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Cerca de 85% dos militares que foram expostos a eventos traumáticos os colocou em risco elevado de transtorno de estresse pós-traumático ( também chamado de PTSD). Embora muitos deles sejam resilientes, um novo estudo descobriu que as pessoas com exposição ao trauma experimentam maiores memórias e sintomas de estresse quando se aproximam da morte.

“Quando o estresse e uma doença grave ocorrem ao mesmo temo, o PTSD pode afetar o tratamento, o enfrentamento e os sintomas comuns do fim da vida”, explicou a autora, Anica Pless Kaiser, psicóloga de pesquisa clínica do National Center for PTSD at the VA Boston Healthcare System.

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Em um esforço para entender melhor quais sintomas de estresse foram experimentados, os pesquisadores conduziram 10 grupos de foco com médicos de cuidados paliativos e hospícios que prestam cuidados aos pacientes

Os médicos relataram observar muitos sintomas e comportamentos nesta população consistentes com a revivência de eventos traumáticos, como memórias ruins, pesadelos e sofrimento psicológico.Além disso, eles também observaram que a revivescência às vezes ocorria em conjunto com demência ou delírio.

De acordo com os pesquisadores, o trabalho é importante porque pouco se sabe sobre a aparência do estresse pós-traumático em pessoas que estão no fim de suas vidas, sendo por isso que pesquisas futuras são necessárias, para compreender e avaliar os cuidados.

 “Alguns provedores podem não reconhecer o estresse pós-traumático ou não serem treinados em como avaliar e responder apropriadamente. As abordagens terapêuticas existentes podem precisar ser modificadas para abordar as preocupações morais, espirituais e existenciais que são frequentemente encontradas quando a morte se aproxima”, concluiu Pless Kaiser .

Fonte: Medical Xpress

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Em um bilhão de anos, um aglomerado composto por milhares de estrelas pode se dissolver e se transformar em uma multidão de dezenas de buracos negros. E este destino pode ser fruto da ação de campos gravitacionais do interior desses aglomerados estelares. Essa conclusão é resultado de um novo estudo coordenado por pesquisadores da Universidade de Barcelona, na Espanha.

Para chegar a esses resultados, os cientistas analisaram alguns dos chamados aglomerados globulares, que são coleções densamente compactadas de estrelas antigas. Eles possuem uma forma aparentemente esférica e podem conter até milhões de estrelas. Só na Via Láctea, existem mais de 150 aglomerados globulares.

O foco maior da pesquisa foi Palomar 5, um aglomerado de estrelas localizado a mais ou menos 65.000 anos-luz da Terra, na constelação de Serpens. Palomar 5 é um dos aglomerados globulares mais esparsos conhecidos pelo homem.

Para efeito de comparação, ela tem cerca de 10.000 vezes a massa do sol e 130 anos-luz de diâmetro, contra 200.000 vezes a massa do sol e 20 anos-luz de diâmetro de um aglomerado globular médio. Além disso, ela é conhecida por duas longas caudas que fluem dela.

A hipótese dos pesquisadores é de que a atual natureza esparsa e as longas caudas podem ser consequência da existência de mais de 100 buracos negros espalhados por ela. Os cientistas simularam as órbitas e a evolução de cada estrela dentro de Palomar 5 até a desintegração do aglomerado globular.

Os cálculos da equipe sugerem que dentro de 1 bilhão de anos, Palomar 5 pode ter ejetado todas as estrelas, deixando apenas buracos negros para trás.

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Um grupo de físicos tem proposto que minúsculos cristais compostos por urânio e muito parecidos com flocos de neve podem causar fortes explosões em estrelas mortas. O efeito disso é uma visão cósmica muito próximo ao de uma bomba termonuclear

As estrelas mortas também são conhecidas como expiradas ou anãs brancas e esfriam bem devagar à medida que envelhecem. Durante este processo, alguns elementos pesados, como é o caso do urânio, se cristalizam e formam pequenos cristais parecidos com flocos de neve. 

Para que as explosões aconteçam, é necessário que o urânio se aglutine em um determinado volume, que é o equivalente à massa de um grão de areia. Caso isso aconteça, é desencadeada uma série de reações em cadeia, como a fissão nuclear ou a divisão de núcleos atômicos. 

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Tais reações podem fazer com que a temperatura dentro das anãs brancas suba na mesma hora e gere uma enorme explosão, causando a destruição da estrela. O efeito é parecido com o de uma bomba de hidrogênio, umas das armas termonucleares mais poderosas da Terra. 

Cenário hipotético

Flocos de neve de urânio podem explicar como supernovas do tipo 1a acontecem sem que outras estrelas estejam próximas. Crédito: Nasa/Divulgação

De acordo com Matt Caplan, físico e pesquisador da Universidade Estadual de Illinois, nos Estados Unidos, este cenário ainda é hipotético e são necessárias mais pesquisas para conseguir determinar se a detonação das anãs brancas é realmente causada pelos flocos de neve de urânio. 

A hipótese ganha força pelo fato de as estrelas mortas já serem amplamente conhecidas por sua propensão a explosões. Elas são o agente causador de detonações estelares conhecidas como supernovas do tipo 1a, que ocorre quando as anãs brancas “roubam” matéria de outras estrelas. 

Caso a proposta do floco de neve de urânio seja comprovada, ela explicará como uma pequena fração das estrelas expiradas conseguem criar supernovas do tipo 1a sem que haja outras estrelas perto delas. 

Com informações do Science News 

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