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Como olhar nos “olhos” de um robô poderia afetar as suas decisões? Cientistas desenvolveram um experimento para encontrar essa resposta.

A proposta foi fazer com que as pessoas jogassem contra um humanoide. E os pesquisadores descobriram que quando o robô olhava para os jogadores humanos durante a sessão, isso acabava alterando o comportamento e a estratégia dos participantes.

Durante o teste, os voluntários foram monitorados por eletroencefalografia e houve mudanças significativas na atividade neural sempre que eram encarados pelo dispositivo.

Ao todo, 40 participantes sentaram-se em frente a um robô humanoide iCub, competindo em um jogo em uma tela de computador horizontal, na qual dois carros simulados corriam de frente um para o outro.

Pouco antes do momento do impacto, o jogo parava e os participantes eram solicitados a olhar para o robô – que encontraria seu olhar ou desviaria o olhar. Nesse instante, os participantes tiveram que decidir se deixavam seus carros andar à frente ou se desviariam para o lado.

Os resultados do experimento mostraram que o olhar de retorno do robô não influenciou as escolhas feitas por jogadores humanos individuais, mas os participantes geralmente responderam mais rápido no jogo quando o iCub desviou os olhos.

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Uma equipe internacional de cientistas fez um estudo que mostra previsões sobre como e quando o Sistema Solar vai deixar de existir.
Segundo a pesquisa publicada na revista Nature Astronomy, o astro-rei vai morrer daqui a aproximadamente 10 bilhões de anos.

O Sol já tem cerca de 4,6 bilhões de anos, assim como outros objetos do Sistema Solar. A maior probabilidade é que a nossa estrela vai se transformar em uma gigante vermelha daqui a 5 bilhões de anos. Até lá, o núcleo da estrela vai encolher, mas as camadas externas vão se expandir até a órbita de Marte, absorvendo a Terra no processo. Isso se até lá nosso planeta ainda estiver no mesmo lugar.

Como o brilho do Sol aumenta cerca de 10% a cada bilhão de anos, a vida humana tem aproximadamente um bilhão de anos restantes.

Depois da fase de gigante vermelha, o Sol deve se tornar uma anã branca e, em seguida, explodir e terminar como uma nebulosa planetária, que é o destino da vida ativa de 90% de todas as estrelas do universo conhecido.

Se a humanidade durar até lá, é bom que já se tenha descoberto como viver em outros planetas, e como chegar até eles!!

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Cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos Estados Unidos, afirmam ter atingido o ponto de “ignição de fusão nuclear” em testes de ambiente controlado, estabelecendo um novo limite energético e recriando temperaturas extremas, encontradas naturalmente apenas em estrelas como o Sol.

A “ignição” é o ponto energético onde uma fusão nuclear se torna auto suficiente. Em outras palavras, a reação energética não precisa de estímulos externos para se manter firme e produzir mais energia do que o necessário. É o que acontece normalmente nas estrelas, mas é algo bem difícil de ser reproduzido em laboratório.

O estudo americano foi o primeiro na história a chegar a um volume de produção energética muito maior do que qualquer outra situação experimentada, mesmo sendo um experimento da Física e não tenha o objetivo de produzir energia para ser explorada comercialmente.

A ignição da fusão nuclear é um dos maiores objetivos dos especialistas em Física, e nos coloca mais perto de fontes de energia que não são apenas mais limpas, como também têm potencial para serem inesgotáveis.

O desafio é criar um gerador que produza mais energia do que foi utilizada para dar “partida” no sistema.

O estudo também permite recriar as condições de alguns dos estados mais extremos do universo, como os minutos que vieram logo após o Big Bang. A fusão controlada em laboratório é um dos desafios que definem a ciência na era atual, e a conquista significa um passo bem amplo à frente.

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Neurocientistas e cientistas da computação da Universidade de Princeton e da Baylor College of Medicine produziram um novo e extenso mapa dos circuitos cerebrais. O trabalho de cinco anos com imagens funcionais do cérebro de camundongos, apresenta detalhes de inúmeras partículas do órgão, como os neurônios e as terminações nervosas.

O projeto, denominado MICrONS, foi financiado pela Intelligence Advanced Research Projects Activity para aperfeiçoar o aprendizado de máquina, por meio da engenharia reversa dos algoritmos do cérebro. O estudo é, portanto, um diálogo entre a neurociência e a ciência de dados.

Um dos pesquisadores explicou que eles trataram o cérebro como se fosse um computador.

Foram usadas cerca de 200.000 imagens digitais de células e as conexões entre elas, muitas das quais nunca haviam sido capturadas de forma completa antes. Eles acreditam que essas informações biológicas inéditas devem levar os estudos de teorias de computação neural a um outro nível.

Um dos objetivos da pesquisa foi extrair dados para ampliar o entendimento sobre a inteligência artificial. No entanto, também pode trazer novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais em pacientes humanos.

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Um meteoro explodiu no céu da Noruega ao cair em uma floresta a 60 km da cidade de Oslo. O local é de difícil acesso, mas moradores da região contam que ouviram um alto som explosivo, seguido por uma forte corrente de ar.

O episódio, ocorrido no último dia 25, marca o terceiro incidente mais notável envolvendo um objeto do espaço entrando na Terra este ano. Em março, um meteoro cruzou os céus da Inglaterra, País de Gales e o norte da França, além de outro passar por Vermont, nos EUA, no mesmo mês.

Nas imagens registradas por diversos moradores, o meteoro que iluminou o céu noturno da Noruega é “estranhamente grande” e deixou uma trilha de flashes de luz em torno de 1h da manhã, antes de cair na região conhecida como “Finnemarka”, com densas florestas e de difícil acesso. Por causa disso, especialistas estimam que a recuperação de fragmentos possa levar até 10 anos.

Segundo um pesquisador da Rede Norueguesa de Meteoros, o objeto chegou a uma velocidade média de 72 mil quilômetros por hora, e deixou um rastro de luz denso o suficiente para iluminar a noite por algo entre 3 e 5 segundos.

Milhares de episódios desse tipo ocorrem todo dia, mas normalmente são pequenos demais para serem vistos a olho nu, ou passam por regiões inabitadas.

Aqui no Brasil, duas chuvas de meteoros devem movimentar o céu noturno nos próximos dias. Na madrugada entre quinta-feira e sexta-feira ocorre a máxima da Alfa Capricornídeas e, na noite seguinte, entre sexta e sábado, a máxima da Delta Aquáridas do Sul.

Esse ano, a Lua em fase minguante deve atrapalhar a visualização, mas até ela nascer por volta da meia noite, o céu vai estar escuro o suficiente para se observar uma boa quantidade de meteoros.

O ideal é procurar um local afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Se o tempo estiver bom, sem muitas nuvens no céu, essa vai ser uma boa oportunidade para todos aqueles que gostam de assistir esse fenômeno brilhante da natureza.

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O corpo de um foguete descartado no espaço há 48 anos deve reentrar na atmosfera terrestre neste final de semana. É o segundo estágio do foguete soviético Kosmos-3M, que foi lançado em 26 de dezembro de 1973.

O foguete colocou em órbita o satélite Aureole-2, para investigar a atmosfera superior da Terra em latitudes elevadas e estudar a natureza das auroras polares.

Quando foi lançado, o segundo estágio do Kosmos-3M tinha mais de 20 toneladas, mas depois de queimar o combustível, ele ficou com “apenas” cerca de 1 tonelada e meia. É uma peça cilíndrica com 6 metros de comprimento e 2,4 metros de diâmetro. Nada tão pequeno e nem tão leve ao ponto de não causar preocupação ao se saber que vai cair na Terra a qualquer momento.

A boa notícia é que a reentrada na atmosfera deve vaporizar até 80% do material metálico do objeto, e se espera ver apenas um belo show de luzes no céu.

A reentrada está prevista para ocorrer entre a tarde da próxima sexta e a manhã do sábado.

Quando estiver em queda mais acelerada, o corpo do foguete deve completar 17 órbitas ao redor da Terra, e 4 delas passam sobre o Brasil. Isso significa que há uma pequena possibilidade da reentrada ocorrer sobre o território brasileiro.

A gente, claro, vai ficar de olho!!!

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Em um bilhão de anos, um aglomerado composto por milhares de estrelas pode se dissolver e se transformar em uma multidão de dezenas de buracos negros. E este destino pode ser fruto da ação de campos gravitacionais do interior desses aglomerados estelares. Essa conclusão é resultado de um novo estudo coordenado por pesquisadores da Universidade de Barcelona, na Espanha.

Para chegar a esses resultados, os cientistas analisaram alguns dos chamados aglomerados globulares, que são coleções densamente compactadas de estrelas antigas. Eles possuem uma forma aparentemente esférica e podem conter até milhões de estrelas. Só na Via Láctea, existem mais de 150 aglomerados globulares.

O foco maior da pesquisa foi Palomar 5, um aglomerado de estrelas localizado a mais ou menos 65.000 anos-luz da Terra, na constelação de Serpens. Palomar 5 é um dos aglomerados globulares mais esparsos conhecidos pelo homem.

Para efeito de comparação, ela tem cerca de 10.000 vezes a massa do sol e 130 anos-luz de diâmetro, contra 200.000 vezes a massa do sol e 20 anos-luz de diâmetro de um aglomerado globular médio. Além disso, ela é conhecida por duas longas caudas que fluem dela.

A hipótese dos pesquisadores é de que a atual natureza esparsa e as longas caudas podem ser consequência da existência de mais de 100 buracos negros espalhados por ela. Os cientistas simularam as órbitas e a evolução de cada estrela dentro de Palomar 5 até a desintegração do aglomerado globular.

Os cálculos da equipe sugerem que dentro de 1 bilhão de anos, Palomar 5 pode ter ejetado todas as estrelas, deixando apenas buracos negros para trás.

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Parece que armas que ‘fritam’ o cérebro não são só coisa de filme. Esse microondas que pode causar lesões no cérebro foi desenvolvido pela empresa norte-americana WaveBand Corporation, em 2014. Era um protótipo, destinado aos fuzileiros navais dos EUA.

Segundo o jornal britânico The Guardian, cientistas que sabiam sobre o projeto afirmaram que não aconteceram testes em humanos por ética. Assim, o projeto de arma que frita o cérebro foi cancelado. Além dos Estados Unidos “vários países” desenvolveram essas armas microondas.

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“O estado dessa ciência foi em sua maior parte, senão abandonado, praticamente deixado de lado nos Estados Unidos – mas não foi em outro lugar”, disse o professor de neurologia e ética James Giordano, do Centro Médico da Universidade de Georgetown.

O professor é também bolsista sênior em biotecnologia, biossegurança e ética no US Naval War College. No final de 2016, ele foi contratado como conselheiro pelo governo, após cerca de duas dúzias de diplomatas norte-americanos adoecerem em Havana, capital de Cuba.

Esses profissionais sofreram de problemas neurológicos causados por uma arma de energia direcionada misteriosa. Giordano participou de uma avaliação para o Comando das Forças Especiais dos EUA sobre países que estaria desenvolvendo essa tecnologia.

Em 2016 e em 2018, diplomatas norte-americanos apresentaram problemas neurológicos. Imagem: Shutterstock

“Ficou claro que parte do trabalho que foi conduzido na ex-União Soviética foi retomado pela Rússia e seus proxies satélites”, disse o professor. Giordano ainda acrescentou que a China desenvolveu dispositivos de energia direcionada, mas para testar a estrutura de vários materiais.

A tecnologia em questão, porém, pode ser adaptada para armas. Diplomatas e oficiais de inteligência dos Estados Unidos também surgiram com lesões cerebrais, na China, em 2018, em uma segunda onda do problema. Giordano, porém, não pode dar mais detalhes sobre que país desenvolveu qual tipo de dispositivo.

“Isso foi importante – e um tanto assustador – para nós, porque representou um estado de avanço e sofisticação desses tipos de instrumentos que até então não se pensava ser realizado”, concluiu o professor.

Via: Boing Boing

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Para quem não sabe, a primeira informação importante é a de que o tardígrado é as criaturas mais resistentes do planeta. Medindo menos de um milímetro de comprimento, esses seres vivos conseguem sobreviver a fogo, gelo, altas pressões e até o vácuo do espaço. Agora, cientistas colocaram os minúsculos bichinhos a mais uma prova: disparo de uma arma em alta velocidade.

A astroquímica Alejandra Traspas e o astrofísico Mark Burchell, ambos da Universidade de Kent, no Reino Unido, fizeram o experimento para descobrir se organismos semelhantes aos tardígrados poderiam sobreviver a certas condições no espaço, para saber onde e como podemos encontrar vida extraterrestre no Sistema Solar, além de como evitar contaminá-la. Os invertebrados microscópicos mantiveram a fama e resistiram. Pelo menos, parcialmente.

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Conhecidos como “ursos d’água”, eles são onipresentes na Terra, encontrados em ecossistemas terrestres e aquáticos. Os bichos sobrevivem a condições absurdas, capazes de secar, reconfigurar os corpos e entrar em animação suspensa. A estratégia é relativamente simples. Eles retraem as oito patas e a cabeça e se deixam desidratar. Por anos!

Essa capacidade levantou o questionamento sobre quão violento impacto a criatura ainda é capaz de sobreviver. A resposta pode dar a probabilidade de os tardígrados sobreviverem em lugares como a nossa Lua ou Fobos, a lua de Marte, que poderia ter sido impactada por material ejetado dos dois planetas, potencialmente carregando vida. Ou até mesmo nas águas geladas de Europa e Encélado, luas de Júpiter e Saturno, respectivamente.

Com isso tudo em mente, a dupla usou uma arma de gás leve de dois estágios, para acelerar projéteis. Pólvora e um gás leve, como hidrogênio ou hélio, sob pressurização rápida são usados para chegar a até 8 quilômetros por segundo.

Tardígrados usados no experimento
Tardígrados usados no experimento. Imagem: Reprodução

Os pesquisadores usaram de duas a três cobaias de uma espécie de tardígrado de água doce, congelados para induzir o estado de hibernação. Os bichos carregaram projéteis, disparados contra alvos de areia em uma câmara de vácuo, em uma faixa de velocidades de 0,556 a 1 quilômetros por segundo.

Para isolar os tardígrados, o alvo foi despejado em água. Depois de separar o microscópico ser, os cientistas observaram quanto tempo eles levariam para voltar do estado de hibernação. Como controle, eles deixaram 20 tardígrados congelados e não disparados.

Os bichos de controle se recuperaram após cerca de 8 ou 9 horas. Já aqueles que sofreram o impacto e sobreviveram a velocidade de 825 metros por segundo, mas demoraram a se recuperar, o que sugere dano interno. Os bichos na velocidade mais alta, 901 metros por segundo, ficaram congestionados.

“Nos tiros de até e incluindo 0,825 quilômetros por segundo, tardígrados intactos foram recuperados após o tiro, mas nos tiros de alta velocidade apenas fragmentos de tardígrados foram recuperados”, escreveram os pesquisadores no artigo, publicado na revista científica Astrobiology.

Os resultados mostram que o limite de velocidade de impacto para a sobrevivência dos tardígrados está entre os dois números. Eles equivalem a uma pressão de choque de 1,14 gigapascals, dando algumas restrições sérias em sua capacidade de sobrevivência ao impacto.

Assim, material ejetado da Terra atinge a Lua na faixa de sobrevivência. A notícia, porém, não é tão boa quando se trata de Fobos. Estima-se que o material de Marte impacta aquela lua a velocidades de 1 e 4,5 quilômetros por segundo. O segundo caso impossibilita a sobrevivência dos tardígrados. E, caso sobrevivessem, a forte radiação solar cósmica faria com que não durassem muito tempo.

“O fato de estruturas complexas sofrerem danos em eventos de choque não é uma surpresa. A peculiaridade aqui pode ser que a recuperação e a sobrevivência ainda são possíveis até pouco antes dos eventos de impacto começarem a quebrar os tardígrados”, escreveram os pesquisadores.

Por fim, Alejandra Traspas e Mark Burchell sugerem que pesquisas futuras observem os tardígrados continuamente. A finalidade é determinar como o disparo de uma arma afeta a sobrevivência dos resistentes seres vivos a longo prazo.

Via: Science Alert

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Pesquisadores da Universidade de Queensland e da Universidade Monash montaram a primeira estrutura molecular 3D de forma completa do vírus disseminados por insetos, como a dengue. A novidade no universo da ciência pode contribuir para a elaboração de vacinas mais eficazes.

O professor e pesquisador, Daniel Watterson disse que a equipe estava estudando o vírus chamado Binjari, específico para o inseto, quando fizeram a descoberta. Ele contou que ao analisar a estrutura molecular claramente, perceberam que todos trabalharam me cima de um erro desde 2008.

“Estávamos usando o vírus Binjari, seguro de manipular da Austrália, que combinamos com genes virais mais perigosos para fazer vacinas mais seguras e eficazes”, explicou Dr. Watterson e complementou que é como se construíssem uma casa com a planta errada e isso faz diferença na hora de garantir a eficácia da vacina. “É o que acontece quando você está tentando construir vacinas e tratamentos eficazes e seu ‘mapa’ molecular não está muito certo”, disse.

Para chegar nesta conclusão e de fato começarem a caminhar para melhorias quando o assunto é vacina, o time de cientistas usou uma técnica conhecida como microscopia eletrônica criogênica para captar imagens do vírus, conseguindo assim dados de alta resolução do Ramaciotti Center for Cryo-Electron Microscopy da Monash.

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Após centenas de imagens bidimensionais coletadas do vírus, eles combinaram usando uma plataforma de computação com altíssimo grau de desempenho para construir uma estrutura 3D com boa resolução.

Outro professor da Monash, Fasséli Coulibaly também participou da pesquisa e disse que a revelação pode levar a novas e melhores vacinas, evitando assim a enorme carga de doenças em todo o mundo: “Os flavivírus são distribuídos globalmente e o vírus da dengue sozinho infecta cerca de 400 milhões de pessoas anualmente.”

Coulibaly descreveu que o vírus causa uma variedade de doenças graves, como: hepatite, síndrome do choque vascular, encefalite, paralisia flácida aguda e morte fetal. Doenças as quais as pessoas podem ser imunizadas a partir de vacinas eficazes. “Esta é uma continuação da pesquisa fundamental por nós e outros e, sem este conhecimento básico duramente conquistado, não teríamos a base sólida necessária para projetar os tratamentos de amanhã”, finalizou.

Fonte: Medical Xpress

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