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A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou no último sábado a criação de uma resposta unificada contra a varíola dos macacos.  De acordo com a entidade, não vai mais haver diferenças entre países endêmicos e não endêmicos na divulgação de dados sobre a doença.

“Estamos eliminando a distinção entre países endêmicos e não endêmicos, informando sobre os países juntos sempre que for possível, para refletir a resposta unificada necessária”, explica o comunicado divulgado pela OMS.

Varíola dos macacos no Brasil

Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (16) que mais um caso de varíola dos macacos (Monkeypox) foi notificado no Brasil. De acordo com a pasta, o caso foi confirmado em São Paulo, após exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz. 

Segundo informações da Agência Brasil, o paciente, de 28 anos, é morador de Indaiatuba (SP) e possui histórico de viagem para a Europa. Ele segue em isolamento e apresenta estado clínico estável. O caso é monitorado pelas secretarias de saúde municipal e estadual. 

Com a adição, o país soma agora seis casos confirmados de varíola dos macacos; quatro em São Paulo, um no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Treze casos suspeitos estão sendo investigados. 

O que é a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos é da mesma família da varíola convencional, erradicada no mundo todo em 1980. A dos macacos, no entanto, é considerada bem menos grave e ocorre principalmente em países da África Central e Ocidental.

Os sintomas são febre, dor de cabeça, apatia, inchaços, dor muscular e principalmente erupções na pele, que geralmente aparecem no rosto e depois vão para outras partes do corpo como mãos e as solas dos pés. Essas lesões geram coceira antes de cicatrizarem.

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Normalmente, o período de incubação do vírus varia de sete a 21 dias. Porém, os sintomas começam a surgir entre 10 e 14 dias após a infecção. A transmissão é feita por meio de contato direto com animais ou pessoas contaminadas, além de objetos infectados.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o risco endêmico da doença é extremamente baixo, pois a doença é uma zoonose, ou seja, transmitida de animais para seres humanos.

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O Ministério da Saúde anunciou na noite deste domingo (12) que foi confirmado o terceiro caso da varíola dos macacos no Brasil. A vítima é um homem de 51 anos, residente em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. O homem havia viajado para Portugal e retornou ao Brasil na última sexta-feira (10).

O caso foi confirmado após a realização de um exame RT-PCR realizado no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. Depois da confirmação, o caso foi notificado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do Rio Grande do Sul ao Ministério da Saúde.

Paciente já foi isolado

Paciente já foi isolado e todas as pessoas com quem ele entrou em contato estão sendo procuradas para serem alertadas sobre o diagnóstico. Imagem: Irina Starikova3432 – Shutterstock

Em nota, o Ministério da Saúde informou que o homem está bem, foi isolado e está com quadro clínico estável e sem complicações. A Secretaria de Saúde de Porto Alegre informou que está monitorando o caso em si e as pessoas que entraram em contato com o homem.

“Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox [varíola dos macacos], com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos”, informou o Ministério da Saúde.

O rastreamento dos contatos do paciente não ficarão restritos ao Brasil, os passageiros que estiveram com ele durante o voo internacional também serão avisados. O processo contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Organização Mundial da Saúde (OMS) também já foi notificada sobre a confirmação.

Outros pacientes estão bem

As duas pessoas diagnosticadas com varíola dos macacos no estado de São Paulo estão bem. A informação foi divulgada pela Secretaria de Saúde do estado. Os dois pacientes estão em isolamento, um deles em casa e outro no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

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O primeiro caso da doença no Brasil foi confirmado na última quinta-feira (9). Se trata de um morador da capital paulista. Este é justamente o paciente que está no hospital. A pessoa apresenta uma boa evolução do quadro clínico. O outro paciente é um homem de 29 anos. Ele está em sua casa, localizada em Vinhedo, no interior de São Paulo.

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Alguns casos tratados como suspeitos para a varíola dos macacos, que avança pelo mundo, também são tratados como possíveis casos de varicela. As duas doenças têm muitas semelhanças, principalmente nos sintomas, que envolvem febre, dor no corpo, dor de cabeça e as características feridas na pele.

Visualmente, pode ser muito difícil diferenciar as duas condições de saúde, principalmente para leigos, mas existem formas de conseguir diferenciar a varíola da varicela. Uma delas é a observação da aparência das bolhas, que tem algumas diferenças sutis, mas perceptíveis.

Entenda o que é varíola

Homem sem camisa com brotoejas avermelhadas
Na varíola dos macacos, as bolhas nascem, crescem, secam e caem em apenas um ciclo.
Crédito: Berkay Ataseven – Shutterstock

A varíola é uma doença viral e contagiosa que é transmitida de pessoa para pessoa após contato próximo entre um paciente infectado e uma pessoa que não tem o vírus. A varíola humana foi erradicada na década de 1980, graças a um esforço de vacinação em massa realizado no mundo inteiro.

O vírus que tem se espalhado atualmente é o monkeypox, que causa a doença que se convencionou chamar de “varíola dos macacos”. Além do contato com pessoas infectadas, é possível que a doença seja transmitida dos animais, que são o repositório do vírus, com humanos, o que é mais raro.

A doença é endêmica na África Central e Ocidental, porém, tem se espalhado para fora do continente africano nas últimas semanas, o que tem preocupado bastante as autoridades de saúde. Contudo, a doença tem uma transmissibilidade relativamente baixa, assim como a taca de mortalidade.

E a varicela?

A varicela é uma doença sazonal e mais comum em crianças. Crédito: Vitalis83/Shutterstock

A varicela, conhecida popularmente como catapora, por sua vez, também é uma doença viral, mas muito mais contagiosa do que a varíola dos macacos. A condição é causada pelo vírus Varicela-Zoster e é muito mais comum em crianças. A doença é sazonal e tem maior incidência durante o inverno.

A transmissão da varicela ocorre de pessoa para pessoa por meio de tosse, espirro e gotículas de saliva. A doença também pode ser transmitida de forma indireta, pelo contato com objetos contaminados, por exemplo.

Como diferenciar

A varíola dos macacos e a varicela têm sintomas relativamente parecidos, com a pessoa infectada apresentando febre, dor no corpo, dor de cabeça. Porém, a principal diferença está na forma como as lesões se apresentam.

Nas duas doenças as lesões surgem como pequenas manchas, viram bolhas e criam uma casca, que cai algum tempo depois. Porém, na varíola dos macacos todas as bolhas nascem de uma vez só e são muito parecidas entre si. Já na catapora, as bolhas não têm um padrão e nascem em diferentes momentos da infecção, com ondas de bolhas nas fases inicial, intermediária e final da doença.

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Porém, apesar dos sintomas serem perceptíveis, é muito importante ir a um médico para que seja feita a avaliação adequada. Além do diagnóstico, um profissional de saúde é quem pode dar o melhor encaminhamento de tratamento medicamentoso para as duas condições.

Via: Diário do Nordeste

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Você já ouviu falar nos hormônios da felicidade? Existem quatro substâncias bioquímicas principais que estão associadas ao sentimento de felicidade e sensação de bem-estar: serotonina, dopamina, endorfina e oxitocina.

Apesar de serem chamadas popularmente de “hormônios da felicidade”, é importante entender que nem todas substâncias dessa lista são hormônios – embora a mesma terminação em “-ina” possa nos induzir ao erro.

Enquanto a serotonina e dopamina são neurotransmissores, a endorfina e oxitocina são hormônios. Aqui, vale apontar apenas que esses compostos bioquímicos têm formas diferentes de atuação no corpo humano.

Se você quer uma vida mais feliz, é importante você conhecer cada um desses hormônios e neurotransmissores e saber como eles funcionam no seu corpo. Afinal, diariamente há muitos gatilhos de ansiedade, estresse e tristeza no mundo que chegam até nós, inclusive pelas redes sociais.

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Serotonina: o que é e para que serve

A serotonina é um neurotransmissor que desempenha um papel importante no humor. Por isso que ouvimos falar nela quando buscamos formas para reduzir a depressão e regular a ansiedade.

Além de estar associada à felicidade, a serotonina ajuda a regular outras funções em seu corpo, como digestão, sono e saúde óssea.

Como aumentar serotonina

Mulher pratica exercício físico na academia
Praticar exercício físico é uma forma de aumentar a serotonina. Imagem: NDAB Creativity / Divulgação

A chave para aumentar a serotonina é promover sua confiança. Se você está preso em um ciclo de baixa autoestima ou tem pessoas te criticando constantemente, pode ser difícil recuperar sua confiança.

Em outras palavras, se você não priorizar sua necessidade de respeito e status, sua confiança será afetada e, por consequência, seu nível de serotonina.

“A confiança desencadeia a serotonina. Macacos tentam se superar porque estimula a serotonina. As pessoas geralmente fazem o mesmo”, explica Loretta Breuning, fundadora do Instituto do Mamífero Interior (Inner Mammal Institute em inglês) e autora do livro “Habits of a Happy Brain” (“Hábitos de um cérebro feliz”, ainda sem edição em português).

Para desenvolver sua crença no seu valor próprio, foque no que você já conquistou na vida. Outra maneira de aumentar sua confiança é praticar exercícios físicos e buscar formas de sair da sua zona de conforto.

Dopamina: o que é e para que serve

A dopamina é um neurotransmissor que está associado à motivação e recompensa. É por isso que você sente bem quando define uma meta empolgante ou importante, e por que é prazeroso alcançá-la.

“Aproximar-se de uma recompensa libera dopamina. Quando um leão se aproxima de uma gazela, sua dopamina aumenta e a energia que ele precisa para a caça é liberada. Seus ancestrais liberavam dopamina quando encontravam um poço de água”, diz Breuning.

Por outro lado, o nível baixo de dopamina (que os especialistas dizem que pode ocorrer com a depressão) pode explicar os sentimentos de baixa motivação ou perda de interesse em algo que você costumava gostar.

Como aumentar dopamina

Mulher trabalha de forma organizada em empresa
Uma forma saudável de aumentar a dopamina é estabelecer metas e dar pequenos passos em direção a elas todos os dias. Imagem: fizkes / Divulgação

A taxa de dopamina pode ser aumentada com hábitos não tão saudáveis, como beber cafeína, comer açúcar, certas drogas recreativas e até usar redes sociais. Mas, você consegue aumentá-la sem usar substâncias potencialmente prejudiciais ou viciantes.

“Abrace um novo objetivo e dê pequenos passos em direção a ele todos os dias. Seu cérebro o recompensará com dopamina cada vez que você der um passo. A repetição construirá um novo caminho de dopamina até que seja grande o suficiente para competir com o hábito de dopamina que você está melhor sem”, diz Breuning.

Endorfina: o que é e para que serve

As endorfinas são hormônios que estão reconhecidamente ligados ao exercício. Após uma corrida ou treino intensos, há uma liberação desse hormônio do prazer.

Outra característica desses hormônios é atuar como analgésicos naturais, minimizando a dor e maximizando o prazer. Isso ajuda a explicar porque um corredor não consegue perceber uma lesão até que termine o esporte.

“No estado de natureza, ajuda um animal ferido a escapar de um predador. Ajudou nossos ancestrais a correr para pedir ajuda quando feridos. As endorfinas evoluíram para a sobrevivência, não para festas. Se você estivesse com altas endorfinas o tempo todo, tocaria o fogo quente e andaria com perna quebrada”, explica Breuning.

Como aumentar a endorfina

Um dos benefícios da corrida é a liberação de endorfinas, que são hormônios da felicidade
Um dos benefícios da corrida é a liberação de endorfinas. Imagem: Jacob Lund / Shutterstock

Embora as endorfinas sejam liberadas em resposta à dor, isso não significa que você deva procurar maneiras de se machucar (como se exercitar demais ou se esforçar além de seus limites) apenas para se sentir bem.

A maneira mais gostosa de aumentar as endorfinas naturalmente é rir. Outras formas igualmente eficazes são comer chocolate amargo, assistir seu drama favorito na Netflix, malhar e meditar.

Oxitocina: o que é e para que serve

A oxitocina (também escrita ocitocina) é comumente chamada como “hormônio do amor”. Isso porque esse hormônio está associado à forma como as pessoas se unem e confiam umas nas outras.

Esse composto também é importante na contração do útero durante o parto, na amamentação e no relacionamento dos pais com o bebê após o nascimento.

Como aumentar a oxitocina

A conexão emocional é importante para liberação de oxitocina, um dos hormônios da felicidade
A conexão emocional é um aspecto importante para que a oxitocina seja liberada. Imagem: Prostock-studio / Divulgação

Certas atividades como beijar, abraçar e fazer sexo podem desencadear a liberação de oxitocina no cérebro. Mas, para além do aspecto físico, a conexão emocional é importante para que a oxitocina seja liberada.

“A confiança social é o que libera a oxitocina. Se você abraça alguém em quem não confia, não se sente bem. A confiança vem em primeiro lugar. Você pode construir a confiança social dando pequenos passos positivos em relação às pessoas”, diz Breuning.

Uma dica para aumentar a oxitocina é entrar em contato com um amigo próximo. Se você ainda não tem uma rede de confiança, entre em contato com um conhecido e construa aos poucos sua relação com ele. Outra opção é ter um animal de estimação que você possa abraçar bastante.

Via CNET

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Cientistas do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE) conseguiram sequenciar o vírus monkeypox (MPXV), causador da varíola dos macacos. O destaque do processo foi o tempo que os pesquisadores levaram para sequenciar o patógeno, apenas 18 horas.

O vírus isolado era do primeiro paciente diagnosticado com a doença no Brasil, e a alta velocidade do sequenciamento se deu por conta de uma técnica desenvolvida pela pesquisadora Ingra Morales Claro, bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Processo 45% mais rápido

Técnica desenvolvida por bolsista da Fapesp permite que sequenciamento seja mais barato e mais rápido. Crédito: MIA Studio/Shutterstock

Os resultados do sequenciamento do vírus da varíola dos macacos foram divulgados na última quinta-feira (9) na plataforma Virological, plataforma em que pesquisadores do mundo inteiro podem compartilhar informações sobre agentes infecciosos que podem causar doenças em tempo real.

“Recebemos a amostra de um paciente internado no Hospital Emílio Ribas às 16 horas de terça-feira (7) e, às 10 horas da manhã seguinte, o genoma do vírus, que tem quase 200 mil pares de bases, estava sequenciado e analisado”, contou Ingra Morales Claro. A técnica desenvolvida por ela é, em média, 45% mais rápida que as metodologias convencionais.

A importância do sequenciamento

Além de mais rápido, o processo da pesquisadora também é mais barato, podendo chegar a US$ 30 (cerca de R$ 150, na cotação atual) por amostra sequenciada. Esta técnica é comumente utilizada para o sequenciamento de vírus já conhecidos, mas em situações em que os pesquisadores não possuem os reagentes necessários, como é o caso da varíola dos macacos.

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“Quando tem início uma epidemia por um agente infeccioso novo, um dos grandes gargalos para o diagnóstico dos casos é a falta de iniciadores específicos e de controles positivos”, explica a coordenadora do projeto e professora da Universidade de São Paulo (USP), Ester Sabino.

De acordo com a pesquisadora, esta técnica pode ser útil nessas situações, já que permite a identificação de agentes infecciosos ainda desconhecidos, para os quais ainda não existem reagentes. Quanto mais cedo é detectado o primeiro caso, maior a chance de controlar um vírus emergente.

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Uma pesquisa conjunta das universidades de Lille e Estrasburgo, ambas na França, demonstrou que hábito de tomar café pela manhã pode deixar marcas profundas no cérebro. Mas calma, não é porque são marcas que elas são negativas, muito pelo contrário.

De acordo com os pesquisadores, uma xícara diária de café pela manhã não só tem um efeito despertador nas pessoas, mas também causa melhorias nas funções cognitivas. Os resultados foram publicados no Journal of Clinical Investigation e replicados na prestigiada revista Nature.

Café melhorou aprendizado e memória das cobaias

Nos testes em modelos animais, os pesquisadores analisaram os efeitos da cafeína nos neurônios e em outras células cerebrais de camundongos. Para isso, durante duas semanas, os animais foram alimentados com água com infusão de cafeína.

No final deste período, os pesquisadores analisaram o hipocampo dos roedores. Essa área é uma região do cérebro muito importante para o aprendizado e a memória. Nos roedores que receberam cafeína, houve uma mudança significativa na atividade das células cerebrais.

Efeitos potencialmente duradouros

Em resumo, houve uma redução na síntese de proteínas no metabolismo, ao mesmo tempo que as proteínas relacionadas à sinalização e plasticidade dos neurônios ficaram mais ativas. As cobaias também foram submetidas a algumas tarefas de aprendizagem.

Isso permitiu aos cientistas aumentarem a atividade genética de processos importantes, como a formação de memórias, nos camundongos que tomaram café. E esse efeitos foram bastante duradouros, já que novos testes foram feitos duas semanas depois.

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Nestes novos testes, a equipe analisou novamente o hipocampo dos camundongos, mesmo depois que eles tinham parado de receber café diariamente. As mudanças permaneceram, o que sugere que a cafeína pode causar alterações duradouras no cérebro.

Via: Gizmodo

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Um novo tipo de coronavírus, que tem sido chamado informalmente de vírus Grimsö, foi encontrado em parte considerável de uma população de roedores. De acordo com os pesquisadores, este vírus pode se espalhar rapidamente entre os animais e até mesmo saltar para humanos.

Ainda não se sabe se o vírus Grimsö é ou não perigoso para os humanos, porém, segundo os cientistas, as descobertas são um bom lembrete de que é necessário monitorar esses patógenos na vida selvagem, em especial os que são transportados por animais que vivem próximos aos humanos.

“Com base em nossas observações e coronavírus anteriores identificados entre ratos do banco, há boas razões para continuar monitorando o coronavírus entre roedores selvagens”, diz o virologista Åke Lundkvist da Universidade de Uppsala, na Suécia.

Contato dos roedores com humanos tende a aumentar

Na Europa, não é incomum encontrar esses roedores tentando se abrigar do frio durante o inverno. Crédito: Frank Vassen/Shutterstock

As chamadas ratazanas do banco (Myodes glareolus) estão entre os roedores mais comuns do continente europeu e, por muitas vezes, seus caminhos se cruzam com o dos humanos. Além do Grimsö, eles também são hospedeiros do vírus Puumala, que causa uma febre hemorrágica em humanos.

Estes pequenos roedores costumam buscar refúgio em edifícios humanos quando experimentam condições adversas de temperatura, como o frio extremo. Isso aumenta significativamente o risco de contaminação por doenças que têm esses animais como hospedeiros.

Porém, por conta do ritmo acelerado das mudanças climáticas e da destruição do habitat das ratazanas do banco, é provável que a interação desses roedores com os humanos só aumente no futuro. Com isso em mente, desde 2015 os pesquisadores da Universidade de Uppsala têm observado esses animais.

3,4% de ratos infectados

Ao testar 450 ratazanas selvagens da região de Grimsö, a oeste de Estocolmo, 3,4% dos animais apresentaram resultados positivos para um tipo até então desconhecido de betacoronavírus. Este tipo de coronavírus, geralmente, é encontrado em roedores e morcegos, podendo pular para humanos.

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Os pesquisadores encontraram várias cepas distintas do vírus Grimsö circulando entre as populações de ratos do banco. Segundo os pesquisadores, há um mau sinal neste possível patógeno, já que ele apresenta características que o colocam como facilmente adaptável a novos hospedeiros e habitats.

Via: Science Alert

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Um tratamento experimental realizado em uma mulher com câncer de pâncreas do estado do Oregon, nos Estados Unidos, causou um encolhimento considerável dos tumores. O experimento também foi capaz de melhorar o desempenho das células imunológicas da paciente.

A paciente, identificada como Kathy Wilkes, disse que não está curada do câncer, mas que o que sobrou de seus tumores não apresentou sinais de crescimento desde o tratamento único, realizado em junho de 2021. Segundo ela, o tratamento experimental era sua última esperança, depois da ineficácia da quimioterapia.

O método utilizado em Wilkes foca em aproveitar o sistema imunológico em uma espécie de criadouro de “drogas vivas” capazes de rastrear e destruir tumores. De acordo com os pesquisadores, esta é a primeira vez que um tratamento deste tipo funciona contra um câncer complicado como o de pâncreas.

Ainda há muito a se fazer

Segundo Josh Veatch, do Centro de Pesquisa em Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, este é apenas o primeiro passo e ainda são necessárias outras pesquisas. Segundo ele, que não esteve envolvido no estudo, Wilkes é a segunda pessoa a usar este tratamento experimental, que falhou no outro paciente.

As células T são os “soldados” do sistema imunológico e têm a capacidade de matar células doentes, no entanto, não é incomum que o câncer escape delas. A abordagem de fortalecimento das células T não é exatamente uma novidade, tendo sido usada contra alguns tipos de leucemia e linfoma.

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Porém, esse tipo de abordagem não é muito funcional contra tumores sólidos mais comuns, como é o caso do câncer de pâncreas. Aí é que entra a novidade do tratamento experimental usado em Wilkes: as células T foram modificadas geneticamente para rastrear uma proteína mutante escondida nas células tumorais.

Tratamento focado e menos agressivo

Tratamento é mais focado e menos agressivo que a quimioterapia, por exemplo. Crédito: Yurchanka Siarhei/Shutterstock

O diferencial é que essa proteína não existe em células saudáveis, o que torna o tratamento mais focado e menos agressivo. Para isso, são analisadas estruturas localizadas na superfície das células, que dão ao sistema imunológico uma prévia das proteínas que estão dentro delas.

Esta abordagem é conhecida como terapia do receptor de células T, ou TCR. Esta abordagem é altamente experimental, mas o ocorrido com Kathy Wilkes dá aos pesquisadores um enorme otimismo de que estão no caminho certo para um tratamento revolucionário contra diferentes tipos de câncer.

Via: Medical Xpress

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão que regulamenta os planos de saúde no Brasil, aprovou a inclusão de seis terapias orais contra diferentes tipos de câncer à lista de procedimentos de cobertura obrigatória para os convênios médicos no país.

Após a decisão, as operadoras de planos de saúde terão até o próximo dia 9 para começar a oferecer os tratamentos contra o câncer para todos os seus beneficiários que eventualmente precisarem. As terapias aprovadas abrangem uma ampla gama de abordagens no tratamento de tumores.

Diferentes cânceres e diferentes abordagens

As terapias aprovadas envolvem quatro tratamentos contra o câncer, o acalabrutinibe, por exemplo, poderá ser usado para tratamento de pacientes adultos com leucemia linfocítica crônica (LLC), como uma primeira linha de tratamento;

O acalabrutinibe também é útil para adultos com LLC recidivada ou refratária, e para adultos com linfoma de células do manto (LCM) que receberam pelo menos uma terapia anterior.

Outros tratamentos incluídos

Também foram incluídas terapias que usam a apalutamida e a enzalutamida, usados para tratamento de câncer de próstata metastático sensível à castração (CPSCm). Outro medicamento que entra no rol é o lorlatinibe, para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC).

Nos tumores CPNPC, sejam localmente avançados, seja metastático que seja positivo para quinase de linfoma anaplásico (ALK), o lorlatinibe pode ser utilizado como um tratamento de primeira linha.

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De acordo com a ANS, o rol de terapias contra o câncer tem mais de 3 mil tecnologias em saúde com cobertura obrigatória para os planos de saúde. Para ter acesso à eles, é necessários que a contratação tenha sido realizada após 2 de janeiro de 1999, ou que tenha havido uma adaptação à lei 9.656/98;

Via: Época

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Uma equipe de pesquisadores de instituições nos EUA e Japão desenvolveu um novo tipo de vacina que ajuda o sistema imunológico a destruir tumores cancerígenos. O artigo foi publicado na revista Nature alguns dias atrás, e descreve a nova vacina e seus efeitos em cobaias animais.

A nova vacina funciona eliminando uma das principais estratégias de defesa usada pelos tumores, abrir caminho na superfície de células T. Essas células são implementadas quando o corpo detecta um tumor em crescimento e alerta o sistema imunológico. Os tumores se fixam nas proteínas MICA e MICB na superfície das células T e as estouram, ficando livres para crescer. A nova vacina funciona intercedendo nesse processo, impedindo que o tumor estoure as células imunológicas enviadas para matá-lo. A vacina aumenta a densidade de proteínas na superfície das células cancerígenas, o que os pesquisadores descrevem como “incitar a imunidade protetora”.

Recentemente, pesquisadores vêm explorando diversas vacinas contra o câncer. A vacina para HPV, por exemplo, já reduz bastante o risco de câncer cervical. Nesta vacina para câncer, os pesquisadores desenvolveram um processo mais generalizado, que eles acreditam que pode ser usado contra vários tipos de tumor.

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Segundo o estudo, a vacina se mostrou segura para camundongos e macacos-rhesus. Os pesquisadores apontaram que a vacina funciona ainda melhor quando usada em conjunto com radioterapia. Agora começa o processo clínico para testar a nova vacina contra tumores em humanos.

Via MedicalExpress

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