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O Prime Video, da Amazon, anunciou nesta segunda-feira (13) que o especial que irá mostrar a viagem de William Shatner ao espaço chega à plataforma no Brasil no dia 25 de fevereiro de 2022. O anúncio do documentário foi feito pela primeira vez pelo próprio Sr. Shatner durante o painel virtual da CCXP Worlds 2021.

“Meu período no espaço foi a experiência mais profunda que eu poderia ter vivenciado”, disse Shatner. “Este especial que documenta minha jornada dá uma visão emocionada dessa experiência, e minha esperança é que inspire o mundo a ver que devemos ir ao espaço para salvar a Terra.”

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Com a viagem, conduzida pela Blue Origin, empresa aeroespacial de Jeff Bezos, fundador da Amazon, Shatner, que tem 90 anos e é mais conhecido por interpretar o Capitão Kirk em Star Trek, se tornou a pessoa mais velha a viajar para o cosmos na história.

Durante a viagem, que ocorreu em outubro, a empresa de Bezos divulgou em sua página no Twitter as primeiras imagens do interior da cápsula espacial New Shepard. Pelo vídeo, é possível ver Shatner e os demais tripulantes admirados ao observarem a Terra de longe. 

‘Shatner in Space’: documentário o astro de Star Trek ganha data e estreia no Prime Video. Imagem: Divulgação Amazon
‘Shatner in Space’: documentário o astro de Star Trek ganha data e estreia no Prime Video. Imagem: Divulgação Amazon

Segundo informações o Deadline, a última interpretação do ator como Kirk foi em 1994, em Star Trek: Generations.

‘Shatner in Space’ é produzido pelo Amazon Studios, Blue Origin, Film 45, Jason Ehrlich Productions e Bright Spot Content. Nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia o especial já estará disponível a partir do dia 15 de dezembro.

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Em uma conferência sobre políticas espaciais que aconteceu nos EUA na última quarta-feira (10), o CEO da Blue Origin, Jeff Bezos, deu declarações polêmicas sobre o que ele imagina sobre o futuro da exploração do espaço.

Segundo Bezos, a Terra deixará de ser o principal planeta habitável do Sistema Solar, passando a ser uma atração turística, como um parque para visitação pública para moradores de outras localidades no espaço.

No futuro, a Terra se tornará um mero destino turístico para colonizadores espaciais? É o que diz Jeff Bezos. Imagem: Triff – shutterstock

De acordo com o site RealClearPolitics, o fundador da Amazon fez a afirmação no Fórum Ignatius de 2021, acompanhada do comentário assustador de que, um dia, a maioria das pessoas nem nascerá na Terra.

“Ao longo dos séculos, a maioria ou muitas das pessoas nascerão no espaço. Será a primeira casa delas. Elas nascerão em colônias espaciais, elas viverão nessas colônias. E poderão visitar a Terra da mesma forma que você visitaria o Parque Nacional de Yellowstone”, disse Bezos, comparando o planeta a uma reserva natural norte-americana bastante conhecida.

Bezos ressaltou que a Terra é “o planeta mais precioso” e que cabe a nós “preservá-lo e conservá-lo”. No entanto, ele ainda acredita que o futuro da humanidade não está aqui, mas no espaço sideral.

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Bezos aposta na terraformação de Marte

“A Terra pode sustentar 10 bilhões de pessoas até certo grau”, disse ele, acrescentando: “O Sistema Solar pode sustentar um trilhão de pessoas, e podemos continuar a desenvolver nossa civilização e aumentar nossa intensidade de energia”.

Ele acredita que ações como a terraformação de Marte podem aliviar grande parte do estresse no ecossistema do nosso planeta. “Embora isso seja um esforço imenso”, disse ele, “também significaria uma “duplicação da Terra”.

“Então, você vai de 10 bilhões para 20 bilhões de pessoas”, concluiu. 

Embora polêmicas, as declarações de Bezos certamente levantam discussões fascinantes sobre o futuro da humanidade.

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A Amazon finalmente conseguiu colocar no ar um jogo de sucesso. No começo desta semana, a companhia liberou o multiplayer online ‘New World’. A quantidade de jogadores interessados acarretou, inclusive, a necessidade de mais servidores. O CEO da Amazon, Jeff Bezos, comemorou o bom momento com o game.

“Depois de muitos fracassos e contratempos no setor de jogos, tivemos um sucesso. Tão orgulhoso da equipe pela persistência. Veja os contratempos como obstáculos úteis que impulsionam o aprendizado. Quaisquer que sejam seus objetivos, não desista, não importa o quão difícil seja”, escreveu o presidente executivo da companhia em sua conta oficial no Twitter.

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Quatro dias após o lançamento, ‘New World’ segue entre os cem jogos mais baixados da Steam. O game da Amazon chegou, inclusive, a passar nomes já consolidados no mercado, como ‘PUBG‘, ‘Dota 2’ e ‘CS:GO’, quando se trata de jogadores simultâneos.

Agora surfando na onda do sucesso, o jogo celebrado por Jeff Bezos teve um desenvolvimento complicado. Ele chegou a ser atrasado em quatro ocasiões. Primeiro, seria lançado em maio de 2020. Depois, passou para agosto daquele mesmo ano. Em seguida, foi empurrado para a primavera 2021 do hemisfério norte, o equivalente ao outono do hemisfério sul, até ir para agosto deste ano. Por fim, a data de estreia ficou em 28 de setembro.

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon
CEO da Amazon, Jeff Bezos celebrou o sucesso do jogo. Imagem: lev radin/Shutterstock

O game atraiu tantos olhares que na noite desta sexta-feira (1º), a conta oficial de ‘New World’ anunciou os novos servidores e o aumento da capacidade dos já existentes. “Estamos também implementando um sistema para evitar que novos jogadores criem novos personagens em servidores cheios”, destaca o comunicado.

Isso não vai afetar os personagens já criados nos servidores. Quando houver a tentativa de adição de um novo, o jogador vai receber uma mensagem informando a capacidade, dizendo “Criação de personagem temporariamente desligada neste servidor para prevenir a superpopulação”.

Via: PC Gamer

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A nave New Shepard passou pelo primeiro teste de pouso lunar desde quando levou o fundador da Blue Origin, Jeff Bezos, ao espaço, em julho deste ano. O voo, foi feito a partir da base de West Texas da empresa, após mais de uma hora de atraso devido a preparação de carga.

Mas tudo ocorreu bem. Ao contrário do lançamento de julho, este voo da New Shepard não foi tripulado, e serviu apenas como transporte para uma série de sensores da Nasa acoplados ao exterior da cápsula. O equipamento serve para ajudar naves como a New Shepard em pousos lunares.

Foi o voo de número 17 da nave, que subiu a uma altura aproximada de 106 quilômetros, seis acima da Linha de Karman, mundialmente reconhecida como a “fronteira” entre a Terra e o espaço.

Além dos sensores instalados na New Shepard para avaliar a capacidade de pouso lunar, a nave também levou diversos 18 experimentos científicos, na maioria estudos apoiados pela agência espacial americana.

Um deles, intitulado “OSCAR”, testa converter lixo espacial em gases úteis, como vapor de água. Outro, intitulado “Medidor Modal de Propelente”, demonstrou novas formas de medir o volume de combustível restante de uma nave, o que é complicado de se avaliar em ambientes de microgravidade.

Além da ciência, a missão também apoiou as artes: a cobertura dos paraquedas traziam um retrato de três partes do artista Amoako Boafo, de Gana.

Finalmente, a New Shepard também levou dezenas de cartões postais feitos por crianças e adolescentes do projeto “Club for the Future”, mantido pela Blue Origin.

Com o sucesso da New Shepard no teste de pouso lunar, representantes da empresa já esperam realizar mais voos tripulados. Segundo eles, a empresa já passou dos 100 milhões de dólares em vendas de viagens suborbitais. Se tudo correr como esperado, o serviço de turismo espacial deve começar ainda este ano.

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A nave New Shepard, que vai levar Jeff Bezos à órbita da Terra na próxima terça-feira, já está liberada para lançamento, segundo comunicado emitido pela Blue Origin.

De acordo com a companhia, liderada pelo próprio Bezos, todos os testes confirmaram que os equipamentos estão em perfeitas condições. Até mesmo o clima deve ser favorável na hora do lançamento, apesar de haver uma pequena possibilidade de chuva.

Ao todo, o foguete já realizou 15 vôos de teste, mas esse vai ser o primeiro lançamento com tripulação humana.

A New Shepard, vai levar Jeff Bezos e o irmão dele, Mark, à órbita da Terra. Os outros passageiros são a piloto Wally Funk, de 82 anos e Oliver Daemen, de 18. A dupla representa a pessoa mais velha e a mais jovem a viajar ao espaço.

O lançamento da New Shepard está previsto para ocorrer às 10 horas da manhã, pelo horário de Brasília, mas a partir das 8 e meia da manhã, você vai poder acompanhar todos os preparativos em uma edição especial do Olhar Espacial.

O nosso editor de ciência e espaço Rafael Rigues vai apresentar o programa junto com o comentarista Wharrysson Lacerda no canal do Olhar Digital no YouTube e em nossos perfis no Facebook, Instagram, TikTok, Twitter e LinkedIn.

Não perca, que vai ser histórico e inesquecível!

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A empresa canadense de energia General Fusion está prestes a inaugurar uma usina de demonstração de fusão nuclear em grande escala na cidade de Culham, no Reino Unido. Porém, o que chama atenção nisso é que está financiando o empreendimento, ninguém menos que Jeff Bezos, fundador da Amazon, da empresa espacial Blue Origin e atual segundo homem mais rico do mundo.

A General Fusion é uma das startups que tem o objetivo de fazer com que a energia gerada a partir da fusão nuclear seja uma realidade, além, é claro, de torná-la economicamente viável. Este processo se difere da energia nuclear convencional porque ao invés de dividir átomos, ele envolve a fusão de átomos de hidrogênio sob altas temperaturas e pressão dentro de um reator.

Este processo libera uma grande quantidade de energia, contudo, até o momento, os pesquisadores que trabalham no desenvolvimento desta tecnologia ainda não conseguiram ganhar dinheiro de fato com ela. Isso acontece porque a reação de fusão ainda consome uma quantidade de energia ainda maior do que é capaz de produzir.

Porém, com players como Jeff Bezos entrando no ramo da geração de energia por meio da fusão nuclear, esse setor ganha uma chance de prosperar e tornar esta tecnologia uma alternativa viável a outras fontes renováveis para a produção de energia.

Sem energia

Usina de fusão da General Fusion só deve se tornar operacional em 2025. Crédito: General Fusion/Divulgação

Porém, a planta de teste da General Fusion construída em Culham ainda não está gerando nada de energia. A instalação, que tem cerca de 70% do tamanho de um reator comercial, só deve se tornar operacional em 2025, de acordo com informações do portal Futurism. Além disso, a instalação também servirá de base para o desenvolvimento de outros reatores.

Em sua última rodada de investimentos, a General Fusion arrecadou nada menos que US$ 100 milhões (R$ 500 milhões) junto a entes da iniciativa privada, além de ter recebido um financiamento do governo do Reino Unido.

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A abordagem da empresa para energia de fusão envolve a compressão de plasma em temperaturas altíssimas dentro de um cilindro revestido por uma espécie de parede de metal líquido. Este processo é chamado de fusão de alvo magnetizado, e usa esse calor para geração de vapor e também para girar uma turbina. A energia de fusão já é estudada há algumas décadas como uma alternativa mais limpa e com uma menor pegada de carbono.

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A Blue Origin leiloou neste sábado o primeiro assento no primeiro voo suborbital comercial, que vai acontecer em 20 de julho. O vencedor, que não teve o nome revelado por enquanto, vai voar a bordo da cápsula reutilizável First Step, lançada por um foguete New Shepard, e vai chegar a 100 km de altura antes de retornar à Terra.

O valor inicial do assento era de 4 milhões e 800 mil dólares. Mas em apenas sete minutos, o lance final chegou a 28 milhões de dólares. E o comprador ainda pagou a taxa da casa de leilões. Com isso, o total da conta foi de incríveis 29 milhões e 680 mil dólares, ou mais de 154 milhões de reais.

É importante lembrar que o leilão foi beneficente. O total arrecadado vai ser doado para a ONG Club for the Future, mantida pela Blue Origin, que tem como objetivo inspirar futuras gerações a perseguir carreiras nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, e ajudar a inventar o futuro da vida no espaço.

Segundo a empresa, o leilão atraiu o interesse de quase 7.600 pessoas de 159 países.

A passagem vai dar direito a uma missão que deve lever de 10 a 12 minutos no total. Junto com o vencedor do leilão vão estar Jeff Bezos, fundador da Amazon e CEO da Blue Origin, e o dele, irmão Mark Bezos. Ainda resta uma vaga na cápsula.

Mas nem todo mundo pode fazer essa viagem: Para voar, o vencedor deve ter pelo menos 18 anos de idade, medir de 1 e 52 a 1 metro e 93 de altura, pesar entre 50 e 101 quilos e ser capaz de subir os sete lances de escadas da torre de lançamento da New Shepard em menos de 90 segundos.

Também deve suportar uma aceleração equivalente à três vezes a força da gravidade por dois minutos, e seguir instruções emitidas por rádio ou em resposta a indicadores luminosos na cápsula.

Antes do voo, os passageiros vão assinar um termo isentando a Blue Origin de responsabilidade e se submeter a treinamento. A avaliação médica será feita por terceiros, às custas do paciente.

Afinal, pode até ser um voo curto, mas a aventura é imensa!!

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O post Preço astronômico: Vaga na primeira viagem espacial é leiloada por mais de R$ 154 milhões apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Blue Origin, companhia aeroespacial fundada por Jeff Bezos, fundador da Amazon, revelou o lance mais alto no leilão de um assento para o primeiro voo espacial tripulado, na manhã desta quarta-feira (19). Uma pessoa não identificada ofereceu US$ 2,4 milhões (R$ 12,7 milhões, com o dólar cotado a R$ 5,31) pela passagem da New Shepard.

Inicialmente, o lance foi de US$ 1,4 milhão (R$ 7,4 milhões), logo superado pelo de US$ 2 milhões (R$ 10,6 milhões). No começo da tarde, o valor oferecido chegou a US$ 2,4 milhões. O leilão é para apenas um (sim, só um) assento no voo inaugural, marcado para o dia 20 de julho, e é realizado em três fases, encerrado ao vivo no dia 12 de junho.

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A New Shepard é composta por um foguete e uma cápsula. Ela sobe a uma altitude acima de 100 quilômetros, considerada “a fronteira do espaço”, tornando o voo suborbital. A cápsula conta com seis assentos. Mas, a Blue Origin ainda não confirmou quem serão as outras cinco pessoas a bordo junto com o vencedor do leilão.

Decolagem da missão NS-14 do New Shepard da base de lançamento da Blue Origin no Oeste do Texas
A New Sheperd é composta por um foguete e uma cápsula. Imagem: Blue Origin

Os lances online seguem até o dia 10 de junho. No dia 12, licitantes verificados vão participar do leilão online ao vivo para finalmente arrematar a passagem. De acordo com a empresa, o valor arrecadado será doado à uma fundação da Blue Origin, Club for the Future, para inspirar gerações futuras a seguir carreiras em STEM [ciência, tecnologia, engenharia e matemática].

Os preços dos voos da New Shepard, seja bilhetes individuais ou para uma missão inteira, não foram divulgados. O que se sabe até agora é que os valores podem varias entre US$ 500 mil (R$ 2,6 milhões) e US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões) para os primeiros voos. O preço é bem acima do cobrado pela concorrente Virgin Galactic, que vende o assento no voo suborbital por US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão).

Via: Arstechnica

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A Blue Origin, empresa aeroespacial criada por Jeff Bezos, fundador da Amazon, completou nesta quarta-feira o 15º voo de testes do foguete New Shepard, desta vez simulando vários procedimentos de uma missão tripulada.

Dois funcionários da empresa praticaram os passos de embarque, que os futuros astronautas vão seguir antes de um lançamento. Eles deixaram a cápsula antes da decolagem, e retornaram após o pouso para praticar os procedimentos pós-pouso.

A missão NS-15 foi o primeiro voo de um novo modelo do New Shepard chamado NS-4 e batizado de RSS First Step, sendo a sigla RSS para espaçonave reutilizável e “first step”, o primeiro passo. Entre as novidades estão o controle acústico e de temperatura na cápsula, telas com informações e um sistema de intercomunicação.

Tanto o foguete quanto a cápsula são reutilizáveis: eles se separam ainda na subida, antes de atingir a altitude máxima do voo, para retornar separadamente.

Durante o voo, o foguete chegou a uma altitude de 106 km acima do nível do solo. Isto o coloca acima da “linha Karmán”, a fronteira do espaço, e os os futuros tripulantes da New Shepard podem ser reconhecidos como astronautas de acordo com as normas internacionais.

E aí que aparece o “Mannequin Skywalker”. Claro, é um boneco com tamanho realista, feito para estudar as forças gravitacionais que um ser humano sentiria em uma viagem como essa.

A paisagem é sensacional, graças às grandes janelas da cápsula. Mas vale lembrar que os voos da New Shepard são suborbitais. Ela segue uma trajetória parabólica, atingindo uma altitude máxima e iniciando a descida logo em seguida. Ainda assim, por alguns minutos, os tripulantes terão a sensação de estar em gravidade zero.

Uma das experiências dentro da cápsula é ouvir o som da reentrada na atmosfera. É impressionante.

O voo da NS-15 durou 10 minutos, entre a decolagem do foguete e o pouso da cápsula.

O foguete pousa verticalmente, como acontece com os Falcon 9 da SpaceX. A cápsula pousa com a ajuda de três paraquedas e retrofoguetes que disparam a poucos metros do solo para amortecer o impacto. Pelas imagens, parece que os futuros ocupantes não tem muito o que se preocupar.

Os voos turísticos suborbitais ainda não tem data para o início da operação comercial. E aí, quem tem coragem?

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O time dos mais ricos do mundo acaba de ganhar mais dois centibilionários: Larry Page e Sergey Brin, cofundadores do Google. Com a alta das ações de tecnologia durante a pandemia do coronavírus, o patrimônio líquido dos executivos passou dos 100 bilhões de dólares.

A fortuna de Brin cresceu 20,4 bilhões do começo deste ano até abril, e agora ele tem um patrimônio estimado em 100 bilhões e 200 milhões de dólares. Já Page, arrecadou 21,2 bilhões no mesmo período e atingiu a marca dos 103 bilhões de dólares.

Em 1998, Page e Brin apresentaram o Google ao mercado quando ainda eram estudantes de doutorado na Universidade Stanford, nos Estados Unidos. A plataforma tornou-se cada vez mais popular ao longo dos anos até tornar-se o site mais acessado do mundo inteiro.

Em 2015 eles criaram a holding Alphabet, que comandaram até 2019. Hoje, eles recebem um “salário simbólico” de um dólar por ano para cada um, mas como eles detém mais de metade das ações da empresa, os lucros só aumentam..

Agora, os dois se juntam aos outros seis centibilionários do mundo: Jeff Bezos, CEO da Amazon; Elon Musk, CEO da Tesla; Bill Gates, cofundador da Microsoft; Bernard Arnault, CEO da LVMH; Mark Zuckerberg, CEO do Facebook e Warren Buffett, CEO da Berkshire Hathaway.

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