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Através de uma nota, o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) informou que os dois pacientes que estavam com suspeita de Encefalopatia Espongiforme Bovina, mais conhecida como a doença da vaca louca, na verdade, “estão com suspeita da forma esporádica da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), considerando os aspectos clínicos e radiológicos”.

Assinada pelo vice-diretor de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Estevão Portela Nunes, a nota diz que o INI informa que essa forma esporádica não possui relação com o consumo de carne: “Reiteramos que os pacientes estão internados no Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 do INI e que ambos os casos não tem confirmação diagnóstica”.

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Isso porque no início da tarde, em outra nota, assinada pelo vice-diretor, o INI informou que avaliava a situação clínica de dois pacientes com a suspeita de Encefalopatia Espongiforme Bovina que estão internados no Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 da unidade da Fiocruz.

“Detalhes que possam identificar os pacientes não serão divulgados em respeito à confidencialidade da relação médico-paciente, de acordo com o estabelecido pelo Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina”, disse a nota.

Além disso, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), já havia dito que os casos se tratam de suspeitas de Doença de Creutzfeldt-Jakob, sem relação entre o consumo de carne e as possíveis infecções.

O que é a doença?

A encefalopatia espongiforme bovina é uma doença que acomete bovinos adultos, mas pode ser transmitida aos humanos por meio do consumo de carne contaminada. Em humanos, a doença recebe outro nome: doença de Creutzfeldt-Jakob, contudo, a ocorrência em humanos é bastante rara.

A doença da vaca louca se caracteriza pela rápida deterioração mental, que, geralmente, leva apenas alguns meses para acontecer. A maioria dos pacientes acaba entrando em coma e, infelizmente, a doença ainda não tem cura, nem para bovinos e nem para humanos.

Fonte: Agência Brasil

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Nem todas as formas de obesidade são iguais e com isso, a gordura marrom pode fazer toda a diferença. Um estudo liderado pelo grupo de pesquisa de Florian Kiefer da divisão de Endocrinologia e Metabolismo do Departamento de Medicina do MedUni Viena e Hospital Geral de Viena revelou que as pessoas que estão acima do peso também possuem gordura marrom ativa.

As novas descobertas sugerem que a presença de gordura marrom pode proteger contra doenças secundárias relacionadas à obesidade.  Os pesquisadores médicos estão tentando entender o motivo de algumas pessoas obesas ter menos probabilidade de desenvolver problemas de saúde, como diabetes ou pressão alta, do que outras pessoas de peso semelhante.

A suspeita é que um fator importante no que é conhecido como “obesidade metabolicamente saudável” foi identificado na forma de gordura marrom.”Há muito se pensa que a gordura marrom beneficia o metabolismo porque, ao contrário da gordura de armazenamento branca, muito mais comum, ela pode queimar energia na forma de calor ”, pontuou Florian Kiefer.

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Pessoas que fizeram jejum intermitente tiveram menor ou nenhuma perda de peso em comparação com as que seguiram dietas tradicionais – Shutterstock/Reprodução

No entanto, no estudo publicado recentemente, o grupo de pesquisa descobriu que mais de um terço dos adultos gravemente acima do peso ainda tem gordura marrom ativa. Os voluntários foram primeiro expostos ao frio moderado usando coletes de resfriamento para ativar a gordura marrom.

“Em adultos, a gordura marrom é encontrada predominantemente na base do pescoço e na caixa torácica. Um breve período de estimulação pelo frio de cerca de uma hora é suficiente para ativá-la”, disse um dos perquisadores do estudo, Kiefer. 

Os participantes com excesso de peso com gordura marrom apresentaram maior consumo de energia, gordura abdominal menos prejudicial, metabolismo de açúcar mais saudável e menos sinais de doença hepática gordurosa do que um grupo de controle de peso semelhante, mas sem gordura marrom detectável.

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De acordo com Kiefer, “é surpreendente que os participantes com gordura marrom tenham se saído melhor em quase todos os parâmetros metabólicos, embora tivessem um IMC um pouco mais alto. Esses dados mais uma vez nos mostram que não é apenas a quantidade de tecido adiposo que importa, mas mais importante, sua qualidade.”

Sendo assim, diferenças na distribuição de gordura podem ter contribuído para o estado metabólico, pois a proporção de gordura abdominal profunda – que é a gordura visceral – representa um alto risco de diabetes e ataque cardíaco, além de que foi significativamente menor no grupo de gordura marrom. 

“É concebível que o aumento da atividade metabólica da gordura marrom se decomponha preferencialmente e queime os depósitos de gordura visceral prejudiciais primeiro. É por isso que estamos trabalhando duro para desenvolver tratamentos com medicamentos para ativar a gordura marrom”, concluiu Kiefer.

Fonte: Medical Xpress

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O câncer de próstata é um tipo de câncer muito comum nos homens, ainda mais após os 50 anos de idade. Infelizmente, a doença é tão comum que causou a partida do ator James Michael Tyler, conhecido por ter interpretado Gunther na famosa série ‘Friends’. Ele morreu neste domingo (24), aos 59 anos.

O ator lutava contra um câncer de próstata e teve a morte confirmada pela família. De acordo com o site TMZ, ele faleceu em sua casa, localizada em Los Angeles. Fãs, amigos e familiares lamentam a morte de James Michael Tyler, o qual alertou sobre a importância do diagnóstico para evitar o pior da doença.

James Michael Tyler
James Michael Tyler – Imagem: Twitter

Isso porque o câncer cresce devagar e costuma não produzir sintomas logo na fase inicial. Sendo assim, é muito importante a presença dos exames para confirmar o status de saúde da próstata. Os exames devem ser feitos a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos, quando já existe histórico na família.

Além disso, sintomas como dor ao urinar ou dificuldade para manter a ereção é um sinal para consultar um urologista. Até porque os sintomas só aparecem quando o câncer se encontra em uma fase mais avançada, para poder rastrear, exame de sangue PSA e o toque retal são essenciais.

Veja como identificar o câncer antes do estágio avançado

Por mais que o câncer de próstata não demonstre sintomas em estágio inicial, há alguns finais que indicam a doença e que podem aparecer em estágio avançado:  

  • Micção frequente;
  • Fluxo urinário fraco ou interrompido;
  • Vontade de urinar frequentemente à noite;
  • Sangue na urina ou no sêmen;
  • Disfunção erétil;
  • Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos se a doença se disseminou;
  • Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Ademais, é importante manter o médico informado sobre qualquer tipo de sintomas para que a causa seja diagnosticada antes de estar em um estágio muito avançado e já pode iniciar o tratamento. Segundo o Instituo Nacional de Câncer (INCA), o diagnóstico precoce é uma boa estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial, podendo ser ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos.

No Brasil, o câncer de próstata se tornou o segundo mais comum entre os homens, depois do câncer de pele não-melanoma. Além de que a taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento, sendo que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

O aumento nas taxas de incidência no Brasil pode ser justificado – em parte – pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida, alertou o INCA.

James Michael Tyler morre aos 59 anos de câncer de próstata

Em junho deste ano, James Michael Tyler revelou que havia sido diagnosticado com câncer de próstata e estava em estágio avançado. Infelizmente, a descoberta foi tardia e a doença já se espalhou para seus ossos, tanto que naquele período, o artista não conseguia mais andar. 

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Animais como cães e gatos podem contrair o vírus da Covid-19, mas, não transmitem a doença. Somente 11% dos bichinhos de estimação que habitam em casas de pessoas que tiveram coronavírus apresentam o vírus nas vias aéreas. A informação é segundo a pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Sendo assim, os animais apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, só que não têm sinais clínicos da doença. De acordo com o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e 10 gatos.

Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de Covid-19 e os que não tiveram. O objetivo da pesquisa é analisar os cães e gatos que vivem com pessoas com a doença que possuem sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, ou seja, sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

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“Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias. No estudo, para saber se os animais possuíam o vírus, foram realizados testes PCR baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. Por fim, o estudo conclui que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não possuem o vírus nas vias aéreas.

Imagem: Susan Schmitz – Shutterstock

Por outro lado, é importante lembrar que o vírus – ainda mais da Covid-19 – pode sofrer mutação. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai seguir em andamento e revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus da Covid-19. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”, afirmou o especialista, enfatizando a importância da vacinação. Com isso, a nova etapa da pesquisa irá avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Além disso, os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

Fonte: Agência Brasil

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades locais estão analisando um novo caso de ebola na República democrática. Na última sexta-feira (8), o Ministério da Saúde do país informou que um menino de três anos que foi hospitalizado com a doença faleceu no dia 6 de outubro.

Depois do ocorrido, cerca de 100 pessoas que podem ter sido expostas ao vírus foram identificadas e estão sendo monitoradas. Um relatório apontou que três vizinhos da criança também apresentaram sintomas de ebola e faleceram. Porém, ao contrário do menino, não foram testados para a doença.

A criança morava na região de Butsili, localizada na província de Kivu do Norte. Através de um comunicado, a diretora regional da OMS na África, Matshidiso Moeti, explicou que o fato de o local já ter sido atingido por outros surtos no últimos anos, “criou uma experiência local e de conscientização da comunidade, abrindo caminho para uma resposta rápida”.

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A República Democrática do Congo já registrou 12 surtos de ebola desde que uma equipe de pesquisadores belgas descobriu o vírus, no ano de 1976, incluindo a última ocorrência em maio de 2021.

Butsili fica perto de Beni, que é uma cidade que foi um dos epicentros de um dos surtos mais graves e letais do vírus, entre 2018 e 2020. De acordo a OMS, não é incomum que casos esporádicos aconteçam, “mas é muito cedo para dizer se este está caso relacionado aos anteriores”.

Fonte: O Globo

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Uma proteína do fígado pode ter papel importante na origem e na progressão da Alzheimer, pois o órgão está centralizado em processos vitais. A ciência descobriu que a maior glândula do organismo pode ter uma nova função na doença.

As informações são de acordo com os resultados de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Curtin, na Austrália. Sendo assim, a proteína (chamada amiloide) produzida no fígado pode causar a neurodegeneração no cérebro característica da doença.

Um dos marcadores patológicos da Alzheimer é o acúmulo da beta-amiloide no cérebro, seja em humanos quanto em animais. Isso porque a substância está presente em outros órgãos e seus níveis sanguíneos se correlacionam com a carga amiloide cerebral, aumentando a possibilidade de que a proteína possa contribuir para a doença.

Os pesquisadores desenvolveram um camundongo capaz de produzir beta-amiloide apenas nas células do fígado e com isso, observaram que a proteína era carregada no sangue por lipoproteínas ricas em triglicerídeos, assim como em humanos, e passada do órgão para o cérebro.

Além disso, constataram que os ratos desenvolveram neurodegeneração e atrofia cerebral, que foi acompanhada por inflamação neurovascular e disfunção dos capilares cerebrais, processos observados na Alzheimer. As descobertas indicam que a beta-amiloide tem a capacidade de causar neurodegeneração e também sugere que a proteína é um potencial contribuinte para doenças.

As implicações abrem caminho para um avanço na compreensão da Alzheimer. Atualmente, a maioria dos estudos se concentra na superprodução da proteína no cérebro. Na maioria dos casos, esse excesso não é considerado central e em vez disso, os fatores de estilo de vida podem desempenhar um papel mais importante.

“Se essa associação for confirmada por outros estudos no futuro, passaremos a ter possibilidades terapêuticas novas. É uma grande esperança para o tratamento da Alzheimer”, disse Ben-Hur Ferraz Neto, cirurgião do aparelho digestivo.

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A descoberta é como uma luz no tratamento da Alzheimer, ainda mais que poucas doenças são cruéis como a de viver sob o esquecimento. Tanto que a notícia entusiasmou os pacientes, pois já estavam uas décadas sem grandes novidades. Outro exemplo foi o primeiro remédio capaz de retardar a enfermidade aprovado pela FDA, a agência reguladora americana.

A Alzheimer é a principal causa de demência em homens e mulheres com mais de 60 anos, de acordo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e deve atingir 139 milhões pessoas em 2050.

Fonte: O Globo

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Na segunda-feira (13), por conta do Dia Mundial da Sepse, os hospitais estaduais alertam para a conscientização sobre os cuidados e identificação precoce da doença, que mata 240 mil pessoas no Brasil a cada ano. Com a pandemia da Covid-19, o panorama se tornou ainda mais grave.

A incidência pode ocorrer em pessoas não hospitalizadas e com bom estado geral de saúde. Qualquer indivíduo, independentemente da idade, pode desenvolver a doença, ainda mais aqueles internados, com predisposição genética e sistema imunológico debilitado, bebês prematuros, crianças com menos de um ano e idosos acima de 65 anos, além de pessoas com doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, renal e diabetes, e, ainda, os usuários de álcool e outras drogas.

A sepse é uma resposta inadequada do organismo contra uma infecção bacteriana, fúngica, viral, parasitária ou por protozoários. Sendo que se não descoberta e tratada rapidamente, leva ao mau funcionamento de órgãos, com alto risco de morte.

O Brasil tem uma das maiores taxas de letalidade por sepse no mundo e mata 240 mil pessoas por ano, de acordo com o Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS). Entre as causas mais comuns estão:

  • Pneumonias;
  • Meningites;
  • Infecções urinárias e intestinais;
  • Lesões na pele e aberturas para introdução de cateteres e sondas.

Por exemplo, na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP), o trabalho para combater a sepse é realizado pela Assessoria de Gestão da Qualidade e Segurança. Segundo a diretora assistencial da instituição, a médica Norma Fonseca, o reconhecimento rápido do quadro é determinante para o tratamento.

“Qualquer profissional pode identificar e suspeitar de um paciente com infecção, porque na sepse o que importa é o tempo, quanto menos eu gasto para começar a combatê-la, mais aumenta a possibilidade desse paciente se recuperar e receber alta”, pontua Norma.

A equipe assistencial que está mais próxima do paciente geralmente identifica os sintomas por meio dos sinais vitais. Em seguida são realizados exames e prescritos antibióticos que devem ser administrados em até uma hora após a suspeita.

De acordo com Norma, em alguns casos de sepse é necessário hidratar a pessoa e entrar com oxigênio: “Fechei o diagnóstico que não era sepse, eu suspendo o antibiótico, sem causar nenhum problema para o paciente. É melhor pecar pelo excesso do que pela falta. Se não fizer,  posso colocar em risco a vida dele.”

Entre os cuidados estão:

  • Lavar as mãos e punhos com sabão ou álcool ao chegar da rua ou visitar pessoas doentes ou hospitais;
  • Manter a caderneta de vacinação em dia;
  • E não se medicar por conta própria, principalmente com antibióticos, uma vez que, com o tempo, as bactérias do organismo podem adquirir resistência e não haver melhora do quadro em casos de necessidade.

Já no Hospital Ophir Loyola, a chefe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Ilce Menezes, explica que para pacientes com câncer esses cuidados são ainda mais rigorosos: “Manter sempre a pele e mucosas integras com cuidados básicos de hidratação e higiene, ter cuidado com a alimentação para evitar ingestão de alimentos contaminados, manter as vacinas em dia, evitar contato com pessoas doentes, evitar aglomerações.”

Fonte: Agência Pará de Notícias

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Uma pesquisa identificou novos tipos de células e sinais de RNA que podem auxiliar no reparo do cérebro e da medula espinhal. Isso porque tecidos e órgãos têm diferentes capacidades de regeneração após lesão ou doença. A identificação de tipos de células e sinais que podem promover o reparo é importante para órgãos que apresentam problemas de reparo, como o cérebro e a medula espinhal.

Usando modelos de peixe-zebra, os pesquisadores identificaram o ácido ribonucléico (RNA) como um sinal de dano induzido por lesão que desencadeia o recrutamento de neurônios e o reparo do tecido neural, mobilizando um reservatório de neurônios do cérebro que está em modo de espera para reparo.

As descobertas mostraram que bloquear ou aumentar o recrutamento desses neurônios imaturos interrompeu ou acelerou o circuito e a recuperação funcional, respectivamente, demonstrando o poder dessas células em estimular o reparo neural.

O autor principal, o professor associado Jan Kaslin, afirmou: “Lesões cerebrais e da medula espinhal são eventos devastadores que têm um impacto vitalício na vida dos pacientes, com efeitos socioeconômicos de amplo alcance. No momento, não há tratamentos ou estratégias eficazes para melhorar a cura do sistema nervoso. “

O professor Kaslin explicou que o papel dos neurônios dormentes merece mais pesquisas, já que em modo de espera representam uma reserva celular inexplorada que anteriormente recebia pouca atenção. 

Além disso, ele acrescenta que entender que o RNA liberado pelas células lesadas pode atuar como um sinal de dano inicial para iniciar programas regenerativos no sistema nervoso, pois eles podem ser aproveitados para a cura.

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Fonte: Medical Xpress

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A redução dos níveis de um tipo de hormônio, chamado PTHrP, pode prevenir metástases e também melhorar a sobrevivência em camundongos com câncer de pâncreas. Além disso, pode levar a uma nova maneira de tratar os pacientes, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores de câncer da Universidade de Columbia e Universidade da Pensilvânia.

Isso porque quando os pacientes são diagnosticados pela primeira vez com câncer de pâncreas, a doença geralmente se espalha para outros órgãos. Por causa dessas metástases, quase todos os pacientes sucumbirão ao câncer dentro de um ano após o diagnóstico, mas não existem medicamentos para prevenir a metástase.

Portanto, os pesquisadores, liderados por Anil K. Rustgi, MD, e Jason R. Pitarresi, investigaram um hormônio chamado PTHrP que é frequentemente ativa em pacientes com câncer de pâncreas, porém, seu papel na metástase não era claro.

Por primeiro, a equipe manipulou os níveis de PTHrP em ratos com câncer pancreático. A eliminação de PTHrP de camundongos não apenas eliminou a metástase e aumentou a sobrevida geral, como também reduziu drasticamente o tamanho dos tumores iniciais no pâncreas.

Os resultados surpreendentes com ratos levaram os pesquisadores a testar os anticorpos anti-PTHrP em células de câncer pancreático humano. Os resultados desses experimentos também foram encorajadores: entre os organoides 3-D derivados de pacientes com câncer de pâncreas sob um protocolo aprovado pelo IRB, os anticorpos anti-PTHrP reduziram bastante o crescimento e a viabilidade das células.

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“Acreditamos que essas descobertas fornecem uma forte justificativa para desenvolver ainda mais a terapia anti-PTHrP para ensaios clínicos “, disse Rustgi, acrescentando que o anticorpo usado no estudo tem potencial para ser usado em pessoas.

Além disso, os pesquisadores começaram a investigar o PTHrP porque seu gene é frequentemente amplificado quando outro gene próximo, KRAS, é amplificado. Isso porque o KRAS é há muito reconhecido como um gene promotor do câncer no pâncreas e em outros tipos de câncer. 

Para os pacientes , isso pode significar que as terapias anti-PTHrP podem ter potencial em outros cânceres que são conhecidos por abrigar amplificações de KRAS. Enquanto para os pesquisadores, a descoberta também sugere que uma busca mais ampla por genes causadores de câncer é necessária.

“Sentimos que o PTHrP pode ter sido negligenciado anteriormente como um mero gene passageiro co-amplificado com KRAS, mas nosso estudo mostra que o PTHrP tem suas próprias funções de promoção de tumor”, diz Pitarresi. “Isso sugere que outros genes chamados ‘passageiros’ podem ter papéis maiores no câncer do que pensávamos inicialmente e deveriam ser examinados mais de perto.” Rustgi observa que “isso pode se abrir para terapias combinatórias de direcionamento da via KRAS com um anticorpo para PTHrP.”

Fonte: Medical Xpress

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A mucormicose se tornou um problema na Índia, que registrou um aumento exponencial de casos e decretou emergencia de saúde pública. Também conhecido como “fungo negro“, o patógeno está presente em todo o mundo e geralmente um sistema imunológico saudável consegue lidar sem que os sintomas se manifestem. No entanto, em pacientes com Covid-19, a doença pode aparecer em um quadro potencialmente perigoso.

Agora, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) e a prefeitura de Joinville investiga um caso suspeito de mucormicose em um paciente de 52 anos que teve Covid-19. O homem foi internado em um hospital participar e testou positivo para o vírus em fevereiro.

O documento ainda cita que o paciente possui um histórico de comorbidades, diabetes mellitus e artrite reumatoide. A maior incidência de mucormicose na Índia foi justamente em pacientes com diabetes e Covid-19, dois dos fatores de risco para o fungo.

Importante ressaltar que o caso ainda não foi confirmado e o estado de saúde do paciente foi compartilhado apenas entre o Ministério da Saúde e o estado. Também não há uma previsão de quando o diagnóstico deve sair.

O morador de Santa Catarina apresentou sintomas da mucormicose em março. No dia 20 de fevereiro, ele passou por um teste que confirmou o diagnóstico de Covid-19. Cerca de um mês depois ele foi internado em função de uma fraqueza generalizada e começou a apresentar sintomas do fungo. No dia 26 de maio foi submetido a um procedimento cirúrgico.

Mais sobre a mucormicose

A Apesar disso, o especialista ressaltou que o quadro nessa gravidade, com tantas contaminações, parece ser exclusivo da Índia, que sempre conviveu com forte presença da mucormicose. “Foi realmente uma surpresa que esse fungo esteja se espalhando dessa maneira na Índia. Mas parece ser algo particularmente de lá, que sempre teve muitos casos de mucormicose. Não acho que o Brasil corra algum risco desse tipo“, salientou Simão.

é uma infecção rara causada pela exposição a mofo mucoso que é comumente encontrado no solo, plantas, esterco, frutas e vegetais em decomposição. “Aparece bastante também em quem faz tratamento para leucemia, diabéticos, transplantados… No geral, em pessoas com sistema imunológico mais fraco. As drogas para combater a Covid-19, a internação, tudo isso favorece o surgimento do fungo”, disse o infectologista Marcelo Simão, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

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O especialista ressaltou que o quadro nessa gravidade, com tantas contaminações, parece ser exclusivo da Índia, que sempre conviveu com forte presença da mucormicose. “Foi realmente uma surpresa que esse fungo esteja se espalhando dessa maneira na Índia. Mas parece ser algo particularmente de lá, que sempre teve muitos casos de mucormicose. Não acho que o Brasil corra algum risco desse tipo“, salientou Simão.

O tratamento da doença é feito usando drogas específicas para o combate do fungo. De acordo com o infectologista da SBI, como não se trata de um vírus, não há necessidade de isolamento do paciente, já que o fungo está presente na natureza.

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