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As carteiras de criptomoedas Solana foram invadidas nesta quarta-feira (3) por um grupo de hackers. Milhares de carteiras do ecossistema de criptoativos foram prejudicadas no cibercrime depois que o protocolo de ponte Nomad foi hackeado recentemente.

O prejuízo fica em torno de US$ 5,2 milhões em criptoativos. Até o momento, mais de 7 mil carteiras Solana foram roubadas, segundo a empresa forense de blockchain Elliptic.

A instituição de segurança PeckShield relatou que quatro endereços de carteira da Solana perderam aproximadamente US$ 8 milhões dos usuários.

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Tom Robinson, cofundador da Elliptic comentou: “A causa raiz ainda não está clara. Parece ser devido a uma falha em certos softwares de carteira, e não no próprio blockchain Solana.”

Após o crime, o token SOL de Solana diminuiu cerca de 7,3%, para US$ 38,40 nesta quarta-feira (03), o valor mais baixo em uma semana. Por outro lado, o bitcoin subiu 1,5% para US$ 23.367.

O ramo de cripto está sendo um grande alvo para ataques hackers, sendo que o setor já foi vítima de diversos ciberataques esse ano. As invasões à Solana aconteceram tempos depois que um protocolo de bridge para a transferência de tokens de criptoativos em diferentes blockchains, nomeado de Nomad, perdeu cerca de US$ 200 milhões em uma falha na segurança.

criptoativos
Imagem: Tomasz Makowski/Shutterstock

Austin Federa, porta-voz da Solana, comentou: “Muito permanece desconhecido neste momento – exceto que as carteiras de hardware não são afetadas”.

Segundo Federa, eles acreditam que a invasão teria como alvo principal os fornecedores, porém a natureza dos ataques ainda é desconhecida. Os hacks do setor de fornecedores acontecem quando uma parte externa ou provedor com acesso aos sistemas e dados da vítima é acessada.

Vale ressaltar que alguns NFTs também foram invadidos e roubados, porém o resultado total ainda não está claro, afirmou Robinson, da Elliptic.

Via: Valor Globo

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O uso de criptoativos como forma de pagamento está com os dias contados na Rússia. O presidente Vladimir Putin assinou uma nova lei proibindo que ativos digitais como Bitcoin e NFTs sejam usados para pagar por bens e serviços.

De acordo com a nova lei russa, exchanges e provedores de criptoativos não poderão mais aceitar transações de ativos digitais que podem ser interpretadas como forma de pagamento por qualquer coisa.

“É proibido transferir ou aceitar ativos financeiros digitais como uma consideração de transferência de bens, realização de trabalhos ou serviços, assim como qualquer outra forma que permita que um aceite o pagamento de bens (trabalhos ou serviços) por um ativo financeiro digital, com exceções definidas por leis federais”, diz o texto do projeto.

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A Rússia não é muito fã de criptoativos, e as ressalvas do governo de Putin para bitcoins e similares não é novidade. O Banco Central da Rússia já solicitou um banimento total de qualquer tipo de criptomoeda, o que não ocorreu devido à oposição do Ministério das Finanças do país.

A nova legislação, no entanto, limita bastante o potencial das criptomoedas e de criptoativos como NFT no país, embora não resulte em um banimento completo, já que russos continuarão podendo investir e minerar Bitcoin e similares. A lei passa a valer em todo o território russo dentro de 10 dias.

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Pela primeira vez desde julho de 2021, o volume de negociações de NFTs no marketplace OpenSea caiu 195%, ficando abaixo de US$ 1 bilhão. O dado faz parte de uma análise da plataforma de monitoramento de aplicativos descentralizados Dapp Radar e é referente aos últimos 30 dias, período em que as negociações de tokens não fungíveis atingiram US$ 782,87 milhões. 

Em baixa 

Considerado o principal marketplace do mercado de criptoativos, a queda nas transações no OpenSea é um forte indicador do esfriamento do cenário de NFTs, o  que já é visto por especialistas como uma tendência e não simplesmente uma ocorrência sazonal. 

O preço médio dos NFTs negociados na plataforma também registrou uma queda de 67%, ficando na casa dos US$ 174,74. 

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Luz no fim do túnel 

No entanto, apesar do cenário nebuloso, houve um aumento no número de usuários e de transações na plataforma, o que pode ser um indício de que os NFTs estão sendo vendidos por valores mais acessíveis. 

Trata-se de uma possível evidência de que os colecionadores de tokens não fungíveis também estão recorrendo ao mercado em busca de liquidez, aceitando valores abaixo do que era praticado em momentos de ‘vacas gordas’. 

No OpenSea, a Ethereum é a rede que concentra a maior parte das transações. No entanto, recentemente a Polygon e a Solana passaram a abocanhar uma fatia do mercado graças às taxas de transação mais baixas que ambas oferecem aos usuários.

NFTs estão por todos os lados, conquistando artistas e fãs dos mais diferentes nichos do mercado, mas ainda existem muitos desafios para torná-los popularizados. Imagem: Divulgação Marvel

Tanto a Solana quanto a Polygon estão em queda livre, ou seja, tudo indica que o cenário dos ativos digitais deva sofrer períodos críticos nos próximos dias. 

Segundo o Dapp Radar, o Magic Eden, o principal marketplace de NFTs nativo da Solana, teve uma queda de 58,8% nas transações nos últimos 30 dias, o equivalente a US$ 160,3 milhões. E a redução no valor dos NFTs seguiu a tendência do OpenSea, ficando em 67,5%.  

Rio 40 graus

Cenário crítico que poderá ser salvo pelo brilhantismo brasileiro. Isso porque o Rio de Janeiro vai receber a primeira exposição internacional inteiramente dedicada a NFTs. 

O NFT.Rio acontecerá de 30 de junho a 3 de julho, no Parque Lage, zona sul da capital fluminense, evento que vem tendo uma excelente expectativa por parte dos investidores. Será que o resultado dará samba ou uma zebra? 

Via: Exame

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De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (SD-RJ), o projeto de lei que estabelece normas e leis para o mercado de criptomoedas no Brasil voltou à pauta do Plenário da Câmara dos Deputados. Após sofrer alterações no Senado, o PL retornou, nesta segunda-feira (20), para os últimos ajustes antes de ser votado em definitivo. Ele só entrará em vigor após sanção presidencial, com um respectivo prazo para as empresas se adaptarem.  

Entenda a regulamentação do mercado de criptomoedas

A ideia do projeto é centralizar a regulação do mercado de criptoativos no Banco Central, que deverá ser a instituição reguladora e também responsável pelas regras do sistema financeiro nacional direcionadas às empresas do setor. 

Apesar de ainda não estar em vigor, o Banco Central já vem mobilizando instituições de pagamentos, fintechs e bancos a realizarem um trabalho de individualização das contas para exchanges de criptoativos, principalmente internacionais. A exigência já está sendo conduzida por várias empresas, como Binance, Huobi e KuCoin. 

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De olho em novos investidores 

A expectativa do mercado é que o projeto seja útil para atrair novos investidores. Isso porque haverá uma maior garantia das aplicações, com segurança operacional. 

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Com a regulamentação, especialistas acreditam que o Brasil poderá se tornar uma potência no mercado de criptoativos. Imagem: Chinnapong/Shutterstock

Dessa maneira, haverá um fomento da economia por meio da geração de renda e emprego, tendo em vista que o setor de criptoativos certamente terá um considerável crescimento no país. 

A expectativa é que o Brasil se torne um dos maiores mercados globais de criptomoedas, ganhando força com a regulamentação. 

As exchanges nacionais têm se posicionado em sua maioria de forma favorável à regulamentação, sob o argumento de que a iniciativa poderá trazer mais segurança e credibilidade ao setor. 

Via: Exame

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A rede de cinemas norte-americana AMC anunciou recentemente que iria aceitar criptomoedas como forma de pagamento em seu site. Na lista, inclusive, estão nomes conhecidos, como o bitcoin, ether, litecoin e bitcoin cash. Agora, praticamente dois meses após o anúncio oficial, essa modalidade de operação financeira já responde pela fatia de 14% de todas as transações online da empresa.

O CEO da rede, Adam Aron, divulgou essa estatística através de sua página pessoal no Twitter. A postagem ressalta que, “confome o prometido”, novas formas de pagamento foram disponiblizadas pela AMC. “Agora aceitamos Bitcoin, Ethereum, Bitcoin Cash, Litecoin. Também Apple Pay, Google Pay, PayPal”, disse o executivo. “Incrivelmente, eles (os ativos digitais) já representam 14% do total de nossas transações online!”, finalizou.

Após a decisão de acrescentar o pagamentos com criptomoedas, o CEO da rede de cinemas publicou em setembro uma enquete no Twitter para descobrir se deveria ou não adotar essa modalidade de pagamentos.

Com a boa recepção do público, a AMC também acrescentou em outubro a “meme coin” DOGE como opção de pagamento.

Fonte: Decrypt

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Mercado de criptomoedas ultrapassou US$ 3 tri

A avaliação do mercado de criptomoedas atingiu uma nova marca histórica na última segunda (8): US$ 3 trilhões (cerca de R$ 16,4 trilhões na cotação atual). O segmento foi impulsionado pelos ganhos recentes obtidos pelo bitcoin e ethereum.

O dado foi retirado da plataforma CoinGecko, que mostrou que a capitalização de mercado dos ativos digitais somava o total de US$ 3,022 trilhões — no momento da publicação, esse valor caiu para cerca de US$ 2,94 trilhões.

Outro destaque da semana foi a dogecoin, que chegou a ser cotada a US$ 0,292 no início da semana passada. A criptomoeda acumula, no momento da publicação, alta diária de 1,2% e ocupa a nona posição no top 10 dos ativos digitais mais valiosos do mercado cripto.

Créditos da imagem principal: eamesBot/Shutterstock

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O Corinthians entrou oficialmente e fortemente no mundo dos criptoativos nesta quarta-feira (1), data que marca o aniversário de 111 anos do clube. No mesmo dia, os paulistas ganharam o patrocínio da plataforma de criptomoedas Mercado Bitcoin, que vai estampar a marca na parte inferior da camisa do time profissional masculino, e anunciou o lançamento de seu próprio NFT, o $SCCP.

Mais nova patrocinadora do Corinthians, a Mercado Bitcoin entrou no mundo do futebol em 2021 patrocinando as transmissões dos jogos da Conmebol Libertadores no SBT. A empresa, porém, nasceu antes da popularização das criptomoedas, em 2013, no site oficial, a plataforma se descreve como uma companhia que deseja “democratizar o acesso aos ativos digitais”.

Mercado Bitcoin na camisa do Corinthians
Mercado Bitcoin irá expor sua marca na parte inferior da camisa do time de futebol masculino do Corinthians. Crédito: Reprodução/YouTube – Corinthians TV

Em uma pesquisa realizada em 2020, a Mercado Bitcoin foi eleita como uma das 20 plataformas mais confiáveis do mundo para negociações com criptoativos. Hoje, a empresa conta com mais de 2,8 milhões de clientes, o que a torna a maior plataforma de criptomoedas e ativos digitais da América Latina. A empresa negocia as principais moedas digitais, como Bitcoin e Ethereum.

Fan token $SCCP

No aniversário de 111 anos, o Corinthians também anunciou o lançamento da oferta inicial de seu próprio NFT, o $SCCP. Um fan token é um ativo digital que permite aos torcedores influenciar em algumas decisões do clube. No caso do Corinthians, os torcedores poderão, por exemplo, escolher qual frase será escrita no túnel que dá acesso ao campo da Neo Química Arena, o estádio do clube.

O $SCCP terá sua oferta inicial nesta quinta-feira (2) a partir das 10h, ao todo, serão disponibilizados 850.000 tokens, que terão o valor inicial de US$ 2 (R$ 10,37, na cotação atual). Os fan tokens serão disponibilizados por meio do aplicativo de engajamento de fãs Sócios.com, em uma parceria com a fintech especializada na tecnologia blockchain Chiliz.

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Além do Corinthians, outros grandes clubes do mundo possuem suas próprias criptomoedas, entre eles estão Paris Saint-Germain, da França, Juventus e Milan, da Itália, Manchester City e Arsenal, da Inglaterra, e Barcelona, da Espanha. Além de clubes de futebol, equipes de e-sports, como a Heretic e a OG Sports, e as equipes de Fórmula 1 Aston Martin e Alpha Romeo também possuem fan tokens.

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