Auto Added by WPeMatico

O jogo ‘Fortnite’ sempre leva para os jogadores novidades. A mais recente, por exemplo, foi a inclusão do astro do basquete LeBron James. Agora, a desenvolvedora Epic Games anunciou a parceria com a Ferrari. Dentro do game, os jogadores vão poder realizar o sonho de dirigir um modelo do esportivo italiano.

O super-carro adicionado ao ‘Fortnite’ é a Ferrari 296 GTB, veículo que, no mundo real, existe em uma versão híbrida plug-in. O veículo já está disponível a partir desta quinta-feira (22) e é totalmente tripulável dentro do jogo.

Leia mais:

Como votar no Olhar Digital no segundo turno do Prêmio Influency.me

Mas, a Ferrari não estará no game somente a passeio (desculpe). As tarefas épicas da semana vão testar os jogadores no volante da 296 GTB. De acordo com a Epic Games, é preciso concluir as provas de tempo da Ferrari, alcançar a velocidade máxima em um carro da montadora de luxo italiana e atravessar a tempestade dirigindo o super-carro.

Além do automóvel, chega ao jogo um pacotão Ferrari. Os fãs da montadora terão à disposição novas adições na Loja de Itens. “O Pacotão Ferrari inclui os Trajes Ícone Modena e Piloto Maranello, além do Acessório para as Costas Ferrari Turbo”, diz a divulgação do ‘Fortnite’.

fortnite-ferrari-bundle-maranello

Além do carro, há um Pacotão Ferrari no game. Imagem: Epic Games/Divulgação

Outros jogos

O título da Epic Games não é o primeiro a acrescentar um carro real ao mundo virtual. Na última quinta-feira (15), o game ‘PUBG Mobile’ recebeu a atualização 1.5, que conta com uma parceria com a Tesla.

A montadora de veículos elétricos instalou Gigafábricas em quatro localidades pelo mapa do jogo, que podem ser acessadas pelos jogadores. Eles ainda conseguem assistir à produção de um Tesla Model Y do início ao fim.

Dentro do game é possível testar o recurso de piloto automático disponível em todos os veículos da marca. Nas estradas rurais, um Tesla Semi autônomo surge aleatoriamente e percorre automaticamente rotas específicas. Ao atacá-lo, é possível obter suprimentos de combate.

 

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Ferrari 296 GTB chega ao ‘Fortnite’ apareceu primeiro em Olhar Digital.

A China inaugurou no início dessa semana um trem de levitação magnética, ou maglev, que pode atingir nada menos do que 600 quilômetros por hora, o que o torna o veículo de transporte sobre trilhos mais rápido do mundo. Porém, existe um pequeno empecilho para que o trem comece a operar efetivamente: não foram construídos trilhos adequados para que ele possa viajar.

Por conta disso, apesar de toda a pompa da inauguração, o trem ainda não pode viajar, contudo, os inventores do veículo prometem que vão construir em breve uma nova rede de trilhos, para que o trem possa operar determinadas viagens pelo gigantesco território chinês possam ficar mais rápidas e confortáveis.

Boeing 777 da Air China decolando
China quer diminuir a dependência do transporte aéreo para as viagens entre suas duas maiores cidades. Crédito: Wikimedia Commons

Apesar da atual falta de trilhos, o trem é considerado uma maravilha da engenharia. Falar em “trilhos”, na prática, é uma simplificação, já que o trem desliza sobre uma espécie de almofada com um grande força eletromagnética. Além de ser o trem mais rápido do mundo, o maglev chinês também emite baixos níveis de ruído e requer muito menos manutenção do que outros trens de alta velocidade.

Ele também é muito mais espaçoso do que seus concorrentes, o que permite o aumento da capacidade de passageiros. Com isso, a China fica dependendo apenas dos trilhos para ir para um estágio superior dentro do segmento de transporte avançado. Os planos do país são de estabelecer círculos de três horas entre Pequim e Xangai, as duas principais cidades do país.

Menos voos

Caso o objetivo seja alcançado, a China conseguirá reduzir bastante o tempo das viagens e diminuir a dependência de viagens aéreas. Apesar de muito rápido para um meio de transporte terrestre, o maglev chinês é cerca de 190 km/h mais lento do que um avião comercial, que faz a viagem entre as duas megalópoles em mais ou menos duas horas e meia.

Leia mais:

Porém, excluindo-se a necessidade de esperar em aeroportos e de seguir os rígidos protocolos exigidos pela aviação comercial, é possível que as viagens no trem sejam até mais rápidas do que os voos entre Pequim e Xangai.

Com informações do Futurism

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post China constrói trem mais rápido do mundo, mas ele não tem para onde ir apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Revolt Motors anunciou que sua principal moto elétrica, a RV400, está novamente esgotada – dessa vez, em apenas alguns minutos após ter sido colocada à venda na última sexta-feira (16). Embora não tenha sido divulgado quantas unidades do veículo foram comercializadas, a marca indiana já está se preparando para a próxima leva de interessados.

No site oficial da empresa, há agora uma ala chamada “Notifique-me”, na qual aqueles que perderam a última reserva podem se cadastrar e serem alertados quando as reservas forem reabertas.

Marca popular de motos elétricas reabre pedidos, mas fecha novamente 2 horas depois após esgotar. Imagem: Revolt Motors/Divulgação
Marca indiana de motos elétricas reabre pedidos pela “baratinha”, mas fecha novamente minutos depois após esgotar. Imagem: Revolt Motors/Divulgação

E quer saber o mais impressionante de tudo? A montadora havia disponibilizado as novas vendas da “moto elétrica baratinha” exclusivamente para compradores interessados em Deli, Mumbai, Pune, Chennai, Ahmedabad e Hyderabad. Dada a resposta positiva em relação à RV400, a Revolt Motors afirmou a um dos principais jornais da Índia, o Mint, que está trabalhando para aumentar a produção “visando atender à enorme demanda”.

O mesmo entusiasmo nas vendas foi visto na rodada anterior de reservas do veículo no mês passado, que durou somente duas horas.

O sucesso da moto elétrica “baratinha” da Índia

As vendas de motos elétricas têm ganhado força em todo o mundo, mas a RV400 da Revolt Motors é, claramente, um caso atípico. A empresa indiana se beneficiou dos subsídios do governo federal através do FAME II, programa de incentivo a compra de elétricos, para baratear ainda mais o veículo: 90 mil rupias (cerca de R$ 6 mil).

Poucos lugares no mundo registram tanto tráfego em duas rodas do que a Índia. Portanto, incentivar a gigantesca população a mudar para veículos elétricos tem sido um dos principais objetivos do governo local.

RV400 teve todas as unidades vendidas em apenas 2 horas. Imagem: Revolt Motors/Divulgação
RV400 teve todas as unidades vendidas em apenas alguns minutos. Imagem: Revolt Motors/Divulgação

Pelo preço razoável, os “motoqueiros” adquirem uma motocicleta elétrica de 85 km/h com um motor de tração média contínua de 3 kW. O veículo chega equipado com bateria removível de 72V e 45Ah com capacidade de 3,24 kWh – o que é suficiente para fornecer autonomia de 150 km no modo econômico (ECO), 100 km no regular (normal) ou 80 km no SPORT.

As grandes rodas de 17″ da RV400 foram desenvolvidas de forma exclusiva para a variedade de superfícies das estradas na Índia e são adequadas para lidar com terrenos imprevisíveis melhor do que outras scooters. A “baratinha” também pode ser controlada através do aplicativo MyRevolt, que traz recursos como localizador do veículo, status da bateria, diagnóstico completo de desempenho e muito mais.

Outro destaque da moto elétrica é o peso. O veículo é bastante leve e pesa apenas 108 kg, mesmo oferecendo assentos para duas pessoas. De acordo com a marca no site oficial, a moto provou ser “uma das melhores alternativas eficientes aos veículos de duas rodas movidos a gás na Índia”.

Leia mais:

A Índia se tornou líder no mercado de motos elétricas leves, e muitos na indústria estão de olho no dia em que as empresas do país se expandirão para oferecer exportações à outras nações.

E a verdade é que já tem empresas de olho nos principais mercados internacionais, como a Ola Electric, por exemplo, que está construindo uma fábrica projetada para produzir 2 milhões de scooters elétricas por ano, mirando uma produção final de 10 milhões. A startup já está planejando exportar um número significativo desses veículos de duas rodas para fora da Índia, o que a tornaria uma das primeiras empresas locais a vender motos elétricas internacionalmente.

O efeito contrário também ocorre: empresas internacionais procuram entrar no mercado indiano. A rede de baterias substituíveis e scooters elétricos taiwanesa, Gogoro, fechou recentemente um acordo com a Hero MotoCorp, maior fabricante mundial de motocicletas, para atuar no país.

Fonte: Mint

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Moto elétrica “baratinha” da Índia esgota (de novo) em apenas alguns minutos de venda apareceu primeiro em Olhar Digital.

Um carro elétrico projetado para eliminar a poluição do ar enquanto anda foi apresentado no Goodwood Festival of Speed, na Inglaterra, depois de ter sido mostrado pela primeira vez no salão do automóvel de Xangai, na China, em abril deste ano.

A intenção da fabricante de automóveis chinesa IM Motors é iniciar a produção do Airo no país asiático em 2023, por £ 40 mil (cerca de R$ 290 mil), com planos de um milhão de unidades.

Leia mais:

A criação é do designer britânico Thomas Heatherwick, que projetou a versão londrina do icônico ônibus Routemaster, mas que nunca havia projetado um carro. “Quando eu cresci, os valores do design se manifestaram por meio dos carros, fosse o [Ford] Sierra dos anos 1980, o [Fiat] Panda, algumas ideias importantes estavam surgindo nos carros. Quando fui abordado pela IM Motors na China, disse que não era designer de automóveis e eles disseram ‘é por isso que queremos você’”, disse Heatherwick à BBC.

O Airo tem um grande teto de vidro e o interior foi projetado para se parecer com uma sala, com cadeiras ajustáveis ​​que podem ser transformadas em camas e uma mesa central destinada a reuniões ou refeições. O volante fica escondido no painel e o exterior é texturizado, com uma série de ondulações ou saliências.

Airo
Airo. Créditos: Divulgação

“A Covid levantou a crise de espaço. Muitos de nós moramos em apartamentos e casas e precisamos de mais espaço, um escritório. Com um bilhão de carros no mundo que são usados ​​por cerca de apenas 10% do tempo, há espaço para eles se tornarem bens imóveis valiosos. O carro se torna um espaço comum quando não está dirigindo”, explicou o designer.

A inspiração de Thomas Heatherwick foi em assentos de aviões de primeira classe, usados ​​”para dormir, comer, se divertir e trabalhar”. “Isso não é uma fantasia. A ideia era não ser um carro-conceito, por isso estamos trabalhando com um fabricante e focamos tudo nas ideias que podem acontecer. O design pode ​​simplificar um pouco quando entrar em produção”.

Thomas Heatherwick dentro do Airo
Thomas Heatherwick dentro do Airo. Créditos: Divulgação

Carro elétrico coletará “uma bola de tênis em partículas”

“Os fabricantes de automóveis estão se atropelando para fazer carros elétricos, mas um novo carro elétrico não deve ser apenas outro com um visual diferente”, afirmou Heatherwick, que explicou que a grade frontal será equipada com um filtro de ar que “coletará uma bola de tênis em partículas por ano”. “Isso pode não parecer muito, mas pense em uma bola de tênis em seus pulmões, que está contribuindo para limpar o ar, e com a soma de milhões de veículos só na China”.

Para o professor de negócios e sustentabilidade no centro de pesquisa da indústria automotiva da Cardiff Business School, Peter Wells, “a contribuição desse carro para a limpeza do ar em nossos centros urbanos poluídos seria tão pequena que seria impossível medir”.

Airo
Airo. Créditos: Divulgação

“Não consigo ver como este carro pode dar uma contribuição significativa para resolver os muitos problemas associados à propriedade e uso de automóveis. Isso fica imediatamente evidente se você comparar o volume de ar que provavelmente passará pelo sistema de filtragem do carro com o volume total de ar”, completou Wells.

“A indústria automobilística tem uma longa história de empolgação em torno dos carros-conceito, mas a transição para a produção – se é que acontece – geralmente significa que os recursos empolgantes são substituídos por algo mais mundano, capaz de ser fabricado, prático no uso e econômico”, finalizou.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Carro elétrico limpa a poluição do ar enquanto anda, diz designer apareceu primeiro em Olhar Digital.

Após uma longa espera, alguns motoristas da Tesla começaram a receber uma atualização no sistema de direção assistida. Trata-se da versão beta 9 do ‘Full Self-Driving’ (2021.4.18.12), que foi disponibilizada para download para os usuários Programa de Acesso Antecipado a partir da meia-noite dessa sexta-feira (9).

Ainda que o software não transforme o carro em um sistema autônomo, essa atualização é um avanço nesse sentido. Afinal, irá permitir aos motoristas usar recursos avançados do Autopilot em ruas não rodoviárias.

Essa atualização era uma promessa antiga de Elon Musk. Em 2018, ele tinha dito que o recurso seria lançado em agosto. Em 2019, ele foi prometido para o ano seguinte. Finalmente, no início deste mês a promessa ganhou um selo “em breve”.

Teste na vida real

A Tesla é conhecida por testar versões beta de seus assistentes de direção com seus próprios clientes. Ao participarem do concorrido programa da empresa, os usuários disponibilizam dados reais para que quaisquer bugs no sistema sejam resolvidos.

De acordo com um tuíte de Musk, a lista de testes estava parada por conta de problemas conhecidos que precisavam ser resolvidos. Ele ainda acrescentou que “a versão beta 9 aborda a maioria dos problemas conhecidos, mas haverá problemas desconhecidos, portanto, por favor, seja paranoico.

Leia também:

O carro Tesla é realmente seguro?

Entre as atualizações, estão melhorias na câmera de cabine que monitora o motorista para verificar sua atenção. Além disso, o sistema conta com imagens novas e maiores no visor do carro.

Essas melhorias vêm a somar à fama da Tesla como sinônimo de veículos autônomos. No entanto, alguns especialistas discordam que os veículos da marca sejam exatamente autônomos. Isso porque os motoristas devem manter as mãos no volante e os olhos na estrada enquanto dirigem com o piloto-automático – um sistema parcialmente automatizado de nível 2 pelos padrões da Sociedade de Engenheiros Automotivos.

É verdade que a empresa recomenda aos motoristas adotarem esses comportamentos. Porém, ela ainda não incluiu um sistema de monitoramento mais robusto que pudesse impedir a direção imprudente de alguns motoristas.

Quem aqui já viu um vídeo com proprietários que abusam do sistema de piloto-automático? Alguns dormem na direção, enquanto outros vão para o banco do passageiro. Infelizmente, em alguns casos essas negligências causaram acidentes fatais – como o caso recente no Texas, em que as autoridades disseram que não havia ninguém atrás do volante.

Somente nos Estados Unidos, foram registrados nove acidentes e 11 mortes desde que o sistema de piloto-automático foi introduzido, em 2015. No exterior, são outros sete acidentes e mais nove mortes.

Via: The Verge

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Tesla começa a enviar versão beta 9 de assistente de direção assistida apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Stellantis, grupo automotivo que detém marcas como Fiat, Jeep, Citroën e, Peugeot, divulgou os planos para investir mais de 30 bilhões de euros até 2025 na eletrificação dos veículos, software e direção autônoma. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (8), no Stellantis EV Day 2021.

De acordo com o próprio grupo, o valor investido é “30% melhor do que a média do setor”. A meta da Stellantis é ter mais de 70% das vendas na Europa e mais de 40% nos Estados Unidos dos automóveis elétricos até o ano de 2030, com todas as 14 marcas.

Leia mais:

O anúncio ainda destaca que as montadoras vão “fornecer BEVs que cumprem as demandas do cliente, com alcance variando de 500 a 800 km e capacidade de carregamento rápido líder do setor de 32 km por minuto”. Para isso, a Stellantis vai usar quatro plataformas por modelo flexíveis, projetadas para ter uma vida útil longa através de atualizações de software e hardware.

As quatro plataformas são a STLA Pequena, com uma faixa de até 500 quilômetros, a STLA Média, com uma faixa de até 700 quilômetros, a STLA Grande, com uma faixa de até 800 quilômetros e a STLA Quadro, com uma faixa de até 800 quilômetros.

A meta ousada da fabricante ainda coloca uma estratégia de suprimento de bateria de EV global superior a 260GWh até 2030, com o apoio de cinco grandes fábricas na Europa e América do Norte. Os planos da empresa também inclui uma dupla tecnologia química de bateria, com uma de energia de alta densidade e outra sem níquel-cobalto até 2024.

“A estratégia que traçamos hoje concentra-se na quantidade certa de investimento na tecnologia certa para alcançar o mercado no momento certo, garantindo que a Stellantis potencialize a liberdade de movimento da forma mais eficiente, econômica e sustentável”, disse Carlos Tavares, CEO da companhia.

Como votar no Olhar Digital no segundo turno do Prêmio Influency.me.

Para alcançar maior rentabilidade nos próximos anos, a Stellantis prevê uma sinergia de caixa anual de mais de €5 bilhões a valores constantes, “plano de redução de custo da bateria, a otimização contínua dos custos de produção e distribuição e a realização de novos fluxos de receita, em particular de serviços conectados e futuros modelos de negócios de software”.

A receita operacional deve ter margens ajustadas de dois dígitos a médio prazo, aproximadamente em 2026. Isso, claro, com a pretensão de ser líder do mercado em veículos de baixa emissão.

O comunicado, porém, foi recebido com estranhamento por diversos sites especializados no setor automotivo pelo mundo. Isso porque o grupo divulgou também uma série de 14 slogans, um para cada marca, focando na eletrificação e as frases soaram, para dizer o mínimo, estranhas.

O mais confuso deles é o slogan da Abarth, montadora italiana, que diz “Heating Up People, But Not the Planet”. A tradução não ajuda nem um pouco: “aquecendo pessoas, não o planeta”. A frase da Dodge também ganhou contornos estranhos, dizendo “Tear Up the Streets… Not the Planet”, algo como “destrua as ruas… não o planeta”.

Os outros slogans são um pouco mais normais. Mas só um pouco. Confira:

  • Alfa Romeo – “From 2024, Alfa Becomes Alfa e-Romeo” (“A partir de 2024, Alfa vira Alfa e-Romeo”, que até soa aceitável em português)
  • Chrysler – “Clean Technology for a New Generation of Families” (“Tecnologia limpara para uma nova geração de famílias”)
  • Citroën – “Citroën Electric: Well-Being for All!” (“Citroën Elétrico: bem-estar para todos”)
  • DS Automobiles – “The Art of Travel, Magnified” (A”A arte de viajar, aumentada”)
  • Fiat – “It’s Only Green When It’s Green for All” (“Só é verde quando é verde para todos”)
  • Jeep – “Zero Emission Freedom” (“Liberdade zero emissão”)
  • Lancia – “The Most Elegant Way to Protect the Planet” (“O modo mais elegante de proteger o planeta”)
  • Maserati – “The Best in Performance Luxury, Electrified” (“A melhor performance de luxo, eletrificada”)
  • Opel/Vauxhall – “Green is the New Cool” (“Verde é o novo legal”)
  • Peugeot – “Turning Sustainable Mobility into Quality Time” (“Transformando mobilidade sustentável em tempo de qualidade”)
  • Ram – “Built to Serve a Sustainable Planet” (“Construído para servir a um planeta sustentável”)
  • Veículos comerciais – “The Global Leader in e-Commercial Vehicles” (“A líder global em veículos e-comerciais”)

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Stellantis planeja investir € 30 bilhões em eletrificação de carros até 2025 apareceu primeiro em Olhar Digital.

A família de um adolescente de 15 anos que morreu em um grave acidente de carro em 2019 está processando a Tesla e afirma que o sistema Autopilot foi o responsável pela morte do jovem, uma vez que, segundo eles, o mecanismo não estava sendo utilizado de maneira adequada, o que aumentou tanto o risco de um acidente acontecer, quanto a gravidade do que acabou acontecendo.

A colisão aconteceu em agosto de 2019, quando a família de Jovani Maldonado viajava em um Ford Explorer. O jovem, que estava sem cinto de segurança, acabou sendo arremessado para fora do veículo após a batida com um Tesla Model 3, que estava a mais de 100 km/h, Maldonado foi arremessado para fora do carro e morreu no local.

Agora, a família Maldonado está processando a Tesla, alegando que o sistema Autopilot não reagiu adequadamente às condições do tráfego. Segundo especialistas ouvidos pelo The New York Times, esse é um caso bastante intrigante, já que levanta algumas questões sobre como algumas escolhas tecnológicas feitas por um motorista podem afetar a segurança de outros na estrada.

Mais que um caso isolado

Tesla é flagrado dirigindo sozinho, enquanto motorista fica no banco de trás; homem pode ser preso. Imagem: California Highway Patrol (CHP)/Reprodução
Autopilot já esteve envolvido em outros casos de acidentes e de direção perigosa. Imagem: California Highway Patrol (CHP)/Reprodução

Essa não é a primeira vez que um acidente fatal acontece com envolvimento do sistema Autopilot da Tesla. Em 2018, uma investigação apontou que um veículo da marca desviou em direção a uma barreira de concreto enquanto o sistema de piloto automático estava acionado. Havia apenas uma pessoa no carro, que acabou morrendo.

De acordo com o Departamento Nacional de Segurança de Tráfego nas Estradas (NHTSA) dos Estados Unidos, pelo menos dez pessoas já perderam a vida em acidentes envolvendo veículos da Tesla com o sistema Autopilot ativado.

Leia mais:

Procurada pelo Times, a Tesla não respondeu aos pedidos de entrevista. A empresa, porém, já afirmou anteriormente que os motoristas seriam os culpados nos acidentes, e reforçou que o uso indevido do recurso “pode ​​significar a diferença entre a vida e a morte”.

Com informações do Futurism

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Família diz que Autopilot da Tesla causou a morte do filho apareceu primeiro em Olhar Digital.

Enquanto dirigia em uma estrada em Waverly, no estado norte-americano do Kansas, um motorista com uma câmera no painel do carro capturou um momento assustador. Durante uma tempestade no dia 25 de junho, já dez dias, um raio atingiu o veículo da frente, um Jeep Grand Cherokee.

No rádio, o motorista do automóvel que filmou a situação ouvia justamente os alertas de tempestade severa e inundação repentina. De acordo com a legenda da publicação no YouTube, o Jeep era ocupado por uma família composta por um casal, um bebê e outras duas crianças menores de dois anos. Felizmente, ninguém se machucou.

Leia mais:

Na maioria das vezes, quando um raio atinge uma pessoa diretamente, o indivíduo morre. Para sorte da família, o carro serviu como uma espécie de para-raios. Veículos são lugares razoavelmente seguros para esperar uma tempestade passar quando não há uma estrutura com os equipamentos de proteção.

A carroceria do veículo funciona como um tipo de gaiola Faraday, experimento conduzido por Michael Faraday que mostrou como uma superfície condutora eletrizada com campo elétrico nulo por dentro distribui a carga de forma homogênea na parte exterior. Assim, a energia passa ao redor dos ocupantes do carro.

Mas, é preciso muito cuidado, pois um veículo atingido por um raio pode ficar com os pneus ruins, ter o para-brisa estilhaçado e perder o sistema elétrico. Ainda há o perigo de um incêndio, exigindo a evacuação rápida do automóvel.

jeep raio
O raio atingiu o veículo em uma estrada no Kansas, no dia 25 de junho. Imagem: Reprodução

Apesar de manterem a integridade física, o que é o mais importante, a família ficou com um prejuízo. Diferente dos ocupantes do Jeep, o Grand Cherokee não teve tanta sorte. Os raios, aparentemente quatro seguidos, pelo que se pode ver no vídeo, fritaram os componentes eletrônicos do automóvel.

Depois do último raio, o carro reduz a velocidade até parar e as luzes de freio se apagam rapidamente. Os milhares de volts atingem o veículo de maneira veloz e o barulho é semelhante ao de tiros, além da forte luz emitida, que clareia tanto o ambiente fazendo com que a câmera mostre apenas um grande borrão branco até adaptar a imagem.

Via: The Driver

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Jeep é atingido por raio em estrada no Kansas; assista apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Porsche está planejando um recall mundial de um de seus modelos elétricos, o Taycan, por conta de uma falha de software do veículo. De acordo com representantes da empresa, que preferiram não se identificar, o defeito pode causar uma falha repentina de energia, levando ao desligamento do veículo e possíveis acidentes.

A decisão da montadora alemã segue alguns relatos de donos do modelo nos Estados Unidos, que alegam que seus carros estariam mudando abruptamente para o modo de emergência. Esse problema levou a Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário (NHTSA) a realizar uma investigação.

Após alguns meses de investigação, a NHTSA arquivou a investigação e descreveu o problema como perda da força motriz em movimento a qualquer velocidade.

Leia mais:

Representantes da empresa, ouvidos pela Bloomberg, informaram que o anúncio oficial do recall deve ser feito dentro de alguns dias. Contudo, ainda não houve nenhum acidente ou pessoas feridas por conta dessa falha. Procurado para se pronunciar oficialmente sobre o caso, um porta-voz da empresa não quis comentar o caso.

Problemas da eletrificação

Tesla Model Y Branco Estacionado
Tesla deve convocar recall de mais de 285.000 carros na China. Crédito: Wikimedia Commons

A necessidade de um recall justamente do primeiro modelo totalmente elétrico da marca, realça os desafios técnicos acerca do lançamento de veículos equipados com softwares cada vez mais sofisticados em grande escala.

No início do ano, alguns motoristas do Porsche Taycan, que é alimentado por uma bateria de 800 volts, reclamaram que seus carros estavam parando repentinamente. Todas essas reclamações deixavam claro que o problema ocorria sem nenhum tipo de aviso mecânico ou notificação no computador de bordo.

Lançado em 2019, o Taycan foi o primeiro carro totalmente elétrico da Porsche, apontando uma guinada da empresa para um futuro que caminha a passos largos para a eletrificação. Desde então, o resultado mostrado pelo modelo tem agradado à Volkswagen, que é a dona da empresa, com vendas correspondentes às do 911, um dos clássicos da marca.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Porsche prepara recall mundial de modelo elétrico por falha em software apareceu primeiro em Olhar Digital.

Os veículos zero emissão começam a se difundir pelo mundo, mas a forma de transporte sustentável ainda não é a mais popular do mundo. Os carros perdem para as bicicletas elétricas quando o assunto é popularidade. Os transportes de duas rodas têm mais altas taxas de adoção.

Mesmo sem oferecer as velocidades ou autonomia dos carros elétricos, as bicicletas têm outras vantagens. Elas têm um custo menor, oferecem viagens urbanas mais rápido, por não enfrentar engarrafamento, e ainda usufruem de estacionamento gratuito.

Leia mais:

Com essas qualidades, as bicicletas elétricas sobem nas vendas, muito mais massivamente que os carros elétricos em todo o mundo. O transporte funciona de maneira semelhante às bicicletas de pedal, mas se beneficiam do motor elétrico para auxiliar os ciclistas a percorrerem maiores distâncias com menor esforço.

Europa e Ásia têm as melhores taxas de vendas das e-bikes, mas os Estados Unidos também registrou um bom resultado. Em 2020, o país norte-americano venceu mais de 600 mil bicicletas elétricas. Isso representa um veículo do tipo a cada minuto ao longo do ano passado, fazendo com que as e-bikes superassem os carros elétricos em dois para um no local. No Reino Unido, por exemplo, 160 mil foram vendidas no mesmo período, contra 108 mil carros elétricos.

Bicicleta elétrica. Imagem: Spic/Shutterstock, Inc./Reprodução
Bicicletas elétricas superam venda de carros elétricos nos EUA e deve superar carros em geral na Europa até o final da década. Imagem: Spic/Shutterstock, Inc./Reprodução

Mesmo sendo mais baratas que os carros, vale lembrar que nos EUA as bicicletas não têm os mesmos incentivos fiscais estaduais e federais. Lá, os veículos de duas rodas não recebem crédito de imposto federal. O Congresso, porém, está com a pendência de mudar a legislação. Se aprovada, será ainda melhor para as e-bikes.

Outro fator que fez o aumento das vendas das bicicletas foi a pandemia da Covid-19, de acordo com o site Electrek. Contudo, aconteceu em um momento que a taxa e adoção do transporte já mostrava tendência de crescimento. Até o final da década, a Europa deve vender mais bicicletas elétricas do que carros em geral, não só os com zero emissão de carbono.

Via: Electrek

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O post Bicicletas elétricas superam carros elétricos no mundo todo apareceu primeiro em Olhar Digital.