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Quem nunca escutou uma música ótima, mas não fazia ideia de qual seu nome? Isso é muito mais comum do que parece e pode acontecer no carro por aplicativo, em uma balada, em um restaurante, ou até mesmo na sala de espera do médico.

Também existem aqueles momentos em que você só consegue lembrar de pequenos trechos de uma música e não consegue cantá-la inteira. São situações que causam uma verdadeira agonia, pois a canção fica martelando na cabeça e não sai até lembrarmos ela inteira.

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O que muita gente não sabe é que o aplicativo do Google pode ser uma ótima ajuda nestes momentos. Basta abrir o app e cantarolar um trecho da canção, ou gravar um pedaço da música que está tocando e ele te ajudará na busca pela música.

Importante!

A função só está disponível no aplicativo do Google que está nas lojas de apps do Android e iOS. A versão para web do navegador não é capaz de identificar músicas.

Veja como usar o Google para descobrir a música que está tocando

1 – Abra o aplicativo do Google e clique na opção do microfone;

Print do aplicativo do Google

2 – Em seguida, selecione a opção “Pesquisar uma música”;

Print do aplicativo do Google

3 – O próximo passo é gravar ou cantarolar a canção em questão;

Print do aplicativo do Google

4 – Confira se a pesquisa do Google bate com a música que você estava imaginando e aproveite para salvar o nome da canção. Se o navegador errou, clique em “Tentar novamente”.

Print do aplicativo do Google

Pronto! Agora você já sabe como utilizar o aplicativo do Google para pesquisar músicas que você não sabe o nome.

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Não é novidade para ninguém que a Play Store do Google na web é desatualizada, contando com a barra lateral e as listas em formato de cartão em um telefone com Android. Porém, parece que isto está prestes a mudar, a plataforma Polícia do Android e um informante falaram que descobriram uma Play Store redesenhada que está acordo com o aplicativo móvel.

A novidade parece ter deixado de lado a grande barra lateral e os cartões em um sistema de navegação de quatro botões e listas de aparência limpa com trailers de jogos automáticos. Sendo assim, você pode filtrar aplicativos por tipo de dispositivo. 

Além disso, se você a pessoa precisar acessar a sua biblioteca ou resgatar um cartão-presente, sendo que opções como essas foram movidas para poderem alternar contas aos aplicativos da web do Google.

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O site caracterizou esse reformulação como um “trabalho em andamento” e também teve que mudar para a Play Store coreana, que é a versão taiwanesa para vê-lo. Foi pedido ao Google se a empresa pode comentar sobre esse possível teste, mas sem resposta.

Fonte: Engadget

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O Google anunciou hoje que fez um novo aplicativo Android chamado Project Relate, que pretende ajudar as pessoas com deficiência de fala a se comunicarem com mais facilidade com outras pessoas e com a ferramenta.  Isso por conta da falta de acessibilidade, em que essas pessoas estão lutado para serem compreendidas não apenas por outras pessoas, mas também pela tecnologia baseada na voz. 

Por mais que algumas empresas tenham começado a fazer seus produtos funcionarem melhor para esse público, os serviços mais comuns ainda falham. O Google quer mudar esse cenário e deixar o mercado mais inclusivo, melhorando o uso da tecnologia para todos.

A gerente de produto do Google Research. Julie Cattiau disse em um vídeo que “o reconhecimento de fala padrão nem sempre funciona bem para pessoas com fala atípica porque os algoritmos não foram treinados em amostras de sua fala.” 

Com isso, o Project Relate usaria modelos personalizados nos padrões de fala de cada usuário individual. Então, quando alguém inicia o aplicativo pela primeira vez, o sistema pede para repetir algumas frases para criar um modelo básico e entender melhor a maneira como fala. 

Imagem: Google

Logo depois, o app pode fazer três coisas: transcrever a fala do usuário em texto para ele copiar e colar ou mostrar para as pessoas, ler o que o usuário disse em uma voz sintetizada e se comunicar com o Google Assistente. 

Além disso, o aplicativo ainda está sendo testado, tanto que a empresa disse que receberá de volta candidatos para posições de teste beta “nos próximos meses”. Inclusive, este é um primeiro passo muito importante para melhorar o reconhecimento de fala para pessoas com fala atípica, deixando tudo mais inclusivo.

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Fonte: Engadget

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Se você é o tipo de pessoa que usa o Google Drive com frequência, então há uma boa chance de que a nova ferramenta de pesquisa salve a sua vida. Isso porque antes, apenas digitar o que pode levar ao arquivo que está procurando gera resultados amplos que não levam a lugar nenhum. 

Inspirado no Gmaill, o Google espera corrigir o problema com novo conjunto de filtros abaixo da barra de pesquisa que permite aos usuários refinar a consulta de forma rápida e fácil. Sendo assim, é possível limitar os resultados por tipo de arquivo, data de modificação, localização e muito mais.

Além disso, o Google Drive já oferece uma maneira de filtrar arquivos, mas a empresa escondeu esse recurso atrás do menu que você acessa tocando no ícone do lado direito na barra de pesquisa. Portanto, a maioria das pessoas provavelmente nem sabe que esse recurso existe. 

A nova forma de pesquisa deixa impossível perder qualquer mídia ou documento. Se você quiser verificá-los em sua forma beta, há um formulário de inscrição para que teste. Quando o recurso ficar pronto, ficará disponível para todos na plataforma.

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Fonte: Engadget

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Uma reportagem da Business Insider aponta que o Google está acionando seus advogados para moverem ações contra pesquisadores internos da própria empresa numa tentativa de censura judicial. As pesquisas envolvem os mecanismos de busca e inteligência artificial do grupo Alphabet.

A censura não se trata de uma medida para impedir vazamentos de segredos industriais, mas sim, pesquisas que fazem o próprio Google “ficar mal na foto”.

Os pesquisadores recebem ordens para retirar termos como “justiça” e “tendência” dos resultados, bem como chegar a modificar os dados coletados, numa prática que não apenas é antiética, mas também incrivelmente perigosa.

“Você tem dezenas de advogados — e sem dúvida, advogados altamente treinados — que ainda assim conhecem muito pouco dessa tecnologia… e eles estão vasculhando suas pesquisas como se fossem graduandos de Língua Inglesa lendo um poema.”

Censura do Google visa evitar crise pública para empresa

Os primeiros episódios de censura do Google ocorreram após a demissão da pesquisadora em ética de Inteligência Artificial, Timnit Gebru. A pesquisadora foi demitida após apontar políticas e tendências racistas dos algoritmos da Big Tech.

Na prática, os pesquisadores sabem que a inteligência artificial do Google, por mais fantástica que seja, não funciona também para outras pessoas que não sejam como a maioria do quadro de funcionários da empresa — homens e brancos.

Descobertas como essa, que são grandes problemas do setor, podem levar a uma crise de opinião pública. Milhões de pessoas confiam nos resultados do gigante de busca, e isso poderia ser severamente afetado ao descobrir que o sistema não é capaz de apresentar os melhores resultados com base na sua raça ou gênero.

No entanto, a má fama do Google já se espalha no meio da inteligência artificial. O ex-pesquisador do OpenAi — algoritmos de machine learning abertos — Jack Clark, afirmou em um tweet:

“Eu gostaria de colaorar com as pessoas nas pesquisas e eu faço uma quantidade enorme de trabalho em medidas/asserções/sínteses/análises de IAs. Por que eu tentaria colaborar com pessoas no Google se eu sei que háu m grupo invisível de pessoas que vai tentar se meter na nossa pesquisa?”

Imagem: Vladimir Sukhachev/Shutterstock

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Se o número excessivo de reuniões já era um problema antes de haver a disseminação da Covid-19, então imagine só como ficou durante a pandemia, em que o trabalho remoto se tornou predominante. Com tanta coisa para fazer e chamadas que não acabam mais, como reservar um tempo para os próprios projetos? Segundo o The Verge, o Google pode te ajudar.

A resposta da empresa é bem simples: deixe claro que você precisa de um tempo para si. Para isso, o Google está lançando um recurso chamado de de “tempo de foco” no Google Agenda que indica seu status e pode bloquear automaticamente as solicitações de reunião para esse intervalo de tempo.

É possível escolher até uma cor especial para o tempo do foco para ajudá-lo a melhorar a proporção entre reunião e trabalho. Além disso, o recurso levará até 15 dias para chegar aos usuários do Google Workspace, e os escritórios com lançamentos programados terão a mudança disponível a partir de 3 de novembro.

Google Agenda. Imagem: Shutterstock

No fim de tudo, o Google está seguindo uma tendência do novo cenário que se estabeleceu por conta da pandemia. Nesse caminho, a Microsoft incluiu um recurso Focus Sessions no Windows 11 para auxiliar as pessoas a trabalhar em períodos mais curtos e eficazes.

A ideia é que as pessoas não reclamem do Google Agenda e terá mais controle entre reuniões atrasadas e cumprimentos de demanda no site.

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Fonte: Engadget

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O Google não permitirá mais que anunciantes, editores e até influenciadores do YouTube monetizem vídeos e conteúdos que neguem a existência de mudanças climáticas. A plataforma de busca detalhou as mudanças em um documento, nesta última quinta-feira (8).

“Hoje, estamos anunciando uma nova política de monetização para anunciantes, editores e criadores do YouTube do Google que proibirá anúncios e monetização de conteúdo que contradiga o consenso científico bem estabelecido sobre a existência e as causas das mudanças climáticas”, disse a equipe do Google Ads.

Segundo a empresa, “isso inclui conteúdo que se refere às mudanças climáticas como uma farsa ou fraude, alegações que negam que as tendências de longo prazo mostram que o clima global está esquentando e alegações que negam que as emissões de gases de efeito estufa ou a atividade humana contribuem para a mudança climática.”

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O Google afirmou que usará uma série de ferramentas automatizadas e análises humanas para fazer validar a política: “Ao avaliar o conteúdo em relação a esta nova política, examinaremos cuidadosamente o contexto em que as reivindicações são feitas, diferenciando entre o conteúdo que afirma uma afirmação falsa como fato e o conteúdo que relata ou discute essa afirmação”. 

Os anúncios ainda serão permitidos sobre tópicos climáticos, debates públicos sobre políticas climática e pesquisas, por exemplo, de acordo com o Google.

Desta forma, o aumento da ação contra os negadores da existência de mudanças climáticas demonstra a segunda grande mudança na política de desinformação do Google. A decisão chega uma semana depois que o YouTube proibiu as fake news sobre vacinas e assim, segue os novos recursos com o objetivo de ajudar as pessoas.

Fonte: The Verge

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Você deve ter ouvido nos últimos dias algo bem em alta: tsunami. Pois bem, então também já deve ter ouvido falar da existência de um vulcão que entrou em erupção e que com isso, poderia provocar um tsunami no Brasil. Com o assunto em alta, muitas pessoas foram correndo no Google para descobrir.

Nos últimos sete dias, o termo “vulcão em erupção” foi um dos cinco termos que mais cresceram no Google no Brasil, segundo dados do Google Trends. Sendo assim, as consultas dispararam +3.500% e foram impulsionadas pelas notícias sobre o evento geológico nas Ilhas Canárias.

As buscas por tsunami saltaram +3.100% no mesmo período depois da notícia da possibilidade, por mais que remota, da erupção provocar um tsunami no nosso país. As palavras “vulcão” e “tsunami” liderarem a lista dos termos de maior crescimento no período e também ficaram entre os dez termos mais buscados no Google Notícias recentemente.

Além disso, o assunto aqueceu as buscas no Google Imagens, em que as consultas por imagens de tsunami subiram +1.050%, levando o termo a engajar entre os 10 de maior crescimento na plataforma no período, segundo com dados da empresa.

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Por mais que haja um risco quase zero de ocorrer um tsunami aqui, as cidades brasileiras foram as que mais buscaram por sistema de alerta nos últimos sete dias. Quatorze das 15 cidades que mais buscaram pelo assunto são brasileiras.

O interesse em acompanhar alertas de tsunami fez a busca bater recorde de interesse no Brasil neste mês de setembro. Enquanto a procura na internet saltou 4.900% na comparação com agosto.

Os cinco estados que mais pesquisaram: a Paraíba, o Rio Grande do Norte, Sergipe, Pernambuco e Ceará. Os brasileiros não pararam de pensar no assunto, pensaram tanto que “O que fazer em caso de tsunami?” e “como sobreviver a um tsunami?” ficaram entre as cinco perguntas mais pesquisadas nos últimos sete dias sobre o tema.

Fonte: UOL

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Em breve, o Google Meet será mais fácil para as pessoas enxergarem todos os seus colegas de trabalho ou amigos em chamadas de vídeo. Isso porque a versão web do aplicativo pode detectar quando alguém está subexposto devido à má iluminação. Dessa forma, o Meet aumentará o brilho para que seja mais fácil ver, além de talvez tornar a sua tela mais clara se a sua webcam não for muito boa.

O modo de pouca luz chegou aos aplicativos do Google Meet iOS e Android ainda em 2020. Com isso, é utilizado da inteligência artificial para examinar os níveis de luz e assim, ajustar o brilho. Porém, não há controle de administrador para o recurso e os usuários podem desligar.

Google Meet aumentará o brilho para que seja mais fácil ver

O recurso está chegando para todos no espaço da área de trabalho dos usuários, tanto básicos como empresarias do G Suite. Além disso, o Google também está disponibilizando a novidade para domínios de lançamento rápido e domínios de lançamento agendado, sendo assim, feeds ruins de webcam podem ser coisa do passado nas chamadas do Meet.

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Fonte: Engadget

Chamadas no Google Meet continuarão ilimitadas até 2021

Em abril o Google liberou a todos os usuários do GMail o acesso a recursos avançados do Google Meet, como conferências com duração ilimitada, a criação de reuniões com até 250 participantes, streaming a até 100 mil usuários em um domínio e gravação de chamadas no Google Drive. Teoricamente, estes recursos estariam disponíveis até esta quarta-feira, 30 de setembro.

Ontem, reportamos que o Google não tinha intenções de estender o plano, e que a duração das chamadas para os usuários gratuitos seria novamente limitada a no máximo 60 minutos por chamada. Mas hoje a empresa mudou de idéia, e anunciou em seu blog que as chamadas continuarão tendo duração ‘ilimitada’ até 31 de março de 2021.

Tecnicamente há um limite de duração, de 24 horas por chamada, mas é pouco provável que um usuário comum o atinja. Segundo a empresa: “enquanto contemplamos uma temporada de festas com menos viagens e eventos importantes como reuniões familiares, encontros de pais e mestres e casamentos acontecendo através de vídeo, queremos continuar ajudando nos próximos meses aqueles que dependem do Meet para se manter em contato. Como sinal de nosso empenho, estamos anunciando que continuaremos a oferecer chamadas ilimitadas (até 24 horas) na versão gratuita do Meet até 31 de março de 2021, para todos os que tem uma conta no GMail”.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Você já reparo como a internet está mudando com o passar dos anos? Inclusive, incluindo quanto pagamos pelo conteúdo que queremos consumir, pelos anúncios e marcas que vemos por todo lado. Isso porque as duas grandes empresas de tecnologia do mundo, Apple e Google estão implementando proteções de privacidade que impedem os profissionais de marketing de obter acesso aos dados ao mostrar anúncios. 

Ou seja, as mudanças têm repercussões para a publicidade online, que é a base de negócios para os aplicativos e sites, como Facebook e TikTok. Sendo que por décadas, os anunciantes confiaram em “cookies” (código plantados para nos rastrear online e mostrar anúncios relevantes) e quando os smartphones surgiram, usaram rastreadores dentro de aplicativos móveis para seguir as pessoas em suas navegações.

Foi então que as publicidades se tornaram mais eficazes e também permitiu que usuários mal-intencionados roubassem os dados das pessoas e divulgassem informações incorretas. Portanto, a preocupação com a privacidade online deu início a uma discussão em todo o setor.

Em 2017, a Apple lançou uma versão de seu navegador Safari que impedia que as empresas de marketing acompanhasse as pessoas. No mesmo ano, a Apple lançou App Tracking Transparency, que é uma janela pop-up em aplicativos para iPhone que possibilitam as pessoas a opção de não serem rastreadas.

No ano de 2019, o Google anunciou o Privacy Sandbox, que é um conjunto de ideias para o desenvolvimento de uma web mais privada. Sendo assim, a empresa planejaa que seu navegador Chrome bloqueie cookies de rastreamento em 2023.

A lista de interesse permite que o Facebook direcione anúncios mais compatíveis com o perfil do usuário

O sistema pode ser denominado Aprendizagem Federada de Coortes (FLOC) e envolve agrupar pessoas com base em seus interesses. Dessa maneira, se você visitar sites relacionados a tênis e cães, será colocado em um grupo de pessoas com os mesmos interesses. 

Funciona da seguinte maneira: assim que um site é carregado, ele examina o navegador em busca de um código de identificação para saber qual grupo a pessoa pertence. Isso se mostra menos invasivo do que os métodos de rastreamento que temos, pois os anunciantes não teriam acesso ao histórico de navegação pessoal.

Devido ao grande alcance dos produtos da Apple e do Google, ainda mais porque o navegador Chrome do Google é o nº 1 do mundo e o iPhone da Apple é o telefone mais vendido, os anunciantes não possuem muita escolha a não ser se adaptar. 

Então, eles agora descobrir novas maneiras de vender produtos e mostrar anúncios, usando menos os dados das pessoas. Se for no curto prazo, os anúncios digitais terão uma aparência bem diferente. No longo prazo, a internet que usa produtos da Apple pode parecer diferente dos produtos do Google.

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Quando se trata da Apple, ao abrir um aplicativo de previsão do tempo gratuito para iPhone, ele poderia ter usado a tecnologia de rastreamento para saber o que estava sendo feito em outros aplicativos e sites. Dessa maneira, o aplicativo apresentaria um anúncio de algo específico, como um restaurante em que você pediu comida.

Agora, como esse rastreamento pode ser bloqueado, o aplicativo de previsão do tempo deverá contar com outros dados para veicular um anúncio, a hora do dia, por exemplo. O resultado é que os anúncios podem ser menos relevantes e mais aleatórios.

Já no Google, quando você usa o navegador Chrome para clicar em um produto, a chance é grande que veja um anúncio desse produto em todo lugar que acessar. No futuro, um site não conseguiria teria o conhecimento de que você teve esse movimento de intenção de consumo, mas saberia que estava em um grupo que manifestou interesse por aquele produto. A ideia é que com isso, você possa ver anúncios de outros produtos semelhantes.

As novidades da Apple e do Google podem levar os editores da web a escolher um lado, disse Brendan Eich, fundador da Brave, que é um navegador privado. Portanto, caso os editores estiverem mais felizes com a solução de anúncios, eles podem projetar seus sites para funcionar no navegador de uma empresa e não na de outra, por exemplo.

Fonte: The New York Times

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