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Pode parecer o enredo de um filme, mas é real. Um britânico jogou fora, por engano, um disco rígido que contém o caminho para recuperar 7 mil e 500 bitcoins, avaliados hoje em 1 bilhão e 200 milhões de reais.

O caso ocorreu em 2013 e, desde então, James Howells, que ficou famoso pelo triste engano, procura pelo dispositivo. Agora, ele decidiu apostar em alta tecnologia para ter êxito na busca.

Howells acredita que a fortuna está em um lixão de Newport, no País de Gales, onde ele reside, e contratou especialistas em recuperação de dados de diversas partes do mundo, bem como ambientalistas e engenheiros, para tentar remover até 400 mil toneladas de lixo em busca do valioso HD.

E tudo isso somado a novas tecnologias de varredura por raio-X e inteligência artificial.

Mas a operação que custaria pelo menos 800 mil dólares foi barrada por autoridades de Newport, que não aprovaram a busca para evitar danos ao meio ambiente. E ainda por cima alertaram que, caso o disco seja encontrado, nenhum valor vai ser pago a Howells.

Em janeiro deste ano, Howells chegou a oferecer uma recompensa de 75 milhões de dólares para quem encontrasse o disco, mas não obteve sucesso.

O azarado britânico jogou o equipamento no lixo por engano, enquanto fazia uma limpeza no escritório. Haja azar, não é mesmo?

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Não satisfeita com toda a poluição dentro do planeta, a humanidade também deixa rastros ao redor da Terra. Cada vez mais a quantidade de lixo aumenta em órbita. Para tentar mitigar o problema, o bilionário sul-africano Elon Musk sugeriu uma nave espacial.

No último sábado (3), um seguidor questionou o CEO da SpaceX se a empresa pensou em algum modo de recolher fragmentos da órbita. Afinal, o excesso de lixo espacial pode prejudicar o lançamento de foguetes no futuro, além do perigo que representam para os astronautas.

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“Nós podemos voar com a Starship pelo espaço e engolir os destroços com a porta da carenagem em movimento”, respondeu Elon Musk. A espaçonave citada pelo CEO é justamente a que está sendo desenvolvida para levar os primeiros seres humanos até o planeta Marte.

Quando em órbita, a Starship pode abrir duas portas gigantescas, como o bico de um pássaro, para liberar cargas úteis de dentro. É justamente esse mesmo mecanismo que poderá ser usado para recolher o lixo espacial. Esse local para armazenamento tem cerca de 9 metros de diâmetro.

Essa não foi a primeira vez que a ideia foi lançada. Em outubro do ano passado, Gwynne Shotwell, presidente e COO da SpaceX, afirmou que poderia ser possível lançar a nave para chegar até esses restos vagando em órbita e recolher o lixo.

Starship SN15 é mostrada alçando voo em teste feito pela SpaceX
A Starship é desenvolvida para levar missões até Marte. Imagem: SpaceX/Divulgação

“Não vai ser fácil, mas acredito que a Starship oferece a possibilidade de ir e fazer isso e estou muito animada com isso”, destacou a COO da SpaceX, em entrevista à revista Time.

Atualmente, a órbita da Terra tem mais de 27 mil fragmentos de variados tamanhos rastreados pela rede de vigilância espacial global do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Recentemente, um desses destroços atingiu um braço robótico da Estação Espacial Internacional (ISS).

Via: Futurism

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O aumento de dióxido de carbono na atmosfera terrestre piora um problema já existente: o lixo espacial. O aumento nas emissões reduz a densidade da alta atmosfera e faz com que os destroços permaneçam em órbita.

O que acontece naturalmente é que a atmosfera da Terra oferece uma resistência e “puxa” os destroços em órbita para baixo, e eles acabam se incinerando na queda.

Objetos abaixo de 480 quilômetros de altitude caem naturalmente na baixa atmosfera mais espessa em menos de 10 anos. Segundo o pesquisador e sua equipe, a atmosfera até 400 quilômetros perdeu 21% de densidade por causa do aumento dos níveis de dióxido de carbono. O percentual pode chegar a 80% até o ano 2100 se os níveis forem duplicados.

Se o problema persistir, futuras gerações vão ter grande problemas, pois o acesso ao espaço vai ser cada vez mais difícil, ou até impossível. De acordo com o jornal The New York Times, mais de 2 mil e 500 mil objetos com mais de 10 centímetros orbitam a Terra a uma altitude inferior a 400 quilômetros.

No pior dos cenários, a quantidade de lixo espacial em órbita pode aumentar 50 vezes até o ano 2100. Mas até na melhor das hipóteses, com níveis de dióxido de carbono estabilizados ou até revertidos, a quantidade de lixo espacial deve dobrar.

O perigo já é grande. Astronautas muitas vezes disseram que conseguem ouvir impactos de pequenos objetos na estrutura da estação espacial internacional. O risco é ainda maior em missões externas, quando eles usam os trajes espaciais e ficam mais expostos.

É, pelo jeito vai faltar espaço para a passagem dos foguetes se não se encontrar uma forma eficaz de tirar uma boa parte do lixo que orbita o planeta Terra.

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