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As redes sociais borbulharam com discussões e ódio durante as eleições dos Estados Unidos para presidente em 2020. Com Joe Biden eleito, apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio, centro legislativo do país, no dia 6 de janeiro de 2021. Agora, uma reportagem do jornal Washington Post revelou que o Facebook foi a plataforma que alimentou os invasores.

A empresa de Mark Zuckerberg nunca revelou publicamente como suas plataformas, incluindo ainda Instagram e WhatsApp, alimentaram o caos naquele dia. Mas funcionários do Facebook se viram diante do horror com muitas mensagens de apoiadores de Trump, gritando para que “pare com o roubo” e levando símbolos da violenta ideologia QAnon, que se espalhou na rede social antes de uma repressão.

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O caos aumentou de modo alarmante no dia 6 de janeiro da rede social. Eram quase 40 mil denúncias de usuários sobre notícias falsas por hora, de acordo com um relatório interno do Facebook. No Instagram, a conta oficial de Donald Trump foi a mais denunciada por incitar violência.

Mas a empresa, por sua vez, rejeitou uma recomendação do próprio Conselho de Supervisão de estudar como as políticas do site contribuem para a violência. O Facebook também não atendeu totalmente às solicitações de dados da comissão parlamentar norte-americana que investigou a invasão ao Capitólio.

Apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiram o Capitólio em um ato antidemocrático. Imagem: Johnny Silvercloud/Shutterstock

De acordo com o jornal Washingon Post, as evidências do importante papel do Facebook no evento antidemocrático estão em documentos internos de milhares de páginas, divulgados por Frances Haugen, ex-funcionária da rede social, à Comissão de Valores Mobiliários. Há ainda publicações internas de funcionários, reclamando que não era um problema novo.

“Há anos vimos esse comportamento de políticos como Trump e, na melhor das hipóteses, ações insossas da liderança da empresa. Temos lido os posts [de despedida] de colegas confiáveis, experientes e amados que escrevem que simplesmente não conseguem se conscientizar de trabalhar para uma empresa que não faz mais para mitigar os efeitos negativos em sua plataforma”, escreveu um trabalhador, na rede interna do Facebook.

Uma pesquisa do próprio Facebook, com dados de 2019, descobriu que a desinformação compartilhada por políticos é mais prejudicial do que aquelas publicadas por usuários comuns. Algo que acontece na rede social é que essas figuras públicas dificilmente são punidas por espalharem notícias falsas e não passam por checagem de fatos.

Via: Washington Post

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O pica-pau-bico-de-marfim, espécie que inspirou Walter Lantz a criar o personagem Woody Woodpecker, que nós conhecemos como Pica-Pau, pode ser declarado extinto. O anúncio foi feito por autoridades de vida selvagem dos Estados Unidos na última quarta-feira (29).

Junto com esta espécie de pica-pau, estão outras 22 espécies, que vão desde pássaros a outros animais selvagens, passando por mexilhões e peixes. Em nota, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA lamentou o ocorrido e o atraso da promulgação de leis de proteção ambiental.

“Para as espécies propostas para exclusão hoje, as proteções da Lei das Espécies Ameaçadas chegaram tarde demais, com a maioria extinta, funcionalmente extinta ou em declínio acentuado no momento da listagem”, declarou o órgão.

Outras 22 espécies

Entre os pássaros que devem entrar na lista de animais extintos, estão o pássaro toutinegra de Bachman, duas espécies de peixes de água doce, oito espécies de mexilhões-de-água-doce do sudeste estadunidense e 11 do Havaí e das ilhas do Pacífico.

Segundo os especialistas, a principal causa para a extinção dessas espécies está na ação humana. No caso específico do pica-pau, seu habitat natural, os pântanos de estados do sul do Estados Unidos, foi fortemente alterado, principalmente para extração de madeira e processo de urbanização.

Pássaro raro

Pica-pau-bico-de-marfim
Pica-pau-bico-de-marfim não é visto oficialmente na natureza desde a década de 1940. Crédito: Wikimedia Commons

A ave nunca foi exatamente comum e, por conta do personagem icônico criado por Walter Lantz, os pássaros eram frequentemente baleados e empalhados por caçadores e colecionadores. Segundo a cientista do Centro de Diversidade Biológica Tierra Curry, isso contribuiu bastante para a extinção.

A última vez que um pica-pau-bico-de-marfim foi visto oficialmente na natureza foi em meados da década de 1940, cerca de 80 anos atrás. Porém, existem relatos de avistamentos no inícios dos anos 2000, mas que não foram confirmados por especialistas.

Há esperança?

Porém, apesar da entrada da ave na lista ser praticamente uma pedra cantada, não se trata de uma unanimidade. Para o diretor emérito do Laboratório de Ornitologia da Universidade Cornell, John Fitzpatrick, ainda é prematuro incluir esta espécie na lista de animais extintos.

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“Na minha opinião, é prematuro declarar a ave oficialmente extinta por parte do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA porque a ave ainda pode existir”, declarou o pesquisador à CNN dos Estados Unidos. Para ele, faltam evidências robustas para declarar oficialmente que o pássaro não existe mais.

Via: CNN Brasil

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A NFL anunciou quem serão os artistas responsáveis pelo show do intervalo do Super Bowl LVI. A apresentação contará com um quinteto de rappers, que poderia muito bem ser chamado de um comitê do gênero, formado por: Kendrick Lamar, Eminem, Snoop Dogg, Dr. Dre e Mary J. Blige.

O Super Bowl LVI, que marca a final da liga dos Estados Unidos de futebol americano, a NFL, está marcado para o próximo dia 13 de fevereiro, na cidade de Los Angeles, no estado da Califórnia. Anualmente, o jogo é o evento esportivo mais assistido do mundo.

Artistas premiados

Mas voltando ao time de estrelas que vai cantar no intervalo do Super Bowl LVI, somados, os artistas têm nada menos do que 43 Grammys e 19 álbuns que alcançaram o topo da parada musical da revista Billboard, a principal do mercado da música nos Estados Unidos.

Esta é a primeira vez que a NFL aposta somente em artistas de rap para fazer a apresentação. Em geral, são chamados artistas de outros gêneros, preferencialmente, de música pop. Os últimos três shows foram de The Weeknd (2021), Shakira & Jennifer López (2020) e Maroon 5 (2019).

Tradição recente

Chamado oficialmente de Pepsi Super Bowl Halftime Show, o intervalo do Super Bowl é um dos palcos mais disputados pelos grandes artistas do cenário musical, mas nem sempre foi assim. Até 1993, as apresentações eram de bandas menores, geralmente, ligadas a universidades.

Porém, em meados da década de 1990, a liga passou por uma grave crise de popularidade. Para tentar mudar esse cenário, a NFL convidou ninguém menos do que o Rei do Pop, Michael Jackson, para fazer uma apresentação no intervalo do Super Bowl XXVII, entre Dallas Cowboys x Buffalo Bills.

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Desde então, o show do intervalo passou a ser algo quase tão importante quanto o jogo em si, e já contou com apresentações icônicas de nomes consagrados, como Paul McCartney, em 2005, Prince, em 2007, Beyoncé, em 2013 e 2016, e Lady Gaga, em 2017.

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Um par de luvas que pertenceu ao cantor Michael Jackson vai ajudar a pagar por doses de vacina contra a Covid-19 na Guiné Equatorial, na África Central. As luvas foram apreendidas em uma coleção particular do vice-presidente do país, Teodorin Nguema Obiang Mangue.

A decisão foi divulgada na última segunda-feira (20) pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Além das luvas, que são avaliadas em US$ 275.000 (R$ 1,4 milhão). O acessório é bastante luxuoso e chamativo, revestido com uma série de joias.

Entre os bens apreendidos estão veículos de luxo e joias e outros bens do número dois da Guiné Equatorial foram confiscados, totalizando US$ 27 milhões (cerca de R$ 143 milhões). A venda dos bens são resultado de um acordo de confisco firmado em 2014 entre Obiang Mangue e os EUA.

Coleção milionária

Luva usada por Michael Jackson
Luvas encontradas na coleção do vice-presidente de Guiné Equatorial estão avaliadas em US$ 275.000. Crédito: Abi Skipp/Flickr

Entre os bens do vice-presidente da Guiné Equatorial, estão uma mansão na cidade de Malibu, no estado da Califórnia, que foi vendida por US$ 30 milhões (cerca de R$ 159 milhões), uma Ferrari, e alguns outros itens de colecionador que pertenceram a Michael Jackson.

Obiang Mangue também foi obrigado a devolver US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões), que representa o valor de uma outra propriedade em solo estadunidense. O valor de alguns rendimentos de aplicação, equivalente a US$ 10,3 milhões (cerca de R$ 55,5 milhões) ficarão nos Estados Unidos.

Conversão em vacinas

Agora, os bens serão vendidos e parte do valor arrecadado será destinado à compra e distribuição de doses de vacina contra a Covid-19 na Guiné Equatorial. O restante será destinado à compra e distribuição de remédios e suprimentos médicos para o país da África Central.

O vice-presidente do país da África Central é acusado de ter adquirido todos os bens com ativos ilícitos. Todos os ativos apreendidos foram comprados nos Estados Unidos, por conta disso, é o Departamento de Justiça do país norte-americano. O político africano contesta todas as acusações.

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Com uma população relativamente pequena, de cerca de 1,4 milhão de habitantes, a Guiné Equatorial é uma das nações mais pobres do mundo. De acordo com o Banco Mundial, 76% da população vive na pobreza, ou seja, vivem com uma renda de apenas US$ 1,90 (cerca de R$ 10) por dia.

Via: Folha de S. Paulo

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De 1988 a 1993, a série ‘Anos Incríveis’ (‘The Wonder Years’, em inglês) passou no canal ABC retratando eventos históricos e questões sociais que aconteceram vinte anos antes, mas tudo sob a ótica de uma família branca. Agora, no reboot da produção, uma família negra vai encarar trechos dolorosos da história norte-americana. O elenco destacou como foi difícil reproduzir os momentos.

A série, que estreia no dia 22 de setembro, tem no elenco Elisha “EJ” Williams como Dean Williams; Saycon Sengbloh como Lillian, mãe de Dean; Dulé Hill como Bill, pai de Dean; e Laura Kariuki como Kim, irmã de Dean. Don Cheadle vai narrar os episódios, como o Dean mais velho. A primeira temporada se passa durante o Movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, que lutou contra o racismo e segregação racial.

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“Ser capaz de olhar para trás e aprender sobre isso e então reconstituí-lo – eu não vou mentir, eu chorei. A perspectiva de Dean e meu aprendizado eram duas situações diferentes. Para mim, foi difícil processar, embora eu já tenha aprendido sobre a época, mas quando você está mergulhado em uma situação, pensa em coisas que nunca já pensou antes como a morte do Dr. (Martin Luther) King “, disse EJ Williams, em painel da Television Critics Association (TCA) sobre a série.

Dulé Hill acrescentou ainda que, por mais que muitas coisas tenham mudado, elas permanecem iguais. “Por mais trágico que o falecimento (de Dr. Martin Luther King Jr.), ainda há tanta tragédia que é acontecendo entre agora e na época, isso ainda está acontecendo agora”, destacou o ator.

anos incríveis
O reboot de ‘Anos Incríveis’ mostra a vida de uma família negra de classe média do Alabama. Imagem: ABC / Divulgação

“Se você vê o trauma e vê a dor, você também vê a força das pessoas daquela época e você reflete sobre onde estamos agora e você vê essa mesma força, esse mesmo poder, e a mesma firmeza para seguir em frente que sempre esteve lá para pessoas que se parecem comigo”, emendou Hill.

A nova versão de ‘Anos Incríveis’ acompanha uma família negra de classe média em Montgomery, no estado norte-americano do Alabama. No primeiro trailer, o cover de Joe Cocker da música ‘With A Little Help From My Friends’, composta por John Lennon e Paul McCartney, foi usada, lembrando a primeira edição da série.

‘Anos Incríveis’ tem Fred Savage, que atuou como o protagonista na versão antiga, como diretor do episódio de estreia e produtor executivo da temporada, junto a Saladin K. Patterson, Lee Daniels e Marc Velez, criadores da série.

Via: CBR / ScreenRant

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A população do Afeganistão vive momentos de incerteza e medo com a volta do Talibã ao governo do país. Como governo autoritário, os grandes alvos de opressão são minorias. Lá, principalmente as mulheres. A diretora Sahraa Karimi, primeira mulher a presidir a companhia cinematográfica estatal afegã, a Afghan Film, pede apoio da comunidade internacional, com a crescente ameaça a mulheres e à liberdade de expressão no país.

Karimi escreveu uma carta aberta e publicou em sua conta no Twitter, na última sexta-feira (13). “Tudo o que trabalhei tanto para construir como cineasta em meu país corre o risco de colapsar. Se o Talibã assumir, eles irão proibir toda a arte. Eu e outros cineastas podemos ser os próximos em sua lista de alvos. Eles vão tirar os direitos das mulheres, seremos empurradas para as sombras de nossas casas e de nossas vozes, nossa expressão será abafada no silêncio”, escreveu.

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A diretora chegou ao cargo de presidente da estatal em 2019. Ainda na carta, Sahraa Karimi listou algumas das pessoas já vítimas do Talibã em sua investida até o governo. “Eles torturaram e mataram um dos nossos amados comediantes, assassinaram um dos nossos poetas historiadores, assassinaram o chefe de cultura e mídia do governo, estão matando pessoas afiliadas ao governo, enforcaram homens publicamente”, disse.

A cineasta apela para que os auxiliem a fazer com que o mundo se preocupe com o que está acontecendo com a população. Karimi cita um meio de ajudar informando aos meios de comunicação mais importantes dos países. “Sejam nossas vozes foram do Afeganistão”, prosseguiu a diretora.

A Afghan Filme, presidida por Sahraa Karimi, foi fundada em 1968. Mas, sob o governo do Talibã, a arte foi proibida. Nas duas últimas décadas, os cineastas voltaram, após a invasão dos Estados Unidos no país, em 2001, que abriu também espaços políticos e escolas para mulheres e meninas afegãs.

Em 2003, o drama ‘Osama’, de Siddiq Barmak, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. ‘Kandahar’, do diretor iraniano Mohsen Makhmalbaf, gravado no Afeganistão, recebeu o prêmio do júri em Cannes. Já ‘Buzkashi Boys’, de 2012, foi indicado ao Oscar de Melhor Curta. O longa mais recente de Karimi é ‘Hava, Maryam, Ayesha’, que estreou em Veneza, em 2019.

Cena do filme 'Hava, Maryam, Ayesha', de Sahraa Karimi. A personagem grávida está do lado direito da imagem, tocando a barriga.
‘Hava, Maryam, Ayesha’ é o filme mais recente de Sahraa Karimi. Imagem: Reprodução

Via: Indie Wire

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O verão do hemisfério norte tem castigado os países da parte de cima do mapa, principalmente os Estados Unidos e o Canadá. Na terra do Tio Sam, os incêndios florestais estão mais intensos e numerosos do que o habitual, o que tem causado um problema sério de escassez de bombeiros para controlar um grande número de incêndios acontecendo ao mesmo tempo.

Até o momento, os incêndios já queimaram o equivalente a 1,25 milhão de campos de futebol só em 2021, grande parte por conta da seca generalizada que atinge os EUA. Isso representa um aumento de mais de 119% no comparativo com o mesmo período de 2020. Porém, a escassez de bombeiros não se deve apenas ao aumento na carga de trabalho.

Muito trabalho, pouco dinheiro

Bombeiros apagando um incêndio florestal
Baixos salários e aumento da carga de trabalho estão fazendo com que poucas pessoas queiram trabalhar no combate aos incêndios florestais. Crédito: Inglis Blaine/Pixnio

De acordo com o The Wall Street Journal (WSJ), os baixos salários pelo trabalho sazonal também no combate aos incêndios têm feito com que cada vez menos pessoas se interessem a atuar como bombeiros federais do Serviço Florestal dos Estados Unidos. Isso é uma preocupação do órgão, já que a quantidade de incêndios florestais deve aumentar por conta das mudanças climáticas.

A situação ficou tão séria que vários ex-bombeiros foram convidados pelo Serviço Florestal para voltar ao trabalho este ano. Alguns disseram que iriam considerar o convite, outros, porém, que passaram a integrar forças de combate a incêndios em agências estaduais, acabaram declinando do convite por, segundo eles, estarem ganhando mais dinheiro em um trabalho mais estável.

Presidiários da Califórnia

Hoje, parte do combate aos incêndios, particularmente no estado da Califórnia, que tem sido especialmente afetado pela seca e pelos incêndios, usa a mão-de-obra de presidiários, que recebem um salário extremamente baixo pelo trabalho perigoso, além de não poderem continuar como bombeiros depois que cumprem suas penas.

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No próximo ano, o programa de combate a incêndios das prisões da Califórnia será descontinuado, o que tem causado uma grande preocupação no Serviço Florestal, que ainda não sabe como fará para compensar a queda repentina de pessoal. Segundo especialistas ouvidos pelo WSJ, a melhor opção é pagar salários melhores aos bombeiros por seu trabalho, que além de essencial, é bem perigoso.

Com informações do The Wall Street Journal

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A compra da MGM pela Amazon será investigada pela Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês), segundo fontes ouvidas pelo site The Information. A aquisição, então, passará por uma revisão “aprofundada” para verificar se há um abuso na concentração de mercado.

A MGM não quis comentar o caso e a Amazon não respondeu ao site Engadget.

Em junho deste ano, a senadora Elizabeth Warren solicitou à comissão uma revisão meticulosa dessa compra. O pedido foi feito de forma a garantir a livre concorrência no mercado e que os consumidores não sejam prejudicados.

Na ocasião, Elizabeth listou as consequências negativas que um acordo desses pode ter. “Além dos impactos mais amplos que esta transação pode ter sobre os trabalhadores, pequenas empresas e a concorrência em geral, uma vez que a Amazon – que já domina vários mercados – acelera seu comportamento monopolista agressivo”, disse em texto.

Conforme estimativa do jornal The Wall Street Journal, a compra movimentará quase US$ 8,5 bilhões (aproximadamente R$ 42,25 bilhões, em conversão direta).

Apesar da significativa expansão dos negócios, a Amazon alega que o importante é o acervo do estúdio. “O valor financeiro real por trás deste acordo é o tesouro de [propriedade intelectual] no profundo catálogo que planejamos reimaginar e desenvolver junto com a talentosa equipe da MGM”, disse Mike Hopkins, vice-presidente sênior do Prime Video e do Amazon Studios.

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Uma investigação desse tipo já era esperada quando Lina Khan, crítica frequente da Amazon, foi nomeada presidente da FTC. Aliás, o medo de uma repressão fez a gigante da tecnologia pedir que Lina não participasse de qualquer julgamento referente à empresa. Porém, não se espera isso ocorra.

A investigação da FTC não representa um bloqueio à compra da MGM. Porém, pode sim significar a imposição de condições adicionais e um atraso na conclusão da negociação. Assim, a aquisição dos estúdios pela gigante de tecnologia pode levar mais tempo do que o previsto.

Vale lembrar que, no passado, o Google teve que esperar mais de um ano para concluir a aquisição do Fitbit.

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Pelo Twitter, a chefe da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, disse que está buscando uma investigação independente acerca da aprovação do Aduhelm, polêmico remédio da Biogen para o tratamento de Alzheimer. Ela suspeita que as interações entre o laboratório e diretores da agência se deram de maneira extraoficial.

O Aduhelm, remédio da Biogen, obteve a aprovação da FDA no último mês de junho, mas sofreu objeções de especialistas internos e externos, que votaram contra a liberação da droga em novembro do ano passado. 

Segundo o veículo norte-americano Bloomberg, o parecer contrário se deu depois que alguns pesquisadores concluíram que os testes com o Aduhelm eram inconsistentes e que não havia evidências suficientes para dizer que o remédio da Biogen trazia benefícios significativos para os pacientes.

A justificativa da agência para conceder a permissão consistiu em uma recomendação para que o laboratório fizesse novos testes para reavaliar o benefício da terapia em pacientes de Alzheimer. Além disso, a FDA deu nove anos para a confirmação dos dados.

Foi aí que as dúvidas sobre a negociação iniciaram.

Entenda o caso

Em 2019, os testes do Aduhelm foram interrompidos pela própria Biogen, já que os resultados parciais eram contraditórios quanto ao declínio cognitivo da doença que acomete o cérebro. 

Ao longo daquele ano, depois que o laboratório paralisou os testes, os funcionários da FDA ainda realizaram reuniões regulares com executivos da empresa e aprovou o medicamento por meio de uma via especial, que requer menos dados, chamada de aprovação acelerada.

Um dos diretores da FDA, Billy Dunn, está no centro da polêmica. Na ocasião, ele se encontrou com Al Sandrock, que agora atua como chefe de pesquisa e desenvolvimento da Biogen, em uma conferência médica na Filadélfia. De acordo com informações do Bloomberg, o executivo sugeriu que a Biogen não abandonasse o estudo.

Mais tarde, funcionários da FDA prepararam um memorando para o encontro com a Biogen, no dia 14 de junho de 2019. Na reunião, reguladores e executivos discutiriam cinco caminhos possíveis para a Aduhelm. Um deles incluía a aprovação acelerada.

Outra alternativa apresentada pelo memorando consistia em interromper todos os estudos clínicos do remédio da Biogen. No entanto, os diretores da FDA disseram que essa opção estava fora de questão, segundo informações internas.

Em novembro passado, um comitê de conselheiros do FDA votou quase unanimemente contra a droga. Mas em junho, o Aduhelm recebeu a aprovação acelerada com base em sua capacidade de remover uma proteína, chamada amilóide, do cérebro.

Informações precisas sobre a eficácia do remédio da Biogen e também sobre o processo que levou à sua aprovação pela FDA são desconhecidas. Créditos: Shutterstock

A agência não havia discutido publicamente a possibilidade de uma aprovação acelerada antes de sua decisão final.

O preço exagerado para o desenvolvimento do medicamento, anunciado pela Biogen em 56 mil dólares anuais, também gerou insegurança. Além disso, chama atenção o fato de o laboratório ainda ter que realizar novos estudos para provar que a droga funciona, mas já poder comercializá-la.

Investigação independente

O processo investigativo, anunciado por Janet Woodcock em uma carta aberta na rede social, terá o inspetor-geral do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos como encarregado.

O anúncio fez com que as ações da Biogen caíssem em 3,5% na tarde dessa sexta-feira (9), em Nova York.

Woodcock, que é comissária interina da FDA, diz ter tremenda confiança na integridade de sua equipe, mas desconfia sobre os contatos entre a agência e a Biogen. Ela acredita que a aprovação se deu por meio de um processo informal, o que fere a política da instituição.

“É fundamental que os eventos em questão sejam analisados ​​por um órgão independente”, escreveu ela.

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O senador democrata Joe Manchin criticou a aprovação da FDA e escreveu ao presidente Joe Biden para solicitar que alguém além de Woodcock fosse escolhido para ser o comissário permanente da agência.

Uma porta-voz da Biogen disse que a empresa cooperaria com qualquer investigação sobre o processo de revisão da Aduhelm. Já Dunn, um dos diretores da FDA, não pôde ser localizado imediatamente para comentar.

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A Stellantis, grupo automotivo que detém marcas como Fiat, Jeep, Citroën e, Peugeot, divulgou os planos para investir mais de 30 bilhões de euros até 2025 na eletrificação dos veículos, software e direção autônoma. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (8), no Stellantis EV Day 2021.

De acordo com o próprio grupo, o valor investido é “30% melhor do que a média do setor”. A meta da Stellantis é ter mais de 70% das vendas na Europa e mais de 40% nos Estados Unidos dos automóveis elétricos até o ano de 2030, com todas as 14 marcas.

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O anúncio ainda destaca que as montadoras vão “fornecer BEVs que cumprem as demandas do cliente, com alcance variando de 500 a 800 km e capacidade de carregamento rápido líder do setor de 32 km por minuto”. Para isso, a Stellantis vai usar quatro plataformas por modelo flexíveis, projetadas para ter uma vida útil longa através de atualizações de software e hardware.

As quatro plataformas são a STLA Pequena, com uma faixa de até 500 quilômetros, a STLA Média, com uma faixa de até 700 quilômetros, a STLA Grande, com uma faixa de até 800 quilômetros e a STLA Quadro, com uma faixa de até 800 quilômetros.

A meta ousada da fabricante ainda coloca uma estratégia de suprimento de bateria de EV global superior a 260GWh até 2030, com o apoio de cinco grandes fábricas na Europa e América do Norte. Os planos da empresa também inclui uma dupla tecnologia química de bateria, com uma de energia de alta densidade e outra sem níquel-cobalto até 2024.

“A estratégia que traçamos hoje concentra-se na quantidade certa de investimento na tecnologia certa para alcançar o mercado no momento certo, garantindo que a Stellantis potencialize a liberdade de movimento da forma mais eficiente, econômica e sustentável”, disse Carlos Tavares, CEO da companhia.

Como votar no Olhar Digital no segundo turno do Prêmio Influency.me.

Para alcançar maior rentabilidade nos próximos anos, a Stellantis prevê uma sinergia de caixa anual de mais de €5 bilhões a valores constantes, “plano de redução de custo da bateria, a otimização contínua dos custos de produção e distribuição e a realização de novos fluxos de receita, em particular de serviços conectados e futuros modelos de negócios de software”.

A receita operacional deve ter margens ajustadas de dois dígitos a médio prazo, aproximadamente em 2026. Isso, claro, com a pretensão de ser líder do mercado em veículos de baixa emissão.

O comunicado, porém, foi recebido com estranhamento por diversos sites especializados no setor automotivo pelo mundo. Isso porque o grupo divulgou também uma série de 14 slogans, um para cada marca, focando na eletrificação e as frases soaram, para dizer o mínimo, estranhas.

O mais confuso deles é o slogan da Abarth, montadora italiana, que diz “Heating Up People, But Not the Planet”. A tradução não ajuda nem um pouco: “aquecendo pessoas, não o planeta”. A frase da Dodge também ganhou contornos estranhos, dizendo “Tear Up the Streets… Not the Planet”, algo como “destrua as ruas… não o planeta”.

Os outros slogans são um pouco mais normais. Mas só um pouco. Confira:

  • Alfa Romeo – “From 2024, Alfa Becomes Alfa e-Romeo” (“A partir de 2024, Alfa vira Alfa e-Romeo”, que até soa aceitável em português)
  • Chrysler – “Clean Technology for a New Generation of Families” (“Tecnologia limpara para uma nova geração de famílias”)
  • Citroën – “Citroën Electric: Well-Being for All!” (“Citroën Elétrico: bem-estar para todos”)
  • DS Automobiles – “The Art of Travel, Magnified” (A”A arte de viajar, aumentada”)
  • Fiat – “It’s Only Green When It’s Green for All” (“Só é verde quando é verde para todos”)
  • Jeep – “Zero Emission Freedom” (“Liberdade zero emissão”)
  • Lancia – “The Most Elegant Way to Protect the Planet” (“O modo mais elegante de proteger o planeta”)
  • Maserati – “The Best in Performance Luxury, Electrified” (“A melhor performance de luxo, eletrificada”)
  • Opel/Vauxhall – “Green is the New Cool” (“Verde é o novo legal”)
  • Peugeot – “Turning Sustainable Mobility into Quality Time” (“Transformando mobilidade sustentável em tempo de qualidade”)
  • Ram – “Built to Serve a Sustainable Planet” (“Construído para servir a um planeta sustentável”)
  • Veículos comerciais – “The Global Leader in e-Commercial Vehicles” (“A líder global em veículos e-comerciais”)

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