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Na terça-feira (26), o governo do Distrito Federal editou o decreto e retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes abertos. A medida começará a valer a partir do dia 3 de novembro. O Decreto 42.656 dá nova direção em relação aos anteriores que disciplinavam as medidas de distanciamento como forma de combate à Covid-19. Agora, a exigência de máscara fica valendo somente para locais fechados.

“Fica determinada a obrigatoriedade da utilização de máscaras de proteção facial, conforme orientações da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, em todos os espaços públicos fechados, equipamentos de transporte público coletivo, estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços e nas áreas de uso comum dos condomínios residenciais e comerciais, no âmbito do Distrito Federal”, explicou o novo texto.

Ainda é necessário usar máscara no Brasil mesmo após a liberação nos EUA?
Imagem: Yaroslav Olieinikov (iStock)

Ademais, a norma retira a vinculação do horário de funcionamento de estabelecimentos a normas específicas aprovadas com medidas tomadas contra a pandemia de Covid-19 e volta a disciplinar a abertura dos negócios com as licenças de funcionamento.

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O decreto trata dos protocolos na organização das rotinas produtivas, retirando medidas de segurança em estabelecimentos como a organização de revezamento de dia e horário entre os trabalhadores do negócio.

Até este momento, o DF aplicou 2,24 milhões da primeira dose da vacina contra a Covid-19, conseguindo a cobertura de 73,43% da população em geral e 86,94% da população com 12 anos ou mais. Com isso, a imunização completa (com duas doses ou dose única) atingiu 51,22% da população em geral e 60,63% das pessoas com 12 anos ou mais.

Fonte: Agência Brasil

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A história do desenvolvimento de vacinas no mundo se divide entre antes e depois da pandemia causada pela Covid-19. Isso segundo os especialistas que enfatizam o tempo recorde em que os imunizantes foram gerados contra a doença.

Atualmente, pesquisadores e cientistas desenvolvem uma nova geração de vacinas, com diferentes plataformas e facilidades comerciais. Os imunizantes contra a Covid-19 foram feitas de forma rápida porque houve um grande financiamento, pois as empresas assumiram o risco de dar errado e perderem dinheiro pela urgência da pandemia.

“A vacinologia antes da Covid era uma coisa e depois vai ser outra porque aprendemos que os imunizantes podem ser desenvolvidos muito mais rapidamente. Antes a média era 10 anos e agora temos produtos desenvolvidos em menos de um ano. Então acredito que vai acelerar, mas também não vai ser tão rápido quanto foi, talvez esse prazo deva passar para dois, três anos”, conta Ricardo Gazzinelli, professor da UFMG e pesquisador da Fiocruz, e presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia.

Profissional da saúde aplicando a vacina em adolescente
Imagem: Shutterstrock

A grande revolução foram as vacinas de RNA, como Pfizer e Moderna. Para Gazzinelli, a aposta é a vacina de DNA, que segue uma linha um pouco parecida com a de RNA mensageiro. Nesse caso, o DNA é injetado e a célula vai sintetizar o RNA e depois a proteína do vírus — em vez de injetar direto o RNA, como as atuais.

O lado positivo é que as inovações no setor não param de acontecer, tendo estudos que possibilitam uma nova forma de injetar a vacina sem agulha, seja por adesivo ou até por uma seringa sem agulha que empurra o imunizante através da pele.

A microbiologista e pesquisadora da USP, Natalia Pasternak explica que novas tecnologias usando nanocarregadores em plantas ou bactérias possam ser possíveis em até cinco anos. De acordo com ela, um grupo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveu uma plataforma vacinal baseada em vírus que normalmente atacam plantas ou bactérias. Portanto, a plataforma usa os vírus como portadores de fragmentos do Sars-CoV-2, que devem provocar uma resposta imune em humanos.

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Para Pasternak, a questão científica foi resolvida e o desafio do momento é resolver problemas sociais. Por isso vacinas em que a plataforma vacinal é planta ou bactéria são boas, porque são fáceis de produzir em qualquer lugar do mundo, nem precisam de segurança máxima. 

No Brasil, Pasternak vê com bons olhos o desenvolvimento da Butanvac, a vacina do Instituto Butantan. E depois de passar a fase de emergência da pandemia, a microbiologista acredita que pode ser possível desenvolver vacinas que atuem sobre regiões conservadas do vírus.

“Tudo que você puder combinar numa vacina é bom. Como a tríplice viral ou a tríplice bacteriana, uma injeção só que cobre mais doenças e a pessoa vai só uma vez ao posto. Isso é sempre vantagem, e como acreditamos que a Covid vai se tornar endêmica como a gripe, é um benefício”, afirma Pasternak.

Idosa de máscara olhando pela janela
Imagem: Miriam Doerr Martin Frommherz/Shutterstock

A responsável por trazer os estudos da vacina Oxford/AstraZeneca ao Brasil, que também é chefe do comitê científico da Fundação Bill e Melinda Gates e diretora do primeiro mestrado em vacinologia do mundo, na Universidade de Siena, Sue Ann Costa Clemens disse que as próximas vacinas ainda devem ser pensadas no contexto do enfrentamento da pandemia, que está longe de acabar.

Ela lembra que uma nova versão da variante Delta já está provocando aumento nas hospitalizações em alguns países e que menos de 10% da população da África foi vacinada.   

Além disso, ainda há questões sem resposta em relação às vacinas existentes, como: a duração da proteção de cada vacina, o espectro da proteção (anticorpos, anticorpos neutralizantes e imunidade celular) e as diferentes respostas divididas por diferentes faixas etárias. Por isso, o atual momento é de estudar as possibilidades que já existem e analisar os dados sobre a mistura de plataformas e de regime.

Segundo ela, já se sabe que é possível obter proteção mais robusta usando vacinas de plataformas diferentes, misturando as de vetor viral (Oxford/AstraZeneca e Janssen) e RNA mensageiro (Pfizer e Moderna): “Para as vacinas de segunda geração, a ideia é aumentar o espectro contra as variantes e a durabilidade de proteção”.

Fonte: O Globo

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Nesta segunda-feira (25), o governo do estado de São Paulo atingiu a importante marca de 100% da população adulta com a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Os dados são da Secretaria de Saúde, que divulgou também que o percentual de pessoas totalmente imunizadas no estado é de 86%.

Seringa com a vacina para a Covid-19
Governo do estado de São Paulo divulgou que o número equivalente ao total da população já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

De acordo com a Agência Brasil, a contagem se baseia em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e indica 35,3 milhões de pessoas vacinadas. Isso quer dizer que a marca não significa, necessariamente, que todos os paulistas tomaram a vacina, mas sim que o número de doses aplicadas é equivalente ao tamanho da população estimada pelo IBGE para o estado. Pessoas de outras partes do país também podem ter se vacinado em São Paulo.

Ao todo, foram aplicadas mais de 70,4 milhões de doses até as 16h48 desta segunda-feira, sendo mais de 37,4 milhões com a primeira dose e pouco mais de 29,5 milhões com a segunda. Cerca de 1,17 milhão de pessoas foram imunizadas com dose única

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São Paulo já começou aplicação da dose extra da vacina em público específico; 4 milhões não voltaram para a segunda dose

Também foram administradas mais de 2,354 milhões de doses extras, no público previsto no Plano Estadual de Imunização (PEI), que inclui idosos, imunossuprimidos e profissionais de saúde. Segundo o governo estadual, a aplicação de doses adicionais já estava autorizada desde 6 de setembro. 

Primeiro estado a começar a vacinação no Brasil, São Paulo deu início à campanha de imunização em 17 de janeiro deste ano.

De acordo com a Secretaria de Saúdo do estado, ainda há 4 milhões de pessoas que não compareceram aos postos para tomar a segunda dose na data marcada.

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) enviou para os Estados Unidos dois lotes de pré-validação do ingrediente farmacêutico ativo produzidos de forma nacional no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Os lotes são para a produção da vacina AstraZeneca contra Covid-19 com a aprovação em testes internos de controle de qualidade, passando agora por mais 14 testes para garantir que possuem os mesmos parâmetros de qualidade.

Na última sexta-feira (22), a Fiocruz explicou que o processo de produção do IFA passa por um rigoroso controle, que inclui um total de 81 testes. Sendo assim, do total, 14 serão realizados nos Estados Unidos e o mais longo tem duração de 56 dias.

A instituição começou a produzir o IFA nacional no dia 21 de julho, após ter recebido no início de junho bancos de células e vírus previstos no acordo de transferência de tecnologia assinado com a farmacêutica anglo-sueca. Além disso, já foi iniciado a produção de mais quatro outros lotes, incluindo três de qualificação.

“Até o final de 2021, Bio-Manguinhos/Fiocruz prevê dispor, dentre lotes de IFA produzidos e em processo, o equivalente a mais de 30 milhões de doses”, disse a Fiocruz.

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Bio-Manguinhos também dará início no mês que vem ao processo de alteração do registro da vacina AstraZeneca na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso porque – atualmente – o registro da vacina prevê que o IFA das doses seja produzido no laboratório chinês WuXi Biologics, tanto que com a alteração, a Anvisa vai incluir Bio-Manguinhos como local de fabricação.

A mudança é necessária para que a Fiocruz continue a fornecer a vacina ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Desde março de 2021, a fundação entregou 113,8 milhões de doses da vacina, produzidas com IFA importado e mais de 16,7 milhões de doses estão prontas em diferentes estágios do processo de controle de qualidade.

Fonte: Agência Brasil

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O Brasil teve 318 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (23).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 318 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 11.716 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 605.457 mortes acumuladas;
  • 21.723.559 casos confirmados no total.

O estado do Ceará adicionou alguns dados que estavam represados tanto pela Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza, que incorporaram dados antigos ao sistema. Além disso, a Secretaria Estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul revisou dados inconsistentes ou em duplicidade.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 259 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil. Dessas, mais de 108 milhões já receberam as duas doses ou dose única das vacinas aplicadas no Brasil: Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen.

Alguns públicos considerados mais vulneráveis a casos graves da Covid-19, como a população maior de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais de saúde, estão recebendo uma terceira dose de vacinas. Até o momento, já foram aplicadas quase 3,4 milhões de doses de reforço.

A Covid-19 no Brasil

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

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Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 239 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 19 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 4,9 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Nesta sexta-feira (22), o Brasil recebeu uma nova remessa com 1,7 milhão de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. Esse é o oitavo lote do segundo contrato do governo brasileiro com a fabricante norte-americana.

De acordo com a Agência Brasil, o avião, que veio de Amsterdam, na Holanda, pousou no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) às 6h55. As próximas entregas do imunizante estão previstas para a próxima semana.

Brasil recebeu 1,7 milhão de doses da vacina da Pfizer nesta sexta-feira (22) e deve receber mais 100 milhões até dezembro. Imagem: Seda Yalova/Shutterstock

Segundo o Ministério da Saúde, desde o início da campanha de vacinação contra o novo coronavírus, em janeiro de 2021, mais de 102 milhões de doses da vacina da Pfizer já foram aplicadas. 

Com 100 milhões de doses previstas para serem entregues até dezembro, a Pfizer informou que desde que foram iniciadas as entregas das doses referentes ao segundo contrato com o governo federal, mais de 13 milhões já foram distribuídas. 

Vacina da Pfizer tem 90% de eficácia em crianças com mais de 5 anos

Já liberado para uso em adolescentes acima de 12 anos no Brasil, o imunizante da Pfizer, de acordo com a fabricante, demonstrou 90% de eficácia em crianças acima de 5 anos.

A Pfizer já havia informado em setembro que o imunizante é seguro para crianças, mas a taxa de eficácia ainda não havia sido anunciada. A pesquisa foi feita com 2.268 crianças de 5 a 11 anos de idade. 

De acordo com a Pfizer, as doses ministradas nesse grupo tinham o equivalente a 1/3 da quantidade aplicada em adultos, e uma parte do grupo recebeu placebo.

Segundo os resultados, apenas três crianças que tomaram a vacina da Pfizer testaram positivo para Covid-19, contra 16 do grupo do placebo, o que demonstra a alta eficácia do imunizante nessa faixa etária.

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Na quinta-feira (21), o Ministério da Saúde divulgou dados que revelam que mais de 20 milhões de pessoas ainda não voltaram ao posto de vacinação e completaram o esquema vacinal contra a Covid-19 em todo os estados do Brasil.

O levantamento considera apenas casos em que o prazo dado para a segunda dose já venceu. Isso porque se todos tivessem cumprido o prazo, o Brasil teria mais de 80% do público-alvo, que encaixa 12 anos ou mais, completamente vacinado.

As pessoas que vão ao posto de vacinação tomar a primeira dose já sabe quando precisa voltara para completar a imunização contra a Covid-19. A data de retorno é anotada no próprio cartão de vacina. Além disso, em comunicado, o Ministério da Saúde reforçou a importância dessa ação dentro do intervalo recomendado: “Só assim as vacinas irão atingir a efetividade necessária contra a Covid-19.”

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Até agora, o Ministério da Saúde enviou aos estados e ao Distrito Federal mais de 320 milhões de doses de vacina contra Covid-19, somatizando que 151,9 milhões de pessoas receberam a primeira dose. O número de indivíduos com o esquema vacinal completo chega a 111,8 milhões, o que é mais da metade da população.

Segundo os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelo governo federal, a média móvel de óbitos registrou uma redução de 87% se comparado com auge da pandemia, em março e abril de 2021.

Mulher se nega a ser vacinada contra a Covid-19
Crédito: Ivan Nadaski/iStock

Fonte: Agência Brasil

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Os pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) se encontraram com os representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (19) para apresentar uma pesquisa em andamento para desenvolver uma vacina contra a Covid-19 através do dispositivo da aplicação por spray.

O projeto está em chamada na fase pré-clínica, momento em que é dado quando uma pesquisa está na etapa de análises em laboratório e em testes com animais.

Após disso, o produto contra a Covid-19 poderá ser avaliado em exames clínicos com humanos. De acordo com a Anvisa, a equipe de pesquisadores da USP não informou aos representantes da agência quando acontecerá o avanço para as novas fases.

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Ilustração de vacinas spray
Vacinas spray
Créditos: Shutterstock

Além disso, os integrantes da Anvisa tiraram dúvidas e falaram sobre os requisitos e parâmetros técnicos que são precisos para a submissão de solicitação de autorizações e ou registros definitivos junto ao órgão regulador.

Fonte: Agência Brasil

Covid-19: FDA considera combinação de vacinas diferentes na dose de reforço

A agência reguladora dos EUAFood and Drug Administration (FDA) está planejando autorizar que as pessoas recebam a injeção de reforço de uma vacina contra a Covid-19 diferente da primeira tomada. A informação é segundo o New York Times na última segunda-feira (19).

Já em setembro, o FDA autorizou uma dose de reforço da Pfizer para pessoas com 65 anos ou mais e alguns americanos de alto risco. Com isso, o painel consultivo da agência apoiou o uso das doses de reforço da vacina da Moderna e da Janssen/Johnson & Johnson.

Para saber mais, acesse a reportagem no Olhar Digital.

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Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Saúde se pronunciou para garantir que o esquema vacinal completo contra a Covid-19 ocorrerá em todos os estados do Brasil. O comunicado ocorreu durante audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF).

A audiência foi convocada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que é o relator da ação na qual o governo da Bahia afirma que há defasagem de aproximadamente 1 milhão de doses para o estado. Junto disso, a procuradoria estadual disse que as doses da CoronaVac que foram interditadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e não foram repostas.

Em reunião, ficou acordado que o governo federal dará andamento no prazo de dez dias: “O Ministério da Saúde compromete-se a assegurar o esquema vacinal completo ao estado da Bahia, bem como aos demais estados, conforme definido em consenso tripartite, observando os cálculos de envio de quantitativos de seus informes técnicos.”

homem sendo vacinado
A vacinação é o único método conhecido até o momento para proteger contra o vírus e suas variantes. Imagem: Shutterstock

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Fonte: Agência Brasil

São Paulo diminui intervalo entre doses da vacina da Pfizer

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB/SP), anunciou por meio de suas redes sociais na tarde desta segunda-feira (18) que o intervalo entre doses da vacina da Pfizer será reduzido no estado. Agora, a segunda dose poderá ser aplicada em adultos apenas 21 dias após a primeira.

A nova regra só vale para os maiores de 18 anos, contudo, a medida deve beneficiar pelo menos dois milhões de paulistas, segundo estimativas da administração estadual.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Animais como cães e gatos podem contrair o vírus da Covid-19, mas, não transmitem a doença. Somente 11% dos bichinhos de estimação que habitam em casas de pessoas que tiveram coronavírus apresentam o vírus nas vias aéreas. A informação é segundo a pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Sendo assim, os animais apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, só que não têm sinais clínicos da doença. De acordo com o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e 10 gatos.

Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de Covid-19 e os que não tiveram. O objetivo da pesquisa é analisar os cães e gatos que vivem com pessoas com a doença que possuem sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, ou seja, sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

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“Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias. No estudo, para saber se os animais possuíam o vírus, foram realizados testes PCR baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. Por fim, o estudo conclui que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não possuem o vírus nas vias aéreas.

Imagem: Susan Schmitz – Shutterstock

Por outro lado, é importante lembrar que o vírus – ainda mais da Covid-19 – pode sofrer mutação. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai seguir em andamento e revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus da Covid-19. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”, afirmou o especialista, enfatizando a importância da vacinação. Com isso, a nova etapa da pesquisa irá avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Além disso, os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

Fonte: Agência Brasil

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