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Após o homem mais rico do mundo desistir de comprar o Twitter, o caso vem gerando especulações em diversos segmentos do mercado e pode ter impactos decisivos na estrutura do consumo de informações – permeada pela tecnologia – e na vida dos usuários das redes sociais. Isso porque Elon Musk alegou que a quantidade de contas falsas (que incluem robôs) na rede social é de quase 20% do total de usuários ativos, embora a empresa afirme que o percentual é de 5%.

O acontecimento foi parar na justiça americana e a “bomba” jogada pelo bilionário impactou diretamente o valor de mercado do Twitter. O preço das ações caiu mais de 40% em apenas três dias. A oferta de Musk condicionava a compra a um valor por ação de US$ 54,20, e hoje o papel se encontra a aproximadamente US$ 32,50. A ver como serão os desdobramentos dessa questão e o que virá até o julgamento acelerado entre as partes, marcado para outubro.

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Mas as consequências do retrocesso no deal vão além: o Twitter precisa acelerar seus esforços na reversão dessa imagem e focar no controle das fake news – um dos principais males da sociedade virtual, para melhorar sua proposição de valor como um todo. Essas notícias falsas deterioram o valor de mercado das plataformas, porque afetam a experiência dos usuários e “inflam” artificialmente os dados de uso utilizados pelos anunciantes em seus planos de mídia junto a esse formato.

Essa questão é relevante para o mercado há algum tempo, mas seus desdobramentos podem impactar ainda mais diretamente a vida dos usuários e a forma como consomem informação. A União Europeia vem exigindo maior transparência de todas as plataformas digitais em seus termos de uso, códigos-fonte e regras de privacidade; com o constante aumento dos investimentos publicitários nos meios digitais, os anunciantes demandam acurácia e assertividade na alocação de seu dinheiro; e,com esse tema em alta, outras plataformas também tendem a multiplicar esforços de remoção de notícias e contas falsas para viabilizarem a qualificação do conteúdo publicado.

O aumento desse controle não mudará apenas o tipo de informação veiculada, mas espera-se que traga maior transparência para a população acerca de como seus dados são tratados, usados e manuseados pelas redes –pois, como já se viu, a difusão de fake news impacta até mesmo o entendimento sobre as guerras e coloca riscos sobre resultados de eleições pelo mundo, incluindo o Brasil.

Outra consequência, uma das mais temidas (ou celebradas) do acordo com Elon Musk, consiste na mudança radical das políticas e dos termos de uso atuais do Twitter, que vêm sofrendo enormes modificações e ajustes desde 2020, rumo à moderação e ao controle da publicação de fake news na plataforma. O movimento de banimento do ex-presidente Donald Trump até hoje é comentado, e Elon Musk acenou diversas vezes a favor de mais flexibilidade nos critérios editoriais para publicações na rede social.

Outro desafio do Twitter em médio e longo prazo após a perda do negócio que tinha condições bastante vantajosas para os acionistas é que a drástica redução do valor de mercado deixa a organização mais vulnerável ao recebimento de novas ofertas “hostis” de aquisição. Logo após o fim do quase casamento com Musk, por exemplo,as ações da plataforma deram um salto de 8% após a Hindenburg Research, mais conhecida por fazer vendas a descoberto, ter dito que construiu uma participação significativa na empresa. A marca, conhecida por apostar contra outras empresas, liquidou em maio sua posição vendida na plataforma, alegando, na época, haver risco considerável de que o acordo entre o Twitter e Musk seria reprecificado a um patamar mais baixo em relação ao valor originalmente pactuado.

Agora o processo do Twitter, que busca manter a compra, foi protocolado junto à Corte de Delaware e deve dar início a uma longa disputa judicial entre a companhia e o homem de bilhões. Muitas coisas ainda podem mudar e o destino do Twitter é incerto, mas vale aproveitar a ventilação de dados para aprimorar a experiência pública e aplicar novas estratégias contra as fake news e seus impactos na sociedade. Não podemos nos esquecer de que o Twitter ainda é uma das maiores e mais abertas fontes de informação e conhecimento do mundo, e seu fortalecimento e reconstrução futuras certamente poderão ser extremamente benéficas para todos os que acreditam e apoiam uma sociedade mais digital e justa.

*Fernando Moulin é partner da Sponsorb, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente

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O post Twitter x Elon Musk: uma batalha que pode impactar o futuro de como nos comunicamos apareceu primeiro em Olhar Digital.

Elon Musk, CEO da Tesla, respondeu um tuíte afirmando que a empresa de veículos elétricos poderá ter integração com a Steam, plataforma de distribuição de jogos digitais para computadores com Windows, macOS e Linux.

Atualmente a Tesla oferece vários jogos por meio do Tesla Arcade integrado, como Cyberpunk 2077, Cat Quest, The Witcher 3, Cuphead, The Battle of Polytopia, Sonic the Hedgehog 1 e Missile Command. Alguns, no entanto, não funcionam em todos os veículos como, por exemplo, Cyberpunk 2077 e The Witcher no Model S e Model X mais novos.

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Também não dá para saber se os usuários da Tesla poderão comprar jogos na Steam dentro dos seus carros e se a empresa suportará todos os jogos da plataforma. “Estamos trabalhando de maneira geral para fazerem os jogos da Steam funcionarem em um Tesla ao invés de títulos específicos. O primeiro, obviamente, é algo que deveremos trabalhar a longo prazo”, tuitou Musk em fevereiro deste ano.

Esta não é a primeira vez que um Tesla recebeu um jogo em seu sistema de infotenimento. Em junho do ano passado, a empresa rodou os avançados gráficos do game Cyberpunk 2077 em um Tesla Model S Plaid durante a apresentação do modelo para o público.

Na ocasião, Musk mostrou brevemente o console do veículo e, para demonstrar a capacidade do sistema, ele rodou justamente o jogo de RPG a 60 fps. Durante a demonstração, o empresário comparou as capacidades gráficas de jogo do carro com as de um PlayStation 5.

Demonstração do Cyberpunk 2077 sendo rodado no console do Tesla Model S Plaid. Crédito: Tesla/Divulgação

Para Musk, isso será crucial para atrair os clientes para a compra dos carros autônomos, que devem começar a circular pelas ruas em um futuro próximo.

“Se você pensar no futuro em que o carro estará frequentemente no piloto automático ou no modo de direção totalmente autônomo, o entretenimento se tornará cada vez mais importante”, disse ele na ocasião.

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O post Elon Musk diz que carros da Tesla poderão, finalmente, ter integração com a Steam apareceu primeiro em Olhar Digital.

A irritabilidade frequente de Elon Musk no Twitter o deixou em maus lençóis novamente. Depois que ele mostrou seus planos de encerrar sua oferta de US$ 44 bilhões (aproximadamente R$ 220 bilhões) pela plataforma, a rede social entrou com um processo contra o empresário. No processo, Musk é acusado de violar os termos do acordo e usa seus próprios tuítes como evidência. O arquivo dessa ação mostra 13 tuítes da pessoa mais rica do planeta.

Conforme a denúncia, as publicações de Elon violavam suas obrigações de não menosprezar o Twitter. Entre os tuítes publicados por ele, se encontra um contendo um emoji de cocô.

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Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2020, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) o processou após Musk tuitar que havia feito um financiamento para tornar a Tesla uma empresa privada por “US$ 420”. “Estou pensando em tornar Tesla privada por US$ 420. Financiamento garantido”, escreveu em seu tuíte.

Nos Estados Unidos, 420 é uma gíria para cannabis, a planta da qual é feita a maconha. Musk trouxe esse termo para provar que está junto com os jovens. Mas a SEC não entendeu a “piada” e o mediador o acusou de enganar os acionistas ao dizer que o financiamento estava “garantido”, quando não estava.

Sua falha de comunicação resultou numa multa de US$ 40 milhões (R$ 215.947.741 milhões) e em um acordo onde Musk concorda em deixar o cargo de presidente da Tesla.

O empresário foi processado no mesmo ano por Vernon Unsworth, que acusou Musk de difamação por um post onde era acusado de pedofilia. O caso se arrastou na mídia e no tribunal, Musk alegou que não teve a intenção de insultá-lo, e o juri aceitou a defesa.

Apenas de Elon ter ganhado o caso, houve consequências. As ações da Tesla caíram brutalmente depois do tuíte e os investidores exigiram um pedido de desculpas, mas Musk apenas deletou o post.

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O post Elon Musk: relembre as confusões do bilionário no Twitter apareceu primeiro em Olhar Digital.

Minutos após o magnata sul-africano Elon Musk desistir de comprar o Twitter, o presidente da plataforma, Bret Taylor, anunciou que planeja ir aos tribunais para cumprir o acordo de fusão. Em abril, Musk havia anunciado a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões.

“O conselho do Twitter está comprometido em fechar a transação no preço e nos termos acordados com o sr. Musk e planeja entrar com uma ação jurídica para fazer cumprir a fusão. Estamos confiantes de que prevaleceremos no tribunal de chancelaria de Delaware”, diz Taylor, por meio de sua conta oficial na plataforma.

Os advogados de Musk atribuem a desistência ao fato de o número de contas falsas (bots) no Twitter não ser verificável. A rede social, ao mesmo tempo, insistiu com o bilionário que os bots estariam sob controle.

À época do pré-acordo, os dois lados concordaram em pagar uma rescisão de US$ 1 bilhão (em torno de R$ 5,3 bi) em caso de desistência.

Musk faria o pagamento caso se não conseguisse o financiamento para concluir a aquisição. Já o Twitter pagaria no caso do surgimento de outro comprador ou recomendação contrária do conselho de acionistas.

Como houve falha, segundo o magnata, nas respostas sobre a segurança do Twitter, fica claro que não haverá pagamentos. A taxa de separação, aliás, não é mencionada na carta de Musk à SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, na sigla inglês).

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Em memorando interno, enviado nesta sexta-feira (8), o conselheiro geral Sean Edgett recomendou aos funcionários do Twitter que “se abstenham de tuítar ou compartilhar qualquer comentário sobre a fusão”. “Sei que este é um momento incerto e agradecemos sua paciência e compromisso contínuo com o importante trabalho em andamento”, pontuou o executivo.

Com informações do The Verge

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O post Twitter quer processar Elon Musk por desistir de acordo de compra apareceu primeiro em Olhar Digital.

O empresário Elon Musk anunciou, nesta sexta-feira (8), que desistiu do acordo de compra do Twitter no valor de US$ 44 bilhões. Em sua defesa, o CEO da Tesla informou que a empresa de mídia social não forneceu as informações necessárias sobre fake news e perfis falsos existentes em contas da plataforma. A proposta inicial de US$ 54,20 por ação foi feita por Musk para desbancar outras empresas que também tinham interesse no negócio. Em consequência, as ações do Twitter já caíram 7%.  

Falha nas informações 

Segundo os advogados de Elon Musk, o Twitter falhou ou se recusou a responder a vários pedidos de informações sobre contas falsas ou spam na plataforma, o que é fundamental para o desempenho dos negócios da empresa.

“O Twitter está em violação material de várias disposições do acordo, parece ter feito representações falsas e enganosas nas quais o Sr. Musk se baseou em anunciar o acordo de fusão”, informaram em documento.

Novela Twitter

As idas e vindas no que seria a compra do Twitter por Elon Musk, anunciada inicialmente em abril, se transformaram em uma verdadeira novela. Agora, certamente uma longa batalha judicial será travada entre as partes, principalmente sob o ataque dos acionistas da empresa. 

De acordo com os termos do acordo, há uma cláusula que exige o pagamento de uma taxa de separação de US$ 1 bilhão, caso Musk desistisse da transação, valor que certamente a empresa sediada há 16 anos em São Francisco fará tudo para obter.   

O que preocupou o homem mais rico do mundo foi a queda no valor das ações do microblog desde abril e também a existência de perfis falsos, construídos por meio de bots, situação que pode afastar investidores e anunciantes. 

Apesar de Musk acreditar que cerca de 20% das contas são bots, o Twitter informou que essa situação atinge somente 5% dos usuários, mas não apresentou um relatório consistente com o dado. Segundo a empresa, o número é uma estimativa e pode ser maior. 

elon musk compra twitter
A compra do Twitter havia sido anunciada em abril e se tornou uma verdeira novela encerrada nesta sexta-feira (8). Imagem: Sergei Elagin/Shutterstock

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Briga boa 

Caso a batalha judicial se concretize, é bem provável que o Twitter tenha vários aspectos favoráveis, como uma cláusula do contrato de desempenho que diz que o comprador deve respeitar o acordo, honrando o financiamento da dívida.   

Elon Musk fez a proposta alta para desbancar outros possíveis interessados pela compra, mas diante de uma queda de 24% no valor das ações desde abril, agora o bilionário percebeu que o negócio não será tão bom quanto se projetava inicialmente, o que influenciou em sua decisão ao revelar a rescisão do acordo. 

Além disso, o Twitter está sofrendo pressão em seu negócio de publicidade, congelou as contratações e está demitindo alguns funcionários. Um cenário perfeito para Musk “pular fora do barco”.  

Via: Reuters

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A polêmica da vez envolvendo o nome de Elon Musk é um processo multimilionário movido pelo cidadão americano Keith Johnson. Segundo a denúncia, o CEO da Tesla e SpaceX teria usado a sua influência no mercado e nas redes sociais para valorizar a cotação e aumentar o volume de negociações do Dogecoin.

Para Johnson, o executivo — considerado a pessoa mais rica do planeta —, faz parte de um esquema de extorsão que atrai pessoas a injetar dinheiro na criptomoeda.

“O réu (Musk) é o autonomeado ‘Dogefather’, ‘ex-CEO da Dogecoin’, sócio, desenvolvedor e promotor do Dogecoin”, diz a ação, que também afirma que o executivo montou um exército em apoio ao DOGE, que inclui “suas corporações e vários bilionários, influenciadores e celebridades”, aumentando o preço, valor de mercado e volume de negociação da moeda digital.

Foto do bilionário Elon Musk
Com fortuna estimada em US$ 203 bilhões, nem todo o patrimônio do CEO da Tesla seria suficiente para pagar a indenização pelo suposto esquema envolvendo o Dogecoin. Imagem: Naresh777/Shutterstock

A ação, que busca nada menos que US$ 258 bilhões em reparação financeira, diz ainda que Musk “afirmou enganosamente” em diversas oportunidades que o Dogecoin era um “investimento legítimo”, quando, conforme o processo, “não tem valor algum”. 

Segundo as informações do Bloomberg, a ideia de Johnson é tornar a ação coletiva, assim outros investidores que também se sentiram prejudicados poderão ser representados.

Por fim, também foi solicitada uma ordem judicial que impeça Musk de continuar promovendo a criptomoeda em suas empresas e na internet.

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Criptomoeda preferida de Elon Musk

Criado em 2013, o Dogecoin se tornou um dos ativos mais comentados da internet nos últimos dois anos. Um dos grandes responsáveis por isso foi Musk, cujas publicações no Twitter costumam influenciar diretamente no valor do criptoativo.

Recentemente, o executivo também indicou que pode aceitar pagamentos em DOGE por produtos e serviços da Tesla e SpaceX. 

Atualmente, o Dogecoin é o décimo primeiro ativo digital mais valioso do mercado, com capitalização de US$ 7,9 bilhões, segundo os dados do CoinMarketCap.

Via: Bloomberg

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Elon Musk acredita que as criptomoedas podem se tornar uma “área fundamental” para o Twitter e destacou a necessidade de maior proteção contra golpes na plataforma. As informações são do site Vox, que teve acesso a uma transcrição da reunião do magnata com funcionários da rede, na última quinta-feira (16).

“O dinheiro é fundamentalmente digital neste momento”, resumiu o empresário, durante o encontro. “Acho que faria sentido integrar pagamentos ao Twitter para que assim seja fácil enviar dinheiro de um lado para o outro. E aí você teria tanto moeda quanto criptomoeda.”

Musk falou aos funcionários que seu objetivo é “maximizar a utilidade do serviço”. O empresário entende que “se alguém puder usá-lo para realizar pagamentos convenientes, isso aumentará sua utilidade”.

Notícias, entretenimento e pagamentos devem ser “três áreas fundamentais” para o Twitter, segundo o magnata. A ideia é que o serviço seja atraente a ponto de “se tornar impossível viver sem ele” e “todos queiram usá-lo”.

Em outro aspecto, a sugestão reflete uma ideia antiga de Musk: transformar a plataforma de microblogs em um “super-aplicativo” no estilo WeChat, a rede social chinesa que inclui vários serviços — caronas, entregas de alimentos e pagamentos — em um sistema único.

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Golpes no Twitter e abertura de código

Musk também abordou a prevalência de bots e golpes de criptomoedas no Twitter. O empresário quer que as pessoas confiem na plataforma e a dinâmica entre as contas seja mais transparente. Em outros momentos, ele já chegou a inclusive sugerir que a plataforma tenha código aberto.

“[A confiabilidade do Twitter] melhorou, mas ainda tem um pouco disso [golpes e bots]”, disse. “Há também pessoas que não são necessariamente bots, mas podem estar operando. Você sabe, uma pessoa que opera centenas de contas e tenta fazer com que essas pareçam indivíduos.”

Uma solução apresentada por Musk para resolver o problema de contas falsas na plataforma foi a verificação por meio de pagamento no serviço de assinatura Twitter Blue. Ele até recomendou, provavelmente em tom de brincadeira, que as inscrições seriam pagas na criptomoeda Dogecoin.

Via Vox

Crédito da imagem principal: Sergey Elagin/Shutterstock

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Durante um tour recente pela Starbase, a plataforma de lançamento da Starship e seu foguete propulsor Super Heavy, o CEO da SpaceX, Elon Musk, revelou os primeiros detalhes técnicos da segunda geração de satélites Starlink. De acordo com o bilionário, a ‘Gen2’ vai superar significativamente a linha atual em quase todos os quesitos.

Elon Musk em recente tour pela Starbase. Na ocasião, o empresário revelou alguns detalhes sobre os satélites Starlink de segunda geração. Imagem: Everyday Astronaut – Reprodução YouTube

Cada satélite Starlink Gen2/V2.0 vai pesar em torno de 1,25 tonelada e terá cerca de sete metros de comprimento, segundo Musk. Os satélites Starlink V1.0 e V1.5, da primeira geração, pesam cerca de 260 e 310 kg, respectivamente. Isso quer dizer que os novos serão quase cinco vezes maiores do que os satélites V1.0 e terão quatro vezes o tamanho dos satélites V1.5.

Ele também afirmou que os satélites V2.0 serão “quase uma ordem de magnitude mais capaz” do que os da geração 1, mas não mencionou números. Acredita-se que os satélites Starlink V1.0 tenham uma largura de banda total de 18 gigabits por segundo (18 Gbps), e os V1.5, um pouco mais. 

Rumores sugerem que é possível que cada satélite V2.0 venha adicionar cerca de 140 a 160 Gbps à megaconstelação Starlink.

Combinado com o fato de que a Starship pode vir a oferecer cerca de 10 vezes mais desempenho ao lançamento de satélites do que o Falcon 9, uma única missão do superfoguete poderia teoricamente expandir a capacidade total da rede cerca de vinte vezes mais do que os lançadores atuais.

Por exemplo, cada lançamento Falcon 9 de 60 satélites Starlink V1.0 de 60 kg adicionou cerca de 1080 Gbps de largura de banda instantânea à constelação. Um lançamento da Starship de 120 satélites Starlink V2.0 de 1250 kg poderia adicionar cerca de 19.000 Gbps (19 terabits por segundo).

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Uma constelação de 30 mil satélites Starlink V2.0 – se espaçados uniformemente ao redor da Terra – poderia ter uma largura de banda total de aproximadamente 1250 terabits por segundo (Tbps) disponíveis sobre o planeta (excluindo a Antártica) a qualquer segundo. Isso significa que a Starlink ‘Gen2’ poderia servir centenas de milhões de usuários localizados em qualquer lugar do mundo.

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Agora, pode-se dizer oficialmente que a Starlink atende o mundo inteiro. Na última sexta-feira (27), a SpaceX divulgou no Twitter que dois países da África tiveram aprovação regulatória para o serviço de internet banda larga via satélite. “Starlink agora está licenciado em todos os sete continentes”, comemorou a empresa de Elon Musk.

Segundo uma publicação feita no mesmo dia pelo bilionário e compartilhada pelo perfil da SpaceX, os primeiros países africanos que vão receber cobertura da Starlink são Nigéria e Moçambique. Isso aumenta a lista de nações beneficiadas com o serviço para 34.

No Brasil, a Starlink já tem permissão da Anatel para operar como empresa de telecomunicações desde janeiro de 2022, e a autorização vai até o dia 28 de março de 2027, podendo ou não ser renovada.

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Para usar a internet Starlink, é preciso primeiro adquirir o kit de instalação, que contém a antena principal e um roteador. Enquanto no exterior, esse kit sai por US$499 (algo em torno de R$2.360,00), por aqui não sai por menos de R$3 mil, sem contar com o valor do frete. 

A mensalidade da Starlink nos EUA sai a US$99 (cerca de R$480 considerando a cotação atual). No Brasil, o valor ficará ligeiramente acima disso, a R$530 por mês.

Quem tiver interesse deve fazer a reserva da contratação do serviço pelo site da Starlink. Os primeiros a reservar os kits de instalação vão começar a recebê-los já nos próximos meses. O envio será feito por ordem de compra. Segundo a empresa, todo o Brasil será atendido pelo serviço até o primeiro trimestre de 2023.

A instalação é feita sem a presença de um técnico, bastando usar o aplicativo da Starlink no celular. O software cuida dos ajustes de rede e também orienta o usuário quanto ao lugar mais adequado para instalar a antena. Para conferir se a sua região já conta com a cobertura da Starlink, clique aqui.

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A possível compra do Twitter por Elon Musk já começou como um negócio nada lucrativo. Desde que o CEO da SpaceX anunciou a intenção de fechar o negócio por US$ 44 bilhões, as ações de sua outra empresa, a Tesla, caíram US$ 49 bilhões no mercado de Wall Street, sendo um reflexo do mercado financeiro nos últimos dias. Além disso, a fabricante de carros elétricos também foi excluída do índice ESG de sustentabilidade da S&P, o que levou Musk a publicar tuítes com fortes críticas à ESG.  

“O ESG é uma farsa. Foi armada por falsos guerreiros da justiça social”, disse Musk. 

Discriminação e más condições de trabalho 

Entre os motivos que foram preponderantes para a retirada da Tesla do índice, foram denúncias de discriminação racial e más condições de trabalho na fábrica da Califórnia. 

Apesar das perdas, Elon Musk continua sendo o homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 210 bilhões, o que equivale a 1% do PIB dos EUA. A fortuna de Musk é 3 milhões de vezes maior em comparação à renda média das famílias norte-americanas. 

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Queda brusca 

No entanto, a fortuna caiu consideravelmente de 2021 para cá. Em novembro, ela estava orçada em US$ 340 bilhões, ou seja, somente neste ano Elon Musk perdeu 22,4% ou US$ 60,4 bilhões do seu patrimônio, principalmente em ações. 

Situação que atingiu outros bilionários, como o CEO da Binance, Changpeng Zhao, com uma perda de US$ 81 bilhões e Jeff Bezos, ex-Amazon e atual CEO da Blue Origin, que teve  uma queda de US$ 62 bilhões no patrimônio somente nesses cinco primeiros meses de 2022. 

Twitter: boa ou má escolha? 

O principal motivo da queda na riqueza de Elon Musk é a obstinação pela compra do Twitter. Desde que o CEO da Tesla comprou uma participação de 9% da rede social e anunciou o plano para adquirir totalmente o microblog, as ações da Tesla caíram 14%. 

Somente no dia em que os acionistas do Twitter aceitaram a compra, houve uma queda de 12% nas ações da fabricante de carros elétricos. Isso porque observadores do mercado analisaram que Musk venderia ações da Tesla para financiar o projeto. 

Carros da Tesla em um pátio, vistos de cima
A Tesla é uma das empresas mais rentáveis de Elon Musk e domina o mercado de carros elétricos nos EUA. Será que a compra do Twitter pode trazer consequências negativas a longo prazo ao negócio? Imagem: Divulgação / Tesla

A recente queda no preço das ações da Tesla apagou uma parte substancial dos ganhos que a empresa obteve durante a pandemia, que viu seu valor de mercado subir de US$ 117 bilhões em janeiro de 2020 para US$ 1 trilhão em outubro de 2021. A capitalização de mercado da Tesla atualmente é de US$ 735 bilhões.

E à medida que a fortuna de Elon Musk desce junto com as ações da Tesla, a empresa que ele está tentando adquirir também afundou na avaliação. As ações do Twitter estão sendo negociadas bem abaixo do preço de oferta de US$ 54,20 de Musk, a US$ 35,76 por ação. 

Mesmo sendo atuante fiel no Twitter com seus comentários ácidos, ainda não se sabe se Elon Musk realmente concretizará a compra, pelo menos por US$ 44 bilhões. E uma pergunta fica no ar: será que esse negócio será bem-sucedido? 

Via: Fortune 

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