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Um astronauta da Estação Espacial Internacional (ISS) registrou de um lugar privilegiado o descarte do módulo russo Pirs do posto avançado. A peça era considerada uma pedra fundamental da estação e foi dispensada na última segunda-feira (26), o descarte foi feito de maneira segura, a fim de garantir a reentrada na Terra de maneira segura, sem riscos de atingir áreas habitadas.

Módulo Pirs sendo descartado
Módulo Pirs entra em contato com a atmosfera da Terra e começa a entrar em combustão, provocando u, show de luzes. Crédito: Thomas Pesquet/ESA

O módulo Pirs foi rebocado pelo veículo de carga Progress, ele foi levado para longe da ISS e para baixo, através da atmosfera da Terra. Durante a reentrada, o módulo se queimou completamente, o que, como esperado, reduziu bastante as chances de qualquer grande pedaço do equipamento chegar à superfície da Terra.

Registro inédito

Módulo Pirs sendo descartado
Módulo Pirs sendo desacoplado da ISS e entrando em contato com a Terra. Crédito: Thomas Pesquet/ESA

Todo o processo foi acompanhado e registrado pelo astronauta francês Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia (ESA). Pesquet descreveu a sensação de ver uma parte da nave em que ele passa seus dias voar para longe como “bastante estranha”. Ele fez uma série de fotos de todo o processo, que foi compartilhado junto com uma longa mensagem em sua conta no Flickr.

Módulo Pirs sendo descartado
Módulo russo Pirs se aproxima da Terra, pouco antes de entrar em combustão. Crédito: Thomas Pesquet/ESA

“Vimos claramente pedaços menores flutuando para longe dos fogos de artifício principais, pois o módulo estava sendo destruído pelo calor da fricção atmosférica”, escreveu Pesquet. “Bastante show!”.

Fim de uma era

O Pirs foi lançado pela Rússia em 2001, e nesses 20 anos, o módulo serviu como uma espécie de porto para a ISS. Durante essas duas décadas, o Pirs hospedou nada menos do que 70 cápsulas diferentes e deu apoio a cosmonautas russos durante a realização de atividades extraveiculares ou caminhadas espaciais.

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O módulo recém-descartado já tem um substituto chegando, no último dia 21 de julho foi lançado o novo módulo de ciências russo, o Nauka. A previsão é que ele chegue até a ISS na próxima quinta-feira (29) e tome o lugar do velho Pirs por sabe-se lá quanto tempo.

Com informações do Space

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A Roscosmos, agência espacial federal russa, anunciou que a saída do módulo Pirs da Estação Espacial Internacional, primeiramente programada para exta sexta-feira, foi adiada para sábado. O Pirs vai abrir uma vaga para o módulo Nauka, que foi lançado na última quarta feira para aumentar o volume de pesquisas dos tripulantes da ISS.

Mas o Nauka apresentou alguns problemas, motivando a mudança de planos. Ainda não se sabe ao certo a natureza e a gravidade da situação, já que a Roscosmos não revelou muitos detalhes até o momento.

Mas observadores externos, como Anatoly Zak do RussianSpaceWeb, dão conta de que os motores principais de Nauka não teriam funcionado corretamente.

Oficialmente, a agência espacial russa afirmou que o teste de ativação do sistema de propulsão do módulo Nauka e o impulso de formação de órbita foram realizados normalmente.

O que se sabe é que o projeto já passou por muitas dificuldades.
Com 13 metros de comprimento, 4,3 metros de diâmetro e pesando mais de 20 toneladas, o Nauka deveria ser lançado em 2007, mas uma série de problemas, incluindo a descoberta de lascas de metal no sistema de combustível, atrasaram a missão.

Esse é o maior módulo espacial já lançado pela Rússia, e foi projetado para servir principalmente como uma instalação de pesquisa. “Nauka” significa “ciência” em russo.

Se os problemas forem contornados, a previsão é que o acoplamento à estação espacial internacional ocorra na próxima quinta-feira.

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Após anos de atrasos, a Rússia finalmente enviou nesta quarta-feira o módulo científico Nauka rumo à Estação Espacial Internacional. O novo componente decolou a bordo de um foguete Proton-M a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

Se tudo correr como o planejado, daqui a oito dias o Nauka deve realizar a operação de acoplamento à ISS.

Mas antes, o atual módulo Pirs vai ser desconectado pela espaçonave de carga Progress MS-16. Ela também vai ser carregada com lixo produzido pelos tripulantes da estação, e junto com o Pirs, vai ser incinerada durante a reentrada na atmosfera, quatro horas após a separação.

O novo módulo de 22 toneladas vai passar a ser a maior ala da ISS.
Com 13 metros de comprimento e 4,3 metros de diâmetro, ele abriga um laboratório de pesquisa e também uma cama extra para um cosmonauta, além de banheiro, sistema de regeneração de oxigênio e equipamento para reciclagem de urina e produção de água.

O Nauka foi programado para ser lançado em 2007, mas a missão enfrentou atrasos no projeto e montagem, e mais recentemente teve problemas ligados à pandemia do coronavírus. Ele inclui um braço robótico que vai ser usado para manipulação de equipamentos e experimentos no exterior da estação.

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Um vazamento vem dando dor de cabeça aos cosmonautas, como os astronautas são chamados na Rússia, presentes na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). De acordo com a impressa russa, os profissionais ainda não sabem onde está o problema, detectado pela primeira vez em setembro de 2019.

De acordo com a agência de notícias estatal russa RIA Novosti, o vazamento fez com que ar escapasse do segmento russo da ISS. Pouco mais de um ano depois, os cosmonautas fizeram um experimento para identificar e localizar o vazamento.

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Os russos “derramaram” chá no ambiente e deixaram o líquido solto, flutuando no local. Assim, em março deste ano, os cosmonautas usaram substâncias adesivas para remendar as duas rachaduras encontradas, cada uma com menos de um milímetro de largura.

Mas, as correções não foram suficientes e o laboratório em órbita mostra os sinais da idade. Segundo a RIA, o segmento da Rússia na Estação Espacial ainda está vazando ar. Pyotr Dubrov, cosmonauta locado na estação atualmente, passou um tempo trabalhando na investigação da câmera de transferência do segmento russo em busca de outros buracos.

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O cosmonauta russo Pyotr Dubrov (em caminhada espacial na foto) é quem tenta identificar os vazamentos internos. Imagem: ESA/Thomas Pesquet

Dubrov não conseguiu encontrar as rachaduras, usando um detector de fluxo de ar. Contudo, não há motivo para grande preocupação, pois a taxa de vazamento é muito baixa e não representa perigo para a tripulação presente na ISS.

Até porque a equipe vai precisar passar um fim de semana inteiro no segmento russo no próximo mês, enquanto as escotilhas da ISS forem fechadas para monitoramento da pressão do ar.

A Nasa não comentou os relatórios da RIA. Especialistas, por sua vez, sugerem que as rachaduras são referentes à fadiga do metal ou de impactos de micrometeoritos na parte externa da Estação Espacial.

Via: Futurism

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A nave de carga russa Progress MS-17 chegou à Estação Espacial Internacional (ISS) após uma viagem de mais ou menos dois dias. O cargueiro levou alimentos e suprimentos para a tripulação da estação, além de combustível para o posto avançado na órbita baixa da Terra.

O Progress MS-17 se acoplou ao mini módulo de pesquisa Poisk, em uma parte da ISS que está voltada para o espaço do segmento russo da estação espacial. A chegada da nave aconteceu por volta das nove da noite desta quinta-feira (1), no horário de Brasília.

O lançamento da espaçonave aconteceu na última terça-feira (29) do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Em seu caminho até a ISS, a Progress MS-17 completou 34 órbitas terrestres. Existia uma previsão que, durante a viagem, a nave chegasse bem perto de duas peças de hardware da SpaceX.

Impacto evitado

Em comunicado, a agência espacial russa (Roscosmos) detalhou que um satélite da Starlink e um fragmento de um foguete Falcon 9 deveriam se aproximar da nave em 1 de julho. Contudo, os controladores de voo conseguiram contornar a situação com relativa facilidade, não sendo necessária nenhuma manobra para evitar um impacto.

Enquanto o satélite da Starlink passou a uma distância de mais ou menos 1,6 quilômetro da nave, enquanto o fragmento do foguete passou a cerca de 500 metros. Os dois encontros, que não representaram riscos à nave russa, aconteceram em um intervalo de em torno de três minutos.

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O Progress MS-17, que é o 78º cargueiro russo a ser lançado para a Estação Espacial Internacional desde agosto de 2000, vai passar em torno de cinco meses acoplado no módulo Poisk. O cargueiro está programado para se desacoplar automaticamente no final de outubro.

Com informações do Space

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Dois astronautas aceitaram a aventura de sair da Estação Espacial Internacional na próxima sexta-feira (25), para uma terceira caminhada no espaço. O objetivo é continuar as atualizações do sistema de energia que já estão aumentando a produção e provando a tecnologia que permitirá o futuro posto lunar Gateway da Nasa.

Haverá a cobertura ao vivo às 6h30 na Nasa Television, no site da agência e no aplicativo da Nasa , com os membros da tripulação programados para sair da câmara de ar Quest da estação por volta das 8h. A caminhada no espaço durará aproximadamente 6 horas e 30 minutos.

Portanto, Shane Kimbrough da Nasa e Thomas Pesquet da ESA (Agência Espacial Europeia) irão instalar e implantar o segundo de seis novos ISS Roll-Out Solar Arrays (iROSA) no canal de energia 4B da estação.

Pesquet será o tripulante extraveicular 1, com listras vermelhas em seu traje espacial, enquanto Kimbrough será o tripulante extraveicular 2, com um traje sem identificação. Durante a caminhada no espaço, Pesquet se fixará no final do Canadarm2 robótico da estação e, em seguida, agarrará a iROSA. 

O processo conta também com a ajuda da operação de dentro da estação, os astronautas da Nasa, Megan McArthur e Mark Vande Hei estarão servindo como backup, comandando o braço robótico para manobrar Pesquet e a matriz o mais próximo possível do local de instalação.

Esta será a quinta caminhada no espaço para Kimbrough e Pesquet trabalhando juntos, sendo a nona caminhada para Kimbrough e a quinta para Pesquet no total. Eles conduziram duas caminhadas espaciais juntos durante a Expedição 50 em janeiro e março de 2017. Será a 241ª caminhada no espaço em apoio à montagem, manutenção e atualizações da estação.

Os atuais painéis solares funcionam bem, só que começaram a apresentar sinais de degradação, pois foram projetados para uma vida útil de 15 anos. O primeiro par de painéis solares originais da estação espacial foi implantado no ano 2000 e tem alimentado a estação por mais de 20 anos. 

Sendo assim, os novos painéis solares estão sendo posicionados na frente de seis dos painéis atuais, para aumentar a potência total disponível da estação de 160 quilowatts para um máximo de 215 quilowatts. O mesmo projeto de matriz solar será usado para fornecer energia aos elementos do posto avançado de órbita lunar Gateway da agência.

Em novembro de 2020, a Estação Espacial Internacional ultrapassou seu marco de 20 anos de presença humana contínua, em que proporciona oportunidades para pesquisas exclusivas e demonstrações tecnológicas para ajudar a se preparar para missões de longa duração à Lua e Marte, além de melhorar a vida na Terra. 

Apenas nesse período, 244 pessoas de 19 países visitaram o laboratório orbital que hospedou quase 3.000 investigações de pesquisadores em 108 países e áreas.

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Fonte: Site da Nasa.

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Pode até não ter muita sujeira no espaço, mas os astronautas que fazem da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) sua casa precisam limpar o ambiente. A rotina de limpeza no laboratório na órbita da Terra é bem rigorosa, para manter micróbios sob controle.

Geralmente lá em cima, o dia da faxina é o sábado. Todas as superfícies são desinfetadas e a poeira removida. Os procedimentos de limpeza foram mostrados pelo astronauta francês Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia (ESA).

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Aniversário do astronauta Victor Glover na estação espacial internacional
Os astronautas também comemoram aniversário no espaço. Imagem: ESA/NASA–T. Pesquet

Mesmo distantes da Covid-19, eles mantém o cuidado com o vírus, seja nos equipamentos já a bordo ou com o que chega na estação. Lá, não há espaço para falta de higiene. “Nós temos que desinfetar todas as superfícies que tocamos semanalmente”, disse Pesquet.

Nada do que eles usam é muito estranho. Em um vídeo gravado para mostrar parte da rotina, o astronauta francês utiliza um simples aspirador de pó. “Nós temos um monte de medidas na estação espacial que são similares aquelas que podemos achar em hospitais e aeroportos, designadas para prevenir a propagação de bactérias”, emendou.

Confira a limpeza da Estação Espacial Internacional:

Antes de Pesquet, a astronauta italiana Samantha Cristoforetti já havia falado sobre as faxinas espaciais. Ela passou quase 200 dias na ISS, entre 2014 e 2015, e contou sobre o uso de lenços desinfetantes em corrimãos, microfones de mão, computadores e, basicamente, tudo o que os tripulantes tocarem, para minimizar o rastro de bactérias.

“Os módulos mais difíceis de limpar são certamente o Node 3, onde temos o banheiro e os aparelhos de exercícios, e o Node 1, onde nós comemos”, escreveu a astronauta em um post na internet. Segundo Cristoforetti, os tripulantes se revezam na limpeza dos módulos mais bagunçados.

Ela relatou ainda que os astronautas precisam aspirar as grades de ventilação, que podem ficar muito sujas. “Todos os pequenos detritos de flutuam na cabine são levados pelo fluxo de ar para uma grade de retorno”, continuou Samantha Cristoforetti. Com essa grade bloqueada, mecanismos de lavagem de dióxido de carbono da estação podem ser prejudicados, tornando o ar interno impróprio.

Por enquanto, as agências espaciais estudam materiais avançados para dar mais segurança a futuras viagens espaciais. Esses materiais poderão ser usados também na Terra, protegendo maçanetas, botões de elevadores e outros objetos frequentemente tocados por diversas pessoas.

Via: Space

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Em 19 de abril de 1971, a União Soviética realizou um feito inédito: colocou em órbita a primeira estação espacial da humanidade. Batizada de Salyut 1, ela abriu o caminho para todas as outras, como a atual Estação Espacial Internacional, e a futura Lunar Gateway.

O projeto nasceu da necessidade dos soviéticos de conseguir uma “vitória” sobre os Estados Unidos na corrida espacial: o país foi o primeiro a colocar em órbita da terra um objeto, o Sputnik, animais, como a dupla Belka e Strelka, e uma pessoa, o cosmonauta Yuri Gagarin. Mas os soviéticos perderam o “grande prêmio”: o envio de um homem à Lua.

Uma estação espacial seria o próximo marco na corrida, e a União Soviética decidiu modificar o projeto de uma estação espacial militar que já estava em desenvolvimento para uma missão “civil”.

A Salyut 1, mostrada aqui em uma reprodução animada, era um cilindro com cerca de 20 metros de comprimento e 4 metros de diâmetro, dividido em quatro compartimentos, dos quais três eram pressurizados e dois podiam ser ocupados pela tripulação, com o restante contendo equipamentos e tanques de água, ar e combustível.

A primeira tripulação partiu depois, e a chegou a ficar na estação por 23 dias, completando 362 órbitas ao redor da Terra enquanto estudavam a geologia e geografia terrestres, testavam equipamentos e investigavam os efeitos de um periodo prolongado de gravidade zero no corpo humano.

Um incêndio fez com que a tripulação tivesse de retornar à Terra, mas infelizmente, uma válvula na espaçonave Soyuz se abriu durante a reentrada, e causou a despressurização e a morte de todos os três cosmonautas.

Após 175 dias em órbita, a Salyut 1 reentrou na atmosfera terrestre e caiu no Oceano Pacífico. Os norte-americanos só lançariam a primeira estação espacial, a Skylab, em 1973.

Hoje, russos e norte-americanos dividem a ISS, lançada em 1998, com mais 14 países, em um programa conjunto de exploração espacial onde compartilham recursos e conhecimento. A estação deve continuar em órbita até 2030.

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Um foguete russo Soyuz com uma tripulação conjunta dos Estados Unidos e da Rússia será lançado para a Estação Espacial Internacional (ISS) na madrugada desta sexta-feira (9). Como cortesia, a Nasa TV transmitirá ao vivo a decolagem, que está marcada para às 3:42h (no horário de Brasília) do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. 

O foguete Soyuz transporta a espaçonave Soyuz MS-18 para a Roscosmos, a agência espacial da Rússia. A bordo da missão estarão cosmonautas Oleg Novitskiy (comandante da missão), Pyotr Dubrov (engenheiro de voo) e o astronauta da Nasa Mark Vande Hei. 

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A expectativa é que a espaçonave leve menos de quatro horas para alcançar a ISS, com previsão de atração para às 7:07h (horário de Brasília). A transmissão ao vivo da ancoragem será iniciada às 6:15h e também será transmitida ao vivo pela Nasa. 

A missão:

O objetivo da missão será o encaixe do módulo Rassvet da ISS, que tem a função de armazenamento de carga e acoplagem com a Estação Espacial Internacional das cápsulas Soyuz, das naves de carga Progress. 

O início da cobertura na Nasa TV se dará às 2:45h. Este será o segundo voo do astronauta Mark Vande Hei, o terceiro do comandante Oleg Novitskiy e o primeiro do engenheiro de voo Pyotr Dubrov. O lanlamento ocorre às vésperas do aniversário de 60 anos da primeira viagem tripulada para fora do planeta, quando o cosmonauta Yuri Gagarin se tornou o primeiro homem no espaço. 

Confira o lançamento do foguete Soyuz: 

O trio se juntará à tripulação da Expedition 64, que incluiu o comandante o comandante Sergey Ryzhikov e os engenheiros de voo Sergey Kud-Sverchkov, da Roscosmos, e Kate Rubins, da Nasa, que chegou à ISS em outubro de 2020. 

Assim como a tripulação da SpaceX Crew Dragon Resilience, os astronautas da Nasa Michael Hopkins, Victor Glover e Shannon Walker, bem como o astronauta Soichi Noguchi da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa), que estão em órbita desde novembro. 

Com informações do Space.com 

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