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As filmagens de ‘Skulls’, prequela de ‘Predador’, foram encerradas oficialmente. O diretor de fotografia Jeff Cutter (‘A Órfã’) usou sua conta no Instagram para publicar uma imagem dos bastidores relatando o fim das gravações, e apagou o post logo em seguida. Isso porque a foto mostrava a claquete com o nome no plural, ao invés de ‘Skull’, como era anunciado inicialmente.

A publicação de Cutter também revelou dois novos nomes integrantes do elenco do filme. No texto, ele agradeceu ao “grande elenco”, liderado por Amber Midthunder (‘Legion’), Dakota Beavers e Dane DiLiegro (‘American Horror Stories’). A primeira já era conhecida como parte da prequela de ‘Predador’. Midthunder será a heroína do longa, que se passa durante a primeira visita dos extraterrestres.

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Mas, ainda não há nada sobre os papéis de Beavers e DiLiegro. Algumas especulações sugerem que DiLiegro pode interpretar um dos Predadores, já que o ator é conhecido por interpretar monstros tanto na série ‘American Horror Story‘ como em ‘Sweet Home’.

O post de Jeff Cutter também contou com um agradecimento ao diretor Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’, ‘Black Mirror’ e ‘The Boys’). “Por me convidar para essa jornada épica e me confiar para ajudar a realizar sua visão para este filme!”, escreveu o diretor de fotografia.

predador
Foto de bastidores publicada pelo diretor de fotografia Jeff Cutter. Imagem: Instagram/Reprodução

A prequela de ‘Predador’ tem roteiro de Patrick Aison (‘Jack Ryan’), com produção de John Davis e John Fox. ‘Skulls’ será lançado em 2022, mas ainda sem uma data precisa definida. Há ainda boatos de que o novo filme irá direto para o serviço de streaming norte-americano Hulu.

A franquia ‘Predador’ começou com o filme de 1987, estrelado por Arnold Schwarzenegger. O longa teve duas sequências, uma em 1990 e ‘Predadores’, de 2010. Houve também crossover com a franquia ‘Alien’, resultando em dois filmes de ‘Alien vs. Predador’. Por fim, em 2018, o filme foi reiniciado no reboot ‘Predador’.

Via: ScreenRant / Collider / Bloody Disgusting

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O ‘Minecraft’ tem, entre seus modos, um criativo, que permite aos jogadores usarem a imaginação e construírem o que bem quiserem. E, assim, um jogador do game desenvolvido pelo Mojang Studios vem recriando diversos planetas da galáxia da saga ‘Star Wars’, convergindo o jogo febre entre crianças e adolescentes e a franquia de quase 45 anos de existência.

O jogador, conhecido como Vistachess, divulga o trabalho que vem fazendo no ‘Minecraft’ no fórum Reddit. Lá, ele publicou diversas capturas de tela de toda a construção que vem realizando sozinho (ou sozinha?). O usuário também disponibiliza um link para download.

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Na última quinta-feira (9), o jogador publicou as imagens de Tatooine, planeta deserto que serviu de lar para Anakin e Luke Skywalker e Obi-Wan Kenobi durante ‘Star Wars’, e de Coruscant, a capital da República e, em seguida, do Império. No post, Vistachess disse que passou um ano na construção como parte de seu mapa de aventura em mundo aberto singleplayer.

Ele/ela ainda deixou dois vídeos do progresso no YouTube. Pelo tempo que ele levou para fazer dois planetas, os outros devem demorar ainda a chegar à página do jogador no Reddit. Agora, pela última publicação de Vistachess no fórum, o construtor de ‘Minecraft’ está trabalhando no planeta Naboo, local de origem da rainha, e depois senadora, Padmé Amidala.

Vistachess não é o primeiro jogador a usar o ‘Minecraft’ para reconstruir mundos da ficção. A comunidade de construtores do jogo já colocou a Terra Média, onde se passa a maioria dos contos de J. R. R. Tolkien, nos formatos cúbicos do game. ‘Doom’, ‘Half-Life’, ‘The Witcher, ‘Stardew Valley’ e até o mapa completo de ‘Breath of the Wild’, título de 2017 da franquia ‘A Lenda de Zelda’ também entraram no jogo.

Confira a galeria de ‘Star Wars’ no ‘Minecraft’:

Via: PC Gamer

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No sugestivo dia 6 de setembro (6/9) é celebrado o Dia do Sexo, um assunto que ainda é tabu para muita gente, mas é sinônimo de saúde e bem-estar quando feito com responsabilidade. Para quem pode, a melhor opção é fazer o que a data pede, mas criar uma boa atmosfera não é uma má ideia.

Para ajudar a dar um clima, nada melhor que uma playlist animada, um bom vinho, chocolates e, por que não, um bom filme, seja ele um clássico ou uma produção moderna. Por isso, o Olhar Digital preparou uma lista especial com filmes para esquentar o clima dos casais apaixonados nesta data.

Instinto Selvagem

Para abrir a lista, nada melhor que um clássico de 1992. Dirigido por Paul Verhoeven, o longa conta a história de uma aclamada escritora que usa a sedução como uma arma para tentar se livrar de uma acusação de assassinato. O filme pode ser alugado no YouTube por R$ 9,90.

Closer – Perto Demais

Dan, um escritor de obituários que deseja lançar um romance, é seduzido por Anna, uma fotógrafa que acabou de se divorciar, mas se casou de novo em seguida. Para viver seu amor proibido, ele usa Alice, uma stripper, para se tornar confiante para ir atrás do amor de sua vida. O filme está disponível na Netflix.

Cisne Negro

Neste longa de 2010, a rivalidade entre Nina e Lily, duas bailarinas com personalidades antagônicas desemboca em uma amizade disfuncional. Ao mesmo tempo, um rígido diretor artístico tenta liberar um lado sensual e malicioso de uma delas. O filme está disponível no Star+.

Magic Mike

Mike é um consagrado stripper que decide se aposentar, mas não antes de ensinar a arte de seduzir mulheres para Adam, um rapaz jovem e promissor. Também vale a pena conferir a continuação, “Magic Mike XXL”, que mostra a volta de Mike aos palcos para um show de despedida. Os dois filmes estão disponíveis no YouTube por R$ 7,90 cada.

Azul é a Cor Mais Quente

Vencedor de três Palmas de Ouro no Festival de Cannes, o filme de 2013 mostra a jornada de Adèle, uma adolescente que se apaixona por Emma, uma garota encantadora de cabelos azuis. Juntas, as duas se jogam em uma viagem de prazer e descobertas. O filme está disponível no Telecine Play.

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Me Chame Pelo Seu Nome

O que parecia ser só mais um verão na casa de veraneio dos pais em uma bela paisagem na Itália, se torna um divisor de águas na vida de Elio, um jovem LGBT, após a chegada de Oliver, um companheiro de pesquisa de seu pai. O filme está disponível na Netflix.

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O Dia do Irmão é comemorado todo dia 5 de setembro. A data não é oficial, no entanto, é uma ótima ocasião para passarmos um momento especial com quem dividimos grandes momentos durante toda a vida.

Obviamente, ter irmãos não é sempre um mar de rosas, talvez sejam eles as pessoas com quem mais discutimos durante a vida. Mas, para que a data seja comemorada de maneira especial, nós do Olhar Digital preparamos uma seleção de filmes que podem fazer florescer o verdadeiro significado de ser irmão. Confira!

Irmão Urso

O primeiro filme é um clássico da Disney de 2003 que conta uma relação muito especial entre seres que não são da mesma família, mas que estabelecem uma verdadeira e emocionante relação de irmandade. O filme está disponível no Disney+.

Uma Prova de Amor

Se você gosta de chorar, esse é o filme perfeito! Apesar de toda problemática envolvida na vida das irmãs que protagonizam o longa, elas mostram como o laço de amor é maior que qualquer barreira. O filme está disponível no Globoplay.

Thor: Ragnarok

Após anos afastado de Asgard, Thor retorna para casa e junto com seu irmão Loki sai para encontrar o seu pai Odin. Após o feito, ambos precisam lutar contra Hela, a irmã mais velha até então desconhecida. O filme está disponível no Disney+.

Frozen – Uma Aventura Congelante

O filme conta a história do reencontro do amor entre as irmãs Anna e Elsa. Se escolher este, aproveite para já assistir “Frozen 2” que mostra as duas consertando alguns erros do passado que separam seu reino dos quatro elementos. As duas produções estão disponíveis no Disney+.

Extraordinário

O filme vai muito além da relação entre irmãos, mas um momento específico do longa rouba a cena e deixa claro o quanto esse amor é importante para encontramos nosso lugar no mundo. O filme está disponível no Telecine Premium.

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Adoráveis Mulheres

Feminismo, sororidade, empoderamento e amor entre as irmãs March são as principais pautas abordadas no longa de 2019 que, de maneira simples, mostra a importância da relação construída por elas. A produção está disponível no YouTube Premium.  

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O filme ‘No Limite do Mundo’ estreou nesta sexta-feira (3), nas plataformas Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes/Apple TV, Google Play e YouTube Filmes. O longa é dirigido por Michael Haussman, conhecido por trabalhos em clipes musicais, tendo trabalhado com Madonna, Britney Spears, Rita Ora, Jennifer Lopez, Justin Timberlake, Shakira e Kanye West. Em entrevista exclusiva ao Olhar Digital, ele falou sobre a transição para o cinema.

Mesmo sendo aclamado pelos clipes musicais, ele já fez curtas, filmes comerciais e documentários. Haussman lembrou que seus clipes sempre contaram histórias. Entre seus títulos estão ‘La Tortura’, de Shakira e Alejandro Sanz, ‘Sexyback’, de Justin Timberlake e Timbaland, e ‘Jesus Walks’, de Kanye West. Para ele, levar uma mídia para a outra ajuda bastante no trabalho.

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“Se faz um clipe e filme, há um ritmo que outros cineastas não tem, uma disciplina visual aprendida que outros cineastas talvez não tenham. Quando você conta uma história em pouco tempo nem sempre há diálogo. Não há nada pior do que ver um filme em que a história é contada pelo diálogo, com menos ação. Eles se ajudam”, destacou, ao Olhar Digital.

Haussman lembrou que os clipes sempre tinham os personagens, um ponto de vista. “Clipes têm uma má reputação de só ter um monte de imagens sem sentido que parecem bem juntas. Eu sempre quis fazer uma história que tivesse sentido”, emendou.

E ele levou isso para ‘No Limite do Mundo’. O filme dramatiza a história real do soldado inglês James Brooke, interpretado por Jonathan Rhys Meyers (‘The Tudors’), que se tornou o primeiro raja branco de Sarawak, região norte da ilha de Bornéu, atualmente parte da Malásia. Curiosamente, o diretor já esteve no local, há 25 anos, fazendo trilhas.

no limite do mundo
Jonathan Rhys Meyers é o protagonista de Michael Haussman em ‘No Limite do Mundo’. Imagem: Reprodução

Michael Haussman voltou à ilha para filmar o longa. “As pessoas não conhecem Bornéu, mas é a terceira maior ilha do mundo. Podem reconhecer o nome, mas não sabem localizar. Fomos lá e não tinha produtoras, diretor de elenco, só íamos para a floresta fazer tudo. Você vai lá e leva tudo. Foi muito difícil, tivemos um set que levou dois meses para ser feito e foi destruído pelas monções”, lembrou.

O diretor ficou cinco meses na região. Começaram em 2018, mas não conseguiram iniciar as filmagens justamente por causa do fenômeno climático, particularmente intenso no oceano Índico e sudeste da Ásia. Por isso, precisaram voltar em 2019 e a edição do filme foi realizada em 2020.

Boa parte do elenco foi escalada lá mesmo em Bornéu. Haussman contou que Peter John, ator que interpreta Orang Kaya em ‘No Limite do Mundo’ é realmente descendente da versão real do personagem. Nomes como Atiqah Hasiholan, atriz que dá vida a Fatimah, Shaheizy Sam, o Subu do filme, e Bront Palarae, intérprete de Mahkota, são famosos na Indonésia e na Malásia. Outros realmente eram pessoas dos povos nativos que não trabalhavam com atuação.

Para o futuro, Michael Haussman já prepara outro filme para lançar antes do ano novo, baseado em uma série chamada ‘Do Not Disturb’. A edição deve acabar neste semana. Como o outro longa em que ele vai trabalhar precisa ser filmado no inverno, o diretor vai precisar esperar para o do ano que vem. Assim, no verão do hemisfério norte (de junho a setembro) do ano que vem, ele vai preparar a produção.

Perguntado se realizaria algum filme no Brasil, Haussman contou que já chegou a filmar na floresta Amazônica, mas não soube especificar em que país. Mas, ele não voltaria a gravar na mata. “Já fiz meu filme de floresta e mudou a minha vida. Faria um filme no Brasil, mas não na floresta”, concluiu o diretor.

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O ator e dublador Edward “Ed” Asner morreu na manhã deste domingo (29), aos 91 anos de idade, em Los Angeles, no estado norte-americano da Califórnia. O lendário ator, ativista e filantropo faleceu “pacificamente”, de acordo com a família, que não informou a causa. Ele ficou conhecido pelo papel de Lou Grant em ‘The Mary Tyler Moore’ e, entre os sucessos, dublou Carl Fredricksen, no filme ‘Up – Altas Aventuras’.

Asner atuou na sitcom ‘The Mary Tyler Moore’ entre 1970 e 1977. Foi presidente do Screen Actors Guild (SAG), o sindicato dos atores dos Estados Unidos, entre 1981 e 1985. Ele é o ator masculino com mais premiações do Emmy, somando sete estatuetas.

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Lou Grant recebeu um spin-off, de 1977 a 1982, levando Ed Asner a interpretar o mesmo personagem em uma série de comédia e uma dramática. Mais recentemente, em 2009, emprestou a voz para um dos protagonistas de ‘Up – Altas Aventuras’, o senhor Carl Fredricksen. O filme da Pixar recebeu cinco indicações ao Oscar 2010 e venceu em duas categorias: Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha-Sonora.

Ed Asner deu voz a Carl Fredricksen em ‘Up’ e em diversos especiais. Imagens: Pixar e Jaguar PS/Shutterstock

O currículo do ator nascido Kansas City, no dia 15 de novembro de 1929, é bastante longo. Asner começou a carreira no teatro e ajudou a fundar a Playwrights Theatre Company em Chicago. Em 1960, conseguiu o primeiro papel na Broadway e chegou à televisão em 1957.

Entre as dublagens em animações como filmes, séries e até viedogames, o ator deu voz a diversos personagens da DC e da Hanna-Barbera. Nos últimos anos, Ed Asner fez aparições em diversas séries, como ‘Grace & Frankie’, no papel de Howard Jay, ‘Cobra Kai’ como Sid Weinberg, padrasto de Johnny Lawrence, interpretado por William Zabka, e ‘Disque Amiga Para Matar’, como um amigo de Judy, personagem de Linda Cardellini na casa de repouso.

Via: Deadline

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Um incêndio de grandes proporções atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, no fim da tarde desta quinta-feira (29). Estima-se que o acervo armazenado no galpão seja de mais ou menos 2.000 filmes, mas ainda não se sabe o tamanho das perdas causadas pelo fogo.

Um incidente do tipo era considerado uma “tragédia anunciada” por funcionários da instituição e profissionais do setor do audiovisual. Ao todo, foram necessários quinze caminhões do Corpo de Bombeiros e mais de 50 homens, que levaram mais de duas horas para conter as chamas, que destruíram uma boa parcela do prédio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incidente começou durante uma operação de manutenção do sistema de ar condicionado do local. Segundo a corporação, pelo menos duas salas com películas de filmes, que são feitas de acetato, um material extremamente inflamável, e uma terceira com documentos em papel foram completamente destruídas.

Importância do galpão

Fachada da unidade da Vila Leopoldina da Cinemateca Brasileira
Galpão guardava cópias de filmes, muitos deles raros, restaurados e em melhores condições do que os originais. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

O galpão da Cinemateca Brasileira atingido pelo incêndio não foi a sede da instituição, localizada na Vila Clementino, na Zona Sul da capital paulista. Porém, o local atingido  também tinha sua importância para o cinema nacional, já que guardava cópias de mais de 2.000 filmes, muitos deles raros e restaurados, apresentando condições de conservação melhores que os originais.

Infelizmente, esse não é o primeiro incidente do tipo que atinge uma instalação da Cinemateca Brasileira, outras unidades da instituição já foram atingidas por quatro incêndios e uma inundação. Agora, há o temor por parte de profissionais do audiovisual que o prédio da Vila Clementino também seja atingido por um incêndio, o que causaria uma perda inestimável.

O Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, indicou que vai solicitar uma perícia no prédio para averiguar se o incêndio foi criminoso, hipótese, porém, é remota.

Tragédia anunciada

Fachada da sede da Cinemateca Brasileira
Profissionais do audiovisual temem que incidente parecido atinja a sede da instituição em São Paulo. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

A sede da Cinemateca em São Paulo tem as cópias originais de muitos filmes e outros materiais audiovisuais que contam a história não só do cinema, mas de muitas áreas da história do Brasil. Desde 2019, quando a cultura perdeu status de ministério da administração federal, funcionários da instituição têm denunciado o que chamam de “descaso e abandono” por parte do governo Bolsonaro.

Em julho de 2020, um Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou uma ação questionando a retenção de recursos e a ausência de um gestor responsável pela instituição. No mês seguinte, 41 funcionários foram demitidos e a instituição parou de funcionar por um período.

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Em abril deste ano, os trabalhadores da Cinemateca emitiram um comunicado alertando para um elevado risco de incêndio em decorrência de falta de cuidado com o acervo, equipamentos, base de dados e instalações físicas da instituição.

Com informações da UOL

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O premiado ator Andy Serkis foi escalado para narrar a nova versão de audiolivros da trilogia ‘O Senhor dos Anéis’. Ele ficou marcado pelo papel de Gollum na série de filmes, e agora vai dar voz às leituras de ‘A sociedade do Anel’, ‘As Duas Torres’ e ‘O Retorno do Rei’.

A performance de Andy Serkis nas versões em áudio dos livros escritos por J.R.R. Tolkien está espetacular. O ator trabalhou com a editora HarperCollins, uma das cinco maiores do ramo na língua inglesa, na nova leitura dos romances clássicos.

O audiolivro deve ser lançado no mês de setembro, em três partes, assim como os livros.

No trecho em que lê uma fala de Gollum, anteriormente um hobbit conhecido como Smeagol, mas que foi corrompido pelo Anel, Serkis volta às origens. O ator destacou, em entrevista à revista britânica The Bookseller, que retornar ao papel foi um desafio.

Para ele, voltar para a Terra-média mais de 20 anos após e experimentar tudo de novo trouxe medidas iguais de pura alegria, pura loucura, imenso prazer e um nível de fadiga psicológica e física que nunca tinha experimentado.

Os filmes de ‘O Senhor dos Anéis’ dirigidos por Peter Jackson, lançados entre 2001 e 2003, receberam 17 oscars no total, 3 deles na categoria de efeitos especiais, que incluem o personagem Gollum.

Individualmente, Serkis recebeu o MTV Movia Awards na categoria Melhor Performance Virtual. O ator tem ainda em na prateleira de troféus o Saturn Awards como melhor ator coadjuvante de 2002, por ‘As Duas Torres’. Ele ganhou ainda o prêmio dos críticos pela atuação digital.

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Quem acompanha a franquia ‘Star Wars‘ já está acostumado com a ideia de que Jango Fett, pai de Boba Fett, foi a matriz para a criação do exército de clones. Mas, antes da chegada de ‘O Império Contra-ataca’ aos cinemas, Lando Calrissian quase foi um clone.

Com o sucesso do primeiro filme, ‘Uma Nova Esperança’, em 1977, a sequência logo começou a ser desenvolvida, no ano seguinte. O primeiro rascunho do roteiro ficou a cargo da escritora Leigh Brackett, com a introdução de personagens familiares, como uma irmã de Luke, Yoda e o próprio Lando.

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Mas, no texto da roteirista, havia diferenças fundamentais. Luke teria mesmo uma irmã, mas ela não seria Leia. Yoda se chamava Minch. E o ex-contrabandista, apostador e administrador da Cidade das Nuvens seria um clone.

Tanto a caracterização quanto o cenário que apresentaram Lando aos espectadores passaram por diversas mudanças, além da origem como clone. O rascunho incluía uma cena em que Han Solo explicava a Leia que era amigo de Lando.

No diálogo, o piloto contava à princesa que achava que a família de Lando era refugiada das Guerras Clônicas e citava que viajaram juntos. Apenas a parte do personagem interpretado por Billy Dee Williams ter sido um contrabandista ficou para o roteiro final.

O sobrenome de Lando seria Kadar e ele teria o título de barão. Ele então receberia Han, Leia, Luke e os dois androides acompanhado de uma mulher chamada Ethania Eredith. Depois que C-3PO fosse desmontado, Leia começaria a desconfiar das origens de Lando e questionaria Han se ele era um clone.

Lando Calrissian
A cena da traição de Lando Calrissian já estava no primeiro rascunho do roteiro e chegou ao texto final de ‘Star Wars: O império Contra-ataca’. Imagem: Reprodução

“Não sei, ele nunca me contou. Nunca pensei nisso. O que é tudo isso, afinal?”, responderia Han. A caminho do jantar com o amigo, Lando revelaria a verdade. “Sim. Sou um clone. Da família Ashardi. Meu bisavô queria muitos filhos e os produziu a partir das células de seu próprio corpo… Mas desde as guerras, não restaram muitos de nós e tentamos não chamar a atenção”, revelaria.

A traição de Lando já estava no primeiro rascunho e chegou às telonas. Outras mudanças do primeiro rascunho do roteiro para o texto final de ‘Star Wars – O Império Contra-ataca’ incluíam um nome diferente para a Cidade das Nuves. Lá, ela se chamaria Cidade Orbital de Hoth. Depois, Hoth virou o planeta gelado com a base Rebelde no começo do filme.

Infelizmente, a escritora Leigh Brackett morreu apenas dois meses depois de entregar o primeiro rascunho do roteiro do filme, vítima de um câncer. George Lucas escreveu mais dois rascunhos e eliminou a história do ex-contrabandista. Lawrence Kasdan se juntou ao trabalho e ajudou com a versão final.

Mesmo com o roteiro de Brackett não entrando como um todo, algumas ideias da escritora ficaram até o final, como a traição de Lando com Darth Vader à mesa de jantar. Além disso, a ideia dos clones foi usada na trilogia prequela e seguiu em ‘Star Wars: The Clone Wars’, com o soldado desertor Cut Lawquane.

Via: CBR

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O antigo acordo da Universal com o HBO Max não vale mais. A partir de agora, os filmes do estúdio de cinema, pertencente à Comcast Corp., vão ser hospedados pelo serviço de streaming Peacock, da mesma empresa, após o lançamento nos cinemas. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6).

O Peacock, que ganhou o nome por causa do logotipo da NBC, também da Comcast, foi lançado em julho de 2020. Ao levar os filmes do Universal Studios para o serviço, a empresa deseja entrar na competição por espaço na indústria de mídia por vídeos online.

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O contrato entre Universal e Peacock é levemente incomum. Isso porque a distribuição dos filmes na plataforma de streaming vai acontecer em no máximo quatro meses após o lançamento nos cinemas, a partir de 2022. Esse período é bem mais curto do que o intervalo de seis a nove meses entre a estreia nas telonas e chegada às televisões.

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o contrato tem duração de cinco anos. O antigo acordo entre Universal e HBO havia sido renovado pela última vez há oito anos, em 2013. Mas, mesmo com a saída para o Peacock, o negócio atual também difere dos arranjos mais comuns.

Normalmente é feito um negócio conhecido como “Pay 1”. Os estúdios licenciam os filmes para uma rede a cabo ou serviço de streaming por um período de um ano e meio. Porém, o contrato permite que a Peacock tenha o direito de transmissão nos primeiros quatro meses. Depois, os longas podem ir a redes de terceiros por dez meses.

Espécies entram em confronto no primeiro teaser de 'Jurassic World 3: Dominion'. Imagem: Universal Pictures/Reprodução
‘Jurassic World 3: Dominion’ é um dos filmes rumo ao Peacock. Imagem: Universal Pictures/Reprodução

Nos quatro meses restantes, os filmes voltam para o Peacock. Os detalhes financeiros do acordo, contudo, não foram divulgados pela Universal. O serviço de streaming a Comcast tem uma versão gratuita e uma modalidade premium, que custa US$ 5 por mês, além de outro pacote sem comerciais, por US$ 10.

A Comcast revelou, recentemente, que sua plataforma conta com 42 milhões de inscritos, mas sem dizer quantos deles assinavam a modalidade paga. Agora, com o acordo com a Universal, filmes como ‘Jurassic World: Dominion’, ‘O Gato de Botas 2’ e ‘Minions 2: A Origem de Gru’ vão direto para o Peacock. O estúdio também vai produzir filmes originais para o serviço.

Via: Los Angeles Times

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