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Uma empresa de dispositivos IoT (Internet das Coisas) e monitoramento desenvolveu uma inteligência artificial que consegue prever quais bairros e horários existe maior probabilidade de ocorrência de roubo e furto de carros.

O sistema, que utiliza modelos matemáticos estatísticos, afirma detectar preventivamente mais de 2,8 mil possíveis ocorrências em veículos nas regiões metropolitanas de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

Segundo a Maxtrack, fabricante do dispositivo, o sistema registra mais de 623 mil incidentes semanais de diversas criticidades a partir de uma base de mais de 118 mil veículos monitorados. Uma análise de robôs baseados em Inteligência Artificial, avalia, descarta e refina dados, facilitando o monitoramento e obtenção de indicadores.

“A tecnologia consegue ajudar associações, seguradoras e empresas a reduzir a incidência de furto e roubo nestas cidades, com um percentual grande de assertividade, antes mesmo que os donos deem falta do veículo”, explica Bráulio Carvalho, CEO da Maxtrack.

Com base nessa amostragem, a solução indica aos clientes — seguradoras e empresas com grandes frotas, por exemplo — as regiões mais suscetíveis a risco de crimes.

Inteligência Artificial mapeia microáreas de incidência

Saiba como consultar se carro é roubado ou têm dívidas antes de comprar. Imagem: Engevel/Reprodução
Imagem: Engevel/Reprodução

Segundo a inteligência artificial da Maxtrack, as maiores incidências de roubo de carros na capital paulista ocorrem nos bairros Jardim Recantos das Rosas, Jardim Diogo, Chácara Belenzinho e Rudge Ramos. Já na baixada fluminense, os bairros de maior probabilidade são a Pavuna, Belford Roxo, Bangu e Realengo.

Nestas regiões, o sistema mapeia as microáreas de grande incidência a partir da tecnologia, retroalimentada pelo banco de ocorrências dos próprios clientes.

“Com essas informações, as empresas que utilizarem o serviço podem agir de forma proativa, informando em tempo real o perigo ao motorista através de aplicativo ou contato telefônico”, diz o CEO da Maxtrack.

Imagem: Reprodução

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Já é muito comum conversar com outras pessoas pela internet. Mas uma empresa da Nova Zelândia aposta que o metaverso vai provocar uma explosão no uso de uma nova classe de humanos: as pessoas digitais.

Chamada de Sam, a primeira pessoa digital da Soul Machines opera uma espécie de cérebro digital, que roda em um sistema apelidado de Humans OS 2.0. Ela é capaz de perceber as expressões das pessoas pela webcam, e formular respostas quase que em tempo real.

A empresa acredita que as simulações podem até se tornar versões estendidas dos usuários, uma forma de participar do metaverso sem estar fisicamente conectado a nenhum aparelho. Segundo o presidente da Soul Machines, “eles podem sair e fazer coisas, ganhar dinheiro para você ou para a sua empresa, enquanto você está fazendo outra coisa mais divertida”.

Mas eles admitem que existem poucas profissões em que será possível usar as pessoas digitais. Por mais que a inteligência artificial fique indistinguível de pessoas reais, funções como as de advogados, professores e profissionais de saúde vão seguir sendo exclusivas para seres humanos.

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Esta semana, uma juíza federal dos EUA manteve uma decisão anterior do Gabinete de Patentes e Trademark (GPT) americano dizendo que inteligências artificiais (IAs) não podem ser consideradas inventoras. Mas essa briga ainda não terminou para Stephen Thaler, o homem que moveu a ação para garantir que inteligências artificiais tenham o direito de serem listadas como inventoras de patentes.

Tudo começou em 2019, quando Thaler solicitou duas patentes no GPT, para um contêiner de alimentos baseado em geometria fractal e para um facho de luz de emergência. Mas as patentes não listavam Thaler, fundador da Imagination Engines, como o inventor. As invenções teriam sido criadas pela DABUS, uma rede neural, ou IA, programada por ele.

O GPT acabou recusando as patentes, afirmando que só “pessoas naturais” podem ser listadas como inventores nesse tipo de documento. Thaler não se conformou, e processou Andrei Iancu, diretor do gabinete de patentes na época, em um tribunal da Virgínia contestando a decisão. 

Nos documentos do processo, o advogado de Thaler argumenta que “Não há um estatuto ou cláusula que diga que uma invenção gerada por AI não pode ser patenteada, ou que uma AI não possa ser listada como inventora. Qualquer discussão sobre inventores como pessoas naturais tem sido baseada na suposição de que apenas uma pessoa pode inventar, ou para impedir patentes por corporações ou estados às custas de um inventor humano”.

A juíza do processo, Leonie Brinkema, discordou e manteve a decisão do GPT: apenas “indivíduos” podem fazer o juramento de que realmente inventaram uma patente, e indivíduos são “pessoas naturais”, software não são.

Mas Thaler e seus advogados planejam apelar da decisão nos tribunais americanos. E pode não ser em vão: um tribunal australiano concordou com ele de que IAs podem ser consideradas inventoras mês passado. 

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“São humanos que estão negando esses direitos em primeiro lugar, presos ao antigo paradigma de que apenas computadores de carne, ou seja, cérebros, contam”, Thaler disse ao The Register. “O que acontece quando os cientistas conseguirem fazer o download da consciência humana em máquinas? O sistema vai negar os direitos dessas pessoas?” Boa pergunta.

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O Tesla AI Day, ou “dia da inteligência artificial da Tesla”, como é chamada a conferência anual da empresa de Elon Musk, teve uma novidade surpreendente este ano: a montadora de automóveis pretende entrar em um ramo completamente diferente: robôs.

Só que Musk não dispensa uma pitada de humor.

Brincadeiras à parte, o plano é que ele seja capaz de realizar tarefas inseguras, repetitivas ou enfadonhas. Musk deu um exemplo simples, como fazer compras em uma loja. O CEO também disse que no futuro, fazer tarefas físicas será uma escolha.

Talvez seja só mais um exemplo do famoso marketing de Musk. Mas segundo ele, a base do projeto são os algoritmos e componentes já usados em carros.

O esquema do Tesla Bot pelo menos traz algumas pistas: ele tem 1,76 de altura, e pesa 56 kg, construído em material de liga leve. A cabeça é equipada com oito câmeras de piloto automático, que já estão sendo usadas pelos veículos da Tesla para detectar o ambiente.

Essas câmeras, junto com 40 atuadores eletromecânicos espalhados pelo Tesla Bot, vão ser alimentadas pelo sistema de direção autônoma da empresa.

Musk garante que não tem chance desses robôs se voltarem contra os humanos, como no filme “Eu robô”, Ele é projetado para ser amigável e para ser “dominado” por humanos fisicamente, e também com uma velocidade máxima limitada a 8 km/h. Segundo Musk, a ideia neste caso é facilitar para que as pessoas possam sair correndo dele.

Para completar, ele disse: “se não fizermos nós, outros farão, então acho que devemos fazer e ter certeza que é seguro.”

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A startup britânica Wayve apresentou nesta semana a demonstração de um sistema de inteligência artificial que permite conduzir de forma autônoma um veículo convencional em meio ao tráfego intenso das ruas de Londres.

O sistema utiliza câmeras frontais, machine learning e orientação via satélite para analisar o trânsito e decidir qual o melhor caminho a seguir.

No vídeo, o carro pilotado pela inteligência artificial consegue parar em cruzamentos livres e atualizar os comandos em tempo real, recalculando os trajetos mesmo quando o caminho é obstruído por uma moto. O sistema detecta faixas de pedestre, ciclovias, momentos de ultrapassagem, trocas de faixa, e até consegue posicionar o automóvel com precisão para fazer ultrapassagens em locais estreitos.

Por ser mais “simples”, o produto pode se tornar um aparelho adaptável, e ser fornecido para outros veículos como módulo de direção automática.

Será que o Elon Musk gostou dessa novidade?

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Neurocientistas e cientistas da computação da Universidade de Princeton e da Baylor College of Medicine produziram um novo e extenso mapa dos circuitos cerebrais. O trabalho de cinco anos com imagens funcionais do cérebro de camundongos, apresenta detalhes de inúmeras partículas do órgão, como os neurônios e as terminações nervosas.

O projeto, denominado MICrONS, foi financiado pela Intelligence Advanced Research Projects Activity para aperfeiçoar o aprendizado de máquina, por meio da engenharia reversa dos algoritmos do cérebro. O estudo é, portanto, um diálogo entre a neurociência e a ciência de dados.

Um dos pesquisadores explicou que eles trataram o cérebro como se fosse um computador.

Foram usadas cerca de 200.000 imagens digitais de células e as conexões entre elas, muitas das quais nunca haviam sido capturadas de forma completa antes. Eles acreditam que essas informações biológicas inéditas devem levar os estudos de teorias de computação neural a um outro nível.

Um dos objetivos da pesquisa foi extrair dados para ampliar o entendimento sobre a inteligência artificial. No entanto, também pode trazer novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais em pacientes humanos.

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Militares dos Estados Unidos estão testando uma rede experimental de inteligência artificial que tem fins bastante pretensiosos: prever o futuro. Algo bem parecido com o filme “Minority Report”, de 2002.

Mas a iniciativa norte americana não pretende prever assassinatos como no filme. A principal missão é ajudar as forças de segurança a identificar eventos que mereçam atenção com dias de antecedência. Por exemplo, a organização de um grupo de guerra em áreas de conflito.

Os testes têm sido chamados oficialmente de Experimentos Globais de Dominação da Informação, ou Gide, e, para funcionar, combinam uma ampla gama de fontes, que vão desde imagens de satélite, radares e sensores de campo, até relatórios de inteligência e computação em nuvem. Os dados levantados pelo sistema poderão ser acessados por qualquer oficial militar.

Segundo um dos representantes do projeto, o Gide representa uma mudança substancial na forma como as informações e dados são usados para ajudar na tomada de decisão de líderes do nível tático e estratégico e não apenas de militares, mas também para líderes civis que integrem agências de inteligência, como a CIA.

Óbviamente, o governo americano não revelam muitos detalhes de como funcionam os sistemas de inteligência artificial ou como eles processam os dados coletados. Mas o desenvolvimento desse projeto pode dar uma vantagem inestimável para os Estados Unidos.

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O uso de inteligência artificial por meio de robô pode ajudar a fazer a triagem de pacientes para aliviar o sistema de saúde sobrecarregado durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores desenvolveram a Laura, uma assistente virtual capaz de identificar e interpretar informações de quem busca atendimento hospitalar.

O projeto é da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Instituto Laura Fressatto. O algoritmo é capaz de descrever a gravidade da doença de um paciente a partir dos sintomas informados. Isso ajuda no direcionamento dessa pessoa para um profissional adequado, evitando tempo de triagem e encaminhamento.

Caso a pessoa seja identificada com sintomas leves, ela continua sendo monitorada pelo robô, sendo coletadas informações a cada três dias de seu estado de saúde. Caso haja uma piora, um enfermeiro entra em contato por meio de chamada de vídeo, para entender o quadro.

“O paciente entra em contato com a plataforma do robô Laura e digita algumas informações que o robô identifica e interpreta. O paciente tanto pode receber informações, como prevenção, vacinas e orientações sobre covid-19, mas também pode descrever os sintomas [que está sentindo] para o algorítimo,” disse o médico Murilo Guedes, líder do estudo, à Agência Brasil.

Imagem: Reprodução – Laura

Robô capaz de ajudar na saúde

A pesquisa compilou atendimentos realizados na plataforma da Laura com 24,1 mil pessoas entre julho e outubro de 2020. As tiragens foram feitas em três cidades brasileiras: Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Catanduva (SP).

44,8% dos pacientes analisados foram classificados com sintomas leves de Covid-19, 33,6% dos casos foram considerados moderados e apenas 14,2% foram diagnosticados como casos graves da doença. Os resultados preliminares de viabilidade dessa tecnologia foram publicados no jornal Frontiers in Digital Health.

O estudo segue em andamento e os próximos passos envolvem analisar a segurança do robô para fazer diagnósticos de saúde. Isso é feito medindo a precisão das avaliações médicas fornecidas pela inteligência artificial. Outros testes com a tecnologia já estão sendo aplicados.

“O que a gente ainda precisa fazer, daqui para a frente, é mostrar que a ferramenta tem eficácia na avaliação dela e que ela é segura. O grande objetivo aqui é otimização de recursos em saúde para desafogar as instituições de saúde”, finalizou Murilo.

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Que tal tocar guitarra sem, digamos, ter uma guitarra? É o que promete o PocketGuitar (ou guitarra de bolso na tradução literal), que permite que você toque o instrumento de forma virtual.

O dispositivo, fabricado pela AeroBand, é um pouco maior do que uma palheta e funciona quando sincronizado com o aplicativo.

E isso não é como um estilo de jogo simplificado do Guitar Hero. O PocketGuitar usa inteligência artificial para fazer com que tocar este instrumento virtual corresponda à experiência com a coisa real.

A intensidade de seu dedilhar é compatível com o som real que suas ações produziriam, dando à sessão um verdadeiro ar de realidade. O PocketGuitar ainda vibra de forma diferente dependendo do estilo da pessoa que o comanda.

Vídeo demonstra como o dispositivo funciona:

Guitarra virtual é compatível com fones e tem modo de gamificação

O dispositivo também funciona perfeitamente com fones de ouvido, permitindo que o praticante se aprofunde em suas músicas e nunca incomode ninguém.

Ou seja, você pode tocar no sofá e praticar, mesmo com a família ou amigos sentados ao seu lado.

Para iniciantes na guitarra, existem modos de aprendizado enquanto você toca músicas conhecidas e também no estilo livre. No modo de gamificação, o usuário pode desafiar a si mesmo ou a seus amigos.

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Portátil, guitarra virtual também pode ajudar músicos experientes

Para profissionais experientes, o PocketGuitar pode ser útil tanto para manter suas habilidades afiadas quanto para compor virtualmente em qualquer lugar.

O preço da guitarra AI habilitada para Bluetooth PocketGuitar também é convidativo. Atualmente, é possível encontrar o dispositivo por US$ 34,95, ou pouco menos de R$ 177.

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A frase um tanto curiosa é de Claire Boucher, musicista casada com o bilionário Elon Musk.   Em um vídeo no TikTok postado esta semana, ela afirma que a inteligência artificial é o caminho mais rápido para o estabelecimento do comunismo como regime dominante.

O motivo? A IA seria capaz de eliminar diversos desafios sociais e inauguraria uma nova era de abundância, especificamente quando se trata da produção de alimentos. “Grimes“, como também é conhecida, disse: “Eu tenho uma proposta para os comunistas. Tipicamente a maioria dos comunistas que eu conheço não são grandes fãs da Inteligência Artificial. Mas se você pensar sobre isso, a IA é na verdade o caminho mais rápido para o comunismo.”

Claire “Grimes” Boucher foto: Instagram

E Claire diz mais: “Tipo, poderíamos chegar totalmente a uma situação em que ninguém tivesse que trabalhar, todos tivessem uma existência confortável, uma vida confortável.”

Grimes concluiu sua reflexão dizendo que avanços no setor implementados corretamente, sem especificar de que maneira, garantiriam as melhores partes do comunismo, automatizando cultivos, por exemplo, sem corrupção sistemática.

“Porque, sejamos realistas, a agricultura forçada não é realmente algo bacana”, disse ela com um sorriso nos lábios.

A declaração pode soar como uma brincadeira. Afinal, Claire é casada com um dos homens mais ricos do mundo, e que pelo menos por enquanto não deu muitas pistas de que acredita que o comunismo possa dominar o mundo da política, com ou sem a Inteligência Artificial…

Fonte: Futurism

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