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Na quinta-feira, o atual duque de Edimburgo, Príncipe William, fez duras críticas às empresas que se dedicam ao turismo espacial. E nessa sexta o ator William Shatner, que voou ao espaço pela Blue Origin na quarta-feira, respondeu às declarações do provável futuro Rei do Reino Unido.

O membro da família real britânica disse que é realmente crucial focar neste planeta, em vez de desistir e ir para o espaço experimentar e pensar em soluções para o futuro.

Ele ainda afirmou que existe uma “questão fundamental” sobre a emissão de carbono pelos voos espaciais.

O agora astronauta William Shatner afirmou em um programa da TV americana que o príncipe entendeu tudo errado.

O ator alegou que viagens como a dele são como um “passo de bebê” em direção à transferência de indústrias poluentes para o espaço. E ainda acrescentou: “O príncipe está perdendo o ponto”.

O eterno Capitão Kirk de Star Trek, que aos 90 anos se tornou a pessoa mais velha da história a ir ao espaço, disse que uma base de geração de energia poderia ser construída a mais de 400 km acima da Terra.

Para isso, tudo o que precisa é “alguém tão rico como Jeff Bezos dizer ‘Vamos lá para cima’.

Parece que o Capitão Kirk ainda tem tempo para mais uma aventura.

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Pode parecer o enredo de um filme, mas é real. Um britânico jogou fora, por engano, um disco rígido que contém o caminho para recuperar 7 mil e 500 bitcoins, avaliados hoje em 1 bilhão e 200 milhões de reais.

O caso ocorreu em 2013 e, desde então, James Howells, que ficou famoso pelo triste engano, procura pelo dispositivo. Agora, ele decidiu apostar em alta tecnologia para ter êxito na busca.

Howells acredita que a fortuna está em um lixão de Newport, no País de Gales, onde ele reside, e contratou especialistas em recuperação de dados de diversas partes do mundo, bem como ambientalistas e engenheiros, para tentar remover até 400 mil toneladas de lixo em busca do valioso HD.

E tudo isso somado a novas tecnologias de varredura por raio-X e inteligência artificial.

Mas a operação que custaria pelo menos 800 mil dólares foi barrada por autoridades de Newport, que não aprovaram a busca para evitar danos ao meio ambiente. E ainda por cima alertaram que, caso o disco seja encontrado, nenhum valor vai ser pago a Howells.

Em janeiro deste ano, Howells chegou a oferecer uma recompensa de 75 milhões de dólares para quem encontrasse o disco, mas não obteve sucesso.

O azarado britânico jogou o equipamento no lixo por engano, enquanto fazia uma limpeza no escritório. Haja azar, não é mesmo?

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Um experimento com 36 pessoas testou um terceiro polegar robótico e demonstrou a capacidade do cérebro humano de se adaptar a uma parte do corpo inteiramente nova.

A iniciativa se chama Third Thumb e começou como um projeto de graduação premiado no Royal College of Art em Londres, na Inglaterra.

A designer Dani Clode, que trabalha com projetos de próteses para braços, decidiu explorar as possibilidades de uso de um “polegar extra”..

A criação pode ter benefícios como auxiliar em tarefas repetitivas, difíceis e fisicamente exigentes ou beneficiar as pessoas que perderam permanente ou temporariamente o uso de uma das mãos. Também pode resultar em capacidades e atividades inteiramente novas.

O terceiro polegar é uma extensão de polegar impressa em 3D flexível para a mão, controlada com a ajuda dos pés.

Ao final dos testes, alguns dos participantes relataram que começaram a sentir que o polegar estava se tornando parte de seus corpos. Eles também tiveram os cérebros examinados antes e depois do experimento. Cientistas observaram evidências de plasticidade cerebral ao estudar como as próteses são representadas pelos usuários.

No futuro, a equipe pretende desenvolver um terceiro polegar que seja mais fácil de usar.

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