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3,7 toneladas de carga, incluindo suprimentos, equipamentos e material para experimentos científicos, estão a caminho da Estação Espacial Internacional (ISS) em uma espaçonave de carga Cygnus, da Northrop Grumman.

Batizada de S.S. Piers Sellers, em homenagem a um astronauta norte-americano falecido em 2017, a espaçonave decolou em um foguete Antares às 14h40 deste sábado (19), horário de Brasília, da Wallops Flight Facility da NASA na Virgínia.

A Cygnus está programada para chegar à ISS por volta das 6h35 da segunda-feira,  21 de fevereiro. A aproximação e chegada da espaçonave serão transmitidas ao vivo pelo canal da Nasa no YouTube a partir das 5h da segunda-feira. Os astronautas da NASA Raja Chari e Kayla Barron capturarão a Cygnus usando o braço-robótico da estação, o Canadarm 2. Após a captura, a espaçonave será instalada na porta voltada para a Terra do módulo Unity.

Esta é a 17ª missão de reabastecimento contratada da Northrop Grumman sob o segundo contrato de serviços de reabastecimento comercial com a NASA. Além disso, é a primeira missão Cygnus capaz de realizar uma manobra para impulsionar a estação espacial e elevar sua órbita. Atualmente, esta manobra só pode ser realizada com as cápsulas russas Progress (não-tripuladas) ou Soyuz (tripuladas).

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Recentemente a Rússia também lançou uma nave de carga rumo à ISS. A Progress MS-19 decolou na segunda-feira (14), a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. A bordo estavam quase três toneladas de propelentes, alimentos e material para a condução de experimentos científicos.

Decolagem da Progress MS-19. Imagens: Roscosmos

A espaçonave russa se acoplou à Estação Espacial Internacional às 4h03 da manhã da última quinta-feira (17), após passar mais ou menos dois dias na órbita da Terra. Sua data de retorno à Terra ainda não foi definida.

Assim como a Progress, a Cygnus não é capaz de trazer cargas da ISS para a superfície terrestre. Ambas as espaçonaves são projetadas para “queimar” na reentrada em nossa atmosfera, se desintegrando completamente junto com seu conteúdo. Por isso, são usadas como “lixeiras” e carregadas com material a ser descartado antes de sua partida.

Não há risco de que suas peças, ou carga, atinjam ao solo. O pior que pode acontecer é alguém, na superfície da Terra, fazer um pedido para uma bela “estrela cadente” que, na verdade, é uma lata de lixo em chamas.

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Às vezes, enquanto vasculham o céu procurando por cometas e asteroides, os astrônomos se deparam com objetos artificiais no espaço. E não estamos falando de naves alienígenas, e sim de artefatos produzidos pelo homem, como satélites, foguetes e outros objetos utilizados em nossas missões espaciais.

Alguns deles estão “perdidos” há muitos anos, como é o caso de um foguete Falcon 9 da SpaceX encontrado esta semana. Seria um procedimento bem corriqueiro: compilar as observações, identificar o objeto, sua órbita e compartilhar os dados com os demais observatórios. Só que, segundo os cálculos feitos pelos astrônomos, este foguete tem um destino diferente: ele vai atingir a Lua.

O foguete em questão é o segundo estágio do Falcon 9 lançado em 11 de fevereiro de 2015 pela SpaceX a partir do Centro Espacial John Kennedy, em Cabo Canaveral, nos Estados Unidos. Ele levou o satélite DSCOVR (Deep Space Climate Observatory) até o Ponto de Lagrange L1, que fica a 1,5 milhões de quilômetros de distância, na direção do Sol. O DSCOVR é um satélite do governo norte-americano para observação da Terra e do “clima” espacial.

Lançamento do foguete Falcon-9 da SpaceX que levou o DSCOVR ao espaço em 2015.
Imagem: NASA

Após cumprir sua missão, o foguete da SpaceX, com 14 metros e cerca de 4 toneladas, foi abandonado no espaço e permaneceu em órbita do Sol sem poder ser observado. Até que no início de 2022 ele foi encontrado pelas câmeras de um observatório, momentos antes de uma aproximação com a Lua em 5 de janeiro. De início, imaginou-se que se tratava de um asteroide, mas com novas observações realizadas nas noites seguintes, concluiu-se que era o segundo estágio do Falcon 9, identificado como NORAD 40391. 

Representação artística do segundo estágio do foguete Falcon 9
Imagem: SpaceX

Sempre que um objeto artificial é identificado durante as buscas por asteroides próximos à Terra, os dados dessas observações são enviados para o Projeto Pluto, que mantém e compartilha esses dados com outros observatórios para evitar que eles possam ser confundidos com asteroides novamente no futuro.

Nesta terça, 21 de janeiro, uma circular publicada pelo Projeto Pluto comunicou que no próximo dia 3 de março esse foguete deverá atingir a Lua. O impacto está previsto para ocorrer às 12:25:39 no Horário Universal (09:25:39 no Horário de Brasília). Segundo o Projeto o Pluto, que também publicou as coordenadas lunares onde o foguete deve ser “sepultado”, o impacto é certo, e a margem de erro desses cálculos é de apenas alguns segundos e alguns quilômetros.

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Impacto inédito na história não será visível da Terra

Será a primeira vez que um pedaço de lixo espacial atinge acidentalmente nosso satélite natural. A Lua já havia sido atingida por um foguete antes: foi em 2009, durante a Missão LCROSS da NASA, que atirou um foguete e uma sonda espacial contra sua superfície para tentar comprovar a existência de água por lá.

Mas naquela ocasião, o impacto foi premeditado e monitorado pela sonda LRO em órbita da Lua. Agora, este impacto será completamente acidental, e ainda não se sabe se será possível monitorá-lo de alguma forma. 

Concepção artística representando o momento de um impacto na superfície da Lua
Imagem: NASA

Isso porque ele deve ocorrer no lado oculto da Lua, então, só não poderá ser observado aqui da Terra. Apenas as sondas orbitais LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), da NASA, e a Chandrayaan-2, da Índia, poderão registrar os efeitos desse impacto, mas só se estiverem sobrevoando o local no momento em que o foguete da SpaceX atingir a Lua.

O que podemos aprender com esse impacto?

De fato, podemos fazer algumas reflexões filosóficas sobre o quanto estamos poluindo nossa vizinhança cósmica e sobre a importância de desenvolvermos um descarte mais digno e seguro para nossos artefatos espaciais. Imagine se, ao invés de atingir a Lua, esse foguete atingisse um asteroide, desviando sua órbita perigosamente em direção à Terra.

Entretanto, sabendo que não existe risco algum nesse caso específico, podemos aproveitar esse impacto para estudar um pouco mais sobre nosso satélite natural. Certamente, se ele ocorresse no lado visível da Lua, ele poderia ser observado e estudado por centenas de telescópios aqui da Terra, inclusive por astrônomos amadores. 

Como não existe atmosfera na Lua (na verdade existe, mas ela é muito rarefeita), o foguete vai atingir diretamente sua superfície numa velocidade superior a 9 mil km/h, escavando e vaporizando instantaneamente alguns metros do solo lunar. Com os instrumentos certos, é possível estudar a composição química da superfície e subsuperfície da Lua. Mas para fazermos isso, seria necessário utilizar instrumentos espaciais que tenham visão para aquela área no lado oculto da Lua onde deve ocorrer o impacto.

Não existem muitas sondas capazes de fazer isso. Já citamos anteriormente a LRO e a Chandrayaan-2, mas como elas estão em órbitas lunares muito baixas, dependem de estarem passando sobre o local no momento do impacto, ou de algum ajuste em sua órbita, o que exige um gasto adicional de combustível que não sabemos se as agências americana e indiana estão dispostas a ter. 

Curiosamente, o próprio satélite DSCOVR, lançado pelo foguete que agora irá atingir a Lua, é outro que tem a possibilidade de registrar o impacto com seus instrumentos de precisão. No momento previsto para o impacto, a Lua estará próxima de sua fase Nova, o que significa que seu lado oculto estará voltado para o Sol e, consequentemente, para o DSCOVR. Mas, novamente, isso dependerá de uma manobra para mudar a orientação do satélite. O custo em combustível nesse caso não seria significativo, mas a manobra desviaria o DSCOVR de sua função primordial que é a de observar a Terra. 

Trânsito da Lua (exibindo seu lado oculto) em frente à Terra registrado pelo satélite DSCOVR em julho de 2015
Imagem: NASA / EPIC

Os astrônomos estão torcendo para podermos registrar este impacto de alguma forma, e assim, aprendermos um pouco mais sobre nosso satélite natural. Mas todas essas limitações diminuem muito as possibilidades. Dessa forma, provavelmente os únicos dados que teremos desse impacto serão os cálculos do Projeto Pluto e as fotos da cratera, tiradas pelas sondas em órbita da Lua, quando passarem pelo local onde o foguete Falcon 9 da SpaceX atingiu a superfície.

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Um grande bólido cortou o céu de Minas Gerais na noite desta sexta (14) e foi registrado em pelo menos 4 estados. Os relatos, vindos principalmente da região do Triângulo Mineiro, informam que a bola de fogo cruzou o céu vindo do oeste e iluminou a noite por alguns segundos.

Bólido registrado em Patos de Minas, MG – Créditos: Ivan Soares / BRAMON / climaaovivo.com.br

Além de diversas câmeras de vigilância, a passagem do meteoro pela atmosfera foi registrada por câmeras da BRAMON, Rede Brasileira de Observação de Meteoros, e do Clima ao Vivo em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Confira nas imagens abaixo.

Imagens: Clima ao Vivo

Segundo a BRAMON o fenômeno ocorrido às 20:47 desta sexta, 14 de janeiro, trata-se de um bólido, ou seja, um meteoro muito luminoso. Os meteoros são fenômenos luminosos que ocorrem quando um pedaço de rocha espacial atravessa a atmosfera da Terra.

Como esses objetos viajam a altíssimas velocidades, quando atingem nossa atmosfera acabam comprimindo e aquecendo os gases à sua frente, e esse aquecimento cria uma bolha de plasma que brilha intensamente em torno da rocha. Parece como uma bola de fogo atravessando o céu. 

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O meteoroide atingiu a atmosfera da Terra em um ângulo de 38,6°, em relação ao solo, e começou a brilhar a 86,6 km de altitude sobre a zona rural de Uberlândia. Seguiu a 43,7 mil km/h, percorrendo 109,3 km em 9,0 segundos, e desapareceu a 18,3 km de altitude, entre os municípios de Perdizes e Araxá.

Alguns relatos vindos dessa região do Triângulo Mineiro, são de pessoas que informaram ter ouvido barulho de explosão e sentido paredes e janelas tremendo. Isso é um forte indício que a rocha pode ter gerado meteoritos, que são os fragmentos de rochas espaciais que resistem à passagem atmosférica e atingem o solo. 

Mapa da trajetória do meteoro – Créditos: BRAMON

O barulho e os tremores são efeitos da onda de choque gerada quando o meteoro atinge as camadas mais baixas e densas da atmosfera, quando a resistência do ar é tão intensa que acaba fragmentando completamente a rocha. 

A BRAMON ainda trabalha nos cálculos para determinação do tamanho do objeto e da área de dispersão dos possíveis meteoritos. A rede pede que aqueles que tem registros ou que observaram a passagem do metero mandem seus relatos através do formulário bramon.imo.net.

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Em uma conferência sobre políticas espaciais que aconteceu nos EUA na última quarta-feira (10), o CEO da Blue Origin, Jeff Bezos, deu declarações polêmicas sobre o que ele imagina sobre o futuro da exploração do espaço.

Segundo Bezos, a Terra deixará de ser o principal planeta habitável do Sistema Solar, passando a ser uma atração turística, como um parque para visitação pública para moradores de outras localidades no espaço.

No futuro, a Terra se tornará um mero destino turístico para colonizadores espaciais? É o que diz Jeff Bezos. Imagem: Triff – shutterstock

De acordo com o site RealClearPolitics, o fundador da Amazon fez a afirmação no Fórum Ignatius de 2021, acompanhada do comentário assustador de que, um dia, a maioria das pessoas nem nascerá na Terra.

“Ao longo dos séculos, a maioria ou muitas das pessoas nascerão no espaço. Será a primeira casa delas. Elas nascerão em colônias espaciais, elas viverão nessas colônias. E poderão visitar a Terra da mesma forma que você visitaria o Parque Nacional de Yellowstone”, disse Bezos, comparando o planeta a uma reserva natural norte-americana bastante conhecida.

Bezos ressaltou que a Terra é “o planeta mais precioso” e que cabe a nós “preservá-lo e conservá-lo”. No entanto, ele ainda acredita que o futuro da humanidade não está aqui, mas no espaço sideral.

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Bezos aposta na terraformação de Marte

“A Terra pode sustentar 10 bilhões de pessoas até certo grau”, disse ele, acrescentando: “O Sistema Solar pode sustentar um trilhão de pessoas, e podemos continuar a desenvolver nossa civilização e aumentar nossa intensidade de energia”.

Ele acredita que ações como a terraformação de Marte podem aliviar grande parte do estresse no ecossistema do nosso planeta. “Embora isso seja um esforço imenso”, disse ele, “também significaria uma “duplicação da Terra”.

“Então, você vai de 10 bilhões para 20 bilhões de pessoas”, concluiu. 

Embora polêmicas, as declarações de Bezos certamente levantam discussões fascinantes sobre o futuro da humanidade.

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Um dos equipamentos mais preciosos da Nasa está offline. De acordo com a agência espacial norte americana, os instrumentos científicos do Hubble tiveram problemas de sincronização com as comunicações internas da espaçonave, e entrou em modo de segurança.

Os técnicos da Nasa estão investigando o problema, mas pode ser que a causa do desligamento seja a mesma que deixou o Hubble fora do ar por mais de 30 dias, entre junho e julho deste ano. A boa notícia por enquanto é que os instrumentos permanecem com “boa saúde”, segundo o órgão.

No dia 13 junho, um dos computadores do telescópio espacial parou de funcionar, depois de 31 anos de atividade. O computador de carga útil, que controla e coordena os instrumentos científicos a bordo do observatório, travou, o que levou o sistema a entrar em estado de hibernação.

Uma grande operação foi montada na Nasa para resolver o problema, e o equipamento de backup foi acionado com sucesso. Em 16 de julho, o Hubble retomou as operações científicas normais.

A gente fica de olho para dar novas notícias. Por enquanto, fica a torcida para que o Hubble surpreenda mais uma vez e ainda registre muitas imagens espetaculares da galáxia.

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Na quinta-feira, o atual duque de Edimburgo, Príncipe William, fez duras críticas às empresas que se dedicam ao turismo espacial. E nessa sexta o ator William Shatner, que voou ao espaço pela Blue Origin na quarta-feira, respondeu às declarações do provável futuro Rei do Reino Unido.

O membro da família real britânica disse que é realmente crucial focar neste planeta, em vez de desistir e ir para o espaço experimentar e pensar em soluções para o futuro.

Ele ainda afirmou que existe uma “questão fundamental” sobre a emissão de carbono pelos voos espaciais.

O agora astronauta William Shatner afirmou em um programa da TV americana que o príncipe entendeu tudo errado.

O ator alegou que viagens como a dele são como um “passo de bebê” em direção à transferência de indústrias poluentes para o espaço. E ainda acrescentou: “O príncipe está perdendo o ponto”.

O eterno Capitão Kirk de Star Trek, que aos 90 anos se tornou a pessoa mais velha da história a ir ao espaço, disse que uma base de geração de energia poderia ser construída a mais de 400 km acima da Terra.

Para isso, tudo o que precisa é “alguém tão rico como Jeff Bezos dizer ‘Vamos lá para cima’.

Parece que o Capitão Kirk ainda tem tempo para mais uma aventura.

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A China enviou ao espaço a segunda tripulação que vai ocupar o módulo Tianhe da futura estação espacial, a Tiangong. Três “taikonautas”, como a China chama os astronautas decolaram a bordo de um foguete Longa Marcha 2F de Jiuquan, no deserto de Gobi, à uma e 23 da tarde, pelo horário brasileiro.

Mas como lá eles estão pelo menos 11 horas à nossa frente no fuso horário, já era tarde da noite. As câmeras da agência espacial chinesa registraram belas imagens, como essa, do foguete cruzando a visão da Lua. Poucos minutos depois, os foguetes auxiliares se desprenderam e a imagem parecia de uma chuva de cometas pelo céu!

Os tripulantes dessa missão são Zhai Zhigang, Ye Guangfu e Wang Yaping, a primeira mulher a visitar a Tiangong.

A missão Shenzhou-13 tem duração prevista de seis meses, o dobro da atual recordista, a Shenzhou-12. Os taikonautas vão continuar o trabalho de montagem e certificação do Tianhe, o módulo central da estação Tiangong e único componente que já está no espaço.

Também estão planejadas duas ou três caminhadas espaciais, para instalar um adaptador para no braço robótico principal da estação. Quando a Tiangong estiver completa, terá vida útil de 10 anos, que pode ser estendida a até 15 anos com upgrades futuros.

A espaçonave já chegou à órbita da Terra, e todos os sistemas operam nominalmente.

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A pandemia do novo coronavírus fez a Índia adiar a data de lançamento de Gaganyaan, a primeira missão espacial tripulada do país. Agora, de acordo com governo, o voo deverá ocorrer no fim de 2022 ou no início de 2023.

O lançamento estava programado para ocorrer antes, de forma que fosse possível acompanhar a espaçonave durante o 75º aniversário da Independência da Índia. Porém, Jitendra Singh, ministro do Espaço do país, disse que isso não irá ocorrer mais por conta do atraso inevitável provocado pelo avanço da Covid-19.

O ministro também anunciou que a Agência Espacial Australiana fornecerá os serviços de rastreamento para Gaganyaan, uma vez que ela está aprimorando as instalações terrestres de rastreamento.

Para isso, a Austrália usará sua estação terrestre nas Ilhas Cocos (Keeling). Ela será imprescindível para monitorar a missão, já que a própria Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO na sigla em inglês) muitas vezes não consegue rastrear seus próprios satélites devido a pontos cegos.

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Países parceiros na Oceania

A Austrália tem sido parceira da Índia desde 1987, apoiando a calibração de dados e o alcance de laser nos satélites indianos, lançando satélites australianos e conduzindo pesquisas juntas. Para Singh, ambos os países podem aprofundar essa parceria oferecendo treinamentos e compartilhando as melhores práticas.

O ministro vê ainda uma oportunidade para se juntar com outros países da Oceania, como a Nova Zelândia. Ele vê espaço para que os países se unam para desenvolver soluções tecnológicas para a área.

Tudo isso faz parte da ambição da Índia em se tornar o centro de lançamento de pequenos satélites. É uma aposta inteligente, já que a indústria espacial é uma das mais lucrativas em todo o mundo. Além disso, a demanda por satélites nano, micro e mini e os equipamentos para lançá-los só deve aumentar. Por isso, a expectativa é de que esse nicho valha US$ 38 bilhões até 2027.

Fonte: Times of India

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O “Planeta Nove” pode estar entre os 461 novos objetos que uma pesquisa recente identificou na região do Cinturão de Kruiper, uma área do espaço que fica além de Netuno. Essa região é tão escura, fria e misteriosa que nosso conhecimento sobre ela é bem reduzido.

O planeta nove é, hoje, um objeto hipotético, ou seja, nós nunca conseguimos fazer uma observação direta, nem mesmo uma comprovação. Mas o comportamento de outros objetos na região onde ele teoricamente está posicionado é explicado principalmente pela existência de uma grande influência gravitacional, causado por um planeta massivo.

As conclusões do novo estudo vão agora passar pela revisão de astrônomos antes de serem aceitas como um fato.

Então isso ainda não é a prova da existência de um nono planeta no nosso sistema solar, mas aponta para novos caminhos que podem levar a esse descobrimento.

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Um alarme de fumaça disparou no módulo russo Zvezda, um dos principais componentes da Estação Espacial Internacional. O incidente ocorreu durante um processo automático de recarga de bateria. Segundo um comunicado da Roscosmos, não houve nenhum incêndio e tudo foi rapidamente controlado após o acionamento de um filtro de ar, que limpou o ambiente.

Segundo a agência espacial russa, os cosmonautas da seção russa da ISS não passaram por nenhum risco e rapidamente voltaram a dormir. Todos os tripulantes da estação sentiram o cheiro de fumaça.

O incidente ocorreu pouco antes da caminhada programada pelos cosmonautas Oleg Novitsky e Pyotr Dubrov, que acessaram a área externa da estação para fazer ajustes no módulo Nauka. Os dois ficaram do lado de fora dos módulos durante 7 horas e 25 minutos.

Entre outras tarefas, eles implantaram dois recipientes de risco biológico para obter dados sobre alterações físicas ou genéticas em bactérias, fungos e outros microorganismos expostos ao vácuo do espaço.

O acionamento do alarme de fumaça é mais um incidente em uma série de situações desfavoráveis vividas pelo “lado russo” da Estação Espacial Internacional: em julho, o módulo Nauka, que chegou à ISS com 13 anos de atraso, acionou os propulsores e tirou a estrutura do eixo por alguns minutos. Até hoje, a causa não foi explicada, e porta-vozes da Roscosmos dizem ainda estar estudando o que pode ter causado a falha.

A Rússia relatou que o novo incidente não trouxe nenhum problema, e todos os sistemas seguem operando normalmente.

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