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Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft, prevê que daqui 2 ou 3 anos a maioria das reuniões virtuais vai acontecer no metaverso, o mundo virtual com avatares considerada uma das grandes apostas de grandes empresas de tecnologia.

A previsão do bilionário de 66 anos foi feita em um post que ele faz todos os anos em seu site pessoal, com um balanço dos últimos 12 meses e algumas projeções para o futuro.

“Dentro dos próximos dois ou três anos, prevejo que a maioria das reuniões virtuais deixarão de acontecer em images de câmeras em um grid 2D para o metaverso, um espaço 3D com avatares digitais”, escreveu.

Gates comentou que as pessoas precisarão comprar acessórios como óculos de realidade virtual e citou também “luvas” e outros acessórios para permitir a captura de movimentos e expressões.

Bill Gates testa equipamento de realidade virtual imagem: Reprodução/Bill Gates

O magnata admitiu que muitas pessoas ainda não têm esses itens, mas disse acreditar que elas serão adquiridas ao longo do tempo.

“Ainda há trabalho a ser feito, mas estamos nos aproximando de um limiar em que a tecnologia começa a replicar a experiência de estarmos juntos no escritório”, afirmou o bilionário.

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Ano cheio de polêmicas

Gates também usou o post em seu site para abordar outros assuntos de 2021, que afirmou ter sido um “ano difícil” para ele.

“Meu mundo pessoal nunca pareceu tão pequeno quanto foi nos últimos 12 meses”, escreveu.

Ele dedicou uma pequena parte do seu balanço para falar da separação de Melinda Gates, com quem foi casado por 27 anos e teve 3 filhos.

“Melinda e eu continuamos a dirigir nossa fundação juntos e encontramos um novo ritmo de trabalho, mas não posso negar que foi um ano de grande tristeza pessoal para mim”, contou.

O bilionário se envolveu em polêmicas durante o ano com revelações de que teria mantido um relacionamento extraconjugal com uma funcionária da Microsoft e de que teria trocado e-mails inapropriados com outra subordinada.

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Em uma conferência sobre políticas espaciais que aconteceu nos EUA na última quarta-feira (10), o CEO da Blue Origin, Jeff Bezos, deu declarações polêmicas sobre o que ele imagina sobre o futuro da exploração do espaço.

Segundo Bezos, a Terra deixará de ser o principal planeta habitável do Sistema Solar, passando a ser uma atração turística, como um parque para visitação pública para moradores de outras localidades no espaço.

No futuro, a Terra se tornará um mero destino turístico para colonizadores espaciais? É o que diz Jeff Bezos. Imagem: Triff – shutterstock

De acordo com o site RealClearPolitics, o fundador da Amazon fez a afirmação no Fórum Ignatius de 2021, acompanhada do comentário assustador de que, um dia, a maioria das pessoas nem nascerá na Terra.

“Ao longo dos séculos, a maioria ou muitas das pessoas nascerão no espaço. Será a primeira casa delas. Elas nascerão em colônias espaciais, elas viverão nessas colônias. E poderão visitar a Terra da mesma forma que você visitaria o Parque Nacional de Yellowstone”, disse Bezos, comparando o planeta a uma reserva natural norte-americana bastante conhecida.

Bezos ressaltou que a Terra é “o planeta mais precioso” e que cabe a nós “preservá-lo e conservá-lo”. No entanto, ele ainda acredita que o futuro da humanidade não está aqui, mas no espaço sideral.

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Bezos aposta na terraformação de Marte

“A Terra pode sustentar 10 bilhões de pessoas até certo grau”, disse ele, acrescentando: “O Sistema Solar pode sustentar um trilhão de pessoas, e podemos continuar a desenvolver nossa civilização e aumentar nossa intensidade de energia”.

Ele acredita que ações como a terraformação de Marte podem aliviar grande parte do estresse no ecossistema do nosso planeta. “Embora isso seja um esforço imenso”, disse ele, “também significaria uma “duplicação da Terra”.

“Então, você vai de 10 bilhões para 20 bilhões de pessoas”, concluiu. 

Embora polêmicas, as declarações de Bezos certamente levantam discussões fascinantes sobre o futuro da humanidade.

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Já é muito comum conversar com outras pessoas pela internet. Mas uma empresa da Nova Zelândia aposta que o metaverso vai provocar uma explosão no uso de uma nova classe de humanos: as pessoas digitais.

Chamada de Sam, a primeira pessoa digital da Soul Machines opera uma espécie de cérebro digital, que roda em um sistema apelidado de Humans OS 2.0. Ela é capaz de perceber as expressões das pessoas pela webcam, e formular respostas quase que em tempo real.

A empresa acredita que as simulações podem até se tornar versões estendidas dos usuários, uma forma de participar do metaverso sem estar fisicamente conectado a nenhum aparelho. Segundo o presidente da Soul Machines, “eles podem sair e fazer coisas, ganhar dinheiro para você ou para a sua empresa, enquanto você está fazendo outra coisa mais divertida”.

Mas eles admitem que existem poucas profissões em que será possível usar as pessoas digitais. Por mais que a inteligência artificial fique indistinguível de pessoas reais, funções como as de advogados, professores e profissionais de saúde vão seguir sendo exclusivas para seres humanos.

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Na quinta-feira, o atual duque de Edimburgo, Príncipe William, fez duras críticas às empresas que se dedicam ao turismo espacial. E nessa sexta o ator William Shatner, que voou ao espaço pela Blue Origin na quarta-feira, respondeu às declarações do provável futuro Rei do Reino Unido.

O membro da família real britânica disse que é realmente crucial focar neste planeta, em vez de desistir e ir para o espaço experimentar e pensar em soluções para o futuro.

Ele ainda afirmou que existe uma “questão fundamental” sobre a emissão de carbono pelos voos espaciais.

O agora astronauta William Shatner afirmou em um programa da TV americana que o príncipe entendeu tudo errado.

O ator alegou que viagens como a dele são como um “passo de bebê” em direção à transferência de indústrias poluentes para o espaço. E ainda acrescentou: “O príncipe está perdendo o ponto”.

O eterno Capitão Kirk de Star Trek, que aos 90 anos se tornou a pessoa mais velha da história a ir ao espaço, disse que uma base de geração de energia poderia ser construída a mais de 400 km acima da Terra.

Para isso, tudo o que precisa é “alguém tão rico como Jeff Bezos dizer ‘Vamos lá para cima’.

Parece que o Capitão Kirk ainda tem tempo para mais uma aventura.

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A britânica Moke International anunciou que os jipes ultra retrôs que produz vão ser totalmente movidos à eletricidade a partir de 2022.

Os pequenos e estilosos veículos de teto aberto foram revividos a partir de 2018 como um meio de transporte divertido, mas ele foi projetado como jipe de guerra. Nos anos 1960 e 70, alguns foram recuperados e um deles até apareceu em um filme do agente britânico 007.

Mas o futuro deles é mais ecológico. Agora fabricados em alumínio, os Moke são leves o bastante para que um motor elétrico pequeno, de apenas 44 cavalos, o levem a uma velocidade máxima de 100km/h, com autonomia de 144 quilômetros entre recargas.

De acordo com a fabricante, todos os Mokes elétricos vão ser feitos à mão por uma equipe especializada, que conta com cerca de 700 engenheiros, operadores de produção e técnicos.

As vendas já estão abertas, com as entregas começando já no começo do ano que vem. O preço que não é de brincadeira: começa a partir de 29.150 libras, cerca de 221 mil reais. E os clientes ainda podem personalizar o jipe com opções que podem ser bem avançadas, como um sistema de direção assistida, ou freios regenerativos que ajudam a manter a bateria carregada!

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O supersônico civil Overture está perto de obter a certificação do FAA, o órgão regulador de avião nos Estados Unidos. Ele quer ocupar o lugar deixado pelo Concorde, que parou de voar em 2003.

Mas o projeto é totalmente diferente do avião franco britânico, apesar do desenho da fuselagem e das asas ser bem semelhante. Para começar, o Overture vai usar combustível 100% sustentável. E os novos motores não vão ser barulhentos como os do Concorde.

O fim das operações dele foi causado pelo alto consumo de combustível e gastos de manutenção, que se somaram a um trágico acidente ocorrido em 2000. Um Concorde da Air France caiu logo depois da decolagem do aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. 113 pessoas morreram.

O novo avião supersônico comercial deve transportar 88 passageiros e alcançar velocidades superiores a mach 1,7, o que corresponde a cerca de 2.100 km/h. Isso faz com que uma viagem entre Nova York a Londres seja feita em apenas três horas e meia, por exemplo. Em modelos convencionais, a mesma viagem demora duas vezes mais.

Mesmo sem estar aprovado, a United Airlines já anunciou a compra de 15 Overtures, com o lançamento oficial marcado para 2025. O primeiro voo comercial deve ocorrer em 2026.

A fabricante também está trabalhando com a FAA para estabelecer os requisitos básicos de treinamento para os futuros pilotos da aeronave. A expectativa é de começar os testes de voo em breve.

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A BMW já está se preparando para o ano 2040! Esse pode ser o ano do lançamento de um novo conceito de carro elétrico, 100% reciclável e feito de materiais sustentáveis.

O i Vision Circular é um carro compacto de quatro lugares, mas com acabamento e equipamentos luxuosos. O nome ‘Circular’ não foi dado à toa. O projeto leva em conta os princípios da economia circular, que são repensar, reduzir, reusar e reciclar.

O design do automóvel é totalmente desenvolvido com material reciclável. Inclusive a bateria de eletrólito sólido.

O número de peças, componentes, materiais e acabamentos de superfície foi reduzido, o que inclui o exterior, com a grade tradicional da BMW sendo substituída por uma superfície gráfica digital que incorpora os faróis.

O corpo é feito de alumínio secundário e não é pintado, para reduzir ainda mais o uso de materiais.

O teto de vidro panorâmico ajuda a aumentar a quantidade de luz interna e, na parte traseira, há uma porta de vidro escurecido, que adota uma única barra de luz LED. A abertura das portas foi projetada para dar acesso mais fácil ao interior.

Até os pneus são ecológicos: são feitos de borracha natural cultivada de forma sustentável.

O interior luxuoso também conta com materiais e processos de produção sustentáveis. Os assentos têm moldura de alumínio e estofamento de plástico reciclado.

O painel de instrumentos é uma atração à parte. Feito com uma estrutura impressa em 3D, ele é todo retro iluminado e se adapta ao gosto do usuário.

A BMW não deu nenhuma informação técnica sobre o i Vision Circular, e garante que não há planos de produção para esse modelo por enquanto. Mas é provável que alguns dos detalhes de design e princípios de economia circular sejam usados ​​nos próximos lançamentos dos carros elétricos da marca.

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Como olhar nos “olhos” de um robô poderia afetar as suas decisões? Cientistas desenvolveram um experimento para encontrar essa resposta.

A proposta foi fazer com que as pessoas jogassem contra um humanoide. E os pesquisadores descobriram que quando o robô olhava para os jogadores humanos durante a sessão, isso acabava alterando o comportamento e a estratégia dos participantes.

Durante o teste, os voluntários foram monitorados por eletroencefalografia e houve mudanças significativas na atividade neural sempre que eram encarados pelo dispositivo.

Ao todo, 40 participantes sentaram-se em frente a um robô humanoide iCub, competindo em um jogo em uma tela de computador horizontal, na qual dois carros simulados corriam de frente um para o outro.

Pouco antes do momento do impacto, o jogo parava e os participantes eram solicitados a olhar para o robô – que encontraria seu olhar ou desviaria o olhar. Nesse instante, os participantes tiveram que decidir se deixavam seus carros andar à frente ou se desviariam para o lado.

Os resultados do experimento mostraram que o olhar de retorno do robô não influenciou as escolhas feitas por jogadores humanos individuais, mas os participantes geralmente responderam mais rápido no jogo quando o iCub desviou os olhos.

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Não foi desta vez: o primeiro voo orbital da Firefly Aerospace resultou na explosão do foguete Alpha antes mesmo de ele chegar ao espaço.
Segundo a empresa, o veículo sofreu uma “anomalia fatal”, e começou a girar no céu. Logo depois ocorreu uma enorme explosão, que destruiu totalmente a carga que carregava.

Caso fosse bem-sucedida, a missão seria a entrada da Firefly Aerospace no mercado de voos orbitais. A companhia quer oferecer esse serviço para empresas que tenham interesse em levar satélites ou outros artefatos para o espaço.

Apesar da perda, falhas em primeiros voos não são tão raras assim: empresas como Astra, Virgin Orbit e Rocket Lab também falharam em estreias desse tipo de viagem.

Provavelmente, um novo teste de voo orbital vai ser realizado, mas por ora, a empresa não se comprometeu com datas.

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Benyamin Ahmed é o novo bem-afortunado do mundo dos ativos digitais. O garoto de 12 anos ganhou cerca de 290 mil libras, mais de 2 milhões de reais, em troca de uma série de obras digitais que ele mesmo desenvolveu e apelidou de ‘Weird Whales’, ou ‘Baleias Estranhas’.

O jovem morador de Londres vendeu as obras como NFTs, “tokens não fungíveis”. Benyamin Ahmed e o irmão Yousef são incentivados a codificar desde muito novos, pois o pai, Imran, trabalha com desenvolvimento de software e finanças tradicionais.

A coleção com 3.350 baleias pixelizadas não é a primeira e nem vai ser a última criação de Benyamin. O garoto já criou um outro conjunto artístico inspirado no jogo Minecraft e está desenvolvendo outro, com o tema de super-heróis.

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