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E o clima está tenso na Casa das Ideias do Reino Mágico da Disney, em resposta ao processo movido pela atriz Scarlett Johansson, que viveu a personagem Natasha Romanoff, alter-ego da Viúva Negra, desde “Homem de Ferro 2”, de 2010, a companhia disse que a artista tem sido muito bem remunerada pelo trabalho no filme solo da personagem.

Segundo a Disney, Johansson recebeu, até o momento, US$ 20 milhões (cerca de R$ 100 milhões) por seu trabalho em “Viúva Negra”, valor que tende a aumentar. O processo de Johansson se deu pelo fato de a empresa do Mickey estar rodando o longa no seu serviço de streaming, o Disney+, durante a janela de exibição do filme em salas de cinema.

Scarlett Johansson é a 'Viúva Negra'. Imagem: Marvel Studios/Divulgação
Scarlett Johansson diz que a bilheteria do filme solo da heroína está sendo prejudicada pelo fato de o filme não estar exclusivamente nos cinemas. Imagem: Marvel Studios/Divulgação

Johansson defende que a exibição do filme na plataforma de streaming seria uma violação dos termos de seu contrato, a atriz também reclama que o potencial de bilheteria do filme estaria sendo prejudicado em uma estratégia para beneficiar o Disney+. “Viúva Negra” está em exibição tanto nos cinemas, quanto no streaming, mas é necessário pagar um valor extra, chamado de Premier Access, para ver o filme em casa.

Resposta firme

Em nota, um porta-voz da Disney defendeu que não há mérito no processo e usou palavras duras para criticar a ação movida por Scarlett Johansson. Segundo o representante, o processo é triste e angustiante, além de uma demonstração de desrespeito pelos efeitos globais prolongados ocasionados pela pandemia da Covid-19.

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“A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, a liberação de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access melhorou significativamente sua capacidade de ganhar uma compensação adicional, além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até agora”, dizia a nota divulgada pela empresa na noite desta quinta-feira (29).

Com informações do UOL

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Um incêndio de grandes proporções atingiu um galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, no fim da tarde desta quinta-feira (29). Estima-se que o acervo armazenado no galpão seja de mais ou menos 2.000 filmes, mas ainda não se sabe o tamanho das perdas causadas pelo fogo.

Um incidente do tipo era considerado uma “tragédia anunciada” por funcionários da instituição e profissionais do setor do audiovisual. Ao todo, foram necessários quinze caminhões do Corpo de Bombeiros e mais de 50 homens, que levaram mais de duas horas para conter as chamas, que destruíram uma boa parcela do prédio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incidente começou durante uma operação de manutenção do sistema de ar condicionado do local. Segundo a corporação, pelo menos duas salas com películas de filmes, que são feitas de acetato, um material extremamente inflamável, e uma terceira com documentos em papel foram completamente destruídas.

Importância do galpão

Fachada da unidade da Vila Leopoldina da Cinemateca Brasileira
Galpão guardava cópias de filmes, muitos deles raros, restaurados e em melhores condições do que os originais. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

O galpão da Cinemateca Brasileira atingido pelo incêndio não foi a sede da instituição, localizada na Vila Clementino, na Zona Sul da capital paulista. Porém, o local atingido  também tinha sua importância para o cinema nacional, já que guardava cópias de mais de 2.000 filmes, muitos deles raros e restaurados, apresentando condições de conservação melhores que os originais.

Infelizmente, esse não é o primeiro incidente do tipo que atinge uma instalação da Cinemateca Brasileira, outras unidades da instituição já foram atingidas por quatro incêndios e uma inundação. Agora, há o temor por parte de profissionais do audiovisual que o prédio da Vila Clementino também seja atingido por um incêndio, o que causaria uma perda inestimável.

O Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, indicou que vai solicitar uma perícia no prédio para averiguar se o incêndio foi criminoso, hipótese, porém, é remota.

Tragédia anunciada

Fachada da sede da Cinemateca Brasileira
Profissionais do audiovisual temem que incidente parecido atinja a sede da instituição em São Paulo. Crédito: Acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira

A sede da Cinemateca em São Paulo tem as cópias originais de muitos filmes e outros materiais audiovisuais que contam a história não só do cinema, mas de muitas áreas da história do Brasil. Desde 2019, quando a cultura perdeu status de ministério da administração federal, funcionários da instituição têm denunciado o que chamam de “descaso e abandono” por parte do governo Bolsonaro.

Em julho de 2020, um Ministério Público de São Paulo (MPSP) ajuizou uma ação questionando a retenção de recursos e a ausência de um gestor responsável pela instituição. No mês seguinte, 41 funcionários foram demitidos e a instituição parou de funcionar por um período.

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Em abril deste ano, os trabalhadores da Cinemateca emitiram um comunicado alertando para um elevado risco de incêndio em decorrência de falta de cuidado com o acervo, equipamentos, base de dados e instalações físicas da instituição.

Com informações da UOL

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A Disney sabe que tem várias fontes onde pode “beber água” como forma de se inspirar para fazer uma nova produção. Logo, imagine pegar o que funcionou com ‘Piratas do Caribe’, ‘A Lenda do Tesouro Perdido’, ‘Indiana Jones’ e talvez um pouco de outros estúdios, como ‘O Caminho para El Dorado’ e ‘A Múmia’, jogar tudo em um filme de aventura na selva, com dois atores de peso como protagonistas para, enfim, homenagear uma atração do Magic Kingdom? Bem, isso é ‘Jungle Cruise’, aposta de blockbuster do estúdio – afinal, US$ 200 milhões investidos.

Dirigido por Jaume Collet-Serra, que deixa de lado o gênero de terror para uma formato totalmente diferente, o novo longa da “casa do Mickey Mouse” entrega uma jornada cativante e bucólica, sem medo de mirar um estilo “Sessão da Tarde” para criar um épico romântico para toda a família. A Floresta Amazônica – sim, brasileiros. Nas terras tupiniquins -, onde o filme é ambientado, ganha ares e visual repleto de “mágia Disney”, trazendo um sentimento místico que outrora foi muito utilizado nas telonas, inclusive pela própria gigante do entrenimento, porém com traços mais delicados e sensíveis.

Jungle Cruise The Rock. Imagem: Disney/Divulgação
Dwayne Johnson é Frank e Emily Blunt é Lily em ‘Jungle Cruise’. Imagem: Disney/Divulgação

A história é a seguinte: com o intuito de descobrir uma árvore milenar com propriedades curativas únicas, poderosa o suficiente para transformar a medicina, a pesquisadora Dra. Lily Houghton (Emily Blunt) acaba embarcando em uma aventura cheia de emoção pela floresta com o Capitão Frank Wolff (Dwayne “The Rock” Johnson), que a guia rio abaixo em seu antiquado barco. Ao lado deles, há o excêntrico e atrapalhado irmão da protagonista, McGregor (Jack Whitehall) – que, vale ressaltar, é confirmado como o primeiro personagem abertamente gay da Disney.

Talvez seja uma combinação inusitada nos cinemas e sequer nunca pedida, mas ‘Jungle Cruise’ apresenta para nós uma dupla de protagonistas que, de prontidão, nos cativa. Ambos os atores são trajados com o arquetipo típico da famosa e famigerada “jornada do herói”, porém isso não é ruim de forma alguma. De um lado, The Rock (mais uma vez) interpreta, bem, ele mesmo – o personagem incrível, destemido, que topa qualquer parada e que faz o público gostar dele em qualquer cena. Equilibrando bem os lados cômico e aventureiro, o ator se diverte com as “piadas de tiozão” e abraça o status que tem de quase “imortal e intocável”. Admita: ele sozinho é o maior sucesso de Hollywood, atualmente.

Jungle Cruise The Rock. Imagem: Disney/Divulgação
The Rock interpreta ele mesmo em aventura da Disney, e tá tudo bem!. Imagem: Disney/Divulgação

Já Blunt é a mistura perfeita de Lara Croft e Indiana Jones. A personagem é esperta, destemida, teimosa e que em poucos segundos sai de uma situação totalmente perigosa com artimanha e destreza “à la MacGyver”, além de fazer uma dupla de protagonistas praticamente perfeita ao lado de The Rock. Aliás, como ninguém parou para pensar que uma atriz já tão reconhecida pudesse fazer um tipo de filme mais aventuresco? Claro que ela já mostrou a performance dela em ações como ‘Sicario’, ‘No Limite do Amanhã’ e outros, mas ‘Jungle Cruise’ é uma proposta completamente diferente. Enfim, não imaginaria outra pessoa para o papel.

De qualquer forma, ambos os personagens principais dividem a tela bem e atuam em sintonia um com o outro da mesma forma cativante e apaixonante, algo que é necessário elogiar na direção de Collet-Serra, que conseguiu mesclar a empatia e encanto de Blunt e The Rock com uma viagem nostálgica aos clássicos aventureiros mais amados pela geração millennial, ao mesmo tempo que ainda cumpriu a missão de homenagear a atração original responsável por trazer o filme à vida – sério, se você já foi ao ‘Jungle Cruise’, com certeza ficará perplexo com a quantidade de easters eggs relacionados ao “passeio queridinho” e criado pelo próprio Walt Disney.

jungle cruise crítica
The Rock e Emily Blunt fazem dupla cheia de carisma em ‘Jungle Cruise’. Imagem: Disney/Divulgação

E tal qual o produto do Magic Kingdom, o filme brinca e aflora de forma criativa com o imaginário infantil de “floresta selvagem”. Os brasileiros definitivamente serão pegos de surpresa ao perceberem que a aventura começa em Porto Velho, no estado de Rondônia. No entanto, o roteiro escrito a oito mãos acerta e erra muito em apresentar uma história que se passa no inicio do século 20 ao público – especialmente do Brasil – de 2021. Ao mesmo tempo em que o argumento de John Norville, Josh Goldstein, Glenn Ficarra e John Requa tenta fazer uma doce homenagem ao nosso País com um eletrizante passeio pelas águas do Rio Amazonas, a rica flora e fauna (incluindo tucanos, onças e botos-cor-de-rosa), lendas e mitos nacionais, a língua Tupi dos indígenas e etc, a produção erra no exagerado estereótipo… em praticamente tudo.

Veja bem, há certa recorrência de Hollywood em reforçar estereótipos, ainda mais com filmes ambientados na América do Sul. ‘Jungle Cruise’, infelizmente, apresenta os brasileiros (novamente) como um povo menos civilizado e a Amazônia como um lugar “cheio de perigos e pouco explorada, repleta de animais selvagens que irão te matar a qualquer momento”. Para alguns, o fator pode incomodar um pouco e, para outros, até demais. Venhamos e convenhamos, é difícil não ficar levemente chateado com alguns aspectos que referenciam (querendo ou não) a “doutrina do destino manifesto”, ainda mais quando o personagem de The Rock domestica uma onça como se fosse algo comum por aqui.

Um ponto positivo em meio aos chavões do novo longa da Disney é, com certeza, a atuação de Whitehall como McGregor. Quase um protagonista, o ator de ‘Bad Education’ abraça o papel clichê de “amigo gay” dos atores principais, todavia com a oportunidade de roubar a cena sempre que possível. Engraçado e bem construído durante todo o longa, o personagem talvez seja o ponto mais alto de todo ‘Jungle Cruise’. Mesmo assim, a Disney comete o mesmo erro com o Lefou de Josh Gad em ‘A Bela e a Fera’ (2016) e não aborda a homossexualidade do irmão de Lily de forma mais explícita – é 2021, pessoal. E o filme não é “livre para todas as idades”, caso isso for um problema. Já está mais do que na hora.

jungle cruise crítica
Jack Whitehall interpreta o primeiro personagem abertamente gay da Disney em ‘Jungle Cruise’. Imagem: Disney/Divulgação

Outros destaques do filme são os vários plot twists, algo que o diretor por trás de ‘A Casa de Cera’ não poderia deixar faltar, mesmo em uma aventura para a família. Não obstante, ‘Jungle Cruise’ peca por estender a narrativa mais do que o necessário. A produção de 127 minutos (mas que parece ter uma duração muito maior) se assemelha a um “gráfico em V”, sabe? Começa bem e, em seguida,se arrasta por um certo tempo, quase perdendo o “fio da meada” no meio da trama. Felizmente, o longa se recupera fornecendo surpresas gratas para não perder o público e atinge um clímax estupendo e cheio de ação graças à boa dinâmica Johnson-Blunt. Mesmo conseguindo se esquivar do fator “cansativo”, Collet-Serra poderia ter desenvolvido uma trama mais enxuta.

Aventure-se – e fique maravilhado – com ‘Jungle Cruise’

‘Jungle Cruise’ é uma surpresa agradável e digna de se assistir nas telonas. Ao mesmo tempo que é empossado com o propósito de homenagear a própria Disney, a aventura não esconde a inspiração em muitos outros longas dentro do gênero, como ‘Indiana Jones’ e ‘A Múmia’. As cenas de ação tornam a experiência cinematográfica ainda mais impressionante, em meio a efeitos visuais que – mesmo com downgrade em alguns momentos – são muito bem executados e figurinos de época que são um deleite à parte.

Comparado com outras tentativas semelhantes de transformar atrações de parques temáticos em fontes de receita, como ‘Mansão Mal-Assombrada’ ou ‘Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível’, a produção estrelada por The Rock e Blunt é uma aventura que remete aos clássicos e que, em 2021, preenche um vazio deixado por franquias icônicas como ‘Piratas do Caribe’ e ‘A Lenda do Tesouro’, podendo se tornar a próxima grande saga do gênero das telonas.

‘Jungle Cruise’ é aventura que diverte à moda antiga. Imagem: Disney/Divulgação

De qualquer forma, o que há de errado com um bom escapismo à moda antiga? Absolutamente nada. ‘Jungle Cruise’ soa démodé, mas dá entretenimento ao público de uma forma tão animada, além de ser um blockbuster que traz lições valiosas, e não foge da oportunidade de falar a respeito de diversidade de gênero, importância da família, preservação ambiental e amizade.

Ficou ansioso para ‘Jungle Cruise‘? No Brasil, o filme estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 29 de julho, e no Disney+ um dia depois por meio do Premier Access – serviço que exige um pagamento único adicional e estará disponível por tempo limitado. Saiba mais sobre a nova aventura com a sinopse e o trailer abaixo:

“Frank (Dwayne Johnson) trabalha como capitão de um barco em uma atração turística totalmente fantasiosa. Quis o destino que suas verdadeiras habilidades fossem colocadas à prova. Isso acontece quando ele conhece Lily (Emily Blunt), uma exploradora que não mede consequências para dar andamento em suas investigações. Quando ela e o irmão (Jack Whitehall) contratam Frank para comandar a embarcação numa expedição de verdade, em busca de um misterioso segredo, os perigos que os aguardavam eram mais reais do que podiam imaginar. Do mesmo roteirista de Logan (2017) e Blade Runner 2049 (2017), e do mesmo diretor de Sem Escalas (2014) e Desconhecido (2011). Baseado em um parque temático da Disney.”

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O filme ‘Duna’ ainda nem estreou nos cinemas, mas sua prequela já está sendo desenvolvida pela HBO Max. A série da plataforma de streaming terá Diane Ademu-John como showrunner. Ela também vai trabalhar como roteirista e produtora executiva da série, de acordo com a revista norte-americana Variety.

A série, chamada ‘Duna: A Irmandade’, teria Jon Spaihts, que escreveu os roteiros de ‘Doutor Estranho‘ e ‘Passageiros’, no lugar de Ademu-John. Ele é o roteirista do filme ‘Duna’ e, para se concentrar no roteiro da continuação cinematográfica, Spaihts deixou o cargo em novembro de 2019.

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Diane Ademu-John tem, entre os principais trabalhos, ‘A Maldição da Mansão Bly’, série de terror da Netflix. Nela, a profissional atuou como produtora executiva e roteirista. Ela também foi produtora executiva de ‘Empire: Fama e Poder’, da Fox, e de ‘Os Originais’, spin-off de ‘Diários de um Vampiro’, na qual também trabalhou.

A série ‘Duna: A Irmandade’ foi encomendada direto para o HBO Max em junho de 2019. Ela acontece no mesmo universo dos livros ‘Duna’, de Frank Herbert. A história da série é contada através do ponto de vista da Bene Gesserit, uma misteriosa ordem de mulheres.

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Essas mulheres têm habilidades extraordinárias de domínio do corpo e da mente, por isso elas tecem a política feudal e a intriga do Império. Para executar planos próprios, elas vão parar no planeta Arrakis, conhecido pelos habitantes como ‘Duna’.

O episódio piloto deve ser dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049” e ‘Sicario’). Ele será produtor executivo ao lado de Spaihts, Brian Herbert, Byron Merritt e Kim Herbert, além de Scott Z. Burns, representando a propriedade do autor do livro. O coprodutor será Kevin J. Anderson.

Diane Ademu-John duna a irmandade

Diane Ademu-John será também roteirista e produtora executiva de ‘Duna: A Irmandade’. Imagem: Warner Bros

O filme ‘Duna’ deveria ter estreado nos cinemas no ano passado, mas, como muitos outros títulos, sofreu com o atraso por causa da pandemia da Covid-19. Agora, ele chegará às telonas no dia 22 de outubro nos Estados Unidos. A data brasileira ainda não foi definida. O longa também estará disponível no serviço HBO Max.

‘Duna’ tem roteiro de Spaihts e Villeneuve, junto com Eric Roth. O elenco conta com Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Josh Brolin, Stellan Skarsgård, Dave Bautista, Zendaya, Jason Momoa, Javier Barden e Charlotte Rampling.

Esta será a segunda adaptação do livro de Frank Herbert, publicado em 1965. O longa ‘Duna’ de 1984 foi roteirizado e dirigido por David Lynch (‘Twin Peaks’).

Via: Variety

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O filme de animação ‘Injustive’, da DC, teve o elenco de voz revelado pela Warner Bros. Home Entertainment. Além de anunciar os dubladores da versão em inglês do longa, o estúdio também divulgou a primeira imagem da nova produção.

O Superman será dublado por Justin Hartley (‘Smallville’ e ‘This Is Us’). O Batman vai ter a voz de Anson Mount (‘Star Trek: Discovery’). Além dos dois, o elenco de voz tem uma série de outros dubladores, listados abaixo.

  • Laura Bailey como Lois Lane e Rama Kushna
  • Zach Callison como Damian e Jimmy Olsen
  • Brian T. Delaney como Lanterna Verde
  • Brandon Michael Hall como Cyborg
  • Edwin Hodge como Senhor Incrível e Crocodilo
  • Oliver Hudson como Homem-Borracha
  • Gillian Jacobs como Harley Quinn
  • Yuri Lowenthal como Mestre do Espelho, Flash e Shazam
  • Derek Phillips como Asa Noturna e Aquaman
  • Kevin Pollak como Coringa e Jonathan Kent
  • Anika Noni Rose como Mulher Gato
  • Reid Scott como Arqueiro Verde e Victor Zsasz
  • Faran Tahir como Ra’s al Ghul
  • Fred Tatasciore como Capitão Átomo
  • Janet Varney como Mulher Maravilha
  • Andrew Morgado como soldado do Mestre do Espelho
Primeira imagem divulgada de ‘Injustice’. Imagem: Warner

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O filme é baseado no jogo ‘Injustice: God Among Us’, lançado em abril de 2013, para PS3, Xbox 360 e Wii U. Game de luta, ele se passa no reino de ‘Mortal Kombat’ e coloca os heróis e vilões da DC uns contra os outros em combate.

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No mundo de ‘Injustice’, o Superman enlouquece após matar acidentalmente Lois Lane, o que leva o Batman a recrutar outros heróis para deter o criptoniano. Há ainda uma série de quadrinhos prequela, lançada digitalmente.

O novo filme de animação da DC será dirigido por Rick Morales e deve chegar direto para home video no outono no hemisfério norte deste ano, a primavera do hemisfério sul.

Via: CBR

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A segunda temporada de ‘Loki‘ está confirmadíssima e, além disso, já está em pré-produção. Em entrevista ao portal Marvel.Com, o intérprete do “deus da trapaça”, Tom Hiddleston, comentou que está animado com o novo ano da série e revelou que conversas sobre o roteiro já estão acontecendo.

“Estou muito grato pelo que fizemos na primeira temporada, ainda não sou capaz de processar que poderemos fazer tudo isso de novo. Estou tão animado com as possibilidades. Já estamos tendo debates bem, bem profundos. Mal posso esperar para começar”, afirmou o ator.

Tom Hiddleston: Loki em cena da série – que terá segunda temporada. Imagem: Chuck Zlotnick. ©Marvel Studios 2021. All Rights Reserved.

Hiddleston ainda agradeceu o apoio dos fãs da produção e avisou que a sequência terá ainda mais surpresas. “Sem a audiência, não seríamos capazes de continuar. O primeiro ano foi cheio de fascínio e eu acho que o segunda temporada terá ainda mais”, concluiu.

Marvel Studios confirmou a renovação da série do Disney+ na última quarta-feira (14), em um anúncio no meio dos créditos finais do season finale da produção. Nas redes sociais, os fãs foram à loucura quando viram, nos minutos finais do episódio, o arquivo do caso do protagonista sendo marcado com um selo que diz: “Loki retornará na 2ª temporada”.

Marvel confirma segunda temporada de 'Loki'. Imagem: Disney+/Reprodução
Marvel confirma segunda temporada de ‘Loki’. Imagem: Disney+/Reprodução

Ainda não foram reveladas informações sobre data e nem sobre o elenco, mas de acordo com o Deadline, devemos ter mais informações em breve. Em entrevista ao site, inclusive, Hiddleston já havia dado a entender que a primeira temporada da produção “não seria o fim” do caminho. “Aprendi, neste ponto, depois de me despedir do personagem mais de duas vezes, talvez duas vezes e meia, a não fazer suposições”, brincou o ator.

Todos os seis episódios da primeira temporada de ‘Loki‘ já estão disponíveis no Disney+.

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O diretor James Gunn usou sua conta oficial no Twitter, logo nas primeiras horas desta terça-feira (13), para confirmar o encerramento das filmagens da primeira temporada da série ‘Peacemaker’. Ele dirige a produção original da plataforma de streaming HBO Max.

O anúncio da conclusão de mais um trabalho chega a duas semanas do lançamento de outro produto do diretor, ‘O Esquadrão Suicida’, da DC. A série já gravada é um spinoff para a plataforma de streaming, com John Cena reprisando seu papel, no protagonista que dá título à trama.

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Ainda de acordo com James Gunn, foram precisos 131 dias para filmar todos os oito episódios da série para o HBO Max. O diretor ainda comemorou a forma como conseguiu conduzir o trabalho, desde a apresentação para a plataforma de streaming.

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“Menos de um ano atrás eu apresentei uma ideia vaga para o HBO Max. Aqui estamos, onze meses depois com oito espantosos episódios na lata. Elenco e equipe: eu amo todos vocês. Obrigado por colocarem seus corações e almas nesse projeto”, escreveu o diretor.

‘Peacemaker’ sinaliza que a WarnerMedia está confiante no sucesso de ‘O Esquadrão Suicida’ de Gunn. O novo filme nada tem a ver com o longa de mesmo título de 2016, de David Ayers, que recebeu diversas críticas negativas. A versão atual tem seu próprio caminho, não se apega à continuidade e nem se conecta a outros filmes da DC.

‘O Esquadrão Suicida’ ainda não estreou, mas já rendeu o spinoff ‘Peacemaker’. Imagem: WarnerBros/Divulgação

Além de Cena, o elenco de ‘Peacemaker’ conta com Steve Agee, como John Economos, Danielle Brooks, como Leota Adebayo, Robert Patrick, como Auggie Smith, Jennifer Holland, como Emilia Harcourt, Chris Conrad, como Adrian Chase / Vigilante, e Chukwudi Iwuji, como Clemson Murn. James Gunn escreveu todos os episódios e dirigiu cinco deles. Os outros três foram dirigidos por Jody Hill, Brad Anderson e Rosemary Rodriguez.

A série ainda não tem data de estreia, mas expectativa é que chegue ao HBO Max depois de janeiro de 2022. Já o filme ‘O Esquadrão Suicida‘, após a estreia nos cinemas brasileiros marcada para 28 de julho, deve chegar à plataforma de streaming logo em seguida.

Via: Collider

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Os produtores da série “Queer Eye”, grande sucesso da Netflix, estão trabalhando no desenvolvimento de um novo reality show, esse com um tema bem mais triste. O novo programa busca por pessoas que perderam quantias em dinheiro por simplesmente terem esquecido quais as senhas de suas respectivas carteiras digitais com criptomoedas nelas.

O anúncio foi feito por meio de uma chamada de elenco publicada em um site de recrutamento de atores e no LinkedIn, a qual o repórter de tecnologia do The New York Times Taylor Lorenz teve acesso. O anúncio diz que os produtores procuram por pessoas que perderam suas senhas e estão prestes a perder seu dinheiro por não terem acesso a suas carteiras digitais de Bitcoins ou de outras criptomedas.

Anúncio de casting no LinkedIn
Anuncio de recrutamento para série feito no LinkedIn. Crédito: Reprodução/LinkedIn

No anúncio é descrito que durante os episódios os participantes contarão com a ajuda de especialistas treinados que tentarão orientá-los da melhor forma possível para que eles tentem recuperar suas chaves de acesso. Isso sugere que o mote do programa pode ser acompanhar uma pessoa tentando recuperar sua senha e tendo ou não sucesso nessa missão.

Épico ou sádico?

Caso seja um conteúdo original Netflix, pode se tratar de um programa com histórias de final feliz de pessoas que recuperaram quantias significativas em dinheiro. Ou, também pode ser um olhar sádico sobre pessoas que perderam, talvez, a economia de uma vida por terem esquecido uma sequência de letras e números para acessar uma carteira digital.

Esse tipo de incidente, inclusive, é bem mais comum do que se pode imaginar, com pessoas que esquecem as senhas ou simplesmente perdem o acesso às máquinas em que anotaram localmente as senhas. Uma dessas histórias é a do alemão Stefan Thomas, que tem apenas mais duas tentativas para acessar seus 7.002 Bitcoins.

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Caso ele não consiga se lembrar da chave de acesso, perderá o acesso a nada menos do que US$ 234 milhões, o equivalente a R$1,2 bilhão, pelo simples fato de ter perdido o papel onde anotou a senha quando a criou. Até o momento, ele já usou oito de suas dez tentativas de acessar a conta, na décima, caso erre, ele não terá mais como reaver a fortuna.

Caso o reality show saia do papel, a história de Thomas certamente seria uma das mais empolgantes e com o final mais imprevisível para o programa.

Com informações do Futurism

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O criador da série de sucesso ‘Breaking Bad’, Vince Gilligan, fechou um novo acordo com a Sony Pictures Television. O contrato atual entre as partes tem validade de quatro anos. A parceria entre o criador e o estúdio é uma das mais duradouras e, além de ‘Breaking Bad’, gerou outra série e um filme da franquia.

Além de criador, Gilligan é diretor, produtor e roteirista. Ele cocriou a série ‘Better Call Saul’, prequela de ‘Braking Bad’, e o filme ‘El Camino: A Breaking Bad Movie’, sequência. De lá para cá, 15 anos se passaram de trabalho do criador com a Sony.

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“Recentemente, eu estava conversando com meus excelentes agentes e eles me lembraram que meu contrato atual estava no fim. Eu ponderei minhas opções por talvez vinte segundos, então decidi reafirmar”, disse o diretor, produtor e roteirista.

Para Gilligan, o novo acerto não precisava de muitas ponderações. “A Sony é muito generosa comigo, eles têm sido um ótimo lugar para trabalhar e eu gosto de todos lá, de Tony Vinciquerra, Jeff Frost e Jason Clodfelter em diante. Além disso, depois de já ter gasto quinze anos, estou apenas uma década antes de receber um walkman dourado”, emendou.

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O novo acordo entre criador e estúdio chega aos oito dígitos, de acordo com o site Deadline. Assim, ele segue trabalhando em ‘Better Call Saul’, série que está com a sexta e última temporada em produção e tem Bob Odenkirk como protagonsita.

A Sony também celebrou a renovação com o renomado profissional. “Ele é um membro integrante da família Sony Pictures, um gênio criativo inimitável em tudo o que faz e um amigo notável. Ele tem sido fundamental para o sucesso da Sony Pictures Television e não há palavras para expressar o quanto estamos entusiasmados com o fato de Vince continuar a criar histórias inovadoras e importantes conosco”, disseram Jeff Frost, presidente dos estúdios, e Jason Clodfelter, copresidente.

A sexta e última temporada de ‘Better Call Saul’ está em produção. Imagem: Divulgação

Para não ficar de pernas para o ar após acabar esse programa, Gilligan já está desenvolvendo um novo projeto para a companhia, por meio de sua empresa, a High Bridge Productions.

Em toda sua carreira, Vince Gilligan já foi indicado a 61 prêmios e venceu 17. Entre eles, dois Emmys por ‘Breaking Bad’. ‘Better Call Saul’ recebeu 40 indicações ao prêmio, e recebeu dois por vídeos curtos.

Via: Deadline

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Quem acompanha a franquia ‘Star Wars‘ já está acostumado com a ideia de que Jango Fett, pai de Boba Fett, foi a matriz para a criação do exército de clones. Mas, antes da chegada de ‘O Império Contra-ataca’ aos cinemas, Lando Calrissian quase foi um clone.

Com o sucesso do primeiro filme, ‘Uma Nova Esperança’, em 1977, a sequência logo começou a ser desenvolvida, no ano seguinte. O primeiro rascunho do roteiro ficou a cargo da escritora Leigh Brackett, com a introdução de personagens familiares, como uma irmã de Luke, Yoda e o próprio Lando.

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Mas, no texto da roteirista, havia diferenças fundamentais. Luke teria mesmo uma irmã, mas ela não seria Leia. Yoda se chamava Minch. E o ex-contrabandista, apostador e administrador da Cidade das Nuvens seria um clone.

Tanto a caracterização quanto o cenário que apresentaram Lando aos espectadores passaram por diversas mudanças, além da origem como clone. O rascunho incluía uma cena em que Han Solo explicava a Leia que era amigo de Lando.

No diálogo, o piloto contava à princesa que achava que a família de Lando era refugiada das Guerras Clônicas e citava que viajaram juntos. Apenas a parte do personagem interpretado por Billy Dee Williams ter sido um contrabandista ficou para o roteiro final.

O sobrenome de Lando seria Kadar e ele teria o título de barão. Ele então receberia Han, Leia, Luke e os dois androides acompanhado de uma mulher chamada Ethania Eredith. Depois que C-3PO fosse desmontado, Leia começaria a desconfiar das origens de Lando e questionaria Han se ele era um clone.

Lando Calrissian
A cena da traição de Lando Calrissian já estava no primeiro rascunho do roteiro e chegou ao texto final de ‘Star Wars: O império Contra-ataca’. Imagem: Reprodução

“Não sei, ele nunca me contou. Nunca pensei nisso. O que é tudo isso, afinal?”, responderia Han. A caminho do jantar com o amigo, Lando revelaria a verdade. “Sim. Sou um clone. Da família Ashardi. Meu bisavô queria muitos filhos e os produziu a partir das células de seu próprio corpo… Mas desde as guerras, não restaram muitos de nós e tentamos não chamar a atenção”, revelaria.

A traição de Lando já estava no primeiro rascunho e chegou às telonas. Outras mudanças do primeiro rascunho do roteiro para o texto final de ‘Star Wars – O Império Contra-ataca’ incluíam um nome diferente para a Cidade das Nuves. Lá, ela se chamaria Cidade Orbital de Hoth. Depois, Hoth virou o planeta gelado com a base Rebelde no começo do filme.

Infelizmente, a escritora Leigh Brackett morreu apenas dois meses depois de entregar o primeiro rascunho do roteiro do filme, vítima de um câncer. George Lucas escreveu mais dois rascunhos e eliminou a história do ex-contrabandista. Lawrence Kasdan se juntou ao trabalho e ajudou com a versão final.

Mesmo com o roteiro de Brackett não entrando como um todo, algumas ideias da escritora ficaram até o final, como a traição de Lando com Darth Vader à mesa de jantar. Além disso, a ideia dos clones foi usada na trilogia prequela e seguiu em ‘Star Wars: The Clone Wars’, com o soldado desertor Cut Lawquane.

Via: CBR

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