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Pode até não parecer verdade, mas após um estudo da Vanarama, foi analisado que usuários estão gastando milhões de dólares em NFTs relacionados a carros

E o que isso quer dizer? Quem compra carros de NFT tem direitos a renderização digital dos veículos, como por exemplo, visualizá-lo e baixá-lo em seu computador, porém essas pessoas nunca conseguirão encostar uma única vez no automóvel.

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E segundo análises, foi comprovado que usuários estão consumindo ainda mais carros em versões NFT do que em veículos reais, pagando ainda mais caro em seus modelos digitais.

Confira agora alguns exemplos de carros em NFT e seus respectivos valores:

1. Nissan GT-R

Uma versão NFT  3D do carro esportivo Nissan GT-R foi leiloada por mais de US$ 2,3 milhões, o que significa 10 vezes o valor real do automóvel, que gira em torno de US$ 200.000.

Crédito Imagem: Nissan Canadá

2. Um vídeo de um Lamborghini explodindo

O carro Lamborghini Huracan está sendo vendido por aproximadamente US$ 200.000, porém, alguns consumidores pagaram $ 250.000 em um vídeo desse veículo que foi estourado em pedaços e vendido.

Segundo Shl0ms, artista da obra, sua intenção não era obter lucro e sim realizar uma espécie de protesto contra a “cultura criptográfica”.

3. DeLorean DMC-12

Antes de mais nada, para quem é fã dos filmes ‘De Volta para o Futur’o vai se animar com essa ideia. O famoso viajante no tempo DeLorean está sendo vendido por cerca de US$ 50.000. Em contrapartida, o mesmo carro em versão NFT custa US$ 183.000.

Crédito Imagem: DeLorean Motor Company

4. Logotipo do homem do carro

Por fim, esse aqui nem a forma 3D possui, apenas a 2D. É um NFT relacionado a carros mais caros, atualmente custando US$ 8.562.450. Ao invés disso, é possível adquirir um Aston Martin DB5 original, que é um dos carros clássicos mais procurados existentes, por US$ 6,9 milhões e ainda ter dinheiro de sobra.

Mas então, você compraria um carro NFT? Trocaria o seu bom e velho veículo real por versões 3D? Fica aí o questionamento.

Via: The Next Web

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As carteiras de criptomoedas Solana foram invadidas nesta quarta-feira (3) por um grupo de hackers. Milhares de carteiras do ecossistema de criptoativos foram prejudicadas no cibercrime depois que o protocolo de ponte Nomad foi hackeado recentemente.

O prejuízo fica em torno de US$ 5,2 milhões em criptoativos. Até o momento, mais de 7 mil carteiras Solana foram roubadas, segundo a empresa forense de blockchain Elliptic.

A instituição de segurança PeckShield relatou que quatro endereços de carteira da Solana perderam aproximadamente US$ 8 milhões dos usuários.

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Tom Robinson, cofundador da Elliptic comentou: “A causa raiz ainda não está clara. Parece ser devido a uma falha em certos softwares de carteira, e não no próprio blockchain Solana.”

Após o crime, o token SOL de Solana diminuiu cerca de 7,3%, para US$ 38,40 nesta quarta-feira (03), o valor mais baixo em uma semana. Por outro lado, o bitcoin subiu 1,5% para US$ 23.367.

O ramo de cripto está sendo um grande alvo para ataques hackers, sendo que o setor já foi vítima de diversos ciberataques esse ano. As invasões à Solana aconteceram tempos depois que um protocolo de bridge para a transferência de tokens de criptoativos em diferentes blockchains, nomeado de Nomad, perdeu cerca de US$ 200 milhões em uma falha na segurança.

criptoativos
Imagem: Tomasz Makowski/Shutterstock

Austin Federa, porta-voz da Solana, comentou: “Muito permanece desconhecido neste momento – exceto que as carteiras de hardware não são afetadas”.

Segundo Federa, eles acreditam que a invasão teria como alvo principal os fornecedores, porém a natureza dos ataques ainda é desconhecida. Os hacks do setor de fornecedores acontecem quando uma parte externa ou provedor com acesso aos sistemas e dados da vítima é acessada.

Vale ressaltar que alguns NFTs também foram invadidos e roubados, porém o resultado total ainda não está claro, afirmou Robinson, da Elliptic.

Via: Valor Globo

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Acompanhando a boa tendência das Bolsas de Valores dos Estados Unidos, o Bitcoin já é negociado pelo terceiro dia consecutivo acima do patamar de US$ 20 mil, nível avaliado como altamente positivo por analistas do mercado de criptomoedas. Nas últimas 24 horas, a alta registrada foi de 1,9%. Mas o que esperar desse cenário totalmente incerto e especulativo por natureza? É o que vamos explicar ao longo deste post.  

FED com bons ares 

Um dos principais motivos para a alavancagem do Bitcoin foi a ata do Federal Reserve (FED), o Banco Central dos EUA, mencionando que a economia do país continua forte e que já está em uma fase de superação dos abalos impostos pela inflação que se apresentou nos últimos meses, principalmente após os lockdowns na China e guerra entre Rússia e Ucrânia. 

“A correlação atingiu um novo recorde histórico no segundo trimestre de 2022, com o BTC e as ações dos EUA se movendo quase em sincronia”, escreveu a Coin Metrics em um boletim informativo. 

Apesar de respirar acima dos US$ 20 mil, analistas do mercado de ativos digitais seguem vendo poucas chances de recuperação do Bitcoin no horizonte de curto prazo, salvo se houver uma virada abrupta da tendência de inflação no mundo. “Há uma carnificina lá fora”, disse David Nage, gestor de portfólio da empresa de gestão de ativos Arca. 

Bitcoin
Apesar de altos e baixos, Bitcoin continua se mantendo no mercado e já é visto como ‘criptomoeda guerreira”. Imagem: Visual Generation/Shutterstock

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Bitcoin é visto como ‘guerreiro entre as criptomoedas’ 

No entanto, o gestor também vê como positiva a capacidade do Bitcoin se manter entre US$ 18 mil e US$ 20 mil no último mês. 

“O Bitcoin se manteve estável em torno desse padrão de negociação”, ressaltou, destacando que a empresa enxerga os ativos digitais tendo um efeito duradouro no longo prazo, “capaz de mudar sistemas econômicos”.

Entre as criptos com maior valor de mercado no momento, destacam-se Ecomi (ECOMI), Avalanche (AVAX) e Evmos (EVMOS), que subiram entre 4,5% e 6,4%. 

Mas o melhor desempenho no quesito valor de mercado é do Ethereum (ETH), que avançou 3,6% e atingiu US$ 1.186,92. Grande parte sob influência da versão experimental da blockchain ao executar com sucesso a atualização que abandona o mecanismo usual de mineração. 

Via: Infomoney

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A corretora de criptomoedas Voyager Digital entrou com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos. O pedido, protocolado na terça-feira (5), ocorre alguns dias depois da falência do fundo Three Arrows Capital, que semanas atrás deu um calote na corretora.

Em comunicado, a Voyager Digital diz possuir cerca de US$ 1,3 bilhão (em torno de R$ 7,1 bilhões) em criptoativos na plataforma, US$ 110 milhões (R$ 598 mi) em dinheiro físico e US$ 350 milhões (R$ 1,9 bi) retidos em contas FBO para clientes. A dívida do Three Arrows, diz a corretora, é de mais de US$ 650 milhões (aproximadamente R$ 3,5 bilhões).

O CEO Stephen Ehrlich atribui as dificuldades financeiras à “prolongada volatilidade e contágio nos mercados de criptomoedas”, bem como o calote do Three Arrows. “O processo do capítulo 11 fornece um mecanismo eficiente e justo para maximizar a recuperação”, disse o executivo.

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Nos EUA, as empresas recorrem ao pedido de proteção no capítulo 11 da Lei das Falências para reorganizar dívidas e manter a operação.

A Voyager Digital chegou a delinear um curso de ação no comunicado de imprensa, afirmando que dará aos clientes “uma combinação” de criptomoedas depositadas em contas, fundos recuperados do Three Arrows, ações e tokens Voyager (que atualmente valem US$ 0,21 cada).

A empresa afirma que os clientes com depósitos em dólares só recuperarão o acesso após a conclusão do processo de reconciliação e prevenção de fraudes no Metropolitan Commercial Bank. O plano ainda precisa ser aprovado.

O pedido de falência da Voyager Digital é mais um capítulo na derrocada das empresas de criptomoedas nas últimas semanas. Antes de Voyager e Three Arrows, Babel Finance e Celsius interromperam saques e depósitos de clientes em meados de junho por conta da volatilidade no mercado.

Crédito da imagem principal: Sergey Kolesnikov/Shutterstock

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O fundo de criptomoedas Three Arrows Capital protocolou na sexta (1º) um pedido de falência na Justiça dos Estados Unidos. O pedido foi realizado por representantes da companhia de Singapura no tribunal do Distrito Sul de Nova York, que protege juridicamente os ativos de devedores estrangeiros de credores no país. A medida é permitida por meio do Código 15 da legislação americana.

Como as gigantes de empréstimos Celsius e Babel Finance, o Three Arrows Capital é mais um protagonista do ‘Crypto Winter’ (inverno cripto, em português) — um período marcado pela queda de valor nas criptomoedas que se prolonga desde o início do ano.

Já em março, o hedge fund criado em 2012 por Kyle Davis e Su Zhu viu seu capital cair de US$ 10 bilhões em ativos para US$ 3 bilhões — um recuo de mais de 100% — em apenas um mês.

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No início desta semana, surgiram relatos de que o Three Arrows Capital não havia pagado um empréstimo de US$ 670 milhões fornecido pela corretora Voyager Digital. O dinheiro seria utilizado, de acordo com o fundo, para ajudar no pagamento de chamadas de margens a clientes.

Por conta disso, um tribunal nas Ilhas Virgens Britânicas ordenou a liquidação da companhia de Singapura, sob supervisão da norte-americana Teneo Restructuring, segundo informações da Sky News e do Wall Street Journal.

Em maio, Davies e Zhu admitiram, em entrevista ao Wall Street Journal, que a empresa perdera um investimento de US$ 200 milhões após o crash da Luna e sua moeda-irmã TerraUSD. Na época, os dois eram otimistas sobre o futuro das criptomoedas, afirmando que “sempre foram crentes nelas” e “ainda são”.

Após a notícia da queda da Three Arrows, o bitcoin, que já havia despencado sete semanas seguidas neste ano, voltou a cair, aproximando-se de US$ 19 mil.

Crédito da imagem principal: BLKstudio/Shutterstock

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Após perder 38% do valor em junho, o bitcoin registrou seu pior mês da história na última quinta-feira (30) — a aferição da moeda acontece desde 2010. Atualmente cotada a US$ 19.185 (em torno de R$ 102,3 mil), a maior criptomoeda do mundo acumula quedas desde o início do ano no período apelidado de ‘Crypto Winter’ (inverno cripto, em português).

Nas últimas semanas, a confiança no mercado de ativos digitais, de fato, vem sofrendo abalos. O Ether, segunda maior criptomoeda em valor de mercado, teve perda surpreendente de 47% do valor no mesmo período.

Já em maio, o popular projeto de stablecoin UST, atrelado ao dólar americano, implodiu, registrando perda coletiva de US$ 60 bilhões (em torno de R$ 320 bi), enquanto a empresa de empréstimos Celsius, que prometia aos usuários altos rendimentos por meio de depósitos em moeda digital, congelou os saques dos clientes, citando “condições de mercado extremas”.

As grandes empresas do setor também passam por uma onda de demissões. A líder Coinbase, cujas ações caíram cerca de 40% em junho, marcou seu quarto mês negativo em sequência.

O Bank of America traça perspectivas pessimistas para o cenário. Segundo a instituição, dados de clientes internos mostraram um declínio de mais de 50% no número de usuários de criptomoedas ativos: de um milhão em novembro de 2021 para menos de 500 mil em maio.

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Entusiastas mantêm esperança

Mesmo com o pior mês do bitcoin na história, os entusiastas de criptomoedas se recusam a aceitar o abalo. Alguns, na verdade, acreditam que o período de baixa pode ser o momento perfeito para explorar ativos caídos.

“Se o seu prazo for uma semana, um mês ou até um trimestre, acho que ainda há uma volatilidade significativa”, disse Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise Asset Management, à rede americana CNBC. “Se você tem um horizonte de tempo medido em anos, então sim, essa é uma ótima oportunidade para pensar em entrar no mercado.”

Crédito da imagem principal: AlyoshinE/Shutterstock

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A empresa americana de criptomoedas Harmony revelou nesta sexta-feira que sofreu um roubo do equivalente a cerca de US$ 100 milhões em moedas digitais.

A informação foi revelada pela agência Reuters, que indica que o roubo foi feito em um dos principais produtos da Harmony, no que é mais um assalto cibernético no setor de criptomoedas, extremamente visado por hackers.

A Harmony é uma companhia com sede na Califórnia que desenvolve blockchains para finanças descentralizadas e tokens não fungíveis. Segundo a empresa, o assalto atingiu a “ponte” Horizon, que é uma ferramenta para a transferência de criptomoedas entre blockchains, software utilizado por tokens digitais, como é o caso do bitcoin e ether.

Somados, já foi roubado o equivalente a mais de US$ 1 bilhão em 2022 de empresas do setor de criptomoedas, apenas em ataques a estas pontes. A informação é da empresa de análise de blockchain Elliptic.

A empresa comunicou o roubo e as providências tomadas até aqui em suas redes sociais. “A equipe Harmony identificou um roubo ocorrido esta manhã na ponte Horizon no valor de aproximadamente US$ 100 milhões. Começamos a trabalhar com autoridades nacionais e especialistas forenses para identificar o culpado e recuperar os fundos roubados,” afirmou a empresa.

“A Harmony ainda comunicou que o ataque não afetou a ponte BTC e que por hora os fundos e ativos armazenados em cofres descentralizados estão seguros. “Também notificamos as trocas e interrompemos a ponte Horizon para evitar novas transações. A equipe está completa a postos enquanto as investigações continuam. Manteremos todos atualizados enquanto investigamos isso e obtemos mais informações.”

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Além disso, a Harmony tweetou que está “trabalhando com as autoridades nacionais e especialistas forenses para identificar os culpados e recuperar os fundos roubados”.

De acordo com a Elliptic, os hackers roubaram diversas criptomoedas diferentes da Harmony, incluindo ether, Tether e USD Coin.

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Pela primeira vez desde julho de 2021, o volume de negociações de NFTs no marketplace OpenSea caiu 195%, ficando abaixo de US$ 1 bilhão. O dado faz parte de uma análise da plataforma de monitoramento de aplicativos descentralizados Dapp Radar e é referente aos últimos 30 dias, período em que as negociações de tokens não fungíveis atingiram US$ 782,87 milhões. 

Em baixa 

Considerado o principal marketplace do mercado de criptoativos, a queda nas transações no OpenSea é um forte indicador do esfriamento do cenário de NFTs, o  que já é visto por especialistas como uma tendência e não simplesmente uma ocorrência sazonal. 

O preço médio dos NFTs negociados na plataforma também registrou uma queda de 67%, ficando na casa dos US$ 174,74. 

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Luz no fim do túnel 

No entanto, apesar do cenário nebuloso, houve um aumento no número de usuários e de transações na plataforma, o que pode ser um indício de que os NFTs estão sendo vendidos por valores mais acessíveis. 

Trata-se de uma possível evidência de que os colecionadores de tokens não fungíveis também estão recorrendo ao mercado em busca de liquidez, aceitando valores abaixo do que era praticado em momentos de ‘vacas gordas’. 

No OpenSea, a Ethereum é a rede que concentra a maior parte das transações. No entanto, recentemente a Polygon e a Solana passaram a abocanhar uma fatia do mercado graças às taxas de transação mais baixas que ambas oferecem aos usuários.

NFTs estão por todos os lados, conquistando artistas e fãs dos mais diferentes nichos do mercado, mas ainda existem muitos desafios para torná-los popularizados. Imagem: Divulgação Marvel

Tanto a Solana quanto a Polygon estão em queda livre, ou seja, tudo indica que o cenário dos ativos digitais deva sofrer períodos críticos nos próximos dias. 

Segundo o Dapp Radar, o Magic Eden, o principal marketplace de NFTs nativo da Solana, teve uma queda de 58,8% nas transações nos últimos 30 dias, o equivalente a US$ 160,3 milhões. E a redução no valor dos NFTs seguiu a tendência do OpenSea, ficando em 67,5%.  

Rio 40 graus

Cenário crítico que poderá ser salvo pelo brilhantismo brasileiro. Isso porque o Rio de Janeiro vai receber a primeira exposição internacional inteiramente dedicada a NFTs. 

O NFT.Rio acontecerá de 30 de junho a 3 de julho, no Parque Lage, zona sul da capital fluminense, evento que vem tendo uma excelente expectativa por parte dos investidores. Será que o resultado dará samba ou uma zebra? 

Via: Exame

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De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (SD-RJ), o projeto de lei que estabelece normas e leis para o mercado de criptomoedas no Brasil voltou à pauta do Plenário da Câmara dos Deputados. Após sofrer alterações no Senado, o PL retornou, nesta segunda-feira (20), para os últimos ajustes antes de ser votado em definitivo. Ele só entrará em vigor após sanção presidencial, com um respectivo prazo para as empresas se adaptarem.  

Entenda a regulamentação do mercado de criptomoedas

A ideia do projeto é centralizar a regulação do mercado de criptoativos no Banco Central, que deverá ser a instituição reguladora e também responsável pelas regras do sistema financeiro nacional direcionadas às empresas do setor. 

Apesar de ainda não estar em vigor, o Banco Central já vem mobilizando instituições de pagamentos, fintechs e bancos a realizarem um trabalho de individualização das contas para exchanges de criptoativos, principalmente internacionais. A exigência já está sendo conduzida por várias empresas, como Binance, Huobi e KuCoin. 

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De olho em novos investidores 

A expectativa do mercado é que o projeto seja útil para atrair novos investidores. Isso porque haverá uma maior garantia das aplicações, com segurança operacional. 

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Com a regulamentação, especialistas acreditam que o Brasil poderá se tornar uma potência no mercado de criptoativos. Imagem: Chinnapong/Shutterstock

Dessa maneira, haverá um fomento da economia por meio da geração de renda e emprego, tendo em vista que o setor de criptoativos certamente terá um considerável crescimento no país. 

A expectativa é que o Brasil se torne um dos maiores mercados globais de criptomoedas, ganhando força com a regulamentação. 

As exchanges nacionais têm se posicionado em sua maioria de forma favorável à regulamentação, sob o argumento de que a iniciativa poderá trazer mais segurança e credibilidade ao setor. 

Via: Exame

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A polêmica da vez envolvendo o nome de Elon Musk é um processo multimilionário movido pelo cidadão americano Keith Johnson. Segundo a denúncia, o CEO da Tesla e SpaceX teria usado a sua influência no mercado e nas redes sociais para valorizar a cotação e aumentar o volume de negociações do Dogecoin.

Para Johnson, o executivo — considerado a pessoa mais rica do planeta —, faz parte de um esquema de extorsão que atrai pessoas a injetar dinheiro na criptomoeda.

“O réu (Musk) é o autonomeado ‘Dogefather’, ‘ex-CEO da Dogecoin’, sócio, desenvolvedor e promotor do Dogecoin”, diz a ação, que também afirma que o executivo montou um exército em apoio ao DOGE, que inclui “suas corporações e vários bilionários, influenciadores e celebridades”, aumentando o preço, valor de mercado e volume de negociação da moeda digital.

Foto do bilionário Elon Musk
Com fortuna estimada em US$ 203 bilhões, nem todo o patrimônio do CEO da Tesla seria suficiente para pagar a indenização pelo suposto esquema envolvendo o Dogecoin. Imagem: Naresh777/Shutterstock

A ação, que busca nada menos que US$ 258 bilhões em reparação financeira, diz ainda que Musk “afirmou enganosamente” em diversas oportunidades que o Dogecoin era um “investimento legítimo”, quando, conforme o processo, “não tem valor algum”. 

Segundo as informações do Bloomberg, a ideia de Johnson é tornar a ação coletiva, assim outros investidores que também se sentiram prejudicados poderão ser representados.

Por fim, também foi solicitada uma ordem judicial que impeça Musk de continuar promovendo a criptomoeda em suas empresas e na internet.

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Criptomoeda preferida de Elon Musk

Criado em 2013, o Dogecoin se tornou um dos ativos mais comentados da internet nos últimos dois anos. Um dos grandes responsáveis por isso foi Musk, cujas publicações no Twitter costumam influenciar diretamente no valor do criptoativo.

Recentemente, o executivo também indicou que pode aceitar pagamentos em DOGE por produtos e serviços da Tesla e SpaceX. 

Atualmente, o Dogecoin é o décimo primeiro ativo digital mais valioso do mercado, com capitalização de US$ 7,9 bilhões, segundo os dados do CoinMarketCap.

Via: Bloomberg

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