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O câncer de próstata é um tipo de câncer muito comum nos homens, ainda mais após os 50 anos de idade. Infelizmente, a doença é tão comum que causou a partida do ator James Michael Tyler, conhecido por ter interpretado Gunther na famosa série ‘Friends’. Ele morreu neste domingo (24), aos 59 anos.

O ator lutava contra um câncer de próstata e teve a morte confirmada pela família. De acordo com o site TMZ, ele faleceu em sua casa, localizada em Los Angeles. Fãs, amigos e familiares lamentam a morte de James Michael Tyler, o qual alertou sobre a importância do diagnóstico para evitar o pior da doença.

James Michael Tyler
James Michael Tyler – Imagem: Twitter

Isso porque o câncer cresce devagar e costuma não produzir sintomas logo na fase inicial. Sendo assim, é muito importante a presença dos exames para confirmar o status de saúde da próstata. Os exames devem ser feitos a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos, quando já existe histórico na família.

Além disso, sintomas como dor ao urinar ou dificuldade para manter a ereção é um sinal para consultar um urologista. Até porque os sintomas só aparecem quando o câncer se encontra em uma fase mais avançada, para poder rastrear, exame de sangue PSA e o toque retal são essenciais.

Veja como identificar o câncer antes do estágio avançado

Por mais que o câncer de próstata não demonstre sintomas em estágio inicial, há alguns finais que indicam a doença e que podem aparecer em estágio avançado:  

  • Micção frequente;
  • Fluxo urinário fraco ou interrompido;
  • Vontade de urinar frequentemente à noite;
  • Sangue na urina ou no sêmen;
  • Disfunção erétil;
  • Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos se a doença se disseminou;
  • Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Ademais, é importante manter o médico informado sobre qualquer tipo de sintomas para que a causa seja diagnosticada antes de estar em um estágio muito avançado e já pode iniciar o tratamento. Segundo o Instituo Nacional de Câncer (INCA), o diagnóstico precoce é uma boa estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial, podendo ser ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos.

No Brasil, o câncer de próstata se tornou o segundo mais comum entre os homens, depois do câncer de pele não-melanoma. Além de que a taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento, sendo que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

O aumento nas taxas de incidência no Brasil pode ser justificado – em parte – pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida, alertou o INCA.

James Michael Tyler morre aos 59 anos de câncer de próstata

Em junho deste ano, James Michael Tyler revelou que havia sido diagnosticado com câncer de próstata e estava em estágio avançado. Infelizmente, a descoberta foi tardia e a doença já se espalhou para seus ossos, tanto que naquele período, o artista não conseguia mais andar. 

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Como o impacto da pandemia na saúde mental só aumenta e prevalece afetando as pessoas, os psicólogos relatam um grande crescimento na demanda por tratamento de ansiedade e depressão em comparação com o ano passado, de acordo com uma nova pesquisa da American Psychological Association (APA).

Muitos psicólogos também disseram que aumentaram a carga de trabalho e as listas de espera mais longas do que antes da pandemia. “À medida que mais pessoas procuram tratamento para problemas de saúde mental, as demandas por psicólogos aumentam”, disse Arthur C. Evans Jr., CEO da APA.

Mais de 8 em cada 10 psicólogos que tratam de transtornos de ansiedade disseram ter visto um aumento na procura por tratamento de ansiedade desde o início da pandemia causada pela Covid-19. Ademais, a demanda por tratamento de depressão também está alta, já que 72% dos profissionais que tratam de transtornos depressivos afirmando ter notado um aumento, em comparação com 60% em 2020.

Outras áreas de tratamento com maior demanda incluem transtornos de sono-vigília, transtornos obsessivo-compulsivos e relacionados , e transtornos relacionados ao uso de substâncias e dependência, revelou a pesquisa.

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Com isso, neste ano, o número de psicólogos que relatou ter recebido mais referências quase dobrou em relação ao ano passado (de 37% em 2020 para 62% neste ano). Sendo assim, quase 7 em cada 10 psicólogos com uma lista de espera falaram que ela havia crescido desde o início da pandemia. 

Com os indicadores sugerindo que muitos psicólogos estão trabalhando na capacidade ou além dela, mais de 4 em cada 10 relataram ser incapazes de atender à demanda de tratamento e 46% disseram que se sentiam esgotados.

“Esses números destacam o que dizemos desde os primeiros dias da pandemia – estamos enfrentando um tsunami de saúde mental “, disse Evans. De acordo com ele, “precisamos continuar apoiando o tratamento e devemos investir em triagem, prevenção e intervenções inovadoras para expandir o acesso a vários níveis de atendimento”.

Além disso, 96% dos psicólogos disseram que o atendimento virtual durante a pandemia comprovou a eficácia como ferramenta terapêutica e 93% afirmaram que pretendem continuar oferecendo esse serviço como opção.

Fonte: Medical Xpress

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A desenhista industrial alemã Rebecca Weiss desenvolveu um dispositivo inovador e que pode ser a solução para homens que não desejam ser pais. Trata-se de uma espécie de “banho” ultrassônico para os testículos, que pode funcionar como o tão aguardado anticoncepcional masculino.

Atualmente, o planejamento familiar e os métodos contraceptivos são muito baseados nas mulheres. Um exemplo disso são as pílulas anticoncepcionais e o dispositivo intrauterino (DIU). Os homens, por sua vez, não possuem uma opção parecida para contracepção de médio e longo prazo.

Poucas opções para os homens

Hoje, a única coisa que pode ser chamada de “anticoncepcional masculino” é a vasectomia. A cirurgia é bastante segura e eficaz para prevenir a paternidade. Porém, a reversão da cirurgia é algo bastante complexo, então, os homens precisam pensar muito bem antes de se submeter a essa intervenção.

Com isso em mente, Weiss pensou em um método contraceptivo masculino. O insight da designer industrial veio depois que ela se viu com sérios problemas de saúde. A inventora desenvolveu células cancerígenas no colo do útero em decorrência do uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

Com esse diagnóstico, Weiss se viu impedida de utilizar qualquer medicamento que carregasse hormônios femininos na fórmula, como progesterona e estrogênio. Sem opções no mercado, ela decidiu inventar o que poderia ser a solução para os problemas dela e de muitas outras mulheres.

Com vocês, o Coso

Dispositivo que pode se transformar no anticoncepcional masculino
Dispositivo promete ser de fácil utilização e indolor. Crédito: Rebecca Weiss/Divulgação

O Coso, que é como Rebecca Weiss batizou seu invento, tem a aparência de uma banheira e o tamanho de uma caneca. Ele emite ondas de ultrassom, que interrompem temporariamente a regeneração dos espermatozóides por até duas semanas.

Com isso, a contagem de esperma do usuário fica bastante baixa, o que torna o produto uma espécie de anticoncepcional masculino, já que deixa a pessoa livre para fazer sexo, sem o risco de engravidar a parceira, durante cerca de 15 dias.

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A utilização é bastante simples, para ativar as ondas de ultrassom, o usuário precisa encher o Coso com água morna e colocar os testículos dentro. Até o momento, o mecanismo obteve sucesso nos testes com animais, mas ainda não foi aplicado em humanos.

Próximos passos

Além de designer industrial, Rebecca Weiss também estudou fertilidade masculina como parte de seu trabalho de conclusão de curso na Universidade Técnica de Munique. Agora, ela busca financiamento para seguir com suas pesquisas e evoluir para os testes em humanos.

A inovação, inclusive, foi premiada com o prêmio internacional James Dyson, que é um dos prêmios mais importantes das áreas de engenharia e desenho industrial.

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Sobrepeso, sedentarismo, consumo exagerado de álcool e de cigarro, maternidade depois dos 30 anos, ter mais de 40… Essas são algumas das condições mais comuns entre as pessoas diagnosticadas com câncer de mama, o segundo com maior número de incidências no Brasil (atrás apenas do câncer de pele). 

Mas, isso quer dizer que quando a mulher não se enquadra em nenhum desses perfis, não é preciso se preocupar? Não é bem assim.

Ao conhecer a história da Relações Públicas e influencer Leticia Prates, de 33 anos, você abrirá sua mente e entenderá que, embora existam os chamados grupos de risco para a doença, ninguém está totalmente isento de contraí-la. 

Letícia Prates aos 25 anos, quando foi diagnosticada com câncer de mama (esquerda). Hoje, aos 33, totalmente livre da doença. Imagem: Arquivo pessoal

“Fui diagnosticada aos 25 anos e estou aqui pra dizer que uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter câncer de mama”, declarou Letícia em entrevista ao Olhar Digital. “É muita gente, e a doença está cada vez mais comum entre jovens”. 

Segundo Letícia, exatamente pela pouca idade com que percebeu uma “bolinha” em seu seio esquerdo, a primeira médica com quem se consultou, sua ginecologista desde a adolescência, não considerou a possibilidade de um tumor. “Pare de ser hipocondríaca”, teria dito, em tom de brincadeira, para acalmar a paciente, que insistia em remover o caroço. 

“Depois de muita insistência de minha parte, ela concordou em fazer uma cirurgia para remover essa bolinha, que crescia em larga escala. Durante a cirurgia, o patologista já notou que se tratava de um câncer e pediu exames específicos. Em 15 dias, tive o resultado desses exames, que comprovaram que eu tinha um carcinoma invasivo grau 2”, relata a jovem.

Ela conta que estava tão ansiosa para retirar logo aquilo de seu corpo, que nem teve tempo de sentir o impacto estético da cirurgia. “Eu estava tão nervosa pra tirar logo o câncer de mim, que achei um alívio”, recorda-se. “Logo, já fiz a reconstrução”. 

“Claro que não é o sonho de ninguém perder um pedaço de si, qualquer que seja, na juventude. Principalmente, a mama para uma mulher”, diz Letícia. “Mas é super possível e importante manter o amor próprio e a autoestima, independentemente do seu corpo físico”, acredita. “Afinal, ser ‘gostosa’ é um estado de espírito e não um formato de corpo”. 

Ideia de criar websérie surgiu da falta de referências jovens que tinha na época em que descobriu o câncer

Letícia conta sua história em uma websérie de sete episódios em seu perfil no Instagram: “As 7 etapas do Câncer”, que também está disponível no YouTube. 

Por causa desse trabalho, ela foi convidada pela Câmara Municipal de São Paulo para ser protagonista de uma outra série, chamada “A Caminho da Remissão”, material que faz parte da campanha Outubro Rosa da casa legislativa.

“A websérie ‘As 7 etapas do câncer’ foi a maneira que encontrei de compartilhar minha história e reunir jovens com câncer para formar uma rede de apoio. Lá em 2014, eu busquei outros jovens com a doença e não localizei. Pretendo ser a ‘amiga veterana de guerra’ que desejei ter quando tive o diagnóstico e durante o tratamento”, explica Letícia, que hoje tem cerca de 1,4 mil seguidores. 

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“Pela iniciativa da websérie e pela forma diferente com que falo sobre o tema, recebi esse convite da Câmara, para fazer uma série adaptada em três episódios”. Segundo Letícia, a série, que está disponível no canal da Câmara no YouTube, está programada para ser transmitida nos três últimos domingos deste mês. O primeiro episódio já está no ar, além do teaser abaixo.

Nas duas webséries, Letícia conta sua história, desde o diagnóstico até hoje, além de fornecer informações importantes sobre o câncer de mama, para conscientização da população. 

“Graças aos avanços da ciência e ao SUS”, Letícia está zerada

Depois de passar por diversos ciclos de quimioterapia, radioterapia, metástase nos ossos e linfonodos, atualmente Letícia está totalmente “zerada”, em suas palavras. “Sigo zerada graças aos avanços da ciência e ao SUS (Sistema Único de Saúde)”, revela a jovem.

Em tratamento quimioterápico contra o câncer, Letícia perdeu os cabelos. Imagem: Arquivo pessoal

“Hoje em dia, 95% dos casos de mama são curáveis quando detectados no começo. Sendo assim, hoje você tem 95% de chance de sobreviver ao câncer de mama com os novos tratamentos”, afirma Letícia, ressaltando que o câncer é uma doença crônica, como diabetes, hipertensão ou asma, logo, não tem cura. “Porém, é possível deixar a doença inativa por muitos anos e seguir uma vida completamente saudável. Eu sou muito mais saudável depois do câncer, cuido melhor da minha alimentação e faço exercícios físicos regularmente, por exemplo”. 

Letícia alerta sobre a importância do autoexame das mamas. “O autoexame é importantíssimo. Por meio dele, a pessoa passa a se conhecer melhor seu próprio corpo, o que permite perceber qualquer alteração o quanto antes. Mas, ele não substitui a mamografia e/ou o ultrassom, que devem ser realizados anualmente, e, diria eu, não espere os 40 para fazer”.

Mesmo nos momentos mais difíceis de sua luta contra a doença, Letícia procurou manter o bom humor e a tranquilidade, principalmente por causa do pai, Jaime, que já havia enfrentado – com sucesso! – um câncer (no intestino, com metástase dez anos depois), e da mãe, Luciana, que alguns anos depois também recebeu o mesmo diagnóstico dele.

Mesmo com esse histórico familiar, Letícia conta que, no seu caso, o câncer de mama não foi hereditário. Ela soube disso fazendo uma investigação genética.

Cheia de sonhos a realizar e objetivos a alcançar na vida, Letícia é um exemplo de superação e autocuidado: “Costumo dizer que ninguém escolhe onde vai nascer, que cara vai ter, altura, cor dos olhos,  nem as cicatrizes que vai ganhar ao longo da vida. Ou seja, nossa aparência não é escolhida por nós. A gente escolhe ser bacana ou babaca. Tem gente que escolhe ser babaca e julgar pessoas por coisas que elas nem escolheram. Eu prefiro a essência da vida, as escolhas que cada um faz, quando uma situação se apresenta. Você pode escolher chorar, desistir, sorrir, cantar, dançar. Enfim, somos seres únicos. Eu acho isso lindo! Até mesmo gêmeos idênticos têm diferenças. Só existe uma Letícia Prates no mundo, essa sou eu, meu corpo e essa é minha história, da qual tenho orgulho”. 

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Uma nova pesquisa revelou as diferenças no mecanismo por trás da resistência do câncer à principal classe de drogas anticâncer que são conhecidas como análogos de nucleosídeos. As moléculas possuem as informações genômicas que podem ser quimicamente modificadas para fazer com que inibam a formação de DNA em células cancerosas, fazendo com que as células morram. 

Por outro lado, a presença da enzima SAMHD1 auxilia na resistência do câncer a esse tratamento. Os pesquisadores da Escola de Biociências da Universidade de Kent e Instituto de Virologia Médica da Goethe-University conseguiram novos avanços no combate das as células imunes ao tratamento de câncer.

A pesquisa mostrou diferenças nos mecanismos de resistência entre as células de leucemia que não respondem imediatamente ao tratamento e aquelas que desenvolveram resistência ao longo do tempo.

Em células que não respondem imediatamente ao tratamento, a resistência foi encontrada em altos níveis de SAMHD1. Enquanto, por outro lado, a equipe descobriu que as células que desenvolveram resistência incluem a enzima DCK, que está envolvida na ativação de análogos de nucleosídeos e isso pode ajudar a informar outros tratamentos para o câncer no futuro.

“As diferenças entre os mecanismos de resistência são um grande passo para entender por que determinadas terapias não têm sucesso em destruir as células cancerosas e nos ajudarão a desenvolver melhores terapias contra o câncer”, concluiu o professor Martin Michaelis, da Universidade de Kent.

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Fonte: Medical Xpress

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Um coquetel de medicamentos oferecido por cientistas do Instituto de Pesquisa do Câncer de Londres (ICR) pode ter sido capaz de erradicar tumores que foram classificados como intratáveis. Alguns pacientes, inclusive, já vinham recebendo tratamentos paliativos, com cânceres terminais na cabeça e pescoço.

O tratamento consiste em um coquetel de dois medicamentos, onivolumabe e o ipilimumabe. O primeiro é indicado para tratamento de câncer de pulmão e, o segundo, para alguns tipos de câncer de pele. A combinação pareceu diminuir tumores em pacientes com câncer em estágio avançado.

Resultados animadores

Alguns dos pacientes saíram praticamente livres do câncer e os participantes sobreviveram, em média, três meses a mais do que os que receberam tratamentos quimioterápicos tradicionais. Isso pode significar uma opção a mais para pessoas desenganadas ou que não teriam muitas opções viáveis.

Um dos pacientes, identificado como Barry Ambrose, disse que não exitou em participar dos testes. Segundo ele, seu diagnóstico era de um câncer incurável na garganta, que havia se espalhado para os pulmões. Para ele, os testes com o coquetel eram uma espécie de tábua de salvação.

O tratamento foi eficaz em limpar a garganta de Ambrose depois de um período de oito semanas. Em seguida, ele foi submetido a quimioterapia e uma cirurgia para eliminação do câncer nos pulmões. Hoje, ele diz viver uma vida normal, em que pode velejar e andar de bicicleta.

Cautela necessária

comprimidos
Cientistas que analisaram os resultados das pesquisas pediram cautela. Crédito: Shutterstock

Apesar dos resultados muito animadores, o destino com o coquetel de drogas como um tratamento clínico usado amplamente em pacientes de câncer ainda é bastante incerto. Os resultados da fase três não tiveram resultados estatisticamente relevantes em todos os pacientes.

Essa é a medida usada pelos cientistas para determinar se um tratamento teve ou não algum efeito prático ou se as recuperações aconteceram por acaso. O não cumprimento dessa etapa de referência não pode dar aos cientistas a certeza de que foi o coquetel de drogas que eliminou os tumores.

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Apesar da falta de significância estatística, esses resultados são clinicamente significativos”, disse ao The Guardian o professor de terapias biológicas do ICR, Kevin Harrington. Porém, ainda será necessário um acompanhamento mais longo para averiguar como será a sobrevida dos pacientes.

Via: Futurism

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Cerca de 85% dos militares que foram expostos a eventos traumáticos os colocou em risco elevado de transtorno de estresse pós-traumático ( também chamado de PTSD). Embora muitos deles sejam resilientes, um novo estudo descobriu que as pessoas com exposição ao trauma experimentam maiores memórias e sintomas de estresse quando se aproximam da morte.

“Quando o estresse e uma doença grave ocorrem ao mesmo temo, o PTSD pode afetar o tratamento, o enfrentamento e os sintomas comuns do fim da vida”, explicou a autora, Anica Pless Kaiser, psicóloga de pesquisa clínica do National Center for PTSD at the VA Boston Healthcare System.

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Em um esforço para entender melhor quais sintomas de estresse foram experimentados, os pesquisadores conduziram 10 grupos de foco com médicos de cuidados paliativos e hospícios que prestam cuidados aos pacientes

Os médicos relataram observar muitos sintomas e comportamentos nesta população consistentes com a revivência de eventos traumáticos, como memórias ruins, pesadelos e sofrimento psicológico.Além disso, eles também observaram que a revivescência às vezes ocorria em conjunto com demência ou delírio.

De acordo com os pesquisadores, o trabalho é importante porque pouco se sabe sobre a aparência do estresse pós-traumático em pessoas que estão no fim de suas vidas, sendo por isso que pesquisas futuras são necessárias, para compreender e avaliar os cuidados.

 “Alguns provedores podem não reconhecer o estresse pós-traumático ou não serem treinados em como avaliar e responder apropriadamente. As abordagens terapêuticas existentes podem precisar ser modificadas para abordar as preocupações morais, espirituais e existenciais que são frequentemente encontradas quando a morte se aproxima”, concluiu Pless Kaiser .

Fonte: Medical Xpress

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Um grupo de pesquisadores desenvolveu um novo spray fluorescente capaz de iluminar o tecido canceroso. Isso pode ajudar bastante os médicos que precisam realizar cirurgias de remoção de tumores, algo que pode ser bastante complicado em algumas ocasiões.

O prognóstico de pacientes de câncer que passam por cirurgias, em geral, é melhor se o cirurgião remover todo o conteúdo do tumor. Porém, em muitas ocasiões, é bem difícil dizer onde termina um tumor e onde começa o tecido saudável.

Hoje, os médicos tendem a usar a visão e o toque para identificar qual tecido é canceroso e qual não é, porém, essa abordagem acaba deixando passar alguns tumores menores ou células doentes que estejam nas margens entre um tumor e um tecido saudável.

Métodos muito invasivos

A cirurgia guiada por fluorescência pode deixar essa diferença mais clara para os cirurgiões. O método tem como base sondas fluorescentes que têm como alvo o tecido canceroso. Ao ter contato com as células tumorais, o spray produz luminescência, o que aumenta a sua visibilidade.

Hoje, já existem métodos que usam compostos fluorescentes na remoção de cânceres, mas não em spray. Por isso, esses compostos precisam ser administrados com alguma antecedência, o que exige um período de internação hospitalar mais longo, além de não revelarem tumores menores.

Outro ponto negativo é a necessidade de injeção de grandes doses desses compostos, o que exige uma lavagem para retirar o excesso de corante aplicado. Para otimizar esse processo, o professor Ching-Hsuan Tung e sua equipe pensaram em desenvolver um spray fluorescente.

Melhor um spray

Tumores iluminados por spray fluorescente
Spray foi capaz de iluminar tumores de até 1mm em apenas uma hora. Crédito: Ching-Hsuan Tung/ACS Sensors

Em um primeiro momento, a equipe de Tung usou um composto já existente. O produto permanece quase invisível em contato com o pH neutro de tecidos saudáveis. Porém, ao entrar em contato com o pH ácido dos tumores, apresenta uma fluorescência bastante intensa.

Este composto só funcionou da maneira esperada quando foi injetado, ao ser aplicado como spray, o produto não produziu os sinais desejados. Com isso, a equipe fez algumas alterações pontuais na composição química do produto, o que possibilitou a transformação em spray fluorescente.

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Após ser aplicado no local, o produto apresentou a fluorescência esperada e delineou as bordas dos tumores de camundongos em alguns minutos, sem a necessidade de lavagem posterior. Ao ser aplicado no abdômen, foi possível delimitar tumores de ovário com até 1mm de diâmetro.

Via: Medical Xpress

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As autoridades deram o sinal verde para os primeiros cigarros eletrônicos nos Estados Unidos, com o argumento que os produtos de vaporização da RJ Reynolds podem ajudar os fumantes a largarem o vício. A decisão é parte da iniciativa da Food and Drug Administration (FDA) de trazer o embasamento científico para a indústria de vaporização multibilionária.

A agência reguladora disse que os dados apresentados mostraram que os cigarros eletrônicos ajudaram os fumantes a parar de fumar ou reduzir o uso de cigarros, que inclusive é a principal causa de morte evitável nos Estados Unidos.

Em setembro, a agência informou que rejeitou pedidos de mais de um milhão de cigarros eletrônicos e produtos relacionados, por conta do seu potencial apelo para adolescentes. Por outro lado, os reguladores atrasaram as decisões sobre as principais empresas de vaporização.

A decisão da FDA se aplica para dispositivos recarregáveis e seus cartuchos de nicotina com sabor de tabaco da marca Solo Power da Vuse. A agência ainda está analisando o pedido para vender uma fórmula de nicotina com sabor de mentol.

Mão segurando um vape com fumaça saindo do bico do equipamento
IA para cigarros eletrônicos pode ajudar fumantes a largarem o vício. Crédito: Amani A/Shutterstock

“As autorizações de hoje são um passo importante para garantir que todos os novos produtos de tabaco passem pela avaliação científica pré-comercialização da FDA”, explicou Mitch Zeller, diretor do centro de tabaco do FDA, através de um comunicado.

Há mais de uma década, os cigarros eletrônicos apareceram pela primeira vez nos Estados Unidos com a promessa de fornecer aos fumantes uma alternativa menos prejudicial ao vício. 

“Os dados do fabricante demonstram que seus produtos com sabor de tabaco podem beneficiar fumantes adultos viciados que mudam para esses produtos, seja completamente ou com uma redução significativa no consumo de cigarros”, concluiu.

Sendo assim, existem poucos estudos sobre se os cigarros eletrônicos realmente ajudam as pessoas a pararem de fumar, por isso, os esforços para começar a examinar os produtos de vaporização e também suas reivindicações.

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Só nos últimos anos, o cenário de cigarros eletrônicos cresceram para incluir centenas de empresas que vendem uma variedade de dispositivos e soluções de nicotina em vários sabores. Portanto, para se manter no mercado, as empresas precisam mostrar que os seus produtos beneficiam a saúde, o significa provar que os fumantes usam os produtos que ajudam parar ou reduzir o hábito de fumar.

Fonte: Medical Xpress

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades locais estão analisando um novo caso de ebola na República democrática. Na última sexta-feira (8), o Ministério da Saúde do país informou que um menino de três anos que foi hospitalizado com a doença faleceu no dia 6 de outubro.

Depois do ocorrido, cerca de 100 pessoas que podem ter sido expostas ao vírus foram identificadas e estão sendo monitoradas. Um relatório apontou que três vizinhos da criança também apresentaram sintomas de ebola e faleceram. Porém, ao contrário do menino, não foram testados para a doença.

A criança morava na região de Butsili, localizada na província de Kivu do Norte. Através de um comunicado, a diretora regional da OMS na África, Matshidiso Moeti, explicou que o fato de o local já ter sido atingido por outros surtos no últimos anos, “criou uma experiência local e de conscientização da comunidade, abrindo caminho para uma resposta rápida”.

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A República Democrática do Congo já registrou 12 surtos de ebola desde que uma equipe de pesquisadores belgas descobriu o vírus, no ano de 1976, incluindo a última ocorrência em maio de 2021.

Butsili fica perto de Beni, que é uma cidade que foi um dos epicentros de um dos surtos mais graves e letais do vírus, entre 2018 e 2020. De acordo a OMS, não é incomum que casos esporádicos aconteçam, “mas é muito cedo para dizer se este está caso relacionado aos anteriores”.

Fonte: O Globo

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