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Em breve, o Google Meet será mais fácil para as pessoas enxergarem todos os seus colegas de trabalho ou amigos em chamadas de vídeo. Isso porque a versão web do aplicativo pode detectar quando alguém está subexposto devido à má iluminação. Dessa forma, o Meet aumentará o brilho para que seja mais fácil ver, além de talvez tornar a sua tela mais clara se a sua webcam não for muito boa.

O modo de pouca luz chegou aos aplicativos do Google Meet iOS e Android ainda em 2020. Com isso, é utilizado da inteligência artificial para examinar os níveis de luz e assim, ajustar o brilho. Porém, não há controle de administrador para o recurso e os usuários podem desligar.

Google Meet aumentará o brilho para que seja mais fácil ver

O recurso está chegando para todos no espaço da área de trabalho dos usuários, tanto básicos como empresarias do G Suite. Além disso, o Google também está disponibilizando a novidade para domínios de lançamento rápido e domínios de lançamento agendado, sendo assim, feeds ruins de webcam podem ser coisa do passado nas chamadas do Meet.

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Fonte: Engadget

Chamadas no Google Meet continuarão ilimitadas até 2021

Em abril o Google liberou a todos os usuários do GMail o acesso a recursos avançados do Google Meet, como conferências com duração ilimitada, a criação de reuniões com até 250 participantes, streaming a até 100 mil usuários em um domínio e gravação de chamadas no Google Drive. Teoricamente, estes recursos estariam disponíveis até esta quarta-feira, 30 de setembro.

Ontem, reportamos que o Google não tinha intenções de estender o plano, e que a duração das chamadas para os usuários gratuitos seria novamente limitada a no máximo 60 minutos por chamada. Mas hoje a empresa mudou de idéia, e anunciou em seu blog que as chamadas continuarão tendo duração ‘ilimitada’ até 31 de março de 2021.

Tecnicamente há um limite de duração, de 24 horas por chamada, mas é pouco provável que um usuário comum o atinja. Segundo a empresa: “enquanto contemplamos uma temporada de festas com menos viagens e eventos importantes como reuniões familiares, encontros de pais e mestres e casamentos acontecendo através de vídeo, queremos continuar ajudando nos próximos meses aqueles que dependem do Meet para se manter em contato. Como sinal de nosso empenho, estamos anunciando que continuaremos a oferecer chamadas ilimitadas (até 24 horas) na versão gratuita do Meet até 31 de março de 2021, para todos os que tem uma conta no GMail”.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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As fábricas de “fake news” nas redes sociais começaram a trabalhar – e muito! – meses antes das eleições presidenciais de 2020 nos Estados Unidos. É o que aponta um relatório produzido pelo Facebook e obtido pelo MIT Technology Review. O documento ainda ponta que quase metade de população norte-americana foi exposta à desinformação gerada por “fazendas de trolls” europeias criadas para disseminar informações falsas online.

Desde as eleições de 2016, o Facebook busca maneiras de reprimir a desinformação nas suas redes, mas de acordo com o estudo, seus próprios algoritmos ajudaram a espalhar o conteúdo enganoso. As “fazendas de trolls” teriam atingido cerca de 140 milhões de norte-americanos por mês na corrida para a eleição presidencial de 2020.

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A empresa buscou uma estratégia de monitorar e anular atividades suspeitas assim que elas surgissem, para evitar “o pior do pior”. Porém, essa abordagem fez pouco para conter os grupos que trabalham de forma coordenada para postar conteúdo provocativo, muitas vezes propaganda, nas redes sociais. Mais de 15 mil páginas, boa parte criadas no Kosovo e na Macedônia, espalhavam o conteúdo enganoso para os usuários norte-americanos – 75% dos quais nunca haviam sequer seguido nenhuma das páginas.

Ilustração de fake news nas redes sociais
Para os analistas do Facebook, o próprio algoritmo da rede ajuda na disseminação de informações falsas. Imagem: BigNazik/Shutterstock

“Em vez de os usuários escolherem receber conteúdo desses atores, é nossa plataforma que está optando por dar [a essas “fazendas de trolls”] um alcance enorme”, escreveu o autor do relatório, Jeff Allen, um ex-cientista de dados de nível sênior do Facebook. Vários dos alvos dos criadores de notícias falsas eram comunidades cristãs, afro-americanas, nativas americanas e de mulheres.

Um porta-voz da empresa disse em comunicado que a rede social “já estava investigando esses tópicos” e que “desde então, levantamos equipes, desenvolvemos novas políticas e colaboramos com a indústria para lidar com essas redes. Tomamos medidas agressivas de aplicação da lei contra esses tipos de grupos não-autênticos, estrangeiros e domésticos, e compartilhamos os resultados publicamente trimestralmente”.

Via: MIT Technology Review/Business Insider

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Você se lembra de quando alguns fornecedores começaram a desaparecer misteriosamente da loja online da Amazon? Acontece que eles eram apenas a ponta do iceberg, pois a empresa já baniu permanentemente mais de 600 marcas chinesas em 3 mil contas de vendedores diferentes.

A Amazon informou que essa é a maior ação após cinco meses de sua repressão global. Um porta-voz nos disse que asa 600 marcas foram banidas por violar as políticas da marca, especialmente aquelas em torno do abuso de revisão.

Além disso, a Amazon proibiu a prática de revisões incentivadas em 2016, porém, não é tão simples quanto parece, pois algumas dessas ofertas estão disfarçadas como um programa de teste ou uma garantia estendida. Já outras empresas oferecem incentivos depois que você deixou uma crítica negativa, dando um produto grátis ou “reembolso” sem necessidade de devolução, desde que exclua o comentário, por exemplo.

Porém, não está claro quais outras marcas chinesas podem ser incluídas na última repressão da Amazon. Por maais que a Aukey tenha sido uma das primeiras empresas de destaque a ser banida em maio, a empresa ainda vendia fones de ouvido sob uma submarca.

“A Amazon trabalha muito para construir uma ótima experiência em nossa loja, para que os clientes possam comprar com confiança e os vendedores tenham a oportunidade de expandir seus negócios em meio a uma concorrência saudável”, disse a marca em um comunicado.

A empresa afirmou que suspenderia e baniria os fornecedores que violarem os termos: “Continuaremos a melhorar a detecção de abusos e a tomar medidas de fiscalização contra os malfeitores, incluindo aqueles que conscientemente se envolvem em violações múltiplas e repetidas da política.”

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Fonte: The Verge

Amazon lança novos tablets para todas as idades

A Amazon lançou nos EUA uma nova linha de tablets Fire, com opções para todas as idades. São ao todo quatro modelos, do Fire HD 10 Kids para crianças de 3 a 7 anos ao Fire HD 10 Plus para os adultos, que segundo a empresa é o tablet de 10″ mais poderoso que já produziu.

O primeiro modelo na lista é o Fire HD 10 Kids, que segundo a empresa tem uma “brilhante” tela de 10.1″ em resolução HD e “rápido desempenho”, embora sem divulgar detalhes técnicos.

O aparelho tem uma carcaça “à prova de crianças” nas cores Azul Celeste, Água-Marinha ou Lavanda, com uma alça que também funciona como “pé” para elevar o tablet sobre uma mesa. 

Junto com o tablet estão inclusos um ano de assinatura do serviço Amazon Kids+ e uma garantia total de dois anos, que promete a substituição do aparelho por um novo em caso de defeito.

Os adultos também tem duas novas opções em tablets. O Fire HD 10 tem um “poderoso” processador Octa-Core de 2 GHz acompanhado por 3 GB de RAM, tela de 10″ com resolução Full HD (1080p), autonomia de até 12 horas de bateria e um design “mais fino e leve”. 

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Você já reparo como a internet está mudando com o passar dos anos? Inclusive, incluindo quanto pagamos pelo conteúdo que queremos consumir, pelos anúncios e marcas que vemos por todo lado. Isso porque as duas grandes empresas de tecnologia do mundo, Apple e Google estão implementando proteções de privacidade que impedem os profissionais de marketing de obter acesso aos dados ao mostrar anúncios. 

Ou seja, as mudanças têm repercussões para a publicidade online, que é a base de negócios para os aplicativos e sites, como Facebook e TikTok. Sendo que por décadas, os anunciantes confiaram em “cookies” (código plantados para nos rastrear online e mostrar anúncios relevantes) e quando os smartphones surgiram, usaram rastreadores dentro de aplicativos móveis para seguir as pessoas em suas navegações.

Foi então que as publicidades se tornaram mais eficazes e também permitiu que usuários mal-intencionados roubassem os dados das pessoas e divulgassem informações incorretas. Portanto, a preocupação com a privacidade online deu início a uma discussão em todo o setor.

Em 2017, a Apple lançou uma versão de seu navegador Safari que impedia que as empresas de marketing acompanhasse as pessoas. No mesmo ano, a Apple lançou App Tracking Transparency, que é uma janela pop-up em aplicativos para iPhone que possibilitam as pessoas a opção de não serem rastreadas.

No ano de 2019, o Google anunciou o Privacy Sandbox, que é um conjunto de ideias para o desenvolvimento de uma web mais privada. Sendo assim, a empresa planejaa que seu navegador Chrome bloqueie cookies de rastreamento em 2023.

A lista de interesse permite que o Facebook direcione anúncios mais compatíveis com o perfil do usuário

O sistema pode ser denominado Aprendizagem Federada de Coortes (FLOC) e envolve agrupar pessoas com base em seus interesses. Dessa maneira, se você visitar sites relacionados a tênis e cães, será colocado em um grupo de pessoas com os mesmos interesses. 

Funciona da seguinte maneira: assim que um site é carregado, ele examina o navegador em busca de um código de identificação para saber qual grupo a pessoa pertence. Isso se mostra menos invasivo do que os métodos de rastreamento que temos, pois os anunciantes não teriam acesso ao histórico de navegação pessoal.

Devido ao grande alcance dos produtos da Apple e do Google, ainda mais porque o navegador Chrome do Google é o nº 1 do mundo e o iPhone da Apple é o telefone mais vendido, os anunciantes não possuem muita escolha a não ser se adaptar. 

Então, eles agora descobrir novas maneiras de vender produtos e mostrar anúncios, usando menos os dados das pessoas. Se for no curto prazo, os anúncios digitais terão uma aparência bem diferente. No longo prazo, a internet que usa produtos da Apple pode parecer diferente dos produtos do Google.

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Quando se trata da Apple, ao abrir um aplicativo de previsão do tempo gratuito para iPhone, ele poderia ter usado a tecnologia de rastreamento para saber o que estava sendo feito em outros aplicativos e sites. Dessa maneira, o aplicativo apresentaria um anúncio de algo específico, como um restaurante em que você pediu comida.

Agora, como esse rastreamento pode ser bloqueado, o aplicativo de previsão do tempo deverá contar com outros dados para veicular um anúncio, a hora do dia, por exemplo. O resultado é que os anúncios podem ser menos relevantes e mais aleatórios.

Já no Google, quando você usa o navegador Chrome para clicar em um produto, a chance é grande que veja um anúncio desse produto em todo lugar que acessar. No futuro, um site não conseguiria teria o conhecimento de que você teve esse movimento de intenção de consumo, mas saberia que estava em um grupo que manifestou interesse por aquele produto. A ideia é que com isso, você possa ver anúncios de outros produtos semelhantes.

As novidades da Apple e do Google podem levar os editores da web a escolher um lado, disse Brendan Eich, fundador da Brave, que é um navegador privado. Portanto, caso os editores estiverem mais felizes com a solução de anúncios, eles podem projetar seus sites para funcionar no navegador de uma empresa e não na de outra, por exemplo.

Fonte: The New York Times

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De forma discreta, o Facebook vem experimentando reduzir a quantidade de conteúdo político que coloca nos feeds dos usuários. Isso porque a mudança é uma maneira com que os algoritmos e engajamento da empresa funcionam e que podem ser um problema.

A principal questão é a distinção entre conseguir provocar uma resposta e fornecer o conteúdo que as pessoas desejam. Por isso, o engajamento é atrelado ao algoritmo de mídia social, que nada mais é do que as regras qu o sistema segue para decidir qual conteúdo você vê, dependendo do comportamento das pessoas, através de compartilhamento e curtidas.

Isso porque a tecnologia permite que as pessoas acessem sinais de comportamento de um número muito maior de pessoas, até de quem não conhece. Os aplicativos de inteligência artificial fazem uso intenso desses sinais de popularidade, o que é muito conhecido como “engajamento”.

O engajamento funciona desde a seleção de resultados de mecanismos de pesquisa até a recomendação de músicas e vídeos, além da sugestão de amigos até a classificação de postagens em feeds de notícias. Então, os aplicativos são orientados por pistas como engajamento e o viés de popularidade pode causar consequências.

Mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e TikTok dependem de algoritmos de inteligência artificial para classificar e recomendar conteúdo. Esses algoritmos tomam como entrada o que você “gosta”, comenta e compartilha. 

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O objetivo dos algoritmos é maximizar o envolvimento, descobrindo do que as pessoas gostam e de onde vem o engajamento do público. Sendo assim, se as pessoas gostam de notícias confiáveis, opiniões de especialistas e vídeos divertidos, esses algoritmos devem identificar esse conteúdo de alta qualidade. 

Por outro lado, a sabedoria das multidões faz uma suposição fundamental que recomendar o que é popular ajudará o conteúdo de alta qualidade a crescer. Em geral, o viés de popularidade tem mais probabilidade de diminuir a qualidade geral do conteúdo. Já que o engajamento não é um indicador confiável de qualidade quando poucas pessoas foram expostas a um item. 

Os algoritmos não são os únicos afetados pelo viés de engajamento, aliás, as pessoas também são afetadas. Ou seja, quanto mais vezes alguém é exposto na internet, maior é a probabilidade do consumo. Quando a mídia social diz às pessoas que um item está se tornando viral, seus preconceitos cognitivos surgem e se traduzem no desejo de prestar atenção.

Gravvity, a plataforma sem likes que promete ser uma rede social 'anti-Facebook'
Imagem: Cristian Dina (Pixels)

A movimento das multidões acaba falhando porque é construída sobre a suposição de que o público é composto de fontes diversas e independentes. Isso se deve a três fatores:

  • Em primeiro lugar, pela tendência das pessoas de se associarem a pessoas semelhantes. A facilidade com que um usuário pode afastar de quem discorda empurra as pessoas para comunidades homogêneas;
  • Em segundo lugar, porque os amigos de muitas pessoas são amigos uns dos outros, eles influenciam uns aos outros;
  • E em terceiro, os sinais de popularidade podem sim ser manipulados. Os mecanismos de busca desenvolvem técnicas sofisticadas para combater esquemas que manipulam algoritmos de busca.

As pessoas com o objetivo de manipular o mercado de informações criaram contas falsas solidificando uma teoria e enganando o engajamento da plataforma. Mas o que fazer? Denúncias de fake news ou perfis que disseminam desinformação, por exemplo.

Fonte: The Next Web

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Desde a sua fundação, lá por volta de 2010, a internet era para escritores, entre postagens de Usenet, blogs, páginas da web, LiveJournal, Facebook inicial, Reddit e assim por diante. Tanto que permaneceu assim por muito tempo porque o vídeo exigia habilidade para conceber, filmar e editar. Mas como evoluiu ao ponto de chegar no momento do TikTok?

Embora o YouTube tenha sido fundado em 2005, não foi até os smartphones colocarem uma câmera em cada bolso que o vídeo ser algo possível para o público em geral. E então veio o TikTok, a primeira empresa gigante chinês da tecnologia a se tornar bem-sucedido no Ocidente, sendo que surgiu ao fornecer ferramentas inteligentes para ajudar as pessoas comuns a fazerem vídeos curtos que outras pessoas gostariam de assistir. 

Chris Stokel-Walker estudou os principais protagonistas do YouTube e agora, está de volta com o TikTok Boom: o app Dynamite da China e a corrida da superpotência pelas mídias sociais , que é uma obra sobre o concorrente mais jovem e mais moderno da plataforma.

Inclusive, ele comenta no livro que só assiste vídeos do TikTok no Twitter, o que significa – na minha opinião dele – que os melhores estão sendo curados para mim – como o castor selvagem ferido, sendo reabilitado em uma casa de TikToker qualificada, que pratica fazer represas com sapatos e outros objetos domésticos. 

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Boa parte da obra rastreia as origens da empresa, examina o modelo de negócios e estuda como os indivíduos usam e lucram com a plataforma. Além disso, inclui perfis de estrelas para garantir que eles fiquem, já que o YouTube inspirou um ecossistema de serviços para apoiar seus criadores.  

O autor explora o que ele pode ver do funcionamento do algoritmo, que é construído em um modelo diferente do YouTube. Com isso, o TikTok testa vídeos e os mais assistidos, assistidos novamente e compartilhados recebem as recomendações mais altas e também são mais propensos a chegar aos feeds personalizados.

Fonte: Zdnet

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O WhatsApp começou a experimentar uma função que pode ser interessante para aqueles que não são muito fãs de mensagens de voz no aplicativo. Trata-se de um recurso de transcrição de áudio, mais ou menos como se dava no Allo, o finado mensageiro do Google.

De acordo com o site WABetaInfo, que costuma antecipar os recursos que são lançados pelo WhatsApp, a configuração seria opcional. Funcionaria assim: se o usuário optar pela transcrição de uma mensagem, um aviso aparecerá na tela pedindo permissão para a opção do reconhecimento de voz.

Ao aceitar, ele teria acesso ao recurso de transcrição, onde também poderia pular para um timestamp (marcação de data/hora) específico da conversa.

Segundo o site, quando uma mensagem for transcrita pela primeira vez, o texto ficará salvo no banco de dados do aplicativo. Portanto, posteriormente, o usuário não precisaria solicitar a decupagem pela segunda vez.

Por enquanto, os testes deste recurso estão restritos ao iOS e não há informações se ele estará disponível para o Android no futuro. Porém, esta não é a única função que o app mais popular do mundo está testando.

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Busca por data e reação com emojis

Esta novidade está sendo testada desde o ano passado, mas agora parece que finalmente pode ser lançada. Trata-se da busca de mensagens por data, um recurso que já existe no Telegram e muitos fãs anseiam no WhatsApp.

Basicamente, você poderia encontrar uma mensagem antiga pela data ou hora do bate-papo e se livrar da busca por palavras, como atualmente funciona no aplicativo. O WABetaInfo divulgou uma captura de tela do iOS em que é possível ver a barra de rolagem para a escolha de datas na parte inferior.

Uma outra função interessante é a reação com emojis, algo que já está disponível no Twitter, por exemplo. Segundo o WABetaInfo, você poderia agora reagir a qualquer mensagem com um emoji disponível no aplicativo. Seria possível inclusive reagir a um texto várias vezes, com distintos emojis.

Por fim, o WhatsApp planeja também redesenhar os balões de bate-papo na versão do iOS. Na imagem divulgada pelo site, é possível analisar a mudança por completo: as molduras para mensagens agora em formato de balões de HQs, também com um maior número de cores. Vale lembrar que esta novidade provavelmente será lançada em breve, já que está disponível na mais recente versão 2.21.13.2 do WhatsApp beta para Android.

Crédito para imagem: On the Back of Camera/Shutterstock

Com informações de UOL e WABetaInfo

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Pesquisadores da Univerdade de Urbino (Itália), que estudavam o algoritmo do Facebook para esclarecer problemas com desinformação, fizeram uma descoberta desagradável: os dados que a empresa havia publicado num relatório em agosto eram diferentes dos fornecidos a eles para suas pesquisas.

E, com isso, as conclusões de seu trabalho se tornaram inválidas e enviesadas. A denúncia levou a um clima de desconfiança, com os pesquisadores acreditando que a empresa estava manipulando pesquisas para se sair melhor. Ou talvez só pura e simples negligência mesmo.

Facebook descarta manipulação de dados

Por conta do episódio, relata o New York Times, a Equipe de Pesquisa Aberta e Transparência do Facebook fez uma ligação para os pesquisadores e se desculpou formalmente. Nem todos parecem ter comprado, porém.

A informação passada aos pesquisadores, segundo o NYT, deveria supostamente incluir os dados de todos os usuários dos Estados Unidos. Mas na verdade tinha apenas a metade. Os dados se referiam aos conteúdos mais vistos no segundo trimestre deste ano.

O Times ainda descobriu que um relatório do primeiro trimestre, com resultados bem mais negativos para a empresa que o mais recente, havia sido arquivado e estava indisponível. Após a matéria, a empresa divulgou esse relatório novamente.

Um porta-voz do Facebook descartou malícia no episódio e disse ao NYT que tudo foi só falha técnica que estão “trabalhando rapidamente para resolver”.

Em agosto, o Facebook já havia banido pesquisadores de dados de um projeto da Universidade de Nova York, após problemas serem relatados. A pesquisa do grupo Ad Observatory, que estudava campanhas pagas de fake news, havia revelado que alguns anúncios pagos não estavam sendo revelados pelo FB.

Via: The New York Times e The Verge

Imagem: Thought Catalog/Pexels

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O Facebook ficou marcado nos últimos anos por críticas por conta da privacidade na plataforma e acusações de que vende dados pessoais de usuários para empresas de marketing e publicidade. Agora, mais uma vez, a gigante negou o fato e disse que investe em ferramentas para garantir a segurança e o sigilo das informações das contas.

Nesta quarta-feira (8), o diretor de privacidade e políticas da gigante das mídias sociais, Steve Satterfield, disse que a empresa se esforça para acabar com o mito de que vende dados pessoais para anunciantes. “Não vendemos os dados das pessoas. Nunca vendemos”, explicou.

Facebook e publicidade

Ainda segundo o gerente, em alguns locais do mundo a plataforma ainda é acusada de vender dados de usuários. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa sobre uma nova legislação criada na Austrália para direcionar o uso de informações pessoais pelas redes sociais e que ainda segue em discussão.

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Satterfield também disse que há muitas mentiras sendo ditas sobre o Facebook ser contra leis que protegem a privacidade. “Na verdade, é exatamente o oposto. Somos vocacionalmente pró-regulamentação, inclusive em relação à privacidade”, disse explicou.

“É realmente difícil construir serviços globais para acomodar as leis de casos individuais, ou no meu caso, em estados [dos EUA]”, disse Satterfield. “Eu diria que são essas duas coisas: é um investimento de nível executivo e responsabilidade – e eu incluo nosso CEO Mark Zuckerberg – e investimento técnico em privacidade.”, completou ainda.

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O Twitter está fazendo diversas modificações no visual da plataforma e agora começou a testar uma nova linha do tempo, com fotos de tela inteira e não mais deslocadas na direita. O formato é semelhante ao utilizado em outras redes sociais, como o Instagram.

Segundo o Twitter, a mudança visual coloca fotos, vídeos e gifs na tela inteira, facilitando a visualização. Além disso, o modelo evita o uso do algoritmo de recorte da plataforma, que já causou problemas como acusações de racismo em outras ocasiões.

Visual do Twitter

Por enquanto, o formato está disponível apenas por um grupo selecionado de usuários no iOS. O modo ainda deve ser testado para ver a reação do público, que não costuma ser favorável a mudanças drásticas na rede social.

Recentemente o Twitter alterou a fonte principal dos tweets e enfrentou uma enxurrada de críticas até que mudou novamente o visual para ficar mais próximo do que era antes. Nesse caso, o novo posicionamento já está enfrentou críticas de usuários que afirmam que o novo layout é confuso e causa dor de cabeça.

Leia mais:https://s.dynad.net/stack/928W5r5IndTfocT3VdUV-AB8UVlc0JbnGWyFZsei5gU.html

Além do visual, o Twitter também está adicionando mais uma forma de monetização na plataforma, o Super Follow, que permite os usuários cobrarem por tweets exclusivos. Por enquanto, o modelo ainda está em testes, sendo disponibilizado para algumas contas selecionadas no iOS.

O formato segue a premissa de outros sistemas de assinatura, com pagamento mensal em troca de conteúdos exclusivos para quem estiver assinando. Os criadores podem definir seus tweets para serem enviados apenas para Super Follow, e os tweets aparecerão nas linhas do tempo apenas desses assinantes no Twitter.

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