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Uma tempestade de areia gigante, com mais de 100 metros de altura, atingiu em cheio a cidade de Dunhuang, às margens do deserto de Gobi, no noroeste da China. O fenômeno foi registrado por vários moradores da localidade e gerou imagens impressionantes, que lembram cenas de filmes de desastre ou da poeira levantada pelas corridas no deserto do último “Mad Max”.

Com cerca de 190.000 habitantes, Dunhuang é uma cidade pacata, para os padrões chineses o município conta com uma história bastante rica e fica na antiga Rota da Seda. A cidade tem diversas atrações turísticas importantes, como as Cavernas de Mogao, que são consideradas um Patrimônio Mundial pela Unesco em 1987, por seus templos com estátuas budistas e pinturas murais antigas.

Evento é comum, mas não agora

A tempestade de areia atingiu a cidade no último domingo (25) e fez com que a paisagem da cidade desaparecesse momentaneamente em meio às gigantescas nuvens de poeira. As tempestades de areia são relativamente comuns durante a primavera na região, mas são raras no verão, que é a estação do ano atual na província de Gansu, onde a cidade está localizada.

Em entrevista ao portal chinês Jimu News, um morador identificado apenas como Zhang declarou que a tempestade de areia veio abruptamente e ganhou o horizonte da cidade em apenas cinco minutos, e que se tornou impossível, inclusive, ver o sol. Por ser de uma cidade perto de um deserto, Dunhuang já enfrentou outras tempestades do tipo, mas nenhuma desse tamanho nos últimos anos.

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Segundo o morador, a tempestade começou mais amena e amarelada, com uma coloração mais parecida com a das areias do Deserto de Gobi. Em seguida, foi ganhando uma coloração mais próxima do vermelho e, por fim, ficou preta, gerando as imagens impressionantes que foram registradas durante o ápice da tempestade.

Com informações do Science Alert

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A China inaugurou no início dessa semana um trem de levitação magnética, ou maglev, que pode atingir nada menos do que 600 quilômetros por hora, o que o torna o veículo de transporte sobre trilhos mais rápido do mundo. Porém, existe um pequeno empecilho para que o trem comece a operar efetivamente: não foram construídos trilhos adequados para que ele possa viajar.

Por conta disso, apesar de toda a pompa da inauguração, o trem ainda não pode viajar, contudo, os inventores do veículo prometem que vão construir em breve uma nova rede de trilhos, para que o trem possa operar determinadas viagens pelo gigantesco território chinês possam ficar mais rápidas e confortáveis.

Boeing 777 da Air China decolando
China quer diminuir a dependência do transporte aéreo para as viagens entre suas duas maiores cidades. Crédito: Wikimedia Commons

Apesar da atual falta de trilhos, o trem é considerado uma maravilha da engenharia. Falar em “trilhos”, na prática, é uma simplificação, já que o trem desliza sobre uma espécie de almofada com um grande força eletromagnética. Além de ser o trem mais rápido do mundo, o maglev chinês também emite baixos níveis de ruído e requer muito menos manutenção do que outros trens de alta velocidade.

Ele também é muito mais espaçoso do que seus concorrentes, o que permite o aumento da capacidade de passageiros. Com isso, a China fica dependendo apenas dos trilhos para ir para um estágio superior dentro do segmento de transporte avançado. Os planos do país são de estabelecer círculos de três horas entre Pequim e Xangai, as duas principais cidades do país.

Menos voos

Caso o objetivo seja alcançado, a China conseguirá reduzir bastante o tempo das viagens e diminuir a dependência de viagens aéreas. Apesar de muito rápido para um meio de transporte terrestre, o maglev chinês é cerca de 190 km/h mais lento do que um avião comercial, que faz a viagem entre as duas megalópoles em mais ou menos duas horas e meia.

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Porém, excluindo-se a necessidade de esperar em aeroportos e de seguir os rígidos protocolos exigidos pela aviação comercial, é possível que as viagens no trem sejam até mais rápidas do que os voos entre Pequim e Xangai.

Com informações do Futurism

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Um artigo publicado no Journal of Harbin Engineering University na última sexta-feira (9) afirma que a China desenvolve secretamente drones submarinos que usam inteligência artificial para reconhecer, seguir e bombardear com torpedos um submarino inimigo sem instrução humana.

Financiado por militares, o projeto do veículo subaquático não tripulado (UUV) começou no início dos anos 1990 e pode ter sido testado na costa da província oriental de Fujian ou no Estreito de Taiwan em 2010. O local é estratégico já que países como Estados Unidos e Japão levantaram a possibilidade de intervenção militar caso Pequim, que vê Taiwan como parte de seu território, tentar tomar a ilha à força.

Possível local dos testes próximo ao Estreito de Taiwan
Possível local dos testes próximo ao Estreito de Taiwan.
Créditos: Harbin Engineering University

“As necessidades da futura guerra subaquática trazem novas oportunidades de desenvolvimento para plataformas não tripuladas”, disseram os pesquisadores no artigo. “Esses drones robóticos agora estão trabalhando principalmente individualmente, mas com atualizações tecnológicas para poderem patrulhar em grupos”, detalhou o professor Liang Guolong e colegas da Harbin Engineering University, o principal instituto de pesquisa de submarinos da China.

Grande parte dos drones submarinos têm computadores para ajudar a identificar ou rastrear alvos, mas os operadores de sonar ainda precisam fazer julgamentos sobre questões importantes, como a identificação de embarcações aliadas, com as decisões finais sendo tomadas pelo capitão. “A complexidade do ambiente externo significa que os humanos normalmente precisam ajustar o sonar de vez em quando para melhorar os resultados da pesquisa e rastreamento”, escreveu Liang.

Ele também ressalta que no submarino não tripulado, “todos os subsistemas, como aquisição de informações, detecção de alvos, avaliação, status e controle de parâmetros devem ter recursos de tomada de decisão completamente independentes”, tornando algumas tecnologias submarinas tradicionais “inúteis para uma plataforma não tripulada”.

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O submarino foi programado para patrulhar cerca de 10 metros abaixo da superfície seguindo uma rota predeterminada. Em outro local, os pesquisadores implantaram um drone subaquático simulado que replicava o ruído de um submarino. O submarino, então, mudou para o modo de combate assim que seus sonares captaram o sinal à distância.

Os pesquisadores explicaram que o veículo circulou em um padrão hexagonal e apontou suas matrizes de sonar para várias fontes de som, enquanto a inteligência artificial tentava filtrar o ruído ambiente e determinar a natureza do alvo. Um torpedo disparado pelo drone, que não foi carregado por razões de segurança, atingiu o submarino simulado.

“O teste foi a primeira tentativa da China de simular o rastreamento e afundamento de um submarino com a ausência total de humanos em um ambiente aberto”, conta o artigo.

Mapa mostra ação do drone submarino
Mapa mostra ação do drone submarino. Créditos: Harbin Engineering University

A publicação levanta a questão ética se “um assassino robótico deve ser solto para caçar e matar humanos já que submarinos não tripulados podem cometer erros e sua comunicação com comandantes humanos pode ser interrompida por inimigos”.

“No entanto, os militares dos EUA pediram à Boeing que construísse quatro UUVs extragrandes, e a Rússia recentemente implantou um novo submarino que pode lançar um drone nuclear com poder de fogo suficiente para destruir cidades. Israel e Cingapura, entre outros, testaram ou implantaram máquinas semelhantes nos oceanos”, afirmou Liang.

“Embora não haja nenhum registro de uso deles em uma batalha real, os submarinos não tripulados da China evoluíram desde então, incorporando melhorias na tecnologia de sonar, IA e comunicações para permitir que coordenem seus movimentos como uma frota e lancem ataques no mesmo alvo de diferentes posições simultaneamente”, escreveu Liang, acrescentando que com uma fonte de alimentação de nova geração, eles poderiam se esconder por longos períodos para emboscar os inimigos.

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O presidente da China, Xi Jinping, fez uma ligação em vídeo para o módulo da estação espacial Tianhe para parabenizar os três astronautas envolvidos na histórica missão Shenzhou-12. A chamada foi feita do Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, nela, o mandatário descreveu a missão como “um marco para os esforços espaciais da China”.

A missão da Administração Espacial Nacional da China (CNSA), foi a primeira viagem tripulada até o módulo central de 22,5 toneladas da Tianhe, a estação espacial chinesa, que foi lançada na órbita baixa da Terra no último dia 28 de abril. Os três astronautas envolvidos na missão, Nie Haisheng, Liu Boming e Tang Hongbo chegaram a Tianhe em 17 de junho , 6,5 horas após o lançamento.

“Vocês são o primeiro grupo de astronautas alojados no módulo principal de Tianhe e realizarão missões espaciais por três meses”, disse Xi durante a chamada. “Todos os chineses se preocupam com sua vida e trabalho no espaço o tempo todo”, completou o presidente durante a chamada de vídeo.

Bate papo agradável

Xi perguntou sobre o trabalho dos astronautas, sua saúde e condições de vida dentro do posto avançado. Nie Haisheng, que é o comandante da missão, disse que o trabalho estava acontecendo como o planejado. O astronauta, que está em sua terceira viagem espacial, fez uma série de elogios às condições de trabalho a bordo da Tianhe.

Astronautas chineses prestam continência ao presidente chinês
Astronautas falaram sobre suas condições de vida e trabalho no posto avançado. Crédito: CCTV/Divulgação

De acordo com o comandante, os astronautas chineses agora têm um lar em órbita, que permitirá que eles possam passar longos períodos no espaço. Já Liu, disse que a tripulação realizará duas atividades extraveiculares, incluindo o uso de um braço mecânico, que foi projetado para ajudar na construção da estação espacial.

Já Tang, que está em sua primeira viagem espacial, foi um pouco mais tímido, dizendo apenas que se adaptou bem ao ambiente de microgravidade, além de agradecer a possibilidade de fazer chamadas de vídeo com sua família.

Fundamental para a China

Xi Jinping, que além de presidente da China também acumula os cargos de secretário-geral do Partido Comunista da China e chefe do Exército de Libertação do Povo, disse acreditar que a estação espacial trará contribuições pioneiras para o uso pacífico do espaço sideral pela humanidade.

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A chamada de vídeo aconteceu graças a rede chinesa de satélites retransmissores Tianlian, que estão em órbita geoestacionária, 35.786 quilômetros acima do equador da Terra. Esses satélites são de suma importância para que os astronautas possam manter contato constante com a Terra.

Com informações do Space

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A Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) está buscando um jeito de enviar seus cosmonautas à Tiangong, a estação espacial da China, lançando foguetes de locais na Rússia ou na Guiana Francesa. Os planos foram anunciados durante uma coletiva de imprensa durante a Conferência de Exploração Espacial Global (Glex), ocorrida na semana passada em São Petersburgo, na Rússia.

Durante a conversa com jornalistas, Dmitry Rogozin, diretor-geral da Roscosmos, contou que a Rússia está discutindo com a China sobre a realização de viagens tripuladas à Tiangong. “Estamos planejando enviar nossos astronautas à estação chinesa”, disse Rogozin, em resposta a uma pergunta sobre o possível lançamento de carga ou tripulação à estação espacial chinesa.

Rússia pensa em usar a antiga plataforma de lançamento da Soyuz para enviar tripulações à Tiangong. Crédito: Arquivo

“A estação chinesa tem uma inclinação diferente, não a mesma que a ISS [a Estação Espacial Internacional] tem. É acessível a partir do Cosmódromo Vostochny e também acessível a partir do local de lançamento [europeu] de Kourou [na Guiana Francesa]”, prosseguiu ele. “Exploramos a viabilidade de atualizar a plataforma de lançamento da Soyuz no Cosmódromo de Kourou para possibilitar o lançamento de missões tripuladas à estação orbital chinesa”.

Primeira tripulação

A China enviou sua primeira tripulação para a Tiangong no último dia 16 de junho, os taikonautas foram lançados para o módulo central do posto avançado em um foguete Longa Marcha 2F a partir de Jiuquan, no Deserto de Gobi. Os tripulantes da missão, que foi batizada de Shenzhou-12 e terá duração de três meses, são Nie Haisheng, Liu Boming e Tang Hongbo.

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Espera-se que a estação espacial chinesa seja concluída até 2022 e tenha tripulação permanente por pelo menos 10 anos. A partir de 2024, ela poderá se tornar a única estação espacial ativa na órbita baixa da Terra, já que ainda não se sabe ao certo qual será o futuro da ISS depois do fim do governo de Joe Biden. Além disso, a Rússia, que está envolvida na ISS, está considerando desistir da parceria a partir de 2024.

Com informações do Space.com

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O Banco Mundial se recusou a assinar um contrato para a instalação do cabo submarino da Micronésia Oriental. A recusa se deu depois que os governos de pequenas ilhas do Pacífico atenderam a alertas dos Estados Unidos de que a participação de uma empresa chinesa no projeto representava uma ameaça à segurança desses países.

A empresa em questão é a HMN Technologies, anteriormente conhecida como Huawei Marine Networks, que é de propriedade da Hengtong Optic-Electric Co Ltd, listada na bolsa de valores de Xangai. A HMN apresentou um projeto com custo de US$ 72,6 milhões (R$ 363,6 milhões), valor 20% menor do que o apresentado pela Alcatel Submarine Networks (ASN), uma joint-venture entre a finlandesa Nokia e a japonesa NEC.

Batizado de Cabo da Micronésia Oriental, o sistema foi projetado para melhorar a comunicação nas nações insulares de Nauru, Kiribati e Estados Federados da Micronésia. A infraestrutura subaquática possui uma capacidade de dados muito maior do que os satélites, sendo uma opção mais adequada para determinadas regiões do planeta, principalmente os arquipélagos.

Razões para o veto

EUA x China
Guerra comercial entre EUA e China motivou a interrupção do projeto. Crédito: Ink Drop/Shutterstock

De acordo com a agência de notícias Reuters, o projeto chegou a um impasse por conta de questões levantadas por nações insulares sobre a oferta da HMN Tech. “Dado que não havia uma maneira tangível de remover a Huawei como um dos licitantes, todas as três propostas foram consideradas não conformes”, disse uma fonte da Reuters com conhecimento do processo licitatório.

Segundo essa mesma fonte, a HMN Tech era franca favorita para vencer a licitação, o que levou as autoridades que desconfiam do envolvimento do governo chinês com a empresa a encontrar uma solução conveniente para o encerramento da disputa. Em nota, o Banco Mundial disse que vai trabalhar com os governos envolvidos no projeto para traçar os próximos passos a serem seguidos.

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O Ministério das Relações Exteriores da China, por sua vez, disse que todas as partes envolvidas no projeto devem trabalhar por um ambiente de negócios não discriminatório, onde empresas de todos os países, incluindo a China, possam participar com igualdade de condições. “Por uma questão de princípio, quero enfatizar que as empresas chinesas sempre mantiveram um excelente histórico em segurança cibernética”, disse um porta-voz do governo chinês.

De acordo com o Ministérios das Relações Exteriores da China, o país sempre incentivou suas empresas a se envolverem em empreendimentos no exterior sempre de acordo com os princípios do mercado, regulamentações internacionais e leis locais.

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A Nasa quer chegar ao lado oculto da Lua. A façanha já foi realizada pelos chineses, mas a agência espacial norte americana quer explorar a região na preparação da missão Artemis, que deve marcar a volta de astronautas no nosso satélite natural.

Pela primeira vez na História, a Nasa pretende pousar no chamado “lado oculto” da Lua, que é a parte do satélite que não é visível da Terra.

Embora seja um experimento inédito para a agência espacial americana, não será a primeira vez que o outro lado da Lua será explorado. A China chegou lá em 2019, quando a sonda espacial Chang’e 4 pousou no local.

A agência selecionou três novas cargas úteis de investigação científica para a iniciativa denominada Serviços de Carga Útil Lunar Comercial. Duas dessas cargas incluem sondas e instrumentos de pesquisa para estudar a parte não visível da Lua.

A Farside Sismic Suite, vai medir a atividade sísmica da região; além do Conjunto de Materiais e Temperatura Interior Lunar, que vai coletar dados sobre o fluxo de calor interno da Lua.

Todas as iniciativas fazem parte da missão Artemis, para levar astronautas de volta à superfície lunar.

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Autoridades da China prenderam mais de 1.100 pessoas sob a acusação de lavagem de criptomoedas. A medida é uma das ações do governo chinês para reprimir as fraudes envolvendo criptoativos, de acordo com o Ministério da Segurança Pública do país. A operação teve como alvo em torno de 170 gangues de diferentes áreas do território chinês.

Recentemente, o presidente chinês, Xi Jinping, pediu um foco especial na repressão a fraudes e crimes financeiros, o estopim para isso foi uma grande fraude de telecomunicações, descoberta no ano passado. Na ocasião, as autoridades descobriram dezenas de milhares de golpes financeiros. Sendo assim, o esquema de lavagem de Bitcoins é só mais uma das ações tomadas pelo governo chinês para impedir essa e outras fraudes.

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De acordo com as autoridades chinesas, neste caso, o problema não são necessariamente as criptomoedas, mas os crimes financeiros, fraudes no setor de telecomunicações e de crédito. Ao invés disso, as autoridades têm focado em um esquema que usa este tipo de ativo para lavagem de dinheiro, tendo como objetivo, principalmente, impedir a aplicação de uma lei chinesa que permite a interceptação do dinheiro antes que ele seja depositado em bancos.

China x Cripto

Ilustração de proibição de criptomoedas como o bitcoin na China
Relação entre China e as criptomoedas tem sido bastante conflituosa. phanurak rubpol/Shutterstock

Contudo, a China tem agido pesado na repressão aos criptoativos como um todo, em maio, o governo anunciou a necessidade de “reprimir o comportamento de mineração e comércio de Bitcoins”. Em seguida, proibiu os bancos que operam no país a usar criptografia, alegando como motivação a proteção do sistema financeiro chinês e, como um bônus, a repressão de crimes financeiros.

Na ocasião, o anúncio fez com que o valor das criptomoedas despencasse imediatamente em milhares de dólares. Porém, algumas movimentações de mercado e, mais recentemente, o anúncio de El Salvador, que se tornou a primeira nação soberana a aceitar Bitcoins como moeda corrente, fizeram com que os valores dos criptoativos voltassem ao mesmo patamar que estavam antes do anúncio do Ministério de Segurança Pública da China.

Com informações do Futurism e do Gizmodo US

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A Pony.ai, startup de carros autônomos da China, recebeu uma nova licença do Departamento de Veículos Motorizados (DMV) da Califórnia, nos Estados Unidos, que permite testes em seus veículos autônomos sem motorista de segurança atrás do volante.

Segundo o The Verge, autorizada a testar veículos autônomos com motoristas de segurança na Califórnia desde 2017, a Pony, agora, poderá realizar testes em seis carros autônomos sem a presença humana em: Fremont, no Condado de Alameda; Milpitas, no Condado de Santa Clara; e Irvine, de Orange County.

Carro autônomo da Pony.ai. Imagem: Shutterstock
Carro autônomo da Pony.ai. Imagem: Shutterstock

De acordo com o DMV, os veículos são projetados para serem dirigidos em estradas com limites de velocidade de 75 km/h. O primeiro teste será em Fremont e Milpitas durante a semana, entre 10h e 15h.

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Atualmente, o DMV permite que 55 empresas testem seus veículos autônomos na Califórnia. Apenas oito, porém, podem realizar testes sem um motorista de segurança dentro do carro.

A Pony entrou na lista, que conta com as empresas chinesas AutoX, Baidu e WeRide, além das estadunidenses Cruise, Waymo, Zoox e Nuro. Esta última, inclusive, é a única permitida a operar comercialmente seus veículos autônomos no Estado.

Carros autônomos da Tesla podem não estar prontos até o fim do ano

A Tesla comunicou a um regulador nos Estados Unidos (EUA) que a tecnologia de direção full self-driving (FSD), capaz de deixar os carros 100% autônomos, pode não ficar pronta até o fim deste ano. As informações são de um memorando do DMV.

CEO da marca de carros elétricos, Elon Musk afirmou durante uma videoconferência de resultados em janeiro que estava “altamente confiante de que o carro seria capaz de andar sozinho e com confiabilidade superior à humana” ainda em 2021.

Para saber mais, acesse a matéria do Olhar Digital.

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Cerca de seis meses após retornar à Terra, a espaçonave chinesa Chang’e 5 segue fornecendo informações inéditas sobre o nosso satélite natural. Em dezembro passado, a sonda entregou uma capsula de retorno com em torno de 2kg de material lunar, o que significou a primeira ação do tipo em muitos anos. 

Logo depois da entrega, o módulo orbital se dirigiu a um ponto no espaço conhecido como Lagrange Sol-Terra. Esse local fica a cerca de 1,5 milhão de quilômetros de distância da Terra na direção do Sol. A partir desta área, em torno de uma órbita gravitacionalmente equilibrada, a espaçonave enviou uma imagem inédita da Terra e da Lua juntas.

Missão Chang’e 5 enviou imagens inéditas da Terra e da Lua alinhadas partindo de Lagrange Sol-Terra. Crédito: CNSA

No momento, a Chang’e 5 está realizando uma série de testes relacionados a aspectos como controle de órbita e observação da Terra, do Sol e de outros pontos do chamado espaço profundo. Esses estudos devem auxiliar na realização e maior nível de eficiência de futuras missões espaciais. 

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Essa operação é um dos trabalhos adicionais da missão, que é considerada pelas autoridades chinesas como uma missão extremamente bem-sucedida. Apesar de não ter câmeras otimizadas para uma observação detalhada do espaço profundo, a Chang’e 5 poderá dar alguma perspectiva sobre esses pontos do universo próximo.

Além da sonda chinesa, o Observatório do Clima no Espaço Profundo (DSCOVR, na sigla em inglês), da Nasa, está trabalhando na mesma região do espaço. A observatório americano tem aproveitado pontos que permitem vistas desimpedidas do nosso planeta para conduzir estudos detalhados sobre o clima da Terra. 

A China no espaço

A China tem se colocado como um player importante no mercado da exploração espacial. Em janeiro de 2019, os asiáticos pousaram o rover Yotu-2 no chamado lado oculto da Lua. Essa é uma área não visível do satélite e até aquele momento, inexplorado por conta da impossibilidade do estabelecimento de uma comunicação direta com a Terra. 

Mais recentemente, na última sexta-feira (14), a missão Tianwen-1 conseguiu pousar o rover Zhurong com sucesso na superfície de Marte. Com o feito, os asiáticos se tornaram a terceira nação a pousar no planeta vermelho, após a extinta União Soviética, com a sua Mars 3, de 1971 e os Estados Unidos, com a Viking 2, de 1976. 

Com informações do Space.com

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