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O núcleo de Saturno pode ter traços sólidos, com rochas, gelo e metal em alta atividade, apesar de ser classificado como um “gigante gasoso” e não ter uma superfície própria.

Pelo menos é o que indica um novo estudo de cientistas da Caltech, instituição ligada ao Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, que usaram dados da sonda Cassini, que orbitou Saturno por 13 anos.

A surpresa veio com a identificação mais aprofundada do núcleo de Saturno: ao contrário da natureza gasosa do restante do planeta, o interior parece ter um aspecto mais “pastoso”, como a consistência de um creme dental.

O núcleo pastoso de Saturno também parece abranger cerca de 60% do planeta, e isso é aproximadamente 55 vezes o tamanho do planeta Terra.

Isso não significa que ele tem uma superfície sólida o suficiente para suportar o pouso de uma nave, mas é uma mudança de paradigma bastante notável frente ao conhecimento que tínhamos antes.

Além disso, as variações de um dos anéis do planeta foram usados como o relatório de um sismógrafo, aparelho que registra movimentos do solo. Eles constataram que o anel apresentava vibrações e flutuações que não eram inteiramente explicadas pela gravidade.

A superfície do planeta se move cerca de um metro a cada duas horas, como se fosse um lago com ondas. Assim como é feito com um sismógrafo, os anéis de Saturno captam essas perturbações gravitacionais, e as partículas se movem.

O estudo sugere a formação dos planetas gasosos pode ser bem diferente do que se acreditava até agora.

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O Centro Nacional de Ciência Espacial da China (CNNSC) apresentou seu protótipo de “drone de cruzeiro a Marte”. O veículo é bastante ambicioso e mais um indício de que a China deseja se tornar um player importante na exploração espacial.

Mas, além da ousadia chinesa com seu veículo que voará pelos céus marcianos, um outro detalhe chamou atenção: o protótipo é muito parecido com o helicóptero Ingenuity, da Nasa. A semelhança não passou batida e já surgiram insinuação de que um foi inspirado no outro.

No Twitter, o correspondente do Space News para o programa espacial da China, Andrew Jones, destacou a familiaridade entre o drone chinês e o helicóptero estadunidense. Contudo, ele destacou que o resultado do veículo chinês deve ser melhor quando ele estiver pronto.

Ingenuity “com lasers”

Protótipo de drone chinês para Marte
Drone chinês deve ser equipado com espectrômetro, lasers, radares e detector de radiação. Crédito: CNNSC/Divulgação

De acordo com a CNNSC, o equipamento contará com um moderno espectrômetro, um dispositivo que deverá ser capaz de escanear com alto grau de precisão as características estruturais do Planeta Vermelho.

O equipamento também deve contar com uma lente que permita a visualização de um amplo campo de visão óptico, além de lasers, radares e uma espécie de detector de radiação em ambientes compactos. Segundo a CNNSC, o objetivo é melhorar as capacidades de catalogação de alvos em Marte.

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O drone de cruzeiro a Marte também deve ser equipado com uma lente ultravioleta de 13,1 nm para capturar imagens de tempestades solares. Com isso, o equipamento deve ser capaz de explorar o Planeta Vermelho de maneira tridimensional.

A China em Marte

Os planos da China para o Planeta Vermelho são bastante ousados. Para se ter uma ideia, no início deste ano, os chineses revelaram que pretendem enviar uma missão tripulada a Marte já em 2033.

Em abril deste ano, a nação asiática pousou o rover Zhurong na superfície de Marte. O jipe já está há mais de 100 dias realizando sua expedição por lá. Nesse meio-tempo, o rover já enviou uma série de imagens do Planeta Vermelho à Terra.

Via: Futurism

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Não foi desta vez: o primeiro voo orbital da Firefly Aerospace resultou na explosão do foguete Alpha antes mesmo de ele chegar ao espaço.
Segundo a empresa, o veículo sofreu uma “anomalia fatal”, e começou a girar no céu. Logo depois ocorreu uma enorme explosão, que destruiu totalmente a carga que carregava.

Caso fosse bem-sucedida, a missão seria a entrada da Firefly Aerospace no mercado de voos orbitais. A companhia quer oferecer esse serviço para empresas que tenham interesse em levar satélites ou outros artefatos para o espaço.

Apesar da perda, falhas em primeiros voos não são tão raras assim: empresas como Astra, Virgin Orbit e Rocket Lab também falharam em estreias desse tipo de viagem.

Provavelmente, um novo teste de voo orbital vai ser realizado, mas por ora, a empresa não se comprometeu com datas.

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A astronauta norte-americana Megan McArthur, que atualmente está a bordo da Estação Espacial Internacional, teve uma festa diferente para comemorar 50 anos. Em órbita da Terra e cercada pelos colegas astronautas, ela ganhou um carregamento especial de sorvete, entregue da forma mais épica possível: por uma espaçonave Dragon da SpaceX.

A espaçonave chegou à ISS na última segunda-feira, levando o presente. Além de sorvete, também foram enviados limões, tomates-cereja e abacates para diversificar a dieta e animar os astronautas.

McArthur aproveitou a festa para lavar o cabelo, o que exige manobras bem diferentes na gravidade zero. Mas também é divertido!

A astronauta chegou à ISS em 24 de abril, e deve ficar a bordo, junto com os colegas Thomas Pesquet, Akihiko Hoshide e Shane Kimbrough, até novembro deste ano.

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Em uma recriação da histórica primeira caminhada do homem na Lua, o astronauta Neil Armstrong está prestes a fincar a bandeira dos Estados Unidos no solo lunar, quando ele percebe que já tinha outra pessoa lá. Um astronauta brasileiro!

A briga que se segue é hilária, com a falta de gravidade no papel principal.

O final da briga também é inesperado: eles percebem que centenas de astronautas vão entrar na mesma disputa!

Tudo isso é uma forma bem divertida de promover o game ‘Humankind’, que foi lançado há poucos dias.

Nele, o jogador assume o controle de uma civilização e pode reescrever o curso da história humana em seis eras, começando com a Nômade. O objetivo é construir sociedades que lutam para conquistar mais terreno.

Mas não é só briga: para progredir dentro das civilizações, é necessário ganhar recursos como comida, ouro, ciência e influência, e depois promover avanços na tecnologia e comércio com outras civilizações.

O game também é educativo, já que contém pessoas e eventos com base em registros históricos.

‘Humankind’ já está disponível para compra na loja da Steam e na Epic Games Store, além de estar incluído no Xbox Game Pass para PC.

Confira a reportagem publicada no nosso site com uma entrevista exclusiva do produtor do game, Roman de Waubert. Lá você também vai ver mais detalhes do jogo que celebra o multiculturalismo da sociedade humana e de como isso moldou a História.

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Os taikonautas Nie Haisheng e Liu Boming fizeram uma caminhada espacial nesta sexta-feira para terminar a montagem do braço robótico acoplado à Estação Espacial Tiangong.

Além disso, segundo a emissora estatal chinesa CCTV, trabalharam em uma unidade térmica e ajustaram a posição de uma câmera panorâmica.
E panorama é o que não falta. O trabalho tem como pano de fundo o planeta Terra, que pelo menos lá de cima parece tranquilo.

Os trajes espaciais chineses são chamados Feitian, que significa “voando para o espaço”, baseados no traje dos cosmonautas russos usados a bordo da Estação Espacial Internacional. Os capacetes são equipados com câmeras que transmitem uma visão em primeira pessoa.

Segundo a agência espacial chinesa, ainda vão ser necessários onze lançamentos planejados até o final de 2022 para concluir a Tiangong, incluindo a entrega de mais dois módulos do laboratório, para expandir a estação de 70 toneladas. Até agora, a China já mandou para o espaço 11 astronautas, todos pilotos da ala militar do Exército de Libertação Popular.

Quando ficar pronta, a primeira estação espacial multimódulo da China vai ter a forma de um T. Além de hospedar equipes e pesquisas chinesas, o país planeja convidar parceiros internacionais para visitar e trabalhar a bordo do posto avançado em órbita.

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Se você está cansado do nosso mundo e quer fugir de tudo e de todos, preste atenção: a Nasa está procurando voluntários para uma missão de um ano em “Marte”.

Na verdade, não vai ser preciso ir tão longe: os candidatos selecionados vão viver em um hábitat que vai imitar as condições do planeta vermelho, que vai ser impresso em 3D pela empresa norte-americana Icon Technology e montado no Centro Espacial Johnson, próximo a Houston, no Texas.

O espaço, batizado de Mars Dune Alpha, vai ter 160 metros quadrados. Os escolhidos vão ser remunerados para trabalhar em uma missão de exploração marciana simulada. As atividades são simples: por exemplo, caminhar na “superfície marciana“, suportar a comida ‘esquisita’, e lidar com recursos restritos e comunicação limitadas com o resto dos habitantes da Terra.

A NASA está planejando três desses experimentos, com o primeiro começando no outono do próximo ano. Os candidatos devem ser cidadãos norte-americanos ou ter visto de residência permanente, ter entre 30 e 35 anos de idade e mestrado em áreas específicas.

Além disso, devem ter 2 anos de experiência profissional no setor, ou experiência de pelo menos 1.000 horas no comando de aeronaves a jato. Ah, e, claro, devem ser capazes de passar pela avaliação física de astronautas para missões de longa duração.

Pois é, não é nada fácil. Mas a experiência certamente vai ser de outro mundo”

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O robô norte-americano Perseverance não conseguiu coletar uma amostra do solo marciano em sua primeira tentativa, realizada nesta sexta-feira (6). Segundo um post da Nasa no Twitter, “dados iniciais mostram que o buraco foi perfurado com sucesso, mas não há uma amostra no tubo — algo que nunca vimos nos testes na Terra”.

O rover usa uma broca oca e uma furadeira de impacto na ponta de um braço mecânico com 2 metros de comprimento para coletar as amostras. Dados iniciais obtidos através de telemetria mostram que a furadeira e a broca foram acionadas como planejado, e que depois disso o tubo para coleta de amostras foi processado corretamente.

Entretanto, uma imagem feita pela câmera Mastcam-Z do Perseverance mostra o tubo vazio. “O processo de amostragem é autônomo do começo ao fim”, disse Jessica Samuels, gerente da missão de superfície do Perseverance no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA no sul da Califórnia.

“Uma das etapas que ocorrem após a colocação de uma sonda no tubo de coleta é medir o volume da amostra. A sonda não encontrou a resistência esperada que haveria se a amostra estivesse no tubo.”

Imagem feita pelo robô Perseverance mostra que o interior do tubo de coleta nº 223 está vazio: Imagem: Nasa
Imagem feita pelo robô Perseverance mostra que o interior do tubo de coleta nº 223 está vazio: Imagem: Nasa

“A ideia inicial é que o tubo vazio é mais provavelmente o resultado de uma rocha que não reagiu da maneira que esperávamos durante a retirada do núcleo, e menos provavelmente um problema de hardware com o Sistema de Amostragem e Coleta”, disse Jennifer Trosper, gerente de projeto do Perseverance no JPL.

“Nos próximos dias, a equipe passará mais tempo analisando os dados de que dispomos e também adquirindo alguns dados diagnósticos adicionais para auxiliar no entendimento da causa raiz do tubo vazio.”

“Estive em todas as missões de rovers em Marte desde o início, e este planeta está sempre nos ensinando algo que não sabemos sobre ele”, disse Trosper. “Uma coisa que aprendi é que não é incomum ter complicações durante atividades complexas pela primeira vez.”

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O Perseverance tem 43 tubos para coleta de amostras do solo marciano. Ao menos 20 deles serão preenchidos e deixados em locais na superfície do planeta, para poderem ser coletados e trazidos de volta à Terra pela missão Mars Sample Return.

A estimativa é que a missão decole em 2026 e retorne à Terra com amostras do solo do planeta em 2031. Se tudo correr como programado, esta será a primeira vez que poderemos analisar diretamente uma amostra do solo do planeta vermelho.

Atualmente, isso só é possível indiretamente, através de instrumentos a bordo de robôs como o Curiosity, Perseverance ou Zhurong, ou através de meteoritos marcianos encontrados na Terra.

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Esta sexta-feira é dia de celebração para a Nasa: a agência espacial norte-americana comemora 10 anos do lançamento da sonda espacial Juno.

Originalmente lançada em 5 de agosto de 2011, a sonda chegou a Júpiter cinco anos depois e, desde então, vem orbitando e estudando o gigante gasoso.

A sonda coleta todo tipo de informações do astro, principalmente as relacionadas à água, atmosfera, e campos gravitacionais e magnéticos.

Juno vai continuar na órbita de Júpiter pelo menos até 2025, já que a Nasa decidiu estender a missão para coletar mais informações do planeta e dos muitos satélites naturais que ele atraiu. Já foi confirmada a existência de pelo menos 79 luas em torno de Júpiter! As mais famosas são Io, Ganimedes, Europa e Calisto.

Trabalho é o que não vai faltar.

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A Nasa tem um veterano trabalhando em Marte: o Curiosity completa nesta quinta-feira 9 anos de pesquisas no nosso vizinho mais próximo dentro do sistema solar.

A resistência do equipamento é surpreendente: originalmente, a missão foi programada para durar 1 ano marciano, pouco menos de dois anos terrestres. Durante esse tempo o Curiosity percorreu quase 26 quilômetros, perfurou rochas e coletou seis amostras de solo que nos deram informações valiosas sobre a geologia e história de Marte.

Ele também detectou “nuvens” de metano na superfície do planeta, e produziu imagens sensacionais. O robô fez a maior foto panorâmica da paisagem marciana até hoje, fotografou a Terra e Vênus nos céus do planeta e chegou a fazer uma selfie antes de escalar um monte.

Mais importante ainda, o rover descobriu que a Gale Crater, cratera de 154 quilômetros de largura onde pousou, tinha abrigado um sistema de lagos e riachos em eras passadas. Observações adicionais sugeriram que esse ambiente foi habitável por longos períodos, talvez centenas de milhões de anos de cada vez.

Ma os rigores do clima marciano sempre desafiaram o Curiosity: entre várias panes, ele chegou a ficar desorientado em janeiro deste ano. Ele normalmente armazena na memória a posição de todas as partes do veículo, direção dos instrumentos e detalhes da paisagem local. Esses dados ajudam o rover a saber exatamente onde está em Marte e como se mover com segurança. Nessa pane, ele chegou a travar, mas não por muito tempo. Dois dias depois, já operava normalmente.

Durante sete anos, o Curiosity teve a “companhia” do Opportunity, um rover mais antigo da Nasa que pousou em Marte em 2004 e ficou ativo até meados de 2018. Depois de um curto período de “solidão”, ele ganhou a companhia do lander InSight, que chegou em novembro de 2018 com a missão de estudar o interior do planeta.

Em fevereiro deste ano chegaram o rover Perseverance e o helicópetro Ingenuity, e em maio o rover chinês Zhurong.

A vida útil do Curiosity é limitada apenas pela durabilidade dos componentes mecânicos, que estão em bom estado, e da fonte de energia, um gerador termoelétrico chamado RTG que funciona à base de plutônio. Se não ocorrer alguma falha mecânica mais séria, ele deve continuar explorando o planeta por ao menos mais cinco anos, até 2026.

Com certeza, ele vai descobrir mais fatos importantes sobre Marte, e a gente vai mostrar tudo, claro!!

Então, parabéns Curiosity!!

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