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As filmagens de ‘Skulls’, prequela de ‘Predador’, foram encerradas oficialmente. O diretor de fotografia Jeff Cutter (‘A Órfã’) usou sua conta no Instagram para publicar uma imagem dos bastidores relatando o fim das gravações, e apagou o post logo em seguida. Isso porque a foto mostrava a claquete com o nome no plural, ao invés de ‘Skull’, como era anunciado inicialmente.

A publicação de Cutter também revelou dois novos nomes integrantes do elenco do filme. No texto, ele agradeceu ao “grande elenco”, liderado por Amber Midthunder (‘Legion’), Dakota Beavers e Dane DiLiegro (‘American Horror Stories’). A primeira já era conhecida como parte da prequela de ‘Predador’. Midthunder será a heroína do longa, que se passa durante a primeira visita dos extraterrestres.

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Mas, ainda não há nada sobre os papéis de Beavers e DiLiegro. Algumas especulações sugerem que DiLiegro pode interpretar um dos Predadores, já que o ator é conhecido por interpretar monstros tanto na série ‘American Horror Story‘ como em ‘Sweet Home’.

O post de Jeff Cutter também contou com um agradecimento ao diretor Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’, ‘Black Mirror’ e ‘The Boys’). “Por me convidar para essa jornada épica e me confiar para ajudar a realizar sua visão para este filme!”, escreveu o diretor de fotografia.

predador
Foto de bastidores publicada pelo diretor de fotografia Jeff Cutter. Imagem: Instagram/Reprodução

A prequela de ‘Predador’ tem roteiro de Patrick Aison (‘Jack Ryan’), com produção de John Davis e John Fox. ‘Skulls’ será lançado em 2022, mas ainda sem uma data precisa definida. Há ainda boatos de que o novo filme irá direto para o serviço de streaming norte-americano Hulu.

A franquia ‘Predador’ começou com o filme de 1987, estrelado por Arnold Schwarzenegger. O longa teve duas sequências, uma em 1990 e ‘Predadores’, de 2010. Houve também crossover com a franquia ‘Alien’, resultando em dois filmes de ‘Alien vs. Predador’. Por fim, em 2018, o filme foi reiniciado no reboot ‘Predador’.

Via: ScreenRant / Collider / Bloody Disgusting

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O filme ‘No Limite do Mundo’ estreou nesta sexta-feira (3), nas plataformas Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes/Apple TV, Google Play e YouTube Filmes. O longa é dirigido por Michael Haussman, conhecido por trabalhos em clipes musicais, tendo trabalhado com Madonna, Britney Spears, Rita Ora, Jennifer Lopez, Justin Timberlake, Shakira e Kanye West. Em entrevista exclusiva ao Olhar Digital, ele falou sobre a transição para o cinema.

Mesmo sendo aclamado pelos clipes musicais, ele já fez curtas, filmes comerciais e documentários. Haussman lembrou que seus clipes sempre contaram histórias. Entre seus títulos estão ‘La Tortura’, de Shakira e Alejandro Sanz, ‘Sexyback’, de Justin Timberlake e Timbaland, e ‘Jesus Walks’, de Kanye West. Para ele, levar uma mídia para a outra ajuda bastante no trabalho.

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“Se faz um clipe e filme, há um ritmo que outros cineastas não tem, uma disciplina visual aprendida que outros cineastas talvez não tenham. Quando você conta uma história em pouco tempo nem sempre há diálogo. Não há nada pior do que ver um filme em que a história é contada pelo diálogo, com menos ação. Eles se ajudam”, destacou, ao Olhar Digital.

Haussman lembrou que os clipes sempre tinham os personagens, um ponto de vista. “Clipes têm uma má reputação de só ter um monte de imagens sem sentido que parecem bem juntas. Eu sempre quis fazer uma história que tivesse sentido”, emendou.

E ele levou isso para ‘No Limite do Mundo’. O filme dramatiza a história real do soldado inglês James Brooke, interpretado por Jonathan Rhys Meyers (‘The Tudors’), que se tornou o primeiro raja branco de Sarawak, região norte da ilha de Bornéu, atualmente parte da Malásia. Curiosamente, o diretor já esteve no local, há 25 anos, fazendo trilhas.

no limite do mundo
Jonathan Rhys Meyers é o protagonista de Michael Haussman em ‘No Limite do Mundo’. Imagem: Reprodução

Michael Haussman voltou à ilha para filmar o longa. “As pessoas não conhecem Bornéu, mas é a terceira maior ilha do mundo. Podem reconhecer o nome, mas não sabem localizar. Fomos lá e não tinha produtoras, diretor de elenco, só íamos para a floresta fazer tudo. Você vai lá e leva tudo. Foi muito difícil, tivemos um set que levou dois meses para ser feito e foi destruído pelas monções”, lembrou.

O diretor ficou cinco meses na região. Começaram em 2018, mas não conseguiram iniciar as filmagens justamente por causa do fenômeno climático, particularmente intenso no oceano Índico e sudeste da Ásia. Por isso, precisaram voltar em 2019 e a edição do filme foi realizada em 2020.

Boa parte do elenco foi escalada lá mesmo em Bornéu. Haussman contou que Peter John, ator que interpreta Orang Kaya em ‘No Limite do Mundo’ é realmente descendente da versão real do personagem. Nomes como Atiqah Hasiholan, atriz que dá vida a Fatimah, Shaheizy Sam, o Subu do filme, e Bront Palarae, intérprete de Mahkota, são famosos na Indonésia e na Malásia. Outros realmente eram pessoas dos povos nativos que não trabalhavam com atuação.

Para o futuro, Michael Haussman já prepara outro filme para lançar antes do ano novo, baseado em uma série chamada ‘Do Not Disturb’. A edição deve acabar neste semana. Como o outro longa em que ele vai trabalhar precisa ser filmado no inverno, o diretor vai precisar esperar para o do ano que vem. Assim, no verão do hemisfério norte (de junho a setembro) do ano que vem, ele vai preparar a produção.

Perguntado se realizaria algum filme no Brasil, Haussman contou que já chegou a filmar na floresta Amazônica, mas não soube especificar em que país. Mas, ele não voltaria a gravar na mata. “Já fiz meu filme de floresta e mudou a minha vida. Faria um filme no Brasil, mas não na floresta”, concluiu o diretor.

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O ator e dublador Edward “Ed” Asner morreu na manhã deste domingo (29), aos 91 anos de idade, em Los Angeles, no estado norte-americano da Califórnia. O lendário ator, ativista e filantropo faleceu “pacificamente”, de acordo com a família, que não informou a causa. Ele ficou conhecido pelo papel de Lou Grant em ‘The Mary Tyler Moore’ e, entre os sucessos, dublou Carl Fredricksen, no filme ‘Up – Altas Aventuras’.

Asner atuou na sitcom ‘The Mary Tyler Moore’ entre 1970 e 1977. Foi presidente do Screen Actors Guild (SAG), o sindicato dos atores dos Estados Unidos, entre 1981 e 1985. Ele é o ator masculino com mais premiações do Emmy, somando sete estatuetas.

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Lou Grant recebeu um spin-off, de 1977 a 1982, levando Ed Asner a interpretar o mesmo personagem em uma série de comédia e uma dramática. Mais recentemente, em 2009, emprestou a voz para um dos protagonistas de ‘Up – Altas Aventuras’, o senhor Carl Fredricksen. O filme da Pixar recebeu cinco indicações ao Oscar 2010 e venceu em duas categorias: Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha-Sonora.

Ed Asner deu voz a Carl Fredricksen em ‘Up’ e em diversos especiais. Imagens: Pixar e Jaguar PS/Shutterstock

O currículo do ator nascido Kansas City, no dia 15 de novembro de 1929, é bastante longo. Asner começou a carreira no teatro e ajudou a fundar a Playwrights Theatre Company em Chicago. Em 1960, conseguiu o primeiro papel na Broadway e chegou à televisão em 1957.

Entre as dublagens em animações como filmes, séries e até viedogames, o ator deu voz a diversos personagens da DC e da Hanna-Barbera. Nos últimos anos, Ed Asner fez aparições em diversas séries, como ‘Grace & Frankie’, no papel de Howard Jay, ‘Cobra Kai’ como Sid Weinberg, padrasto de Johnny Lawrence, interpretado por William Zabka, e ‘Disque Amiga Para Matar’, como um amigo de Judy, personagem de Linda Cardellini na casa de repouso.

Via: Deadline

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O novo filme ‘O Esquadrão Suicida‘, do universo expandido da DC nos cinemas, estreou há apenas 12 dias. Então, se você ainda não assistiu ao longa da Warner Bros., sugiro que nem continue a ler essa notícia. Pois o diretor James Gunn revelou que uma cena importante da Harley Quinn, personagem de Margot Robbie, foi inspirada no videogame ‘Lollipop Chainsaw’, de 2012, com o qual o cineasta colaborou.

Quem ainda não viu o filme já saiu? A cena em questão é chamada “Harley-Vision”, quando a personagem despacha uma casa lotada de guardas ao escapar da tortura em Corto Maltese. Durante a luta da vilã da DC, flores e pássaros desenhados aparecem ao invés do sangue jorrar dos inimigos que a cercam, um momento visualmente marcante no filme.

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“Eu fiz um videogame chamado ‘Lollipop Chainsaw’… Nesse jogo, que fiz com (Goichi) Suda no Japão, sempre amei a maneira como os corações e pequenas coisas lindas saem das pessoas misturadas com sangue. Então, muito remonta a isso, a estética de misturar esse sangue horrível com o olhar estrelado da Harley de ver a vida e criar a ‘Harley-Vision’ basicamente. Isso foi algo que surgiu muito cedo. Estava no primeiro rascunho do roteiro”, revelou James Gunn.

O game foi lançado para PlayStation 3 e Xbox 360, lançado fora do Japão justamente pela Warner Bros. Interactive Entertainment. O cineasta ficou responsável pelo desenvolvimento dos personagens, incluindo a protagonista caçadora de zumbis e líder de torcida Juliet.

O jogo ‘Lollipop Chainsaw’ foi lançado em 2012. Imagem: Reprodução

A personagem, de fato, lembra um pouco Harley. Por isso, na hora de representar a personagem da DC na tela, Gunn decidiu explorar novos lados. “Eu amo o personagem Harley Quinn. Eu amo a Harley Quinn original de Paul Dini. Acho que ela é uma das personagens de quadrinhos mais bem escritas de todos os tempos e consistentemente bem escrita, nem sempre, mas muito. Ser capaz de falar com a voz dela e escrever por ela foi um privilégio, mas também me senti incrivelmente confortável fazendo isso”, disse o diretor.

Por fim, ele ressaltou: ela não é uma personagem dele. “Mas ela é totalmente uma personagem de James Gunn no que eu entendi. Me senti extremamente confortável em fazer desta a mais Harley de todas Harleys que estiveram na tela do cinema”, concluiu o diretor de ‘O Esquadrão Suicida’.

Via: CBR / GameRant

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Se ainda parece longe, é bom lembrar que cada dia que passa é um a menos para que ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, segundo filme do super-herói da DC nos cinemas, chegue aos cinemas. O longa deve estrear na metade de dezembro de 2022. Por enquanto, qualquer informação dada pelos envolvidos no trabalho ajuda a matar a ansiedade. Agora, nesta segunda-feira (16), a atriz Amber Heard foi quem compartilhou um pouco da sua preparação para o filme.

Em sua conta oficial no Twitter, Heard postou um vídeo em que treina com armas para representar Mera. A atriz empunha um bastão enquanto luta com o treinador. Isso indica uma mudança de estilo da personagem, que usava poderes e combate corpo a corpo no primeiro filme. Especula-se que Mera terá um tridente próprio, afinal é uma história subaquática, ou vai pegar emprestado o Tridente de Atlan, usando por Arthur Curry, o Aquaman, interpretado por Jason Momoa.

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Heard apareceu como Mera ao lado do Arthur Curry de Momoa tanto no filme com o nome do herói no título como na ‘Liga da Justiça’. ‘Aquaman’ arrecadou em bilheterias, mundialmente, mais de US$ 1,14 bilhões (cerca de R$ 60 bilhões), estabelecendo recordes no universo estendido da DC nos cinemas.

Além de Amber Heard e Jason Momoa, ‘Aquaman e o Reino Perdido’ conta com o retorno de Patrick Wilson como Orm Marius, Dolph Lundgren como Rei Nereu, Yahya Abdul-Mateen II como David Kane e Temuera Morrison como Thomas Curry. O diretor James Wan também comanda o novo filme do herói aquático, além do roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu com Momoa.

Imagem mostra pôster do filme "Aquaman", de 2018, com o ator Jason Momoa ao centro, segurando um tridente dourado enquanto é rodeado por vários animais marinhos
O novo filme do Aquaman estreia em dezembro de 2022. Imagem: Warner/Divulgação

No novo filme, o herói será levado para o Reino Perdido, uma parte perdida, como diz o nome, do Império Atlante, após a queda dos atlantes. Por causa da foto de uma claquete postada pelo diretor, cogita-se que o nome do tal reino seja Necrus.

Nos quadrinhos, a cidade é mais uma subaquática, mas com uma diferença: ela existe apenas em alguns períodos de tempo e jamais aparece no mesmo lugar duas vezes. Necrus é o sétimo dos reinos de Atlântida. O local governado pelo rei Mongo, um tirano, apareceu pela primeira vez na edição número 30 de ‘Aquaman’, em dezembro de 1966.

Além da própria região do Aquaman, há ainda Xebel, o Reino dos Desertores, os Pescadores, as Trincheiras e as Salmouras. Sendo assim, Necrus deve mesmo ser o reino perdido a qual o título se refere.

Via: ScreenRant

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A população do Afeganistão vive momentos de incerteza e medo com a volta do Talibã ao governo do país. Como governo autoritário, os grandes alvos de opressão são minorias. Lá, principalmente as mulheres. A diretora Sahraa Karimi, primeira mulher a presidir a companhia cinematográfica estatal afegã, a Afghan Film, pede apoio da comunidade internacional, com a crescente ameaça a mulheres e à liberdade de expressão no país.

Karimi escreveu uma carta aberta e publicou em sua conta no Twitter, na última sexta-feira (13). “Tudo o que trabalhei tanto para construir como cineasta em meu país corre o risco de colapsar. Se o Talibã assumir, eles irão proibir toda a arte. Eu e outros cineastas podemos ser os próximos em sua lista de alvos. Eles vão tirar os direitos das mulheres, seremos empurradas para as sombras de nossas casas e de nossas vozes, nossa expressão será abafada no silêncio”, escreveu.

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A diretora chegou ao cargo de presidente da estatal em 2019. Ainda na carta, Sahraa Karimi listou algumas das pessoas já vítimas do Talibã em sua investida até o governo. “Eles torturaram e mataram um dos nossos amados comediantes, assassinaram um dos nossos poetas historiadores, assassinaram o chefe de cultura e mídia do governo, estão matando pessoas afiliadas ao governo, enforcaram homens publicamente”, disse.

A cineasta apela para que os auxiliem a fazer com que o mundo se preocupe com o que está acontecendo com a população. Karimi cita um meio de ajudar informando aos meios de comunicação mais importantes dos países. “Sejam nossas vozes foram do Afeganistão”, prosseguiu a diretora.

A Afghan Filme, presidida por Sahraa Karimi, foi fundada em 1968. Mas, sob o governo do Talibã, a arte foi proibida. Nas duas últimas décadas, os cineastas voltaram, após a invasão dos Estados Unidos no país, em 2001, que abriu também espaços políticos e escolas para mulheres e meninas afegãs.

Em 2003, o drama ‘Osama’, de Siddiq Barmak, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. ‘Kandahar’, do diretor iraniano Mohsen Makhmalbaf, gravado no Afeganistão, recebeu o prêmio do júri em Cannes. Já ‘Buzkashi Boys’, de 2012, foi indicado ao Oscar de Melhor Curta. O longa mais recente de Karimi é ‘Hava, Maryam, Ayesha’, que estreou em Veneza, em 2019.

Cena do filme 'Hava, Maryam, Ayesha', de Sahraa Karimi. A personagem grávida está do lado direito da imagem, tocando a barriga.
‘Hava, Maryam, Ayesha’ é o filme mais recente de Sahraa Karimi. Imagem: Reprodução

Via: Indie Wire

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Mais um processo em Hollywood. Dessa vez, movido pelo ator Gerard Butler contra os produtores de ‘Invasão à Casa Branca’, por lucros não pagos. A ação, no valor de US$ 10 milhões (cerca de R$ 51,7 milhões), alega que os produtores do filme de ação “se recusaram a pagar a Butler um centavo das receitas e lucros prometidos a ele”.

O processo contra os produtores do blockbuster de 2013 pode colocar futuros filmes da franquia em espera. Butler entrou com a ação na última sexta-feira (30), no Tribunal Superior de Los Angeles, nomeando as produtoras Nu Image, Millennium Media e Padre Nuestro Productions como réus.

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O ator alega que eles “ganharam dezenas de milhões de dólares da Olympus (nome em inglês), mas se recusam a pagar a Butler um centavo do faturamento e lucros prometidos a ele no acordo das partes”. O processo repete ainda que os produtores “nunca tiveram a intenção de pagar a Butler sua parte dos lucros e da receita” e, em vez disso, “deturparam grosseiramente as finanças do filme” para que o ator “acreditasse que esse pagamento não era devido”.

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O filme ‘Invasão à Casa Branca’ tem Butler como protagonista e foi lançado em 2013. Imagem: Reprodução

Além de estrear o filme, Gerard Butler também produziu ‘Invasão à Casa Branca’, que arrecadou mais de US$ 170 milhões (R$ 878 milhões). Normalmente, em Hollywood, os astros e estrelas costumam receber parte das receitas de bilheterias, melhorando os salários em caso de grandes títulos. Assim, a queixa do ator cita fraude e quebra de contrato e pede mais de US$ 10 milhões em danos, além de buscar um julgamento por júri.

O filme ‘Invasão à Casa Branca’ acompanha Butler como um agente do serviço secreto que precisa resgatar o presidente dos Estados unidos em uma Casa Branca sitiada. Até agora, duas sequências foram realizadas, ‘Invasão a Londres’, de 2016, e ‘Invasão ao Serviço Secreto’, em 2019. Outros filmes devem seguir.

Via: Entertainment Weekly

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O filme ‘Duna’ ainda nem estreou nos cinemas, mas sua prequela já está sendo desenvolvida pela HBO Max. A série da plataforma de streaming terá Diane Ademu-John como showrunner. Ela também vai trabalhar como roteirista e produtora executiva da série, de acordo com a revista norte-americana Variety.

A série, chamada ‘Duna: A Irmandade’, teria Jon Spaihts, que escreveu os roteiros de ‘Doutor Estranho‘ e ‘Passageiros’, no lugar de Ademu-John. Ele é o roteirista do filme ‘Duna’ e, para se concentrar no roteiro da continuação cinematográfica, Spaihts deixou o cargo em novembro de 2019.

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Diane Ademu-John tem, entre os principais trabalhos, ‘A Maldição da Mansão Bly’, série de terror da Netflix. Nela, a profissional atuou como produtora executiva e roteirista. Ela também foi produtora executiva de ‘Empire: Fama e Poder’, da Fox, e de ‘Os Originais’, spin-off de ‘Diários de um Vampiro’, na qual também trabalhou.

A série ‘Duna: A Irmandade’ foi encomendada direto para o HBO Max em junho de 2019. Ela acontece no mesmo universo dos livros ‘Duna’, de Frank Herbert. A história da série é contada através do ponto de vista da Bene Gesserit, uma misteriosa ordem de mulheres.

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Essas mulheres têm habilidades extraordinárias de domínio do corpo e da mente, por isso elas tecem a política feudal e a intriga do Império. Para executar planos próprios, elas vão parar no planeta Arrakis, conhecido pelos habitantes como ‘Duna’.

O episódio piloto deve ser dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049” e ‘Sicario’). Ele será produtor executivo ao lado de Spaihts, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert, além de Scott Z. Burns, representando a propriedade do autor do livro. O coprodutor será Kevin J. Anderson.

Diane Ademu-John duna a irmandade

Diane Ademu-John será também roteirista e produtora executiva de ‘Duna: A Irmandade’. Imagem: Warner Bros

O filme ‘Duna’ deveria ter estreado nos cinemas no ano passado, mas, como muitos outros títulos, sofreu com o atraso por causa da pandemia da Covid-19. Agora, ele chegará às telonas no dia 22 de outubro nos Estados Unidos. A data brasileira ainda não foi definida. O longa também estará disponível no serviço HBO Max.

‘Duna’ tem roteiro de Spaihts e Villeneuve, junto com Eric Roth. O elenco conta com Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Josh Brolin, Stellan Skarsgård, Dave Bautista, Zendaya, Jason Momoa, Javier Barden e Charlotte Rampling.

Esta será a segunda adaptação do livro de Frank Herbert, publicado em 1965. O longa ‘Duna’ de 1984 foi roteirizado e dirigido por David Lynch (‘Twin Peaks’).

Via: Variety

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Quem acompanha a franquia ‘Star Wars‘ já está acostumado com a ideia de que Jango Fett, pai de Boba Fett, foi a matriz para a criação do exército de clones. Mas, antes da chegada de ‘O Império Contra-ataca’ aos cinemas, Lando Calrissian quase foi um clone.

Com o sucesso do primeiro filme, ‘Uma Nova Esperança’, em 1977, a sequência logo começou a ser desenvolvida, no ano seguinte. O primeiro rascunho do roteiro ficou a cargo da escritora Leigh Brackett, com a introdução de personagens familiares, como uma irmã de Luke, Yoda e o próprio Lando.

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Mas, no texto da roteirista, havia diferenças fundamentais. Luke teria mesmo uma irmã, mas ela não seria Leia. Yoda se chamava Minch. E o ex-contrabandista, apostador e administrador da Cidade das Nuvens seria um clone.

Tanto a caracterização quanto o cenário que apresentaram Lando aos espectadores passaram por diversas mudanças, além da origem como clone. O rascunho incluía uma cena em que Han Solo explicava a Leia que era amigo de Lando.

No diálogo, o piloto contava à princesa que achava que a família de Lando era refugiada das Guerras Clônicas e citava que viajaram juntos. Apenas a parte do personagem interpretado por Billy Dee Williams ter sido um contrabandista ficou para o roteiro final.

O sobrenome de Lando seria Kadar e ele teria o título de barão. Ele então receberia Han, Leia, Luke e os dois androides acompanhado de uma mulher chamada Ethania Eredith. Depois que C-3PO fosse desmontado, Leia começaria a desconfiar das origens de Lando e questionaria Han se ele era um clone.

Lando Calrissian
A cena da traição de Lando Calrissian já estava no primeiro rascunho do roteiro e chegou ao texto final de ‘Star Wars: O império Contra-ataca’. Imagem: Reprodução

“Não sei, ele nunca me contou. Nunca pensei nisso. O que é tudo isso, afinal?”, responderia Han. A caminho do jantar com o amigo, Lando revelaria a verdade. “Sim. Sou um clone. Da família Ashardi. Meu bisavô queria muitos filhos e os produziu a partir das células de seu próprio corpo… Mas desde as guerras, não restaram muitos de nós e tentamos não chamar a atenção”, revelaria.

A traição de Lando já estava no primeiro rascunho e chegou às telonas. Outras mudanças do primeiro rascunho do roteiro para o texto final de ‘Star Wars – O Império Contra-ataca’ incluíam um nome diferente para a Cidade das Nuves. Lá, ela se chamaria Cidade Orbital de Hoth. Depois, Hoth virou o planeta gelado com a base Rebelde no começo do filme.

Infelizmente, a escritora Leigh Brackett morreu apenas dois meses depois de entregar o primeiro rascunho do roteiro do filme, vítima de um câncer. George Lucas escreveu mais dois rascunhos e eliminou a história do ex-contrabandista. Lawrence Kasdan se juntou ao trabalho e ajudou com a versão final.

Mesmo com o roteiro de Brackett não entrando como um todo, algumas ideias da escritora ficaram até o final, como a traição de Lando com Darth Vader à mesa de jantar. Além disso, a ideia dos clones foi usada na trilogia prequela e seguiu em ‘Star Wars: The Clone Wars’, com o soldado desertor Cut Lawquane.

Via: CBR

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O antigo acordo da Universal com o HBO Max não vale mais. A partir de agora, os filmes do estúdio de cinema, pertencente à Comcast Corp., vão ser hospedados pelo serviço de streaming Peacock, da mesma empresa, após o lançamento nos cinemas. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6).

O Peacock, que ganhou o nome por causa do logotipo da NBC, também da Comcast, foi lançado em julho de 2020. Ao levar os filmes do Universal Studios para o serviço, a empresa deseja entrar na competição por espaço na indústria de mídia por vídeos online.

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O contrato entre Universal e Peacock é levemente incomum. Isso porque a distribuição dos filmes na plataforma de streaming vai acontecer em no máximo quatro meses após o lançamento nos cinemas, a partir de 2022. Esse período é bem mais curto do que o intervalo de seis a nove meses entre a estreia nas telonas e chegada às televisões.

De acordo com o jornal Los Angeles Times, o contrato tem duração de cinco anos. O antigo acordo entre Universal e HBO havia sido renovado pela última vez há oito anos, em 2013. Mas, mesmo com a saída para o Peacock, o negócio atual também difere dos arranjos mais comuns.

Normalmente é feito um negócio conhecido como “Pay 1”. Os estúdios licenciam os filmes para uma rede a cabo ou serviço de streaming por um período de um ano e meio. Porém, o contrato permite que a Peacock tenha o direito de transmissão nos primeiros quatro meses. Depois, os longas podem ir a redes de terceiros por dez meses.

Espécies entram em confronto no primeiro teaser de 'Jurassic World 3: Dominion'. Imagem: Universal Pictures/Reprodução
‘Jurassic World 3: Dominion’ é um dos filmes rumo ao Peacock. Imagem: Universal Pictures/Reprodução

Nos quatro meses restantes, os filmes voltam para o Peacock. Os detalhes financeiros do acordo, contudo, não foram divulgados pela Universal. O serviço de streaming a Comcast tem uma versão gratuita e uma modalidade premium, que custa US$ 5 por mês, além de outro pacote sem comerciais, por US$ 10.

A Comcast revelou, recentemente, que sua plataforma conta com 42 milhões de inscritos, mas sem dizer quantos deles assinavam a modalidade paga. Agora, com o acordo com a Universal, filmes como ‘Jurassic World: Dominion’, ‘O Gato de Botas 2’ e ‘Minions 2: A Origem de Gru’ vão direto para o Peacock. O estúdio também vai produzir filmes originais para o serviço.

Via: Los Angeles Times

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