Auto Added by WPeMatico

Recentemente, a SpaceX compartilhou uma vídeo curto de 90 segundos com o título “Gateway to Mars” no Twitter, para mostrar os seus protótipos de espaçonaves sendo construídos, lançados e devolvidos com segurança. A ideia é divulgar o quanto a empresa avançou para concretizar a possibilidade de viajar até Marte, por exemplo

As imagens revelam vários takes do foguete com detalhes de sua estrutura de lançamento com destino a Marte e momentos de testes, só que sem as explosões massivas, pois em mais de uma ocasião, os protótipos não sobreviveram à viagem de volta. Isso porque fazem uma aterrissagem forçada ou acabam explodindo no ar com o impacto no solo.

Vale lembrar que a SpaceX já percorre um longo caminho quando o assunto é tecnologia espacial, tanto que em maio, o quinto protótipo em escala real – chamado SN15 –  conseguiu manter o pouso.

Depois de trabalhar por meses, a empresa instalou uma torre para capturar tanto a nave estelar quanto seu impulsionador Super Pesado. Seguindo a linha dos avanços, já na semana passada, o primeiro protótipo de nave estelar acendeu pela primeira vez durante um teste estático através do vácuo do espaço sideral.

Além disso, a ocasião preparou o cenário para o primeiro voo de teste da SpaceX em órbita nos próximos meses. Por mais que não esteja definido quando isso acontecerá, a Federal Aviation Administration informou que está concluindo a sua avaliação ambiental para que aconteça o teste orbital da Starship.

Mas o dia não pode chegar em breve – será um espetáculo.

Leia mais:

Fonte: Futurism

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Rumo a Marte: SpaceX revela detalhes sobre testes de foguete apareceu primeiro em Olhar Digital.

Arqueólogos do Departamento de Antiguidades de Dohuk, no Iraque, revelaram no domingo (24) a descoberta de uma fábrica de vinho em grande escala do governo dos reis assírios A vinícola data de, pelo menos, 2.700 anos atrás, e foi identificada junto com impressionantes relevos reais esculpidos na rocha.

Segundo o site Phys, os baixos-relevos de pedra, com ilustrações como reis orando aos deuses, foram cortados nas paredes de um canal de irrigação de quase nove quilômetros em Faida, no norte do país.

Esculturas em relevo na parede de vinícola da Idade Antiga no Iraque. Imagem: Departamento de Antiguidades de Dohuk

A equipe afirma que as esculturas, com 12 painéis medindo cinco metros de largura e dois metros de altura, mostram deuses, reis e animais sagrados. Eles datam dos reinados de Sargão II (721-705 a.C.) e seu filho Senaqueribe.

“Existem outros lugares com relevos rochosos no Iraque, especialmente no Curdistão, mas nenhum é tão grande e monumental como este”, disse o arqueólogo italiano Daniele Morandi Bonacossi, que ajudou nos estudos.

Segundo ele, os sete deuses principais são todos vistos nessas obras, incluindo Ishtar, a deusa do amor e da guerra, que está representada em cima de um leão.

Ainda de acordo com os estudos, o canal de irrigação foi cortado em calcário para transportar água das colinas para os campos dos fazendeiros, e as esculturas foram feitas para lembrar às pessoas o rei que ordenou sua construção.

“Não foi apenas uma cena religiosa de oração, foi também política, uma espécie de cena de propaganda”, acrescentou Bonacossi. “O rei, dessa forma, queria mostrar às pessoas que vivem na área que foi ele quem criou esses enormes sistemas de irrigação, então, o povo devia se lembrar disso e permanecer leal”.

Leia mais:

Fábrica de vinho industrial antiga contém 14 instalações

Em Khinis, também perto de Dohuk, a equipe desenterrou bacias gigantes de pedra cortadas em rocha branca que foram usadas na produção comercial de vinho durante o reinado de Senaqueribe, no final do século 8 ou início do século 7 a.C.

“Era uma espécie de fábrica de vinho industrial”, disse Bonacossi, que é professor de arqueologia do na Universidade de Udine, na Itália, acrescentando que esta foi a primeira descoberta desse tipo no Iraque. “Encontramos 14 instalações, que serviam para prensar as uvas e extrair o suco, que depois era transformado em vinho”.

Arqueólogos no Iraque descobriram poços cortados em pedra usados ​​para prensar as uvas e extrair o suco, que era então processado em vinho. Imagem: Departamento de Antiguidades de Dohuk

Algumas das esculturas mais famosas que sobreviveram do período assírio são os míticos touros alados, com exemplos dos relevos monumentais vistos no Museu do Iraque em Bagdá, bem como no Louvre em Paris e no Museu Britânico em Londres.

O Iraque foi o berço de algumas das primeiras cidades do mundo. Assim como dos assírios, já foi o lar de sumérios e babilônios, e um dos primeiros exemplos de escrita da humanidade. Mas, agora, também é um local para contrabandistas de artefatos antigos.

De acordo com a publicação, os saqueadores dizimaram o passado antigo do país, inclusive após a invasão de 2003 liderada pelos EUA. Então, entre 2014 e 2017, o grupo do Estado Islâmico demoliu dezenas de tesouros pré-islâmicos com escavadeiras, picaretas e explosivos. Eles também usaram o contrabando para financiar suas operações.

Atualmente, alguns países estão lentamente devolvendo itens roubados. No início deste ano, os EUA devolveram cerca de 17 mil artefatos ao Iraque, peças que datavam principalmente do período sumério, há cerca de 4 mil anos.

No mês passado, uma tábua de 3,5 mil anos contando o épico de Gilgamesh foi devolvida ao Iraque após ter sido roubada há três décadas e importada ilegalmente para os EUA.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Arqueólogos encontram indícios de fábrica de vinho da Idade Antiga no Iraque apareceu primeiro em Olhar Digital.

Nesta semana, o Olhar Digital revelou que uma espécie de aranha foi batizada de Cretapalpus vittari, em homenagem à cantora brasileira Pabllo Vittar. E muita gente torceu o nariz para a escolha do nome. Dessa vez, o homenageado é do rock’n roll: uma nova espécie de enguia recebeu o nome de Drepanoistodus iommii – em referência a Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath.

De acordo com o site Phys, a homenagem foi feita por um grupo de pesquisadores de geologia da Universidade de Lund, na Suécia, que revelou em um estudo três espécies recém-descobertas de conodontes, um tipo de peixe antigo sem mandíbula. 

Drepanoistodus iommii: espécie de enguia recebeu nome em homenagem a guitarrista do Black Sabbath. Imagem: Esben Horn

Cerca de 470 milhões de anos atrás, peixes parecidos com enguias nadavam na bacia baltoscandiana – um mar raso que cobria partes da atual Escandinávia e do Báltico. Eles pertenciam ao grupo animal dos conodontes, que hoje é um importante grupo fóssil com cerca de mil espécies conhecidas.

Esses fósseis são úteis, entre outras coisas, para a chamada bioestratigrafia – um método usado para determinar a idade das rochas sedimentares.

Leia mais:

No novo estudo publicado no jornal European Journal of Taxonomy, a equipe de pesquisa sueco-dinamarquesa responsável apresenta três espécies completamente novas dentro do gênero conodont Drepanoistodus.

“A descoberta foi feita em 2012 junto ao rio Lynna, 150 km a leste de São Petersburgo. O material coletado está em nosso departamento desde então. No entanto, agora que analisamos tudo, descobrimos fósseis de três espécies completamente desconhecidas “, diz Mats Eriksson, professor de geologia da Universidade de Lund.

Por que a enguia recebeu o nome do músico do Black Sabbath?

Para essa pergunta, não existe resposta melhor do que a famigerada “porque sim”. Os descobridores das espécies dão a elas o nome que quiserem, e Eriksson, que é um ávido entusiasta do metal, além de músico amador, já deu o nome de estrelas do rock a quatro outros fósseis. 

É por isso que os cantores King Diamond e Frank Zappa, o fundador do Motörhead, Lemmy Kilmister, e o baixista da banda de death metal Cannibal Corpse, Alex Webster, estão hoje representados nos livros de geologia.

“Pareceu completamente natural nomear o novo fóssil com o nome de Tony Iommi. Black Sabbath é o ancestral de todo o gênero heavy metal. Quando se trata de criação de riffs, ele é um gênio”, justificou Eriksson. 

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Black Sabbath: espécie de enguia recebe nome em homenagem a guitarrista da banda apareceu primeiro em Olhar Digital.

Um estudo conduzido por uma astrônoma da Universidade de Toronto, e publicado esta semana na revista Science, sugere que todo o nosso sistema solar é cercado por um enorme túnel magnético.

De acordo com o site Futurism, a equipe diz que o modelo se concentra em duas estruturas principais no céu: o North Polar Spur e a Fan Region.

Imagem: Dominion Radio Astrophysical Observatory / Villa Elisa telescope / ESA / Planck Collaboration / Stellarium / J. West

Embora as estruturas estivessem aparentemente desconectadas desde suas descobertas na década de 1960, os pesquisadores liderados pela astrônoma Jennifer West agora indicam que elas são, na verdade, parte de um enorme campo magnético semelhante a um túnel em torno do sistema solar. 

“Se olhássemos para o céu, veríamos essa estrutura em forma de túnel em quase todas as direções que olhássemos – isto é, se tivéssemos olhos que pudessem ver a luz do rádio”, disse West em comunicado à imprensa. 

Para chegar a essas conclusões, West construiu seu próprio modelo de computador para simular a aparência do rádio-céu visto da Terra. Assim, a equipe foi capaz de concluir que as duas estruturas estão conectadas com filamentos magnéticos “semelhantes a cordas”.

Leia mais:

Modelagens mais complexas do sistema solar ajudarão a entender a função desse túnel

A pesquisadora estima que as estruturas estão a cerca de 350 anos-luz de nosso sistema solar e têm quase mil anos-luz de comprimento. “Essa é a distância equivalente a viajar entre Toronto e Vancouver dois trilhões de vezes”, comparou.

Futuramente, a equipe pretende concluir modelagens ainda mais complexas – com a esperança de descobrir e entender o papel que o túnel magnético desempenha na galáxia.

“Os campos magnéticos não existem isoladamente. Todos eles devem se conectar uns aos outros”, afirma West. “Portanto, o próximo passo é entender melhor como esse campo magnético local se conecta tanto ao campo magnético galáctico de maior escala, quanto aos campos magnéticos de menor escala do nosso Sol e da Terra”.

Ela acrescentou que acha “simplesmente incrível imaginar que essas estruturas estão por toda parte, sempre que olhamos para o céu noturno”.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Sistema solar é envolvido por túnel magnético, diz pesquisa apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Varda Space Industries, empresa de Torrence, Califórnia, fechou acordo com a SpaceX para enviar sua primeira fábrica espacial ao espaço em um foguete Falcon 9 no começo de 2023. Curiosamente, o veículo que vai abrigar a fábrica espacial da Varda é de um das rivais da SpaceX, a Rocket Lab.

A proposta da Varda Space é ter uma pequena fábrica em órbita, na qual pode fazer a produção em massa de materiais sensíveis, que precisem ser produzidos em microgravidade. O conceito de fabricar no espaço é antigo, e muita coisa já foi feita na ISS, mas a proposta da Varda é ir além do que foi feito até hoje.

Segundo seu fundador e presidente, Delian Asparouhov, as fábricas espaciais vão produzir “produtos de mercado de alto valor como cabos de fibra óptica, itens farmacêuticos e semicondutores.” Esse ano, a empresa conseguiu levantar US$ 50 milhões em investimentos, e agora, finalmente vai poder lançar e colocar em órbita seu primeiro protótipo de fábrica espacial.

Fábrica espacial da Varda terá três módulos

Essa fábrica será uma prova de conceito, e vai preparar o terreno para a segunda e terceira fábricas espaciais, que devem ser lançadas até 2024.

A primeira fábrica espacial da Varda terá três módulos, e o principal deles é a espaçonave Photon, terceiro estágio do foguete Electron da da Rocket Lab, e a imagem que ilustra esse post. Vale citar que a empresa recentemente comprou três Photon para seus testes. Os outros dois módulos serão fabricados pela própria Varda, um para a fabricação dos materiais e o outro para a reentrada na Terra.

Fundadores trabalharam na SpaceX e Founders Fund

Em uma entrevista ao Yahoo! Finance alguns meses atrás, os fundadores da Varda Space Industries falaram sobre as vantagens de se fabricar em gravidade zero. Will Bruey e o já citado Delian Asparouhov, são os dois fundadores da Varda Space Industries. Bruey trabalhou anos no projeto Crew Dragon da SpaceX, e Asparouhov trabalhava no Founders Fund de Peter Thiel.

Leia mais:

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!

O post Fábrica espacial da Varda será colocada em órbita pela SpaceX em 2023 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Depois da tragédia que afetou Fukushima em 2011, o Japão se blindou e decidiu eliminar a energia nuclear do país. Ademais, dois anos depois que um tsunami levou ao colapso todo o Plano de Energia Nuclear de Fukushima Daiichi, o governo determinado o desligamento de toda a frota de geradores de energia nuclear no país.

Fumio Kishida é o novo primeiro-ministro do Japão e quer mudar esse cenário isso. “É crucial reiniciarmos as usinas nucleares”, comentou Kishida ao parlamento na segunda-feira (11), sendo sua primeira vez enfrentando questões importantes desde que se tornou primeiro-ministro, relatou a Reuters.

Através de um discurso ao parlamento na última sexta-feira (8), Kishida argumentou que as fontes de energia renovável como a eólica e a solar não serão suficientes para abastecer o Japão nos próximos anos. A situação se valida à medida que o governo pressiona os setores público e privado a ser mais digital e automatizada.

Leia mais:

“Nem é preciso dizer que a energia renovável é importante, mas nosso país está passando por um processo de digitalização, o que significa que a demanda por eletricidade vai aumentar drasticamente”, explicou Kishida. 

De acordo com ele, “quando você pensa sobre isso, percebe que a estabilidade do suprimento e a acessibilidade são tão importantes quanto a quantidade de emissões. Isso significa que precisamos ter uma variedade de fontes de energia, incluindo nuclear e hidrogênio, bem como renováveis.”

A energia nuclear é um assunto que divide opiniões e não só no Japão, porém, por mais que os incidentes como Chernobyl e Fukushima marcaram a história da humanidade por tamanha tragédia, a energia nuclear emite pouco carbono e é mais confiável do que a eletricidade eólica e solar. 

Por isso, alguns cientistas e ambientalistas estão pressionando os governos a adotarem mais a energia nuclear, já que poderia substituir o carvão e o gás como um complemento ao aumento da energia renovável. 

O Japão se comprometeu no ano passado com emissões líquidas de gases de efeito estufa até o ano de 2050. Além disso, em maio, o país se comprometeu a interromper o financiamento de usinas a carvão no exterior. Com isso, Kishida participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática de 2021.

Fonte: Cnet

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!

O post Novo primeiro-ministro do Japão quer investir em energia nuclear apareceu primeiro em Olhar Digital.

Um análise de documentos antigos feita pelo italiano Paolo Chiesa, especialista em literatura medieval, afirma que marinheiros italianos sabiam da existência da América ao menos 150 anos antes de sua “descoberta” pelo genovês Cristóvão Colombo, em 1492.

A informação está em um documento chamado Cronica Universalis, escrito em 1345 por um frei milanês chamado Galvaneus Flamma. Segundo o site Phys, o texto, que só foi descoberto em 2013, sugere que marinheiros de Gênova já sabiam, a partir de fontes islandesas, da existência de uma terra chamada Markland ou Marckalada.

“Estamos diante da presença da primeira referência ao continente americano, embora de forma embrionária, na região do Mediterrâneo”, diz o Professor Chiesa, do Departamento de Estudos Literários, Filologia e Linguística da Universidade de Milão, no texto publicado após revisão por pares no jornal Terrae Incognitae.

Leia mais:

Galvaneus Flamma foi um frei dominicano que viveu em Milão e era ligado à família que governava a cidade de Genova, que na época era um reino independente. Ele escreveu vários textos literários em Latim, principalmente sobre temas históricos. Seu testemunho é uma fonte valiosa de informações sobre fatos milaneses contemporâneos, dos quais ele tinha conhecimento em primeira mão.

Na época de Flamma, Gênova era uma das grandes potências marítimas da Europa, portanto, uma fonte de informações sobre o que acontecia em diversas partes do mundo. Galvaneus parece ter ouvido de marinheiros, de forma informal, rumores sobre terras no extremo noroeste que poderiam ser de interesse comercial, bem como informações sobre a Groenlândia, que ele descreve de forma precisa, conforme o conhecimento da época.

“Mas estes rumores eram vagos demais para ter consistência em representações cartográficas”, diz o professor. Por isso, Marckalada não foi classificada na época como uma “nova terra”.

Ruínas da Igreja de Hvalsey, construída por colonos nórdicos na Groenlândia no início do século 13. Imagem: Number 57 (Domínio Público)

Vale mencionar que fontes islandesas mencionam que três territórios na América do Norte, Markland, Vinland e Helluland, teriam sido descobertos pelo navegador Leif Ericsson por volta do ano 1.000. Um documento islandês de 1.347, dois anos depois do texto de Flamma, fala de um navio que ao voltar de Markland para a Groenlândia se perdeu e foi parar na Islândia, mas não menciona a localização do território de origem.

A terra descrita por Galvaneus é rica em árvores e animais, assim como a Markland dos textos islandeses. Não poderia ser a Groenlândia, que foi ocupada por Islandeses e Noruegueses a partir de 986, já que ela é descrita por Galvaneus como gelada, desértica e desolada. 

Segundo Chiesa, os genoveses podem ter trazido de volta à cidade notícias diversas sobre estas terras, algumas reais e outras fantasiosas, que ouviram de marinheiros escoceses, britânicos, dinamarqueses ou noruegueses com quem estavam fazendo comércio.  

“Não vejo razão para desconfiar dele” (Flamma), disse Chiesa, que complementa: “há muito notamos que cartas náuticas do século XIV, desenhadas em Genova e na Catalunha, tem uma representação geográfica do norte mais avançada, que poderia ter sido adquirida através de contatos diretos com estas regiões”.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Marinheiros italianos sabiam da América 150 anos antes de Colombo apareceu primeiro em Olhar Digital.

Como parte dos eventos comemorativos da Semana Espacial Mundial, a Royal Astronomical Society (RAS, ou Sociedade Astronômica Real, em tradução livre) programou, entre outros eventos, a transmissão ao vivo de imagens do planeta Urano, um dos maiores do nosso sistema solar. O primeiro webcast aconteceu nesta sexta-feira (8), e os próximos serão no sábado (9) e no domingo (10), sempre no mesmo horário.

Se você é um apaixonado pelos mistérios do Universo, junte-se a astrônomos e cientistas planetários da Universidade de Leicester (LU) que observarão o planeta usando o telescópio infravermelho Facility (IRTF) da Nasa, que fica no topo de Mauna Kea, no Havaí

Raio-X de Urano feito pela Nasa. Imagem: NASA / CXO / University College London / W. Dunn et al; Ótico: Observatório WM Keck

A transmissão será feita pelo canal da instituição no YouTube, e começa muito cedo, às 5h da manhã (pelo horário de Brasília), mas não se preocupe: a previsão de duração é de oito horas por dia. Então, até as 13h ainda dá tempo de assistir.

Cientistas farão medições ao vivo do planeta Urano

De acordo com o site Space, o público verá imagens ao vivo do “gigante de gelo”, que tem 50 mil km de diâmetro e fica a 3 bilhões de km de distância da Terra, enquanto os especialistas vão medir e analisar vários aspectos de sua atmosfera.

Urano foi descoberto pela primeira vez por Sir William Herschel em 1781, usando um pequeno telescópio em seu quintal em Bath, no Reino Unido. Herschel se tornou o presidente fundador da RAS, em 1820.

No ano passado, durante a Semana Espacial Mundial, uma transmissão ao vivo da RAS de enorme sucesso também foi liderada por cientistas da LU, que observaram a sombra da lua Ganimedes passando pela face de Júpiter em tempo real.

De acordo com Emma Thomas, estudante de doutorado da LU que conduz a apresentação dos webcasts, ao longo desses três dias de observações, será construído o mapa infravermelho mais detalhado de Urano (uma longitude completa de 360 ​​graus). “Com isso, esperamos detectar e mapear totalmente a aurora infravermelha meridional pela primeira vez”.

Leia mais:

“Minha área de pesquisa é investigar e mapear totalmente as auroras infravermelhas em Urano, o que é feito analisando espectros (observando os diferentes comprimentos de onda de luz recebida do planeta) de telescópios como IRTF, Keck (também no Havaí), e o Very Large Telescope no Chile”, explicou Emma.

“A aurora de Urano é um mistério de longa data desde a primeira detecção de emissões de infravermelho próximo, em 1993, mas nos últimos quatro anos começamos a dar os primeiros passos na compreensão das estranhas e maravilhosas auroras que vemos em Urano”, afirmou.

Transmissão será interativa

Tom Stallard, professor associado de astronomia planetária da LU, acrescentou:”Ficamos maravilhados com a reação à nossa transmissão ao vivo de Júpiter no ano passado e estamos ansiosos para colaborar com a RAS mais uma vez enquanto nos concentramos em Urano”.

“É realmente emocionante poder compartilhar a emoção de observações ao vivo como essa, enquanto a equipe liderada por Emma procura mapear as emissões de um lugar anteriormente desconhecido de nosso sistema solar”, disse Stallard.

O público terá oportunidades para fazer perguntas aos cientistas e saber mais sobre como nossa compreensão desse planeta distante mudou nos últimos dois séculos e meio.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Assista imagens de Urano em tempo real neste fim de semana apareceu primeiro em Olhar Digital.

Na última semana, um drone marítimo autônomo conseguiu realizar imagens incríveis feitas de dentro da tempestade. Se você não nunca viu um furacão por dentro, então a empresa Saildrone, que trabalha com a agência governamental norte-americana NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration, ou Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, na tradução do inglês) matou a sua curiosidade.

Imagens do furacão Sam, que é considerado a tempestade mais forte da temporada de furacões no oceano Atlântico de 2021, foram compartilhadas na última quinta-feira (30) pelo drone do modelo Saildrone Explorer SD 1045.

O vídeo revela algumas ondas agitadas em diversos ângulos, da mesma maneira como foram vistas pelo drone marítimo. Através de um comunicado à imprensa, a Saildrone disse que é o primeiro vídeo coletado por um veículo de superfície não tripulado (USV) e ainda de dentro de um furacão que atravessa o Atlântico.

Leia mais:

As ondas alcançavam cerca de 15 metros e os ventos no local passavam de 200 km/h. O vídeo divulgado pela Saildrone mostra imagens captadas pelo drone marítimo e ainda em uma posição em relação ao olho do furacão Sam.

Além disso, o SD 1045 engloba uma frota dos cinco que operam no Oceano Atlântico durante a temporada de furacões. Sendo assim, reúne dados para auxiliar a previsão de tempestades, com cerca de sete metros e é movido a energia solar.

Fonte: UOL

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Já viu um furacão por dentro? Imagens feitas por drone marítimo revelam como é apareceu primeiro em Olhar Digital.

Fósseis de um dinossauro que viveu há cerca de 65 milhões de anos foram encontrados em uma obra no interior de São Paulo. Funcionários que trabalhavam na duplicação da Rodovia SP-333 encontraram partes do fêmur e da costela do animal na altura do km-341, em Marília.

O fêmur do animal tem cerca de 50 centímetros e foi encontrado por funcionários da concessionária Entrevias, que é quem cuida da manutenção da estrada. O fóssil estava a cerca de cinco metros de profundidade e foi visto durante as escavações para construção de um talude às margens da pista.

A retirada foi feita por técnicos de engenharia, meio ambiente e geologia. Todo o processo de remoção do fóssil do dinossauro levou cerca de uma hora. Por sorte, as obras não precisaram ser paralisadas. Depois da retirada, foram feitas outras buscas na tentativa de encontrar outros fragmentos.

Mais fragmentos

Fóssil encontrado na cidade de Marília, em São Paulo, no último dia 24 de setembro. Crédito: Museu de Paleontologia de Marília/Divulgação

Foi aí que os pesquisadores Willian Nava, responsável pelo Museu de Paleontologia de Marília, e o geólogo Nilson Bernardi, da empresa que faz o monitoramento paleontológico do trecho da SP-333, conseguiram encontrar o fragmento da costela do dinossauro com cerca de 45 centímetros.

Segundo os pesquisadores, os fósseis pertencem a um Titanossauro, animal do período Cretáceo, que viveu há cerca de 65 milhões de anos, onde hoje é a América do Sul. Esses animais eram herbívoros e tinham entre 9 e 12 metros de comprimento, podendo pesar até 13 toneladas.

Escala de grandeza

Para efeito de comparação, o maior animal terrestre vivo, o elefante africano, tem “apenas” 3,4 metros de comprimento em sua fase adulta e pesa, em média, seis toneladas.  Em entrevista ao portal UOL, Navas defendeu que mais fragmentos devem ser encontrados durante as obras da SP-333.

Leia mais:

Agora, os fósseis do dinossauro, que foram encontrados no último dia 24 de setembro, estão no Museu de Paleontologia de Marília, onde passarão por um processo de limpeza e, posteriormente, serão expostas ao público.

Em decorrência de uma reforma, o museu está fechado para a população no momento. A previsão de reabertura é para o primeiro trimestre de 2022.

Via: UOL

Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!

O post Fósseis de dinossauro de 65 milhões de anos são encontrados em obras de rodovia em Marília/SP apareceu primeiro em Olhar Digital.