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Um alarme de fumaça disparou no módulo russo Zvezda, um dos principais componentes da Estação Espacial Internacional. O incidente ocorreu durante um processo automático de recarga de bateria. Segundo um comunicado da Roscosmos, não houve nenhum incêndio e tudo foi rapidamente controlado após o acionamento de um filtro de ar, que limpou o ambiente.

Segundo a agência espacial russa, os cosmonautas da seção russa da ISS não passaram por nenhum risco e rapidamente voltaram a dormir. Todos os tripulantes da estação sentiram o cheiro de fumaça.

O incidente ocorreu pouco antes da caminhada programada pelos cosmonautas Oleg Novitsky e Pyotr Dubrov, que acessaram a área externa da estação para fazer ajustes no módulo Nauka. Os dois ficaram do lado de fora dos módulos durante 7 horas e 25 minutos.

Entre outras tarefas, eles implantaram dois recipientes de risco biológico para obter dados sobre alterações físicas ou genéticas em bactérias, fungos e outros microorganismos expostos ao vácuo do espaço.

O acionamento do alarme de fumaça é mais um incidente em uma série de situações desfavoráveis vividas pelo “lado russo” da Estação Espacial Internacional: em julho, o módulo Nauka, que chegou à ISS com 13 anos de atraso, acionou os propulsores e tirou a estrutura do eixo por alguns minutos. Até hoje, a causa não foi explicada, e porta-vozes da Roscosmos dizem ainda estar estudando o que pode ter causado a falha.

A Rússia relatou que o novo incidente não trouxe nenhum problema, e todos os sistemas seguem operando normalmente.

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Um acidente sem gravidade que envolveu um Tesla Model X na cidade de Austin, no Texas, fez o corpo de bombeiros gastar muita água para apagar um incêndio. Nesta história, parece que nada estava certo, já que quem estava dirigindo o EV era uma menor de idade e, ainda por cima, ele estava embriagado. O carro bateu em uma placa de trânsito, que atingiu uma bomba de gasolina.

Felizmente, o acidente foi mais, digamos, gráfico, do que propriamente grave, já que ninguém no posto de gasolina saiu ferido e o motorista, mesmo bêbado, conseguiu sair do Tesla antes que ele pegasse fogo. Por sorte, o suprimento de gasolina do posto não foi atingido, mas, surpreendentemente, os bombeiros levaram um tempo considerável para apagar o fogo das baterias do veículo.

Haja água

De acordo com a rede de TV local CBS Austin, o corpo de bombeiros local precisou usar pelo menos 40 vezes a quantidade de água que é usada para apagar um incêndio em um veículo à combustão para conseguirem extinguir o incêndio do Tesla Model X. Segundo o chefe dos bombeiros de Austin, Thayer Smith, a maior quantidade de água e a demora para apagar as chamas é algo esperado.

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De acordo com ele, uma vez que um carro elétrico começa a pegar fogo, é muito mais difícil de apagar do que em um carro a combustão. O bombeiro defende que as chamas vão sumir, aparentemente, mas elas acendem novamente assim que o processo de jogar água contra as chamas é interrompido, ou seja, pode parecer que o fogo apagou, mas ele reacende consecutivas vezes.

40 vezes mais água

Imagens de um incêndio que atingiu um carro da Tesla em Austin
Incêndios em carros da Tesla exigem até 40 vezes mais água para serem apagados na comparação com carros a combustão. Crédito: CBS Austin

Um carro a combustão, exige entre 500 e 1.000 galões de água para que um incêndio seja apagado, enquanto isso, um carro da Tesla, como o Model X, pode requerer entre 30.000 e 40.000 galões de água, isso chutando baixo, para apagar o fogo da bateria assim que ele começar a fluir, como foi o caso do acidente em Austin.

Mas não são apenas os carros da Tesla que dão trabalho e gastam água quando pegam fogo. Há algumas semanas, uma estação de energia movida por baterias da Tesla na Austrália pegou fogo e exigiu bastante dos bombeiros. Foram necessários nada menos do que 150 homens e quatro dias de trabalho para apagar o incêndio.

Via: Futurism

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Um incêndio de grandes proporções atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, no fim da tarde desta quinta-feira (29). Estima-se que o acervo armazenado no galpão seja de mais ou menos 2.000 filmes, mas ainda não se sabe o tamanho das perdas causadas pelo fogo.

Um incidente do tipo era considerado uma “tragédia anunciada” por funcionários da instituição e profissionais do setor do audiovisual. Ao todo, foram necessários quinze caminhões do Corpo de Bombeiros e mais de 50 homens, que levaram mais de duas horas para conter as chamas, que destruíram uma boa parcela do prédio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incidente começou durante uma operação de manutenção do sistema de ar condicionado do local. Segundo a corporação, pelo menos duas salas com películas de filmes, que são feitas de acetato, um material extremamente inflamável, e uma terceira com documentos em papel foram completamente destruídas.

Importância do galpão

Fachada da unidade da Vila Leopoldina da Cinemateca Brasileira
Galpão guardava cópias de filmes, muitos deles raros, restaurados e em melhores condições do que os originais. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

O galpão da Cinemateca Brasileira atingido pelo incêndio não foi a sede da instituição, localizada na Vila Clementino, na Zona Sul da capital paulista. Porém, o local atingido  também tinha sua importância para o cinema nacional, já que guardava cópias de mais de 2.000 filmes, muitos deles raros e restaurados, apresentando condições de conservação melhores que os originais.

Infelizmente, esse não é o primeiro incidente do tipo que atinge uma instalação da Cinemateca Brasileira, outras unidades da instituição já foram atingidas por quatro incêndios e uma inundação. Agora, há o temor por parte de profissionais do audiovisual que o prédio da Vila Clementino também seja atingido por um incêndio, o que causaria uma perda inestimável.

O Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, indicou que vai solicitar uma perícia no prédio para averiguar se o incêndio foi criminoso, hipótese, porém, é remota.

Tragédia anunciada

Fachada da sede da Cinemateca Brasileira
Profissionais do audiovisual temem que incidente parecido atinja a sede da instituição em São Paulo. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

A sede da Cinemateca em São Paulo tem as cópias originais de muitos filmes e outros materiais audiovisuais que contam a história não só do cinema, mas de muitas áreas da história do Brasil. Desde 2019, quando a cultura perdeu status de ministério da administração federal, funcionários da instituição têm denunciado o que chamam de “descaso e abandono” por parte do governo Bolsonaro.

Em julho de 2020, um Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou uma ação questionando a retenção de recursos e a ausência de um gestor responsável pela instituição. No mês seguinte, 41 funcionários foram demitidos e a instituição parou de funcionar por um período.

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Em abril deste ano, os trabalhadores da Cinemateca emitiram um comunicado alertando para um elevado risco de incêndio em decorrência de falta de cuidado com o acervo, equipamentos, base de dados e instalações físicas da instituição.

Com informações da UOL

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