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O governo de Taiwan garante que criou um traje militar de exoesqueleto movido a bateria. De acordo com a administração do país asiático, o exoesqueleto permite que os soldados possam correr a uma velocidade maior do que a que eles alcançam sem eles, além de carregar objetos pesados.

O exoesqueleto foi projetado e construído por cientistas do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Chung-Shan. O traje de combate faz parte de um projeto iniciado há quatro anos, que recebeu o nome não oficial de “Homem de Ferro de Taiwan”.

Orçamento limitado

O orçamento do projeto é relativamente baixo, apenas US$ 5,74 milhões (cerca de R$ 32 milhões, na cotação atual). Porém, o objetivo também não é muito ousado, o governo de Taiwan quer apenas que seus soldados tenham um exoesqueleto na parte inferior do corpo para terem mais força e resistência.

Traje permite que os soldados possam carregar mais peso por maiores distâncias com relativa facilidade. Crédito: Exército de Taiwan/Handout

De acordo com o chefe de desenvolvimento do projeto, Jen Kuo-Huang, o traje permitirá que os soldados possam carregar artigos mais pesados por maiores distâncias, mas com um nível menor de fadiga e cansaço durante as viagens.

Segundo Kuo-Huang, o exoesqueleto é capaz de reduzir o estresse nas articulações das pernas e do quadril. Isso permite que o soldado consiga tanto levantar, quanto carregar objetos mais pesados, atingindo velocidades de até seis quilômetros por hora.

Uso em combate

Os trajes poderão ser usados em operações de campo para o transporte de munições e armas pesadas. Isso é capaz de aumentar a mobilidade e a eficiência das equipes, seja em tempos de guerra, seja em missões de resgate após desastres naturais.

No momento, Taiwan tem planos para desenvolver uma segunda versão do traje. Essa atualização permite que os usuários possam carregar até 100kg. Segundo Kuo-Huang, isso pode ser útil para ajudar a mover soldados que sofram ferimentos durante uma batalha.

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O lançamento do exoesqueleto acontece em meio ao aumento das tensões entre a China continental e Taiwan. O governo de Pequim vê a ilha como parte de seu território. No início de outubro, a China enviou vários aviões de guerra ao espaço aéreo taiwanês, aumentando o clima de tensão.

Via: Futurism

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A China enviou ao espaço a segunda tripulação que vai ocupar o módulo Tianhe da futura estação espacial, a Tiangong. Três “taikonautas”, como a China chama os astronautas decolaram a bordo de um foguete Longa Marcha 2F de Jiuquan, no deserto de Gobi, à uma e 23 da tarde, pelo horário brasileiro.

Mas como lá eles estão pelo menos 11 horas à nossa frente no fuso horário, já era tarde da noite. As câmeras da agência espacial chinesa registraram belas imagens, como essa, do foguete cruzando a visão da Lua. Poucos minutos depois, os foguetes auxiliares se desprenderam e a imagem parecia de uma chuva de cometas pelo céu!

Os tripulantes dessa missão são Zhai Zhigang, Ye Guangfu e Wang Yaping, a primeira mulher a visitar a Tiangong.

A missão Shenzhou-13 tem duração prevista de seis meses, o dobro da atual recordista, a Shenzhou-12. Os taikonautas vão continuar o trabalho de montagem e certificação do Tianhe, o módulo central da estação Tiangong e único componente que já está no espaço.

Também estão planejadas duas ou três caminhadas espaciais, para instalar um adaptador para no braço robótico principal da estação. Quando a Tiangong estiver completa, terá vida útil de 10 anos, que pode ser estendida a até 15 anos com upgrades futuros.

A espaçonave já chegou à órbita da Terra, e todos os sistemas operam nominalmente.

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A situação da China contra a criptomoeda pode resultar em uma proibição ainda maior. Segundo a Reuters, o país acrescentou a mineração de criptografia a uma possível “lista negativa” que limita ou proíbe totalmente os investimentos em alguns setores, sejam de chineses ou estrangeiros. 

Com isso, os investidores em potencial precisariam obter aprovações, o que é muito difícil uma vez que o país possui uma postura anti-criptográfica. O site Bitocoin.com pontuou que a Comissão de Desenvolvimento e Reforma da China está pedindo a opinião pública sobre a lista até 14 de outubro.

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Por outro lado, é duvidoso que isso mude a abordagem acerca da mineração de criptomoedas. A China considerou as transações criptográficas ilegais, alegando que a moeda digital gerou um aumento na lavagem de dinheiro e também outros crimes financeiros.

A China possui a sua própria criptomoeda, só que alguns suspeitam que a intenção seja apenas uma moeda mais estável e que possa controlar diretamente. Tudo isso pode fazer com que a criptomoeda seja impraticável na China. 

Fonte: Engadget

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Os carros elétricos são a aposta da indústria automotiva para o futuro, mas já fazem parte do presente de alguns países. A China é um dos mercados mais importantes para os EVs, mas esse cenário tem preocupado o governo do país, que tem um temor de que a competição esteja muito acirrada por lá.

Segundo o ministro da Indústria e Tecnologia da China, Xiao Yaqing, atualmente, há muitas empresas montando carros elétricos em solo chinês. Para tentar mudar esse cenário, Pequim pretende lapidar o mercado de carros elétricos, a fim de tornar essa indústria enxuta e consolidada no futuro.

Passo atrás?

Mulher chinesa ao lado do seu Wuling Hongguang MINI
Incentivos fiscais fizeram com que a China se tornasse um dos principais mercados produtores e consumidores de carros elétricos. Crédito: Divulgação/SAIC-GM

A decisão é um passo para trás na política chinesa para os EVs, já que desde 2010 o país asiático dá uma série de incentivos fiscais para a instalação de montadoras no país. Além disso, também existe uma série de subsídios para que os clientes comprem carros elétricos.

Os incentivos governamentais permitiram um cenário em que cerca de 300 fabricantes de veículos elétricos se instalassem na China e em seus territórios. Isso preocupa o governo de Xi Jinping, que acredita que há um número de competidores maior do que o comportado pelo mercado.

Segundo Xiao Yaqing, o governo não deve agir de forma autoritária e ordenar o fechamento de montadoras menores. Segundo o ministro, haverá o incentivo para que empresas menores realizem processos de fusões e reestruturações, com a intenção de concentrar mais o mercado.

Livre iniciativa?

Fábrica da Xpeng, na China
Para o governo chinês, é mais interessante ter uma fábrica grande e consolidada, como da Xpeng, do que de uma empresa menor. Crédito: Inside EVs/Divulgação

Pode parecer estranho pensar dessa forma, já que dentro de uma economia de mercado, o que se estimula é a pluralidade de empresas para que não se formem monopólios ou oligopólios. Porém, a China e o seu “comunismo de mercado” têm características bastante particulares.

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Para os chineses, faz muito mais sentido ter uma fábrica grande, consolidada e que dificilmente se mudará, do que ter uma infinidade de empresas que não são tão viáveis dentro de um mercado que hoje está em expansão, mas pode estagnar ou se enfraquecer no futuro.

A tendência, portanto, é que o número de montadoras de carros elétricos da China caia paulatinamente com o passar dos anos. As empresas maiores não correm perigo e devem ser até incentivadas, porém, as que não derem resultado, tendem a se tornar fornecedoras ou serem absorvidas pelas gigantes.

Via: The Drive

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O Centro Nacional de Ciência Espacial da China (CNNSC) apresentou seu protótipo de “drone de cruzeiro a Marte”. O veículo é bastante ambicioso e mais um indício de que a China deseja se tornar um player importante na exploração espacial.

Mas, além da ousadia chinesa com seu veículo que voará pelos céus marcianos, um outro detalhe chamou atenção: o protótipo é muito parecido com o helicóptero Ingenuity, da Nasa. A semelhança não passou batida e já surgiram insinuação de que um foi inspirado no outro.

No Twitter, o correspondente do Space News para o programa espacial da China, Andrew Jones, destacou a familiaridade entre o drone chinês e o helicóptero estadunidense. Contudo, ele destacou que o resultado do veículo chinês deve ser melhor quando ele estiver pronto.

Ingenuity “com lasers”

Protótipo de drone chinês para Marte
Drone chinês deve ser equipado com espectrômetro, lasers, radares e detector de radiação. Crédito: CNNSC/Divulgação

De acordo com a CNNSC, o equipamento contará com um moderno espectrômetro, um dispositivo que deverá ser capaz de escanear com alto grau de precisão as características estruturais do Planeta Vermelho.

O equipamento também deve contar com uma lente que permita a visualização de um amplo campo de visão óptico, além de lasers, radares e uma espécie de detector de radiação em ambientes compactos. Segundo a CNNSC, o objetivo é melhorar as capacidades de catalogação de alvos em Marte.

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O drone de cruzeiro a Marte também deve ser equipado com uma lente ultravioleta de 13,1 nm para capturar imagens de tempestades solares. Com isso, o equipamento deve ser capaz de explorar o Planeta Vermelho de maneira tridimensional.

A China em Marte

Os planos da China para o Planeta Vermelho são bastante ousados. Para se ter uma ideia, no início deste ano, os chineses revelaram que pretendem enviar uma missão tripulada a Marte já em 2033.

Em abril deste ano, a nação asiática pousou o rover Zhurong na superfície de Marte. O jipe já está há mais de 100 dias realizando sua expedição por lá. Nesse meio-tempo, o rover já enviou uma série de imagens do Planeta Vermelho à Terra.

Via: Futurism

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A China é um dos países que mais restringe o acesso a internet de seus cidadãos. Isso é feito através de leis de controle que impedem o funcionamento de determinadas redes sociais e sites do ocidente. Agora, o próximo passo do governo local são os algoritmos de consumo.

De acordo com o TechCrunch, basicamente a nova regulamentação visa minimizar a ação de algoritmos que incentivem o consumo em excesso em compras online. O argumento é de que isso pode causas dano na ordem pública e incentivar mobilizações da população.

O alvo principal são algoritmos que mostram um determinado conteúdo com o foco em vender um produto exibido para o usuário. O governo acredita que o aumento do consumismo online no país esteja acontecendo por conta disso.

Internet na China

Boa parte das redes sociais ocidentais, como o Facebook, já não estão presentes no país asiático. No entanto, a nova regulamentação de internet visa as empresas da própria China, como o TikTok, que pertence da ByteDance e usa um algoritmo do tipo.

Como o governo chinês costuma ser muito duro com essas regras, é improvável que haja uma desistência. As empresas agora precisam mostrar ferramentas para coibirem a ação desses algoritmos e evitar a presença de contas falsas. O prazo para a apresentação de soluções é até o dia 26 de setembro.

Só o anúncio da China já foi suficiente para mexer com o mercado de internet. Como os algoritmos são uma das principais fontes de renda de alguns serviços, empresa como Alibaba e a gigante Tencent já viram as suas ações caírem.

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A gigante chinesa de e-commerce Alibaba tem planos ousados para agilizar as entregas. A empresa anunciou que deseja lançar cerca de mil robôs de entrega em todo o território da China.

Mas o que chamou mais atenção foi uma “alfinetada” nos entregadores humanos. Segundo a Alibaba, um dos pontos em favor dos robôs é o fato de nenhum deles fumar.

Pode parecer brincadeira, mas está longe disso: o tabagismo é um problema sério na China. Dos 1 bilhão e 400 milhões de habitantes do país, mais de 300 milhões fumam, ou seja, mais de 20% da população.

Segunda a empresa, as “paradinhas” para fumar podem causar atrasos indesejáveis para os negócios.

Os robôs de entrega do Alibaba já estão sendo testados no percurso entre o armazém e a casa do cliente. Este processo é o que mais está sujeito a problemas, como o tráfego, erro humano ou outros imprevistos.

A empresa defende que os robôs não correm o risco de se perder tentando encontrar um apartamento em uma torre ou um conjunto habitacional, além de serem capazes de compreender os arredores.

As máquinas são capazes de prever os próximos cinco a dez segundos de movimentos de pessoas e veículos próximos. Segundo os desenvolvedores da tecnologia, essa capacidade de prevenção evita colisões com outros veículos ou atropelamentos em 99,9999% das ocasiões.

Mas o interesse do Alibaba nos robôs não é só porque eles não fumam. A empresa diz que o envelhecimento da população chinesa pode tornar mais difícil a contratação de entregadores no futuro.

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Os taikonautas Nie Haisheng e Liu Boming fizeram uma caminhada espacial nesta sexta-feira para terminar a montagem do braço robótico acoplado à Estação Espacial Tiangong.

Além disso, segundo a emissora estatal chinesa CCTV, trabalharam em uma unidade térmica e ajustaram a posição de uma câmera panorâmica.
E panorama é o que não falta. O trabalho tem como pano de fundo o planeta Terra, que pelo menos lá de cima parece tranquilo.

Os trajes espaciais chineses são chamados Feitian, que significa “voando para o espaço”, baseados no traje dos cosmonautas russos usados a bordo da Estação Espacial Internacional. Os capacetes são equipados com câmeras que transmitem uma visão em primeira pessoa.

Segundo a agência espacial chinesa, ainda vão ser necessários onze lançamentos planejados até o final de 2022 para concluir a Tiangong, incluindo a entrega de mais dois módulos do laboratório, para expandir a estação de 70 toneladas. Até agora, a China já mandou para o espaço 11 astronautas, todos pilotos da ala militar do Exército de Libertação Popular.

Quando ficar pronta, a primeira estação espacial multimódulo da China vai ter a forma de um T. Além de hospedar equipes e pesquisas chinesas, o país planeja convidar parceiros internacionais para visitar e trabalhar a bordo do posto avançado em órbita.

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A China iniciou mais uma ofensiva contra o mercado da tecnologia, o alvo da vez são os equivalentes chineses às redes sociais ocidentais, como o WeChat e o Weibo. O WeChat é a rede de mensagens instantâneas da China, algo equivalente ao que são o WhatsApp e o Telegram por aqui. Já o Weibo, é uma rede de microblogs, como é o Twitter. As redes originais são bloqueadas na China.

A decisão do governo chinês se dá por um receio de que a juventude do país seja influenciada pela chamada cultura das celebridades. O medo dos comandantes do país é de que influenciadores e artistas populares, para isso, além dessas redes populares, os jogos online e até mesmo as empresas que distribuem músicas casas de karaokê foram atingidas pela decisão.

China x Celebridades do Weibo

Para atender às exigências da administração chinesa, o Weibo decidiu remover da plataforma uma espécie de lista que reunia as celebridades mais “em alta” dentro da rede. A decisão foi tomada depois de uma crítica publicada no jornal estatal Diário do Povo, que acusou a rede de apoiar personalidades que não representam os valores defendidos pela maior parte da sociedade chinesa.

De acordo com a publicação, adolescentes e jovens adultos do país são influenciados por essas listas a seguir perfis de celebridades com base na popularidade dessas pessoas nas redes sociais. As listas eram elaboradas de acordo com o número de interações das postagens das pessoas populares e também no número de seguidores que elas já tinham.

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Já o WeChat, está sendo processado por procuradores públicos da China, segundo as autoridades, um modo especial da aplicação, que é destinada a limitar o acesso de menores de idade a todas as funções do aplicativo. Os procuradores afirmam que o “youth mode” (modo jovem), não é suficiente para proteger as crianças chinesas.

“Drogas eletrônicas”

Frente do prédio da Tencent, na China
Tencent deve se tornar um alvo frequente do governo chinês em sua ofensiva contra monopólios no setor de tecnologia. Crédito: Getty Images

Na denúncia, os procuradores não dão detalhes sobre qual era a infração cometida pelo WeChat ou quais eram os aspectos do youth mode que estariam sendo prejudiciais às crianças chinesas. A Tencent, que é dona do WeChat, deve receber uma multa bilionária do governo chinês, como parte da recente ofensiva contra monopólios no setor de tecnologia do país.

A primeira das grandes empresas a ser vítima dessa ofensiva governamental chinesa foi a gigante do e-commerce, Alibaba, que recebeu uma multa de cerca de R$ 14 bilhões. A Tencent, que também atua no mercado dos games, foi acusada pela imprensa estatal de produzir conteúdos que são “ópio espiritual” ou “drogas eletrônicas”.

Via: Media Talks

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Uma manada de elefantes que chamou a atenção de todo o mundo quando começou uma migração pela China, há mais de um ano, parece estar, finalmente, voltando para casa. Os animais caminharam em torno de 500 km pela província chinesa de Yunnan, chegaram até a cidade de Kunming, e depois começaram o retorno. A manada, com um total de 14 elefantes, cruzou o rio Yuanjiang na noite de domingo. 

Imagem: Yunnan Forest Brigade/AFP

Felizmente, todos eles mantiveram boa saúde durante toda a peregrinação e, agora, estão chegando à sua reserva natural original, administrada pela cidade de Puer.

De acordo com autoridades locais, em entrevista coletiva à imprensa, mais de 150 mil pessoas foram evacuadas da trilha dos animais, acrescentaram.

Viagem dos elefantes já dura 17 meses

O passeio foi longo: os elefantes estão viajando há 17 meses. A Reserva Natural de Mengyangzi, onde viviam antes de iniciar sua jornada, está localizada na Prefeitura Autônoma de Xishuangbanna Dai, no sul da China, perto da fronteira com Mianmar.

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Quando deixaram Mengyanjzi no ano passado, os elefantes iniciaram uma viagem inesperada rumo ao norte do país, sendo acompanhados com olhos atentos por curiosos, ambientalistas e autoridades chinesas, que não sabem dizer o motivo de tão longa jornada.

Durante todo esse tempo, o grupo passou por vários condados, como Mojiang e Eshan, aparecendo em diferentes vilarejos e cidades. Até que, ao chegarem na região de Kunming, eles mudaram de direção e começaram a viagem de volta para casa.

Ao longo de todo o trajeto, as autoridades chinesas seguiram os elefantes e tentaram guiá-los de volta para casa.

Segundo a imprensa local, um comitê de emergência criado para gerenciar os elefantes está usando cercas elétricas e iscas, além de construir estradas artificiais para garantir que eles sigam a rota certa. Também estão sendo usados 18 drones para desviar os elefantes de áreas onde poderiam causar danos a si mesmos ou a pessoas.

Wan Yong, líder da equipe de monitoramento, informou que a rota de migração foi “cientificamente planejada” e que o comitê “se esforçará para permitir que os elefantes retornem ao seu habitat o mais rápido possível e prosperem”.

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