uso emergencial no Brasil. O uso é indicado para casos leves e moderados do novo coronavírus em pacientes de 12 anos ou mais do grupos de risco.

O coquetel para Covid-19 já está liberado para uso emergencial nos Estados Unidos, Canadá e Suíça, dentre outros países europeus. Em janeiro, o governo americano acordou com a fabricante a entrega de 1,25 milhão de doses até 30 de junho, no valor de US$ 2,625 bilhões (o que significava cerca de R$ 14 bilhões na conversão para a moeda brasileira). 

De acordo com o Ministério da Saúde, o novo tratamento poderá ser incorporado ao SUS quando tiver registro definitivo na Anvisa. Já quando se trata de planos de saúde, a cobertura é obrigatória quando houver indicação médica em casos de internação. O coquetel para Covid-19 não é indicado para pacientes graves e hospitalizados. 

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Um dos motivos que elevam os valores dos medicamentos é o fato de que os anticorpos precisam ser desenvolvidos em laboratório com frascos específicos que funcionam como biorreatores. Os imunizantes levam o organismo a produzir anticorpos e agora, através do coquetel, esse o anticorpo já formado pode ser injetado no indivíduo.

Os anticorpos do Regn-CoV2 se conectam na ponta da proteína spike, ao invés de inteiramente, como o imunizante faz. Ambos possuem o objetivo de impedir que o vírus entre na célula e se reproduza pelo corpo. 

Através de uma nota, a Roche Farma Brasil expôs que neste momento as prioridades das negociações são “centralizadas nos governos federais em todos os países” e que estão “interagindo com o Ministério da Saúde”,  em que “será o responsável pela destinação final da medicação”. Além disso, a empresa informou não haver preço definido e respondeu que não há previsão de abertura de pedido para a fabricação nacional. 

Já o Ministério da Saúde afirmou em nota que “os medicamentos incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS) devem ter o registro definitivo aprovado pela Anvisa”. Porém, isso não se aplica ao coquetel para Covid-19 autorizado unicamente para uso emergencial. 

Com isso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclareceu que tanto o remdesivir (conhecido comercialmente como “veklury”) quanto a combinação do casirivimabe e do imdevimabe serão de “cobertura obrigatória pelas operadoras de plano de saúde”, ao serem indicados pelo médico para o tratamento de Covid-19 conforme os “termos das bulas registradas na Anvisa”.

Fonte: Estadão

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De acordo com uma nova pesquisa, alguns tipos de câncer podem alterar a aparência e o funcionamento do coração. Nos Estados Unidos, estima-se que 1,9 milhões de pessoas serão diagnosticadas com câncer este ano, segundo informações do National Cancer Institute. 

Com isso, ter um histórico de câncer se relaciona com o risco de problemas cardiovasculares, por exemplo, sobreviventes mais velhas do câncer de mama possuem maior probabilidade de morrer de doenças cardiovasculares e não de câncer de mama. Ademais, o câncer e as doenças cardíacas compartilham fatores de risco, incluindo obesidade e uso de tabaco.

Os pesquisadores estão em busca de entender quanto do risco vem do próprio câncer em comparação aos tratamentos comuns que podem ser prejudiciais para o coração. Estudiosos no Canadá recrutaram 381 pessoas com câncer de mama ou linfoma e 102 pessoas sem câncer ou doenças cardiovasculares. 

Para observar a aparência e função do coração, os dois grupos foram submetidos a exames de ressonância magnética cardíaca para criar modelos 3D de seus corações e também um mapa da inflamação do músculo cardíaco. 

Ao colocar em comparação com o grupo de controle, as pessoas com esta doença tinham volume menor do ventrículo esquerdo e isso resulta em bombear menos sangue por batimento cardíaco. Além disso, o teste mostrou uma tensão elevada, uma medida de quão duro o coração está trabalhando. Portanto, o coração das pessoas com câncer exibia sinais de inflamação e todas as informações foram publicadas no Journal of the American Heart Association. 

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“Fornecemos evidências de que o câncer em si muda a saúde do músculo cardíaco”, explicou o autor sênior Dr. James A. White, diretor do Stephenson Cardiovascular Imaging Center do Libin Cardiovascular Institute. O profissional disse que parte da pesquisa tem se concentrado em tentar entender a influência da quimioterapia no sistema cardiovascular. 

Entretanto, ainda não sabem se os indivíduos com outros tipos de câncer (que não estão incluídos no estudo ) podem ter alterações semelhantes em seus corações. “A suposição de base – que o coração está em um estado normal de saúde antes do tratamento para o câncer – pode não ser totalmente verdadeira”, relatou White. 

Sobre como o câncer pode realmente causar essas mudanças, o diretor enfazitou que a inflamação sistêmica desempenha um papel à medida que a doença ativa o sistema imunológico, a resposta causa a inflamação e pode afetar o sistema cardiovascular.

Outro ponto importante é quanto tempo essas alterações cardíacas podem durar. “Assim que tratarmos o câncer, eles irão embora? Se assim for, não esperaria quaisquer consequências a longo prazo”, questionou o Dr. Tochukwu M. Okwuosa, diretor de serviços de cardio-oncologia do Rush University Medical Center, em Chicago.

Fonte: Medical Xpress

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Conhecido por ser o primeiro e único tratamento aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) conduzido por meio de uma experiência de videogame, o EndeavorRX pode passar a ser prescrito para pessoas que têm problemas de memória e de atenção persistentes após a recuperação da Covid-19.

Em 2020, a agência de Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA aprovou o uso do aplicativo, criado pela Akili Interative, como tratamento digital indicado para melhorar a função de atenção em crianças de 8 a 12 anos de idade com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

A ferramenta é utilizada como parte de um programa terapêutico multidisciplinar, que inclui atendimento e acompanhamento clínico, medicação e/ou programas educacionais que tratam mais profundamente os sintomas do distúrbio. “Disponível somente com receita médica, o EndeavorRx não se destina a ser um medicamento autônomo, nem é um substituto para a medicação para TDAH de seu filho. Você deve consultar o profissional de saúde do seu filho e revisar as instruções de uso antes de usar o tratamento”, recomenda o site do aplicativo.

Dificuldade de concentração e incapacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo são sequelas possíveis da Covid-19. Imagem: Ridofranz – Istockphoto

Inúmeros sobreviventes da Covid-19 relatam quadros de confusão mental, amnésia e dificuldade de concentração, e estudos mostram que tais sintomas podem persistir por meses após a recuperação. A neuropsicóloga da Weill Cornell Medicine de Nova York, Faith Gunning, acredita que o EndeavorRX pode conseguir aliviar essas sequelas.

Assim, Gunning está lançando um estudo envolvendo um grupo de pacientes que tiveram Covid-19 e apresentam problemas cognitivos relacionados à doença. Essas pessoas serão submetidas ao jogo, e a pesquisa verificará se seus sintomas têm evolução mais positiva do que a do grupo de sobreviventes com sintomas semelhantes que não jogam.

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Como surgiu o interesse pelo tratamento com o videogame

Segundo a pesquisadora, observou-se que, entre pacientes que desenvolveram a Covid-19 de forma moderada a grave, uma porcentagem muito alta apresentou distúrbios que variaram de leves a intensos em sua função cognitiva. “Encontramos um padrão que incluía coisas como interrupção na atenção e na capacidade de fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Descobrimos que grande parte deles tinha dificuldade com a memória de trabalho, que é a capacidade de reter informações na cabeça enquanto faz outra coisa”, explicou Gunning.

EndeavorRX: jogo é utilizado como tratamento auxiliar de crianças de 8 a 12 anos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. / Imagem: SyhinStas – Istockphoto

Como já utilizava a ferramenta para tratamento de outras doenças, a neuropsicóloga resolveu testá-la. “O jogo melhora a capacidade de multitarefas, e observamos isso pessoas com TDAH, em adultos mais velhos, e há alguma indicação de que ajuda também pessoas com esclerose múltipla”.

De acordo com a profissional, o aplicativo também está sendo testado em adultos de meia-idade e mais velhos que têm depressão. “E o que descobrimos é que essas pessoas mostram mudanças em seus cérebros. Mostramos que há uma melhora na conectividade dentro das redes cerebrais que suportam a atenção e as habilidades executivas, e temos alguns dados preliminares que mostram uma melhora no humor”, garante.

Em relação às sequelas cerebrais de pacientes recuperados da Covid-19, Gunning acredita existirem dados suficientes que sugerem que um número significativo de pessoas que foram contaminadas terá alguns problemas cognitivos. “Estamos falando sobre a Covid-19 atrapalhar a capacidade das pessoas de funcionar em suas vidas diárias”, explica. Por essa razão, ela considera viável a realização desses estudos, que podem comprovar a eficácia do tratamento.

Atenção! Embora já seja utilizado em grande escala, o EndeavorRX não é um jogo comercial e não pode ser baixado para uso recreativo, apenas utilizado para tratamentos, com prescrição médica, adquirido por meio de sua produtora.

Fonte: The Verge

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Virologistas afirmam que é só uma questão de tempo para que outra pandemia atinja o planeta. Estima-se que aproximadamente metade dos quase 1,7 milhão de vírus presentes em mamíferos e aves possam seguir o mesmo caminho do coronavírus responsável pela disseminação da Covid-19. Ou seja, ser transmitido para seres humanos e se alastrar mortalmente pelos cinco continentes.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Davis, buscam ajudar cientistas em todo o globo a identificar o grau de risco de cada vírus, classificando sua probabilidade de contaminação entre espécies, bem como sua capacidade de evolução até ser transmissível entre humanos. Surtos como os de Mers, Sars, Ebola e HIV foram ocasionados exatamente por esse transcurso, denominado de “spillover viral” ou “troca de hospedeiro do vírus”.

Surtos como os de Mers, Sars, Ebola e HIV foram ocasionados por contaminação entre espécies, até chegarem aos seres humanos. / Imagem: MemoryMan – Shutterstock

SpillOver, que intitula o fenômeno, foi justamente o nome escolhido para a ferramenta online criada pelos estudiosos para catalogar e diagnosticar a periculosidade dos vírus. O aplicativo avalia 32 fatores de risco, como espécie do vírus, espécie hospedeira e país de origem, por exemplo. Então, gera uma “pontuação de chance” de spillover. Ao detectar os chamados “vírus preocupantes”, o banco de dados os insere em uma lista de monitoramento disponível a cientistas e legisladores. Tal listagem também é acessível ao público em geral.

Alguns vírus podem ser transmitidos diretamente de animais a humanos, enquanto outros precisam passar por um processo de adaptação para se tornarem contagiosos. Em alguns casos, podem ser necessárias uma ou duas mutações para chegar à fase de contágio em seres humanos. Existem vírus que podem precisar de mais de 20 mutações para se tornarem transmissíveis ou para se replicarem no hospedeiro. E isso é um dos fatores analisados pelo aplicativo SpillOver.

Em um reconhecimento visionário da ameaça dos vírus de animais silvestres, a Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos planejou e executou o projeto Predict. A iniciativa reuniu, entre 2009 e 2019, um exército mundial de 6,8 mil “caçadores de vírus” em 35 países. Parte da equipe coletou sangue, saliva, urina ou fezes de morcegos, roedores e primatas. Outros grupos analisaram as sequências genéticas dessas amostras. O SpillOver, por sua vez, analisa os relatórios crescentes de novas sequências genéticas de vírus de animais coletadas nesse projeto.

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Banco de dados contém 160 coronavírus

Entre os quase 900 vírus identificados pela ferramenta, estão 160 coronavírus e uma cepa de ebola não conhecida até então. Também foram catalogados 18 vírus zoonóticos já conhecidos, como o vírus-da-febre-do-lassa e o marburg, que causam febres hemorrágicas. Os vírus zoonóticos são os que podem ser transmitidos diretamente de animais para seres humanos, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Em um estudo publicado recentemente, os pesquisadores utilizaram dados de quase 75 mil animais, bem como registros públicos de detecções de vírus, para classificar o potencial de spillover de mais de 880 vírus de animais silvestres. O Sars-CoV-2, vírus responsável pela Covid-19, ficou em segundo lugar. Em primeiro, está o vírus de Lassa, cuja infecção em humanos acontece pela exposição a excrementos de roedores típicos dos arredores da Nigéria, por meio do trato respiratório ou área gastrointestinal.

O Sars-CoV-2, coronavírus causador da Covid-19, pode ter sido transmitido diretamente de morcegos a humanos ou por meio de um animal intermediário, como um pangolim.
Imagem: Dennis Fesenmyer – Flickr

Atualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita na hipótese de o Sars-CoV-2 ter sido transmitido diretamente de morcegos a humanos ou por meio de um animal intermediário, como um pangolim. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o animal é o mais traficado do mundo, graças a uma crença pseudocientífica nas propriedades curativas de suas escamas. No ano passado, o governo da China retirou as escamas do mamífero da lista oficial de ingredientes aprovados para uso na medicina tradicional chinesa.

Fonte: National Geographic Brasil

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O Brasil registrou 1.657 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste domingo (18).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 1.657 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 42.980 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 373.335 mortes;
  • 13.943.071 casos confirmados;

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de Covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela Covid-19, atrás apenas dos EUA.

Covid-19: Situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 15 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 3 milhões. Por outro lado, mais de 79,8 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: ‘publicações na imprensa oficial’ e ‘proposições legislativas’.

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O post Covid-19: Brasil tem mais de 1,6 mil mortes nas últimas 24 horas; total ultrapassa 373 mil apareceu primeiro em Olhar Digital.

O Brasil registrou 2.929 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (17).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 2.929 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 67.636 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 371.678 mortes;
  • 13.900.091 casos confirmados;

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de Covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela Covid-19, atrás apenas dos EUA.

Covid-19: Situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 140 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 15 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 3 milhões. Por outro lado, mais de 79,8 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: ‘publicações na imprensa oficial’ e ‘proposições legislativas’.

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Alina Chan, pesquisadora da Universidade de Harvard e do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), sugeriu que o Sars-Cov-2, vírus da Covid-19, pode ter vazado de um laboratório. No entanto, a cientista afirmou que esta é apenas uma hipótese e sugere que sejam realizados mais exames sobre como a pandemia começou

Além de Chan, o chefe da OMS, Tedros Adhanom, chegou a declarar em março de 2021 que que não estava totalmente convencido pela investigação que apontou que era “extremamente improvável” que o vírus tivesse escapado acidentalmente de algum centro de pesquisa na China. 

A pesquisadora não crava que o vazamento foi o que realmente aconteceu e sequer acredita que essa é a hipótese mais provável, porém, Alina defende que que essa possibilidade não seja totalmente excluída. “Em Wuhan, havia versões iniciais do vírus que não pareciam passar pelo mercado. Eles pareciam preceder ou estar em paralelo com o mercado”, disse Chan. 

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Alina Chan é conhecida por defender há muito tempo a teoria de que o Sars-Cov-2 escapou de um laboratório. Porém, ainda assim ela coloca a hipótese de que o vírus surgiu em um mercado de animais selvagens como plausível. 

“Quero deixar bem claro que ainda acho que o comércio de vida selvagem é um cenário plausível”, acrescentou ela. “Mas acho que é essencial que tenhamos uma investigação real, confiável e livre de influência política, para saber se esse vírus pode ter vindo de um laboratório ou do comércio de animais selvagens”. 

A hipótese de Chan

Cidade de Wuhan
Alina Chan acredita que a hipótese do mercado de animais de Wuhan é plausível. sleepingpanda/Shutterstock

Para a pesquisadora, existem lacunas na principal teoria para a origem do Sars-Cov-2, ela argumenta que a maior delas é de como um vírus que surgiu em cavernas de morcegos a centenas de quilômetros de distância acabou chegando em Wuhan, uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes. 

Ela lembra que o Instituto de Virologia de Wuhan tinha um programa em que os cientistas viajavam para coletar amostras para análise em laboratório. Como o centro de pesquisa estava analisando um parente genético do Sars-Cov-2, Chan acredita que existe uma coincidência aqui e que vale a pena investigá-la. 

“Laboratórios têm problemas de segurança e não está claro quais laboratórios estão tendo quantos acidentes por ano”, disse a pesquisadora. “Mas esses processos têm acidentes”, completou ela. 

Com informações do Futurism 

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O Facebook irá adicionar a rede um novo selo informativo a respeito da Covid-19.  A partir de agora, conteúdos relacionados receberão a seguinte mensagem: “Alguns tratamentos não aprovados para COVID-19 podem causar danos graves” e tem como fonte a Organização Mundial da Saúde. Como parte integrada da rede social, o Instagram também terá suas publicações alertadas com o recado.

O novo rótulo será lançado nas próximas semanas e terá versões para inglês, espanhol, português, francês, indonésio e árabe. Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus, a empresa tem trabalhado para oferecer informações seguras e atualizadas sobre o tema, priorizando o combate às famosas fake news. Todo conteúdo referente à Covid-19 que navega pela internet já conta com um selo que direciona o usuário a Central de Informações da doença dentro da plataforma do Facebook que, agora, informará também sobre tratamentos que não têm comprovação cientifica.

Facebook e Instagram adicionam selo sobre tratamentos contra a Covid-19. Imagem: Reprodução/Facebook
Facebook e Instagram adicionam selo sobre tratamentos contra a Covid-19. Imagem: Reprodução/Facebook

Conteúdos das plataformas que são marcados como falsos, tem como “punição” a distribuição diminuída. Para isso, a companhia de Mark Zuckerberg conta com agências verificadoras responsáveis por checar as discussões e assuntos que estão acontecendo na rede. Segundo a empresa, a plataforma tem, inclusive, removido alegações que foram comprovadas que são falsas sobre a Covid “como, por exemplo, que ela foi criada por humanos e que pegar a COVID-19 é mais seguro do que tomar a vacina.”

Através do Centro de Informações, o Facebook alcançou mais de 2 bilhões de pessoas em 189 países com informativos confiáveis sobre a doença e removeu 16 milhões de conteúdos que continham dados incorretos gerando desinformação.

Repetidamente, o Brasil tem batido recordes em números de mortes pela Covid-19. De acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (14) o país registrou 3.459 mortes pela doença em 24 horas.

Fonte: Facebook

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Uma britânica identificada como Susie Forbes, de 49 anos, teve uma rara reação alérgica após receber a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 no último dia 18 de março. Após receber o imunizante, a mulher teve uma série de erupções na pele semelhantes a queimaduras de terceiro grau. 

Forbes afirma que a reação começou poucas horas após a aplicação e as erupções só estão começando a desaparecer agora, cerca de três semanas depois. “Parecia que estava em Alien porque havia bolhas saindo do meu braço. Foi horrível. Meu rosto estava enorme. Eu era um monstro”, disse ela em entrevista ao The Sun. 

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Segundo o MHRA, sigla em inglês para Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde, 10% das pessoas que receberem a vacina da AstraZeneca terão algum tipo de reação alérgica. Contudo, reações como a experimentada por Susie Forbes são extremamente raras e não se sabe 

Uma em 20 milhões

Reação experimentada por Suzie foi a primeira em mais de 20 milhões de doses aplicadas. Crédito: Arquivo Pessoal

Entre os sintomas mais comuns entre as pessoas inoculadas com a Vaxzevria, estão dores de cabeça, cansaço e coriza, algo semelhante a um resfriado leve. A reação de Susie, até o momento, é única entre os mais de 20 milhões de pessoas que receberam a vacina. 

A dona de casa acredita que as erupções na pele aconteceram por conta de uma reação alérgica a algum dos ingredientes da vacina, já que ela também já teve reações anafiláticas à penicilina e ao remédio Stemetil, que é usado contra enjoos. 

As autoridades dizem que mesmo pessoas com alergias que causem anafilaxia podem receber a vacina sem problema, mesmo que essa alergia envolva medicamentos. Porém, isso muda se essa alergia for a algum item presente no imunizante, algo que ainda não se tem certeza no caso de Susie. 

Outras possibilidades

Apesar de terem aparecido após a imunização, os sintomas podem não ter relação com a vacina. Crédito: Arquivo Pessoal

Susie Forbes também é portadora da síndrome de Guillain-Barré, uma condição autoimune que faz o corpo atacar acidentalmente os nervos. Os médicos acreditam que essa doença é causada por um problema com o sistema imunológico

Por conta dessa condição, ela toma vários medicamentos, como gabapentina e tramadol, para controlar seus sintomas, que podem incluir dormência, fraqueza e dor. Além disso, ela estava tomando morfina líquida e codeína quando recebeu a injeção por conta de uma fratura no pulso ocorrida cinco dias antes. 

Susie diz que avisou ao seu médico e aos enfermeiros sobre sua condição e os medicamentos que tomava, mas disseram a ela que não havia nenhum problema e mantiveram a vacina para o dia 18 de março. 

“Eu pessoalmente acho que eles não olharam exatamente para o que eu tenho”, disse Forbes. “Acho que eles não deveriam ter me dado até que investiguem o que eu tenho. Eles nem me perguntaram”, completou. 

Um porta-voz do MHRA afirmou que os benefícios da vacinação superam em muito os potenciais riscos, como efeitos colaterais. Além disso, o representante declarou que as reações não necessariamente tenham sido causadas pela vacina e podem estar ligadas a outras condições. 

Com informações do The Sun

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Autoridades de saúde da China estão considerando formalmente a possibilidade de misturar vacinas contra a Covid-19. O objetivo da medida seria aumentar a taxa de proteção das pessoas que já receberam pelo menos uma dose da vacina. 

O motivo da decisão seria porque as vacinas chinesas, como a CoronaVac, possuem um nível de eficiência menor que os imunizantes da Pfizer e da Moderna, por exemplo. No entanto, exigem controles de temperatura menos rigorosos em relação às vacinas norte-americanas

Mesclar vacinas diferentes entre primeira e segunda dose seria uma forma de contornar este problema. “Dar às pessoas doses de vacinas diferentes é uma forma de melhorar vacinas que não têm taxas de proteção muito altas”, declarou o diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, Gao Fu. 

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Gao não especificou se estava se referindo a vacinas chinesas ou estrangeiras, mas garantiu durante uma conferência concedida na cidade de Chengdu que “a inoculação com vacinas de diferentes linhas técnicas está sendo considerada”. 

Outras medidas são consideradas

Lote de vacinas contra a Covid-19
Estudos apontam que intervalos maiores podem aumentar eficácia de vacinas, como a CoronaVac. Dimitris Barletis/Shutterstock

Entre outras medidas pensadas para maximizar o processo de vacinação com o uso de imunizantes chineses, também está o aumento do número de doses e o período de intervalo entre a primeira e a segunda aplicação. 

Duas recentes pesquisas conduzidas no Brasil em relação à CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, apontaram dados de eficácia diferentes levando em consideração o período de tempo entre as doses. 

Quando o intervalo foi de menos de três semanas, o grau de eficácia aferido foi de 49,1%, que é menor que os 50% estabelecidos como padrão mínimo pela OMS. Porém, a taxa de eficiência aumentou para 62,3% quando as doses foram administradas em um intervalo de três semanas ou mais. 

Além da CoronaVac, a China tem mais outras três vacinas aprovadas para uso público e uma quinta aprovada para uso emergencial em menor escala. O plano dos chineses é de produzir 3 bilhões de doses até o final de 2021. 

Com informações da Reuters 

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